aqui vai mais uma história
desculpem aí pelo textão
mas não quis cortar ela
acho que assim dá pra apreciar mais
já tô escrevendo a versão da Ana
Depende da recepção que tiver, vou compartilhar.
espero seus comentários e seus pontos
aos quais já agradeço muito
Numa sexta-feira saímos em família, só os homens, íamos pescar, mas como sempre a Ana não acreditava em mim e tive que levá-la. Íamos ficar até domingo inclusive, porque era um feriadão. Tava lá meu velho, que chama Carlos, o José, meu tio, meu primo Javier e o amigo dele, Jorge. No fim, depois de muito andar, chegamos no camping. Não era grande coisa, na verdade era bem o contrário, bem desconfortável e desolado. Já na viagem, a Ana foi com meu primo e o amigo dele na caminhonete do meu tio. Eu fui com meu velho no carro dele, porque não cabia todo mundo na caminhonete. Quando chegamos, vi a Ana descendo bem desarrumada, toda despenteada, mas não liguei. Foi então que me mandaram armar as barracas, enquanto os outros acendiam o fogo pra cozinhar um pouco de carne. A verdade é que a fome tava matando, e a Ana foi com eles depois de me dar um beijo. Um beijo estranho, principalmente pelo gosto que tinha deixado na minha boca. Armei a barraca do meu tio, que ia dividir com meu velho, a do meu primo e, por último, a nossa, uma bem afastada da outra. Terminei de armar e fui me juntar a eles. Lá estava a Ana com a calcinha preta dela, aquela que eu tanto gostava por como deixava transparecer a bunda gostosa dela, e a regatinha dela. Bom, na verdade era minha, a mesma. Ficava um pouco apertada nela e, sem sutiã, dava pra adivinhar os biquinhos duros que os peitinhos dela às vezes mantinham eretos. Ficava meio sem graça de ver ela rodeada por tantos homens, sendo mimada, mas todos menos o Jorge eram família. No fim, não tinha sido má ideia trazer minha mina. Tava certo que a gente ia se divertir pra caralho. E eu que pensava que levar ela era a pior ideia, tava certo que ela ia ficar entediada e de mau humor o fim de semana inteiro, mas não foi assim. Meu velho e meu tio já tinham quase a carne pronta. A Ana tava sentada na toalha, no meio do meu primo e do amigo dele, quando eu cheguei. A gente começou a comer enquanto tomava um vinho. Quando terminamos, meu tio, meu velho e eu fomos pra beira do rio pescar. as canas enquanto os outros arrumavam tudo e apagavam o fogo, apesar de tudo o lugar, mesmo não sendo confortável, não estava ruim, só que os banheiros ficavam bem longe. Quando terminamos de jogar as canas já era noite, aí mesmo sentamos e começamos a bater papo enquanto tomávamos um vinho.
Velho, no final você gostou? Viu que não foi uma má ideia vir pescar.
Tio, esse tarado ia achar que a gente ia roubar a namorada dele.
Não, não, nada disso, a Ana que insistiu pra eu vir, ela não acreditava que a gente vinha só pescar.
Velho bom, por mim tá de boa ela vir, mas acho que ela não vai gostar muito não.
Pois é, já sei, ela vai ficar entediada pra caralho, mas fazer o quê, foi o que eu falei pra ela.
Tio, por sorte parece que não, o Javier e o Jorge tão deixando ela entretida.
Sim, parece que curtiram ela, isso me agrada pra caralho, não viu como tratam ela, véi?
Velho, e também vi como ela trata eles.
Tio bom, pra ser sincero, o Carlos nunca curtiu a Ana.
Já sei, ele acha que a mulher tem que ser uma santa igualzinha a minha mãe.
Cara, já tô satisfeito se ela não for uma puta.
E aí, cê acha que a Ana é uma puta?
Cara, se não for, disfarça muito bem.
E por que você meteu essa ideia na cabeça?
Tio, teu pai é um careta, ele não curte essas parada de mina mostrando a bunda.
Bom, mas a Ana tem uma bunda bonita, embora não seja nada de outro mundo. Hoje em dia, toda mina usa legging.
Tio, sim claro, mas ele não tá acostumado.
Cara, não é que eu não esteja acostumado, mas toda vez que vejo ela, ela tá sempre mostrando aquilo.
Não sei o que tem de errado.
Tio, e talvez isso excite ele, você porque é o namorado e tá acostumado a ver a bunda dela o tempo todo, mas a gente
Velho e ainda por cima essa camiseta sem sutiã, só falta andar de peito de fora.
Bom, não é pra tanto, ela se veste assim porque sabe que eu gosto, além disso, não rola nada.
Tio, olha só, aquela vara mexeu, vai dar uma olhada pra ver se pegou alguma coisa.
Fui pra beira da cana enquanto eles continuavam batendo papo, mas mesmo longe consegui ouvir um pouco do que eles falavam.
Cara, para de falar assim dessa puta, se continuar assim, eu vou comer ela.
Tio, você não vai ser o único, te garanto, viu o quanto a mina é gostosa? Mas melhor a gente falar de outra coisa, o Oscarcito pode perceber.
O velho filho da puta deixou ela sozinha com esses dois lobos, com certeza já tão comendo a putinha daquela vagabunda. Por que você não vai pegar outro vinho pra eu distrair ele? Me deixa louco que o otário não percebe nada, não sei o que fazer pra mostrar o quão puta é a namorada dele.
Tio, não faz nada, ele vai perceber sozinho, você só pensa em como vai deixar a bunda da gata, não faz merda que eu já volto.
Não podia acreditar, aqueles dois velhos tarados querendo comer minha mina, mas e se fosse verdade que a Ana tava dando pro Javier e pro Jorge? Não sei por que meu pau subiu, mas não, não podia pensar nisso, o Javier é meu primo e o Jorge eu conheço desde moleque, nunca iam fazer isso comigo, esses dois velhos pensam cada merda, no final não tinha rolado nada.
E aí, véio, cadê o tio?
O velho foi buscar mais vinho.
Sério que você pensa isso da Ana?
