Preparei o carro pra pegar a estrada, carregamos umas mochilas, o pouco que dava pra um fim de semana. Sexta à tarde, nublado que parecia que ia chover logo. Dirigi um tempo e começou a chover, tomamos mate, falamos da amiga dela e do ménage que a gente tinha feito uma vez. Quando passamos por um povoado, na guarita do ponto de ônibus da estrada, um policial faz sinal pra gente dar carona, e com o dia como tava, parei e falei pra ele subir. Ela passou pro banco de trás, assim deixava o banco da frente livre e o rapaz subia mais rápido. Ele falou que ia até uns dois povoados mais à frente, mais ou menos uma hora de onde subiu. Conversa vai, a gente oferece mate, coisas da vida, e aí desabou uma chuva torrencial que não dava pra ver nada, eu tava dirigindo a vinte quilômetros por hora, falo isso é perigoso, vou parar um pouco até a chuva acalmar. Seguimos com os mates, motor ligado e faróis acesos, o aquecedor no mínimo, tava gostoso lá dentro. O rapaz tira a jaqueta e ela fala pra ele: "me passa tua mochila que eu coloco aqui atrás pra tu ficar confortável", ele se vira e entrega a mochila, e naquele instante ficou como paralisado, viu ela com as pernas abertas sentada no banco de trás e a minissaia levantada um pouquinho que dava pra ver a calcinha fio dental inteira. Ele não falou nada, mas a gente percebeu que ele gostou do que viu. Ela fala "tá calor" e tira a jaqueta também, e ele entrega o mate e olha pra ela de novo, eu olho pelo retrovisor e a saia tinha subido mais um pouco. Pra quebrar o clima ele pergunta se a gente sempre viaja por ali, falo que sim, que essa estrada leva até nossa cidade. Nada, começamos a conversar e rir de coisas de caminhoneiro, histórias picantes, até que num momento eu falo que ela também pode fazer na estrada o que as minas fazem, mas que não pode cobrar. Riso vai, riso vem, ela fala pra ele: "me passa uns preservativos que tão guardados no porta-luvas", ele me olha e eu falo "pode passar", pergunto, te anima a um menage aqui agora, ela me diz sim. Me pergunta como a gente faz, eu falo puxa o banco pra trás e reclina o encosto, dava pra ver que ela tava com medo, assim que ela ajeita bem o banco ela passa por cima dele, se ajoelha como dá, coloca a camisinha e faz um boquete nível deus. Ele me olhava e não acreditava na situação, ela levanta a camiseta e fica de peitos de fora, grandes, naturais, sobe em cima dele, puxa a calcinha fio dental pro lado e começa a sentar, ele chupava os peitos dela com desespero, ela adora isso. Tiro minha pica pra fora e mostro pra ela, reclino minha poltrona também, ela se estica e me faz um boquete enquanto ele come ela com força. Nisso ela não aguentou mais e chegou no primeiro orgasmo, ficou com minha pica na boca e se concentrando na gozada dela. Ela se mexia como se tivesse possuída, me come, me come, me come, pedia pro rapaz que nessa altura já queria gozar, não aguentava mais, então ela para, me olha e com o olhar a gente se entende, ela fica meio deitada em cima dele e eu tiro do porta-luvas um gel e passo na bunda dela, ela vai dilatando devagar, primeiro um dedo, depois dois, e já tava no ponto. Eu subo em cima dos dois e devagar começo a meter, pego ela pelo cabelo e puxo suave pra trás, ela começa a se mexer e gemer com as duas picas dentro dela. Eu continuo metendo e mando até o fundo, aí sinto que a outra pica começa a gozar e o coitado do cara embaixo parece que falta ar e solta a gozada da vida dele. Ela sente isso e se mexe mais rápido, eu aguentei mais um minuto e acabei enchendo o cu dela de porra. A gente se limpa, se olha e fica todo mundo rindo, a chuva tinha parado, o carro tava todo molhado e com muito cheiro de sexo. Ela passa pra trás, ele se ajeita e a gente segue viagem, em poucos minutos chegamos na cidadezinha dele, a gente se despede como se fôssemos amigos de sempre e nós seguimos viagem. Depois disso a gente se olha e ri e fala junto "os quinze menages em estradas". Estamos juntos há vinte anos, temos uns filhos, eles já ficam sozinhos quando nós viajamos. Ela é muito gostosa, simpática, tem uma bunda enorme e peitos gigantes, adora transar, os ménages que rolam de vez em quando são a fraqueza dela.
2 comentários - Suruba na estrada