Aos meus queridos 4 leitores:
Pra entender a trama do conto, é bom ler os capítulos anteriores (A Booty do Benja 1 a 3)
Pra achar fácil, coloca na lupa "@discretomf" que aparece uma lista dos meus posts
Enjoy!
O fracasso com o Lucas tinha deixado o Benja mais que tesudo, mas já que não deu pro cu, pelo menos abriu a cabeça dele. Esse finde SIM ou SIM tinha que arrumar quem desvirginasse a bunda dele. De noite, esperava que rolasse com o primo Johny, o macho que ele sempre desejou e, depois de ouvir a história do Lucas, quando voltasse de Chascomús, ia tentar com o irmão dele, com o irmão dele?, nãooooo. Um diabinho na cabeça dizia "viu que cock boa que ele tem? e pode te foder toda noite!!!". Bom, a gente vê quando ele voltar, foi a frase do Benja pra tocar a luta interna dele. Agora se preparar pra ir na casa do Johny.
Precisava de uma thong de qualquer jeito. Pegar da mãe?, melhor não. Benja lembrou que uma vez o irmão dele tinha mostrado algum troféu, de quando a namorada não era namorada, era só uma mina, hehe. Além disso, a Loly, a namorada do irmão, era meio gordinha. Melhor procurar lá. Procurou onde já sabia, no fundo do sapateiro da parte do irmão tava a caixinha. O filho da puta tinha várias caixas de camisinha, um dilatador anal igual o do Tanque, o que ele fazia com aquilo?, e umas 10 calcinhas de vários tamanhos e cores, parecia que ele comia bastante e que a bunda da Loly não escapava, franziu a testa, a bunda dele era mil vezes mais gostosa que a da Loly!! Experimentou todas e ficou com a fio dental rosa. Ajeitou a pica pequena entre as pernas e se olhou no espelho. De frente era uma cutie, tirando os caras que apareciam. Tinha que depilar. De trás, uma bunda incrível. Foi no banheiro se depilar pela primeira vez. Benja quase nunca tinha usado uma maquininha de barbear, quase não tinha pelo. Pegou a espuma e a maquininha do irmão, e com medo de se cortar foi pelando o pubis e as bolas, devagarzinho. Devagar, com medo. Quando se enxaguou e viu as bolas lisinhas e o micro pau totalmente pelado, sorriu feliz. Assim depilada, parecia mais novinha e inútil. Com a calcinha, agora ficava lindo por frente também, zero volume e zero pelo, uma gracinha, como se não tivesse pau. Vestiu a calça jeans de cintura baixa justa, uma camiseta curta e foi pegar o busão pra ir na casa do Johny. No busão, percebeu que vários caras estavam comendo a bunda dele com os olhos, parecia que a calcinha aparecia e aquele jeans fazia uma raba impressionante. Antes de tocar a campainha, ajeitou um pouco a tanga, se sentia estranho com aquele fio enfiado, mas valia a pena. Já iam chegar os tempos em que ele só usaria tangas, calcinhas e biquínis, tinha que se acostumar. Johny abriu a porta com o sorriso de sempre e o cumprimento de sempre, vestido com camiseta e bermuda do Boca. — E aí, gorda? Tava te esperando — Pela primeira vez, Benja percebeu que o primo chamava ele de "gorda" e não "gordo". Passou na frente e, com medo, tentou rebolar só um pouquinho a bunda. — Uau — ouviu o sussurro do Johny. Chegou na cozinha, se virou e levou a mão nas costas. Simmmmm, com certeza Johny já tinha visto a bunda lisinha dele, isso tava indo bem. — Vai, gorda, prepara o mate que você faz melhor — Conversando besteira, foi pegar as coisas, se abaixou quantas vezes pôde e se espreguiçou quantas vezes pôde pra Johny ver a raba. Quando já tinha quase tudo pronto, olhou pro Johny, os olhos dele estavam acesos de tesão. Na bermuda, uma barraca enorme. Siiiiim!!! — Eu, cadê a bomba? — Não quer usar essa aqui, gorda? — disse o primo, levando a mão pro volume. — Sabe quanto tempo que eu quero usar essa bomba, primo? — Benja se ajoelhou, puxou a bermuda dele de uma vez, enfiou o pau do primo na boca e começou a chupar desesperado. — Ai, priminho, se eu soubesse antes!! — Benja queria falar mil coisas, mas francamente preferia continuar chupando. Olhou nos olhos dele, puxou a cabecinha e começou a passar a língua. Língua nas bordas.
