Salve, sua comunidade tarada do Poringa! Xd, seu anônimo favorito manda um salão direto da buceta da irmã dele xd. Bom, chega de brincadeira kkk, dessa vez trago outro conto erótico, e é que percebi que as confissões anteriores agradaram muito, e por isso me animei a continuar postando histórias safadas kkk.
Esse relato foi enviado por um seguidor meu, que preferiu manter o anonimato, o que é compreensível, já que tem uma história muito forte, mas excitante, que acho que já aconteceu com mais alguém: ele pegou a mãe dele fodendo várias vezes com o parceiro dela. Isso é algo que, infelizmente, muita gente já viveu, até mesmo seu anônimo favorito teve que passar por isso, mas ele tenta dar um toque excitante e por isso nos traz esse relato, talvez para superar o trauma ou porque se excita ao lembrar do ocorrido. Só ele sabe, e cabe a nós conhecer a história dele.
Acho que, de todos os contos que já li na vida, esse poderia ser uma história real, porque, como eu disse, muita gente já passou por isso e com certeza ainda vai acontecer. Mas chega de papo, que comece o relato.
Minha história começou quando eu tinha uns "&" anos de idade. Minha mãe me teve muito cedo, se não me engano aos 18 anos. Ela era uma das garotas populares da escola, então já imaginam que o sexo com os caras populares fazia parte do dia a dia dela. O caso é que uma coisa leva à outra, e num descuido dela, ela não percebeu que a camisinha estava furada, e foi aí que eu nasci.
Nunca tive a sorte de conhecer meu pai, nunca soube se era colega de escola da minha mãe ou se era mais velho, nada disso, porque, como todo bom pai mexicano, ele abandonou minha mãe assim que soube que ela estava grávida. Então, minha mãe teve que se virar para me criar.
Os primeiros anos foram muito difíceis; eu usava roupas usadas, minha mãe passava fome para poder me alimentar direito, parei de estudar pra trabalhar uma jornada de várias horas enquanto minha avó cuidava de mim. No entanto, quando eu acabava de fazer 8 anos, minha mãe tinha 25, conheceu na fábrica um cara que vamos chamar de Tarsício, um homem que acho que quase tinha o dobro da idade dela, já que devia ter uns 38 anos ou até mais.
O cara não era nada bonito, mas tinha um físico de infarto; era muito musculoso, de pele morena, alto e com um penteado que eu achava engraçado. Com o passar das semanas, sim, semanas, minha mãe acabou apaixonada por ele e começaram a sair. Minha avó não gostou nada disso, porque se minha mãe já saía do trabalho tarde, agora chegava em casa ainda mais tarde e não tinha mais tempo nem pra cuidar de mim nem pra me ajudar com as tarefas, e as coisas só iam piorar.
Um sábado de manhã, ela me disse que íamos nos mudar pra casa onde o Tarsício morava. Esse dia foi só de carregar as coisas pra um caminhão. O cara morava muito longe da minha avó, umas 2 horas de carro, então tive que mudar de escola e me adaptar ao novo ambiente. O Tarsício não morava sozinho (um peão não ganha muito, sabem?), morava com os pais e a irmã mais nova, que, se não me engano, tinha 15 anos. Era a única daquela família que eu gostava, mas quase nunca estava em casa.
Se eu contar minhas experiências morando naquela casa, posso dizer que era uma puta merda. Es tal de Tarsício me tratava super mal; era grosso, me colocava apelidos insultantes, não me deixava ver TV nem depois de fazer a tarefa, nem jogar videogame. Minha mãe já sabia de tudo isso, mas vocês sabem, uma mulher apaixonada é impossível de fazer mudar de ideia, ainda mais se você é uma criança.
Mas agora vamos ao que interessa. Como eu disse, o cara me tratava muito mal, nem me deixava brincar com meus brinquedos pela casa, porque segundo ele eu fazia bagunça (como se ele, um merda, soubesse varrer). Então ele me enfiava num quarto grande sem lâmpada, mas felizmente Tinha uma janela em cima por onde entrava luz, e ali eu ficava brincando à vontade.