Claro que penso nisso, velho. Conheço as gostosas e a Ana é tipo sua tia.
Como minha tia? O que cê tá falando?
Velho, não fala nada não, mas tua tia eu comi. Parece que o Pedro não mete bem.
Sério? Não acredito em você.
Cara, foi naquele verão que a gente foi com eles pra praia. Sim, eu sei, a Mabel é gordinha, não é uma gostosa, mas tu não tem ideia do que ela é de biquíni. Já viu os peitos que ela tem?
E o Pedro não disse nada.
Cara, é que o Pedro é igual a você, mesmo vendo ela dando pra outro, não acredita.
E sim, às vezes acontece, mas como foi
Velho, a Mabel é igual a Ana, adora provocar. Já viu ela sem decote? Parece que ela gosta de mostrar os peitos do mesmo jeito que a Ana gosta de mostrar a bunda. Uma noite, bêbado, acabei comendo ela. Foi foda.
E ainda tá comendo ela agora?
Cara, verdade que não. Acho que o Pedro desconfiou de algo, por isso não vem mais aqui em casa.
Bom, tá certo, por sorte a coroa nunca ficou sabendo.
Velho que não vai ficar sabendo, claro que ficou sabendo, por que você acha que ele sempre fala com ela?
Que, fala com a Mabel pra tu continuar comendo ela?
Cara, é que a sua coroa já não quer mais transar, ela diz que eu machuco ela demais.
E é verdade?
Cara, verdade, não é qualquer gostosa que me aguenta.
Então não foi que o Pedro percebeu, a Mabel é outra que não quer saber de mais nada.
Velho pode ser, sei lá
E com a Carla, rolou alguma coisa?
Cara, pra que perguntar, essa aí é esperta mesmo, nunca mostra nada, mas como fode a putinha.
E o cara não desconfia de nada?
Velho, melhor calar a boca, não fala nada que aí vem ela com o vinho.
Seguimos batendo papo e bebendo vinho.
Velho, já comeram a puta?
Bom, eu... não fala isso não.
Tio, eles estavam lá, fumando, ouvindo música e tomando cerveja, nada demais. E deixa a Ana em paz, não seja otário.
Mas claro que não tem nada, é meu primo, ué.
Velho, se você diz isso por mim, tá de boa pra caralho.
Só de pensar que podiam estar arrombando a buceta da minha namorada já me deixava de pau duro, não parava de pensar nisso, justo ela que nunca me deu o cu, isso sim era uma facada, e justo com meu primo, ele não sabia, mas Jorge, eu sabia que Jorge ia partir ela ao meio. Continuamos bebendo e conversando sobre como estavam as coisas até que o vinho começou a fazer efeito e voltamos pras barracas. Se rolasse alguma coisa, a gente ia saber de manhã. Cheguei e fui pra barraca, lá estava Ana dormindo de barriga pra cima. Ver ela daquele jeito e pensar em tudo que tinha imaginado me fez deitar do lado dela e comecei a procurar ela.
Ana, sem love agora não, me deixa dormir, tô cansada.
Não enche mais o saco dela, a viagem tinha sido longa, mas pensar que talvez Jorge e Javier já tinham comido ela me deixava muito tesudo, tive dificuldade pra dormir, mas antes de conseguir, passei a mão na bunda dela e percebi que tava molhadinha demais.
Todo mundo na minha família sabe que quando eu bebo vinho, eu apago total, ou seja, durmo muito pesado e não acordo por mais barulho que façam. Tenho certeza de que era por isso que, quando acordei, todo mundo já tinha tomado café da manhã, e estavam quase almoçando. A Anita não estava mais de legging; ela tinha colocado um shortinho por cima do maiô. A verdade é que o biquíni caía uma maravilha nela. Com certeza meu velho diria que esse tipo de maiô é coisa de puta, e talvez ele tivesse razão, mas eu adoro como esse biquíni fica nela, e ninguém parecia se importar, só meu velho, que eu notava que não tirava os olhos da bunda da minha namorada. Me juntei a eles e, como já era costume, a Ana ficou entre meu primo e o amigo dele, e eu na frente dela, do lado do meu velho e do meu tio. Essa posição parecia que não ia mudar pelo menos durante todo o feriadão. Eu não ligava pra isso, mas meu velho não perdia nenhum detalhe.
Velho, me diz aí, Ana, é assim que tu sai na rua?
Ana não é do don carlos, mas aqui a gente tá no rio e tá um calorão, além disso o Javier falou pra gente entrar na água com o Jorge, cê vem, amor?
Tio, hmm, sei lá, o Oscarcito devia vir com a gente pra ver se a gente pega alguém.
Vão vocês, meu bem, depois eu vou, vão se divertir, mas ó, tenham cuidado, o rio é muito traiçoeiro.
Javier, sim, mano, a gente já sabe, mas lá embaixo é bem mais tranquilo, até praia e tudo tem naquela região.
Velho, mas eles se afastam muito da gente.
Jorge, e qual é o problema? A gente conhece muito bem a região.
Sim, sim, claro, vocês já vieram várias vezes, não sei por que não pescam nada.
Javier, sim, você tem razão, mas a gente gosta daqui, um pouco de ar fresco é demais.
Tio, dale aí, vamos ver as varas de uma vez, ontem à noite pegaram bonito.
Sério mesmooo e onde elas tão?
Velho, já limpamos eles e colocamos na geladeira, não íamos esperar por você, não. Traz um vinho, vai.
Os três fomos pro rio enquanto a Ana e meu primo ficavam arrumando as coisas pra depois ir rio abaixo. A gente olhou as varas e todas tinham peixe esperando pra ser tirado.
Parece que tem muita pescaria hoje.
Tio, verdade mesmo, sabe quantas vezes a gente veio aqui e não tirou nada?
Velho, e olha que tem peixe pra caralho, até quem nunca pesca hoje tá pescando, e de que jeito!
