assim continua essa história com o vizinho negão
Espero que vocês curtam muito.
Desculpem a demora.
VALEU PELOS PONTOS
Chegamos na casa do Samuel, pra isso tive que aguentar um monte de apertão no trem, então dá pra dizer que cheguei bem tarada na casa do negão. Assim que me viu, ele mandou o corno começar por onde quisesse, de um jeito que parecia mais que ele queria ficar a sós comigo. E claro, resignado, o corno foi pro quintal, já sabia muito bem o que o Samuel ia fazer comigo, e eu também. Se tinha uma coisa que destacava meu corno era o esmero no trabalho e a obediência, que fazia ele se submeter à submissão. Assim a gente jogava o joguinho que tanto excitava eu e o Samuel. Adorava me entregar pra um estranho pelas costas do corno, e o Samuel tava adorando ser o alfa dominante. O Samuel tava muito tarado e não era nada suave comigo. Com o Joan foi parecido, embora minha frustração veio quando percebi que nenhum dos dois tinha a intenção de submeter meu marido e transformá-lo numa verdadeira putinha. No sábado, enquanto a gente tomava café da manhã, tivemos uma longa conversa onde o cuck me contou que tinha me espionado enquanto eu transava na casa dos dois. Ele não conseguia tirar da cabeça o jeito que me davam prazer, e essa era a razão de ele se masturbar o tempo todo.
Flor, e quando você bate uma, em que pensa, bebê?
Como assim, é o que eu tô pensando?
Flor, e aí, o que passa pela sua cabeça?
Me cruza a vontade de ser você, não sei por que, mas não consigo evitar me sentir você, me imagino que sou eu a vítima do negão, sou eu que o negão tá comendo, que enfia a porra do pauzão dele no meu cu, isso me faz gozar, é, já sei, são só umas gotinhas pra você comparado com o que o negão goza, nem pra isso sirvo, desculpa, amor
Flor, você é um filho da puta, não sabe como me deixou com tesão, queria ser você, amanhã só se deixa levar, o Jamal vai realizar seu sonho e vai te fazer sentir o que eu sinto, amor.
É que eu não quero ser um puto, essa é a questão, quero manter isso só na minha cabeça, cê consegue entender isso?
Flor, e sério, você não ia querer realizar isso nem que fosse uma vez só, igual quando você era um cara?
Sim, claro que eu adoraria, mas tenho pânico de te perder, bebê.
Flor, como você me perderia? Isso nunca ia acontecer, amor, já te falei, tudo isso me deixa muito excitado, agora entendo o seu velho.
Qual é a do meu velho?
Flor com teu velho, com teu primo, com teu amigo, com todos eles, bebê, tu nunca percebeu, mas todos eles sempre quiseram me comer e teus tios nem te conto, nenhum deles entende como o promíscuo da família tá comigo, com certeza pensam que eu sou mais piranha que tu.
Mas você não comeu eles, não, bebê?
Flor, até agora não, meu amor, mas vou comer todos, céu, começando pelo seu velho. Eu já sei que seu velho não me engole, mas talvez, se deixar ele me comer, eu consiga tirar mais grana dele do que do Jamal.
Claro, amor, com certeza, minha vida, mas aí você vai ser a putinha dele, a putinha.
Flor, por acaso agora eu não sou a puta do Jamal Love? Sabe o que rola, minha vida, essa parada de ser uma puta barata já não me agrada mais. Prefiro ser a puta do seu velho e tirar muito mais grana dele. O que você acha disso tudo?
Sim, minha vida, como você quiser, amorzinho. Então amanhã a gente faz o quê? Vamos na casa do Jamal?
Flor, meu amor, mas é melhor tu ir sozinho, bebê. Diz pro Jamal que eu tô passando mal. Ou melhor, nem vai, vamos na casa do teu pai. Deixa eu dar uma paquerada nele e ver no que dá.
Não, bebê, amanhã vamos dar um rolé, mas vamos nós dois.
Flor, sabe o que acontece, minha vida? Se a gente for os dois, o Jamal vai me pegar de jeito, e a real é que já aguentei muita pica essa semana. Se eu for com você, vai ter que me ajudar.
Sim, minha vida, juro que eu te ajudo, bebê.
Flor, então você vai se deixar comer? Ah, como você me deixa feliz, finalmente o Jamal vai ser nosso macho, vamos que vou te preparar, se você vai perder, tem que perder com honra.
