Já estávamos há uns anos juntos e as coisas estavam ficando cada vez mais intensas. Daniela continuava sendo aquela garota responsável que estudava fisioterapia, mas comigo ela começava a soltar o lado mais selvagem, aquele que fazia ela ficar molhada só de pensar. Um dia, na minha casa, convidei meu amigo Ramiro sem avisar ela. Era um daqueles de confiança, dos que já tinham visto um pouco de putaria na reunião anterior, e eu sabia que o cara não ia segurar a vontade de olhar pra ela com cara de fome. Daniela chegou pouco depois, sem saber que tinha mais alguém. Cumprimentei ela no corredor com um beijo longo e profundo, enquanto apertava a bunda dela com força por cima da calça, enfiando os dedos entre as nádegas pra sentir como ela se tensionava. Ela se assustou um pouco, ficou tensa, mas correspondeu ao beijo com um gemido abafado, como se já estivesse imaginando o que viria depois. Quando entramos na sala, ela viu o Ramiro sentado no sofá e se desorientou completamente. Ficou vermelha, disfarçando um sorriso nervoso, e perguntou: "Você não me disse que tava sozinho?". Mas logo se integrou na conversa como se nada, perguntando como o Ramiro tava e se oferecendo pra trazer algo pra beber, se movendo com aquele rebolado que fazia a bunda dela se destacar por baixo da calça. Daniela era do tipo que gosta de ser prestativa, então se dispôs a nos atender: pegou cervejas da geladeira, serviu com um sorriso safado, se inclinando um pouco mais do que o necessário pra deixar o decote aparecer, e sentou um tempo com a gente antes de voltar pra cozinha pegar mais. As cervejas foram descendo uma atrás da outra, e ela nos acompanhava de vez em quando, bebendo o suficiente pra ficar alegre e solta, com as bochechas coradas e os olhos brilhando daquele jeito que dizia "tô pronta pra qualquer coisa". Eu resolvi arriscar. Nunca pensei em dividir ela de verdade, mas a putaria de expor ela tava martelando na minha cabeça, imaginando como seria a sensação de saber que outro cara tava devorando ela com o olhar. através das fotos dela. Peguei meu celular e procurei as fotos que ela tinha me mandado antes. Comecei com uma de lingerie preta, posando no espelho do quarto dela, com as curvas marcadas, as pernas levemente abertas e uma mão cobrindo o peito de forma brincalhona, mas deixando os bicos aparecendo contra o tecido. Ampliei pra aparecer só da boca pra baixo, escondendo os olhos. Mostrei pro Ramiro e falei: "Olha essa de uma mina que eu tô comendo... uma puta de primeira, vê como ela posa, com essa calcinha fio dental apertada enfiada entre os lábios dela, como se tivesse pedindo pra arrancar". Ele se aproximou, impressionado: "Porra, que peitão gostoso... dá pra ver que ela sabe provocar, com essa pose tão safada, como se tivesse pronta pra ser macetada contra o espelho". Depois passei pra outra na praia, com um biquíni minúsculo que mal cobria a bunda dela, o sol iluminando a pele morena, a água escorrendo pelo corpo e um sorriso maroto pra câmera, como se tivesse convidando pra tocar, pra lamber cada gota. "Olha essa, na praia... que rabo redondo e durinho, perfeito pra dar umas palmadas". Ramiro elogiou: "Que delícia, com essa calcinha enfiada no meio da bunda... dá pra ver que é uma exibicionista gostosa, daquelas que se molham só de serem olhadas". A terceira foi uma quase mostrando os peitos: topless com as mãos cobrindo só de leve, o sutiã jogado do lado, os bicos aparecendo um pouco entre os dedos, olhar tímido mas com um brilho de tesão que gritava "vem chupar". "E essa... quase mostra tudo, olha como ela se tapa mas deixa ver o suficiente pra te deixar duro". Ele disse: "Perfeitos pra apertar e chupar... que sorte, filho da puta, essa puta sabe como excitar, aposto que ela se toca pensando nisso". Daniela tava na cozinha, mas ouviu alguma coisa e ficou curiosa. Chegou disfarçando e perguntou: "O que vocês tão vendo tão entretidos?". Eu falei: "Nada, só umas fotos". Deixei o celular com o Ramiro e fui até ela na cozinha. Baixinho, falei confessei: "Na real, tô mostrando fotos de uma puta pra ele". Ela se assustou e ficou puta: "Ah, não! São minhas fotos?". Falei: "Sim, gata, mas fica tranquila, estão ampliadas sem o rosto... ele não vai desconfiar que é você". Ela ficou nervosa, reclamando: "Cê é louco, Germán... se ele perceber...". Mas acalmei ela com um beijo e um afago na bunda, enfiando