No capítulo anterior, eu observo minha esposa fazendo um boquete no nosso filho e não só isso, ela gozou na boca dele e ela bebeu tudo. No dia seguinte, acordamos na mesma hora de sempre, mas notei que algo tinha mudado, tinha algo diferente no clima. No café da manhã, ninguém falava, nem eu, só comíamos em silêncio, até que minha esposa falou:
Ela: amor, lembra que hoje a gente tem que ir na casa dos meus pais, eles nos convidaram pra almoçar com eles, cê lembra?
Eu: Ah sim, é verdade, ao meio-dia a gente vai, pra todo mundo ficar pronto desde cedo e sair nesse horário. Esse dia meu filho passou o tempo todo no quarto dele, minha esposa no nosso, mexendo no celular, rolando as redes sociais. Eu também, do mesmo jeito, checando meus e-mails, matando o tempo. Chegando a hora de partir, minha esposa veste uma calça jeans que gruda na cintura e nas pernas, realçando ainda mais o quadril e as coxas. Na parte de cima, uma blusa preta totalmente decotada. Ela prendeu o cabelo num rabo de cavalo.
Partimos sem mais contratempos para a casa dos meus sogros; durante a viagem, só falávamos o necessário, sem nada mais a dizer no trajeto. Chegamos ao nosso destino, e meu sogro nos recebe. Ele nos dá as boas-vindas, passamos o dia e, quando meu sogro comenta se podemos ir buscar o gelo, porque o que tem não vai dar para os refrigerantes e as bebidas, meu filho me diz: Filho: Eu vou pra lá, assim compro uma coisa na loja.
Ela: Vou com ele, porque senão ele vai demorar pra escolher o que quer e o gelo nunca vai chegar. Fiquei surpreso, mas vejo a alegria do meu filho ao saber que a mãe vai acompanhá-lo. Dou as chaves do carro e vejo eles indo embora.
Meus sogros me pedem ajuda para arrumar algumas coisas e deixar tudo pronto pro almoço, já que a maior parte da família chega pra confraternizar.
Fico olhando o relógio a toda hora, passam 20, 30 minutos, e nada de chegarem, até que aparecem aos 35 minutos, meu filho trazendo o gelo, minha esposa entrando, mas tinha algo estranho nela. Quando a gente saiu, ela estava com os lábios pintados, não era nada exagerado, mas dava pra notar que alguma coisa tinha rolado. Fiquei com a dúvida, ou será que era coisa da minha cabeça? O dia transcorreu normal, como era de se esperar. Lá pelas 6:30 a gente se despediu com a desculpa de que o Adán tinha que ir pra escola, já que era a última semana de aula. Como ele saía das aulas na próxima sexta, no fim de junho, chegamos em casa por volta das 8:00 da noite. Cada um foi pro seu quarto, minha esposa pro nosso, o Adán pro dele, eu com aquela dúvida na cabeça sobre o que tinha rolado à tarde entre eles. Enquanto minha esposa tomava banho, decidi conectar o celular dela no meu tablet, e consegui fazer isso na hora certa. Só precisava esperar o momento certo pra poder bisbilhotar.
Pra ela não desconfiar, deixei o celular no mesmo lugar de sempre, coloquei pra carregar e fui tomar banho. Saio, a gente se dá os beijos de boa noite, e começamos nossa sessão, como de costume:
Ela: Não espera mais, amor, me faz sua. Assim como estava de barriga pra cima, abro as pernas dela, coloco nos meus ombros e começo a me esfregar na entrada da buceta dela, enquanto beijo os pés e as pernas dela. Ela: Ai que gostoso, meu amor, é assim que eu gosto, minha vida, continua assim
Eu: Quer que eu pare?
Ela: Nem pensa em parar, já mete em mim, por favor, love. Não me faz esperar, nem implorar Comecei a me aproximar perigosamente e, de repente, entrei na buceta dela, e ela na hora: Ela: Ahh, amor, que gostoso, meu amor, que bem que sinto, continua, me dá com força, do jeito que eu gosto.
Dei uma empurrada e a penetrei completamente, então ela começa a gemer mais alto. Ela: Ahh ahh, sim meu amor, me dá bem forte, assim, assim. Depois ela me pede para eu me deitar, para então começar a me cavalgar, se movendo de forma circular, e depois parava para se levantar e me dar sentadas fortes e rápidas. Eu via com prazer como os peitos dela balançavam, então me dispus a beijá-los e começar a chupar os bicos dela. Ela, no momento em que sentiu minha boca neles, soltou um gemido. Ela: Ahhh, amor, eu adoro isso e você sabe.
