Javier ficou parado, se esvaziando, enchendo mais minha buceta… quando terminou de gozar e saiu de dentro de mim, o esperma escorria pelas minhas pernas e caía no chão. Fiquei uns minutos apoiada na pia, e Javier me deu dois tapas fortes na bunda, um em cada nádega. "Você gostou, né, putinha… te falei que a gente ia se divertir. Agora limpa isso." Meu estuprador esfregava a pica enorme nos meus peitos, colocou ela entre eles e, inconscientemente, eu apertava com as duas mãos meus seios, prendendo entre eles o falo colossal do meu agressor, que agora era meu macho — na verdade, ele tava se masturbando daquele jeito conhecido como "russo". "Só dá uns beijinhos na cabeça dela e já te deixo em paz." Ele dizia, sabendo que tava mentindo. Fingindo ingenuidade, aceitei e, com uma timidez falsa, encostei meus lábios três vezes na glande daquela maravilha que ainda estava presa entre meus peitos. "Beija direito, com os lábios abertos, só um pouquinho." Ele repetia, aproximando mais o pau da minha boca. Eu tava morrendo de vontade de chupar ele, então abri os lábios e meti a cabeça daquela delícia na boca, chupando. "Assim, que gostoso você faz, mete mais", ele pedia. Coloquei mais um pedaço enquanto ele fazia o vai e vem, como se tivesse me comendo pela boca. Não sei quando, mas já tava segurando com uma mão os ovos gostosos dele e acariciando enquanto ele dizia "que putinha gostosa, assim que eu gosto". Aos poucos, fui colocando mais daquela vara na minha boca, já tinha quase a metade — que era tudo que cabia — e chupava com entusiasmo. Minutos depois, ele disse que agora era a vez dele fazer o mesmo comigo. Resisti fraquinha, falando pra ele cumprir o que tinha dito sobre "me deixar em paz depois dos beijos", mesmo não querendo. Ele me empurrou, me deitou na bancada fria da cozinha, levantou minhas pernas, abriu minhas coxas e meteu a cabeça entre elas, chupando minha buceta e sorvendo os líquidos vaginais que jorravam em abundância da minha fenda sexual ardente, misturados com o sêmen da fodida dele. anterior. Ele me deixava louca de prazer e eu me entreguei completamente à luxúria.
Seus lábios e sua língua começaram a percorrer todo o meu corpo, dando atenção especial às minhas nádegas e à minha bunda, logo me levaram ao primeiro orgasmo. "Você gosta de como eu chupo você toda, Irsa?". Não dava mais pra fingir, "SIM, adoro como você curte meu corpo", eu disse, "Quero te foder de novo, vou te foder!... Você quer que eu te foda?". Ele perguntou só por formalidade, com certeza me foderia pensando que seria um "estupro" e, bom, no começo até foi e continuava sendo, mas eu já tava curtindo. Num impulso de lascívia, confessei: "Quero ter sua pica enorme dentro de mim de novo... Me fode, me fode muito... Eu gosto de pau e ainda mais sendo o seu, que é tão lindo". Não tinha mais nada a esconder, eu tava me entregando completamente ao meu agressor, ao prazer que eu nunca tinha conhecido antes, porque só tinha transado com dois caras e tinha sido normal, sem tanta emoção, sendo essa a maior delícia que eu já tinha experimentado até aquele momento. Desci da mesa e ele disse: "Vamos pro seu quarto te foder direito". Eu só tava com minha blusa larga vestida, na cozinha ficou minha calcinha fio dental rasgada e meu shorts. Saímos da cozinha e passamos pela sala, onde estava meu sobrinho. Falei pra ele que ia subir pra fazer umas coisas, que ficasse lá e continuasse vendo TV. Eu tava nua, mas a blusa tampava minha buceta, enquanto eu falava isso, Javier dizia pra ele: "Não se preocupa, amigo, vou dar a foda da vida dela, então se ouvir gritos, não esquenta". Obviamente, meu sobrinho não entendia tudo que Javier falava. Só meu primo entendeu o que ele tinha dito. Subimos pela escada e, enquanto subíamos, Javier ficava brincando com minha bunda, me dando tapas, e como eu não tava de calcinha, ele enfiava o dedo na minha buceta e tal. Passei pra ver meu outro sobrinho, que também era pequeno pra entender o que tava rolando, mas já um pouco mais velho. Entrei no quarto e falei pra ele que ia fazer uma atividade com um amigo e que ele ficasse lá, mesmo que fizesse muito barulho. Saí de lá. quarto da minha irmã e fui pro meu, fechando a porta. Sem demora, ele levantou minhas pernas até os ombros e, se jogando sobre mim, o tasty camote dele, como guiado por um ímã, se encaixou na minha buceta até só sobrarem as bolas lindonas pra fora, que batiam na minha bunda a cada metida da pica dele. Como eu já tava bem molhada, ele não parou pra brincar, foi direto me penetrar. "Que tasty você me come, Javier... Enfia todo esse camote enorme... Amo sua pica dentro da minha papayita... Me aproveita toda", eu repetia a todo momento, sentindo que ia pro céu a cada metida que ele dava. Quase na hora, gozei num orgasmo explosivo.
