para quem leu
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assim que essa história continua
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO POR ME LER
POR ME SEGUIR
E PELOS PONTOS
Depois daquele fim de semana longo de pescaria, onde minhas dúvidas sobre a Ana e a fidelidade dela comigo tinham crescido pra caralho, meu tio deixou ela em casa e, eu, meu velho me levou pra nossa casa. Então, não só não consegui me despedir da Anita, como também não vi em que condições ela tinha chegado. Descarregamos tudo em casa e, sinceramente, minhas dúvidas só aumentavam. Fui pro meu quarto e não consegui evitar de bater uma punheta violenta, uma punheta que ficaria marcada pra sempre na minha cabeça. Não sabia se meu primo e o amigo dele tinham comido a Ana, mas tinha quase certeza de que tanto meu velho quanto meu tio tinham feito isso. Não sabia qual dos dois tinha deixado a coitada da minha namorada naquele estado. Por um lado, eu sentia pena dela ter terminado tão dolorida, mas por outro, tava convencido de que ela tinha pedido por isso e merecia cada segundo. Não tinha dúvida de que minha namorada era a puta da família, e isso me excitava muito mais do que me deixava com raiva. No dia seguinte, à tarde, meu velho me levou pra ver uma casa. Ficava umas sete quadras da nossa. Quando ele me deu as chaves, não conseguia acreditar. Era a minha casa, pra que depois de tanto tempo eu pudesse finalmente morar sozinho com a Anita. Meu grande sonho tava se realizando.
Velho bom, tem que fazer uns ajustes nele, mas acho que não é um grande problema. Agora vamos pra casa, com certeza tu quer mostrar pra puta da tua namorada.
Quero me mudar logo.
Velho, isso aí tu tem que fazer com teu tio, acerta com ele, mas pra mim seria melhor que a puta acertasse.
Para de chamar minha mina assim, não curto que me trate como corno.
Velho, mas se você gosta, beleza, vamos pra casa, depois foda-se o carro e você mostra a casa pra sua putinha.
Falei pra não chamar minha mina assim, véio.
Entrei na casa da Ana e dei a maior surpresa. Adriana, a mãe dela, ficou mais do que feliz. Talvez pelo que tinha rolado, comecei a ver ela com outros olhos. A verdade é que, se minha namorada era uma putinha, a Adriana tinha sido a professora dela. Apesar dos anos, ela ainda era muito gostosa e, com certeza, até meu velho comeria ela. Naquela mesma noite, fomos ver a casa. Ana e Adriana estavam loucas, mal podíamos esperar pra fazer a mudança, mas tivemos que esperar até sexta à noite. Eu começaria levando minhas coisas pra casa do meu tio, e no sábado levaríamos as da Ana. Foi assim que, na sexta à tarde/noite, levei minhas coisas e, do jeito que estava, me instalei com a Ana. Naquela noite, a gente trepou como nunca. De manhã, começamos a arrumar as coisas e, perto do meio-dia, meu tio chegou com o Javier e o Jorge.
Tio bom, Anita, agora temos que trazer suas coisas.
Ana siii, mas olha a bagunça que tem aqui, por que vocês não vão buscar elas? Minha mãe tá em casa e já tá quase tudo pronto, eu fico aqui pra ajudar o Oscar.
Javier sim, melhor assim, a gente vai se adiantando.
Aí eles foram pra casa da Adriana enquanto a gente continuava arrumando tudo, a real é que eles estavam demorando pra caralho, mais do que dava pra imaginar.
Amor, como esses caras demoram.
Ana, céu, melhor que demorem assim nos dão tempo pra terminar de arrumar tudo.
Espero que tragam tudo de uma vez só.
Ana, se ela beber, com certeza minha velha tá cuidando dos três, você já sabe o quanto ela é tagarela.
Não sei por que, mas me veio na cabeça que a Adriana tava usando a boca dela, mas não pra conversar com eles. Tava demorando demais — será que tão comendo minha sogra? Eu tava muito seguro de que era por isso a demora. Tanto que, quando eles finalmente chegaram, a gente já tinha terminado de arrumar minhas coisas. Não tinha mais dúvida do que rolou com a Adriana. Ver eles tão cansados me dizia que tinham transado como nunca. Eu conhecia eles bem. A ponto de que largaram as coisas na caminhonete, a gente tomou umas cervejas e, bem depois, começamos a descer as coisas enquanto a Anita fazia uns sanduíches.
Por que demoraram tanto?
Tio, é que a Adriana é uma gostosa, não deixava a gente vir.
Javier, pra ser sincero, não.
Jorge se parece muito com a Ana.
Melhor dizendo, a Ana se parece muito com ela, não é verdade?
Tio, a verdade é que sim, ela é muito meiga e boazinha.
Ana, bom, parem de falar mal da minha mãe e comam.
Javier, ninguém tá tirando o couro dela, pelo contrário, a gente tá falando que ela é uma deusa igual você.
Todos nós rimos e continuamos fazendo piadas, pedimos algumas coisas e depois elas foram com a Ana buscar uns móveis que faltavam. Aí fiquei sozinho, arrumando o que dava, já que iam trazer uns armários. A questão é que me disseram que seria rápido, mas no final chegaram quase de noite e de novo muito cansados, então colocaram os armários no lugar e foram embora. Algo estranho tinha acontecido: a Anita estava toda acabada, a saia dela muito mal colocada, assim como a camiseta. Claro que não falei nada, imaginei que ela tinha ajudado eles, embora fossem três homens fortes, mas por algum motivo tinham chegado tão cansados. Preparei mais sanduíches pra jantar enquanto a Ana tomava banho. Quando ela saiu do banheiro, me deu um beijo, de novo um beijo muito profundo, com um gosto estranho, estranho demais, mas já estava começando a gostar do sabor que a boca dela tinha. A saliva dela era viscosa, ácida e pegajosa. Só quando a gente tinha ido pescar eu senti aquele gosto na boca dela. Ela afastou a boca, mas eu procurei de novo. Dessa vez fui eu quem comeu a boca dela.
