Uma história com a mamãe.

Meu nome é Irving, atualmente tenho 21 anos, sou da Cidade do México, essa história que vou contar pra vocês começou há 10 anos, eu morava numa casa normal com meus pais, um dia acordei com a notícia de que meus pais iam se separar, pela minha idade não entendia bem o que estava acontecendo, mas minha mãe me disse que tínhamos que sair da casa, pois meu pai tinha nos expulsado, com uma mala de roupa saímos de lá, minha mãe e eu, chegamos num quarto de laje onde só tinha uma cama e nada mais, um banheirinho pequeno e era só isso. Os primeiros dias foram difíceis, pois eu ia pra escola, minha mãe trabalhava e ao chegar naquele quarto não tinha nada, mas minha mãe em pouco tempo arrumou aquele quarto com um fogão pra fazer comida, uma televisão pra mim e pronto. Estou tentando lembrar de todos os momentos que comecei a viver com minha mãe naquele lugar, então vou começar e rezem pra que eu tenha boa memória, pois como falei, eu era muito jovem. Minha mãe com 40 anos era uma mulher muito linda, alta, 1,70 de altura, eu, por outro lado, não era tão alto, talvez tivesse a compleição do meu pai, pois ele era mais baixo que minha mãe, ela era de pele clara, olhos mel, um rosto lindo e um corpo voluptuoso que eu iria perceber depois, pois até aquele momento eu não a via como nada além da minha mãe, ela tem uns peitos enormes, não sei as medidas, mas vou dizer que são muito grandes, suas pernas longas e grossas, e sua bunda, sua enorme bundona, duas nalgas gigantes, bom, o que eu poderia dizer da minha mãe, né, pra mim ela é gostosíssima, mas vou contar pra vocês como aos poucos fui descobrindo tudo isso que até aquele dia eu não tinha percebido nela. Apresento pra vocês minha mãe.Uma história com a mamãe.Como eu disse a vocês, naquele quarto só tinha uma cama, então à noite a gente dormia junto. Ela entrava no banheiro e saía com uma camiseta longa que chegava na metade da coxa, o tecido era fininho, então dava pra ver que ela não usava sutiã, os peitões dela marcavam no tecido. Na parte de baixo, eu supunha muitas vezes que ela não usava calcinha, mas depois eu descobriria que minha mãe é consumidora de tanga. Devo esclarecer que tudo isso eu comecei a ver quando fui morar lá, porque em casa, mesmo quando a gente morava com meu pai, eu tinha meu quarto, então raramente via minha mãe de roupa de dormir, e metido no meu mundo, nunca tinha prestado atenção nela como agora. À noite, quando a gente dormia, ela num canto e eu no outro, mas aos poucos, com o passar dos dias, dos meses e por que não dizer dos anos, porque a gente ficou naquele quarto 5 anos, mas enfim, não vou me adiantar tanto. Com o passar do tempo, minha curiosidade começou a surgir, minha puberdade chegou e aquilo que eu via me chamava atenção. Agora, na hora de dormir, eu procurava ficar perto dela, colar meu corpo no dela e tocá-la. Sim, tocá-la. À noite eu me abraçava a ela e sentia aquelas nalgonas no meu corpo, passava minha mão pela barriguinha dela e a abraçava por ali. Com o passar dos dias, minha ousadia foi aumentando, minha mão subia devagar e chegava a roçar os peitos dela. Aí eu comprovei que ela dormia com os peitos soltos. Eu esperava ela dormir e colocava minha mão no peito dela. Minha mão não cobria, eu só ficava parado com o peito da minha mãe na mão. Em outras ocasiões, eu descia minha mão devagar pela cintura dela e aí descobri o tecido da fio-dental dela. Avançava com meus dedos pra frente e sentia como aquele tecido ia cobrindo a virilha dela. Era um tesão sentir, mesmo que fosse com as pontas dos meus dedos, um centímetro daquilo que aquele tecido cobria. Às vezes também avançava minha mão pra trás e sentia a bunda dela nua, porque o tecido da fio-dental sumia no meio do cuzinho dela e eu sentia só o tecido na pele, na parte das nádegas. Assim eu passava as noites tentando tocar o corpo da minha mãe.vadia

