No terceiro ano do ensino médio, decidi mudar pro turno da noite porque queria trabalhar pra ter minha grana. Então, quando dava, eu fazia uns bicos, já que estudava numa escola técnica à tarde e às vezes tinha oficina prática. Foi assim que, de vez em quando, trabalhava com um vizinho que fazia todo tipo de reparo em casa.
Num dia frio de inverno, a gente tava tirando as telhas do telhado de uma casa. Depois do almoço, me deixaram sozinho tirando as telhas e separando as que ainda estavam boas. Era o segundo dia que a gente ia naquela casa e eu não sabia de quem era nem quem morava lá. A questão é que, na sesta, eu tava entretido tirando telhas e, de repente, o céu começou a escurecer, umas nuvens pretas enormes vieram em cima de mim. Pouco depois, começou a ventar forte.
Quando vi que os trovões já tavam bem em cima de mim, tentei cobrir com uma lona a parte do telhado que tava sem telha pra não entrar chuva. Foi aí que tudo começou a se molhar naquela tarde fria. De outra parte da casa, eu via uma senhora bem idosa que me mandava descer, dizendo que era perigoso por causa dos raios.
Ensopado de chuva, desci e a senhora me deu uma toalha e me fez entrar na cozinha, que tava quentinha por causa do aquecedor. Eu tava molhando o chão todo com a água que escorria da minha roupa. Enquanto tentava me esquentar, a senhora se apresentou como a dona da casa e me ofereceu um mate quente.
A senhora, de quase uns 70 anos, de repente saiu e me deixou sozinho enquanto lá fora a tempestade tava ainda pior. Quando voltou pra cozinha, trouxe outra toalha maior e uns panos pra colocar no chão molhado. Quando me entregou a toalha, ela disse:
— Tira essa roupa pra eu botar pra secar, você vai ficar doente todo molhado assim.
Eu fiquei pasmo com o que ela disse. Ela me olhou, viu que eu não fazia nada, se aproximou e começou a me ajudar a tirar a roupa, enquanto dizia:
— Vai, tira tudo, não tenha vergonha, eu podia ser sua avó.
— Não precisa, senhora, assim tô bem. — eu falei. enquanto eu tentava evitar que ela tirasse minha roupa — não, não, não, tira tudo que você vai ficar doente e não me chama de senhora, ela disse — me chama de Mercedes ou vovó. Enquanto ela me servia outro mate quente, eu fui tirando a roupa molhada e me cobrindo com a toalha. Ela pegou minha roupa e os tênis molhados e colocou na frente do aquecedor. Depois disso, fiquei parado na frente do aquecedor enquanto ela me oferecia mais mates. Lá fora, a tarde parecia noite de tão escuro que tinha ficado por causa da tempestade. Minutos depois, a luz acabou. A vovó acendeu umas velas e continuamos conversando enquanto a roupa secava. Eu, parado na frente do aquecedor, virava de frente para ela e tentava abrir um pouco a toalha para secar a cueca. A vovó percebeu e pediu que eu tirasse a cueca para secar também. Assim secava tudo mais rápido. A vovó ligou o forno do fogão e também colocou roupa para secar na frente dele. Eu dizia que não precisava de tanto trabalho, e ela falava que era o mínimo que podia fazer por eu ter me arriscado no telhado para tampar o buraco. Parado só com uma toalha na cintura, o calor do aquecedor começou a subir entre minhas pernas, e isso fez meu pau começar a ficar um pouco duro. Minutos depois, já não estava só um pouco duro, estava durasso. Eu não sabia como esconder minha ereção que saía das minhas pernas finas e queria aparecer por entre a toalha. A vovó percebeu e, sem vergonha, me disse: — acho que você já não está mais com frio. Fiquei vermelho e não disse nada. Ela puxou uma cadeira perto de mim e disse: — senta, não fica nervoso, é normal na sua idade. Também trouxe uma cadeira para ela e sentou na minha frente. Eu, sentado na frente dela, achava ainda mais difícil esconder meu pau duro. Então, como se nada fosse, enquanto me dava outro mate, a vovó me diz: — deixa eu ver, nunca vi outro pau que não fosse o do meu marido. E com a mão dela, tirou as minhas mãos de cima da toalha, que tentavam esconder minha ereção. Eu, bem devagar e olhando para qualquer outro lado, abri a toalha. toalha e emergiu minha rola dura apontando pro teto da cozinha. A vovó se levantou e trouxe uma vela pra enxergar melhor. Não sei por que, em vez de sentir vergonha da situação, minha rola ficou mais excitada e se mexia sozinha. Balançava como se tivesse vida própria, parecia que queria sair do meio das minhas pernas.