—Ai, primo, ai!! —, Johny segurou Benja pela nuca e enfiou os 19cm de uma vez, Benja tossiu e lacrimejou, mas segurou Johny pelas nádegas, apertou pra ele não tirar a pica do fundo da boca e começou a passar a língua na raiz da pica.
—Aaaaai, primooo!!! —, os jatos de porra quente do Johny inundaram a boca de Benja. Ele fechou os olhos, aproveitou cada espasmo, cada jato, cada gota, cada gemido. Engoliu sem parar de chupar, a língua dele tirou cada restinho de sêmen e não parou até a boca dele e a pica do primo ficarem sem o menor traço de porra. Enquanto isso, Johny respirava ofegante e acariciava a cabeça dele.
—Mmmm, gorda, você me deu o melhor boquete da minha vida. Sabe quantas vezes eu bati uma pensando na sua bunda? — Benja finalmente parou de mamar.
—Sabe quantas vezes eu sonhei que você me comia e acordava gozando?
—Sério? Que idiotas que a gente é, primo!!! Vem, vamos pra cama dos meus pais —
Benja chegou perto da cama, quebrou a cintura e foi descendo o jeans
—Cê gosta da minha bundinha?
—Sua bundinha me enlouquece, gorda puta —, a pica do Johny já começava a endurecer de novo.
—Tira minha virgindade, primo, tira por favor —, Benja sabia que não era bem verdade, mas a real é que a pica do Lucas não tinha ficado nem dois minutos no cu dele, e os brinquedos e o pepino não contavam.
Johny ficou de pé, nu e de pernas abertas.
—Chupa, gorda puta — Benja imediatamente se ajoelhou entre as pernas do primo e começou de novo a deliciosa tarefa. Enquanto lambia desesperado, a bunda dele pulsava, dava até pra sentir os sucos retais saindo da vulva dilatada, coitada da bundinha, tinha esperado tanto!
Assim que sentiu na língua as primeiras gotas de pré-gozo, se acomodou na beira da cama, a barriga no lençol, os pés no chão. Abriu as nádegas e, com a melhor cara de puta, ficou olhando pro Johny.
O primo olhou pra vulva dele, tava enorme e molhada, nunca tinha visto um cu tão aberto, quase Ele molhou a ponta com saliva e meteu de uma vez.
O "ahhhhh" foi dos dois. Os 19 cm entraram como se nada na buceta toda dilatada e molhada do Benja. As mãos do Johny buscaram apoio nos peitos do gordo e ele começou a meter e tirar violento, não tinha que esperar nada, a Booty do Benja tava macia, dilatada, quentinha, encharcada.
Benja quase chorava de felicidade, finalmente tava sendo comido!!!! Já não era mais o puto virgem, o gordo peidorreiro, era um promíscuo desejado, com a melhor bunda que se podia ter. E tava sendo macetado pelo primo e com uns 19 cm enormes. Fechou os olhos e se entregou pra sentir. A lança do primo entrando levava ele ao limite do orgasmo, a lança do primo saindo enchia ele de sensações elétricas, cada batida do púbis do primo na bunda dele arrancava um grito e reforçava aquela sensação eterna de orgasmo sem fim.
O pinto dele não tinha murchado nem um pouco, pelo contrário, parecia que a cada metida do primo encolhia um pouquinho, virava mais clitóris, mas pela cabecinha o pré-gozo não parava de escorrer e molhar o lençol. Finalmente sentiu aquele fogo elétrico nos ovos que cada metida aumentava, sentiu o calor subir, e entre gritos, até a última gota de porra dos ovos dele se esvaziou no lençol.
– Gozou, gorda slut?
– Ai sim, meu amor, como nunca
– Se você acha que vou tirar, esquece
– Primo, nunca tira, me dá cock, muita, muita, muita – respondeu Benja quase chorando. Johny se firmou na cintura do Benja, tirou inteira e meteu de uma vez até o fundão.