Incesto Familiar

incestoPassaram-se os anos, se não me falha a memória uns dois ou três, minha puberdade e a libido estavam no máximo, consumia pornografia e minha favorita era incesto mãe e filho, óbvio, descobri o que era ter uma ereção e não é pra me gabar, mas pra minha idade eu tinha um pau bom, meus amigos na escola e os da rua falavam sobre isso, sobre mulheres, etc., mas nunca me passou pela cabeça contar pra eles o que tinha em casa. Já nessa idade meu aguçado senso de perversão ficou mais em alerta, eu adorava me masturbar com as calcinhas da minha mãe, ela tinha comprado duas cômodas pra organizar nossas roupas e tinha uma gaveta toda especial só pra roupa íntima dela, pra mim era o paraíso, só de abrir já era o paraíso, os sutiãs dela, as calcinhas, as cuecas, as tangas, as tangas fio-dental, era o sonho de qualquer pervertido, todas aquelas peças já tinham passado alguma vez pelo meu pau e mais de uma foi a responsável por receber minhas primeiras gozadas e depois minhas gozadas intencionais. Vou contar pra vocês nesse ponto como era um dia com ela, ela levantava pra tomar banho pra ir trabalhar, eu saía depois pra escola, então ficava mais um pouco na cama, quando ela saía do banheiro vinha enrolada numa toalha e era cuidadosa na hora de se vestir, antes de entrar no banheiro ela preparava a roupa que ia usar, eu aproveitava que ela estava tomando banho pra fuçar na roupa dela, eu adorava ver qual fio-dental ela ia usar, porque ela sempre usava fio-dental, só nos dias dela eu via que ela usava calcinha ou cueca, quando ela saía do banho eu via como ela enfiava as pernas na fio-dental e subia por baixo da toalha, ela não me deixava ver (ainda) mas era um espetáculo ver aquilo, mesmo que fosse pouco, ela se virava e abaixava a toalha até a cintura, eu via suas costas nuas e como ela colocava o sutiã, tinha vezes que aí sim ela se virava e eu podia vê-la de sutiã, seus peitos enormes, eram poucos os sutiãs que cobriam mais da metade dos peitos dela, ela se vestia e saía pro trabalho, eu me levantava na hora, pois ia atrás do meu tesouro, vocês se perguntam o que é? Bom, a fio-dental dela, sim, a fio-dental que uma noite passada ela estava usando, tinha um cesto de roupa suja no banheiro mas raramente deixava lá, quase sempre estava pendurada nas torneiras do chuveiro, suponho que ela tomava banho com ela, eu me masturbava com ela e depois lavava, deixava na mesma posição e ia pra escola. Voltava à tarde antes dela e aí de novo a fuçar na calcinha dela, era um prêmio encontrar tangas novas, às vezes ainda tinham a etiqueta mas já estavam no meu pau sabendo que logo estariam no corpo da minha mãe. Ela chegava à tarde/noite, entrava no banheiro e se trocava, ficava só com a camiseta e preparava a comida, depois de ver um pouco de TV ou fazer coisas do trabalho dela a gente ia pra cama, e de novo com a esperança de apalpar ela um pouco, nem que fosse só um pouco. Um dia enquanto a gente via TV ela me disse: Mãe: ei filho, quer que eu te compre uma cama? Filho: uma cama, por quê? Mãe: pois imagino que você não vai querer dormir com sua mãe pra sempre. Filho: pois você se engana, sim eu quero dormir com você pra sempre, e melhor, em vez da cama quero um