Cavalgou de forma frenética, até eu avisar que já estava quase gozando, o que fez ela se mover cada vez mais, até eu chegar ao ápice e me esvaziar dentro dela. Na hora, ela solta um grito, caindo sobre mim completamente exausta: Ela: Ahh, ahh, tô gozandooo!! Depois dos espasmos, ela se deita ao meu lado, ainda com as pernas tremendo, ofegando, respirando pesado, vira pra me olhar e diz: Ela:Estava delicioso, amor, ai minhas pernas estão tremendo, e estou com muito sono.Até amanhã, amor. Eu: Descansa, gostosa. Para segunda-feira, sendo a última semana de aula do meu filho, todo mundo tomou café da manhã junto, batemos um papo sobre tudo. Me despedi da minha esposa, ela já deixou ele na escola, me despeço dele e vou pro trabalho. Cheguei ao escritório, ligo o tablet pra ver os movimentos da minha esposa no celular dela. Começo a revisar os chats, da família, dos pais dela, dos meus cunhados, do meu filho. Me dá uma curiosidade, vejo que o chat era do dia anterior, depois que a gente voltou pra casa, e olhando a hora vejo que era quando eu tava tomando banho.
-Chat-
Filho: Uff, mãe, que boquete gostoso você me fez, pena que a gente não pôde demorar mais pra voltar pra casa dos vovós.
Ela: Já, já, eu não tava pensando em te fazer nada, mas você não parava de olhar pro meu decote e eu vi que você ficou duro.
Filho: Como é que eu não vou ficar duro se você tá vestida toda de vaqueira gostosa, quando a gente passava por um quebra-molas elas balançavam delicioso. Óbvio que eu ia ficar assim.
Ela: Não tenho culpa que meu filho é um tarado. Além disso, por isso te falei pra você parar antes de chegar na casa dos seus avós. Ou você não gostou?
Filho: Claro que gostei, adorei. Queria muito sentir sua boca de novo. E talvez eu pudesse te retribuir o favor.
Ela: Kkkk, você é igualzinho ao seu pai. Talvez eu faça de novo, sei lá. A outra coisa eu acho que não, já é demais sua mãe fazer isso com você. Ainda não tô certa do porquê fiz isso, me sinto mal por trair seu pai.
Filho: Mas eu não vou contar nada pra ele, nem você.
Ela: Já, já, te deixo, seu pai já tá saindo. Beijos. Leo, releio o chat, não consigo acreditar que ela deu de novo oral pra ele, e no carro, a poucas quadras da casa dos meus sogros. Tô nisso quando vejo uma mensagem do meu filho pra ela, mas não abro pra eles não perceberem, espero uns minutos pra ver a notificação de resposta dela. - Chat -
Filho: Sabe, eu queria muito poder sentir um beijo seu, igual você beija o papai quando vocês estão no quarto dele.
Ela: E como você sabe como eu beijo seu pai no quarto?
Filho: Uma vez eu fui ao banheiro e sem querer vi você... beijando ele enquanto ele te segurava pela cintura.
Ela: Kkkkk, claro, vou acreditar em você, seu espião.
Filho: Então, eu vou poder te beijar igual o papai faz?
Ela: Não sei. Larga o celular e presta atenção na aula.
Depois disso, não teve mais mensagens. Mas fiquei surpreso que naquele dia já tinha mais coisa rolando. Cheguei em casa, cumprimentei minha mulher e meu filho estava no quarto dele jogando videogame. Falei pra minha esposa que precisava revisar uns contratos que iam assinar no dia seguinte, então fui pro escritório e pedi pra ela me trazer um café. Ela trouxe, comecei a revisar o contrato no escritório, quando a tablet tocou, e eu chequei a notificação de mensagens e vi que tinha uma mensagem do meu filho perguntando pra mãe dele:
- Chat -
Filho: Ei, mãe, cadê o papai? Achei que ouvi a voz dele ou foi minha imaginação?
Ela: Ele tá no escritório, vai revisar uns contratos que deram pra ele. Me pediu pra levar café. Por quê, meu anjo?
Filho: Ah, não, nada não, achei que era minha imaginação que ele não tinha chegado. Queria te pedir uma coisa, mas melhor depois.
Ela: O que você quer, amor?
Filho: É que... eu tô com saudade da sua boca e não consigo parar de pensar no que aconteceu no carro. E...
Ela: Kkkkk, quer que a mamãe te mime de novo como daquela vez?
Filho: Sim, mas o papai já chegou...
Ela: Mmm... não prometo nada, vou levar o café pro seu pai e talvez eu passe no seu quarto pra te ver. Ok?