— Seu pinto parece que tá feliz, do jeito que se mexe.
— Posso tocar? — ela me perguntou.
E depois de pedir permissão, estendeu a mão e pegou na minha rola com muita suavidade. Bem devagar, ela acariciava e, com bastante jeito, batia uma punheta. Enquanto fazia isso, não parava de olhar pra minha rola, virando pra todo lado e examinando bem.
Eu olhava pra qualquer canto enquanto a vovó continuava entretida com minha rola. A ponta dos dedos dela espalhava pela cabeça da minha rola a gotinha que saía dela, enquanto me dizia:
— É a primeira vez que toco em outro pinto que não seja o do meu marido.
Aí me deu na cabeça que ela poderia chegar a qualquer momento. Então perguntei se não tinha perigo de alguém vir. E ela me disse que era viúva há 10 anos:
— Fica tranquilo que estamos sozinhos e não vem ninguém — falou.
Continuou acariciando e olhando pra rola enquanto dizia:
— O que eu tô fazendo? Isso é errado. Isso é novo pra mim.
"Tô errada", não parava de repetir, enquanto a respiração dela já não era tão calma. Então ela pegou minha rola com as duas mãos, bateu uma punheta forte e, bem na hora que eu ia gozar, soltou e ficou olhando pra ela.
Eu olhei pra ela como quem diz: "Velha filha da puta, me deixou com a porra na ponta da rola."
Ela quebrou o silêncio e me disse com uma voz muito meiga:
— Deixa eu dar um beijinho?
— Pode — respondi.
A vovó, sentada na cadeira, se inclinou pra frente e aproximou os lábios da minha rola. Enquanto cheirava, dava beijinhos na ponta e descia pelo tronco. Como minha rola balançava igual louca, ela se ajudou com a mão pra segurar ela quieta e continuar dando beijos.
Eu tava com uma vontade louca de que ela metesse na boca, então com cuidado me levantei e, quando ela tava dando beijos na cabeça da Eu apoiei a mão atrás da cabeça dela e empurrei pra frente, enfiando a pica na boca dela. Ela começou a chupar como se fosse um pirulito, arranhando um pouco com os dentes. Eu comecei a mexer a pélvis pra frente e pra trás e, quase sem perceber, gozei na boca dela, bem na hora que ela tinha começado a rodar a língua em volta da minha pica. Ela ficou parada com a pica no meio do caminho dentro da boca dela. Sem fazer nenhum movimento ou barulho, recebeu cada jato de leite de adolescente dentro da boca. Quando senti que não saía mais porra, puxei pra trás pra tirar a pica da boca dela, e uma quantidade enorme de sêmen caiu no chão saindo da boca dela. A vovó pegou a toalha que tinha ficado estendida na cadeira e cuspiu nela o resto da porra que tinha na boca. Eu continuei parado na frente dela, pelado, com a pica meia-bomba. Ela terminou de limpar a boca e, com a respiração ainda ofegante, dizia: — Olha o que você me fez fazer... — Isso é errado... — Que vergonha... — O que você vai pensar dessa vovó? Eu, sem deixar ela pensar muito, agarrei a cabeça dela de novo e levei de volta pra minha pica. Ela já enfiou na boca sozinha e, sem raspar os dentes, chupava como se tivesse experiência. O barulho que ela fazia com a boca deixava minha pica mais dura. Nessa idade, não demorou muito pra ficar dura que nem pedra. — Tá mais dura e maior que antes — a vovó falou. De repente, a luz voltou, e aí pude me ver bem pelado na frente da vovó enquanto ela me chupava. Ela ficou meio sem graça e disse: — Vamos continuar. Eu segui ela até o quarto, e ela sentou na cama alta dela e se inclinou pra frente de novo, continuando a chupar minha pica. Peguei a mão dela e levei até minhas bolas pra ela massagear. Criei coragem, agarrei ela pelos braços e fiz ela ficar de pé. Virei ela de costas pra cama, e ela, bem submissa, se deixava levar. Apoiei uma mão no ombro dela e fui guiando pra ela se inclinar pra frente. Quando ela ficou estendida sobre a cama... Na cama, com as pernas dela no chão, levantei o vestido dela e puxei a calcinha pra baixo. Não tinha muita luz no quarto, mas dava pra ver