A parada é a seguinte: quando você mora com muita gente, é difícil arrumar um tempo pra transar sem ser pego. Dava pra ir num motel, mas sem grana não tem como. O caso é que o único dia em que minha mãe podia ter intimidade com aquele imbecil era domingo de manhã, porque os pais do Tarsício iam pra missa e ficavam um tempinho no parque da igreja, a irmã mais nova dele saía com os amigos, e eu ficava sozinho com eles. Mas, como eu disse, me enfiavam num quarto pra brincar. Só que aos domingos sempre mandavam eu não sair de jeito nenhum, senão levava uma palmada.
Eu obedecia, até porque não gostava de ficar perto daquele cuzão. Nunca me interessou o que minha mãe fazia com ele, mas o que me dava uma certa curiosidade era por que minha mãe chorava ou reclamava quando ficavam sozinhos. Ainda lembro daquele som enquanto escrevo: era tipo "Oh... ohh... ohhh..." assim por um tempo até ela se acalmar. Eu achava que ele batia nela, mas nunca tive coragem de ir lá, porque pensava que ele ia me bater também por meter o nariz onde não sou chamado.
No entanto, um domingo em que eu estava por acaso brincando com meus bonecos, ouvi de novo aqueles gemidos da minha mãe, mas dessa vez muito mais altos e mais longos. Dessa vez a curiosidade falou mais alto e eu tive que ir ver o que eles estavam fazendo. Saí do quarto bem quietinho e fui de gatinhos pra não fazer barulho. Por sorte, a porta estava entreaberta, então foi fácil espiar. E lá estavam eles: os dois pelados, de costas pra mim em cima da cama. Minha mãe estava deitada de bruços e o Tarsício em cima dela, enfiando a pica no cu dela. Minha mãe só gemia e dizia "Que gostoso", enquanto o Tarsício dava pulos pra meter fundo e socar forte no rabo dela. Depois de uns minutos vendo aquilo, saí e voltei pro quarto, confuso porque não sabia o que eles estavam fazendo. Vale destacar que minha mãe naquela época ia pra academia e tava em forma, hoje em dia tá com uns quilinhos a mais, mas naquele tempo era uma verdadeira gostosa, tipo, tinha uns peitões, pele morena, uma raba bem suculenta e um rostinho jovem que faria qualquer coisa pra ver ela gemer com seu pau dentro dela.
Acho que me perdi no assunto.(Se fez isso kkk)Dias depois, ainda curioso pra saber que porra era aquela que eles tavam fazendo naquele domingo, criei coragem e perguntei pra minha mãe sobre o que eu vi ela e o Tarsício fazendo. A cara de susto dela não deu pra esconder, e ela inventou a coisa mais idiota que veio na cabeça na hora, me deixando ainda mais na dúvida. Poucos minutos depois, ouvi minha mãe e aquele merda discutindo aos berros na cozinha, mas por sorte não chegou a vias de fato.
Depois da briga, o cara veio gritar comigo e me interrogar sobre por que eu tinha saído do "meu quarto de brincadeiras". Eu só respondi, meio assustado, que fiquei curioso com os barulhos que minha mãe tava fazendo e que não fiquei olhando muito tempo o que eles estavam fazendo. Tarsício se acalmou por um momento e disse que aquilo era coisa de adulto, que eu não ia entender porque era muito novo, e foi embora ainda puto, me deixando com minha mãe, que me deu a desculpa clássica de que ele só tava aplicando uma injeção nela. Acho que às vezes os pais subestimam a inteligência dos filhos; eu já sabia muito bem que aquilo não era injeção nenhuma.
No domingo seguinte, não aconteceu nada. Minha mãe até me levou no parque, e eu me diverti pra caramba com outras crianças. Já tava na hora dela me dar atenção e não só pra aquele animal. Mas no domingo depois desse, peguei eles de novo, dessa vez em outro lugar. Lembro que naquele domingo eu ajudei a mãe do Tarsício a fazer as compras bem cedo, coisa de criança. A gente passou um tempão andando de um lado pro outro, carregando sacolas e indo de um mercado pra outro. A gente tava com pressa porque ainda precisavam ir pra missa, e iam me deixar em casa, então tivemos que fazer tudo quase correndo, o que me deixou exausto. Assim que cheguei em casa, capotei.
