Arrumando nossa casa

Assim continua essa história.
Espero que vocês curtam.




OBRIGADO POR ME LER


E PELOS PONTOS






Essa primeira semana a gente começou com os reparos, então na própria segunda-feira depois do trabalho procurei um bom encanador e encontrei o Diego. Era exatamente o que eu esperava: um cara grande, barrigudo, moreno e, acima de tudo, nada atraente pra minha namorada. Já desconfiava de quem levar pra trabalhar em casa, não tinha dúvida de que a Anita pegaria qualquer homem que fosse trabalhar lá, mas tinha certeza de que esse aí ela não ia tocar. À noite, quando cheguei em casa, comentei depois do jantar.


Amor, amanhã vem o Dom Diego, é o encanador. Percebi que tem que desentupir todos os canos.


Ana, se ela bebe, estão todos cobertos, céu. Ela cobra muito caro?


A verdade é que não sei, mas mesmo assim meu pai já me deu a grana, tenho certeza que com isso dá e sobra.


Ana, se não posso pedir um desconto, você já sabe.


Acho que não vai rolar, até porque é um senhor de idade.


Ana, meu bem, o que você pensou? Eu tava falando em pedir um desconto, porque aqui tem muito trampo pra um bombeiro e se ele cobrar muito caro, a gente pode procurar outro. O que você achou que eu ia fazer?


Ana, paquera não, maaas, talvez seja que nem teu pai.


Beleza, amor, você resolve isso, sabe como fazer.


Ana, sim meu céu, eu cuido disso.


No outro dia, assim que acordei, já sabia que ia encontrar a Anita toda arrombada. Ela tinha se levantado com um vestidinho bem curto, já imaginava o velho comendo ela pela casa o dia inteiro. Fui trabalhar todo tarado e fiquei assim o dia todo até chegar em casa. Encontrei ela deitada, mas levantou na hora.


Tudo bem, amor? O Dom Diego tava trabalhando?


Ana é gostosa pra caralho, mas tem que voltar amanhã.


Qual foi? Tá tão difícil assim desentupir os ralos?


Ana, amor, não é isso não, ele vai no tempo dele. Você não sabe como ele desentope todos os canos direitinho, mete a vara dele quantas vezes for preciso e não para até deixar o cano bem limpinho. Do jeito que você vê, nem imagina a força que o velho tem. Ele desentope de verdade, amor.


Em você também vou desentupir o cano.


Ana, não tem amor, você gostaria que eu desentupisse o cano, bebê? Você sabe que meu cano é muito delicado kkkkk


Cuidado com esse velho, hein.


Ana, sim, amor, você me conhece, como você mesma diz, só dou uma flertada e percebi que isso excita o velho, e vou pedir um bom desconto pra ele.


Não pede não, meu velho paga, já te passei a grana, agora vamos pra cama que quero desentupir teu cano, gostosa.


Ana, mas primeiro você vai ter que limpar ela, amor.


Aí, na cama, a primeira coisa que fiz foi chupar a buceta da minha namorada, de novo aquele gosto salgado, ela estava encharcada, sentia que aquela buceta linda o velho tinha usado, fiquei tão excitado que não deixei nenhum vestígio do novo macho dela, depois comi ela aos gritos, dizendo como a amava e o quanto ela me fazia feliz, gozei rápido e ela mandou eu limpar, deixei a buceta impecável e dormimos abraçados. No dia seguinte, a Anita dormia como um bebê, deixei ela assim e fui trabalhar imaginando como o velho e sujo encanador Diego terminaria de desentupir o cano dela, tinha certeza de que faria, só ficava com vontade de ver como ele fazia. Trabalhei o dia inteiro pensando nisso, imaginando o velho metendo a vara dele até o fundo, tentando desentupir a buceta da minha namorada. Naquele dia, tive que trabalhar muito mais e cheguei mais tarde em casa, a comida estava me esperando, só precisava esquentar. A Anita estava na cama descansando, não quis incomodar, esquentei a janta, comi e me deitei ao lado dela. No outro dia, acordei e, como ela continuava dormindo, fui trabalhar. O que tinha acontecido e o que aconteceria naquele dia só ela sabia, eu só tinha dúvidas, dúvidas que eram como espinhos cravados na minha cabeça, eram as de confirmar se Diego estava comendo minha namorada, e pelo que tinha visto até agora, estava convencido de que era assim. Não conseguia tirar da mente a imagem do gordo em cima da minha namoradinha, partindo ela ao meio com um pauzão, coisa que eu não tinha, talvez por isso essas coisas acontecessem comigo. Eu me sentia culpado por ter uma pica minúscula? Não, não era isso, tinha certeza de que a satisfazia. A verdade é que não sabia se a Anita realmente me traía, mas pensar nisso me excitava pra caralho e acho que, no fundo, eu desejava de alma que ela fizesse isso. Ser chamado de corno já não me importava mais, até meu tio era, e talvez o grande macho do meu velho também tivesse sido. O que acontece é que eu pensava muito nisso tudo. Naquela noite, cheguei em casa. Muito gostosa, a Anita tinha acabado de tomar banho, só tava vestindo uma regata minha.
Oi, amor, como você tá hoje?