Ana, amor, você gosta tanto assim dos meus beijos?
É que hoje a sua boca tem um gosto diferente, amor
Ana, você gosta desse sabor, minha vida?
Isso me enlouquece.
Ana, você gosta tanto quanto quando chupa minha buceta?
Algo parecido, mas sim, você sabe que chupar sua buceta me enlouquece ainda mais, gostosa.
Ana, bom, mas hoje não, amor. Melhor a gente ir comer, a verdade é que tô muito cansada.
Vamos, meu amor, que amanhã esses loucos vêm de novo.
Ana e com eles a casa vai ficar uma delícia.
Sim, mas tem que fazer umas coisas nela.
Ana, como é que ela bebe?
Pintar ela, chamar um encanador, e quero que façam direitinho o quintal dos fundos.
Ana, pra isso precisa arrumar um pedreiro, não é um gasto tão grande, meu bem?
Tudo quem vai pagar é meu coroa, você só vai cuidar de atendê-los bem.
Ana, se ela beber, você vai ver como eu trato bem eles, mas do jeito que eu trato você, acho que não.
Fomos dormir e lá comecei a pensar na Ana. Por que ela tinha chegado tão cansada? Que gosto estranho era aquele na boca dela? Por que tanta pressa pra tomar um banho? Por que ela tinha chegado tão desarrumada? Será que depois de comprar os móveis ela tinha feito alguma coisa com meu tio, meu primo e o amigo dele? A verdade é que, em vez de ficar com raiva, pensar nisso me deixava pra caralho. E se fosse como eu tava imaginando, será que ia rolar o mesmo com quem viesse trabalhar em casa? Minha pica tava explodindo. Me enrolei de conchinha e dormi sonhando com a minha namoradinha sendo macetada. No domingo, acordamos e, enquanto tomávamos um mate, a Anita tava tão sexy, tão gostosa, que minha fantasia voava longe. Aquela minissaia e o top dela eram um convite pra foder até secar. Eu me sentia orgulhoso dela, mesmo não sendo voluptuosa, sabia muito bem que todo mundo queria ela. Finalmente, meu tio chegou. Dessa vez veio sozinho. Ela cumprimentou ele com um abraço e um beijo que quase virou um chupão. Na hora ele foi trabalhar. Já era quase meio-dia, e então a Anita me disse:
Ana, amor, por que você não vai comprar alguma coisa?
O que você quer que eu compre, vida?
Ana e não sei, alguma coisa pra comer, em casa não tem nada, meu bem, nem vinho nem cerveja, nem suco a gente tem, e o José precisa comer alguma coisa.
Sim, cê tem razão, agora vou pro mercadinho.
Ana não bebe, pede a caminhonete pra ela e vai no supermercado, no mercadinho vão te arrancar o couro com os preços.
Mas cê tem certeza? No supermercado vou demorar um bocado.
Ana, então faz como quiser, vai, vai no armazém e deixa eles te arrombarem toda, que pressa é essa, é teu tio, bebê.
Pedi a caminhonete do meu tio e fui no mercado, sabia que tinha pelo menos umas duas horas ou mais, comprei de tudo um pouco, até umas comidas prontas. Quando cheguei, pensei que tava tudo pronto, era só montar os armários, mas meu tio só tinha feito metade de um.
Epaa, o que foi? Tá dando mais trabalho do que você imaginava?
Tio, sim, é que minha cintura já não é mais a mesma, te ajudo com as coisas?
Então beleza, e a Ana, cadê ela?
Tio, a coitada tá exausta, deitou um pouco, trabalhou muito comigo.
Sim, imagino como deve ter trabalhado. Vem, vamos descer as coisas pra gente comer algo e te ajudo com o guarda-roupa.
Tio, no Oscar, fica tranquilo aí comendo que tão me esperando em casa pra almoçar, já sabe como é sua tia.
Beleza, então vou te ajudar assim depois eu acordo ela e a gente come junto. Você gosta de ficar com a Ana, né?
Tio, claro que eu gosto, a Ana é uma gostosa, igualzinho seu primo falou.
A parada é não ser igual o que meu velho fala, né?
Tio, o quê? Essa história de que a Ana é uma puta? Não dá bola pra ele, ele fala isso porque é um idiota, cê viu, mesmo assim eu comprei essa casa pra eles, então você sabe que ele fala só por ser um tarado.
É, pode ser que você tenha razão, sei lá.
Tio, não dá bola pro seu velho, a Ana vale ouro, nunca duvide disso, ela só sabe falar maravilha de você.
Terminamos com os armários e ela foi embora, aí fui acordar minha namorada. A verdade é que ver ela assim deitada pelada tirou todas as minhas dúvidas, eu morria de vontade de comer ela, então em vez de chamar, só deitei com ela e fiquei louco chupando a buceta dela. Ali descobri o mesmo gosto do beijo dela, o mesmo sabor que a Ana tinha na buceta dela, e os fluidos que eu tava comendo eram os mesmos que eu tinha comido da boca dela. Não tinha mais dúvida, com certeza eu tava comendo a porra que meu tio tinha deixado na buceta dela. Agora ela se contorcia segurando minha cabeça como sempre fazia e pedia pra eu não parar. Claro que não parei, pelo contrário, chupei a buceta dela com mais vontade do que nunca e até me atrevi a chupar o cu dela, de onde saíam os mesmos fluidos com o mesmo gosto. Percebi que não tinha sido só meu tio, mas todo mundo menos eu tinha arrombado aquele cuzinho. Me senti um perdedor completo. Fiquei um tempão assim, chupando o cu e a buceta dela. Quando terminei, subi nela e comecei a meter.