Meu macho tirou a pica linda dele da minha buceta babada e me fez ficar de "slutty". Ele beijava e lambia minhas nádegas feito um louco, abriu elas com as mãos e fez a mesma coisa no meu cu, querendo enfiar a língua lá dentro. "Você quer me comer pelo cu?", perguntei, já sabendo qual seria a resposta dele. "Sim, deixa eu meter a pica nesse buraquinho divino." "Não vai caber, você é enorme", falei sem convicção, porque tava morrendo de vontade de sentir ele enfiado na minha bunda pequena. Nunca tinha feito isso antes, meus ex-namorados sempre quiseram me dar por ali, mas nunca deixei. Dessa vez, eu tava oferecendo. Partindo pra ação, ou melhor, pica no cu, ele encaixou a beleza dele entre minhas nádegas, roçando no meu ânus já lubrificado com meus próprios sucos. Antes de começar, falei que tinha lubrificante no criado-mudo, onde guardo meus dildos, vibradores e outras coisinhas que uso pra me masturbar. Quando abriu a gaveta, ele disse: "Hmm, que gostoso ver que você se bate nessa bundinha pequena", e falou que eu era uma safada. Pegou o lubrificante, passou na pica dele e jogou no meu cu, e deu uma empurrada leve. Depois de mais duas ou três tentativas mais fortes, finalmente minha bunda cedeu ao empurrão daquele pauzão grosso. Meu ânus começou a engolir aquela delícia de falo, a dor era intensa. Mmmm, eu tava gritando de dor, e isso parecia excitar ele, enquanto eu apertava os lençóis com as mãos.
A dor não era nada comparada ao prazer imenso que eu sentia quando cada centímetro da pica do Javier entrava no meu intestino, em uns dois minutos as bolas gostosas dele batiam na minha buceta, eu tava toda empinada. "Mete no meu cu… Enfia tudo… Quero essa piroca enfiada no meu rabo pra sempre" eu tava fora de mim, queria que a pica dele fosse ainda maior pra meter tudo no meu buraquinho anal. "Ana, que gostoso que tu tem esse rabo, maninha, mexe mais a bunda pra gente gozar mais". Ele falava com a voz trêmula de tesão. "É, mostra pra essa puta como tu gosta de comer ela… Tô aqui pra te satisfazer… Aproveita meu cu… Sou tua, sou tua puta safada", nós dois távamos fora de controle, curtindo aquele prazer pecaminoso e imoral que tanto tava dando gosto. O piru dele entrava e saía do meu cu rapidinho, fazendo meu "furinho" esticar na grossura daquele pinto lindo, e com as mãos ele esfregava meus peitos e meu clitóris, eu tava gemendo bem alto e gritando que nem uma puta. Nem percebi quanto tempo passou, mas ele me fez gozar mais duas vezes que eu curti igual uma louca, minha safadeza não tinha limite. Javier me avisou que tava quase gozando. "Goza na minha boca, quero provar o leite da tua piroca linda", mal terminei a frase quando meu macho tirou depressa aquela delícia sexual do meu cu, me virei e coloquei a cara na frente do pinto dele, dois jatos enormes de porra caíram na minha cara, enfiei o pau dele entre meus lábios e o resto da gozada encheu minha boca, saboreei o esperma e engoli até a última gota. A gente já tinha gozado várias vezes e ainda queria mais. Ele falou "agora é tua vez de mostrar o quanto tu me quer, me monta", se deitou na minha cama que tava cheia dos meus suquinhos, de porra e de umas manchas do que saiu do meu cuzinho, ou seja, de cocô e saliva, se deitou e eu subi em cima dele, tive que abrir bem as pernas por causa da grossura dele, coloquei a pica dele no meu cu e me soltei, ele gemeu e eu também, e comecei a cavalgar e a me sentar com força.