celular. Mãe: ok tá bom, além disso a cama nem caberia nesse quarto, né? Você vai ver que logo a gente vai se mudar pra um maior e... Filho: eu sou feliz aqui com você. Uma noite acordei, olhei um relógio digital que a gente tinha na parede, eram 3 da madrugada, minha mãe dormia profundamente e me deu vontade de ir ao banheiro, me levantei e quando voltei, antes de apagar a luz do banheiro que dava direto pra cama, vi o espetáculo mais sexy que até hoje meus olhos poderiam ver. Minha mãe estava quase de bruços, a camiseta tinha subido e ela estava com o cu de fora, usava uma thong preta e eu fiquei ali parado olhando aquele cuzão enorme sem saber o que fazer. De repente minha mãe reagiu. Mãe: vem se deitar. Filho: sim, sim já vou. Ela se recompôs, baixou a camiseta e se ajeitou, eu me deitei na cama. Mãe: encosta em mim, me abraça. Eu tinha uma ereção descomunal, e minha mãe me pedia que eu me ficará com ela. Me aproximei e fui me encostando nela, mas sem que meu pau chegasse nas nádegas dela, e ela foi se movendo pra trás até me encontrar. Ela deve ter sentido minha ereção, aquelas bundas enormes se encaixaram no meu pau e eu não conseguia me mexer, estava no paraíso. Nos dias seguintes acontecia exatamente igual na hora de dormir, minha ereção era pontual e ela se ajeitava de conchinha do mesmo jeito pra que eu a abraçasse, agora meu movimento já era mais descarado, pois eu acomodava meu pau entre as nádegas dela pra dormir assim com ela. Talvez ela não notasse, talvez não desse importância, talvez não visse com malícia, mas pra mim era um tesão extremo. Chegamos a um dia que jamais vou esquecer. Cheguei da escola, me despi, procurei as calcinhas da minha mãe que eu mais gostava, coloquei um vídeo pornô no celular e botei os fones pra que os vizinhos não escutassem o barulho do pornô, me deitei na cama encostado na parede, então fiquei de frente pra porta. Estava me masturbando pensando na minha mãe com as calcinhas dela no meu pau, no meu rosto, no meu nariz. Filho: "que foi, mãe, não cabe na sua boca, meu pau tá grande, você vai usar sua buceta, né, vai usar seu cu" Eu estava no êxtase falando tanta coisa que me vinha na cabeça e com o olhar no teto quando estava terminando de gozar e ao me levantar... Filho: MÃE!!!! Minha mãe estava parada na porta, ainda não era a hora que ela chegava, mas lá estava ela. Mãe: desculpa, filho, desculpa, termina!!! E fechou a porta, e desceu as escadas, eu estava morto de vergonha, de medo, estava morto, bem morto. Quando minha mãe voltou não disse nada, eu estava cabisbaixo com o olhar no chão e ela fazendo a comida e as coisas dela como se nada tivesse acontecido. Mãe: põe a mesa que vamos comer. Comemos, bom, eu mal provei a comida. Filho: mãe, eu... tenho que te explicar. Mãe: calma, você não tem nada que explicar, eu sei muito bem o que você estava fazendo, você estava se masturbando, é normal pra um garoto da sua idade. Filho: mas o que você viu e ouviu me dá muita vergonha. Mãe: ok, você não está em apuros, ok, não me surpreendi ao te ver nu, pois você é meu filho, eu te conheço, mas devo reconhecer que o que realmente me surpreendeu foi seu pau. Filho: mãe!!! Não fala isso, que vergonha. Mãe: mas é assim que se chama. Bom, ouvi que você chama de cock, e eu também gosto dessa palavra, então vamos chamar assim. Eu levei as mãos ao rosto e me enterrei na mesa, minha mãe falava disso com tanta naturalidade que eu estava vermelho de vergonha e medo. Mãe: sim, me surpreendeu seu cock porque pra idade que você tem tá bem grande, mas isso é um ponto a seu