Ana, amorrr, o que foi, céu? Ahhh ahhh ahhh
Foi assim que meu tio te comeu, não foi, putinha? Assim que ele metia em você. Ele tem maior que o meu, não é verdade? Toma, vagabunda, hoje você não escapa de mim.
Ana aaaah aaaah aaaah continua, continua, me castiga, siiiii siiiii aaaah aaaah aaaah quero que você goze bem dentro de mim, me enche, me enche, amorrrr
E enchi mesmo, inundei a buceta dela de porra e quando terminei, caí exausto em cima dela, mas ela logo me empurrou e me abraçou.
Ana, o que é isso do teu tio love? Tu falou isso pra mim de verdade?
No céu, mas fui embora e quando voltei ele tava exausto e você dormia pelada, totalmente acabada.
Ana, então você achou que ele tinha me comido?
Foi o tesão, bebê, me perdoa, por favor
Ana, bom, agora vamos tomar um banho e já tá na hora de comer alguma coisa, com certeza seu velho chega a qualquer momento.
Não dei bola pra ela, comi de novo a buceta que escorria minha própria porra. Percebi na hora que tinha o mesmo gosto, já tinha certeza, mesmo que ela negasse, meu tio tinha comido ela, disso não tinha dúvida nenhuma. E assim como ele fez, com certeza todo mundo já tinha comido ela também. Depois que almoçamos, a gente deitou de novo.
Ana love, só vamos dormir um pouco, tô segura que a qualquer hora seus velhos chegam.
Sim, minha vida, fica à vontade, sabe que ele adora ver aquela bucetinha minúscula.
Ana, amor, não fala isso não.
Porque não posso te contar a verdade, você sabe melhor do que eu que ele é obcecado pela sua bunda, não me incomoda que você mostre ela pra ele.
Ana, tá falando sério? Não é minha culpa que seu velho seja um punheteiro.
Um masturbador que tem uma rola impressionante, adora.
Ana, sua velha sabe bem disso.
Dale, sério, coloca uma roupa bem confortável, meu bem, tô falando sério
Ana, você tá me pedindo pra mostrar a buceta pro seu pai? Tá bom, mas depois não quero reclamação.
Amor, eu adoro ver como meu velho fica quando você mostra a raba pra ele, ele fica desesperado, o punheteiro.
Ana caiu na gargalhada e quando meu velho chegou, ela estava usando uma legging semi transparente bem enfiada na bunda, era impossível não ver. Minha velha não falava nada, pelo contrário, ela usava outras calças, mas mais discretas. Tomamos um café e começamos a mostrar a casa pra eles. Meu velho sempre atrás da Ana, minha velha falando pro meu marido o que faltava fazer na casa, que tinha que consertar o lavanderia e o esgoto, que tinha que pintar a cozinha e, principalmente, reformar o quintal dos fundos. De repente, meu velho e a Anita sumiram, e minha velha ficou conversando comigo no quintal por um bom tempo. Ela me explicou com todos os detalhes como queria modificar minha casa e até onde ela colocaria uma piscina. Eu falei que não tinha grana pra isso.
Velha, deixa comigo, eu sei como fazer. Começa com o encanador e me passa a conta pra aquele bundão do teu pai pagar. Agora, certeza que ele tá se babando todo com a Ana.
Sério mesmo que você tá me dizendo isso?
Velha, fica tranquila que a Ana é muito mais esperta do que você pensa, meu bem, vamos, bora pra dentro.
Entramos e percebi que minha mãe era muito ingênua em relação à Ana. Tomamos uma cerveja e elas foram embora. Notei que meu pai não estava com a calça do mesmo jeito que quando chegou, e que a Ana, quando entramos em casa, estava sentada de lado. Não falei nada, já sabia que meu pai tinha comido ela, mas dessa vez não tinha metido no cu dela, tinha certeza, porque a Ana andava como se nada tivesse acontecido.
VERSÃO DA ANA
A chegada do Oscarcito me dando a grande notícia de que já tínhamos nossa casa pra morar juntos, algo que eu já sabia quando o pai dele me contou depois de arrebentar meu cu gostoso, tive que fazer um teatrinho, mas minha velha ficou eufórica, tão eufórica que achei que ia dar em cima do Oscarcito, mas acho que não rolou, mesmo assim eu teria comemorado, teria sido o melhor pra manter ele preso no meu cabaço, tinha que fazer alguma coisa pra conseguir isso, mas por enquanto não era a hora, eu sei muito bem que minha velha é muito mais puta do que eu, naquela sexta à noite já tava lá, o Oscarcito tava felizão e eu também, a gente trepou um bom tempo, se é que dá pra chamar assim, o cornetinha só me deixa mais tesuda, e no dia seguinte esperei o tio dele e os caras, embora não contasse que eles fossem na minha casa buscar minhas coisas e de quebra satisfazer minha mãe, pelo visto mataram bem o tesão da puta da minha velha, depois ela me contou que os caras e meu tio comeram ela juntos, fazerem isso com minha velha não me surpreendeu, ela ama a putaria, a questão é que demoraram demais e chegaram exaustos, comemos uns sanduíches e enquanto o cornetinha arrumava minhas coisinhas nós fomos atrás de uns armários, foi muito divertido, o caminho inteiro chupando pica, tanto na ida quanto na volta, só de me mostrarem aqueles paus enormes eu já grudava neles feito bezerro na teta da mãe, foi aí que já queria ser comida, falei pra passarmos na casa da minha velha pegar uma coisa e pode crer que eles fizeram.
Velha, vocês tão aqui de novo?
Tio, essa puta nos fez vir porque esqueceu alguma coisa.