– Toma, primo!
– Ai, siiiiiiiiiiiiiim, me parte em quatrôôôô!
De repente a bundinha dele começou a fazer sentir algo novo. Como se o esfíncter inteiro tivesse febre, um calor que invadiu os ovos, subiu pelo pintinho, passou pra barriguinha até o umbigo.
– Que que cê tá fazendo, Benja? Ahhh, quer queimar minha cock? Mmmm –
De repente o esfíncter dele se contraiu apertando a porra do Johny, que não conseguia parar de gemer, só uns segundos, e aí se dilatou pra caralho. Benja se sentiu tão mole e relaxado que, se não fosse pela pica do primo segurando ele, teria escorregado no chão. Tava tão feliz que começou a chorar.
— O que houve, primo?
— Ah, não sei, Johny, mas tô tão feliz!
O primo deitou ele de barriga pra baixo, enfiou de novo e cobriu o corpo dele com o seu. O choro foi se transformando em sorriso. Benja tinha experimentado a sensação mais gostosa que um passivo pode sentir. Depois, o Tanque ia explicar que ele tinha tido um orgasmo de buceta, parecido com um orgasmo feminino.
Johny não demorou muito pra gozar, mas naqueles últimos 10 minutos, Benja ficou quietinho, só gemendo baixinho, de olhos fechados, sentindo a carne quente do macho dele mimando a buceta enorme e molhada, voando de nuvem em nuvem, longe da terra, longe de todos os medos, de todas as dúvidas, de todas as tristezas. O que o tirou do sonho foram os gemidos do primo enchendo ele de porra e o calor do leite na barriguinha dele. Os dois ficaram em silêncio, no ar só os suspiros leves do Johny, a respiração calma do Benja e os sons abafados que vinham do mundo lá fora, aquele mundo que já era um lugar muito mais feliz pro Benja.
Johny tirou a pica e se sentou.
— Ah, não, primo — disse Benja com uma carinha de putinha.
— Cê é insaciável, gorda.
— Sou muito puta, viu?
Eles se ajeitaram na cama, evitando as poças, e os primos se abraçaram.
(continua)
Pra entender a trama do conto, é bom ler os capítulos anteriores (A Booty do Benja 1 a 3)
Pra achar fácil, coloca na lupa "@discretomf" que aparece uma lista dos meus posts
Enjoy!
O fracasso com o Lucas tinha deixado o Benja mais que tesudo, mas já que não deu pro cu, pelo menos abriu a cabeça dele. Esse finde SIM ou SIM tinha que arrumar quem desvirginasse a bunda dele. De noite, esperava que rolasse com o primo Johny, o macho que ele sempre desejou e, depois de ouvir a história do Lucas, quando voltasse de Chascomús, ia tentar com o irmão dele, com o irmão dele?, nãooooo. Um diabinho na cabeça dizia "viu que cock boa que ele tem? e pode te foder toda noite!!!". Bom, a gente vê quando ele voltar, foi a frase do Benja pra tocar a luta interna dele. Agora se preparar pra ir na casa do Johny.