Passou um tempão até eu acordar no meu quarto. A casa era pequena e tinha um monte de ligação entre os cômodos. Meu quarto tinha uma janela que dava direto pro quintal dos fundos, onde ficavam a máquina de lavar, a pia e o banheiro. Quando me espiei por aquela janela, vi eles transando de novo. Dessa vez, minha mãe estava de pé, encostada na máquina de lavar, e Tarsício atrás dela, metendo ferozmente no cu dela. Os dois estavam completamente pelados, minha mãe olhava pra baixo, tentando ver o pau do parceiro entrando e saindo, enquanto Tarsício, ao contrário, olhava pra ela, talvez vendo como ela curtia as estocadas dele.
Não demorou muito pra aquele inútil perceber minha presença. Ele virou pra me ver pela janela e, sem falar uma palavra pra minha mãe, tirou o pau na marra do cu dela e foi até onde eu estava, completamente nu e com o pau ainda duro. Também sem trocar uma ideia comigo, só chegou, trancou a janela e fechou as cortinas pra eu não conseguir ver mais nada, e voltou pra onde minha mãe estava, com certeza pra continuar comendo ela.
Eu vi eles transando mais algumas vezes, mas, pra ser sincero, não lembro muito bem dessas outras ocasiões. Do que eu me lembro perfeitamente até hoje foi da vez que peguei eles fodendo do começo ao fim, porque consegui me esconder muito bem. Se minha memória não falha, acho que foi a última vez que transaram antes de se separarem, ou pelo menos a última vez que eu vi eles fazendo isso antes de finalmente se separarem.
Aquele dia foi meio estranho. Lembro que os pais daquele merda e a irmã dele não iam estar em casa, porque iriam pra um evento onde eu também teria que ir, então minha mãe e aquele merda iam ficar sozinhos. Naquela manhã cedo, minha mãe e Tarsício saíram pra fazer umas compras. A mãe de Tarsício, talvez vendo minha cara de desânimo, me perguntou se eu queria ir pro evento, e eu respondi que não. Depois de pensar bem, ela disse que era melhor eu ficar em casa, que era só avisar minha mãe que eu ia ficar e esperar eles aqui. Depois de me explicar tudo, eles pegaram umas coisas e foram embora, me deixando sozinho por um tempo.
Eu entrei no Meu quarto, que esqueci de mencionar que também era da minha mãe e daquele merda porque a casa era pequena pra caralho. Eu tava brincando com meus brinquedos de boa até que ouvi a porta do quintal abrir, sem motivo aparente me deu um medo do caralho sobre o que minha mãe e aquele imbecil iam pensar de eu ter ficado, não quis descobrir, então rapidamente me enfiei debaixo da minha cama e me escondi o melhor que pude com caixas de sapato e sacos de lençol que minha mãe guardava debaixo da cama pra aqueles invernos frios, deixando só dois buraquinhos que me davam vista pra entrada e outro meio limitado pra cama da minha mãe.
Eles entraram rindo, pensando que tavam sozinhos, rapidamente o Tarsício jogou minha mãe na cama e começou a despir ela desesperadamente, revelando o corpo gostoso que ela tinha naquela época. Eu, por minha vez, fiquei parado, sem mexer um músculo pra não fazer barulho. Depois de pelar minha mãe, o Tarsício baixou a calça e a cueca, soltando o pau dele a poucos centímetros do rosto da minha mãe. O ângulo que eles tavam tava longe do meu campo de visão, mas não precisa ser gênio pra saber que minha mãe tava fazendo um boquete no Tarsício, ouvia parte da conversa deles, que mesmo achando que tavam sozinhos, ficavam sussurrando. Eu ouvia os barulhos da minha mãe chupando, como se ela tivesse se engasgando, e vários gemidos e suspiros daquele pinto curto.