os dedos por dentro da calça dela pra roçar a calcinha fio dental molhada, dizendo que era só uma brincadeira e que me dava tesão ver ela assim exposta, feito uma puta em vitrine. Ela ardeu de vergonha, mas disfarçou e voltou pra sala como se nada, apesar das bochechas vermelhas e da respiração ofegante entregarem tudo, como se o tesão tivesse queimando ela por dentro. Enquanto isso, Ramiro continuava elogiando as fotos em voz baixa: "Que curvas gostosas... parece ser uma rabuda que sabe posar, daquelas que abrem as pernas por atenção". Daniela ouvia tudo de perto, fingindo que servia mais cerveja, mas por dentro ardia de vergonha e um pouco de excitação, mordendo o lábio enquanto imaginava o que ele diria se soubesse que era ela. Por causa do calor do dia que a noite não conseguia apagar, Daniela resolveu tomar um banho rápido. Saiu vestindo uma blusa de alcinha que deixava um baita decote à mostra, com um sutiã de tecido fino que mal segurava os peitos dela, deixando os bicos bem marcados contra o pano, durinhos e provocantes, e um short curto que realçava a bunda, subindo entre as nádegas a cada passo. Ramiro e eu não conseguimos evitar de olhar, devorando ela com os olhos, e ela percebeu, ficando mais nervosa, mas continuou servindo como se nada, se inclinando pra encher os copos e deixando o decote se abrir mais, mostrando como os bicos empurravam o tecido. A noite se esticou. Continuamos bebendo, e já com o álcool na cabeça, colocamos música. Dançamos uns vallenatos, e Daniela dançou dois com Ramiro, colados demais pro meu gosto: ele segurava ela pela cintura, enfiando as mãos lá embaixo pra roçar a bunda dela, e ela abraçava ele pelo pescoço, rindo e falando baixinho enquanto se moviam no ritmo, os corpos se roçando a cada passo, os quadris se chocando como se estivessem transando com roupa. Estavam abraçados, então riam de besteiras, comentando a música ou lembranças de festas passadas, tipo "essa me lembra quando a gente dançava na praia... lembra como a gente se divertia?". Num momento, ele chegou mais perto e beijou o pescoço dela devagar, subindo até a orelha, mordiscando de leve enquanto sussurrava putarias tipo "você tá tão gostosa que me dá vontade de te comer aqui mesmo", o que fez ela soltar uma risada bêbada. Ela se afastou um pouco, dando um olhar surpreso e brincalhão, com os olhos brilhando de tesão. Aí, Ramiro tentou beijar ela na boca, mas ela virou o rosto rápido e deu a bochecha, rindo de novo enquanto ele, sem desistir, descia de volta pro pescoço, beijando com mais força, lambendo a pele dela enquanto ela fechava os olhos por um instante e abraçava ele mais forte, gemendo baixinho como se o álcool fizesse ela aproveitar o momento, sentindo o hálito quente dele. Ela parou ele antes que chegasse perto da boca dela de novo, falando baixinho: "Ei, não... o Germán tá aqui", mas sem muita vontade de que ele parasse de verdade, como se o álcool tivesse feito ela ceder um pouco, ficando molhadinha entre as pernas. Ramiro, já bêbado, parou na hora, ela parou de dançar e se afastou, mas Ramiro pegou ela pela mão e puxou de volta pra perto dele pra repetir o pedido de desculpas no ouvido: "Desculpa, é que você é tão gostosa... mas tudo bem, mesmo que eu esteja morrendo de vontade de te provar". Daniela colocou um dedo na boca dele e falou "calma", com uma risada bêbada, se afastando mas sem ficar brava de verdade, com os olhos brilhando de desejo reprimido. Já bêbados, sentamos na mesa pra beber e conversar; a conversa ficou quente. Falávamos de coisas íntimas, tipo o tamanho do pau. Ramiro perguntou na cara dura pra Daniela: "Grosso ou comprido?". Ela, já soltinha e claramente bêbada, Ela mediu com o braço o tamanho que gostava, rindo de vergonha: "Assim... comprido e grosso, igual ao do meu namorado... adoro sentir ele todinho dentro, me preenchendo". E completou, com a voz pastosa por causa da bebida: "A mulher que disser que não gosta de sentir é mentirosa, todas nós molhamos com uma pica grande que faça a gente gritar!". Ramiro riu e disse: "Uiiii Daniela", mas ela respondeu: "Vamos largar de frescura, já somos adultos. Vocês gostam de meter e a gente gosta de tomar até o fundo hahaha, né, love?". Ela olhou pra mim, e eu confirmei, enquanto acariciava as pernas e a bunda dela sem vergonha mas sem esconder, apertando um pouco a coxa dela debaixo da