Nos conhecemos na cidade, durante as festas, e mantivemos um relacionamento de quase 2 anos. Na noite em que aconteceu o que vou contar, eu tinha discutido com meu namorado. Tinha dirigido os 200 km com meu carro para ver se era verdade aquilo que uma amiga me contou. Que ele me tinha colocado chifres! Era o mês de janeiro e eu estava em plena época de provas. Mas precisava falar com ele. Dizer na cara algumas coisas. Depois da discussão e com os nervos à flor da pele, peguei o carro, de volta ao apartamento que eu dividia. Só que, se não bastasse as provas e a discussão com meu namorado (ex-namorado, na verdade) ainda por cima… começou a nevar. E não uma nevada normal. A nevada do ano. Ou da década. Ou do século. Parei, meio nervosa por tudo, em um posto de gasolina. Além de que precisava abastecer, tinham fechado as estradas (por causa da nevada). Então, aproveitei para tomar algo e me acalmar. Mas, longe de conseguir me acalmar, meus nervos só aumentavam. Lá estava eu. Em um posto de gasolina qualquer, uma noite fria, tendo discutido com meu namorado porque ele me colocou chifres, em plena época de provas e com uma nevada monumental. Além disso, era de madrugada. Então estava sozinha. Em meus pensamentos. Me lamentando. Uma lágrima surgiu na minha bochecha. O suco de abacaxi sem açúcar que eu tinha pedido e uma tília… não me acalmavam. De repente, uma voz profunda, ao meu lado, disse: —O que aconteceu, menina? Virei e vi um homem de idade indefinida. Careca, não muito alto, mal passaria de 1,70. De braços fortes. Rosto redondo, barba de vários dias, um grande papo, e uns penetrantes olhos negros. Mas o que, sem dúvida, mais se destacava nele era sua imensa barriga. Estava vestido com uma camisa xadrez e uns jeans. O estranho me olhava. Atento. Lembrei que ele tinha me perguntado algo. —O quê? —Eu disse, tímida. Minha voz soou trêmula. —O que é, aconteceu algo, gostosa? Não sei em que momento, esse homem se achou no direito de me chamar de menina ou gostosa. Mas, como não queria discutir, eu respondi. —Tô em plena época de provas, viajei mais de 200 quilômetros pra dizer pro meu namorado que ele é um babaca por me colocar chifres —E, sem querer, comecei a chorar. O homem se aproximou de mim. Passou o braço forte pelo meu pescoço. —Quem deixaria uma gostosa dessas? Deve ser muito idiota. —É —falei pra ele (e de novo, algumas lágrimas começaram a brotar dos meus olhos). —Deixa eu te pagar uma bebida, gatinha. E aí, você vai ver como esquece ele rapidinho. E sem me dar tempo de responder, pediu duas cervejas. Não sei bem por quê, mas aceitei aquela cerveja. E, em poucos minutos, o estranho e eu estávamos sentados na mesa, tomando uma cerveja e conversando. Ele me disse que se chamava Alfredo. Trabalhava de caminhoneiro e tinha deixado o caminhão lá fora, já que, por causa da nevasca, não podia seguir a rota. Era estranho. Mas eu me sentia à vontade com ele. Talvez eu precisasse falar. Contar meus problemas pra alguém. Por isso, deixei passar que, de vez em quando, Alfredo olhava pros meus peitos. Eu estava de jeans e um suéter de inverno. Apesar do suéter ser grosso, dava pra notar meus peitos (tamanho 90). —Pois é, seu namorado é um imbecil, com uma mulher como você, tem que ser imbecil pra te colocar chifres com outra. —Ele riu. Não sei por quê, talvez pelo meu estado de espírito alterado, aceitei que ele me chamasse de mulher. E não só isso, mas eu disse pra ele. —Muito obrigada, senhor —falei, mais por educação do que qualquer outra coisa. —Uy, senhor. Só tenho 57, tá? Você tem quantos? 22? —Vinte e um —falei. —E com vinte e um anos, tá chorando por um imbecil? Você devia fazer o mesmo que ele. E, por falar nisso, me chama de Alfredo. —Não tô te entendendo, Alfredo. —Você sabe o que dizem: mancha de morango se tira com outra verde. Ou, como dizem na minha terra, um prego tira o outro —Quando terminou de falar, riu de novo, numa gargalhada estrondosa. Enquanto ria, a barriga dele tremia como um pudim. Talvez tenha sido o movimento do corpo dele ou talvez algo intencional. O caso é que ele colocou a mão na minha coxa. —Ou seja, ficar com alguém? —eu disse, sem prestar muita atenção na mão dele. —Ficar? Não tô falando de se enforcar. De se apaixonar. Tô falando de dar uma transada. Além