Assim que entramos, começaram a nos comer. Minha velha ficou com os caras, e o tio do Oscarcito foi todo meu. Eles não paravam de rir da minha mãe e de mim, puta a mãe, puta a filha, e talvez por causa do baseado que fumamos todo mundo, a gente se cagava de rir. Já quase de noite, voltamos pra casa, deixando minha velha exausta. Nunca vi uma puta ser tão humilhada como ela foi humilhada — até mijaram nela na minha frente. Se o corno do meu pai visse ela assim, com certeza daria uma surra nela, mas como era sábado e quase de noite, ele devia voltar só de manhã, sem um puto e bem bebum. Chegamos em casa, o Oscarcito tava nos esperando. Todo mundo tava muito cansado. Ele ajudou a descer as partes dos armários, e eu fui tomar um banho. Terminei um banho rápido e, quando saí, só o Oscar tava lá. A carinha dele dizia tudo: o bocó tava entregue. Não me segurei e dei um beijão nele. Na minha boca tinha muito cum, e o gosto deixou ele louco. Ficamos uns vinte minutos nos beijando. O boceta moleque adorava o gosto de cum, então tinha que ser premiado. Comemos alguma coisa e fomos pra cama, onde transamos. Bom, se é que dava pra chamar aquilo de transar. O Oscarcito tava tão tarado que em menos de cinco minutos gozou dentro da minha pussy. Assim, toda inundada, pedi pra ele chupar minha pussy, dizendo que pra mim ele era o melhor do mundo chupando pussy. Não me surpreendeu que o bocó acreditou e fez. Tenho que admitir que chupando pussy ele é muito bom. Me deixou tão excitada sentir ele engolindo o próprio cum que, quando ele terminou, chupei a cock dele com muito capricho e não parei até o boceta moleque gozar de novo, enchendo minha boca. Abracei ele, olhei nos olhos dele e dei um beijo com todo o cum dele dentro da minha boca, que passei tudo pra ele. Assim fiz o Oscarcito se empanturrar de cum e, abraçadinhos, dormimos. É incrível como meu namorado é fofo. No dia seguinte, pouco depois de acordarmos, o tio dele chegou e começou a montar o armário. enquanto eu mandei o cornetinha ir no mercado, fica longe e eu sabia que ia demorar bastante, quando ele foi, percebi que os lençóis da cama estavam manchados, falei pro tio que ia trocá-los, eu tava com uma saia curta e um top, não tinha colocado a tanga porque o atrito incomodava na minha pussy e quando me abaixei pra pegar os lençóis, com certeza o tio viu minha bunda nua e não resistiu, ele gozou em cima de mim e eu não fiz nada pra evitar que ele me comesse, só pedi pra ele não fazer, sabia que isso deixava ele mais excitado, e olha se deixou, ele me comeu tão forte que por causa disso eu tive um orgasmo maravilhoso, ele me deixou lá no quarto pra arrumar o outro, nisso o Oscar chegou e enquanto eles conversavam eu troquei os lençóis, me despi e deitei pra dormir, o tio tinha me deixado exausta mas eu queria mais, depois sinto o Oscar acariciando meu corpo e de repente ele abre minhas pernas e começa a chupar minha pussy, não tinha dúvida que pro meu cornetinha já era um vício chupar minha pussy em busca de gozo pra tomar e ele tomou tudo e depois me comeu, tava muito excitado, dava pra perceber, de novo gozou muito rápido e me abraçou, começou a conversar, ele tava muito seguro de que o tio tinha me comido, claro que eu neguei rotundamente, fingi estar brava e pedi pra irmos tomar banho já que o pai dele não demoraria pra chegar, pra minha surpresa o cornetinha desceu pra minha pussy e começou a chupar, parecia que queria tomar mais gozo mas dessa vez tomou o dele mesmo, depois disso tomamos banho e me vesti do jeito que ele queria, Oscarcito queria que o pai dele aproveitasse minha bunda assim ele poderia cuidar dos reparos que faltavam na casa, a questão é que eu obedeci, vesti umas leggings semi transparentes com uma tanga minúscula e uma camisa branca, Carlos chegou com a Mabel, que eu sabia muito bem com que doçura me tratava, tomamos algo, conversamos por um bom tempo, Mabel não me largava, depois ela começou a inspecionar a casa Ela ficava dizendo as coisas que, segundo ela, precisavam ser feitas. O quintal dos fundos estava um desastre, e ela percorreu ele com o Oscar enquanto o velho ficou comigo lá dentro de casa.
Cara, não vou sair daqui sem comer essa buceta. O Oscar te deixa tão gostosa assim?
Não, a bunda hoje não, ainda tá doendo, quase uma semana sem conseguir sentar, tem que ser rápido, vamos pro quarto.
A foda que o velho me deu foi tremenda, em cinco minutos ele me arrancou um orgasmo, o pau dele me deixava louca, tudo foi muito rápido, do jeito que deu me vesti e saímos pra sala de jantar, o velho foi pro banheiro, na mesma hora entraram Mabel e Oscar, pelo jeito que ela me olhou e sorriu percebi que a Mabel tinha levado o Oscar pra nos dar tempo de transar e quando o Oscar foi buscar outro vinho, a Mabel me disse
Mabel, você tá se cuidando, né? Olha que eu quero um filho que seja do Oscar.
Juro que amanhã eu começo a me cuidar, nem tinha pensado nisso.
Mabel, olha, não seja tarde.
O problema é que com o Oscar vai ser muito difícil.
Mabel, eu já sei, pelo menos tenta, e se não for ele, que pelo menos se pareça com ele.
Isso com certeza, Mabel.
Quando o Oscar chegou, a gente tomou um pouco de vinho e depois de um tempo eles foram embora. Agora só restava ver por onde a gente começava os reparos.