Eu tava extasiada, completamente pelada, com chupões nos peitos e a bunda vermelha de tanta palmada, subindo e descendo no pau dele, gemendo bem alto. A gente tava tão vidrada no prazer que nem viu quando uma voz nos tirou do transe: "Tia, cê pode ligar a TV pra mim?" Eu congelei com o pau do Javier enfiado até o fundo do meu cu, e nós dois viramos: lá estava meu priminho vendo a cena da prima sentada num pau, cavalgando e gemendo que nem uma puta. Falei: "Dá um minutinho, já vou". Javier falou: "Não, continua", e eu respondi: "Como assim, 'continua'? Ele tá nos olhando!" Levantei, tirei a vara do meu rabo e soltei um gemidão por causa do prazer que senti ao tirar. Meu primo perguntou: "O que vocês tão fazendo?" Eu disse que a gente tava brincando de luta, e ele: "E por que cê tá sem roupa?" Respondi que era por causa do calor. Assim, pelada, com a buceta cheia de porra e o cu aberto escorrendo lubrificante, saí e liguei a TV. Óbvio que tentei me cobrir, mas minhas mãos não davam conta de tudo. Coloquei o filme e falei: "Agora não entra mais, hein." Voltei correndo pro quarto, fechei a porta e montei de novo no pau dele. Ficamos assim por um tempo até ele falar: "Quero que você aperte mais o seu cu." Eu perguntei como, e ele me deitou de bruços, juntou minhas pernas e passou mais lubrificante. Falei que ia doer, e ele disse: "Sim, mas você vai gostar." Começou a meter o pau, e obviamente tava doendo pra caralho. Comecei a gemer e gritar de dor e prazer enquanto ele começava a bombar devagar.
Ele começou a aumentar as estocadas, eu estava sentindo a pica dele até o fundo, ele tava bombando com muita força.
Enquanto eu gemia e gritava, ouvi o portão da garagem — era minha mãe ou meu pai. Falei pra ele: "Para, eles chegaram e vão nos descobrir". Ele disse: "Não ouvi nada, então fica quieta". Tentei me soltar, mas ele me segurou pelos braços e enfiou o pau de novo. Obviamente iam nos achar. Ouvi a porta da entrada, e ele continuava como se nada. Então resolvi agir e comecei a gritar como se fosse um estupro: "Socorro! Pelo amor de Deus, me solta, você tá me machucando!" Quando ele ouviu isso, falou: "Isso, sua puta, que gostosa, tô quase gozando, grita assim". Eu fazia isso pra caso me encontrassem, não pensarem que eu era uma vadia. Acho que ao ouvir isso, minha irmã e minha mãe se alertaram, porque subiram correndo. O que ajudou a acreditarem em mim foi que, quando elas entraram no meu quarto, ele tava me comendo de bruços, com uma mão segurando meus dois braços e a outra me sufocando, e eu tava gritando. E bem na hora que ele tava gozando em mim, elas entraram. Quando ele viu elas, tirou o pau e gozou dentro do meu cu e nas minhas nádegas, mas na pressa de sair, encheu minha cama de porra. Minha irmã e minha mãe começaram a gritar com ele enquanto eu tava na cama, exausta de tanto sexo. Ele pegou as coisas e saiu correndo. Depois que tudo passou, minha mãe e minha irmã voltaram pro meu quarto pra me ver. "Filha, você tá bem, meu amor? Fala comigo." Eu mantive a versão de que ele tinha entrado e me estuprado. Ela perguntou: "E isso durou quanto tempo?" Falei: "Umas duas horas." E era verdade, ele tinha me comido por umas duas horas, mais ou menos. Minha mãe e minha irmã me encontraram cheia de porra, minha buceta, meu cu, cabelo bagunçado, as nádegas vermelhas e meus peitos cheios de chupões. Chamaram a polícia e tudo. Os oficiais falaram pra eu ir registrar a queixa. Eu disse que faria no dia seguinte porque tava cansada. Minha mãe falou: "Eu te levo." Óbvio que não fui, porque não ia denunciar ele. Só falei que sim. Dias depois, recebi uma mensagem dele dizendo: "Que gostosa, te comi, queria repetir." E eu respondi: "Quando você quiser, passa aqui. Pra mim, uma coisa que me deixou muito excitada foi que ele me disse: "Se sua irmã mais nova estivesse aqui, eu também estupraria ela". Minha irmã tem 18 anos e ele falou: "Essa puta também". Como isso me excita, eu queria muito ter comido ela. Eu sempre via minha irmã como minha irmã, até aquele momento em que passei a vê-la como mulher. Um dia eu disse a ele: "Quando a gente se ver, eu trago ela pra você fazer dela uma mulher, igual fez comigo". E ele respondeu: "Sério, sua puta?" E eu disse que sim. Me deu muito tesão, e obviamente ele ia levar ela.

