


Eliana, ao sair do apartamento, já estava se arrependendo, mas por dentro gostava um pouco, já que o marido nunca tocava nela. "Como é que vou gostar daquele cara, que merda tô falando?" Antes de entrar em casa, passou num banheiro público, se ajeitou, passou maquiagem de novo, colocou perfume, lavou a boca — ainda tinha o gosto do chefe. Andou um pouco pra passar o tempo (era o horário que ela sempre entrava, pra ninguém desconfiar). "Tô fazendo isso pela minha família", pensava. Finalmente entrou, e lá estava o corno com o filho dele brincando. Ele disse: "Eli, voltou? Como foi no trabalho?" Ela, sem encarar muito, nervosa, morrendo de vergonha do que tinha feito: "Tudo bem, love, como sempre. Preciso ir ao banheiro, já volto." Quando se trancou, começou a chorar, não acreditava no que tava fazendo. Naquele momento, chegou uma mensagem do chefe: "Adorei o que fizemos, putinha. Quero repetir." Eli respondeu rápido: "Você não pensa no meu marido e nos meus filhos?" Lauty disse: "Claro que penso na sua família. Você vai poder pagar todas as suas dívidas. Quero que você venha amanhã no mesmo horário e se vista mais putinha. Te espero." Eli, surpresa com a situação, não sabia o que fazer. "Tenho que fazer isso pelo meu marido e pelos meus filhos." Saiu do banheiro ainda angustiada pelo que aconteceu, foi se trocar (lembrou do que o chefe tinha dito pra ela se vestir de putinha. Ficou procurando o que vestir e encontrou uma minissaia azul marinho, extremamente curta e justa, que mal cobria a metade das coxas, marcando perfeitamente a bunda e o quadril. Pra parte de cima, escolheu uma blusa branca sem mangas, leve, com os primeiros botões desabotoados, mostrando o decote. Por último, escolheu uns saltos pretos que a deixavam mais alta e empinavam ainda mais a bunda). O marido perguntou: "Love, o que você quer pra jantar?" Ela respondeu: "Não tô com fome, vou dormir." (Ele percebeu que algo estava errado com ela, mas pensou: "Deve ser por causa do 'trabalho'.") Já os dois na cama, Eli não conseguia dormir, lembrando do que aconteceu com o... Chefe, e o que ia acontecer amanhã de volta, que coisas ia fazer com ela? Tava suando, mas um negocinho dentro dela gostava do que tava rolando (naquela mesma noite, pediu pro marido transar, mas ele disse que tava muito cansado, e isso deixou ela ainda mais excitada; acabou se masturbando lembrando do que fez com o Lautaro). No dia seguinte, Eli: "Vou trabalhar, filhos, se cuidem." Saiu rumo ao apartamento (antes de chegar lá, passou num banheiro público e vestiu a roupa que o chefe mandou). Chegou no lugar, e lá estava o Lauty: "Veio, big booty? Tava te esperando. Por que vestiu essa roupa tão provocante?" Eli respondeu: "Não se faz, você que mandou eu vestir essa roupa provocadora." Lauty: "É culpa sua, loira, por ter esse corpo tão provocante. Deixa minha p*roca bem dura. Sente aqui." Chegou perto dela, pegou a mão dela e colocou na p*roca dele (quando Eli tocou por cima da calça, sentiu um formigamento na barriga, uma eletricidade; de novo, tocando aquela p*roca). Lauty: "Gostou, vagabunda? Com certeza o corno não tem uma assim, nem te come como deve." Eli dizia: "Isso não é verdade, amo muito meu marido" (mas por dentro sabia que era verdade; no dia anterior não tinham transado, e antes de chegar no apartamento, ouviu muitas coisas na rua, encostaram nela no ônibus, isso deixou ela mais excitada). Lauty: "Acho que já é hora de você ver. Tira minha calça." Eli: "Espera, você não quer que eu..." Antes que pudesse dizer algo, ele interrompeu: "Vai, vagabunda, ajoelha e faz isso pra pagar suas dívidas." Ela obedeceu, se ajoelhou, foi tirando o botão, abaixou o zíper, e a p*roca saltou como uma mola, batendo no rosto dela (ela lembrou daquela p*roca de 23 cm, comparada com o que o corno tinha, mal chegava a 8 cm dura). Aquele cheiro de macho, as veias marcadas (a boca dela começou a salivar sem perceber, ela lambeu os lábios). Lau: "Olha como tá dura por sua causa, vagabunda, por essas tetas e essa bunda enorme. Dá uns beijinhos, sei que sentiu falta." Eli teve que fazer, pela "família" dela (pegou a p*roca dele, mal cabia na mão, e começou a...). Dá uns beijinhos