Milf gostosa do quiosque

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Deitei de pernas abertas, ela passou as pernas por baixo das minhas, de costas pra mim, pegou meu pau e colocou de novo no cuzinho dela. Que puta gostosa. Sentou um pouco e tirou de novo; tinha secado. Cuspiu na mão e passou no meu pau, como se tivesse batendo uma punheta pra mim. Devagar, entrou de novo. Lá de baixo, bem enfiado, ela se mexia até em cima, tirando o pau inteiro e deixando só a cabeça no cu dela. Começou a pular, a bunda dela batendo em mim, e com as duas mãos ela puxava o cabelo pra trás, pra eu ver como as costas dela eram sexy. Olhava por cima do ombro, sorrindo e fazendo caretas — mordendo o lábio, mandando beijos, abrindo a boca e mostrando a língua. Soltava gemidos sem tirar os olhos dos meus. Eu só pensava em não gozar. Depois de um tempo, ela começou a se tocar no clitóris com uma mão e com a outra se agarrava num dos meus joelhos. Meu pau tava no fundo do cu dela, e só se mexia em círculos ou pra frente e pra trás. Ela ficou bem enfiada, queria gozar. Eu: — Não aguento mais, vou gozar. Ela: — Não, não por por favor, ainda não goza, tô perto. Eu: Não consigo, não aguento mais. L: Não seja filho da puta, só mais um pouquinho. Minhas pernas travaram e a bunda dela recebia fundo nas entranhas os jatos de porra. Ela falou com dificuldade, a voz falhando. L: Você gozou, filho da puta, pedi pra não fazer isso. Eu: Vai, puta, continua, que eu ainda tô com o pau durasso. E dei um tapa na bunda dela. L: Ai sim, gatinho, você me deixou bem empalada. Eu: Tá sentindo minha porra na sua bunda? L: Ai sim, meu amor, encheu minha bunda de porra, tá bem quente, do jeito que eu gosto. Ela se tocava bem forte e rápido, se apertava os peitos com a outra mão. Eu: Olha que puta que você é, vai gozar com meu pau na bunda. L: Muito puta, sou sua puta, gatinho. Eu: Olha o gatinho como enche seu cu de porra. L: Ai sim, sua porra queima, queima minha bunda, seu leite... Ela tremeu um pouco, fechou as pernas e baixou a cabeça enquanto chegava ao orgasmo, segundos depois levantou o quadril segurando meu pau pra tirar do cu, escorrendo, e só se deixou cair pra frente. Terminamos exaustos, mais do que imaginávamos, e dormimos assim, meio que se abraçando. Mais tarde, acordei ela e, meio que arrastando, coloquei ela do meu lado, com a cabeça no meu peito. No dia seguinte, não tínhamos mais muitas horas, porque depois do meio-dia o "C", o marido dela, viria buscá-la. Ouvi o chuveiro no fundo do meu sonho, estendi um braço sem abrir os olhos, ela não estava na cama, mas continuei dormindo. Senti passos no colchão e depois perto do meu rosto, uma mão apoiada na minha testa enquanto ouvia um "Bom dia, bebê, hora do café". Abri um pouco os olhos e ela tinha a vagina a centímetros da minha boca, com a calcinha fio dental puxada pra o lado. Não deu tempo de responder, ela encostou os lábios dela nos meus. Passei a língua uma vez e, como num passe de mágica, a flor dela se abriu, o néctar inundou minha boca, chupei um pouco e via bem de perto como o clitóris dela aparecia, ficando cada vez mais duro, acariciei um pouco. Com uma mão apoiada no meu peito e com a outra segurou bruscamente meus cabelos. "Abre a boca e põe a língua pra fora" ordenou. E começou a se mover pra frente e pra trás, passando do clitóris até o cu em cada movimento, os sabores se misturando na minha boca. Ela se virou e olhou pra minha pica dura, pronta pro que precisasse. Se ajoelhou na frente dela e começou a chupar, mais como preparando pra sentar do que pra me dar prazer, peguei a calcinha fio dental dela e puxei, enfiando no fundo do cu dela, tirei uma foto e ela sorriu. Quando viu que tava pronta e toda babada, subiu, cavalgando devagar mas fazendo movimentos pra minha pica tocar todas as paredes internas dela. Ela gemia e mordia um pouco meu peito, respirava ofegante, os lábios e a língua também passeavam pelo meu peito e de vez em quando encostava a testa na minha, a gente se falava, coisas sujas mas com um certo carinho. Eu: Vai sentir falta dessa pica quando for embora, né? L: Muita, mas de você também, neném. Eu: Vai, me come e não para, que delícia que você tá. L: Gostou da foto que tirou de mim? Pra que você quer? Eu: Pra bater uma, até poder ter você. L: Vou sentir sua falta, se quiser a gente pode trocar umas fotos quando eu for embora, pra sentir menos falta. Eu: Adoraria, vai ser minha putinha a distância? L: Eu sempre vou ser sua putinha, não importa onde eu esteja. Eu: Quero que goze toda na minha pica, vai. Ela se moveu cada vez mais forte, mas a velocidade não aumentou, minhas mãos na bunda dela faziam querer que eu tocasse o cu, num momento um dos meus dedos acariciou ele, enquanto ela me beijava. L: Faz isso, vai, eu também quero. Aproximei um dedo da boca dela e quando tirei tava completamente molhado, ela parou um segundo e meu dedo entrou no cu dela. L: Hmm agora sim, que delícia. A cama rangia enquanto ela me montava apertando os dentes, apoiando uma mão na minha cara sem o menor cuidado. O dedo no cu acordou a fera, mas durou pouco porque um minuto depois ela começou a gozar, eu não tinha conseguido e ela tinha ficado. Super sensível pra continuar do mesmo jeito, então uso a boca dela pra limpar os sucos, me dar prazer e oferecer um lugar pra depositar meu gozo, que não demora a chegar. Passo ela de um lado pro outro, saboreio como se fosse a última vez e engulo tudo, sem deixar vestígio. Tomamos café, almoçamos, e chegou a mensagem que nenhum de nós queria que chegasse: a do marido, que em pouco tempo viria buscá-la. Ninguém falava nada enquanto ela guardava as coisas e me ajudava a arrumar um pouco a casa. Minutos depois, a buzina tocou. Nós dois conhecíamos aquele som. Não precisou falar, nossos olhares diziam tudo. Nos beijamos. Não dissemos, mas sabíamos que íamos sentir falta um do outro. Nos entendíamos. Acenei sem vontade pro marido, levantando só a palma da mão. Vi ela subir no carro já em movimento, e me virei pra abrir a porta, mas ouvi um “Espera”...

4 comentários - Milf gostosa do quiosque

noooooooooooooooo. me quedo la leche en la puta de la pija con ese "espera"