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assim que essa história continua
Espero que vocês curtam.
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E PELOS PONTOS
Depois daquele fim de semana longo de pescaria, onde minhas dúvidas sobre a Ana e a fidelidade dela comigo tinham crescido pra caralho, meu tio deixou ela em casa e, eu, meu velho me levou pra nossa casa. Então, não só não consegui me despedir da Anita, como também não vi em que condições ela tinha chegado. Descarregamos tudo em casa e, sinceramente, minhas dúvidas só aumentavam. Fui pro meu quarto e não consegui evitar de bater uma punheta violenta, uma punheta que ficaria marcada pra sempre na minha cabeça. Não sabia se meu primo e o amigo dele tinham comido a Ana, mas tinha quase certeza de que tanto meu velho quanto meu tio tinham feito isso. Não sabia qual dos dois tinha deixado a coitada da minha namorada naquele estado. Por um lado, eu sentia pena dela ter terminado tão dolorida, mas por outro, tava convencido de que ela tinha pedido por isso e merecia cada segundo. Não tinha dúvida de que minha namorada era a puta da família, e isso me excitava muito mais do que me deixava com raiva. No dia seguinte, à tarde, meu velho me levou pra ver uma casa. Ficava umas sete quadras da nossa. Quando ele me deu as chaves, não conseguia acreditar. Era a minha casa, pra que depois de tanto tempo eu pudesse finalmente morar sozinho com a Anita. Meu grande sonho tava se realizando.
Velho bom, tem que fazer uns ajustes nele, mas acho que não é um grande problema. Agora vamos pra casa, com certeza tu quer mostrar pra puta da tua namorada.
Quero me mudar logo.
Velho, isso aí tu tem que fazer com teu tio, acerta com ele, mas pra mim seria melhor que a puta acertasse.
Para de chamar minha mina assim, não curto que me trate como corno.
Velho, mas se você gosta, beleza, vamos pra casa, depois foda-se o carro e você mostra a casa pra sua putinha.
Falei pra não chamar minha mina assim, véio.
Entrei na casa da Ana e dei a maior surpresa. Adriana, a mãe dela, ficou mais do que feliz. Talvez pelo que tinha rolado, comecei a ver ela com outros olhos. A verdade é que, se minha namorada era uma putinha, a Adriana tinha sido a professora dela. Apesar dos anos, ela ainda era muito gostosa e, com certeza, até meu velho comeria ela. Naquela mesma noite, fomos ver a casa. Ana e Adriana estavam loucas, mal podíamos esperar pra fazer a mudança, mas tivemos que esperar até sexta à noite. Eu começaria levando minhas coisas pra casa do meu tio, e no sábado levaríamos as da Ana. Foi assim que, na sexta à tarde/noite, levei minhas coisas e, do jeito que estava, me instalei com a Ana. Naquela noite, a gente trepou como nunca. De manhã, começamos a arrumar as coisas e, perto do meio-dia, meu tio chegou com o Javier e o Jorge.
Tio bom, Anita, agora temos que trazer suas coisas.
Ana siii, mas olha a bagunça que tem aqui, por que vocês não vão buscar elas? Minha mãe tá em casa e já tá quase tudo pronto, eu fico aqui pra ajudar o Oscar.
Javier sim, melhor assim, a gente vai se adiantando.
Aí eles foram pra casa da Adriana enquanto a gente continuava arrumando tudo, a real é que eles estavam demorando pra caralho, mais do que dava pra imaginar.
Amor, como esses caras demoram.
Ana, céu, melhor que demorem assim nos dão tempo pra terminar de arrumar tudo.
Espero que tragam tudo de uma vez só.
Ana, se ela beber, com certeza minha velha tá cuidando dos três, você já sabe o quanto ela é tagarela.
Não sei por que, mas me veio na cabeça que a Adriana tava usando a boca dela, mas não pra conversar com eles. Tava demorando demais — será que tão comendo minha sogra? Eu tava muito seguro de que era por isso a demora. Tanto que, quando eles finalmente chegaram, a gente já tinha terminado de arrumar minhas coisas. Não tinha mais dúvida do que rolou com a Adriana. Ver eles tão cansados me dizia que tinham transado como nunca. Eu conhecia eles bem. A ponto de que largaram as coisas na caminhonete, a gente tomou umas cervejas e, bem depois, começamos a descer as coisas enquanto a Anita fazia uns sanduíches.
Por que demoraram tanto?
Tio, é que a Adriana é uma gostosa, não deixava a gente vir.
Javier, pra ser sincero, não.
Jorge se parece muito com a Ana.
Melhor dizendo, a Ana se parece muito com ela, não é verdade?
Tio, a verdade é que sim, ela é muito meiga e boazinha.
Ana, bom, parem de falar mal da minha mãe e comam.
Javier, ninguém tá tirando o couro dela, pelo contrário, a gente tá falando que ela é uma deusa igual você.
Todos nós rimos e continuamos fazendo piadas, pedimos algumas coisas e depois elas foram com a Ana buscar uns móveis que faltavam. Aí fiquei sozinho, arrumando o que dava, já que iam trazer uns armários. A questão é que me disseram que seria rápido, mas no final chegaram quase de noite e de novo muito cansados, então colocaram os armários no lugar e foram embora. Algo estranho tinha acontecido: a Anita estava toda acabada, a saia dela muito mal colocada, assim como a camiseta. Claro que não falei nada, imaginei que ela tinha ajudado eles, embora fossem três homens fortes, mas por algum motivo tinham chegado tão cansados. Preparei mais sanduíches pra jantar enquanto a Ana tomava banho. Quando ela saiu do banheiro, me deu um beijo, de novo um beijo muito profundo, com um gosto estranho, estranho demais, mas já estava começando a gostar do sabor que a boca dela tinha. A saliva dela era viscosa, ácida e pegajosa. Só quando a gente tinha ido pescar eu senti aquele gosto na boca dela. Ela afastou a boca, mas eu procurei de novo. Dessa vez fui eu quem comeu a boca dela.
