Oi, sou a Lia, tenho 37 anos, igual ao Paco, meu marido, e ao primo do Paco, que tem a mesma idade, aliás, ele se chama Paulino. Uma noite, teve um aniversário de 15 anos de uma prima deles, e fomos eu, meu marido e meus três filhos. Lá, encontramos o Paulino e a mulher dele com cinco filhos — eles tinham se separado, mas pelo visto voltaram. A festa tava rolando normal até que meu marido me fala: "Ô Lia, vamos no estacionamento dar uns pegas, o que cê acha?" "Vamos, os moleques tão brincando mesmo." Saímos pro estacionamento, tava escuro porque era na beira da cidade, e o carro tinha ficado bem na ponta, já que chegamos dos últimos. Ele tava do outro lado de um muro, onde não chegava a luz do outro lado, e tava tudo escuro. Chegamos no carro e, nisso, ele ouviu alguém falando de dentro de um carro que tava do lado do nosso. Era o Paulino, o primo dele, fazendo a mesma coisa que a gente ia fazer. Ele falou: "O que cê tá fazendo, mano?" "Vamos dar uns pegas, eu e a Lia." "Ah, então tô nessa também. Entra aqui, sobe no banco de trás pra não aparecer quando acender. O vidro é bem escuro e eu trouxe uns panos pretos pra tampar, hahaha." Meu marido respondeu: "Pô, já veio preparado, né?" "Claro, já sabe." E o Paul desceu também e entrou no banco de trás. Eu fiquei na ponta, depois meu marido, e depois o Paulino. Começamos a fumar. Me passaram o cachimbo primeiro pra mim, depois pra eles, e ficamos assim um tempão. O carro encheu de fumaça toda vez que acendíamos, vimos tudo cheio de fumaça, haha. Ficamos muito doidões, hehe. Tava calor porque estávamos trancados, e os três estavam até suando. Falei: "Nossa, tá muito calor, tô suando pra caralho. Abre a janela." O Paul disse: "Não, porque vão nos ver." "Nossa, tô com muito calor." E meu marido falou: "Calor ou tu tá é com tesão?" "Ué, e por que eu taria assim?" "Porque cê tá fumando, já sabe que por causa do baseado você fica com tesão, foi o que você disse pro Paulino, não foi, mano?" "Não ou sim?" "Não é verdade, Lia?" E eu falei: "Já não é mais verdade. Paco falou pra ele de novo, igual aquela velha que te chamava de "mano" e era bem safada. Ela fumava e queria foder na hora, se lembra? Ele falou pro Paul. E ele respondeu: "Qual, mano? Não sei." "Pô, a gente até bateu uma juntos, mano, te mostrei a calcinha dela e você até tirou foto enquanto batia uma pra mandar pra ela." "Ah, sim", disse Paul, "já lembro." E eu perguntei: "Qual velha, hein?" E Paco falou: "Uma velha puta que é bem dada." E era óbvio que ele tava falando de mim, o Paul, o cara, me tinha assim no WhatsApp dele. "Dada", hehe. Idiota, mas tudo bem. E Paco continuou: "Ainda tenho as fotos, mano, quer ver?" E eu me fazendo de besta: "São da velha?" "Ou que filho da puta", falei pro Paco. Tomei o celular dele e olhei. Ele disse: "Não, são as que Paulino tirou pra velha puta." E eram as fotos da pica do Paul, com umas calcinhas que eram minhas, e meu marido falou que eram de uma velha, e dava pra ver como ele tava bem duro com minhas calcinhas amarradas na verga enorme dele. Aqui mostro essas fotos que Paulino tirou e, segundo Paco, ele ia mandar pra velha, mas só me mostrou. Naquela vez ele falou: "Olha, o filho da puta do Raúl bateu uma com suas calcinhas", e numa foto onde a gente tava na cama do quarto dele vendo um filme, ele ficou de pau duro quando falava de você. "Olha", e ele dizia: "Isso aqui as putas comem, olha, fala pra ele que vou dar isso", e ele pegava na pica dele e me mostrava, o filho da puta, e eu sem saber que ele já tinha te dado escondido, e eu ficava excitada sabendo que os dois se masturbaram cheirando minha calcinha e sabendo que era a mesma mulher, já que Paul conhecia o cheiro da minha bucetinha, hehe. Continuando com a história do carro. Pois eu falei: "Ah, tá, essa não é uma velha, idiota", falei pro Paco. "Pois não", ele disse, "é o Paulino." E ele falou: "Sério? Mostra aí." E Paco deu o celular pra ele. "Ah, sim, verdade", e eram as fotos dele com a pica dura. Aqui estão essas fotos.