Ana, tô muito cansada, meu bem. Mas ontem à noite eu acabei dormindo e você não me ligou. O que rolou?


Você estava tão dormindo que não quis te acordar. O Diego já terminou de desentupir os canos?


Ana, sim, love. Hoje terminei de vez, mas amanhã ela volta pra arrumar as torneiras da casa toda e dar uma olhada no aquecedor.


Se for assim, o velho não vai acabar nunca mais.


Ana, sem amor, vão ser mais dois dias, ela me falou. Vai trazer o filho dela como ajudante e eu convenci ele a não cobrar por isso.


O filho? Humm, meu bem, toma cuidado, eu não conheço o filho, amor.


Ana, meu bem, ele é um cara legal. Hoje esteve aqui dando uma força pro velho.


Então o filho também desentupiu teu cano?
Ana, amor, não fala assim, fica feio.


Mas eu tiro a tampa ou não, minha vida?


A Ana me olhou com malícia e, sorrindo, me disse que o filho do bombeiro tinha desentupido o cano dela com muita força, porque custou pra caralho.


Então sua tubulação ficou bem limpinha


Ana, sim, minha vida, ficou impecável, mas amanhã, se você quiser, eu falo pra ela dar uma olhada direitinho, talvez precise de uma manutenção.


A manutenção quem pode te dar sou eu, amor?


Ana, você não sabe amar, não. Eles fazem muito melhor, são os profissionais, bebê.


Sentia que meus chifres chegavam até o teto, meu pau explodia dentro da calça. Naquela noite na cama, mal consegui tocar na Ana, porque ela disse que estava muito cansada. Então, quando ela dormiu, bati uma punheta deitado ao lado dela. No sábado, com certeza terminariam o trabalho em casa e meus chifrinhos cresceriam mais um pouquinho.


A VERSÃO DA ANA


Bom, o corno do meu namorado já contou algumas coisinhas pra vocês, mas faltou alguns detalhes, tipo o que realmente rolou com o Diego, o encanador que o corno contratou pra desentupir os ralos da casa. Sendo que um serviço de um dia, o velho levou três, e foi tudo culpa minha. Naquela terça, quando o Oscarcito falou que o encanador ia vir desentupir os canos, eu não ia perder a chance de fazer ele desentupir bem os meus também. Então, na mesma manhã, me vesti pra ocasião: um vestidinho bem curto, do jeito que eu gosto, e claro, sem nada de roupa por baixo. Fiquei esperando o velho assim, pronta pra ele me desentupir toda por completo. Fazer a menina inocente é o que eu faço de melhor, e assim que o Diego me viu, eu soube que ele percebeu a presa fácil que eu sou. Tenho certeza de que o Diego nunca imaginou que ia comer uma mina como eu. O gordo, com aquele macacão velho, não ia despertar desejo em mulher nenhuma, a menos que ela fosse uma puta no cio como eu. Depois de um café, ele começou pelo banheiro, o ralo do chuveiro estava bem entupido. Eu sempre do lado dele, oferecendo ajuda toda hora. Ele limpou o ralo do banheiro todo e, pra verificar se não tava mais entupido, falei que ia tomar um banho. Claro que não esperei ele ir embora. Tirei o vestido e entrei debaixo d'água, olhando pra parede.


Ah sim, finalmente! Que bom que a água tá correndo agora, você é um gênio.
O velho não tinha ido embora, estava atrás de mim me olhando com o pau pra fora do macacão dele.


Diego  Sai da água, sua puta, vem aqui que vou te secar


Ei, o que cê tá fazendo aí, o que pretende fazer comigo com isso?