Ana, amor, você gosta tanto assim dos meus beijos?
É que hoje a sua boca tem um gosto diferente, amor
Ana, você gosta desse sabor, minha vida?
Isso me enlouquece.
Ana, você gosta tanto quanto quando chupa minha buceta?
Algo parecido, mas sim, você sabe que chupar sua buceta me enlouquece ainda mais, gostosa.
Ana, bom, mas hoje não, amor. Melhor a gente ir comer, a verdade é que tô muito cansada.
Vamos, meu amor, que amanhã esses loucos vêm de novo.
Ana e com eles a casa vai ficar uma delícia.
Sim, mas tem que fazer umas coisas nela.
Ana, como é que ela bebe?
Pintar ela, chamar um encanador, e quero que façam direitinho o quintal dos fundos.
Ana, pra isso precisa arrumar um pedreiro, não é um gasto tão grande, meu bem?
Tudo quem vai pagar é meu coroa, você só vai cuidar de atendê-los bem.
Ana, se ela beber, você vai ver como eu trato bem eles, mas do jeito que eu trato você, acho que não.
Fomos dormir e lá comecei a pensar na Ana. Por que ela tinha chegado tão cansada? Que gosto estranho era aquele na boca dela? Por que tanta pressa pra tomar um banho? Por que ela tinha chegado tão desarrumada? Será que depois de comprar os móveis ela tinha feito alguma coisa com meu tio, meu primo e o amigo dele? A verdade é que, em vez de ficar com raiva, pensar nisso me deixava pra caralho. E se fosse como eu tava imaginando, será que ia rolar o mesmo com quem viesse trabalhar em casa? Minha pica tava explodindo. Me enrolei de conchinha e dormi sonhando com a minha namoradinha sendo macetada. No domingo, acordamos e, enquanto tomávamos um mate, a Anita tava tão sexy, tão gostosa, que minha fantasia voava longe. Aquela minissaia e o top dela eram um convite pra foder até secar. Eu me sentia orgulhoso dela, mesmo não sendo voluptuosa, sabia muito bem que todo mundo queria ela. Finalmente, meu tio chegou. Dessa vez veio sozinho. Ela cumprimentou ele com um abraço e um beijo que quase virou um chupão. Na hora ele foi trabalhar. Já era quase meio-dia, e então a Anita me disse:
Ana, amor, por que você não vai comprar alguma coisa?
O que você quer que eu compre, vida?
Ana e não sei, alguma coisa pra comer, em casa não tem nada, meu bem, nem vinho nem cerveja, nem suco a gente tem, e o José precisa comer alguma coisa.
Sim, cê tem razão, agora vou pro mercadinho.
Ana não bebe, pede a caminhonete pra ela e vai no supermercado, no mercadinho vão te arrancar o couro com os preços.
Mas cê tem certeza? No supermercado vou demorar um bocado.
Ana, então faz como quiser, vai, vai no armazém e deixa eles te arrombarem toda, que pressa é essa, é teu tio, bebê.
Pedi a caminhonete do meu tio e fui no mercado, sabia que tinha pelo menos umas duas horas ou mais, comprei de tudo um pouco, até umas comidas prontas. Quando cheguei, pensei que tava tudo pronto, era só montar os armários, mas meu tio só tinha feito metade de um.
Epaa, o que foi? Tá dando mais trabalho do que você imaginava?
Tio, sim, é que minha cintura já não é mais a mesma, te ajudo com as coisas?
Então beleza, e a Ana, cadê ela?
Tio, a coitada tá exausta, deitou um pouco, trabalhou muito comigo.
Sim, imagino como deve ter trabalhado. Vem, vamos descer as coisas pra gente comer algo e te ajudo com o guarda-roupa.
Tio, no Oscar, fica tranquilo aí comendo que tão me esperando em casa pra almoçar, já sabe como é sua tia.
Beleza, então vou te ajudar assim depois eu acordo ela e a gente come junto. Você gosta de ficar com a Ana, né?
Tio, claro que eu gosto, a Ana é uma gostosa, igualzinho seu primo falou.
A parada é não ser igual o que meu velho fala, né?
Tio, o quê? Essa história de que a Ana é uma puta? Não dá bola pra ele, ele fala isso porque é um idiota, cê viu, mesmo assim eu comprei essa casa pra eles, então você sabe que ele fala só por ser um tarado.
É, pode ser que você tenha razão, sei lá.
Tio, não dá bola pro seu velho, a Ana vale ouro, nunca duvide disso, ela só sabe falar maravilha de você.
Terminamos com os armários e ela foi embora, aí fui acordar minha namorada. A verdade é que ver ela assim deitada pelada tirou todas as minhas dúvidas, eu morria de vontade de comer ela, então em vez de chamar, só deitei com ela e fiquei louco chupando a buceta dela. Ali descobri o mesmo gosto do beijo dela, o mesmo sabor que a Ana tinha na buceta dela, e os fluidos que eu tava comendo eram os mesmos que eu tinha comido da boca dela. Não tinha mais dúvida, com certeza eu tava comendo a porra que meu tio tinha deixado na buceta dela. Agora ela se contorcia segurando minha cabeça como sempre fazia e pedia pra eu não parar. Claro que não parei, pelo contrário, chupei a buceta dela com mais vontade do que nunca e até me atrevi a chupar o cu dela, de onde saíam os mesmos fluidos com o mesmo gosto. Percebi que não tinha sido só meu tio, mas todo mundo menos eu tinha arrombado aquele cuzinho. Me senti um perdedor completo. Fiquei um tempão assim, chupando o cu e a buceta dela. Quando terminei, subi nela e comecei a meter.