Tava certo que meu velho tava falando do Javier e do Jorge, ele achava que os dois tavam pescando minha mina ou pelo menos... o que meu velho não sabia é que eu já tava vendo, percebia como eles tocavam nela sutilmente enquanto comiam do lado dela e isso, em vez de me irritar, me deixava com muito tesão, assim como me excitava meu velho falar dela como se minha namorada fosse a putinha dele. A gente continuou pescando e bebendo vinho, e nisso apareceu o Javier.
Javier, e aí, como tá a pescaria?
Tio, muito bom hoje tá um pique gostoso.
Velho, e você, o que tá fazendo aqui?
Javier não nada, só vim tomar um negócio, não sabia que a Ana não nadava.
Não, ela não sabe nadar, é muito cagona com água.
Javier, bom, agora o Jorge tá ensinando ela a nadar. Você vai ver como ela aprende direitinho.
Isso é muito bom, comigo nunca quis.
Javier, isso acontece muito por vergonha.
Vergonha de velho é o que ela tem.
Javier, cara, não seja assim, você não sabe como a Ana é uma gostosa, esse arrombado tirou a sorte grande. E aí, quando vocês vão morar juntos?
E já é quase como se a gente tivesse transando, passo o tempo todo na casa dela, só falta a grana pro aluguel.
Tio, e por que você nunca me falou nada? Eu te empresto na moral, porque se esperar do seu velho, já era.
Velho, nada disso, vou dar uma surpresa pra ele, já tenho algo em mente, mas melhor guardar a surpresa. Semana que vem esse otário vai cair de costas, então, em vez de emprestar grana pra ele, melhor você ir se preparando pra fazer uma mudança.
Mas não entendo porra nenhuma.
Tio, teu pai tá te avisando que vai te dar uma casa pra você finalmente sair da dele.
Javier, que bom, primo. Parabéns pra você!
Você não fala nada pra Ana.
Javier, nem uma palavra. Agora vou ver como é que tá essa história de aprender natação.
Tio, vê se eu pego alguma coisa e, se for o caso, tira.
Valeu, tio, quer que eu leve eles pra barraca?
Velho, mas claro, e que você limpe eles e guarde na conservadora.
Eu dei ouvidos pra eles, fui pros caniços, peguei dois peixes e levei pras barracas, claro que limpei e guardei, mas não voltei com eles, tava morrendo de curiosidade pra ver o que a Ana tava fazendo. Quando cheguei, tentei não ser visto, e lá estavam os três sentados na areia, conversando e fumando. Era estranho porque quase nunca via a Ana fumar. Nada do que eu imaginava tava acontecendo. De repente, o Jorge levantou e pegou o caminho de volta pros caniços. Eu me adiantei e voltei pras barracas em silêncio pra não ser descoberto, e quando cheguei nas barracas, peguei um vinho pra levar pro meu velho. Quando tava quase chegando, o Jorge já tava com eles. Na hora me escondi pra ouvir o que falavam, com certeza iam dizer alguma coisa sobre a minha mina.
Velho, você tá comendo ela, né?
Jorge: Ah, Carlos, como é que você fala isso? E o Oscar, cadê ele?
Tio tranquilo, levou os peixes pras barracas.
Velho, então pode falar tranquilo, o otário não vai nos ouvir. E aí, como tá a puta gostosa?
Jorge, tu quer comer ela, não é verdade?
Cara, essa noite ela não escapa, vou rachar ela no meio.
Jorge, isso vai te custar um pouco. E você, José, também quer comer ela? Pobre Oscar, todo mundo quer fazer ele de corno.
O velho merece isso por estar com uma puta.
Já ficou claro pra mim que não era só meu pai e meu tio que queriam comer minha namorada, mas que o Jorge e meu primo já tinham macetado ela pra caralho. Eu não aguentava mais de tesão, me perguntava se a Anita tinha dado o cu pra eles? Porque como vocês já sabem, ela sempre negava pra mim, dizia que fazer por ali doía muito e que não gostava. Tava descobrindo que minha doce e meiga namorada tava mentindo pra mim e de inocente não tinha nada, mas eu queria continuar vendo ela assim, inocente, doce e meiga, mesmo que por dentro me excitava a ideia de saber que outros arrebentavam todos os buracos dela no meio. Claro que eu com minha coisinha não conseguia fazer isso. Tiramos as varas e fomos pra barraca, já tínhamos uma caixa térmica cheia de peixe. Continuamos batendo papo todos juntos perto da fogueira que meu tio tinha feito. Num momento, a Ana quis ir ao banheiro, eu quis acompanhar ela, mas meu primo também quis ir, então foram os dois juntos e, pra ser sincero, demoraram muito pra voltar. Meu pai grelhou uns peixes e comemos enquanto continuávamos bebendo. O Jorge tinha colocado música e o vinho já tava batendo em mim. Ninguém ignorava o que acontecia comigo quando eu bebia. Me veio na cabeça que queriam me deixar bêbado pra ficar a sós com minha namorada, que não parava de rir, e por isso, pra clarear um pouco, pedi pro Javier e pro Jorge me ajudarem a colocar as varas. Fomos pro rio e enquanto colocávamos as varas, ficamos conversando um tempão.
Vocês tão muito com a anita, qual é o problema de vocês?
Jorge: Qual é, tá com ciúme, seu idiota? O que vai rolar com a Ana? Não vai rolar nada, você que deixa ela sozinha pra ficar com seu pai, a culpa não é dela.
Javier, além disso, você sabe que seu velho não tá muito bem das pernas, mas ela aguenta de boa. A Ana é uma gostosa, você não faz ideia de como a gente se dá bem, primo. Você tirou a sorte grande com ela.
Isso eu já sei, mas vejo ela tão grudada em vocês que sei lá, me vêm umas ideias na cabeça que é melhor nem falar.
Jorge, cê é muito burro, hein. Ela se diverte pra caralho e, se tem uma coisa que eu sei — porque perguntei pra ela — é que ela não te troca por ninguém. Justamente o que ela mais admira em você é que você não é ciumento.
E aí, o que você perguntou pra ela?
Javier, esse arrombado ficou falando como vocês dois se davam bem, a tarde inteira falando de você, de como você é bom pra ela, da liberdade que você dá e sei lá, me entediou, juro.
Beleza, mas disso nem uma palavra pra ela, ok.