favor, não me surpreendeu que você estivesse se masturbando com minhas calcinhas, pois imagino que cada jovem usa o que tem à mão, mas vou te pedir que não suje todas, você deve ter limpeza, ok. Filho: espera, o quê? Mãe: tira essa cara, tô te dando permissão pra você continuar se masturbando com minhas tangas, mas você deve ter limpeza, a que usar, você lava, ok. Eu tinha cara de não acreditar no que estava ouvindo, pensei que minha mãe estaria com uma faca na mão quase me matando de raiva, mas ela estava até engraçada e animada. Filho: ok. Foi a única coisa que consegui dizer. Mãe: agora, sobre o que eu ouvi. Filho: mãe, eram bobagens, falam isso nos vídeos pornô e... Mãe: tá bem, eu te acredito, se falam lá e você só disse por dizer, tá bem, embora eu já tivesse me empolgado, pois o que ouvi eu tinha tomado como um elogio, mas tudo bem, tá bem assim. Filho: elogio? Mãe: sim, isso significa que sou uma mulher desejável, e ainda mais vindo do meu filho, que seria o último homem no mundo a reparar em mim. O apetite voltou, o sorriso da minha mãe era um poema e ela estava divina assim sorrindo pra mim. Nos dias seguintes me acalmei, pois ainda estava fresco o que tinha acontecido, eu me comportava como um menino bom. Uma manhã minha mãe saiu do banho e veio, eu ainda estava deitado, ela procurou na roupa dela e tirou duas tangas, uma branca e uma rosa. Mãe: qual você acha que fica melhor com essa calça? Era uma calça branca de vestir, de tecido justo. Filho: ehhh, a rosa. Mãe: ok, obrigada. Se foi ao banheiro e quando saiu já estava com a calça posta Mãe: que tal estou, é nova a calça! Filho: tá muito bem em você, mãe Tava com um bundão enorme. Mãe: Bom, já vou trabalhar, guardo essa calcinha fio-dental branca ou você quer, digo, porque hoje não deixei nenhuma no banheiro. Minha mãe estava me oferecendo a calcinha fio-dental dela pra eu me masturbar. Isso era um sonho, um sonho realizado. Filho: ééé, me dá. Mãe: bom, você lava depois, tá, tchau. Não sabia o que tava acontecendo, mas eu amava. Naquela mesma tarde quando ela voltou, ficou à vontade com a camiseta de andar em casa sem sutiã e a calcinha fio-dental que eu sabia que era a rosa da manhã. Naquela noite, já na cama, eu tava num canto e ela no outro. Mãe: vem me abraçar, faz dias que você não me abraça. Filho: siiim, é que... Mãe: o que foi? Filho: é que de noite... Mãe: ahhh já entendi, você tem ereções comigo na cama? Mas você já tinha antes, não lembra, pode fazer como fazia antes, acomodar seu pau entre as nádegas e me abraçar só. Eu nem respondi, cheguei perto dela e colei no corpo dela o máximo que pude, depois de uns minutos. Mãe: tá desconfortável? Filho: sim, um pouco, é que o boxer tá me machucando um pouco. Mãe: tira!!! Filho: o quê? Mãe: comigo você não deve ter vergonha, se tá te machucando tira, é mais, pra você ver que comigo não tenho vergonha, acende a luz. Estiquei a mão, acendi a luz e ela se levantou. Mãe: olha, a gente mora aqui sozinhos, não temos ninguém além de você e eu contra o mundo, devemos ter confiança em tudo e se você tem vergonha eu dou o primeiro passo. Pegou a camiseta e começou a subir assim de frente pra mim, as pernas dela apareceram e de repente o triângulinho rosa da calcinha fio-dental que tapava a buceta dela apareceu, a barriga e o umbigo e continuou subindo, os dois peitões apareceram e a camiseta ficou no rosto dela tapando, com os braços levantados. Mãe: vou ficar assim pra você não me olhar nos olhos caso você tenha vergonha, aqui está meu corpo, não tenho vergonha de te mostrar, você