Ana, amorrr, o que foi, céu? Ahhh ahhh ahhh
Foi assim que meu tio te comeu, não foi, putinha? Assim que ele metia em você. Ele tem maior que o meu, não é verdade? Toma, vagabunda, hoje você não escapa de mim.
Ana aaaah aaaah aaaah continua, continua, me castiga, siiiii siiiii aaaah aaaah aaaah quero que você goze bem dentro de mim, me enche, me enche, amorrrr
E enchi mesmo, inundei a buceta dela de porra e quando terminei, caí exausto em cima dela, mas ela logo me empurrou e me abraçou.
Ana, o que é isso do teu tio love? Tu falou isso pra mim de verdade?
No céu, mas fui embora e quando voltei ele tava exausto e você dormia pelada, totalmente acabada.
Ana, então você achou que ele tinha me comido?
Foi o tesão, bebê, me perdoa, por favor
Ana, bom, agora vamos tomar um banho e já tá na hora de comer alguma coisa, com certeza seu velho chega a qualquer momento.
Não dei bola pra ela, comi de novo a buceta que escorria minha própria porra. Percebi na hora que tinha o mesmo gosto, já tinha certeza, mesmo que ela negasse, meu tio tinha comido ela, disso não tinha dúvida nenhuma. E assim como ele fez, com certeza todo mundo já tinha comido ela também. Depois que almoçamos, a gente deitou de novo.
Ana love, só vamos dormir um pouco, tô segura que a qualquer hora seus velhos chegam.
Sim, minha vida, fica à vontade, sabe que ele adora ver aquela bucetinha minúscula.
Ana, amor, não fala isso não.
Porque não posso te contar a verdade, você sabe melhor do que eu que ele é obcecado pela sua bunda, não me incomoda que você mostre ela pra ele.
Ana, tá falando sério? Não é minha culpa que seu velho seja um punheteiro.
Um masturbador que tem uma rola impressionante, adora.
Ana, sua velha sabe bem disso.
Dale, sério, coloca uma roupa bem confortável, meu bem, tô falando sério
Ana, você tá me pedindo pra mostrar a buceta pro seu pai? Tá bom, mas depois não quero reclamação.
Amor, eu adoro ver como meu velho fica quando você mostra a raba pra ele, ele fica desesperado, o punheteiro.
Ana caiu na gargalhada e quando meu velho chegou, ela estava usando uma legging semi transparente bem enfiada na bunda, era impossível não ver. Minha velha não falava nada, pelo contrário, ela usava outras calças, mas mais discretas. Tomamos um café e começamos a mostrar a casa pra eles. Meu velho sempre atrás da Ana, minha velha falando pro meu marido o que faltava fazer na casa, que tinha que consertar o lavanderia e o esgoto, que tinha que pintar a cozinha e, principalmente, reformar o quintal dos fundos. De repente, meu velho e a Anita sumiram, e minha velha ficou conversando comigo no quintal por um bom tempo. Ela me explicou com todos os detalhes como queria modificar minha casa e até onde ela colocaria uma piscina. Eu falei que não tinha grana pra isso.
Velha, deixa comigo, eu sei como fazer. Começa com o encanador e me passa a conta pra aquele bundão do teu pai pagar. Agora, certeza que ele tá se babando todo com a Ana.
Sério mesmo que você tá me dizendo isso?
Velha, fica tranquila que a Ana é muito mais esperta do que você pensa, meu bem, vamos, bora pra dentro.
Entramos e percebi que minha mãe era muito ingênua em relação à Ana. Tomamos uma cerveja e elas foram embora. Notei que meu pai não estava com a calça do mesmo jeito que quando chegou, e que a Ana, quando entramos em casa, estava sentada de lado. Não falei nada, já sabia que meu pai tinha comido ela, mas dessa vez não tinha metido no cu dela, tinha certeza, porque a Ana andava como se nada tivesse acontecido.
VERSÃO DA ANA
A chegada do Oscarcito me dando a grande notícia de que já tínhamos nossa casa pra morar juntos, algo que eu já sabia quando o pai dele me contou depois de arrebentar meu cu gostoso, tive que fazer um teatrinho, mas minha velha ficou eufórica, tão eufórica que achei que ia dar em cima do Oscarcito, mas acho que não rolou, mesmo assim eu teria comemorado, teria sido o melhor pra manter ele preso no meu cabaço, tinha que fazer alguma coisa pra conseguir isso, mas por enquanto não era a hora, eu sei muito bem que minha velha é muito mais puta do que eu, naquela sexta à noite já tava lá, o Oscarcito tava felizão e eu também, a gente trepou um bom tempo, se é que dá pra chamar assim, o cornetinha só me deixa mais tesuda, e no dia seguinte esperei o tio dele e os caras, embora não contasse que eles fossem na minha casa buscar minhas coisas e de quebra satisfazer minha mãe, pelo visto mataram bem o tesão da puta da minha velha, depois ela me contou que os caras e meu tio comeram ela juntos, fazerem isso com minha velha não me surpreendeu, ela ama a putaria, a questão é que demoraram demais e chegaram exaustos, comemos uns sanduíches e enquanto o cornetinha arrumava minhas coisinhas nós fomos atrás de uns armários, foi muito divertido, o caminho inteiro chupando pica, tanto na ida quanto na volta, só de me mostrarem aqueles paus enormes eu já grudava neles feito bezerro na teta da mãe, foi aí que já queria ser comida, falei pra passarmos na casa da minha velha pegar uma coisa e pode crer que eles fizeram.
Velha, vocês tão aqui de novo?
Tio, essa puta nos fez vir porque esqueceu alguma coisa.
