Fodendo no escritório

Oi, como cê tá? Isso aconteceu um tempo atrás no escritório onde eu trabalhava. A gente se revezava pra ir embora mais cedo quando tava pouco serviço, então naquele dia fiquei sozinho. Mandei uma mensagem pra minha amante falando que o escritório tava pronto e que ela viesse quando estivesse a fim.

Ela chegou na hora, fechei tudo e apaguei as luzes. A gente começou a se beijar e tirar a roupa. Ela começou a me chupar com muita vontade, sinal que tava com tesão, mas tive que segurar ela pra não gozar. Mandei ela sentar e dei muita língua naquela buceta deliciosa, e com os dedos massageava o clitóris dela. A cadeira tava ficando molhada e, como era de veludo, ia manchar, então coloquei minha toalha da academia e continuei. Passaram poucos minutos até ela ter o primeiro orgasmo. Ela fala: "Agora quero seu gozo porque tô com tesão!" Ela sentada na minha cadeira, eu empurrei os papéis que estavam em cima da mesa e sentei pra oferecer a pica bem dura. Ela me chupava e apertava minhas bolas, chupava minhas bolas e me punhetava. Me deixava louco de prazer até que num momento não aguentei mais e soltei todo o gozo na boca dela.

O tesão já tinha baixado bastante, então relaxamos uns minutos, sempre pelados. Fiz café e lembro que peguei um sachê de açúcar, chupei um peito dela e coloquei um pouco no mamilo. A reação dela foi colocar no outro e jogar o resto na buceta. Comecei a limpar com a língua e, ao ir descendo pela coxa dela, foi algo incrível. Em menos de um minuto, ela tava tendo um orgasmo tão forte que tive que tapar a boca dela pra os vizinhos não ouvirem. Mandei ela ficar de pé e coloquei ela de costas pra mim e, sem dizer uma palavra, meti nela, me segurando firme nas cadeiras pra enfiar bem fundo. Juro pra vocês, a sensação dos grãos de açúcar raspando no começo e depois sumindo foi alucinante. Virei ela e sentei na mesa pra continuar comendo. Ela tinha um orgasmo atrás do outro, me beijava e me agarrava forte pra me obrigar a chupar os peitos dela, se masturbava. ao ritmo da minha penetração, a escrivaninha tava molhada pra caralho e já tava escorrendo pro tapete, e depois de uns minutos eu gozei bem fundo dentro da buceta dela. a gente ficou se beijando um tempão até que a cock perdeu a dureza e saiu sozinha. sentei na minha cadeira e comecei a chupar a buceta dela, aquela mistura dos sucos dela com meu cum e restos de açúcar me deixou louco, que coisa mais gostosa, por favor! juntei tudo que consegui na boca e fui beijar ela, não consigo explicar com palavras aquela sensação!

do jeito que a gente tava, a cock ficou dura num segundo, ela levantou as pernas e pegou na minha cock pra colocar no bum. só fiz um pouco de força e já tinha enfiado bem no fundo, a gente se surpreendeu porque sempre custava fazer a Booty, ainda mais sem muito lubrificante! não sei se foi a posição ou se a gente tava muito tarado, mas comecei a comer o cu dela com força, apertava os bicos dos peitos dela a ponto dela reclamar, mas não queria que eu parasse, aquele canto era um desastre! a escrivaninha, o tapete, minha cadeira, porque o tesão não durou nada. tirei ela da escrivaninha e fiz ela ficar contra a parede de costas pra mim e coloquei de novo na Booty, era só gemer e gemer. quando tava quase gozando, ela saiu e se ajoelhou, começou a me masturbar e fez o pouco de cum que eu tinha cair nos peitos dela enquanto com os dedos juntava as gozadas dela pra se lambuzar com meu cum.

a gente descansou um pouco, eu sentado na escrivaninha e ela na minha cadeira, nisso o celular dela tocou e ela precisava atender porque era importante. eu fiquei do lado dela e ela me punhetava devagar, me olhava com desejo enquanto escutava o que falavam do outro lado. me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela com a clara intenção de fazer a maldade pra ela não conseguir falar tranquila. ela me empurrava pra tirar, mas pra falar a verdade não fazia força nenhuma pra me empurrar, só abria mais as pernas. a chamada durou poucos minutos, mas tempo suficiente pra eu enfiar quatro dedos na buceta dela. buceta e fazer ela molhar toda a pobre cadeira.
Hoje já se passaram uns 9 anos daquele encontro, mas guardo a cadeira e suas marcas de guerra!
Se você chegou até aqui, agradeço de coração.

0 comentários - Fodendo no escritório