Jorge, a gente não tá falando de você, Oscar. É ela que faz isso. Para de encher o saco.
Voltamos pras barracas e lá estava a Ana entre meu tio e meu pai, morrendo de rir. O vinho fez o efeito dele, mas continuamos batendo papo até que não aguentei mais e fui dormir. Ainda tinha o domingo inteiro pela frente.
Quando acordei, a Ana estava do meu lado, dormindo como uma pedra, completamente pelada. O biquíni dela não achei em lugar nenhum, isso era bem estranho. Será que ela veio pra cama assim, nua? Não sabia, e por que será? Ela tirou o biquíni antes de dormir ou foi outra pessoa que tirou? Mil coisas passaram pela minha cabeça. Será que se revezaram pra comer ela ou comeram ela todos juntos? Alguma coisa tinha acontecido, e tava me corroendo não saber o que foi. Não queria acordar ela, queria descobrir sem ela me contar nada. Então cheirei o corpo dela procurando algum vestígio, mas não encontrei nada. Tava muito certo de que algo tinha rolado. Isso, além de me deixar com tesão, me irritava. Só de pensar que minha namoradinha era a putinha da família me dava uma raiva, mas também me excitava. Saí da barraca, lá estavam meu pai e meu tio tomando chimarrão. Me juntei a eles.
Velho, e aí, dormiu bem? Ontem à noite você apagou.
Você sabe o que acontece comigo quando bebo muito vinho, mas o que foi que aconteceu?
Tio, como é que foi, o que vai rolar, a gente te leva pra barraca e te deita.
E a Ana, o que ela fez?
Velho, o que a puta vai fazer? Dancei, chupei até ficar de porre.
Tio, não liga pra ela não, ela se divertiu pra caralho, a gente riu pra cacete e fomos dormir. Com certeza agora ela tá dormindo que nem uma pedra, não acorda ela, deixa ela descansar.
E os caras, cadê eles?
Tio, eles não aguentam mais, tão dormindo igual ela, nem sei até que horas ficaram acordados.
Bom, então vocês se divertiram, vocês levantaram as saias?
Velho sim, antes de deitar, a gente tira umas quantas.
Tio, a gente limpou eles e colocou na conservadora.
Velho, a gente tem que ir comprar mais gelo.
Quando elas se levantarem, eu vou.
Velho, traz mais vinho
Olha que depois tu tem que dirigir.
Tio bom, vamos armar as varas, não vamos perder tempo que ainda tem muito peixe.
Os três largamos o mate e fomos armar as varas, ficamos um tempão, mais do que eu esperava. Quando finalmente voltamos, todo mundo já tava acordado, a Ana com a saia preta dela que batia quase no joelho.
Ana, amor, seu tio vai preparar a comida. Já não tem cerveja nem vinho. Por que você não vai com seus primos comprar enquanto eu tomo um banho?
Cara, se ele vier, eu cuido dela. Vamos, gata, pega a roupa que eu vou com você.
Subimos na caminhonete pra comprar, não conseguia parar de pensar que meu velho ia comer minha mina gostosa no banheiro, por algum motivo ele tava tão ansioso pra gente ir comprar, mas não comentei nada com o Jorge nem com o Javier.
Desculpa, mas ontem à noite eu apaguei.
Javier, você perdeu essa, Oscar. Já sabe que não pode beber tanto vinho.
É que meu velho não me dá sossego, vive enchendo meu copo, parece que quer me deixar apagado.
Jorge, e pra que você acha que ele faz isso?
Para apalpar a ana, sei lá
Javier, para de encher o saco, como é que você vai pensar isso do seu pai.
Penso isso porque sei o tesão que ele sente por ela.
Jorge, e quem não tem vontade de comer sua namorada?
Sim, já sei, todo mundo quer comer ela. Vocês já comeram ela?
Javier, o que você acha?
Já todos se aproveitaram dela e me fizeram de corno manso.
Jorge, de novo com essa história? É tua namorada, seu idiota.
Sim, mas ela anda meio pelada o dia inteiro e hoje acordou pelada na barraca.
Javier, sabe por quê? Porque sujou toda a malha de vinho, entrou na barraca e me deu pra lavar, senão as manchas não saíam.
E aí, ela te deu no pelo?
Javier, não seja idiota, eu jogo ela pra fora da porta da barraca, não fica pensando em besteira que vai me fazer ficar puto de verdade.
Beleza, tá bom, acredito em você, mas se coloca no meu lugar.
Jorge, eu sei, mas será que você tá esquecendo que somos família?
Sim, tu tem razão, melhor parar de encher o saco, é que meu velho já encheu o saco com essa história de que a Ana é uma puta.
Javier, mesmo assim ele vai te dar uma casa pra vocês morarem juntos, não dá bola pro seu velho, cê sabe, ele é um chato do caralho.
Compramos o gelo, as cervejas e o vinho. Quando voltamos, a Ana estava deitada na barraca. Meu tio e meu pai pareciam exaustos terminando de cozinhar. Quando terminaram, já estávamos prontos pra almoçar, então fui acordar a Ana.
Ana, amor, tô exausta. Vocês comam, me deixa descansar.
Então deixei ela dormindo e fui almoçar, deixamos a comida pronta e fui com meus primos ver as varas de pescar. Daqui a pouco meu velho chegou trazendo umas cervejas e um vinho, pegamos as varas e fomos pescar competindo pra ver quem tirava o peixe maior. Javier pegou um não muito grande, daí o Jorge foi ganhando de longe, o meu foi um fracasso e no final o do meu velho foi o vencedor, e ele não parou de tirar sarro de mim. Recolhemos as varas, já tava ficando tarde, chegamos nas barracas e a Anita não tava lá. Segundo meu tio, ela tinha ido tomar banho. Levantei todas as barracas e arrumei na caminhonete, a Anita mal conseguia andar, isso que tiveram que ajudar ela a subir na caminhonete e assim a gente voltou. Não conseguia parar de pensar na viagem toda, por que a Ana tava daquele jeito.
