AMIGOS, TÔ TENTANDO MESMO COLOCAR AS FOTOS NOS COMENTÁRIOS COMO SEMPRE, MAS NÃO TÁ DEIXANDO. TAMBÉM NÃO CONSIGO LER OS DE VOCÊS. SE ALGUÉM QUISER FALAR COMIGO PELO CHAT, TÔ DE BRAÇOS ABERTOS. ALÉM DISSO, PROMETO POSTAR AS FOTOS ASSIM QUE O SITE DEIXAR! VALEU POR LER E DESCULPA! Ao entrar no quarto, ela já tava me esperando exatamente como pedi: de fio dental e de quatro, com a bunda virada pra porta, pra eu não perder tempo comendo aquela putinha gostosa. Me abaixei e chupei o cu dela um tempinho, não pra não doer na hora de meter o pau, mas porque ela tem um cuzinho delicioso—sentir o cheiro e o gosto era afrodisíaco pra mim. Puxei o fio dental de lado, apoiei a cabeça na entrada e, sem mais, enfiei tudo. Agarrei os cabelos dela e com uma mão dava tapas na bunda; ela gemia e gritava, mas não mexia o corpo—pelo contrário, empinava mais a bunda, sabendo que tinha que aguentar minhas estocadas. Depois de um tempão, cansei e chegou a vez dela. Deitei de pernas abertas, ela passou as pernas por baixo das minhas, de costas pra mim, pegou meu pau e colocou de novo na buceta dela. Que puta gostosa. Sentou um pouco e tirou de novo—tinha secado. Cuspiu na mão e passou no meu pau, como se tivesse batendo uma. Aos poucos, entrou de novo. Lá de baixo, bem enfiado, ela se mexia até em cima, tirando o pau inteiro e deixando só a cabeça no cu dela. Começou a pular, as nádegas batendo em mim, e com as duas mãos ela puxava o cabelo pra trás, pra eu ver como as costas dela eram sexy. Olhava por cima do ombro, sorrindo e fazendo caretas—mordendo o lábio, mandando beijos, abrindo a boca e mostrando a língua. Soltava gemidos sem tirar os olhos dos meus, e eu só pensava em não gozar. Depois de um tempo, ela começou a se tocar no clitóris com uma mão e com a outra se agarrava no meu joelho. Meu pau tava no fundo do cu dela, só se movendo em círculos ou pra frente e pra trás. Ela ficou bem enfiada, queria gozar. Eu: "Não aguento mais, vou gozar." Ela: "Não, não por... por favor, ainda não gozei, tô perto. Eu: Não consigo, não aguento mais. L: Não seja filho da puta, só mais um pouquinho. Minhas pernas travaram e a bunda dela recebia no fundo das entranhas os jatos de porra. Ela falou com dificuldade, a voz falhando. L: Você gozou, filho da puta, te pedi pra não fazer isso. Eu: Vai, puta, continua, que eu ainda tô com o pau durasso. E dei um tapa na bunda dela. L: Ai sim, gatinho, você me deixou bem empalada. Eu: Tá sentindo minha porra na sua bunda? L: Ai sim, meu amor, encheu minha bunda de porra, tá bem quente, do jeito que eu gosto. Ela se tocava bem forte e rápido, apertando os peitos com a outra mão. Eu: Olha que puta que você é, vai gozar com meu pau na sua bunda. L: Muito puta, sou sua puta, gatinho. Eu: Olha o gatinho enchendo seu cu de porra. L: Ai sim, sua porra queima, queima minha bunda seu leite... Ela tremeu um pouco, fechou as pernas e abaixou a cabeça enquanto chegava ao orgasmo, segundos depois levantou o quadril segurando meu pau pra tirar do cu, escorrendo, e só se deixou cair pra frente. Terminamos exaustos, mais do que imaginávamos, e dormimos assim, meio que abraçados. Mais tarde, acordei ela e, meio que arrastando, coloquei ela do meu lado, com a cabeça no meu peito. No outro dia, já não tínhamos muitas horas, porque depois do meio-dia o "C", o marido dela, viria buscá-la. Ouvi o chuveiro no fundo do meu sono, estendi o braço sem abrir os olhos, ela não estava na cama, mas continuei