Depois de um tempinho assim, eles voltaram pro meu campo de visão daquele buraco. Entre risadas e apalpadas dos dois, minha mãe subiu na cama e ficou de quatro, dando as costas pro parceiro dela e, sem saber, pro filho também, então pude ver em todo esplendor aquela bunda que tinha o Tarsício tão apaixonado. Não vou dar detalhes de como era porque não lembro muito bem, só vou dizer que era aquele tipo de rabo que faz vários caras virarem a cabeça pra trás quando veem uma mulher com aquela bunda andando na rua, assim de gostosa que era a minha mãe. Mãe nos seus melhores anos, mas como eu disse, hoje em dia tá obesa.
Assim que minha mãe se vestiu de putinha, o Tarsício subiu um pé na cama, agarrou minha mãe com força pela cintura com as duas mãos e começou a colar mais ainda na bunda dela, com a intenção de meter no cu dela, o que acabou conseguindo, e naquele exato momento minha mãe soltou um grito. Aquilo me assustou um pouco pra falar a verdade, mas não ousei me mexer. Imagino que antes ela era mais quieta porque sabia que eu tava em casa, mas dessa vez, achando que tavam sozinhos, ela se sentiu à vontade pra extravasar o prazer que sentia sendo penetrada pela piroca.
O ângulo que eles tavam era perfeito, porque eu conseguia ver claramente como o pau do Tarsício entrava e saía do cu da minha mãe, o cu dela se abria e se fechava cada vez que o pau do Tarsício metia. Enquanto faziam aquilo, eu só olhava besta pra tudo que tava rolando, ainda sem entender o que era. Minha mente inocente de criança achava que eles tavam brincando, porque pelo que eu via, tavam se divertindo, já que além dos gemidos, também riam, se beijavam e se acariciavam.
Era uma mistura de incredulidade e, às vezes, medo quando o Tarsício dava tapas na bunda da minha mãe enquanto continuava metendo, medo quando puxava o cabelo dela e medo dos berros que minha mãe soltava enquanto tudo isso acontecia. Os gemidos e gritos dela perfuravam meu cérebro, e conforme o tempo passava, os gritos só aumentavam de volume, parecia que ela tava possuída pelo demônio. Não demorou muito até o pau começar a ofegar e ter contrações, até finalmente cravar com força o pinto no cu da mamãe e gozar dentro do cu já aberto dela.
Só lembro que o Tarsício tirou o pau do cu da minha mãe de uma vez, e logo em seguida, do cu da mulher que me deu a vida começou a jorrar um líquido branco e grosso (porra, obviamente), que escorreu pela buceta dela e deslizou por uma das coxas. Os dois tavam ofegando de Cansaço. Minha mãe falava umas coisas pra ele que já nem lembro direito, mas com certeza eram elogios pro Tarcísio por ter mandado bem, porque ela tava sorrindo enquanto olhava nos olhos dele. Acho que estavam tão distraídos que nem perceberam que eu tava debaixo da cama, mas aposto que se soubessem, pouco se lixavam.
Depois de um tempinho conversando, mais um boquete da minha mãe naquele pinto pequeno e umas carícias a mais, os dois se deitaram na cama e dormiram feito dois amantes. Esperei mais um pouco pra sair do meu esconderijo, fui até a porta com cuidado e abri com todo o sigilo pra sair dali e não ser pego. Não lembro como fiz pra eles não saberem que eu tive o tempo todo em casa e que vi tudo na hora H, só sei que nunca descobriram, felizmente. Segredo que guardo até hoje e que compartilho com vocês de forma anônima, graças ao Anonymous616SEX.
Espero que tenham gostado desse relato. E Tarcísio, se você tá vendo isso, no dia que eu te encontrar, vou quebrar sua cara, seu filho da puta.
E então, amigos e leitores, é só isso por hoje. Espero que tenham gostado do relato e, se sim, por favor, deixem seus 10 pontos e comentem o que acharam. Também, se você tem um relato que queira compartilhar de forma anônima (seja real ou não), pode mandar pro meu e-mail "Natanaelsanti44xd@gmail.com".