desculpem aí pelo textão
mas não quis cortar ela
acho que assim dá pra apreciar mais
já tô escrevendo a versão da Ana
Depende da recepção que tiver, vou compartilhar.
espero seus comentários e seus pontos
aos quais já agradeço muito
Numa sexta-feira saímos em família, só os homens, íamos pescar, mas como sempre a Ana não acreditava em mim e tive que levá-la. Íamos ficar até domingo inclusive, porque era um feriadão. Tava lá meu velho, que chama Carlos, o José, meu tio, meu primo Javier e o amigo dele, Jorge. No fim, depois de muito andar, chegamos no camping. Não era grande coisa, na verdade era bem o contrário, bem desconfortável e desolado. Já na viagem, a Ana foi com meu primo e o amigo dele na caminhonete do meu tio. Eu fui com meu velho no carro dele, porque não cabia todo mundo na caminhonete. Quando chegamos, vi a Ana descendo bem desarrumada, toda despenteada, mas não liguei. Foi então que me mandaram armar as barracas, enquanto os outros acendiam o fogo pra cozinhar um pouco de carne. A verdade é que a fome tava matando, e a Ana foi com eles depois de me dar um beijo. Um beijo estranho, principalmente pelo gosto que tinha deixado na minha boca. Armei a barraca do meu tio, que ia dividir com meu velho, a do meu primo e, por último, a nossa, uma bem afastada da outra. Terminei de armar e fui me juntar a eles. Lá estava a Ana com a calcinha preta dela, aquela que eu tanto gostava por como deixava transparecer a bunda gostosa dela, e a regatinha dela. Bom, na verdade era minha, a mesma. Ficava um pouco apertada nela e, sem sutiã, dava pra adivinhar os biquinhos duros que os peitinhos dela às vezes mantinham eretos. Ficava meio sem graça de ver ela rodeada por tantos homens, sendo mimada, mas todos menos o Jorge eram família. No fim, não tinha sido má ideia trazer minha mina. Tava certo que a gente ia se divertir pra caralho. E eu que pensava que levar ela era a pior ideia, tava certo que ela ia ficar entediada e de mau humor o fim de semana inteiro, mas não foi assim. Meu velho e meu tio já tinham quase a carne pronta. A Ana tava sentada na toalha, no meio do meu primo e do amigo dele, quando eu cheguei. A gente começou a comer enquanto tomava um vinho. Quando terminamos, meu tio, meu velho e eu fomos pra beira do rio pescar. as canas enquanto os outros arrumavam tudo e apagavam o fogo, apesar de tudo o lugar, mesmo não sendo confortável, não estava ruim, só que os banheiros ficavam bem longe. Quando terminamos de jogar as canas já era noite, aí mesmo sentamos e começamos a bater papo enquanto tomávamos um vinho.
Velho, no final você gostou? Viu que não foi uma má ideia vir pescar.
Tio, esse tarado ia achar que a gente ia roubar a namorada dele.
Não, não, nada disso, a Ana que insistiu pra eu vir, ela não acreditava que a gente vinha só pescar.
Velho bom, por mim tá de boa ela vir, mas acho que ela não vai gostar muito não.
Pois é, já sei, ela vai ficar entediada pra caralho, mas fazer o quê, foi o que eu falei pra ela.
Tio, por sorte parece que não, o Javier e o Jorge tão deixando ela entretida.
Sim, parece que curtiram ela, isso me agrada pra caralho, não viu como tratam ela, véi?
Velho, e também vi como ela trata eles.
Tio bom, pra ser sincero, o Carlos nunca curtiu a Ana.
Já sei, ele acha que a mulher tem que ser uma santa igualzinha a minha mãe.
Cara, já tô satisfeito se ela não for uma puta.
E aí, cê acha que a Ana é uma puta?
Cara, se não for, disfarça muito bem.
E por que você meteu essa ideia na cabeça?
Tio, teu pai é um careta, ele não curte essas parada de mina mostrando a bunda.
Bom, mas a Ana tem uma bunda bonita, embora não seja nada de outro mundo. Hoje em dia, toda mina usa legging.
Tio, sim claro, mas ele não tá acostumado.
Cara, não é que eu não esteja acostumado, mas toda vez que vejo ela, ela tá sempre mostrando aquilo.
Não sei o que tem de errado.
Tio, e talvez isso excite ele, você porque é o namorado e tá acostumado a ver a bunda dela o tempo todo, mas a gente
Velho e ainda por cima essa camiseta sem sutiã, só falta andar de peito de fora.
Bom, não é pra tanto, ela se veste assim porque sabe que eu gosto, além disso, não rola nada.
Tio, olha só, aquela vara mexeu, vai dar uma olhada pra ver se pegou alguma coisa.
Fui pra beira da cana enquanto eles continuavam batendo papo, mas mesmo longe consegui ouvir um pouco do que eles falavam.
Cara, para de falar assim dessa puta, se continuar assim, eu vou comer ela.
Tio, você não vai ser o único, te garanto, viu o quanto a mina é gostosa? Mas melhor a gente falar de outra coisa, o Oscarcito pode perceber.
O velho filho da puta deixou ela sozinha com esses dois lobos, com certeza já tão comendo a putinha daquela vagabunda. Por que você não vai pegar outro vinho pra eu distrair ele? Me deixa louco que o otário não percebe nada, não sei o que fazer pra mostrar o quão puta é a namorada dele.
Tio, não faz nada, ele vai perceber sozinho, você só pensa em como vai deixar a bunda da gata, não faz merda que eu já volto.
Não podia acreditar, aqueles dois velhos tarados querendo comer minha mina, mas e se fosse verdade que a Ana tava dando pro Javier e pro Jorge? Não sei por que meu pau subiu, mas não, não podia pensar nisso, o Javier é meu primo e o Jorge eu conheço desde moleque, nunca iam fazer isso comigo, esses dois velhos pensam cada merda, no final não tinha rolado nada.
E aí, véio, cadê o tio?
O velho foi buscar mais vinho.
Sério que você pensa isso da Ana?
Claro que penso nisso, velho. Conheço as gostosas e a Ana é tipo sua tia.
Como minha tia? O que cê tá falando?