Ela é minha irmã. Mesmo ela não sendo mais virgem, é uma delícia ver ela detonada pela mesma rola que comeu ela e ver ela sofrer, mas é uma delícia 😋

Seus lábios e sua língua começaram a percorrer todo o meu corpo, dando atenção especial às minhas nádegas e à minha bunda, logo me levaram ao primeiro orgasmo. "Você gosta de como eu chupo você toda, Irsa?". Não dava mais pra fingir, "SIM, adoro como você curte meu corpo", eu disse, "Quero te foder de novo, vou te foder!... Você quer que eu te foda?". Ele perguntou só por formalidade, com certeza me foderia pensando que seria um "estupro" e, bom, no começo até foi e continuava sendo, mas eu já tava curtindo. Num impulso de lascívia, confessei: "Quero ter sua pica enorme dentro de mim de novo... Me fode, me fode muito... Eu gosto de pau e ainda mais sendo o seu, que é tão lindo". Não tinha mais nada a esconder, eu tava me entregando completamente ao meu agressor, ao prazer que eu nunca tinha conhecido antes, porque só tinha transado com dois caras e tinha sido normal, sem tanta emoção, sendo essa a maior delícia que eu já tinha experimentado até aquele momento. Desci da mesa e ele disse: "Vamos pro seu quarto te foder direito". Eu só tava com minha blusa larga vestida, na cozinha ficou minha calcinha fio dental rasgada e meu shorts. Saímos da cozinha e passamos pela sala, onde estava meu sobrinho. Falei pra ele que ia subir pra fazer umas coisas, que ficasse lá e continuasse vendo TV. Eu tava nua, mas a blusa tampava minha buceta, enquanto eu falava isso, Javier dizia pra ele: "Não se preocupa, amigo, vou dar a foda da vida dela, então se ouvir gritos, não esquenta". Obviamente, meu sobrinho não entendia tudo que Javier falava. Só meu primo entendeu o que ele tinha dito. Subimos pela escada e, enquanto subíamos, Javier ficava brincando com minha bunda, me dando tapas, e como eu não tava de calcinha, ele enfiava o dedo na minha buceta e tal. Passei pra ver meu outro sobrinho, que também era pequeno pra entender o que tava rolando, mas já um pouco mais velho. Entrei no quarto e falei pra ele que ia fazer uma atividade com um amigo e que ele ficasse lá, mesmo que fizesse muito barulho. Saí de lá. quarto da minha irmã e fui pro meu, fechando a porta. Sem demora, ele levantou minhas pernas até os ombros e, se jogando sobre mim, o tasty camote dele, como guiado por um ímã, se encaixou na minha buceta até só sobrarem as bolas lindonas pra fora, que batiam na minha bunda a cada metida da pica dele. Como eu já tava bem molhada, ele não parou pra brincar, foi direto me penetrar. "Que tasty você me come, Javier... Enfia todo esse camote enorme... Amo sua pica dentro da minha papayita... Me aproveita toda", eu repetia a todo momento, sentindo que ia pro céu a cada metida que ele dava. Quase na hora, gozei num orgasmo explosivo.