Nos vemos até a próxima, seus bando de virjão :p
Esse relato foi enviado por um seguidor meu, que preferiu manter o anonimato, o que é compreensível, já que tem uma história muito forte, mas excitante, que acho que já aconteceu com mais alguém: ele pegou a mãe dele fodendo várias vezes com o parceiro dela. Isso é algo que, infelizmente, muita gente já viveu, até mesmo seu anônimo favorito teve que passar por isso, mas ele tenta dar um toque excitante e por isso nos traz esse relato, talvez para superar o trauma ou porque se excita ao lembrar do ocorrido. Só ele sabe, e cabe a nós conhecer a história dele.
Acho que, de todos os contos que já li na vida, esse poderia ser uma história real, porque, como eu disse, muita gente já passou por isso e com certeza ainda vai acontecer. Mas chega de papo, que comece o relato.
Minha história começou quando eu tinha uns "&" anos de idade. Minha mãe me teve muito cedo, se não me engano aos 18 anos. Ela era uma das garotas populares da escola, então já imaginam que o sexo com os caras populares fazia parte do dia a dia dela. O caso é que uma coisa leva à outra, e num descuido dela, ela não percebeu que a camisinha estava furada, e foi aí que eu nasci.
Nunca tive a sorte de conhecer meu pai, nunca soube se era colega de escola da minha mãe ou se era mais velho, nada disso, porque, como todo bom pai mexicano, ele abandonou minha mãe assim que soube que ela estava grávida. Então, minha mãe teve que se virar para me criar.
Os primeiros anos foram muito difíceis; eu usava roupas usadas, minha mãe passava fome para poder me alimentar direito, parei de estudar pra trabalhar uma jornada de várias horas enquanto minha avó cuidava de mim. No entanto, quando eu acabava de fazer 8 anos, minha mãe tinha 25, conheceu na fábrica um cara que vamos chamar de Tarsício, um homem que acho que quase tinha o dobro da idade dela, já que devia ter uns 38 anos ou até mais.
O cara não era nada bonito, mas tinha um físico de infarto; era muito musculoso, de pele morena, alto e com um penteado que eu achava engraçado. Com o passar das semanas, sim, semanas, minha mãe acabou apaixonada por ele e começaram a sair. Minha avó não gostou nada disso, porque se minha mãe já saía do trabalho tarde, agora chegava em casa ainda mais tarde e não tinha mais tempo nem pra cuidar de mim nem pra me ajudar com as tarefas, e as coisas só iam piorar.
Um sábado de manhã, ela me disse que íamos nos mudar pra casa onde o Tarsício morava. Esse dia foi só de carregar as coisas pra um caminhão. O cara morava muito longe da minha avó, umas 2 horas de carro, então tive que mudar de escola e me adaptar ao novo ambiente. O Tarsício não morava sozinho (um peão não ganha muito, sabem?), morava com os pais e a irmã mais nova, que, se não me engano, tinha 15 anos. Era a única daquela família que eu gostava, mas quase nunca estava em casa.
Se eu contar minhas experiências morando naquela casa, posso dizer que era uma puta merda. Es tal de Tarsício me tratava super mal; era grosso, me colocava apelidos insultantes, não me deixava ver TV nem depois de fazer a tarefa, nem jogar videogame. Minha mãe já sabia de tudo isso, mas vocês sabem, uma mulher apaixonada é impossível de fazer mudar de ideia, ainda mais se você é uma criança.
Mas agora vamos ao que interessa. Como eu disse, o cara me tratava muito mal, nem me deixava brincar com meus brinquedos pela casa, porque segundo ele eu fazia bagunça (como se ele, um merda, soubesse varrer). Então ele me enfiava num quarto grande sem lâmpada, mas felizmente Tinha uma janela em cima por onde entrava luz, e ali eu ficava brincando à vontade.