a bunda magra e ossuda dela tremendo junto com as pernas. Vi que a avó tava assustada e, antes de mandar uma merda, perguntei: — Quer que continue? — Ainda tá chovendo lá fora, não dá pra ir embora com a roupa molhada — ela respondeu. — Enquanto isso, a gente se distrai — falei. A altura da cama fazia a bunda dela ficar bem na altura da minha pica. Aí apontei a pica e esfreguei um pouco na buceta dela, que tava bem peluda e molhada. Antes de meter, toquei um pouco com os dedos e enfiei um par deles dentro da buceta dela. A bunda e as pernas dela continuavam tremendo. Não sei se por causa da posição ou do medo. Então, quando fui meter a pica, fiz bem devagar. Quando comecei a foder ela, a cama pesada começou a se mover a cada empurrão que eu dava pra frente. A avó respirava cada vez mais rápido, mas mal soltava uns gemidinhos. Com a pouca luz, só dava pra ver a pele bem branca dos quadris e da bunda dela. Comecei a foder ela mais forte, com ritmo, e me agarrei nos ossos do quadril dela e enchi a buceta dela de porra. Depois disso, fiquei uns segundos dentro dela com a pica meio mole. A avó começou a se mexer pra trás, como quem diz pra não tirar a pica. Então, com a pica meio mole, comecei a foder ela de novo. Mal me mexia pra minha pica meio flácida não sair. Por sorte, minha idade fez com que, alguns minutos depois, a pica ficasse dura de novo. Aí comecei a foder ela de novo, forte, e de vez em quando bem devagar. Tirando a pica até quase sair da buceta dela e depois enfiando de uma vez até o fundo. Isso fazia a avó soltar uns peidos de buceta. Quando acontecia, sentia respingar tudo nos meus ovos. Então comecei a foder ela com muito mais força. Cada vez mais forte. A cama já percorria o quarto inteiro. quarto rastejando... Até que sinto a respiração dela ficar muito mais ofegante e ela começa a se mexer pra todo lado, e vejo que de repente ela relaxa sem fazer nenhum som. Acho que naquele momento a vó teve um orgasmo. Continuei comendo ela por mais um tempo, mas minhas pernas começaram a cãibrar. E assim, sem gozar, tirei o pau da buceta dela. Me joguei pra trás e sentei numa cadeira que tinha ali. Ela ficou deitada na cama naquela posição, respirando ofegante. A luz batia bem na buceta peluda e escura dela. Escorria pelos lábios dela um fio de gozo que se misturava com os pelos e continuava escorrendo pela perna. Ela se levantou e foi pro banheiro. Enquanto isso, eu, nu, com o pau pendurado, exausto, voltei a cama pro lugar original. Quando a vó saiu do banheiro, me encontrou sentado perto do fogão, vendo se a roupa tinha secado. Pedi licença pra ir ao banheiro, me enrolei na toalha e fui me higienizar. Quando saí do banheiro, minha roupa já seca estava arrumada na cadeira. Enquanto me vestia, sem ninguém falar nada, a vó voltou pro quarto. Quando voltei pra cozinha, ela aproximou a mão fechada, segurando alguma coisa, na minha. Enquanto me dizia: — Isso é pra você, por favor, nunca conta isso. Ela passou pra minha mão um maço de dinheiro que depois vi que era o que ela ganhava numa semana. Me vesti e fui pra casa debaixo de uma garoa. Choveu vários dias seguidos e não fomos trabalhar até dias depois. No dia que voltei, agi como se nada tivesse acontecido. A vó, nos poucos dias que trabalhamos, sempre que podia trazia chá ou café quente pra gente. No último dia de serviço, deixei umas ferramentas esquecidas de propósito pra voltar outro dia buscá-las. Com esse pretexto, ficamos sozinhos de novo e comi ela outra vez. E dessa vez, nus os dois na cama, à vista algo não muito agradável. Essa história foi nos anos 80, e naquela época uma vó de 65/70 anos, o corpo e a aparência dela... É a que as mulheres dessa idade têm agora. Essa segunda vez ela não me deu grana, mas outra vez deixei a buceta dela escorrendo porra e senti ela gozar umas duas vezes. Depois disso, nunca mais soube dela.