Meu macho tirou a pica linda dele da minha buceta babada e me fez ficar de "slutty". Ele beijava e lambia minhas nádegas feito um louco, abriu elas com as mãos e fez a mesma coisa no meu cu, querendo enfiar a língua lá dentro. "Você quer me comer pelo cu?", perguntei, já sabendo qual seria a resposta dele. "Sim, deixa eu meter a pica nesse buraquinho divino." "Não vai caber, você é enorme", falei sem convicção, porque tava morrendo de vontade de sentir ele enfiado na minha bunda pequena. Nunca tinha feito isso antes, meus ex-namorados sempre quiseram me dar por ali, mas nunca deixei. Dessa vez, eu tava oferecendo. Partindo pra ação, ou melhor, pica no cu, ele encaixou a beleza dele entre minhas nádegas, roçando no meu ânus já lubrificado com meus próprios sucos. Antes de começar, falei que tinha lubrificante no criado-mudo, onde guardo meus dildos, vibradores e outras coisinhas que uso pra me masturbar. Quando abriu a gaveta, ele disse: "Hmm, que gostoso ver que você se bate nessa bundinha pequena", e falou que eu era uma safada. Pegou o lubrificante, passou na pica dele e jogou no meu cu, e deu uma empurrada leve. Depois de mais duas ou três tentativas mais fortes, finalmente minha bunda cedeu ao empurrão daquele pauzão grosso. Meu ânus começou a engolir aquela delícia de falo, a dor era intensa. Mmmm, eu tava gritando de dor, e isso parecia excitar ele, enquanto eu apertava os lençóis com as mãos.
A dor não era nada comparada ao prazer imenso que eu sentia quando cada centímetro da pica do Javier entrava no meu intestino, em uns dois minutos as bolas gostosas dele batiam na minha buceta, eu tava toda empinada. "Mete no meu cu… Enfia tudo… Quero essa piroca enfiada no meu rabo pra sempre" eu tava fora de mim, queria que a pica dele fosse ainda maior pra meter tudo no meu buraquinho anal. "Ana, que gostoso que tu tem esse rabo, maninha, mexe mais a bunda pra gente gozar mais". Ele falava com a voz trêmula de tesão. "É, mostra pra essa puta como tu gosta de comer ela… Tô aqui pra te satisfazer… Aproveita meu cu… Sou tua, sou tua puta safada", nós dois távamos fora de controle, curtindo aquele prazer pecaminoso e imoral que tanto tava dando gosto. O piru dele entrava e saía do meu cu rapidinho, fazendo meu "furinho" esticar na grossura daquele pinto lindo, e com as mãos ele esfregava meus peitos e meu clitóris, eu tava gemendo bem alto e gritando que nem uma puta. Nem percebi quanto tempo passou, mas ele me fez gozar mais duas vezes que eu curti igual uma louca, minha safadeza não tinha limite. Javier me avisou que tava quase gozando. "Goza na minha boca, quero provar o leite da tua piroca linda", mal terminei a frase quando meu macho tirou depressa aquela delícia sexual do meu cu, me virei e coloquei a cara na frente do pinto dele, dois jatos enormes de porra caíram na minha cara, enfiei o pau dele entre meus lábios e o resto da gozada encheu minha boca, saboreei o esperma e engoli até a última gota. A gente já tinha gozado várias vezes e ainda queria mais. Ele falou "agora é tua vez de mostrar o quanto tu me quer, me monta", se deitou na minha cama que tava cheia dos meus suquinhos, de porra e de umas manchas do que saiu do meu cuzinho, ou seja, de cocô e saliva, se deitou e eu subi em cima dele, tive que abrir bem as pernas por causa da grossura dele, coloquei a pica dele no meu cu e me soltei, ele gemeu e eu também, e comecei a cavalgar e a me sentar com força.