disso, você tá estressada com os exames e uma boa metida sempre desestressa. Tá me entendendo, né? —Ele olhou direto nos meus olhos. Enquanto esperava minha resposta, pediu no balcão mais umas cervejas. Em outro momento, em outras circunstâncias, teria mandado ele à merda. Mas o Alfredo tinha conseguido fazer com que, mesmo que fosse um pouco, eu esquecesse meus exames e os chifres do meu namorado, e estava me animando. Mesmo que fosse só por isso, ele merecia que eu pelo menos lhe desse atenção. —Ach… acho que sim. Bom, talvez. Mas com quem? Eu moro a duzentos quilômetros daqui e… Não falei mais nada. Ficamos em silêncio, nos olhando. Agora, eu estava plenamente consciente da mão do Alfredo na minha coxa. Mas não falei nada. De repente, Alfredo disse. —Se você quiser, a gente pode ir pra cabine do meu caminhão. A gente toma umas brejas e você me continua contando pra ver se tem claro com quem se vingar desse babaca. Eu não podia acreditar. Ele estava me propondo o que estava me propondo? Que eu fosse pra cabine do caminhão dele. Ele tinha dito tomar umas cervejas, mas a mão dele na minha coxa dava a entender outras coisas. —Bom, se é pra tomar umas cervejas… —eu disse. Mais que nada, porque não me apetecia ficar sozinha naquele posto de gasolina. —Claro… e você me conta com quem você ficaria, gostosa. Quem você gostaria que te desse essa boa metida. Alfredo foi até o caixa, pagou o que a gente tinha bebido. Eu, enquanto isso, esperava na porta do posto de gasolina, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia. E no que estava por acontecer. De fato, tão absorta estava nos meus pensamentos que não percebi como Alfredo me pegou pela cintura, me levando pra fora do posto. Na outra mão, grande, enorme, ele tinha um par de latas de cerveja. O toque da mão dele na minha cintura e o frio da noite me fizeram reagir. Por um lado, Aquele homem, feio, gordo, velho, estava me pegando pela cintura e me propondo ir com ele, pra cabine do caminhão dele. Um sentimento de náusea subiu na minha garganta. Mas, por outro lado, meu sexo me mandou um sinal. Um sinal de vingança. De que aquele homem tinha razão. Que eu devia me vingar da afronta do meu namorado e relaxar das minhas provas. Além disso, a palavra "empotrada" ressoava forte no meu cérebro. Não sei como, mas me vi andando em direção ao caminhão. Ao chegar na porta contrária à do motorista, Alfredo se adiantou, abrindo a porta pra mim e segurando ela. Me deu a mão, pra eu me agarrar, já que tinha um degrau alto. —Valeu —falei pra ele e me preparei pra subir. Quando alcancei o degrau, Alfredo soltou minha mão e, num movimento rápido, se colocou atrás de mim. Imaginei que, na situação em que estávamos (eu subindo os degraus e ele atrás, de pé, mais embaixo), Alfredo tinha uma boa visão da minha bunda. Mas, caso eu ainda tivesse alguma dúvida, ouvi ele assobiar. —Porra, que bunda, menina. Que empotrada boa. Me virei. Ia falar alguma coisa pra ele. Reclamar. Mas os olhos dele, de porco babão fixos na minha bunda, provocaram em mim um choque de prazer. Não podia acreditar. Eu estava gostando que um velho, gordo e feio olhasse minha bunda. E não só isso, até... eu estava curtindo a situação. Na verdade, me surpreendi quando me virei, sim, mas pra sorrir pra ele. E não era um sorriso normal. Era aquele sorriso que eu faço quando quero seduzir um cara. Passaram alguns segundos, em que eu me ajeitei no banco do carona, enquanto Alfredo dava a volta pra subir na cabine. Ele subiu e fechou a porta do motorista. Eu aproveitei pra dar uma olhada, curiosa, na cabine do caminhão. Atrás da fileira de bancos, onde estávamos sentados, tinha uma cortininha. Alfredo me olhava. Seguindo com os olhos os meus. Os dois estávamos em silêncio. Ele aproximou a mão, me dando uma das cervejas. —Pela vingança, gostosa? —me disse ele. Seus olhos, de novo, olhavam para os meus peitos. —Chin chin — Eu disse, sorrindo. — Uy, chin chin, que fina, a menina. Não respondi. Só bati a cerveja dela com a minha. E sorri. De novo, colocando aquele sorriso sedutor. Ficamos alguns minutos em silêncio, nos olhando. De repente, sem dizer nada, a mão dele, aquela mão enorme, forte, pousou, de novo, na minha coxa. Eu sentia que meu coração batia a mil por hora. Alfredo me olhou nos olhos, fez