Velho, não fala nada não, mas tua tia eu comi. Parece que o Pedro não mete bem.
Sério? Não acredito em você.
Cara, foi naquele verão que a gente foi com eles pra praia. Sim, eu sei, a Mabel é gordinha, não é uma gostosa, mas tu não tem ideia do que ela é de biquíni. Já viu os peitos que ela tem?
E o Pedro não disse nada.
Cara, é que o Pedro é igual a você, mesmo vendo ela dando pra outro, não acredita.
E sim, às vezes acontece, mas como foi
Velho, a Mabel é igual a Ana, adora provocar. Já viu ela sem decote? Parece que ela gosta de mostrar os peitos do mesmo jeito que a Ana gosta de mostrar a bunda. Uma noite, bêbado, acabei comendo ela. Foi foda.
E ainda tá comendo ela agora?
Cara, verdade que não. Acho que o Pedro desconfiou de algo, por isso não vem mais aqui em casa.
Bom, tá certo, por sorte a coroa nunca ficou sabendo.
Velho que não vai ficar sabendo, claro que ficou sabendo, por que você acha que ele sempre fala com ela?
Que, fala com a Mabel pra tu continuar comendo ela?
Cara, é que a sua coroa já não quer mais transar, ela diz que eu machuco ela demais.
E é verdade?
Cara, verdade, não é qualquer gostosa que me aguenta.
Então não foi que o Pedro percebeu, a Mabel é outra que não quer saber de mais nada.
Velho pode ser, sei lá
E com a Carla, rolou alguma coisa?
Cara, pra que perguntar, essa aí é esperta mesmo, nunca mostra nada, mas como fode a putinha.
E o cara não desconfia de nada?
Velho, melhor calar a boca, não fala nada que aí vem ela com o vinho.
Seguimos batendo papo e bebendo vinho.
Velho, já comeram a puta?
Bom, eu... não fala isso não.
Tio, eles estavam lá, fumando, ouvindo música e tomando cerveja, nada demais. E deixa a Ana em paz, não seja otário.
Mas claro que não tem nada, é meu primo, ué.
Velho, se você diz isso por mim, tá de boa pra caralho.
Só de pensar que podiam estar arrombando a buceta da minha namorada já me deixava de pau duro, não parava de pensar nisso, justo ela que nunca me deu o cu, isso sim era uma facada, e justo com meu primo, ele não sabia, mas Jorge, eu sabia que Jorge ia partir ela ao meio. Continuamos bebendo e conversando sobre como estavam as coisas até que o vinho começou a fazer efeito e voltamos pras barracas. Se rolasse alguma coisa, a gente ia saber de manhã. Cheguei e fui pra barraca, lá estava Ana dormindo de barriga pra cima. Ver ela daquele jeito e pensar em tudo que tinha imaginado me fez deitar do lado dela e comecei a procurar ela.
Ana, sem love agora não, me deixa dormir, tô cansada.
Não enche mais o saco dela, a viagem tinha sido longa, mas pensar que talvez Jorge e Javier já tinham comido ela me deixava muito tesudo, tive dificuldade pra dormir, mas antes de conseguir, passei a mão na bunda dela e percebi que tava molhadinha demais.
Todo mundo na minha família sabe que quando eu bebo vinho, eu apago total, ou seja, durmo muito pesado e não acordo por mais barulho que façam. Tenho certeza de que era por isso que, quando acordei, todo mundo já tinha tomado café da manhã, e estavam quase almoçando. A Anita não estava mais de legging; ela tinha colocado um shortinho por cima do maiô. A verdade é que o biquíni caía uma maravilha nela. Com certeza meu velho diria que esse tipo de maiô é coisa de puta, e talvez ele tivesse razão, mas eu adoro como esse biquíni fica nela, e ninguém parecia se importar, só meu velho, que eu notava que não tirava os olhos da bunda da minha namorada. Me juntei a eles e, como já era costume, a Ana ficou entre meu primo e o amigo dele, e eu na frente dela, do lado do meu velho e do meu tio. Essa posição parecia que não ia mudar pelo menos durante todo o feriadão. Eu não ligava pra isso, mas meu velho não perdia nenhum detalhe.
Velho, me diz aí, Ana, é assim que tu sai na rua?
Ana não é do don carlos, mas aqui a gente tá no rio e tá um calorão, além disso o Javier falou pra gente entrar na água com o Jorge, cê vem, amor?
Tio, hmm, sei lá, o Oscarcito devia vir com a gente pra ver se a gente pega alguém.
Vão vocês, meu bem, depois eu vou, vão se divertir, mas ó, tenham cuidado, o rio é muito traiçoeiro.
Javier, sim, mano, a gente já sabe, mas lá embaixo é bem mais tranquilo, até praia e tudo tem naquela região.
Velho, mas eles se afastam muito da gente.
Jorge, e qual é o problema? A gente conhece muito bem a região.
Sim, sim, claro, vocês já vieram várias vezes, não sei por que não pescam nada.
Javier, sim, você tem razão, mas a gente gosta daqui, um pouco de ar fresco é demais.
Tio, dale aí, vamos ver as varas de uma vez, ontem à noite pegaram bonito.
Sério mesmooo e onde elas tão?
Velho, já limpamos eles e colocamos na geladeira, não íamos esperar por você, não. Traz um vinho, vai.
Os três fomos pro rio enquanto a Ana e meu primo ficavam arrumando as coisas pra depois ir rio abaixo. A gente olhou as varas e todas tinham peixe esperando pra ser tirado.
Parece que tem muita pescaria hoje.
Tio, verdade mesmo, sabe quantas vezes a gente veio aqui e não tirou nada?
Velho, e olha que tem peixe pra caralho, até quem nunca pesca hoje tá pescando, e de que jeito!
Tava certo que meu velho tava falando do Javier e do Jorge, ele achava que os dois tavam pescando minha mina ou pelo menos... o que meu velho não sabia é que eu já tava vendo, percebia como eles tocavam nela sutilmente enquanto comiam do lado dela e isso, em vez de me irritar, me deixava com muito tesão, assim como me excitava meu velho falar dela como se minha namorada fosse a putinha dele. A gente continuou pescando e bebendo vinho, e nisso apareceu o Javier.