é meu filho, e se não vamos ter confiança, temos que nos conhecer por completo. Eu não conseguia nem falar, meus olhos não conseguiam parar de ver aqueles peitos enormes, o meio das pernas dela, eu estava gravando aquela imagem na cabeça. Mamãe: pronto? Vou me virar para que, como eu disse, você me conheça por completo, ok. Ela foi se virando devagar e ficou de costas para mim, suas costas nuas, suas pernas longas e torneadas e sua bunda, aquele bundão enorme, enfiado naquela fio-dental rosa que entrava no meio das nádegas e fazia parecer ainda maior. Mamãe: pronto, agora vou tirar a camiseta do rosto, ok. De frente para mim, nos olhamos nos olhos. Mamãe: gostou do meu corpo? Filho: sim. Mamãe: o que você mais gostou? Filho: éééé, sua... sua bunda! Mamãe: bom, agora você vai ver mais vezes, porque vamos ter confiança de andar assim pela casa, e falando nisso. O olhar dela foi para minha cueca e para a barraca que meu pau fazia com a ereção. Coloquei minhas mãos nele e fui baixando aos poucos até ficar nu na frente da minha mãe com uma ereção de cavalo. Mamãe: mmmm, como eu disse, você tem um pau bom, para a idade que você tem já passou seu pai e tem outro ponto a seu favor. Filho: qual? Mamãe: o seu é grosso e cabeçudo. Vi minha mãe morder o lábio inferior e não parava de olhar para o meu pau. Mamãe: bom, vamos dormir. Ela se deitou de lado e eu atrás dela. Mamãe: assim você fica melhor? Filho: sim. Mamãe: coloca ele no meio das minhas nádegas. Filho: ok, mas tem seu fio-dental e... Mamãe: esse eu não vou tirar, filho, é perigoso. Filho: perigoso por quê? Mamãe: vai que seu pau entra nos meus buracos kkkk, anda, vai dormir. Naquela noite dormir assim com ela foi delicioso, a vida tem seus privilegiados e eu estava aproveitando minha mãe. De manhã, ao acordar para tomar banho, ela fez isso só de fio-dental e ao sair do banheiro também veio já com um fio-dental novo e pronta para ir trabalhar. Mamãe: já vou, deixo meu fio-dental no banheiro, não lavei, então se você usar, você lava, porque está sujo... ou você quer que eu traga? Porque essa coisa ficou dura a noite toda. Filho: sim, me passa, mamãe. Ela foi ao banheiro e trouxe a thong rosa dela, me deu e foi trabalhar. Os dias passaram gostosos assim como esse, mal chegávamos em casa, os dois andávamos eu de boxer ou completamente pelado e ela de camiseta ou sem ela e só de thong. Todos os dias eu a via com uma thong diferente e conheci todas e cada uma delas postas no corpo dela, todas tapavam a buceta dela que até aqueles momentos eu ainda não conhecia e o cu dela que as tangas desenhavam era enorme, gostoso e delicioso. Uma noite enquanto ela estava no celular na cama, eu do lado dela, vi que ela tinha o lençol justo da barriga pra baixo, então os peitões dela estavam de fora, me aproximei dela como se quisesse que ela me abraçasse e quando ela o fez, a teta dela ficou na minha cara de lado. Eu, por brincadeira, tirei minha língua e passei pela teta dela e ela virou pra me olhar. Mamãe: quer teta da mamãe? Eu não disse nada, só assenti. Mamãe: mas vem cá, deita nas minhas pernas de barriga pra cima. Me posicionei e ela deixou cair as tetas na minha cara. Mamãe: quando você era criança adorava mamar nos meus peitos, então deve fazer muito bem. Eu estava comendo as tetas da minha mãe, estava chupando os mamilos dela e apertava as tetas dela com minhas mãos uma e outra vez. Mamãe: já, já, já que estou ficando com tesão. Ela me separou dela e me deixou com uma ereção enorme. Mamãe: vai pro banheiro se acalmar, olha como essa coisa ficou. Filho: desculpa, mamãe, é que por estar com suas tetas eu me empolguei. Mamãe: ou você quer uma das minhas tangas pra se masturbar. Filho: você me dá a que tá usando? Mamãe: mas tá toda suada, usei o dia todo. Filho: não importa, você me dá? Mamãe: bom, mas me passa outra pra eu colocar. Fui na gaveta dela e passei outra thong. Mamãe: ai, mas essa é de fio dental, mal me tapa. Filho: vai, sim. Mamãe: bom, mas vira de costas enquanto eu coloco, já te disse que não pode ver a buceta da mamãe. Virei de costas e ela desceu da cama, ouvia como ela se mexia e quando virei porque ela me disse, que surpresa. Mamãe: te disse que quase não tapa nada. Com efeito era um triângulo pequeno que apenas cobria seu risquinho, seus lábios carnudos se avolumavam nas laterais e seu pelo pubiano que aliás não tinha conseguido ver até aquele dia se sobressaía um pouco, era curto mas nossa que coisa tão gostosa pensei. Mamãe: e se de frente não me cobre, de trás olha. Se virou me mostrando o cu e parecia nua, apenas um fio aparecia entre suas nádegas e se unia na cintura. Arranquei a calcinha fio dental da mão dela e saí pro banheiro tinha que me masturbar estava quase gozando vendo minha mãe assim. Entrei no banheiro apenas um par de sacudidas no meu pau e meu sêmen começou a jorrar, dessa vez usei a calcinha da minha mãe como depósito e uma vez terminado deixei no cesto de roupa suja, saí pro quarto já mais calmo depois de tão gostosa gozada e lá estava minha mãe ainda na cama com o lençol novamente cobrindo da cintura pra baixo seus peitões ao ar ainda e um sorriso malicioso, divertido, safado. Mamãe: pronto!!! Filho: sim mamãe, desculpa é que te ver assim foi demais e... Mamãe: precisamos conversar! Me assustei pois pensei que já estava arrependida disso que tinha acabado de perceber que estava errado e seguramente disso queria falar Filho: do quê? Mamãe: bom pra começar entra na cama aí pelado não pode ficar, vai entra aqui comigo. Abriu o lençol e me convidou pra entrar na cama, continuava seminu, apenas notei seu fio dental no quadril. Mamãe: vou te fazer algumas perguntas se com alguma delas você se sentir incomodado me avisa. Filho: você tá me preocupando mamãe. Mamãe: calma só vamos conversar. Me pegou pelo queixo e me puxou pra ela me dando um beijinho de selinho nos lábios, não é que antes não tivesse feito mas dessa vez não foi de carinho mãe e filho mas sim senti de cúmplices de tesão de amantes. Mamãe: quer saber por que me separei do seu pai? Filho: sim. Mamãe: bom, vou ser direta, seu pai me traiu com sua tia Karla. Filho: a irmã dela? Mamãe: meio-irmã, você sabe que não são irmãos de sangue mas sim, com ela, os encontrei na casa dois dias antes de chegar aqui. Filho: por que você não me disse naquele momento. Mamãe: meu amor, se agora você ainda é novo, imagina se eu te dissesse anos atrás que chegaríamos aqui. Depois de descobri-los e enfrentá-los, seu pai me ameaçou com tirar você do meu lado, e isso eu não ia permitir, peguei minhas coisas, o dinheiro que eu tinha e o que mais amo neste mundo que é você, filho. Estiquei minhas mãos, a abracei e senti a pele dela em mim. Mamãe: bom, agora você sabe. Agora a próxima pergunta. Você gosta de morar comigo? Filho: sim, mamãe, eu adoro. Mamãe: você gosta que eu ande com pouca roupa em casa? Filho: sim, sim, muito. Mamãe: você gosta do meu corpo? Filho: eu adoro, sim, e já te disse o que mais gosto. Mamãe: kkkkk sim, meu bundão, hoje você quase gozou em cima dele kkkkk. Filho: é que ele fica incrível e com essa fio-dental que você tá usando. Mamãe: você gosta de tudo isso que você tá vivendo comigo? Filho: sim. Mamãe: você contou pra alguém? Filho: nãooo pra ninguém, eu juro, nem pros meus amigos, pra ninguém, mamãe, eu juro, acredita em mim. Mamãe: eu acredito, meu amor. Mamãe: você é virgem, óbvio, ou tô enganada? Filho: sim, ainda sou virgem. Mamãe: bom, bom, sabe por que tô te perguntando tudo isso? Porque quero que você tenha confiança em mim, não tenho mais ninguém no mundo além de você, quero te preparar pra vida, pra que você saiba e não cometa erros. Por exemplo, agora você conhece o corpo de uma mulher madura, e imagino que pra um jovem da sua idade e com as hormonas a mil você deve gostar de chegar em casa. Filho: é a parte do dia que eu mais curto, porque você chega logo. Mamãe: vou te confessar que eu também gosto, e muito, e assim como você, também gosto de te ver pelado. Eu tava num sonho, nunca acreditei que algo assim fosse acontecer comigo. Filho: isso é por vingança pelo que meu pai te fez? Mamãe: sinceramente, sim, um pouco. Te incomoda? Filho: não, não, de jeito nenhum... posso perguntar mais uma coisa? Mamãe: sim, meu amor. Filho: nesses quase 4 anos que a gente tá aqui, você já tinha planejado isso ou... Mamãe: não, não, de jeito nenhum. No começo minha raiva era tanta que eu não conseguia pensar em nada além do que me fizeram, e mesmo que eu quisesse vingança pois não tive coragem de me envolver com nenhum homem porque no final isso acabaria machucando seu pai, mas aos poucos fui percebendo como você me olhava, como à noite me tocava, como comecei a te chamar atenção. Filho: desculpa, mãe. Mãe: não, pelo contrário, isso despertou em mim esse sentimento de que eu precisava de um homem, mas não precisava procurar, já tinha um na minha cama. Não sabia o que dizer, o dono seguia as palavras da minha mãe, eram como um poema, o mais lindo do mundo. Filho: eu, eu sou esse homem? Mãe: bom, você ainda era jovem e também não estou dizendo que vamos ser amantes, isso não pode, sou sua mãe e, embora o jogo seja libidinoso e divertido, essa linha não vamos cruzar. Filho: calma, calma, agora não entendi, então o que vai acontecer? Um passo atrás nos meus pensamentos. Mãe: não vamos transar!!! É disso que estou falando, gosto de te ver pelado, não vou negar, gosto do seu pau desde que sentia você me cutucando a bunda à noite e daquela vez que te peguei batendo punheta gostei ainda mais, gosto de me sentir sexy te mostrando meu corpo, que você brinque com minhas calcinhas, que me faça sentir sexy e desejada, e como hoje que consegui te fazer gozar só de me ver, mas é tudo o que vai acontecer, tá de acordo? Por enquanto era suficiente, mãe, por enquanto vou aceitar, mas você está brincando com fogo, isso eu só pensei. Filho: ok, mãe. Mãe: nem preciso dizer que isso deve ser nosso segredo, ninguém pode saber, nem o mínimo, estamos, da porta pra fora somos mãe e filho, da porta pra dentro seremos mmmmm amantes de brincadeira, tá bom? Filho: ok, mamãe, de acordo. Mãe: agora vamos dormir que já é tarde. Filho: vou colocar o cueca porque já começou a ficar dura de novo. Mãe: sério? Nossa, como você se recupera rápido, bom, deve ser a idade, bom, pra você ver a confiança que tenho em você, dorme assim e pode me abraçar, mas cuidado porque só estou de fio dental, não vai enfiar ela em mim, ok. Filho: ok, mamãe. Ela se virou de lado e eu atrás dela, abraçando-a, seu corpo colado ao meu, sua bundona abraçando meu pau e minhas mãos nas tetas dela. Mamãe: boa noite meu amor. Já falei várias vezes, mas eu realmente estava vivendo num