A parada é a seguinte: quando você mora com muita gente, é difícil arrumar um tempo pra transar sem ser pego. Dava pra ir num motel, mas sem grana não tem como. O caso é que o único dia em que minha mãe podia ter intimidade com aquele imbecil era domingo de manhã, porque os pais do Tarsício iam pra missa e ficavam um tempinho no parque da igreja, a irmã mais nova dele saía com os amigos, e eu ficava sozinho com eles. Mas, como eu disse, me enfiavam num quarto pra brincar. Só que aos domingos sempre mandavam eu não sair de jeito nenhum, senão levava uma palmada.
Eu obedecia, até porque não gostava de ficar perto daquele cuzão. Nunca me interessou o que minha mãe fazia com ele, mas o que me dava uma certa curiosidade era por que minha mãe chorava ou reclamava quando ficavam sozinhos. Ainda lembro daquele som enquanto escrevo: era tipo "Oh... ohh... ohhh..." assim por um tempo até ela se acalmar. Eu achava que ele batia nela, mas nunca tive coragem de ir lá, porque pensava que ele ia me bater também por meter o nariz onde não sou chamado.
No entanto, um domingo em que eu estava por acaso brincando com meus bonecos, ouvi de novo aqueles gemidos da minha mãe, mas dessa vez muito mais altos e mais longos. Dessa vez a curiosidade falou mais alto e eu tive que ir ver o que eles estavam fazendo. Saí do quarto bem quietinho e fui de gatinhos pra não fazer barulho. Por sorte, a porta estava entreaberta, então foi fácil espiar. E lá estavam eles: os dois pelados, de costas pra mim em cima da cama. Minha mãe estava deitada de bruços e o Tarsício em cima dela, enfiando a pica no cu dela. Minha mãe só gemia e dizia "Que gostoso", enquanto o Tarsício dava pulos pra meter fundo e socar forte no rabo dela. Depois de uns minutos vendo aquilo, saí e voltei pro quarto, confuso porque não sabia o que eles estavam fazendo. Vale destacar que minha mãe naquela época ia pra academia e tava em forma, hoje em dia tá com uns quilinhos a mais, mas naquele tempo era uma verdadeira gostosa, tipo, tinha uns peitões, pele morena, uma raba bem suculenta e um rostinho jovem que faria qualquer coisa pra ver ela gemer com seu pau dentro dela.
Acho que me perdi no assunto.(Se fez isso kkk)Dias depois, ainda curioso pra saber que porra era aquela que eles tavam fazendo naquele domingo, criei coragem e perguntei pra minha mãe sobre o que eu vi ela e o Tarsício fazendo. A cara de susto dela não deu pra esconder, e ela inventou a coisa mais idiota que veio na cabeça na hora, me deixando ainda mais na dúvida. Poucos minutos depois, ouvi minha mãe e aquele merda discutindo aos berros na cozinha, mas por sorte não chegou a vias de fato.
Depois da briga, o cara veio gritar comigo e me interrogar sobre por que eu tinha saído do "meu quarto de brincadeiras". Eu só respondi, meio assustado, que fiquei curioso com os barulhos que minha mãe tava fazendo e que não fiquei olhando muito tempo o que eles estavam fazendo. Tarsício se acalmou por um momento e disse que aquilo era coisa de adulto, que eu não ia entender porque era muito novo, e foi embora ainda puto, me deixando com minha mãe, que me deu a desculpa clássica de que ele só tava aplicando uma injeção nela. Acho que às vezes os pais subestimam a inteligência dos filhos; eu já sabia muito bem que aquilo não era injeção nenhuma.
No domingo seguinte, não aconteceu nada. Minha mãe até me levou no parque, e eu me diverti pra caramba com outras crianças. Já tava na hora dela me dar atenção e não só pra aquele animal. Mas no domingo depois desse, peguei eles de novo, dessa vez em outro lugar. Lembro que naquele domingo eu ajudei a mãe do Tarsício a fazer as compras bem cedo, coisa de criança. A gente passou um tempão andando de um lado pro outro, carregando sacolas e indo de um mercado pra outro. A gente tava com pressa porque ainda precisavam ir pra missa, e iam me deixar em casa, então tivemos que fazer tudo quase correndo, o que me deixou exausto. Assim que cheguei em casa, capotei.