Filho: Siiim, tá bom. Aqui esperando ansioso, tomara que sim. Minutos depois, ouço os passos da minha esposa me trazendo o café, um sanduíche. Ela me diz: amor, já está pronto o café e um sanduíche, pra você não passar fome. Precisa de mais alguma coisa? Eu respondi que não, obrigado. E falei pra ela: eu te aviso, mas leva um sanduíche também, enquanto eu termino aqui pra gente comer junto. Ela me diz que tá bem. (Claro, dei a oportunidade e a desculpa pra ir ver ele) Nesse momento eu vejo o chat e ela diz pra ele
Ela: já tô indo, amor, te trago um sanduíche. E vou poder te mimar um pouquinho.
Filho: Siiim!! Ouço ela subindo as escadas, espero um momento, ando devagar e escuto o quarto do meu filho se fechando.
Ando meio na surdina pra ninguém me ouvir, fico o mais perto possível quando escuto eles conversando entre si: Ela: amor, te trouxe seu sanduíche e um pouco de chá
Filho: Obrigado, mas você já sabe o que eu queria de você. Acha que dá? Olha como eu tô
Ela: Adão!
Filho: Anda, por favor, não paro de pensar na última vez e tô doendo.
Ela: Ai, amor, mas... seu pai tá lá embaixo, não posso demorar muito.
Filho: Anda, por favor, por favor.
Ela: Mmmm, tá bom. Senta na cama. Daqui a pouco começo a ouvir os gemidos do meu filho
Filho:Isso! ahhh...mm...que boca gostosa você tem. Ahhh que delícia que você faz, mãe... continua assim, mais, mais. ahh vou gozar, continua assim, tô gozando!! Por favor, deixa eu gozar na sua cara, é meu sonho.
Ela:Ah, é isso que meu bebê quer?
Filho:Sim, por favor, não paro de pensar naquela última vez que gozei no carro... ahh
Ela:Tá bom, bebê, só dessa vez... goza na minha cara e nos meus peitos.
Filho:Ahhh, já vem, já vem, toma...ahhh Desci de novo ao estúdio como se nada tivesse acontecido. Minutos depois, ela chega com o rosto lavado pra me avisar que o jantar já tá pronto. E eu vejo ela feliz, radiante. Não consigo acreditar que minha mulher acabou de fazer um boquete no nosso filho. Será que eu sigo em frente com isso? Vejo ela feliz e, no fim, é um SACRIFÍCIO que faço pelo bem da nossa família?
Ela: amor, lembra que hoje a gente tem que ir na casa dos meus pais, eles nos convidaram pra almoçar com eles, cê lembra?
Eu: Ah sim, é verdade, ao meio-dia a gente vai, pra todo mundo ficar pronto desde cedo e sair nesse horário. Esse dia meu filho passou o tempo todo no quarto dele, minha esposa no nosso, mexendo no celular, rolando as redes sociais. Eu também, do mesmo jeito, checando meus e-mails, matando o tempo. Chegando a hora de partir, minha esposa veste uma calça jeans que gruda na cintura e nas pernas, realçando ainda mais o quadril e as coxas. Na parte de cima, uma blusa preta totalmente decotada. Ela prendeu o cabelo num rabo de cavalo.
Partimos sem mais contratempos para a casa dos meus sogros; durante a viagem, só falávamos o necessário, sem nada mais a dizer no trajeto. Chegamos ao nosso destino, e meu sogro nos recebe. Ele nos dá as boas-vindas, passamos o dia e, quando meu sogro comenta se podemos ir buscar o gelo, porque o que tem não vai dar para os refrigerantes e as bebidas, meu filho me diz: Filho: Eu vou pra lá, assim compro uma coisa na loja.
Ela: Vou com ele, porque senão ele vai demorar pra escolher o que quer e o gelo nunca vai chegar. Fiquei surpreso, mas vejo a alegria do meu filho ao saber que a mãe vai acompanhá-lo. Dou as chaves do carro e vejo eles indo embora.
Meus sogros me pedem ajuda para arrumar algumas coisas e deixar tudo pronto pro almoço, já que a maior parte da família chega pra confraternizar.