Num dia frio de inverno, a gente tava tirando as telhas do telhado de uma casa. Depois do almoço, me deixaram sozinho tirando as telhas e separando as que ainda estavam boas. Era o segundo dia que a gente ia naquela casa e eu não sabia de quem era nem quem morava lá. A questão é que, na sesta, eu tava entretido tirando telhas e, de repente, o céu começou a escurecer, umas nuvens pretas enormes vieram em cima de mim. Pouco depois, começou a ventar forte.
Quando vi que os trovões já tavam bem em cima de mim, tentei cobrir com uma lona a parte do telhado que tava sem telha pra não entrar chuva. Foi aí que tudo começou a se molhar naquela tarde fria. De outra parte da casa, eu via uma senhora bem idosa que me mandava descer, dizendo que era perigoso por causa dos raios.
Ensopado de chuva, desci e a senhora me deu uma toalha e me fez entrar na cozinha, que tava quentinha por causa do aquecedor. Eu tava molhando o chão todo com a água que escorria da minha roupa. Enquanto tentava me esquentar, a senhora se apresentou como a dona da casa e me ofereceu um mate quente.
A senhora, de quase uns 70 anos, de repente saiu e me deixou sozinho enquanto lá fora a tempestade tava ainda pior. Quando voltou pra cozinha, trouxe outra toalha maior e uns panos pra colocar no chão molhado. Quando me entregou a toalha, ela disse:
— Tira essa roupa pra eu botar pra secar, você vai ficar doente todo molhado assim.
Eu fiquei pasmo com o que ela disse. Ela me olhou, viu que eu não fazia nada, se aproximou e começou a me ajudar a tirar a roupa, enquanto dizia:
— Vai, tira tudo, não tenha vergonha, eu podia ser sua avó.
— Não precisa, senhora, assim tô bem. — eu falei. enquanto eu tentava evitar que ela tirasse minha roupa — não, não, não, tira tudo que você vai ficar doente e não me chama de senhora, ela disse — me chama de Mercedes ou vovó. Enquanto ela me servia outro mate quente, eu fui tirando a roupa molhada e me cobrindo com a toalha. Ela pegou minha roupa e os tênis molhados e colocou na frente do aquecedor. Depois disso, fiquei parado na frente do aquecedor enquanto ela me oferecia mais mates. Lá fora, a tarde parecia noite de tão escuro que tinha ficado por causa da tempestade. Minutos depois, a luz acabou. A vovó acendeu umas velas e continuamos conversando enquanto a roupa secava. Eu, parado na frente do aquecedor, virava de frente para ela e tentava abrir um pouco a toalha para secar a cueca. A vovó percebeu e pediu que eu tirasse a cueca para secar também. Assim secava tudo mais rápido. A vovó ligou o forno do fogão e também colocou roupa para secar na frente dele. Eu dizia que não precisava de tanto trabalho, e ela falava que era o mínimo que podia fazer por eu ter me arriscado no telhado para tampar o buraco. Parado só com uma toalha na cintura, o calor do aquecedor começou a subir entre minhas pernas, e isso fez meu pau começar a ficar um pouco duro. Minutos depois, já não estava só um pouco duro, estava durasso. Eu não sabia como esconder minha ereção que saía das minhas pernas finas e queria aparecer por entre a toalha. A vovó percebeu e, sem vergonha, me disse: — acho que você já não está mais com frio. Fiquei vermelho e não disse nada. Ela puxou uma cadeira perto de mim e disse: — senta, não fica nervoso, é normal na sua idade. Também trouxe uma cadeira para ela e sentou na minha frente. Eu, sentado na frente dela, achava ainda mais difícil esconder meu pau duro. Então, como se nada fosse, enquanto me dava outro mate, a vovó me diz: — deixa eu ver, nunca vi outro pau que não fosse o do meu marido. E com a mão dela, tirou as minhas mãos de cima da toalha, que tentavam esconder minha ereção. Eu, bem devagar e olhando para qualquer outro lado, abri a toalha. toalha e emergiu minha rola dura apontando pro teto da cozinha. A vovó se levantou e trouxe uma vela pra enxergar melhor. Não sei por que, em vez de sentir vergonha da situação, minha rola ficou mais excitada e se mexia sozinha. Balançava como se tivesse vida própria, parecia que queria sair do meio das minhas pernas.