Passou um tempão até eu acordar no meu quarto. A casa era pequena e tinha um monte de ligação entre os cômodos. Meu quarto tinha uma janela que dava direto pro quintal dos fundos, onde ficavam a máquina de lavar, a pia e o banheiro. Quando me espiei por aquela janela, vi eles transando de novo. Dessa vez, minha mãe estava de pé, encostada na máquina de lavar, e Tarsício atrás dela, metendo ferozmente no cu dela. Os dois estavam completamente pelados, minha mãe olhava pra baixo, tentando ver o pau do parceiro entrando e saindo, enquanto Tarsício, ao contrário, olhava pra ela, talvez vendo como ela curtia as estocadas dele.
Não demorou muito pra aquele inútil perceber minha presença. Ele virou pra me ver pela janela e, sem falar uma palavra pra minha mãe, tirou o pau na marra do cu dela e foi até onde eu estava, completamente nu e com o pau ainda duro. Também sem trocar uma ideia comigo, só chegou, trancou a janela e fechou as cortinas pra eu não conseguir ver mais nada, e voltou pra onde minha mãe estava, com certeza pra continuar comendo ela.
Eu vi eles transando mais algumas vezes, mas, pra ser sincero, não lembro muito bem dessas outras ocasiões. Do que eu me lembro perfeitamente até hoje foi da vez que peguei eles fodendo do começo ao fim, porque consegui me esconder muito bem. Se minha memória não falha, acho que foi a última vez que transaram antes de se separarem, ou pelo menos a última vez que eu vi eles fazendo isso antes de finalmente se separarem.
Aquele dia foi meio estranho. Lembro que os pais daquele merda e a irmã dele não iam estar em casa, porque iriam pra um evento onde eu também teria que ir, então minha mãe e aquele merda iam ficar sozinhos. Naquela manhã cedo, minha mãe e Tarsício saíram pra fazer umas compras. A mãe de Tarsício, talvez vendo minha cara de desânimo, me perguntou se eu queria ir pro evento, e eu respondi que não. Depois de pensar bem, ela disse que era melhor eu ficar em casa, que era só avisar minha mãe que eu ia ficar e esperar eles aqui. Depois de me explicar tudo, eles pegaram umas coisas e foram embora, me deixando sozinho por um tempo.
Eu entrei no Meu quarto, que esqueci de mencionar que também era da minha mãe e daquele merda porque a casa era pequena pra caralho. Eu tava brincando com meus brinquedos de boa até que ouvi a porta do quintal abrir, sem motivo aparente me deu um medo do caralho sobre o que minha mãe e aquele imbecil iam pensar de eu ter ficado, não quis descobrir, então rapidamente me enfiei debaixo da minha cama e me escondi o melhor que pude com caixas de sapato e sacos de lençol que minha mãe guardava debaixo da cama pra aqueles invernos frios, deixando só dois buraquinhos que me davam vista pra entrada e outro meio limitado pra cama da minha mãe.
Eles entraram rindo, pensando que tavam sozinhos, rapidamente o Tarsício jogou minha mãe na cama e começou a despir ela desesperadamente, revelando o corpo gostoso que ela tinha naquela época. Eu, por minha vez, fiquei parado, sem mexer um músculo pra não fazer barulho. Depois de pelar minha mãe, o Tarsício baixou a calça e a cueca, soltando o pau dele a poucos centímetros do rosto da minha mãe. O ângulo que eles tavam tava longe do meu campo de visão, mas não precisa ser gênio pra saber que minha mãe tava fazendo um boquete no Tarsício, ouvia parte da conversa deles, que mesmo achando que tavam sozinhos, ficavam sussurrando. Eu ouvia os barulhos da minha mãe chupando, como se ela tivesse se engasgando, e vários gemidos e suspiros daquele pinto curto.