Precisava de uma thong de qualquer jeito. Pegar da mãe?, melhor não. Benja lembrou que uma vez o irmão dele tinha mostrado algum troféu, de quando a namorada não era namorada, era só uma mina, hehe. Além disso, a Loly, a namorada do irmão, era meio gordinha. Melhor procurar lá. Procurou onde já sabia, no fundo do sapateiro da parte do irmão tava a caixinha. O filho da puta tinha várias caixas de camisinha, um dilatador anal igual o do Tanque, o que ele fazia com aquilo?, e umas 10 calcinhas de vários tamanhos e cores, parecia que ele comia bastante e que a bunda da Loly não escapava, franziu a testa, a bunda dele era mil vezes mais gostosa que a da Loly!! Experimentou todas e ficou com a fio dental rosa. Ajeitou a pica pequena entre as pernas e se olhou no espelho. De frente era uma cutie, tirando os caras que apareciam. Tinha que depilar. De trás, uma bunda incrível. Foi no banheiro se depilar pela primeira vez. Benja quase nunca tinha usado uma maquininha de barbear, quase não tinha pelo. Pegou a espuma e a maquininha do irmão, e com medo de se cortar foi pelando o pubis e as bolas, devagarzinho. Devagar, com medo. Quando se enxaguou e viu as bolas lisinhas e o micro pau totalmente pelado, sorriu feliz. Assim depilada, parecia mais novinha e inútil. Com a calcinha, agora ficava lindo por frente também, zero volume e zero pelo, uma gracinha, como se não tivesse pau. Vestiu a calça jeans de cintura baixa justa, uma camiseta curta e foi pegar o busão pra ir na casa do Johny. No busão, percebeu que vários caras estavam comendo a bunda dele com os olhos, parecia que a calcinha aparecia e aquele jeans fazia uma raba impressionante. Antes de tocar a campainha, ajeitou um pouco a tanga, se sentia estranho com aquele fio enfiado, mas valia a pena. Já iam chegar os tempos em que ele só usaria tangas, calcinhas e biquínis, tinha que se acostumar. Johny abriu a porta com o sorriso de sempre e o cumprimento de sempre, vestido com camiseta e bermuda do Boca. — E aí, gorda? Tava te esperando — Pela primeira vez, Benja percebeu que o primo chamava ele de "gorda" e não "gordo". Passou na frente e, com medo, tentou rebolar só um pouquinho a bunda. — Uau — ouviu o sussurro do Johny. Chegou na cozinha, se virou e levou a mão nas costas. Simmmmm, com certeza Johny já tinha visto a bunda lisinha dele, isso tava indo bem. — Vai, gorda, prepara o mate que você faz melhor — Conversando besteira, foi pegar as coisas, se abaixou quantas vezes pôde e se espreguiçou quantas vezes pôde pra Johny ver a raba. Quando já tinha quase tudo pronto, olhou pro Johny, os olhos dele estavam acesos de tesão. Na bermuda, uma barraca enorme. Siiiiim!!! — Eu, cadê a bomba? — Não quer usar essa aqui, gorda? — disse o primo, levando a mão pro volume. — Sabe quanto tempo que eu quero usar essa bomba, primo? — Benja se ajoelhou, puxou a bermuda dele de uma vez, enfiou o pau do primo na boca e começou a chupar desesperado. — Ai, priminho, se eu soubesse antes!! — Benja queria falar mil coisas, mas francamente preferia continuar chupando. Olhou nos olhos dele, puxou a cabecinha e começou a passar a língua. Língua nas bordas.
—Ai, primo, ai!! —, Johny segurou Benja pela nuca e enfiou os 19cm de uma vez, Benja tossiu e lacrimejou, mas segurou Johny pelas nádegas, apertou pra ele não tirar a pica do fundo da boca e começou a passar a língua na raiz da pica.
—Aaaaai, primooo!!! —, os jatos de porra quente do Johny inundaram a boca de Benja. Ele fechou os olhos, aproveitou cada espasmo, cada jato, cada gota, cada gemido. Engoliu sem parar de chupar, a língua dele tirou cada restinho de sêmen e não parou até a boca dele e a pica do primo ficarem sem o menor traço de porra. Enquanto isso, Johny respirava ofegante e acariciava a cabeça dele.
—Mmmm, gorda, você me deu o melhor boquete da minha vida. Sabe quantas vezes eu bati uma pensando na sua bunda? — Benja finalmente parou de mamar.
—Sabe quantas vezes eu sonhei que você me comia e acordava gozando?
—Sério? Que idiotas que a gente é, primo!!! Vem, vamos pra cama dos meus pais —
Benja chegou perto da cama, quebrou a cintura e foi descendo o jeans
—Cê gosta da minha bundinha?
—Sua bundinha me enlouquece, gorda puta —, a pica do Johny já começava a endurecer de novo.
—Tira minha virgindade, primo, tira por favor —, Benja sabia que não era bem verdade, mas a real é que a pica do Lucas não tinha ficado nem dois minutos no cu dele, e os brinquedos e o pepino não contavam.
Johny ficou de pé, nu e de pernas abertas.
—Chupa, gorda puta — Benja imediatamente se ajoelhou entre as pernas do primo e começou de novo a deliciosa tarefa. Enquanto lambia desesperado, a bunda dele pulsava, dava até pra sentir os sucos retais saindo da vulva dilatada, coitada da bundinha, tinha esperado tanto!