Javier, e aí, como tá a pescaria?
Tio, muito bom hoje tá um pique gostoso.
Velho, e você, o que tá fazendo aqui?
Javier não nada, só vim tomar um negócio, não sabia que a Ana não nadava.
Não, ela não sabe nadar, é muito cagona com água.
Javier, bom, agora o Jorge tá ensinando ela a nadar. Você vai ver como ela aprende direitinho.
Isso é muito bom, comigo nunca quis.
Javier, isso acontece muito por vergonha.
Vergonha de velho é o que ela tem.
Javier, cara, não seja assim, você não sabe como a Ana é uma gostosa, esse arrombado tirou a sorte grande. E aí, quando vocês vão morar juntos?
E já é quase como se a gente tivesse transando, passo o tempo todo na casa dela, só falta a grana pro aluguel.
Tio, e por que você nunca me falou nada? Eu te empresto na moral, porque se esperar do seu velho, já era.
Velho, nada disso, vou dar uma surpresa pra ele, já tenho algo em mente, mas melhor guardar a surpresa. Semana que vem esse otário vai cair de costas, então, em vez de emprestar grana pra ele, melhor você ir se preparando pra fazer uma mudança.
Mas não entendo porra nenhuma.
Tio, teu pai tá te avisando que vai te dar uma casa pra você finalmente sair da dele.
Javier, que bom, primo. Parabéns pra você!
Você não fala nada pra Ana.
Javier, nem uma palavra. Agora vou ver como é que tá essa história de aprender natação.
Tio, vê se eu pego alguma coisa e, se for o caso, tira.
Valeu, tio, quer que eu leve eles pra barraca?
Velho, mas claro, e que você limpe eles e guarde na conservadora.
Eu dei ouvidos pra eles, fui pros caniços, peguei dois peixes e levei pras barracas, claro que limpei e guardei, mas não voltei com eles, tava morrendo de curiosidade pra ver o que a Ana tava fazendo. Quando cheguei, tentei não ser visto, e lá estavam os três sentados na areia, conversando e fumando. Era estranho porque quase nunca via a Ana fumar. Nada do que eu imaginava tava acontecendo. De repente, o Jorge levantou e pegou o caminho de volta pros caniços. Eu me adiantei e voltei pras barracas em silêncio pra não ser descoberto, e quando cheguei nas barracas, peguei um vinho pra levar pro meu velho. Quando tava quase chegando, o Jorge já tava com eles. Na hora me escondi pra ouvir o que falavam, com certeza iam dizer alguma coisa sobre a minha mina.
Velho, você tá comendo ela, né?
Jorge: Ah, Carlos, como é que você fala isso? E o Oscar, cadê ele?
Tio tranquilo, levou os peixes pras barracas.
Velho, então pode falar tranquilo, o otário não vai nos ouvir. E aí, como tá a puta gostosa?
Jorge, tu quer comer ela, não é verdade?
Cara, essa noite ela não escapa, vou rachar ela no meio.
Jorge, isso vai te custar um pouco. E você, José, também quer comer ela? Pobre Oscar, todo mundo quer fazer ele de corno.
O velho merece isso por estar com uma puta.
Já ficou claro pra mim que não era só meu pai e meu tio que queriam comer minha namorada, mas que o Jorge e meu primo já tinham macetado ela pra caralho. Eu não aguentava mais de tesão, me perguntava se a Anita tinha dado o cu pra eles? Porque como vocês já sabem, ela sempre negava pra mim, dizia que fazer por ali doía muito e que não gostava. Tava descobrindo que minha doce e meiga namorada tava mentindo pra mim e de inocente não tinha nada, mas eu queria continuar vendo ela assim, inocente, doce e meiga, mesmo que por dentro me excitava a ideia de saber que outros arrebentavam todos os buracos dela no meio. Claro que eu com minha coisinha não conseguia fazer isso. Tiramos as varas e fomos pra barraca, já tínhamos uma caixa térmica cheia de peixe. Continuamos batendo papo todos juntos perto da fogueira que meu tio tinha feito. Num momento, a Ana quis ir ao banheiro, eu quis acompanhar ela, mas meu primo também quis ir, então foram os dois juntos e, pra ser sincero, demoraram muito pra voltar. Meu pai grelhou uns peixes e comemos enquanto continuávamos bebendo. O Jorge tinha colocado música e o vinho já tava batendo em mim. Ninguém ignorava o que acontecia comigo quando eu bebia. Me veio na cabeça que queriam me deixar bêbado pra ficar a sós com minha namorada, que não parava de rir, e por isso, pra clarear um pouco, pedi pro Javier e pro Jorge me ajudarem a colocar as varas. Fomos pro rio e enquanto colocávamos as varas, ficamos conversando um tempão.
Vocês tão muito com a anita, qual é o problema de vocês?
Jorge: Qual é, tá com ciúme, seu idiota? O que vai rolar com a Ana? Não vai rolar nada, você que deixa ela sozinha pra ficar com seu pai, a culpa não é dela.
Javier, além disso, você sabe que seu velho não tá muito bem das pernas, mas ela aguenta de boa. A Ana é uma gostosa, você não faz ideia de como a gente se dá bem, primo. Você tirou a sorte grande com ela.
Isso eu já sei, mas vejo ela tão grudada em vocês que sei lá, me vêm umas ideias na cabeça que é melhor nem falar.
Jorge, cê é muito burro, hein. Ela se diverte pra caralho e, se tem uma coisa que eu sei — porque perguntei pra ela — é que ela não te troca por ninguém. Justamente o que ela mais admira em você é que você não é ciumento.
E aí, o que você perguntou pra ela?
Javier, esse arrombado ficou falando como vocês dois se davam bem, a tarde inteira falando de você, de como você é bom pra ela, da liberdade que você dá e sei lá, me entediou, juro.
Beleza, mas disso nem uma palavra pra ela, ok.
Jorge, a gente não tá falando de você, Oscar. É ela que faz isso. Para de encher o saco.