dormindo. Senti passos no colchão e depois perto do meu rosto, uma mão apoiada na minha testa enquanto ouvia um "Bom dia, bebê, hora do café". Abri um pouco os olhos e ela tinha a vagina a centímetros da minha boca, com a calcinha puxada. Não deu tempo de responder, ela encostou os lábios dela nos meus. Passei a língua uma vez e, como num passe de mágica, a flor dela se abriu, o néctar inundou minha boca, chupei um pouco e via bem de perto o clitóris dela aparecendo, cada vez mais duro, acariciei um pouco. Com uma mão apoiada no meu peito e com a Outra segurou meus cabelos com força. "Abre a boca e põe a língua pra fora", ordenou. E começou a se mover pra frente e pra trás, passando do clitóris até o cu em cada movimento, os sabores se misturando na minha boca. Ela se virou e olhou pro meu pau durasso, pronto pro que precisasse. Se ajoelhou na frente dele e começou a chupar, mais como preparando pra sentar do que pra me dar prazer. Peguei a calcinha fio dental dela e puxei, enfiando no fundo do cu dela, tirei uma foto e ela sorriu. Quando viu que tava pronto e todo babado, ela subiu, cavalgando devagar mas fazendo movimentos pro meu pau tocar todas as paredes lá dentro. Ela gemia e mordia um pouco meu peito, respirava ofegante, os lábios e a língua também passeavam pelo meu peito e de vez em quando encostava a testa na minha, a gente se falava, coisas sujas mas com um certo carinho. Eu: Vai sentir falta dessa pica quando for embora, né? L: Muita, mas de você também, gato. Eu: Então me come e não para, que delícia você tá. L: Gostou da foto que você tirou? Pra que você quer? Eu: Pra bater uma, até poder ter você de novo. L: Vou sentir sua falta, se quiser a gente pode trocar umas fotos quando eu for, pra sentir menos falta. Eu: Adoraria, vai ser minha putinha a distância? L: Eu sempre vou ser sua putinha, não importa onde eu esteja. Eu: Quero que você goze toda na minha pica, vai. Ela se moveu cada vez mais forte, mas a velocidade não aumentou, minhas mãos na bunda dela faziam questão de que eu tocasse o cu dela, num momento um dos meus dedos acariciou ele, enquanto ela me beijava. L: Faz isso, vai, eu também quero. Aproximei um dedo da boca dela e quando tirei tava completamente molhado, ela parou um segundo e meu dedo entrou no cu dela. L: Hmm agora sim, que delícia. A cama rangia enquanto ela me montava, apertando os dentes, apoiando uma mão na minha cara sem o menor cuidado. O dedo no cu acordou a fera, mas durou pouco porque um minuto depois ela começou a gozar, eu não tinha conseguido e ela tinha ficado. Super sensível pra continuar do mesmo jeito, então uso a boca dela pra limpar os sucos, me dar prazer e oferecer um lugar pra depositar meu gozo, que não demora a chegar. Passo ela de um lado pro outro, saboreio como se fosse a última vez e engulo tudo, sem deixar vestígio. Tomamos café, almoçamos e chegou a mensagem que nenhum de nós queria que chegasse, a do marido que daqui a pouco viria buscá-la. Ninguém falava nada enquanto ela guardava as coisas e me ajudava a arrumar um pouco a casa. Minutos depois, a buzina tocou, nós dois conhecíamos aquele som. Não precisou falar, nossos olhares diziam tudo. Nos beijamos, não dissemos nada, mas sabíamos que íamos sentir falta um do outro, a gente se entendia. Acenei pro marido sem vontade, levantando só a palma da mão. Vi ela subir no carro já em movimento, e me virei pra abrir a porta, mas ouvi um “Espera”...
4 comentários - Milf gostosa da banca 20