Assim que sentiu na língua as primeiras gotas de pré-gozo, se acomodou na beira da cama, a barriga no lençol, os pés no chão. Abriu as nádegas e, com a melhor cara de puta, ficou olhando pro Johny.
O primo olhou pra vulva dele, tava enorme e molhada, nunca tinha visto um cu tão aberto, quase Ele molhou a ponta com saliva e meteu de uma vez.
O "ahhhhh" foi dos dois. Os 19 cm entraram como se nada na buceta toda dilatada e molhada do Benja. As mãos do Johny buscaram apoio nos peitos do gordo e ele começou a meter e tirar violento, não tinha que esperar nada, a Booty do Benja tava macia, dilatada, quentinha, encharcada.
Benja quase chorava de felicidade, finalmente tava sendo comido!!!! Já não era mais o puto virgem, o gordo peidorreiro, era um promíscuo desejado, com a melhor bunda que se podia ter. E tava sendo macetado pelo primo e com uns 19 cm enormes. Fechou os olhos e se entregou pra sentir. A lança do primo entrando levava ele ao limite do orgasmo, a lança do primo saindo enchia ele de sensações elétricas, cada batida do púbis do primo na bunda dele arrancava um grito e reforçava aquela sensação eterna de orgasmo sem fim.
O pinto dele não tinha murchado nem um pouco, pelo contrário, parecia que a cada metida do primo encolhia um pouquinho, virava mais clitóris, mas pela cabecinha o pré-gozo não parava de escorrer e molhar o lençol. Finalmente sentiu aquele fogo elétrico nos ovos que cada metida aumentava, sentiu o calor subir, e entre gritos, até a última gota de porra dos ovos dele se esvaziou no lençol.
– Gozou, gorda slut?
– Ai sim, meu amor, como nunca
– Se você acha que vou tirar, esquece
– Primo, nunca tira, me dá cock, muita, muita, muita – respondeu Benja quase chorando. Johny se firmou na cintura do Benja, tirou inteira e meteu de uma vez até o fundão.
– Toma, primo!
– Ai, siiiiiiiiiiiiiim, me parte em quatrôôôô!
De repente a bundinha dele começou a fazer sentir algo novo. Como se o esfíncter inteiro tivesse febre, um calor que invadiu os ovos, subiu pelo pintinho, passou pra barriguinha até o umbigo.
– Que que cê tá fazendo, Benja? Ahhh, quer queimar minha cock? Mmmm –
De repente o esfíncter dele se contraiu apertando a porra do Johny, que não conseguia parar de gemer, só uns segundos, e aí se dilatou pra caralho. Benja se sentiu tão mole e relaxado que, se não fosse pela pica do primo segurando ele, teria escorregado no chão. Tava tão feliz que começou a chorar.
— O que houve, primo?
— Ah, não sei, Johny, mas tô tão feliz!
O primo deitou ele de barriga pra baixo, enfiou de novo e cobriu o corpo dele com o seu. O choro foi se transformando em sorriso. Benja tinha experimentado a sensação mais gostosa que um passivo pode sentir. Depois, o Tanque ia explicar que ele tinha tido um orgasmo de buceta, parecido com um orgasmo feminino.
Johny não demorou muito pra gozar, mas naqueles últimos 10 minutos, Benja ficou quietinho, só gemendo baixinho, de olhos fechados, sentindo a carne quente do macho dele mimando a buceta enorme e molhada, voando de nuvem em nuvem, longe da terra, longe de todos os medos, de todas as dúvidas, de todas as tristezas. O que o tirou do sonho foram os gemidos do primo enchendo ele de porra e o calor do leite na barriguinha dele. Os dois ficaram em silêncio, no ar só os suspiros leves do Johny, a respiração calma do Benja e os sons abafados que vinham do mundo lá fora, aquele mundo que já era um lugar muito mais feliz pro Benja.
Johny tirou a pica e se sentou.
— Ah, não, primo — disse Benja com uma carinha de putinha.
— Cê é insaciável, gorda.
— Sou muito puta, viu?
Eles se ajeitaram na cama, evitando as poças, e os primos se abraçaram.
(continua)
1 comentários - Booty do Benja 4 (relato gay)