mesa, enfiando os dedos perto da boceta pra sentir como ela ficava molhada, o que fez ela rir mais e ficar vermelha. Depois a gente falou de fantasias: eu contei uma sobre sexo em público, descrevendo detalhes tipo "imagina transar num carro com a porta aberta, te verem gemer enquanto te enfio contra o banco". Daniela completou, entre risadas: "Tenho medo, mas também gosto da ideia... o risco me deixa nervosa mas me molha tanto, me faz imaginar coisas proibidas, tipo o perigo de alguém nos observar", olhando pro Ramiro com malícia e mordendo o lábio, cruzando as pernas pra apertar o clitóris. E Daniela acrescentou: "Por exemplo, alguns querem comer a mulher dos amigos hahaha". Ramiro entendeu a indireta, ficou vermelho e pediu desculpas pra nós dois: "Ei, desculpa se passei do ponto...". Mas Daniela calou ele como da outra vez, colocando um dedo na boca dele: "É brincadeira, relaxa, já tô bêbada hahaha", e riu, aliviando a tensão mas deixando o tesão no ar, como se estivesse tentada. Ramiro contou uma história de um ménage casual, com detalhes picantes tipo "uma noite com duas minas, uma chupando enquanto a outra cavalgava... foi louco, os gemidos se misturavam e todo mundo acabou encharcado de suor e porra". Daniela ouvia atenta, perguntando detalhes com curiosidade: "E Como foi? Não teve ciúmes? Quem curtiu mais? Elas se beijavam ou se lambiam a buceta?". Ele disse pra ambos, colocando a mão no joelho da Daniela e apertando um pouco, subindo até a coxa dela: "Quando quiserem experimentar, me avisem... tô disponível pra tudo, seria um prazer entrar junto e te foder como você merece". Ela acariciou a mão dele, rindo: "Não cria expectativa, outro dia hahaha", e tirou a mão dele devagar, mas com um olhar safado que dizia "talvez". Eu completei: "O ménage é uma fantasia comum, mas tem que ter segurança... o que você acha, Daniela?". Ela disse: "Me intriga, mas me dá medo... embora com álcool, quem sabe, eu podia me deixar foder pelos dois", e todo mundo riu, com o clima carregado de tensão sexual, o ar cheirando a desejo. No fim da noite, já cansados, o Ramiro, bêbado, pediu pra dormir na sala. Eu e a Daniela fomos pro quarto e transamos com força, sabendo que ele provavelmente ouvia a gente pela porta fina: os gemidos dela, os barulhos da cama... não ligamos, pelo contrário, deixou tudo mais quente. No quarto, enquanto eu metia nela de papai e mamãe primeiro, enfiando fundo na buceta molhada dela, depois coloquei ela de quatro, socando forte por trás, agarrando a bunda dela e dando tapas até ficar vermelha, a gente falou das fotos. Eu falei: "Adorei te expor assim... o Ramiro ver o quanto você é puta, imaginando você com o pau duro por sua causa". Ela, ofegante: "Você é louco... espero que não aparecesse meu rosto". Eu respondi: "Você é minha puta e eu posso compartilhar suas fotos, mostrar como você se molha por atenção". Ela protestou entre gemidos: "Sou sua puta... não dos seus amigos... aiii, mais forte!". Depois cobrei ela sobre o beijo no pescoço: "E você... por que deixou ele beijar seu pescoço, safada?". Ela, já quente e alterada (tava claramente bêbada, com hálito de cerveja e olhos vidrados), respondeu: "Ah amor, você sabe que eu com álcool fico quente... ele tava com vontade... mas você tem que cuidar de mim, porque bêbada não respondo pelos meus atos, posso deixar qualquer um me foder", e ela riu kkk, arqueando as costas pra me receber mais fundo, se enfiando ela mesma no meu pau. Eu falei: "Por isso que aconteceu e pelo jeito que você respondeu, sem dúvida você é uma puta viciada". Ela gemeu: "Bom, com bebida pode ser que sim... mas só sua puta, me fode mais!". Mas eu quis brincar mais com ela, humilhá-la na bebedeira dela. Tirei de repente, deixando a buceta dela escorrendo e vazia, e falei: "Diz que adora meu pau, puta, ou não meto de novo". Ela, desesperada, quase gritando com voz rouca pelo álcool: "Eu adoro seu pau, Germán! Amo sua pica, é tão grossa e dura, me preenche como nenhuma outra!". Eu brinquei com ela, roçando a ponta nos lábios inchados dela sem entrar, torturando: "Fala mais alto, raposa, me convence". Daniela, bêbada e no limite, implorou: "Por favor, mete logo! Eu adoro seu pau, amo sua pica enorme, preciso dela dentro agora! Se não meter, vou procurar alguém que queira meter, tipo o Ramiro, que com certeza tá duro ouvindo a gente... me fode ou vou sair pra