Fico olhando o relógio a toda hora, passam 20, 30 minutos, e nada de chegarem, até que aparecem aos 35 minutos, meu filho trazendo o gelo, minha esposa entrando, mas tinha algo estranho nela. Quando a gente saiu, ela estava com os lábios pintados, não era nada exagerado, mas dava pra notar que alguma coisa tinha rolado. Fiquei com a dúvida, ou será que era coisa da minha cabeça? O dia transcorreu normal, como era de se esperar. Lá pelas 6:30 a gente se despediu com a desculpa de que o Adán tinha que ir pra escola, já que era a última semana de aula. Como ele saía das aulas na próxima sexta, no fim de junho, chegamos em casa por volta das 8:00 da noite. Cada um foi pro seu quarto, minha esposa pro nosso, o Adán pro dele, eu com aquela dúvida na cabeça sobre o que tinha rolado à tarde entre eles. Enquanto minha esposa tomava banho, decidi conectar o celular dela no meu tablet, e consegui fazer isso na hora certa. Só precisava esperar o momento certo pra poder bisbilhotar.
Pra ela não desconfiar, deixei o celular no mesmo lugar de sempre, coloquei pra carregar e fui tomar banho. Saio, a gente se dá os beijos de boa noite, e começamos nossa sessão, como de costume:
Ela: Não espera mais, amor, me faz sua. Assim como estava de barriga pra cima, abro as pernas dela, coloco nos meus ombros e começo a me esfregar na entrada da buceta dela, enquanto beijo os pés e as pernas dela. Ela: Ai que gostoso, meu amor, é assim que eu gosto, minha vida, continua assim
Eu: Quer que eu pare?
Ela: Nem pensa em parar, já mete em mim, por favor, love. Não me faz esperar, nem implorar Comecei a me aproximar perigosamente e, de repente, entrei na buceta dela, e ela na hora: Ela: Ahh, amor, que gostoso, meu amor, que bem que sinto, continua, me dá com força, do jeito que eu gosto.
Dei uma empurrada e a penetrei completamente, então ela começa a gemer mais alto. Ela: Ahh ahh, sim meu amor, me dá bem forte, assim, assim. Depois ela me pede para eu me deitar, para então começar a me cavalgar, se movendo de forma circular, e depois parava para se levantar e me dar sentadas fortes e rápidas. Eu via com prazer como os peitos dela balançavam, então me dispus a beijá-los e começar a chupar os bicos dela. Ela, no momento em que sentiu minha boca neles, soltou um gemido. Ela: Ahhh, amor, eu adoro isso e você sabe.
Cavalgou de forma frenética, até eu avisar que já estava quase gozando, o que fez ela se mover cada vez mais, até eu chegar ao ápice e me esvaziar dentro dela. Na hora, ela solta um grito, caindo sobre mim completamente exausta: Ela: Ahh, ahh, tô gozandooo!! Depois dos espasmos, ela se deita ao meu lado, ainda com as pernas tremendo, ofegando, respirando pesado, vira pra me olhar e diz: Ela:Estava delicioso, amor, ai minhas pernas estão tremendo, e estou com muito sono.Até amanhã, amor. Eu: Descansa, gostosa. Para segunda-feira, sendo a última semana de aula do meu filho, todo mundo tomou café da manhã junto, batemos um papo sobre tudo. Me despedi da minha esposa, ela já deixou ele na escola, me despeço dele e vou pro trabalho. Cheguei ao escritório, ligo o tablet pra ver os movimentos da minha esposa no celular dela. Começo a revisar os chats, da família, dos pais dela, dos meus cunhados, do meu filho. Me dá uma curiosidade, vejo que o chat era do dia anterior, depois que a gente voltou pra casa, e olhando a hora vejo que era quando eu tava tomando banho.
-Chat-
Filho: Uff, mãe, que boquete gostoso você me fez, pena que a gente não pôde demorar mais pra voltar pra casa dos vovós.
Ela: Já, já, eu não tava pensando em te fazer nada, mas você não parava de olhar pro meu decote e eu vi que você ficou duro.
Filho: Como é que eu não vou ficar duro se você tá vestida toda de vaqueira gostosa, quando a gente passava por um quebra-molas elas balançavam delicioso. Óbvio que eu ia ficar assim.
Ela: Não tenho culpa que meu filho é um tarado. Além disso, por isso te falei pra você parar antes de chegar na casa dos seus avós. Ou você não gostou?
Filho: Claro que gostei, adorei. Queria muito sentir sua boca de novo. E talvez eu pudesse te retribuir o favor.
Ela: Kkkk, você é igualzinho ao seu pai. Talvez eu faça de novo, sei lá. A outra coisa eu acho que não, já é demais sua mãe fazer isso com você. Ainda não tô certa do porquê fiz isso, me sinto mal por trair seu pai.
Filho: Mas eu não vou contar nada pra ele, nem você.
Ela: Já, já, te deixo, seu pai já tá saindo. Beijos. Leo, releio o chat, não consigo acreditar que ela deu de novo oral pra ele, e no carro, a poucas quadras da casa dos meus sogros. Tô nisso quando vejo uma mensagem do meu filho pra ela, mas não abro pra eles não perceberem, espero uns minutos pra ver a notificação de resposta dela. - Chat -
Filho: Sabe, eu queria muito poder sentir um beijo seu, igual você beija o papai quando vocês estão no quarto dele.