Assim que entramos, começaram a nos comer. Minha velha ficou com os caras, e o tio do Oscarcito foi todo meu. Eles não paravam de rir da minha mãe e de mim, puta a mãe, puta a filha, e talvez por causa do baseado que fumamos todo mundo, a gente se cagava de rir. Já quase de noite, voltamos pra casa, deixando minha velha exausta. Nunca vi uma puta ser tão humilhada como ela foi humilhada — até mijaram nela na minha frente. Se o corno do meu pai visse ela assim, com certeza daria uma surra nela, mas como era sábado e quase de noite, ele devia voltar só de manhã, sem um puto e bem bebum. Chegamos em casa, o Oscarcito tava nos esperando. Todo mundo tava muito cansado. Ele ajudou a descer as partes dos armários, e eu fui tomar um banho. Terminei um banho rápido e, quando saí, só o Oscar tava lá. A carinha dele dizia tudo: o bocó tava entregue. Não me segurei e dei um beijão nele. Na minha boca tinha muito cum, e o gosto deixou ele louco. Ficamos uns vinte minutos nos beijando. O boceta moleque adorava o gosto de cum, então tinha que ser premiado. Comemos alguma coisa e fomos pra cama, onde transamos. Bom, se é que dava pra chamar aquilo de transar. O Oscarcito tava tão tarado que em menos de cinco minutos gozou dentro da minha pussy. Assim, toda inundada, pedi pra ele chupar minha pussy, dizendo que pra mim ele era o melhor do mundo chupando pussy. Não me surpreendeu que o bocó acreditou e fez. Tenho que admitir que chupando pussy ele é muito bom. Me deixou tão excitada sentir ele engolindo o próprio cum que, quando ele terminou, chupei a cock dele com muito capricho e não parei até o boceta moleque gozar de novo, enchendo minha boca. Abracei ele, olhei nos olhos dele e dei um beijo com todo o cum dele dentro da minha boca, que passei tudo pra ele. Assim fiz o Oscarcito se empanturrar de cum e, abraçadinhos, dormimos. É incrível como meu namorado é fofo. No dia seguinte, pouco depois de acordarmos, o tio dele chegou e começou a montar o armário. enquanto eu mandei o cornetinha ir no mercado, fica longe e eu sabia que ia demorar bastante, quando ele foi, percebi que os lençóis da cama estavam manchados, falei pro tio que ia trocá-los, eu tava com uma saia curta e um top, não tinha colocado a tanga porque o atrito incomodava na minha pussy e quando me abaixei pra pegar os lençóis, com certeza o tio viu minha bunda nua e não resistiu, ele gozou em cima de mim e eu não fiz nada pra evitar que ele me comesse, só pedi pra ele não fazer, sabia que isso deixava ele mais excitado, e olha se deixou, ele me comeu tão forte que por causa disso eu tive um orgasmo maravilhoso, ele me deixou lá no quarto pra arrumar o outro, nisso o Oscar chegou e enquanto eles conversavam eu troquei os lençóis, me despi e deitei pra dormir, o tio tinha me deixado exausta mas eu queria mais, depois sinto o Oscar acariciando meu corpo e de repente ele abre minhas pernas e começa a chupar minha pussy, não tinha dúvida que pro meu cornetinha já era um vício chupar minha pussy em busca de gozo pra tomar e ele tomou tudo e depois me comeu, tava muito excitado, dava pra perceber, de novo gozou muito rápido e me abraçou, começou a conversar, ele tava muito seguro de que o tio tinha me comido, claro que eu neguei rotundamente, fingi estar brava e pedi pra irmos tomar banho já que o pai dele não demoraria pra chegar, pra minha surpresa o cornetinha desceu pra minha pussy e começou a chupar, parecia que queria tomar mais gozo mas dessa vez tomou o dele mesmo, depois disso tomamos banho e me vesti do jeito que ele queria, Oscarcito queria que o pai dele aproveitasse minha bunda assim ele poderia cuidar dos reparos que faltavam na casa, a questão é que eu obedeci, vesti umas leggings semi transparentes com uma tanga minúscula e uma camisa branca, Carlos chegou com a Mabel, que eu sabia muito bem com que doçura me tratava, tomamos algo, conversamos por um bom tempo, Mabel não me largava, depois ela começou a inspecionar a casa Ela ficava dizendo as coisas que, segundo ela, precisavam ser feitas. O quintal dos fundos estava um desastre, e ela percorreu ele com o Oscar enquanto o velho ficou comigo lá dentro de casa.
Cara, não vou sair daqui sem comer essa buceta. O Oscar te deixa tão gostosa assim?
Não, a bunda hoje não, ainda tá doendo, quase uma semana sem conseguir sentar, tem que ser rápido, vamos pro quarto.
A foda que o velho me deu foi tremenda, em cinco minutos ele me arrancou um orgasmo, o pau dele me deixava louca, tudo foi muito rápido, do jeito que deu me vesti e saímos pra sala de jantar, o velho foi pro banheiro, na mesma hora entraram Mabel e Oscar, pelo jeito que ela me olhou e sorriu percebi que a Mabel tinha levado o Oscar pra nos dar tempo de transar e quando o Oscar foi buscar outro vinho, a Mabel me disse
Mabel, você tá se cuidando, né? Olha que eu quero um filho que seja do Oscar.
Juro que amanhã eu começo a me cuidar, nem tinha pensado nisso.
Mabel, olha, não seja tarde.
O problema é que com o Oscar vai ser muito difícil.
Mabel, eu já sei, pelo menos tenta, e se não for ele, que pelo menos se pareça com ele.
Isso com certeza, Mabel.
Quando o Oscar chegou, a gente tomou um pouco de vinho e depois de um tempo eles foram embora. Agora só restava ver por onde a gente começava os reparos.
3 comentários - Depois do fim de semana de pesca com a família e a minha go