Para meu entretenimento

Já era fim de tarde, minha parceira tinha saído do trabalho, propus sairmos pra comer fora, e ela topou. Chegou em casa, tomou banho e desde então ficou me provocando com fotos no chuveiro e se vestindo. Eu terminava uma hora depois, então pra perder menos tempo passei na academia que ficava no caminho pra tomar banho também, fiz o mesmo, ensaboado mandei foto do tesão que eu tava. Pegamos carona os dois e chegamos na quadra do restaurante, nos encontramos, nos cumprimentamos e fomos andando conversando enquanto nos apalpávamos por cima da roupa, ninguém de calcinha ou cueca. Ela com um vestido preto de tecido decotado e as costas de fora até a metade das coxas, com meia-calça preta e salto alto. Eu, pra ganhar tempo, só tava de camisa e calça preta (XD). Entramos e pedimos bebida antes de tudo, tomamos um pouco de vinho tinto. Depois de um tempo, quando já sentíamos o calor do álcool, pedimos comida, tudo tranquilo naquele horário. Quando terminamos o primeiro vinho, pedimos outro e continuamos conversando, começamos a nos acariciar as pernas por baixo da mesa, ela esticou mais a perna até tocar meu pau por cima da roupa, tava durasso igual barraca de acampamento e com o tesão do banho subiu mais ainda. Finalizamos a sobremesa e pedimos a conta, ela aproveitou pra ir ao banheiro enquanto eu pagava. Nisso, recebo uma mensagem dela no celular, abro sem pensar e nunca tranquei a tela tão rápido quanto dessa vez, que era uma foto dela de pernas abertas se dedando. O garçom não viu nada, felizmente, mas me olhou com curiosidade pela minha reação. Quando ele foi embora, ela saiu do banheiro. Já passava das 23h, era domingo, então demoraria um bom tempo pra pegar um ônibus naquela área, decidimos pegar um Uber pra não esfriar o tesão e o álcool. Ele chegaria em 15 minutos, esperamos numa esquina, como era avenida de mão única, tava um pouco menos iluminada. Eu, confiante, comecei a beijar e apalpar ela, estávamos ambos sensíveis e Ela tava tão molhada que eu lambuzei os dedos. Desesperada, ela desabotoou meu zíper e botão, cuspiu na mão e começou a bater uma pra mim. Não aguentamos nem um minuto assim, ela se ajoelhou e começou a chupar, engolia tudo, babava tanto que a saliva escorria pelas minhas bolas até o chão. Quando tirava, respirava fundo e engasgava de novo, eu curtia cada momento e queria gozar na garganta dela. Ela me fazia gemer, eu apoiava uma mão na parede e a outra na cabeça dela, só pensava em como me excitava ver a cara dela. Olhei nos olhos dela e falei: "Adoro quando você age feito uma puta". Nesses minutos passou um ônibus com umas pessoas que olharam na nossa direção, e uns casais andando que não falaram nada. Quando lembrei da hora, vi que o Uber já tava perto, já ia virar a esquina, e eu não ia esperar pra gozar quando chegasse. Guardei o celular, coloquei as mãos na cabeça dela, afastei ela da parede, ela se desesperou e falou: "Você não vai gozar". Eu disse: "Você vai ter seu gozo, meu amor". Me posicionei pra meter mais rápido e fundo, comecei a foder a boca dela até ela engasgar e eu gemer mais forte de prazer. Senti minhas bolas explodirem e se contraírem, soltando todo o gozo, meu pau tremia com a descarga de porra saindo jato após jato forte na boca dela. Ela tentou engolir, se engasgando um pouco no processo de recuperar o fôlego. Eu tava espremendo o que restava de gozo, ela chupou essas gotas que sobraram e limpou o resto do meu pau, chupando a saliva e o sêmen das minhas bolas e do meu tronco com a língua. Me sequei e guardei o pau, ajudei ela a levantar, ela sorrindo, toda melada de baba e porra na cara, ajudei a limpar rápido e entre risadas nos beijamos, interrompidos pelo Uber buzinando pra avisar que chegou.

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