Ela: E como você sabe como eu beijo seu pai no quarto?
Filho: Uma vez eu fui ao banheiro e sem querer vi você... beijando ele enquanto ele te segurava pela cintura.
Ela: Kkkkk, claro, vou acreditar em você, seu espião.
Filho: Então, eu vou poder te beijar igual o papai faz?
Ela: Não sei. Larga o celular e presta atenção na aula.
Depois disso, não teve mais mensagens. Mas fiquei surpreso que naquele dia já tinha mais coisa rolando. Cheguei em casa, cumprimentei minha mulher e meu filho estava no quarto dele jogando videogame. Falei pra minha esposa que precisava revisar uns contratos que iam assinar no dia seguinte, então fui pro escritório e pedi pra ela me trazer um café. Ela trouxe, comecei a revisar o contrato no escritório, quando a tablet tocou, e eu chequei a notificação de mensagens e vi que tinha uma mensagem do meu filho perguntando pra mãe dele:
- Chat -
Filho: Ei, mãe, cadê o papai? Achei que ouvi a voz dele ou foi minha imaginação?
Ela: Ele tá no escritório, vai revisar uns contratos que deram pra ele. Me pediu pra levar café. Por quê, meu anjo?
Filho: Ah, não, nada não, achei que era minha imaginação que ele não tinha chegado. Queria te pedir uma coisa, mas melhor depois.
Ela: O que você quer, amor?
Filho: É que... eu tô com saudade da sua boca e não consigo parar de pensar no que aconteceu no carro. E...
Ela: Kkkkk, quer que a mamãe te mime de novo como daquela vez?
Filho: Sim, mas o papai já chegou...
Ela: Mmm... não prometo nada, vou levar o café pro seu pai e talvez eu passe no seu quarto pra te ver. Ok?
Filho: Siiim, tá bom. Aqui esperando ansioso, tomara que sim. Minutos depois, ouço os passos da minha esposa me trazendo o café, um sanduíche. Ela me diz: amor, já está pronto o café e um sanduíche, pra você não passar fome. Precisa de mais alguma coisa? Eu respondi que não, obrigado. E falei pra ela: eu te aviso, mas leva um sanduíche também, enquanto eu termino aqui pra gente comer junto. Ela me diz que tá bem. (Claro, dei a oportunidade e a desculpa pra ir ver ele) Nesse momento eu vejo o chat e ela diz pra ele
Ela: já tô indo, amor, te trago um sanduíche. E vou poder te mimar um pouquinho.
Filho: Siiim!! Ouço ela subindo as escadas, espero um momento, ando devagar e escuto o quarto do meu filho se fechando.
Ando meio na surdina pra ninguém me ouvir, fico o mais perto possível quando escuto eles conversando entre si: Ela: amor, te trouxe seu sanduíche e um pouco de chá
Filho: Obrigado, mas você já sabe o que eu queria de você. Acha que dá? Olha como eu tô
Ela: Adão!
Filho: Anda, por favor, não paro de pensar na última vez e tô doendo.
Ela: Ai, amor, mas... seu pai tá lá embaixo, não posso demorar muito.
Filho: Anda, por favor, por favor.
Ela: Mmmm, tá bom. Senta na cama. Daqui a pouco começo a ouvir os gemidos do meu filho
Filho:Isso! ahhh...mm...que boca gostosa você tem. Ahhh que delícia que você faz, mãe... continua assim, mais, mais. ahh vou gozar, continua assim, tô gozando!! Por favor, deixa eu gozar na sua cara, é meu sonho.
Ela:Ah, é isso que meu bebê quer?
Filho:Sim, por favor, não paro de pensar naquela última vez que gozei no carro... ahh
Ela:Tá bom, bebê, só dessa vez... goza na minha cara e nos meus peitos.
Filho:Ahhh, já vem, já vem, toma...ahhh Desci de novo ao estúdio como se nada tivesse acontecido. Minutos depois, ela chega com o rosto lavado pra me avisar que o jantar já tá pronto. E eu vejo ela feliz, radiante. Não consigo acreditar que minha mulher acabou de fazer um boquete no nosso filho. Será que eu sigo em frente com isso? Vejo ela feliz e, no fim, é um SACRIFÍCIO que faço pelo bem da nossa família?
4 comentários - Minha esposa e meu filho parte 5
Ojalá ponga cámaras ocultas así los puede espiar mejor.