Coloquei ele no quarto, tirei a roupa dele e depilei, assim fui afeminando ele, mas nunca consegui fazer ele parecer viado, isso me encantava, não vê-lo como viado, mas sim como um homem vencido, domado por um verdadeiro macho. Então, naquele domingo, realizei nosso desejo e fomos até o Jamal, que não tinha trabalho pro corno. Mal entramos, descaradamente na frente da minha vítima, dei um abraço e um beijo de língua no Jamal, que nem perdeu tempo e acariciou minhas nádegas, levantando minha saia e deixando elas no ar, enquanto o corno olhava espantado.
Jamal, é assim que eu gosto. Você trouxe a sua mulher pra mim, mas vai ter que fazer muito mais. Quando eu terminar com ela, cuido de você. Naquele momento, eu soube que tinha virado escravo dele. As mãos dele apertaram com mais força minhas bolas, que morriam de vontade de explodir, coisa que meu amo não permitia. Foi aí que o Jamal tirou o pau enorme dele de dentro de mim e mandou eu limpar. Minha cara dizia tudo, o nojo que eu sentia era insuportável, mas eu fiz até deixar impecável. E como se fosse um prêmio, recebi o mijo dele no meio das risadas da minha esposa e do meu novo macho. Me deixaram sozinho, largado no chão, onde eu me contorcia, mesmo sentindo algo lindo pra mim naquele momento: a porra do meu macho escorrendo devagar pelo meu cu. Aquela porra nojenta, mas que eu agora desejava tanto que morria pra saborear. De certa forma, era meu prêmio. E assim que pude, tomei tudo enquanto ouvia os gemidos que vinham do quarto do Jamal. Eram os gemidos da minha esposa e do novo macho dela. Sabia que era patético, mas eu curtia tanto aquilo que, ali no chão, bati duas punhetas e, pra não deixar rastros, acabei bebendo minha própria porra do chão. Não sei quanto tempo eles ficaram gozando. Esse tempo me fez torturar pensando em como fui derrotado. Menti pra mim mesmo, dizendo que nunca mais ia acontecer. Eu, melhor que ninguém, sabia que não era assim, que apesar de tudo, era impossível pra mim evitar que se repetisse.
Espero que vocês curtam muito.
Desculpem a demora.
VALEU PELOS PONTOS
Chegamos na casa do Samuel, pra isso tive que aguentar um monte de apertão no trem, então dá pra dizer que cheguei bem tarada na casa do negão. Assim que me viu, ele mandou o corno começar por onde quisesse, de um jeito que parecia mais que ele queria ficar a sós comigo. E claro, resignado, o corno foi pro quintal, já sabia muito bem o que o Samuel ia fazer comigo, e eu também. Se tinha uma coisa que destacava meu corno era o esmero no trabalho e a obediência, que fazia ele se submeter à submissão. Assim a gente jogava o joguinho que tanto excitava eu e o Samuel. Adorava me entregar pra um estranho pelas costas do corno, e o Samuel tava adorando ser o alfa dominante. O Samuel tava muito tarado e não era nada suave comigo. Com o Joan foi parecido, embora minha frustração veio quando percebi que nenhum dos dois tinha a intenção de submeter meu marido e transformá-lo numa verdadeira putinha. No sábado, enquanto a gente tomava café da manhã, tivemos uma longa conversa onde o cuck me contou que tinha me espionado enquanto eu transava na casa dos dois. Ele não conseguia tirar da cabeça o jeito que me davam prazer, e essa era a razão de ele se masturbar o tempo todo.
Flor, e quando você bate uma, em que pensa, bebê?
Como assim, é o que eu tô pensando?
Flor, e aí, o que passa pela sua cabeça?
Me cruza a vontade de ser você, não sei por que, mas não consigo evitar me sentir você, me imagino que sou eu a vítima do negão, sou eu que o negão tá comendo, que enfia a porra do pauzão dele no meu cu, isso me faz gozar, é, já sei, são só umas gotinhas pra você comparado com o que o negão goza, nem pra isso sirvo, desculpa, amor
Flor, você é um filho da puta, não sabe como me deixou com tesão, queria ser você, amanhã só se deixa levar, o Jamal vai realizar seu sonho e vai te fazer sentir o que eu sinto, amor.
É que eu não quero ser um puto, essa é a questão, quero manter isso só na minha cabeça, cê consegue entender isso?
Flor, e sério, você não ia querer realizar isso nem que fosse uma vez só, igual quando você era um cara?