Diego, vou desentupir o teu cano também.


O que o velho tinha era uma pica tremenda, três vezes maior que a do meu corno manso, mas eu tinha que continuar controlando a situação.


Não, não, você já devia ter ido embora, não devia estar aqui. Vai embora, por favor.


Falei isso me cobrindo com uma toalhinha, mas não adiantou muito. Diego se jogou em cima de mim e me abraçou.


Diego, desde que cheguei você tá me procurando, tenho certeza que o corno nem te encosta e você morre de vontade de ser usada como merece.


Me segurava de um jeito que eu não conseguia escapar, o gordo tinha força, a força que um macho de verdade tem.


Não, não, cê tá enganado, eu não sou dessas não, me solta pelo amor de Deus


Diego tinha se encarnado nas minhas tetas, minha tesão tava no talo, mas eu queria mostrar que não queria e, nessa luta, acabei sentada no chão com o pauzão dele na cara.


Diego, dá pra puta, abre a boca, fica bonitinha, eu sei que tu gosta.


Não, não, me deixa, por favor


Já tava dentro de mim, o Diego meteu e eu só aí fiz o resto, chupei a pica dele como se não tivesse morrendo de vontade de fazer aquilo, queria parecer que o gordo tava me obrigando a chupar a rola dele e acho que consegui, aquela pica suja enchia minha boca até que fui arrastada pro vaso, onde ele me deitou em cima


Não, não, não, o que você vai fazer? Ahhh ahhhh nãooo ahhhh


Sem dizer nada, Diego enfiou o pau na minha buceta e começou a me dar uma fodida incrível, enquanto eu tentava aproveitar sem que ele percebesse, até que senti que estava prestes a gozar.


Dentro não, dentro não, não tô me cuidandooo nãooo nãooo ahhhhh ahhhh


Não adiantou nada, aquele nojento me encheu a buceta de porra e depois, rindo, me disse


Diego, fica na boa, gata. A próxima é no cu.


Me solta, fera. Continua trabalhando. Isso nunca aconteceu. Quer que eu conte pro meu marido? Vai pra cozinha e é melhor ficar bem longe de mim.


Diego me olhou sorrindo, mas não disse nada. Foi pro quintal e começou a destampar o negócio. Eu tomei outro banho, vesti o vestido e saí do banheiro. Ainda tava no meu papel de vítima, mas aquela pica tinha feito estrago na minha buceta. Não conseguia parar de pensar no que ele ia fazer com meu cuzinho. Preparei uns sanduíches e chamei ele pra comer.


Olha, Diego, você passou dos limites no banheiro. Termina o pátio e, se se comportar direitinho, não conto nada pro meu namorado, assim você pode terminar seu serviço.


Diego, vamos deixar uma coisa clara: você morria por uma boa pica e, se você se comportar bem, vou limpar todos os seus canos sem cobrar um centavo. Para de bancar a coitadinha e vamos pra cama.


Me deixa em paz, quer? Termina de comer e volta pro pátio.


Diego, você tá perdendo essa, gostosa.


Tirei o pau dele pra fora do macacão, já falei, era enorme, não consegui parar de olhar, ele foi se aproximando até chegar em mim.


Diego, sério, você não gosta? Tá babando, gata, vai, abre a boca, eu sei que você quer.


Mas não fala nada, tu é um filho da puta.


E engoli tudo, me entreguei, chupei ele/a, mas dessa vez sem ele/a me obrigar, comi inteirinha, lambia, aproveitei cada segundo.


Diego, assim vadia, assim, assim, do jeito que você gosta, puta. O corno com certeza tem um pau pequeno, chupa ela todinha, ahhh, ahhh, vamos pra cama agoraaaa.


Não precisou, na hora mesmo tirei o vestido e ele começou a me comer igual no banheiro. Eu já nem disfarcei, comecei a gemer e ele também.


Diego, vou te encher de novo, sua putinha.


Siii, me enche todinha


Diego, vou te engravidarrrr, sua putaaa... ahhhhh, ahhhh, toma aí, agora limpa bem essa pica.


