
Ela terminou, se levantou e eu com o pau roxo por causa da liga. Ela falou: "Me dá 5 minutos que a gente resolve isso". Me sentou numa cadeira e sentou em cima de mim. Começou a cavalgar com muita violência, a liga apertava demais. Ela tava quase gozando de novo, aí parou, tirou a liga e sentou se mexendo como se tivesse montando um touro. Aí, antes de eu gozar, ela apertou meu pescoço com força. Comecei a ficar tonto, ela me soltou, gemeu e começou a gozar de novo. Ao mesmo tempo, torceu minhas bolas de novo — uma dor me invade — e o esperma volta pra dentro das minhas bolas. Ela levantou da cadeira e mandou eu dormir. Falou: "Amanhã a gente resolve o que veio fazer". Meu celular começa a tocar, é chamada de vídeo da Irene. Ela disse: "Atende ou você não termina, cachorrinho. Fala que precisa dela e que tá disposto a amadurecer e assumir riscos como homem". Obedeci. Enquanto isso, a Soledad começou a me dar um boquete delicioso. Só durou o tempo da chamada de vídeo. Me deixou sem gozar, me soltou e falou: "Ela precisa de um homem com culhão, não de um menino medroso". No escritório ninguém sabe disso, e vou espalhar o boato de que você e a Joan são um casal se você tentar continuar o que rolou aqui. E amanhã a gente termina. Concordei finalmente. Voltamos pra cidade, ela dirigiu no caminho de volta, falou de outras coisas, não tocou mais no assunto. Quando cheguei, a Irene me esperava com ansiedade e paixão. Ela disse: "Sim, sim, ele aceitou! Já falei pra minha mãe e, mesmo meu pai não tendo gostado de cara, disse que respeitava e admirava você assumir esse risco". Não sabia do que ela tava falando. Comecei a fazer tudo com ela do jeito que aprendi com a Soledad. Ela adorou o oral e gozou na minha cara também. Virei ela e penetrei de missionário, agora devagar. Comecei a gozar na hora, tudo que tava acumulado em mim depositei dentro da Irene. Ela só falava "ummmmm". Não tava de camisinha e ela disse: "Não se preocupa, tomei a pílula, goza à vontade". Quando terminamos, voltamos pra casa dela. A família já tava esperando, tinha um jantar. Era pra formalizar que eu e a Irene íamos casar no cartório no dia Sexta-feira, não soube o que dizer, só concordei com a cabeça, assumi o risco. Na minha ausência, você estava, Soledad tinha mandado dois buquês de rosas: um pra Irene, com a proposta de morarmos juntos, no meu nome, supostamente, e outro do mesmo jeito pra minha sogra. No escritório, já tinha pedido um aumento no meu nome. No fim, acho que não foi eu que comi a Soledad, foi ela que me comeu...
0 comentários - La madura del despacho regreso a casa...parte final