— Seu pinto parece que tá feliz, do jeito que se mexe.
— Posso tocar? — ela me perguntou.
E depois de pedir permissão, estendeu a mão e pegou na minha rola com muita suavidade. Bem devagar, ela acariciava e, com bastante jeito, batia uma punheta. Enquanto fazia isso, não parava de olhar pra minha rola, virando pra todo lado e examinando bem.
Eu olhava pra qualquer canto enquanto a vovó continuava entretida com minha rola. A ponta dos dedos dela espalhava pela cabeça da minha rola a gotinha que saía dela, enquanto me dizia:
— É a primeira vez que toco em outro pinto que não seja o do meu marido.
Aí me deu na cabeça que ela poderia chegar a qualquer momento. Então perguntei se não tinha perigo de alguém vir. E ela me disse que era viúva há 10 anos:
— Fica tranquilo que estamos sozinhos e não vem ninguém — falou.
Continuou acariciando e olhando pra rola enquanto dizia:
— O que eu tô fazendo? Isso é errado. Isso é novo pra mim.
"Tô errada", não parava de repetir, enquanto a respiração dela já não era tão calma. Então ela pegou minha rola com as duas mãos, bateu uma punheta forte e, bem na hora que eu ia gozar, soltou e ficou olhando pra ela.
Eu olhei pra ela como quem diz: "Velha filha da puta, me deixou com a porra na ponta da rola."
Ela quebrou o silêncio e me disse com uma voz muito meiga:
— Deixa eu dar um beijinho?
— Pode — respondi.
A vovó, sentada na cadeira, se inclinou pra frente e aproximou os lábios da minha rola. Enquanto cheirava, dava beijinhos na ponta e descia pelo tronco. Como minha rola balançava igual louca, ela se ajudou com a mão pra segurar ela quieta e continuar dando beijos.
Eu tava com uma vontade louca de que ela metesse na boca, então com cuidado me levantei e, quando ela tava dando beijos na cabeça da Eu apoiei a mão atrás da cabeça dela e empurrei pra frente, enfiando a pica na boca dela. Ela começou a chupar como se fosse um pirulito, arranhando um pouco com os dentes. Eu comecei a mexer a pélvis pra frente e pra trás e, quase sem perceber, gozei na boca dela, bem na hora que ela tinha começado a rodar a língua em volta da minha pica. Ela ficou parada com a pica no meio do caminho dentro da boca dela. Sem fazer nenhum movimento ou barulho, recebeu cada jato de leite de adolescente dentro da boca. Quando senti que não saía mais porra, puxei pra trás pra tirar a pica da boca dela, e uma quantidade enorme de sêmen caiu no chão saindo da boca dela. A vovó pegou a toalha que tinha ficado estendida na cadeira e cuspiu nela o resto da porra que tinha na boca. Eu continuei parado na frente dela, pelado, com a pica meia-bomba. Ela terminou de limpar a boca e, com a respiração ainda ofegante, dizia: — Olha o que você me fez fazer... — Isso é errado... — Que vergonha... — O que você vai pensar dessa vovó? Eu, sem deixar ela pensar muito, agarrei a cabeça dela de novo e levei de volta pra minha pica. Ela já enfiou na boca sozinha e, sem raspar os dentes, chupava como se tivesse experiência. O barulho que ela fazia com a boca deixava minha pica mais dura. Nessa idade, não demorou muito pra ficar dura que nem pedra. — Tá mais dura e maior que antes — a vovó falou. De repente, a luz voltou, e aí pude me ver bem pelado na frente da vovó enquanto ela me chupava. Ela ficou meio sem graça e disse: — Vamos continuar. Eu segui ela até o quarto, e ela sentou na cama alta dela e se inclinou pra frente de novo, continuando a chupar minha pica. Peguei a mão dela e levei até minhas bolas pra ela massagear. Criei coragem, agarrei ela pelos braços e fiz ela ficar de pé. Virei ela de costas pra cama, e ela, bem submissa, se deixava levar. Apoiei uma mão no ombro dela e fui guiando pra ela se inclinar pra frente. Quando ela ficou estendida sobre a cama... Na cama, com as pernas dela no chão, levantei o vestido dela e puxei a calcinha pra baixo. Não tinha muita luz no quarto, mas dava pra ver a bunda magra e ossuda dela