E limpei ela. Era impossível pra mim não ser a putinha dele. Desde aquele momento, o velho nojento virou meu dono. Ele vestiu o macacão e foi pro quintal continuar trabalhando. Enquanto isso, eu não conseguia acreditar que aquele velho tinha me arrancado dois orgasmos. Tomei um banho, troquei meu vestido por uma legging e deitei um pouco. O velho seguiu com o serviço dele e foi embora, prometendo que no dia seguinte voltaria, mas não sabia se terminaria o trabalho. Quando o Oscar chegou, mal consegui atendê-lo. Contei sobre o velho, sobre o nojento que ele era, mas pelo menos trabalhava muito bem desentupindo os canos. E meu cuckold ficava me dando indiretas. Tô cada vez mais certa de que meu cornetinha fica muito excitado quando outro me come. No dia seguinte, o velho mal entrou e já começou a me dominar. Passou a manhã inteira fazendo de mim o que queria. Me obrigou a chupar a rola dele e não parou até me foder na mesma cama onde durmo com meu cuckold, pra eu nunca esquecer como ele fazia. Depois do almoço, o velho finalmente foi trabalhar. Limpou todo o ralo da cozinha e, antes de ir embora, me levou pra cama de novo. Tava obcecado em me deixar prenha. Não tive escolha a não ser dar meu cuzinho apertado pra ele. Ele arrombou tudo. O filho da puta ainda riu de como tinha deixado meu cu aberto. Me comeu duas vezes e foi embora. Fiquei acabada na cama. Decidi ficar lá. O Oscarzinho já tinha deixado o jantar pronto. Nem sei a que horas ele chegou. No dia seguinte, acordei e o cuckold já tinha ido embora. Tomei um banho. O cheiro de sexo era impressionante. Troquei os lençóis e, quando ia pendurá-los, o velho apareceu. Pra minha surpresa, veio com o filho dele. Isso me irritou pra caralho e tratei ele muito mal. O velho mandou o filho limpar e aí eu encarei ele.


O que você pensa que eu sou? Acabou. Hoje é melhor nem tentar me tocar, ficou claro?


Diego tá de boa, tava pensando em consertar os canos, trocar as torneiras, o Juan é fera nisso e se você se comportasse bem, ia sair bem barato pra você, mas se você não quer, tudo bem.


Ainda tenho que te pagar pelo seu trabalho. Quanto vai ficar?


Diego, o meu já tá resolvido, mas o resto é teu presente. Fica com a grana do corno, que não vai ser pouca.


Sério que cê tá me falando isso?


Diego, claro que tô falando sério, puta tem que pagar de vez em quando.


Bom, se é assim, deixa eu pensar. Agora terminem o serviço.


Era muita grana e, mesmo com o cu arrombado, não queria ficar sem nada. O velho com certeza não ia aguentar muito; já fazia dois dias que ele vinha me comendo. Dessa vez, achei que ele não ia render muito. O problema era o filho dele, mas que diferença fazia? Então, depois do almoço, começou o apalpamento. O velho sabia bem como fazer, e assim fui levada pro quarto. O Juan se gabava do pau dele — aquele pau era tão bom quanto o do pai. Não tive escolha a não ser chupar os dois e deixar que me comessem do jeito que eles tanto queriam. O velho não rendeu tanto quanto nos outros dias, mas o Juan foi foda. Ele me arrebentou, não se cansava de me comer, e quando percebeu que me fazia gozar com mais força, me cavalgava até me ver exausta. Aí me virou na cama, e na hora eu soube que aquilo seria meu calvário. Ele se jogou em cima de mim e meteu o pau no meu cu. Sofri cada picaçada, implorava pra ele ir mais devagar, mas recebia cada vez mais forte. Ele me fazia sentir a força do pau dele, como o grande macho que era. Não parou até deixar meu cu cheio. Nunca soube de onde aquele filho da puta tirava tanta porra. Me deixou largada ali, e eu ouvi ele tomar um banho. Sem me dizer nada, os dois foram embora, me deixando exausta, mas muito satisfeita com o quanto eu estava cheia. Depois de um tempo, consegui tomar um bom banho. Só por precaução, troquei os lençóis e fiquei esperando meu corno manso pra convencê-lo de que eles viriam terminar todo o serviço de encanamento na nossa casa. Naquela noite, tratei de deixar o corno bem excitado, mas não fizemos nada na cama. Entre sonhos, percebi que ele tava batendo uma punheta do meu lado. Ainda faltavam uns dias, mas eu me perguntava se ia aguentar. Meu corpo precisava de um descanso. Foi aí que me veio a ideia de pedir ajuda pra minha velha.

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