Depois de um tempinho assim, eles voltaram pro meu campo de visão daquele buraco. Entre risadas e apalpadas dos dois, minha mãe subiu na cama e ficou de quatro, dando as costas pro parceiro dela e, sem saber, pro filho também, então pude ver em todo esplendor aquela bunda que tinha o Tarsício tão apaixonado. Não vou dar detalhes de como era porque não lembro muito bem, só vou dizer que era aquele tipo de rabo que faz vários caras virarem a cabeça pra trás quando veem uma mulher com aquela bunda andando na rua, assim de gostosa que era a minha mãe. Mãe nos seus melhores anos, mas como eu disse, hoje em dia tá obesa.
Assim que minha mãe se vestiu de putinha, o Tarsício subiu um pé na cama, agarrou minha mãe com força pela cintura com as duas mãos e começou a colar mais ainda na bunda dela, com a intenção de meter no cu dela, o que acabou conseguindo, e naquele exato momento minha mãe soltou um grito. Aquilo me assustou um pouco pra falar a verdade, mas não ousei me mexer. Imagino que antes ela era mais quieta porque sabia que eu tava em casa, mas dessa vez, achando que tavam sozinhos, ela se sentiu à vontade pra extravasar o prazer que sentia sendo penetrada pela piroca.
O ângulo que eles tavam era perfeito, porque eu conseguia ver claramente como o pau do Tarsício entrava e saía do cu da minha mãe, o cu dela se abria e se fechava cada vez que o pau do Tarsício metia. Enquanto faziam aquilo, eu só olhava besta pra tudo que tava rolando, ainda sem entender o que era. Minha mente inocente de criança achava que eles tavam brincando, porque pelo que eu via, tavam se divertindo, já que além dos gemidos, também riam, se beijavam e se acariciavam.
Era uma mistura de incredulidade e, às vezes, medo quando o Tarsício dava tapas na bunda da minha mãe enquanto continuava metendo, medo quando puxava o cabelo dela e medo dos berros que minha mãe soltava enquanto tudo isso acontecia. Os gemidos e gritos dela perfuravam meu cérebro, e conforme o tempo passava, os gritos só aumentavam de volume, parecia que ela tava possuída pelo demônio. Não demorou muito até o pau começar a ofegar e ter contrações, até finalmente cravar com força o pinto no cu da mamãe e gozar dentro do cu já aberto dela.
Só lembro que o Tarsício tirou o pau do cu da minha mãe de uma vez, e logo em seguida, do cu da mulher que me deu a vida começou a jorrar um líquido branco e grosso (porra, obviamente), que escorreu pela buceta dela e deslizou por uma das coxas. Os dois tavam ofegando de Cansaço. Minha mãe falava umas coisas pra ele que já nem lembro direito, mas com certeza eram elogios pro Tarcísio por ter mandado bem, porque ela tava sorrindo enquanto olhava nos olhos dele. Acho que estavam tão distraídos que nem perceberam que eu tava debaixo da cama, mas aposto que se soubessem, pouco se lixavam.
Depois de um tempinho conversando, mais um boquete da minha mãe naquele pinto pequeno e umas carícias a mais, os dois se deitaram na cama e dormiram feito dois amantes. Esperei mais um pouco pra sair do meu esconderijo, fui até a porta com cuidado e abri com todo o sigilo pra sair dali e não ser pego. Não lembro como fiz pra eles não saberem que eu tive o tempo todo em casa e que vi tudo na hora H, só sei que nunca descobriram, felizmente. Segredo que guardo até hoje e que compartilho com vocês de forma anônima, graças ao Anonymous616SEX.
Espero que tenham gostado desse relato. E Tarcísio, se você tá vendo isso, no dia que eu te encontrar, vou quebrar sua cara, seu filho da puta.
E então, amigos e leitores, é só isso por hoje. Espero que tenham gostado do relato e, se sim, por favor, deixem seus 10 pontos e comentem o que acharam. Também, se você tem um relato que queira compartilhar de forma anônima (seja real ou não), pode mandar pro meu e-mail "Natanaelsanti44xd@gmail.com".
Nos vemos até a próxima, seus bando de virjão :p
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