tremendo junto com as pernas. Vi que a avó tava assustada e, antes de mandar uma merda, perguntei: — Quer que continue? — Ainda tá chovendo lá fora, não dá pra ir embora com a roupa molhada — ela respondeu. — Enquanto isso, a gente se distrai — falei. A altura da cama fazia a bunda dela ficar bem na altura da minha pica. Aí apontei a pica e esfreguei um pouco na buceta dela, que tava bem peluda e molhada. Antes de meter, toquei um pouco com os dedos e enfiei um par deles dentro da buceta dela. A bunda e as pernas dela continuavam tremendo. Não sei se por causa da posição ou do medo. Então, quando fui meter a pica, fiz bem devagar. Quando comecei a foder ela, a cama pesada começou a se mover a cada empurrão que eu dava pra frente. A avó respirava cada vez mais rápido, mas mal soltava uns gemidinhos. Com a pouca luz, só dava pra ver a pele bem branca dos quadris e da bunda dela. Comecei a foder ela mais forte, com ritmo, e me agarrei nos ossos do quadril dela e enchi a buceta dela de porra. Depois disso, fiquei uns segundos dentro dela com a pica meio mole. A avó começou a se mexer pra trás, como quem diz pra não tirar a pica. Então, com a pica meio mole, comecei a foder ela de novo. Mal me mexia pra minha pica meio flácida não sair. Por sorte, minha idade fez com que, alguns minutos depois, a pica ficasse dura de novo. Aí comecei a foder ela de novo, forte, e de vez em quando bem devagar. Tirando a pica até quase sair da buceta dela e depois enfiando de uma vez até o fundo. Isso fazia a avó soltar uns peidos de buceta. Quando acontecia, sentia respingar tudo nos meus ovos. Então comecei a foder ela com muito mais força. Cada vez mais forte. A cama já percorria o quarto inteiro. quarto rastejando... Até que sinto a respiração dela ficar muito mais ofegante e ela começa a se mexer pra todo lado, e vejo que de repente ela relaxa sem fazer nenhum som. Acho que naquele momento a vó teve um orgasmo. Continuei comendo ela por mais um tempo, mas minhas pernas começaram a cãibrar. E assim, sem gozar, tirei o pau da buceta dela. Me joguei pra trás e sentei numa cadeira que tinha ali. Ela ficou deitada na cama naquela posição, respirando ofegante. A luz batia bem na buceta peluda e escura dela. Escorria pelos lábios dela um fio de gozo que se misturava com os pelos e continuava escorrendo pela perna. Ela se levantou e foi pro banheiro. Enquanto isso, eu, nu, com o pau pendurado, exausto, voltei a cama pro lugar original. Quando a vó saiu do banheiro, me encontrou sentado perto do fogão, vendo se a roupa tinha secado. Pedi licença pra ir ao banheiro, me enrolei na toalha e fui me higienizar. Quando saí do banheiro, minha roupa já seca estava arrumada na cadeira. Enquanto me vestia, sem ninguém falar nada, a vó voltou pro quarto. Quando voltei pra cozinha, ela aproximou a mão fechada, segurando alguma coisa, na minha. Enquanto me dizia: — Isso é pra você, por favor, nunca conta isso. Ela passou pra minha mão um maço de dinheiro que depois vi que era o que ela ganhava numa semana. Me vesti e fui pra casa debaixo de uma garoa. Choveu vários dias seguidos e não fomos trabalhar até dias depois. No dia que voltei, agi como se nada tivesse acontecido. A vó, nos poucos dias que trabalhamos, sempre que podia trazia chá ou café quente pra gente. No último dia de serviço, deixei umas ferramentas esquecidas de propósito pra voltar outro dia buscá-las. Com esse pretexto, ficamos sozinhos de novo e comi ela outra vez. E dessa vez, nus os dois na cama, à vista algo não muito agradável. Essa história foi nos anos 80, e naquela época uma vó de 65/70 anos, o corpo e a aparência dela... É a que as mulheres dessa idade têm agora. Essa segunda vez ela não me deu grana, mas outra vez deixei a buceta dela escorrendo porra e senti ela gozar umas duas vezes. Depois disso, nunca mais soube dela.
2 comentários - 50 anos de diferença (e ela é uma gostosa)