um sorriso safado e me disse: —Quer que eu te mostre onde fica a cama? —Cla… claro — Respondi, sustentando o olhar dele. Alfredo se levantou, virou o corpo e abriu a cortininha que tinha atrás dos bancos. Me virei, passando meu rosto entre os bancos e ficando a poucos centímetros do dele. Olhei o quartinho. Com a cama, que ocupava quase todo o espacinho, e algum móvel pequeno. Quando me virei de novo, nossos rostos se encontraram. De frente. Não sei como aconteceu, mas nos beijamos. Um beijo que começou como um selinho, para, pouco depois, virar a gente se comendo de língua, como se fôssemos dois adolescentes. E, de nos comermos de língua, passei a ter a língua do Alfredo quase na minha garganta. Nem eu mesma conseguia acreditar. Um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo, estava me comendo a boca como um louco. E o pior é que eu estava gostando. E muito. E mais ainda, quando aquelas mãos enormes, fortes, pousaram nos meus peitos. —Caralho, menina, que melões você tem — riu — Por que você não me mostra? — Me olhou nos olhos, fixamente. Meu corpo tremia. Uma coisa era trocar uns beijos com um cara. Outra, mostrar minhas tetas. Não sei explicar o que me deu. Só sei que me afastei um pouco dele, coloquei minhas mãos na parte de baixo do meu suéter e tirei. Se por acaso ele tinha alguma dúvida do que eu estava fazendo, o olhar do Alfredo, lambendo os beiços, como um sátiro, para os meus peitos, ainda cobertos pelo sutiã, me confirmaram que eu estava gostando. Como uma puta. —Caralho, que tetinhas. —Tetas ou tetinhas, se decide — Eu disse, brincalhona. —Não sei, como não as vejo bem —Respondeu ele, entrando na brincadeira. Poucas vezes na minha vida tirei um sutiã tão rápido quanto naquela vez. Eu estava mostrando meus peitos, tamanho 90, para um cara que eu tinha acabado de conhecer e que estava muito longe dos garotos da minha idade com quem eu já fiquei. —Caralho… que peitos As mãos enormes dele avançaram para apalpar meus seios. Eu estava como louca. Todas as emoções daquele dia vinham à tona agora, e minha buceta estava pulsando como nunca tinha sentido. —Caralho, menina, como você é gostosa. —Muito obrigada —Eu disse, sorrindo. Lisonjeada. Agora, num movimento rápido, Alfredo começou a tirar a camisa. Eu olhava. Aquele corpo, enorme, gordo, flácido. Nada a ver com os garotos com quem eu já fiquei. Surpreendentemente, era eu, agora, que, babando, olhava aquela barriga amorfa e descomunal. Eu não podia acreditar, e mais ainda quando, depois de se livrar da camisa, ele começou a desabotoar as calças. Apesar do aperto da cabine, ele não teve dificuldade nenhuma e, em poucos segundos, Alfredo estava completamente nu. Eu olhava, agora, o membro dele. Pequeno (calculei uns 14 cm), cheio de pelo grisalho, grosso. Muito grosso. Fiquei em silêncio por alguns segundos, contemplando aquele membro pequeno mas grosso. Comparando com os dos garotos com quem eu já fiquei (com seus paus depilados e, em alguns casos, longos e potentes). Como se estivesse lendo meu pensamento, Alfredo me disse: —E aí?, gostou?, Com certeza não deve ser como a daquele imbecil que te colocou chifres. Nem como a de outros caras que você já fodeu…mas é o suficiente pra te dar uma boa empurrada. Não disse nada… sorri. Ia dizer algo. Ele não me deu tempo. —Bombom, por que você não tira essas calças e me deixa ver esse bundão que você tem? Como pude, levada mais por um impulso selvagem, irracional, tirei as calças, deixando ele ver a fio-dental que eu usava. —Caralho, que bunda —Depois de dizer isso, ele esticou a mãozona. E me deu um tapa. Seco, duro. Em uma das minhas bundas— Seria maravilhoso poder te foder. —Você não seria o primeiro — respondi. Aquelas palavras tinham saído da minha boca? Sim. Eu tinha feito anal. Com meu, agora ex namorado, e com algum outro namorado e ficante. Mas agora, eu estava aceitando que aquele velho gordo me fodesse o cu? Não havia dúvida. Eu tinha feito. —Caralho, menina, que empurrada vou te dar. Essa noite, você não vai esquecer por muito tempo. —Nem você também — respondi, excitada. —Ah é?, e me diz — fez uma pausa. Olhando nos meus olhos. Com um olhar de porco sátiro que me fez sentir um arrepio.