Viajo muito por causa do meu trabalho. Dessa vez fui convidada pra um país na Europa, e lá conheci um fã. Do jeito que eu gosto, ele veio todos os dias do evento, foi super gentil, me trazia várias coisas, inclusive o endereço de um hotel. No último dia, ele veio me buscar e fomos juntos. Nós dois sabíamos o que ia rolar, não tinha nada pra explicar — uma aventura na Europa. Eu, toda excitada, fui de mãos dadas com ele, como um casal normal. No táxi, ele enfiou a mão por baixo da minha saia e começou a tocar na minha buceta. Isso me deixou ainda mais quente enquanto a gente chegava no hotel.
No quarto do hotel, começamos nosso jogo de sedução. Na mesma hora, fui direto chupar aquela pica europeia com toda a vontade que eu tava. Enfiei na boca e comecei a engolir sem piedade. A dignidade foi pro caralho, hoje não tinha regras.

Depois de engolir, ele me colocou de quatro e me pegou com violência, começou a me penetrar sem nenhum controle. Isso me deixava louca, e eu gemia como uma cadela no cio. Eu mexia minha cintura e batia com força minha bunda contra ele. O som dos nossos corpos era magistral. Não tinha limites — sexo com um estranho tinha que ser memorável. Fazer esse cara se esforçar pra não gozar. Eu apertava e apertava, queria tirar tudo dele, deixá-lo seco.


Com esses vai e vem, tive que cavalgar e sentar firme em cima dele, descendo e subindo com todo o meu desejo. Tinha aquela pica dentro de mim, queria ela cada vez mais fundo, pra cima e pra baixo, subir e descer, mexer minha cintura numa dança de tesão incontrolável. Ouvia ele gemer, se segurando pra não gozar.
Me deito de costas na cama, ele já tava acabado, quase gozando. Me envestia devagarzinho, mas acelerava de vez em quando. Eu tava feliz, esperando o final.
Quando eu vi aquele rostinho inconfundível, o gozo dele já vinha. Me aproximei e tirei minha bucetinha com delicadeza, esperando meu prêmio chegar, colocando minha carinha de menina boazinha. Meu prêmio chegou. E agora, toda vez que viajo, também conheço outros costumes novos.
No quarto do hotel, começamos nosso jogo de sedução. Na mesma hora, fui direto chupar aquela pica europeia com toda a vontade que eu tava. Enfiei na boca e comecei a engolir sem piedade. A dignidade foi pro caralho, hoje não tinha regras.


Depois de engolir, ele me colocou de quatro e me pegou com violência, começou a me penetrar sem nenhum controle. Isso me deixava louca, e eu gemia como uma cadela no cio. Eu mexia minha cintura e batia com força minha bunda contra ele. O som dos nossos corpos era magistral. Não tinha limites — sexo com um estranho tinha que ser memorável. Fazer esse cara se esforçar pra não gozar. Eu apertava e apertava, queria tirar tudo dele, deixá-lo seco.


Com esses vai e vem, tive que cavalgar e sentar firme em cima dele, descendo e subindo com todo o meu desejo. Tinha aquela pica dentro de mim, queria ela cada vez mais fundo, pra cima e pra baixo, subir e descer, mexer minha cintura numa dança de tesão incontrolável. Ouvia ele gemer, se segurando pra não gozar.
Me deito de costas na cama, ele já tava acabado, quase gozando. Me envestia devagarzinho, mas acelerava de vez em quando. Eu tava feliz, esperando o final.
Quando eu vi aquele rostinho inconfundível, o gozo dele já vinha. Me aproximei e tirei minha bucetinha com delicadeza, esperando meu prêmio chegar, colocando minha carinha de menina boazinha. Meu prêmio chegou. E agora, toda vez que viajo, também conheço outros costumes novos.
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