primeiro no tronco, depois na cabeça. Lauty: "Isso, Eli, beija bem". (Ela queria fazer ele gozar rápido pra ir embora, mas quando ouviu que ele tava gostando, começou a dar beijos maiores.) "Agora passa a língua da base até a ponta." "Chupa as bolas também, assim, rabuda gostosa, eu adoro." "É hora do almoço e sua comida vai ser pica." (Quando ela ainda tava lambendo a ponta, ele agarrou a cabeça dela e empurrou o pau. Ela não teve tempo de reagir, foi pega de surpresa.) Começou a engolir, mas só até a metade, tossia muito. Com as mãos, se soltou daquela engasgada que ele tava dando. Tinha tanta saliva que escorria pelo canto dos lábios dela. Lau: "Já se engasgou, puta? E isso que é só a metade. Deixa eu te ajudar a ver." Quando a Eli tava dizendo "Não, espera, é muito grande, espe...", ele fez ela engolir de novo. "Por favor, deixa eu respirar um p..." Ele agarrou as duas mãos dela pra ela não escapar e meteu até o fundo. "Uff, assim, Eli, chupa bem até o fundo." Eliana já não aguentava mais, a qualquer momento ia vomitar. Lágrimas caíam, a maquiagem toda borrada. "Se continuar chupando assim, vou gozar a qualquer hora. Ainda quero te foder." Ele tirou o pau. Ela mesma não acreditava no que tinha feito. Quando se levantou, quase caiu de tanta saliva e baba que tinha no chão. "Tira a roupa, vamos pra cama. Fica de quatro, rabuda." Ela, sem reclamar, tirou toda a roupa, já toda bagunçada. (Subiu na cama como ele tinha mandado. Tava com muito medo, nunca tinha feito com outro que não fosse o marido.) "Lauty, por favor, vai devagar. Ninguém mais fez isso além do meu marido." Lau: "Isso é porque o corno não tem uma pica como a minha. Fica tranquila, loira, você vai adorar e vai querer mais, hahaha." (Ele colocou a cabeça na entrada da buceta dela.) Ela dizia: "Por favor, Lau, você é muito grande, vai devagarinho..." (Ele meteu de uma vez, sem ela poder reagir ou reclamar. Começou a meter forte, grunhindo igual um bicho.) "Tá gostando, pedaço de puta? Olha como chega até o fundo. Nem o cuck te come assim" (começou a dar tapas na bunda dela, deixando toda a bunda vermelha) "Mm... isso não.., ahh... mm... ahh é verdade.. ahh", o chefe dizia "Que que houve com a menina boazinha? Se fazia de santa, olha você agora se mexendo sozinha no meu pau hahaha, o que o cuck diria se te visse assim" (ele tinha razão, ela estava se mexendo sozinha e no final acabou se rendendo, a mente dela estava ficando em branco). Lauty: "De quem você é, puta? Quem é seu macho?" (Ela já não reclamava de nada, língua pra fora, gemendo como uma verdadeira rabuda). Eli, completamente entregue: "Sou sua, Lauty... ahh... mm... sou sua puta... mm... mais forte... mm". O chefe dela dizia: "Toma, seu pedaço de puta, bem puta, você acabou sendo". Eli: "Sim... ahh... sou sua puta, papai, continua... ahh... sim sim... mm... não para, por favor..." (Já tinham passado três horas desde que se encontraram, ela deveria ter voltado pra casa há uma hora. O chefe dela estava prestes a gozar a qualquer momento e avisou): "Tô quase gozando, puta, recebe todo meu gozo". Sol: "Não... dentro não... mm... posso engravidar... ahh" (A boca dela dizia que não, mas o corpo dizia outra coisa. Era a pouca força que ainda lhe restava, e ela sabia que se deixasse ele gozar dentro, ia acabar se tornando a puta dele, não ia mais conseguir ser a mãe e esposa boazinha). "Espera... mm... por favor... tenho minha família... ahh... não posso... mm... fazer isso com eles... mmm". Lau: "Tarde demais, puta, devia ter pensado nisso antes" (Ele deu mais tapas na bunda dela, fazendo ela gemer mais alto e começar a se mexer muito mais rápido). Chefe: "Vou gozar, puta, vou te fazer um filho, vou te encher com todo meu gozo, toma, sua puta de merda...". Eli: "Sim... me faz um filho... mm... me enche... mm... ahh, sou sua puta, só sua..." (Ele gozou dentro da Eli. Nem ela podia acreditar na quantidade de gozo dentro dela. Nem com o marido dela tinha sido assim, ele nunca a enchia e sempre soltava uma quantidade pequena. Pela primeira vez, ela se sentiu cheia, se sentiu uma mulher de novo, algo que o marido não fazia na cama).
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