Milf kiosquera 14

Comemos, botamos uma música e continuamos tomando um pouco de álcool, rimos bastante até que eu me levantei e fui sentar no sofá. “Dança um pouco pra mim, putinha” – os olhos dela se acenderam, a uns dois metros de distância ela começou a dança. Os quadris dela balançavam de um lado pro outro, a mão dela tocava os peitos por baixo do top até que ela os libertou pra que eu pudesse ver o quanto os mamilos dela estavam duros, ela mordia os lábios, os olhares, os gestos – era uma máquina de sensualidade. E pra completar tudo isso, ela se virava mostrando a raba, abaixando e levantando um pouco o short enquanto me olhava por cima do ombro. Apoiou as mãos nos meus joelhos, passou a ponta da língua pelo meu pescoço até chegar no ouvido e falou de um jeito bem provocante. “Posso chupar seu pau, senhor?” “Preciso tomar um pouco de porra, pode me dar um pouco?” “Que vontade de sentir o pau todinho dentro de mim”. O pau já estava quase estourando na cueca, suavemente agarrei o cabelo dela e levando minha mão calmamente pra baixo fiz ela entender que queria que se ajoelhasse, eu mesmo tirei o pau pra fora e aproximei a boca dela. Ao enfiar na boca dela, marquei um ritmo lento, queria aproveitar cada centímetro na boca dela e que ela aproveitasse também, saboreando cada parte do meu membro. Peguei o celular e disse. Eu: Vou fazer mais um presentinho pro meu amigo. L: Ah é? O que você quer mostrar pra ele? Eu: Como você tá ajoelhada, chupando meu pau. L: Tá bom, gosto que você seja legal com seu amigo. Mas dá pra evitar que apareça meu rosto? Eu: Sim, claro, enfia o pau bem fundo na boca, que eu tiro a foto de cima. L: Quer que eu puxe bem o short pra cima? Que fique bem coladinho? Eu: Uff, sim, faz isso, te dá tesão eu te mostrar, né? Gostou do meu amigo? L: Me dá muito tesão, não prestei atenção mas ele parecia bonito. Assim coladinho tá bom? Eu: Sim, perfeito. Vamos fazer 3 ou 4 fotos, cada vez com o short mais pra baixo, até você ficar só de calcinha fio-dental. A primeira com o short bem... colado, a segunda já estava mais abaixo e dava pra ver um pouquinho a calcinha fio-dental, a terceira era quase sem o short e na quarta diretamente o short nos joelhos, me estiquei um pouco pra tirar de mais perto da bunda pra que saísse bem completo o bumbum, redondo, firme e que desse pra ver um pouco do fio preto que ela tinha colado. Eu ia mandando uma por uma e meu amigo me respondia, eu soltava o cabelo dela pra poder responder, ria e voltava a segurar o cabelo dela. L: O que ele diz? Do que você está rindo? Eu: Das coisas que ele me responde. L: O que ele diz? Ele não gostou? Eu: Como não vai gostar? Ele está me dizendo que eu sou um filho da puta por mandar essas fotos. E que ele tinha planejado bater uma punheta assim que te viu no bar, e com as fotos que eu tinha mandado antes. Mas que com essas, ele não tinha dúvidas que ia se masturbar. L: Você gosta disso? Você está me tratando como uma puta, era o que você tinha me prometido. Eu: Sim, me deixa muito excitado e você? L: Já estou excitada desde o meio-dia, minha buceta está um nojo de tudo que me molhou. Eu: Meu amigo te deixou mais molhada? L: A verdade é que sim, me sinto muito muito puta e eu adoro. Fiz com que ela tirasse a calcinha fio-dental e se sentasse em cima de mim, apoiando as costas no meu peito, ficando deitada sobre mim e com as pernas bem abertas, uma de cada lado das minhas. Toquei sua buceta e realmente estava muito molhada, acariciei seu clitóris e percorria com a outra mão sua vagina, a masturbava cada vez mais forte, ela não conseguia falar, só aproveitava, sua buceta precisava da atenção que eu estava dando. Na posição em que estávamos, meu pau roçava o interior de suas coxas e sua buceta de vez em quando, e aí era quando ela conseguia dizer algumas poucas palavras “pau” “me dá pau” era o único que ela conseguia articular. Deitei-a no sofá de barriga para cima e ela sozinha abriu ambas as pernas, levantando os joelhos. Agora eu era o ajoelhado que aproveitava seu sexo, seus sucos invadiam minha boca, minha língua entrava e continuava com o clitóris para dar uma chupada forte depois. A quantidade de suco que saía era incrível, e na posição em que estava aproveitei com meu dedo maior para brincar um pouco com seu ânus, lentamente. Primeiro por fora, depois só a pontinha, entrou uma falange, depois outra e assim até completar o dedo. Ela pedia por pau, pedia que eu a comesse, eu também queria fazer mas tinha tempo, queria que ela sofresse um pouco mais, que ficasse desesperada pelo meu pau ainda mais. E quando ela disse que estava quase chegando, parei, tirei o dedo do cu dela e me afastei. “Até aqui chegamos”. “Não não por favor continua”. “Não, respondi secamente. Você é minha puta e com você faço o que eu quiser, não esqueça”. Vi que ela ficou meio decepcionada, ninguém gosta de ficar tão perto do orgasmo e não poder aproveitar, mas ela sabia que não ia ficar assim. “Vamos tomar mais alguma coisa?” perguntei. Sim, claro, continuamos, a noite mal começou. Enquanto isso na minha mente ainda estavam passando mil ideias para fazer, e acho que encontrei a ideia perfeita para a ocasião.

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