Sim, claro que eu adoraria, mas tenho pânico de te perder, bebê.
Flor, como você me perderia? Isso nunca ia acontecer, amor, já te falei, tudo isso me deixa muito excitado, agora entendo o seu velho.
Qual é a do meu velho?
Flor com teu velho, com teu primo, com teu amigo, com todos eles, bebê, tu nunca percebeu, mas todos eles sempre quiseram me comer e teus tios nem te conto, nenhum deles entende como o promíscuo da família tá comigo, com certeza pensam que eu sou mais piranha que tu.
Mas você não comeu eles, não, bebê?
Flor, até agora não, meu amor, mas vou comer todos, céu, começando pelo seu velho. Eu já sei que seu velho não me engole, mas talvez, se deixar ele me comer, eu consiga tirar mais grana dele do que do Jamal.
Claro, amor, com certeza, minha vida, mas aí você vai ser a putinha dele, a putinha.
Flor, por acaso agora eu não sou a puta do Jamal Love? Sabe o que rola, minha vida, essa parada de ser uma puta barata já não me agrada mais. Prefiro ser a puta do seu velho e tirar muito mais grana dele. O que você acha disso tudo?
Sim, minha vida, como você quiser, amorzinho. Então amanhã a gente faz o quê? Vamos na casa do Jamal?
Flor, meu amor, mas é melhor tu ir sozinho, bebê. Diz pro Jamal que eu tô passando mal. Ou melhor, nem vai, vamos na casa do teu pai. Deixa eu dar uma paquerada nele e ver no que dá.
Não, bebê, amanhã vamos dar um rolé, mas vamos nós dois.
Flor, sabe o que acontece, minha vida? Se a gente for os dois, o Jamal vai me pegar de jeito, e a real é que já aguentei muita pica essa semana. Se eu for com você, vai ter que me ajudar.
Sim, minha vida, juro que eu te ajudo, bebê.
Flor, então você vai se deixar comer? Ah, como você me deixa feliz, finalmente o Jamal vai ser nosso macho, vamos que vou te preparar, se você vai perder, tem que perder com honra.
Coloquei ele no quarto, tirei a roupa dele e depilei, assim fui afeminando ele, mas nunca consegui fazer ele parecer viado, isso me encantava, não vê-lo como viado, mas sim como um homem vencido, domado por um verdadeiro macho. Então, naquele domingo, realizei nosso desejo e fomos até o Jamal, que não tinha trabalho pro corno. Mal entramos, descaradamente na frente da minha vítima, dei um abraço e um beijo de língua no Jamal, que nem perdeu tempo e acariciou minhas nádegas, levantando minha saia e deixando elas no ar, enquanto o corno olhava espantado.
Jamal, é assim que eu gosto. Você trouxe a sua mulher pra mim, mas vai ter que fazer muito mais. Quando eu terminar com ela, cuido de você. Naquele momento, eu soube que tinha virado escravo dele. As mãos dele apertaram com mais força minhas bolas, que morriam de vontade de explodir, coisa que meu amo não permitia. Foi aí que o Jamal tirou o pau enorme dele de dentro de mim e mandou eu limpar. Minha cara dizia tudo, o nojo que eu sentia era insuportável, mas eu fiz até deixar impecável. E como se fosse um prêmio, recebi o mijo dele no meio das risadas da minha esposa e do meu novo macho. Me deixaram sozinho, largado no chão, onde eu me contorcia, mesmo sentindo algo lindo pra mim naquele momento: a porra do meu macho escorrendo devagar pelo meu cu. Aquela porra nojenta, mas que eu agora desejava tanto que morria pra saborear. De certa forma, era meu prêmio. E assim que pude, tomei tudo enquanto ouvia os gemidos que vinham do quarto do Jamal. Eram os gemidos da minha esposa e do novo macho dela. Sabia que era patético, mas eu curtia tanto aquilo que, ali no chão, bati duas punhetas e, pra não deixar rastros, acabei bebendo minha própria porra do chão. Não sei quanto tempo eles ficaram gozando. Esse tempo me fez torturar pensando em como fui derrotado. Menti pra mim mesmo, dizendo que nunca mais ia acontecer. Eu, melhor que ninguém, sabia que não era assim, que apesar de tudo, era impossível pra mim evitar que se repetisse.
3 comentários - Meu vizinho negro me faz de corno
GRACIAS X COMENTAR