E a minha calcinha que eles usaram pra bater punheta kkk. E o Paco falou: "vem alguém aí". Pra cá e a gente se abaixou como deu, um em cima do outro, eu me abaixei pro meu marido, já tinha ficado no meio deles quando o Paul saiu pra mijar, e quando eu me abaixei, meu cu ficou na cara do Paul, e meu marido falou: "Que isso, Paul, se tá cheirosa, ou toda suada" kkkk. E eu fiquei sem graça, falei: "abre a porta logo, vou embora". Mas o Paco disse: "Fica aí, não se liga". E continuou: "se tá cheirosa, então igual a calcinha ou não? Não me diz que já não lembra como cheirava, se você tava bem enfiado cheirando, e falava que a buceta cheirava bem gostosa". E o Paul falava: "Não enche o saco, cara". E o Paco continuou: enfiou a mão no meio do meu vestido e tocou na minha buceta por cima da minha calcinha de cetim, que tava molhada kkk, e falou: "Caralho, tá fervendo e escorrendo aí, ah, deve ser porque você viu as fotos da pica do Paul, né?", me disse, e eu falei: "Para de ser sem noção, já". E ele disse: "Lembra daquela pica, como você chupava ela, ou o quê?", e eu não respondi. E ele disse: "Com certeza o Paul já tá com ela igual nas fotos, deve ter lembrado como eu falava: 'olha o que as putas comem, mostra pra essa velha da calcinha o que ela vai comer', e eu sem saber que você já tava te comendo, e o Paul já ia descer. Mas o Paco falou: 'vai logo'. E disse: 'Sábado passado cheguei e tava toda cheia de porra, alguém comeu ela, cara, e eu inclinei ela no sofá e cheirava a porra, mas o cheiro daquela foda me era familiar. E aí eu comi ela kkk'. E eu me vinguei na hora, falei: 'Mas primeiro você me beijou aí com tudo e porra ou não?'. E o Paco falou: 'Ahhhh, olha agora você é a fofoqueira', eu falei: 'Aguenta', e o Paco disse, apontando com o celular pra pica do Paul que ele tentava esconder: 'Olha, ela te chama, o que você vai comer'. E eu não virava, e falei: 'Não'. Depois, falei que já me comportei, né, Paul. 'Ah sim', ele disse. E o Paco falou: 'Aí sim, se ela tira e te fala: 'toma', não sei'. O que você queria? — ele me disse, e eu falei: "você é louco". Aí o Paco falou pro Paul: "vai, tira pra ver se é verdade, mano". "Anda, tira ela". E o filho da puta tirou, tava bem durinha e molhada na ponta, cheirando a puro pau gostoso. E por mais que eu não quisesse olhar, eu olhava. E o Paco: "vai, quem sabe o quê?!" Lia e disse: "é, então com essa que eu tirei e te falei 'vai', você quase se inclina, igual quando te levo pro hotel". E o Paco falou: "ah, já sei. Acho que foi você que deixou ela cheia, né, mano?". E tava cheirando o teu pau, por isso que o cheiro era familiar. E eu falei: "e você gostou ou o quê?". E o Paco disse: "não fode, eu não, você bem que quer montar ou não? Não me fala que quer dar outra vez com ele, então vai". E eu não aguentei mais, falei: "sim, se você deixar". "Beleza, mas não enfia, só roça assim por cima da minha calcinha". E eu montei, me mexendo no pauzão todo, e dava pra ouvir o molhado. E eu falei: "assim! Meu amor, será que cheira igual? Igual da outra vez que me comeram?". E ele se colocou atrás de mim, me cheirando, e eu me excitei de ver aquilo, falei: "você gosta do cheiro da buceta da sua esposa? Colando o pau do seu primo, hein". E ele não disse nada, mas cheirava meu cu e o Paul me beijava de língua, abria minhas nádegas. E o Paul me dizia: "deixa eu meter, mamãe". E eu falei: "não, só assim, por cima, pra sentir teu pauzão, pai, adoro teu piru". E eu falei: "vamos embora, porque eles vão chegar". E eu desmontei, já fazia um tempo que a gente tava ali, e eu tava preocupada com meus filhos e com medo da velha do Paul aparecer. E eu abri a porta, eles falavam "que nada", e eu desci. E o Paul desceu atrás de mim, me agarrou de frente, me beijava e colava o pau em mim, levantou meu vestido e passava o pau na minha calcinha. E ele falou: "anda, deixa eu, vai". E se mexia desesperado, disse: "porra, vou gozar". E eu falei: "joga em mim, mas dentro da calcinha, por cima da minha buceta". E ele começou a gozar: "ahhh, ahhh, ahhh, porra, mamãe, como você me deixa, quero te foder e você não deixa". E eu senti o Paco puxando minha calcinha de lado por trás de mim. Ele enfiou a pica no meu cu e o Paul na minha bucetinha, enchendo tudo de porra. Depois o Paco também gozou no meu cu e eu abaixei o vestido. Tava bem quente lá dentro, escorrendo pela minha calcinha e descendo pelas minhas pernas. Aí a gente voltou andando pra festa e, antes de chegar na mesa, o Paco falou: "Vamos foder, mas os três juntos". Eu respondi: "Como assim? Não sei, a gente tem que ver como faz". E ele: "E onde?". No próximo relato eu conto como foi, hehe. Continua...