Voltamos pras barracas e lá estava a Ana entre meu tio e meu pai, morrendo de rir. O vinho fez o efeito dele, mas continuamos batendo papo até que não aguentei mais e fui dormir. Ainda tinha o domingo inteiro pela frente.
Quando acordei, a Ana estava do meu lado, dormindo como uma pedra, completamente pelada. O biquíni dela não achei em lugar nenhum, isso era bem estranho. Será que ela veio pra cama assim, nua? Não sabia, e por que será? Ela tirou o biquíni antes de dormir ou foi outra pessoa que tirou? Mil coisas passaram pela minha cabeça. Será que se revezaram pra comer ela ou comeram ela todos juntos? Alguma coisa tinha acontecido, e tava me corroendo não saber o que foi. Não queria acordar ela, queria descobrir sem ela me contar nada. Então cheirei o corpo dela procurando algum vestígio, mas não encontrei nada. Tava muito certo de que algo tinha rolado. Isso, além de me deixar com tesão, me irritava. Só de pensar que minha namoradinha era a putinha da família me dava uma raiva, mas também me excitava. Saí da barraca, lá estavam meu pai e meu tio tomando chimarrão. Me juntei a eles.
Velho, e aí, dormiu bem? Ontem à noite você apagou.
Você sabe o que acontece comigo quando bebo muito vinho, mas o que foi que aconteceu?
Tio, como é que foi, o que vai rolar, a gente te leva pra barraca e te deita.
E a Ana, o que ela fez?
Velho, o que a puta vai fazer? Dancei, chupei até ficar de porre.
Tio, não liga pra ela não, ela se divertiu pra caralho, a gente riu pra cacete e fomos dormir. Com certeza agora ela tá dormindo que nem uma pedra, não acorda ela, deixa ela descansar.
E os caras, cadê eles?
Tio, eles não aguentam mais, tão dormindo igual ela, nem sei até que horas ficaram acordados.
Bom, então vocês se divertiram, vocês levantaram as saias?
Velho sim, antes de deitar, a gente tira umas quantas.
Tio, a gente limpou eles e colocou na conservadora.
Velho, a gente tem que ir comprar mais gelo.
Quando elas se levantarem, eu vou.
Velho, traz mais vinho
Olha que depois tu tem que dirigir.
Tio bom, vamos armar as varas, não vamos perder tempo que ainda tem muito peixe.
Os três largamos o mate e fomos armar as varas, ficamos um tempão, mais do que eu esperava. Quando finalmente voltamos, todo mundo já tava acordado, a Ana com a saia preta dela que batia quase no joelho.
Ana, amor, seu tio vai preparar a comida. Já não tem cerveja nem vinho. Por que você não vai com seus primos comprar enquanto eu tomo um banho?
Cara, se ele vier, eu cuido dela. Vamos, gata, pega a roupa que eu vou com você.
Subimos na caminhonete pra comprar, não conseguia parar de pensar que meu velho ia comer minha mina gostosa no banheiro, por algum motivo ele tava tão ansioso pra gente ir comprar, mas não comentei nada com o Jorge nem com o Javier.
Desculpa, mas ontem à noite eu apaguei.
Javier, você perdeu essa, Oscar. Já sabe que não pode beber tanto vinho.
É que meu velho não me dá sossego, vive enchendo meu copo, parece que quer me deixar apagado.
Jorge, e pra que você acha que ele faz isso?
Para apalpar a ana, sei lá
Javier, para de encher o saco, como é que você vai pensar isso do seu pai.
Penso isso porque sei o tesão que ele sente por ela.
Jorge, e quem não tem vontade de comer sua namorada?
Sim, já sei, todo mundo quer comer ela. Vocês já comeram ela?
Javier, o que você acha?
Já todos se aproveitaram dela e me fizeram de corno manso.
Jorge, de novo com essa história? É tua namorada, seu idiota.
Sim, mas ela anda meio pelada o dia inteiro e hoje acordou pelada na barraca.
Javier, sabe por quê? Porque sujou toda a malha de vinho, entrou na barraca e me deu pra lavar, senão as manchas não saíam.
E aí, ela te deu no pelo?
Javier, não seja idiota, eu jogo ela pra fora da porta da barraca, não fica pensando em besteira que vai me fazer ficar puto de verdade.
Beleza, tá bom, acredito em você, mas se coloca no meu lugar.
Jorge, eu sei, mas será que você tá esquecendo que somos família?
Sim, tu tem razão, melhor parar de encher o saco, é que meu velho já encheu o saco com essa história de que a Ana é uma puta.
Javier, mesmo assim ele vai te dar uma casa pra vocês morarem juntos, não dá bola pro seu velho, cê sabe, ele é um chato do caralho.
Compramos o gelo, as cervejas e o vinho. Quando voltamos, a Ana estava deitada na barraca. Meu tio e meu pai pareciam exaustos terminando de cozinhar. Quando terminaram, já estávamos prontos pra almoçar, então fui acordar a Ana.
Ana, amor, tô exausta. Vocês comam, me deixa descansar.
Então deixei ela dormindo e fui almoçar, deixamos a comida pronta e fui com meus primos ver as varas de pescar. Daqui a pouco meu velho chegou trazendo umas cervejas e um vinho, pegamos as varas e fomos pescar competindo pra ver quem tirava o peixe maior. Javier pegou um não muito grande, daí o Jorge foi ganhando de longe, o meu foi um fracasso e no final o do meu velho foi o vencedor, e ele não parou de tirar sarro de mim. Recolhemos as varas, já tava ficando tarde, chegamos nas barracas e a Anita não tava lá. Segundo meu tio, ela tinha ido tomar banho. Levantei todas as barracas e arrumei na caminhonete, a Anita mal conseguia andar, isso que tiveram que ajudar ela a subir na caminhonete e assim a gente voltou. Não conseguia parar de pensar na viagem toda, por que a Ana tava daquele jeito.
3 comentários - Pescaria em família com minha gostosa
eso lo contaraa ella en su version de ese finde en familia
este es el primer capitulo de la historia
en mi pefil estan los demas