— Por que você não começa me chupando o pau? Aquele jeito de falar comigo, de me olhar… não duvidei. Fiz um rabo de cavalo e me joguei. Fiquei de quatro, sobre o assento do caminhão e introduzi todo aquele membro… na minha boca. Já engoli maiores (meu ex, tem um pau de 18 cm e algum outro ex e algum ficante, pois… algo maiores). Mas aquele pau, era muito grosso. Então me preenchia a boca —Porra… que boquinha você tem, menina. Lisonjeada, continuei com o boquete que estava fazendo. E não devia estar fazendo nada mal porque ouvia os grunhidos de prazer do Alfredo. Além disso, para completar, assim, na posição em que estava, Alfredo, me deu alguns tapas com aquelas mãos enormes e fortes. Embora, sinceramente, não sei quem estava gostando mais do boquete. Se ele, recebendo ou eu, fazendo. —Para menina, que vou gozar — me disse, em um determinado momento— E quero te dar uma boa empurrada. —Assim?, sem proteção? —De repente, não sei bem por quê, caí nesse detalhe. Não queria engravidar aos meus vinte anos e menos ainda de um cara gordo, feio e que tem o dobro da minha idade, por muito prazer que estivesse me dando. —Quando eu for gozar, te aviso e tiro. Vem, vamos passar. Alfredo, abriu a cortina, passamos para onde estava a cama, ele se deitou em cima de mim, assim, com aquela barriga descomunal e começou a me penetrar. Suas investidas eram lentas mas brutais. Tirava, por completo, seu pequeno mas grosso membro e me introduzia, de uma vez. No começo, aquele membro grosso me machucou um pouco. Mas, aos poucos, minha buceta foi cedendo e eu curtia. Ah, se curtia. Nós dois curtíamos. —Fica de quatro, menina, que vou te empalar. Virei, de modo que minha cabeça ficou atravessada entre os bancos da frente. Alfredo, atrás, começou a me penetrar. De um jeito brutal, selvagem. Por mais incrível que parecesse, aquele homem, naquela noite, estava me dando um prazer que eu jamais teria imaginado. A ponto de eu lamentar que, depois de alguns minutos penetrando minha buceta, Alfredo parasse. Felizmente, foram só alguns segundos. Ia olhar pra ele, perguntar por que parava, quando ele me disse. —Só tô tomando fôlego, pra te arrebentar o cu. Toma. Assim, na grosseria. Sem mais. Começou a me penetrar analmente. Eu, com a cabeça quase encaixada entre os bancos, olhava pro posto de gasolina. Mais especificamente, pra mesa onde, alguns minutos antes, eu chorava, lembrando tudo o que vivi naquele dia. E agora, estava sendo selvagemente penetrada por um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo. Mas o pior não era isso. O pior é que eu estava gostando. E muito. Tanto que, pra minha desgraça, em poucos minutos, Alfredo rugiu. —Que vou gozar. Porra, abre a boca. Muito poucas vezes deixei os caras gozarem na minha boca. Mas, evidentemente, virei, tirando minha cabeça de onde estava, olhei fixamente pro Alfredo, que apertava seu pênis grosso e pequeno, e abri minha boca. Encantada. Alfredo meteu a ponta do membro na minha garganta, tirou a mão que apertava o pênis pra colocar na minha nuca e explodiu. Na minha boca. Ou, mais precisamente, na minha garganta. Tentei deter aquilo. Segurar na boca, mas foi impossível. Engoli tudo o que ele tinha dentro. Que não era pouco. Assim ele me manteve, com minha nuca pressionada contra aquela barriga amorfa, até que os últimos estertores caíram na minha garganta. —Porra, menina… que foda Me limpei alguns grumos nos lábios e no queixo. —Com certeza —eu disse. Com um sorriso. —Já te disse que o melhor pra esquecer aquele babaca era uma boa foda. Eu tava certa ou não? Assenti. Depois do sexo, ficamos mais um tempo na cama. Agora, era eu que estava semideitada, em cima do Alfredo. Ele me segurava pela cintura, embora a mão dele desse uns tapinhas na minha bunda de vez em quando. Estávamos os dois deitados. Como dois namorados. Ficamos assim um bom tempo. Olhei meu relógio. Era quase 4 da manhã. Já fazia quase 2 horas que eu estava no caminhão do Alfredo. E o melhor de tudo é que eu não queria ir embora. Mas, às vezes, as coisas não saem como a gente quer. Naquele momento, o rádio da cabine apitou, indicando que os limpa-neves já tinham terminado o trabalho e as estradas estavam sendo reabertas. Alfredo me olhou. Não disse nada. Eu entendi o recado. Me vesti. Bem na hora de descer, Alfredo me pediu meu número de celular e…
0 comentários - Infiel com um caminhoneiro