Toco meus pés, subi pelas pernas e cheguei na minha piroca, comecei a tocar nela me masturbando, era muito gostoso, as mãos dela macias e minha piroca ainda meio molhada e pegajosa por algum resto de porra que tinha ficado. Senti a língua dela e depois a boca gostosa dela, devagar e sem pressa, eu curtia em silêncio mas ainda não conseguia ver nada. Parece que é verdade que quando você não pode usar um dos sentidos, os outros ficam mais apurados. Aconteceu com o tato, que mesmo já tendo sentido o boquete foda que ela tava fazendo, a putaria de poder ver ela fazendo ia aumentar ainda mais, mas também aconteceu com a audição, cada lambida ou chupada eu ouvia como se fosse do lado do meu ouvido. Ela subiu em cima de mim como se fossemos fazer um 69 e o olfato também ficou mais aguçado, senti o cheiro da buceta dela, dava pra perceber que ela tava ficando cada vez mais molhada até que ela chegou perto da minha boca e eu pude confirmar o que sentia. Chupei como dava porque não conseguia me mexer praticamente, desesperado pra tentar que ela não se afastasse e que deixasse a buceta dela na minha boca o tempo todo, o cu dela também levou umas lambidas leves que eu consegui dar em algum movimento que ela fazia e me permitia chegar por uns segundos. Ela: Vou te usar, do mesmo jeito que você me usou ontem. Eu: Como? Ela: Você vai me satisfazer, é tudo que preciso de você, sua piroca dura à minha mercê. Eu sabia o que me esperava, ela ia se vingar do dia anterior. Eu tinha usado ela, usei o corpo dela do meu jeito sem nem me preocupar se ela gozava, no fundo era o jogo que a gente tinha combinado, mas quando você é quem domina, não faz ideia do tesão que o outro pode sentir, mas com certeza agora eu ia saber. Eu: Tenho muita porra pra te dar. Falei tentando ver se a coisa ia por aí. Ela: Que bom, guarda até eu pedir, nem antes, nem depois. Eu tava certo, era isso que ia rolar, agora eu virei só um brinquedo sexual dela, uma piroca pro prazer dela e nada mais. Ela: Já tá bem dura, mas não sei o que quero primeiro. Não consigo decidir. Eu: Do quê? L: Você já vai saber. Ela subiu em cima de mim e cavalgou forte, agarrada em mim e fazendo tanta força quanto possível pra enfiar minha pica o mais fundo que dava. Falava, mas nem era comigo, só palavras ou frases soltas no ar, que eu conseguia ouvir e que me deixavam mais e mais excitado. "Que pica boa" "Vou gozar toda" "Isso que eu precisava sempre, como pude ficar com aquele outro otário" "se me visse dando assim haha". Eu tava em silêncio, mas não pra ouvir tudo aquilo, e sim pra me concentrar e dar um jeito de que o que eu tava ouvindo e o que tava rolando não me fizesse gozar, tava sendo uma tarefa muito difícil. Por sorte pra mim, ela chegou ao clímax bem rápido, se continuasse só mais um minuto eu também teria gozado e o que ia acontecer não queria nem imaginar, ainda mais nessa situação de indefeso. Ouvi ela deitar do meu lado e dormir, literalmente não ligou pra nada, que tinha me deixado amarrado e de olhos vendados, mas era o que tinha me tocado, acho que do próprio silêncio e de ouvir ela dormir, me deu sono, e acabei dormindo junto com ela. Acordei de susto, ela começou a me punhetar bem forte, sentia dor mas também muita excitação, chupou minha pica deixando bem molhada. L: Agora sim vem o bom. Eu: O que você vai fazer? L: Vou arrebentar minha bunda, sozinha. Mas quero arrebentar de verdade, então aguenta. Ela subiu de costas pra mim, sei porque colocou as mãos nas minhas pernas e sentia os pés apoiados do lado do meu torso. Segundos depois, se movia pra cima e pra baixo, movimentos circulares e outros mexendo a cintura como se fosse uma onda. Eu: Deixa eu ver um pouco, por favor. L: Cala a boca. Eu: Qual é, só um pouco, por favor. L: Acha que merece? Eu: Tá bem comida ou não, sua puta? L: É verdade, como me excita você falar assim comigo. Levantou a venda me deixando ver como ela arrebentava a própria bunda. Eu: Como eu te daria uns bons tapas na bunda, puta, pra você ficar Doeu a bunda inteira. L: Assim?. Ela deu palmadas. Eu: Não, mais forte. Ela não parava de se mexer e gemir que nem uma puta pra falar comigo ou se bater. L: Assim? Eu: Mais forte e com as duas mãos. Que doa como a puta que você é. L: Assim?. Agora sim as palmadas soavam e a bunda dela ficava avermelhada. Eu: Sim, igual seu macho te bateria, como te deixaria marcada. Ela continuou pulando e se satisfazendo sozinha. Gozou de novo, mas dessa vez me xingando e com uns movimentos involuntários. Eu tinha a cabeça da pica na borda, minhas bolas doíam, precisava gozar de qualquer jeito, mas não podia. Respirei um pouco e ela relaxou, me soltou, mas me proibiu de me tocar e gozar. L: Vou tomar um banho..
4 comentários - Milf gostosa da banca 18