sonho. Chegava da escola, me preparava pra recebê-la, ficava só de cueca e uma camiseta, um short ou às vezes até pelado, podia andar assim no quarto com o pau duro na frente dela e não incomodava, pelo contrário, ela via como eu olhava. Mamãe: quando você tá com ele assim duro e anda, ele balança muito, e sei lá, mas acho que já tô vendo ele maior ou sei lá, tipo mais gordo, não sei, aconteceu algo, mas já é de homem essa coisa. Filho: é, eu também percebi que ficou mais gordo kkkk. Mamãe: pois repito, você já ganhou do seu pai e com folga kkkk. Ela também, quando chegava do trabalho, ficava à vontade, parou de usar camiseta pra andar no quarto, só se a gente saísse a gente se vestia, mas dentro do nosso quarto, andava de sutiã e fio-dental, ou só de fio-dental. Eu adorava vê-la cozinhar quase pelada e quando ela andava era um anjo, suas tetas enormes, suas bundonas, bom, me deixava com o pau duro o tempo todo. Um dia enquanto cozinhava, ela pôs as mãos nas bundas e se sujou um pouco de farinha. Filho: mãe, você se sujou. Mamãe: então vem me limpar. Eu, sem saber bem o que fazer, me aproximei e com um pano pensava em limpar, mas ela me parou. Mamãe: com a mão, passa ela só na minha bunda. Minha mão? Pelo amor de Deus, que gostoso sentir a bunda dela na minha mão. Mamãe: a outra bunda não se sujou, mas é pra você me limpar com as duas mãos. Sem pensar, coloquei minha outra mão na bunda dela e tinha o cu dela entre meus dedos, que sensação, minha ereção era descomunal. Mamãe: mexe as mãos pra me limpar bem, como se estivesse me apalpando. Era exatamente o que eu estava fazendo, apalpando a bunda da minha mãe. Não conseguia nem me mexer até que ela se afastou. Mamãe: põe as coisas na mesa pra gente jantar. Só aí que reagi. Tinha acabado de acontecer outro momento na minha vida que mudaria por completo minha relação com ela, eu tinha acabado de apalpar minha mãe com a aprovação dela. Os nos dias seguintes, como podem imaginar, ela me deixava tocá-la. No começo eu pedia permissão, depois já fazia sem problema. Minhas mãos apertaram a bunda dela inúmeras vezes, todo dia eu passava o tempo tocando o cu dela, e as tetas dela também tiveram minha atenção e minha boca kkkk o que ela ainda não me permitia era a buceta, sempre me dizia. Mamãe: "essa não, meu amor, por aí você nasceu e esse passo não vamos dar, todo o resto não tenho problema, quando criança você mamou nas minhas tetas, o que pode acontecer se fizer agora? E meu cu, bom, até na rua desconhecidos veem e até algum já apertou, então por que não deixar meu filho fazer?" Também nesse ponto tenho que contar pra vocês que quando dormíamos, eu pelado e ela de fio-dental, ao me encostar nela ela começou a ajeitar meu pau do jeito que ela queria, esticava a mão pelas costas dela, procurava meu pau e o acomodava entre as nádegas. Sentir as mãos dela no meu pau era o máximo, eu a tocava por um instante, mas só isso já bastava pra sentir um tesão inacreditável. Mamãe: filho, se veste, vem comigo aqui a algumas quadras tem um mercado novo e quero ir comprar umas tangas!!! Filho: comprar tangas? Eu? Mamãe: sim, por que não? Digo, eu gostaria que você me dissesse qual você gosta mais, com qual acha que vou ficar melhor, e no final você vai se masturbar com elas, por que não escolher as que você gostar? Nossa, minha mãe sabia exatamente do que eu gostavahistoria realMãe: o que você achou dessas, filho? Filho: estão bonitas. Mãe: vou levar e te mostro como ficam em mim, tá. Filho: tá, mãe. Continua...

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