caçar pau!". A voz dela era um gemido desesperado, alto o bastante pro Ramiro ouvir da sala, e isso me deixou mais duro. Meti de uma vez, enfiando selvagemente enquanto ela gritava de prazer, gozando como uma puta no cio, os fluidos dela encharcando os lençóis. No dia seguinte, com a Daniela ainda em casa (ela tinha dormido lá), eu quis humilhá-la mais pra ela ficar ainda mais submissa e puta, quebrando as barreiras dela aos poucos. Quando ouvi a porta do quarto abrir, falei pro Ramiro esperar sem fazer barulho na sala, escondido num canto de onde pudesse ver tudo. Fui até a Daniela, que saiu vestida só com uma calcinha fio dental minúscula que se perdia entre as nádegas redondas dela e a mesma blusa de alcinha da noite anterior, mas sem sutiã, deixando os peitos só cobertos por um tecido fino. da blusa e marcando os mamilos. Ela perguntou pelo Ramiro: "E seu amigo? Já foi?". Eu menti: "Sim, foi cedo, estamos sozinhos, sua putinha". Abracei ela por trás, levando-a pra cozinha que ficava de frente pra sala, posicionando ela de costas pra não conseguir ver, mas o Ramiro ter vista perfeita da bunda dela exposta. Beijei o pescoço dela devagar, lambendo a pele salgada pelo suor da noite, subindo até as orelhas, mordiscando enquanto sussurrava: "Adorei te comer bêbada ontem à noite, ver você implorando por pica como uma cachorra desesperada". Ela, de ressaca mas ainda quente, suspirou: "Eu também gostei, amor... me deixa tão puta quando você joga assim". Mas antes de continuar, ficou séria por um momento: "Desculpa por tudo que falei ontem e pelo que rolou com seu amigo... eu nunca te trairia, foi por causa do álcool, amor, não sou assim". Eu acalmei ela: "Tá tudo bem, querida, sei que é minha... mas adoro te ver soltinha". Os beijos continuaram, cada vez mais intensos, e eu levantei a blusa dela devagar, deixando ver toda a bunda perfeita, o fio dental sumido entre as nádegas, como se estivesse pedindo pra ser comida por trás. Depois tirei tudo, jogando ela num móvel perto com um gesto despreocupado, deixando os peitos dela expostos, os mamilos duros pedindo pra serem chupados. Ramiro observava em silêncio, com os olhos grudados nela, provavelmente se tocando, e isso me excitava ainda mais. Abri minha calça, deixando minha pica aparecer dura, e Daniela, excitada apesar da ressaca, tirou ela toda, me masturbando com a mão macia mas firme, percorrendo toda a extensão do meu pau da base até a ponta, apertando com vontade enquanto me olhava com olhos cheios de tesão: "Mmm, adoro essa sua pica, amor... tão grossa e comprida, me faz ficar molhada só de tocar, sei que te excita eu falar isso". Os dedos dela subiam e desciam devagar, massageando as veias inchadas, fazendo gotas de pré-gozo saírem, e eu não tava nem aí pra nada. Ramiro me viu pelado, pelo contrário, o tesão de me expor assim me deixava mais duro. Ela continuou: "Agora me come, como a puta que você vive me chamando". Eu respondi: "Claro, minha puta viciada em pau". Ela riu: "No seu, haha", mas eu, pra humilhar ela, falei alto: "Pelo menos espera ele ir embora, Ramiro". Daniela se assustou, virou com os olhos arregalados de surpresa, misturando vergonha e raiva ao ver o Ramiro ali, olhando pra ela com um sorriso safado, devorando o corpo semi-nu dela. "Idiota, por que não falou nada!", gritou, sem saber se tava falando comigo ou com ele, ou com os dois, se cobrindo os peitos como podia com os braços, os biquinhos aparecendo entre os dedos, vermelha que nem um tomate. Ela se virou e correu pro quarto, batendo a porta com raiva, mas eu sabia que por dentro o tesão tinha deixado ela molhada, pronta pra ser ainda mais submissa na próxima vez. Quando tudo passou, Ramiro se despediu da Daniela pela porta: "Tchau, Daniela, desculpa, não falei nada porque fiquei com vergonha". Ela, ainda irritada mas se acalmando, respondeu: "Tchau Ramiro, sem problemas, a culpa é do idiota do Germán". Essa "menina boazinha" que estudava fisioterapia tava mudando rápido. Cada vez mais curtia o risco, a humilhação e se sentir usada como minha puta. Não só reclamava mais... agora aceitava e gozava com isso, se transformando na gostosa que sempre quis. Só pra quem chegou até o final, vou compartilhar algumas das imagens que mostrei pro Ramiro naquele dia. Mas pra vocês vão sem cortes 🔥🔥



1 comentários - Cap 5: Exibindo fotos pro amigo e noite de vallenatos