Eu tava extasiada, completamente pelada, com chupões nos peitos e a bunda vermelha de tanta palmada, subindo e descendo no pau dele, gemendo bem alto. A gente tava tão vidrada no prazer que nem viu quando uma voz nos tirou do transe: "Tia, cê pode ligar a TV pra mim?" Eu congelei com o pau do Javier enfiado até o fundo do meu cu, e nós dois viramos: lá estava meu priminho vendo a cena da prima sentada num pau, cavalgando e gemendo que nem uma puta. Falei: "Dá um minutinho, já vou". Javier falou: "Não, continua", e eu respondi: "Como assim, 'continua'? Ele tá nos olhando!" Levantei, tirei a vara do meu rabo e soltei um gemidão por causa do prazer que senti ao tirar. Meu primo perguntou: "O que vocês tão fazendo?" Eu disse que a gente tava brincando de luta, e ele: "E por que cê tá sem roupa?" Respondi que era por causa do calor. Assim, pelada, com a buceta cheia de porra e o cu aberto escorrendo lubrificante, saí e liguei a TV. Óbvio que tentei me cobrir, mas minhas mãos não davam conta de tudo. Coloquei o filme e falei: "Agora não entra mais, hein." Voltei correndo pro quarto, fechei a porta e montei de novo no pau dele. Ficamos assim por um tempo até ele falar: "Quero que você aperte mais o seu cu." Eu perguntei como, e ele me deitou de bruços, juntou minhas pernas e passou mais lubrificante. Falei que ia doer, e ele disse: "Sim, mas você vai gostar." Começou a meter o pau, e obviamente tava doendo pra caralho. Comecei a gemer e gritar de dor e prazer enquanto ele começava a bombar devagar.
Ele começou a aumentar as estocadas, eu estava sentindo a pica dele até o fundo, ele tava bombando com muita força.
Enquanto eu gemia e gritava, ouvi o portão da garagem — era minha mãe ou meu pai. Falei pra ele: "Para, eles chegaram e vão nos descobrir". Ele disse: "Não ouvi nada, então fica quieta". Tentei me soltar, mas ele me segurou pelos braços e enfiou o pau de novo. Obviamente iam nos achar. Ouvi a porta da entrada, e ele continuava como se nada. Então resolvi agir e comecei a gritar como se fosse um estupro: "Socorro! Pelo amor de Deus, me solta, você tá me machucando!" Quando ele ouviu isso, falou: "Isso, sua puta, que gostosa, tô quase gozando, grita assim". Eu fazia isso pra caso me encontrassem, não pensarem que eu era uma vadia. Acho que ao ouvir isso, minha irmã e minha mãe se alertaram, porque subiram correndo. O que ajudou a acreditarem em mim foi que, quando elas entraram no meu quarto, ele tava me comendo de bruços, com uma mão segurando meus dois braços e a outra me sufocando, e eu tava gritando. E bem na hora que ele tava gozando em mim, elas entraram. Quando ele viu elas, tirou o pau e gozou dentro do meu cu e nas minhas nádegas, mas na pressa de sair, encheu minha cama de porra. Minha irmã e minha mãe começaram a gritar com ele enquanto eu tava na cama, exausta de tanto sexo. Ele pegou as coisas e saiu correndo. Depois que tudo passou, minha mãe e minha irmã voltaram pro meu quarto pra me ver. "Filha, você tá bem, meu amor? Fala comigo." Eu mantive a versão de que ele tinha entrado e me estuprado. Ela perguntou: "E isso durou quanto tempo?" Falei: "Umas duas horas." E era verdade, ele tinha me comido por umas duas horas, mais ou menos. Minha mãe e minha irmã me encontraram cheia de porra, minha buceta, meu cu, cabelo bagunçado, as nádegas vermelhas e meus peitos cheios de chupões. Chamaram a polícia e tudo. Os oficiais falaram pra eu ir registrar a queixa. Eu disse que faria no dia seguinte porque tava cansada. Minha mãe falou: "Eu te levo." Óbvio que não fui, porque não ia denunciar ele. Só falei que sim. Dias depois, recebi uma mensagem dele dizendo: "Que gostosa, te comi, queria repetir." E eu respondi: "Quando você quiser, passa aqui. Pra mim, uma coisa que me deixou muito excitada foi que ele me disse: "Se sua irmã mais nova estivesse aqui, eu também estupraria ela". Minha irmã tem 18 anos e ele falou: "Essa puta também". Como isso me excita, eu queria muito ter comido ela. Eu sempre via minha irmã como minha irmã, até aquele momento em que passei a vê-la como mulher. Um dia eu disse a ele: "Quando a gente se ver, eu trago ela pra você fazer dela uma mulher, igual fez comigo". E ele respondeu: "Sério, sua puta?" E eu disse que sim. Me deu muito tesão, e obviamente ele ia levar ela.

Ela é minha irmã. Mesmo ela não sendo mais virgem, é uma delícia ver ela detonada pela mesma rola que comeu ela e ver ela sofrer, mas é uma delícia 😋
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