E a minha calcinha que eles usaram pra bater punheta kkk. E o Paco falou: "vem alguém aí". Pra cá e a gente se abaixou como deu, um em cima do outro, eu me abaixei pro meu marido, já tinha ficado no meio deles quando o Paul saiu pra mijar, e quando eu me abaixei, meu cu ficou na cara do Paul, e meu marido falou: "Que isso, Paul, se tá cheirosa, ou toda suada" kkkk. E eu fiquei sem graça, falei: "abre a porta logo, vou embora". Mas o Paco disse: "Fica aí, não se liga". E continuou: "se tá cheirosa, então igual a calcinha ou não? Não me diz que já não lembra como cheirava, se você tava bem enfiado cheirando, e falava que a buceta cheirava bem gostosa". E o Paul falava: "Não enche o saco, cara". E o Paco continuou: enfiou a mão no meio do meu vestido e tocou na minha buceta por cima da minha calcinha de cetim, que tava molhada kkk, e falou: "Caralho, tá fervendo e escorrendo aí, ah, deve ser porque você viu as fotos da pica do Paul, né?", me disse, e eu falei: "Para de ser sem noção, já". E ele disse: "Lembra daquela pica, como você chupava ela, ou o quê?", e eu não respondi. E ele disse: "Com certeza o Paul já tá com ela igual nas fotos, deve ter lembrado como eu falava: 'olha o que as putas comem, mostra pra essa velha da calcinha o que ela vai comer', e eu sem saber que você já tava te comendo, e o Paul já ia descer. Mas o Paco falou: 'vai logo'. E disse: 'Sábado passado cheguei e tava toda cheia de porra, alguém comeu ela, cara, e eu inclinei ela no sofá e cheirava a porra, mas o cheiro daquela foda me era familiar. E aí eu comi ela kkk'. E eu me vinguei na hora, falei: 'Mas primeiro você me beijou aí com tudo e porra ou não?'. E o Paco falou: 'Ahhhh, olha agora você é a fofoqueira', eu falei: 'Aguenta', e o Paco disse, apontando com o celular pra pica do Paul que ele tentava esconder: 'Olha, ela te chama, o que você vai comer'. E eu não virava, e falei: 'Não'. Depois, falei que já me comportei, né, Paul. 'Ah sim', ele disse. E o Paco falou: 'Aí sim, se ela tira e te fala: 'toma', não sei'. O que você queria? — ele me disse, e eu falei: "você é louco". Aí o Paco falou pro Paul: "vai, tira pra ver se é verdade, mano". "Anda, tira ela". E o filho da puta tirou, tava bem durinha e molhada na ponta, cheirando a puro pau gostoso. E por mais que eu não quisesse olhar, eu olhava. E o Paco: "vai, quem sabe o quê?!" Lia e disse: "é, então com essa que eu tirei e te falei 'vai', você quase se inclina, igual quando te levo pro hotel". E o Paco falou: "ah, já sei. Acho que foi você que deixou ela cheia, né, mano?". E tava cheirando o teu pau, por isso que o cheiro era familiar. E eu falei: "e você gostou ou o quê?". E o Paco disse: "não fode, eu não, você bem que quer montar ou não? Não me fala que quer dar outra vez com ele, então vai". E eu não aguentei mais, falei: "sim, se você deixar". "Beleza, mas não enfia, só roça assim por cima da minha calcinha". E eu montei, me mexendo no pauzão todo, e dava pra ouvir o molhado. E eu falei: "assim! Meu amor, será que cheira igual? Igual da outra vez que me comeram?". E ele se colocou atrás de mim, me cheirando, e eu me excitei de ver aquilo, falei: "você gosta do cheiro da buceta da sua esposa? Colando o pau do seu primo, hein". E ele não disse nada, mas cheirava meu cu e o Paul me beijava de língua, abria minhas nádegas. E o Paul me dizia: "deixa eu meter, mamãe". E eu falei: "não, só assim, por cima, pra sentir teu pauzão, pai, adoro teu piru". E eu falei: "vamos embora, porque eles vão chegar". E eu desmontei, já fazia um tempo que a gente tava ali, e eu tava preocupada com meus filhos e com medo da velha do Paul aparecer. E eu abri a porta, eles falavam "que nada", e eu desci. E o Paul desceu atrás de mim, me agarrou de frente, me beijava e colava o pau em mim, levantou meu vestido e passava o pau na minha calcinha. E ele falou: "anda, deixa eu, vai". E se mexia desesperado, disse: "porra, vou gozar". E eu falei: "joga em mim, mas dentro da calcinha, por cima da minha buceta". E ele começou a gozar: "ahhh, ahhh, ahhh, porra, mamãe, como você me deixa, quero te foder e você não deixa". E eu senti o Paco puxando minha calcinha de lado por trás de mim. Ele enfiou a pica no meu cu e o Paul na minha bucetinha, enchendo tudo de porra. Depois o Paco também gozou no meu cu e eu abaixei o vestido. Tava bem quente lá dentro, escorrendo pela minha calcinha e descendo pelas minhas pernas. Aí a gente voltou andando pra festa e, antes de chegar na mesa, o Paco falou: "Vamos foder, mas os três juntos". Eu respondi: "Como assim? Não sei, a gente tem que ver como faz". E ele: "E onde?". No próximo relato eu conto como foi, hehe. Continua...
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