Oiiee 💕 Embora nos meus posts anteriores apagados eu contasse relatos, experiências ou um pouco sobre mim, acho que algo que nunca fiz foi me apresentar de verdade. Achei uma boa ideia e de quebra conto um pouco por que sou uma sissy. Me chamo Stefy ou Stefania, atualmente tenho 19 anos e sou da Argentina. ☺️ Não sou alta, meço 1,69, sou magrinha, gosto de ser feminina e um pouco tímida. Como vocês podem ver, sou um garoto de nascença, mas minha verdadeira identidade não poderia estar mais longe disso. Nunca cheguei a ser um homem de verdade, pelo menos no sentido estrito da palavra, já que definitivamente não me davam bem as coisas consideradas "masculinas". Sempre preferi coisas de mulher, meu jeito de ser sempre foi feminino e, embora eu mantenha isso em segredo, costumo me vestir de mulher normalmente.
Um dos meus primeiros lembretes de infância é eu pedindo pra minha irmã mais velha me vestir como ela. Minha irmã costumava gostar e me colocava os vestidos ou camisetas dela enquanto a gente ria. A gente passava muitas tardes assim, brincando de desfilar ou com as bonecas dela. Depois de um tempo, meus pais me pegaram com a roupa da minha irmã vestida, ficaram bravos e deram bronca nela. Desde então, eles passaram a nos vigiar mais e tentaram fazer eu brincar mais com meus brinquedos de menino.
Eu me sentia muito mal por causa disso e comecei a dar um jeito de brincar escondido enquanto eles não viam. Minha irmã também, por um tempo, costumava me ajudar a vestir os sapatos de colégio dela ou qualquer roupa dela enquanto meus pais saíam ou não me viam. Nesse meio tempo, também comecei a ir pro ensino fundamental e fiz amigas na escola, onde eu podia ter um pouco mais de liberdade, embora não totalmente.
Durante minha infância e em boa parte dos anos do ensino fundamental, eu costumava passar mal e às vezes odiava ir pra escola, porque sofria bullying ou zoação de alguns dos meus colegas de classe por eu ser afeminado ou, como eles me chamavam, "viadinho". Além disso, nas aulas de educação física ou nos esportes, eu preferia as atividades das meninas e, quando tinha que fazer grupo com os meninos, eu sofria, era ruim no futebol e sempre cagava com tudo, kkk.
O melhor da escola era às vezes quando eu ia pra casa de alguma das minhas amigas brincar ou passar o tempo. Eu costumava fazer isso depois da aula e, como elas moravam a poucas quadras, minha mãe deixava. Eu podia ser mais "eu mesma" e curtia sem tantas amarras do que eu sentia no dia a dia.
Com o passar do tempo, eu já estava numa idade em que costumava ficar sozinha em casa. Não era sempre nem por muito tempo, mas era a minha chance de aproveitar minha feminilidade e fazer o que eu gostava sem que meus pais vissem. Lembro que um dia fiquei sozinha e vi uns saltos pretos da minha mãe (parecidos com os que uso nas fotos). No começo fiquei com medo e não sabia se devia, mas quase sem pensar muito, coloquei. Era a primeira vez que eu usava saltos e amei tanto que depois queria fazer isso sempre. Eles me deixavam louca, e o melhor é que como minha mãe era baixinha, o número do salto sempre servia perfeito em mim. No começo foi difícil andar com eles na primeira vez, mas depois, estando sozinha, eu andava pela casa toda usando eles. Eu amava.
Esse foi o estopim pra reacender em mim a vontade de me vestir de novo como garota. Não demorou muito pra bater a curiosidade e a tesão de experimentar outras coisas, eu ia no quarto da minha irmã e costumava vestir as camisetas dela, tops ou vestidos, combinava com os saltos e podia me divertir como uma mulherzinha na minha casa.
Em uns anos, era super comum eu fazer isso sempre que podia, e até brincava de modelar as roupas. Assim, passava muito tempo, e quando comecei o ensino médio, meu desejo de ser mulher, longe de se apagar, acendeu ainda mais. Era complicado porque na escola, assim como no fundamental, eu não costumava me dar bem. Eu era tímida e tinha dificuldade de fazer amigos, além de que, como sempre fui afeminada e baixinha, e também não tinha muita força ou virilidade, costumava me sentir intimidada nos esportes com meus colegas, e na minha escola dividiam as aulas de ginástica entre homens e mulheres. Foi nessa fase da puberdade e no começo da minha adolescência que também começou a aumentar em mim uma atração por homens; era algo que já tinha sinais no fundamental, mas que começava a sentir mais "presente".
Como era de esperar, comecei a sentir desejos sexuais, me masturbava com meu pau pensando em homens e sonhava em ser mulher recebendo prazer. Comecei a sentir uma atração forte por paus e comecei a procurar pornô na internet. Foi aí que descobri os vídeos de feminização e as sissy captions, além de pornô transsexual e gay, que eu costumava assistir com frequência.
Lembro que às vezes meus colegas, meio brincando e meio zoando, me chamavam de "promíscuo", "bicha" ou me diziam frases tipo "chupa minha pica" ou "cê é muito viado", que mesmo me machucando um pouco, no fundo eu adorava que me tratassem assim, me excitava e só evidenciava mais minha condição de bicha. Eu costumava ficar com tesão e pra mim era uma gratidão (eu era meio doida kkk). Eu via a masculinidade deles, o jeito viril e as brincadeiras pesadas, como me tratavam e me faziam sentir como uma garota, submissa, delicada, frágil e pronta pra ser aquela bicha da sala. Comecei a explorar uma parte nova de mim.
Um dia depois de voltar um pouco excitada da escola e estando sozinha em casa, com a roupa da minha irmã vestida e vendo vídeos sissy, me deu a curiosidade de enfiar meus dedos no meu cu. No começo senti dor e custava pra conseguir que meu cu abrisse, era uma sensação estranha. Entre prazer e sofrimento. Quando meus dedos conseguiam entrar, a dor sumia e o prazer aumentava. Eu me sentia realmente no auge sendo tão puta, queria ser uma sissy e foi algo que eu amei, então comecei a fazer isso sempre. Não só com meus dedos, mas também com outros objetos como canetas, ou desodorantes pequenos, pra depois partir pros pepinos. É lindo. Aquele prazer de sentir algo entrando dentro de você, algo invadindo seu corpo, te deixando arrepiada e cheia de tesão.
Já não era só com a piroca que eu me masturbava, mas também curtia muito mais com a minha bunda, sentia que era meu jeito de sentir prazer, era uma excitação que percorria meu corpo inteiro. Me fazia sentir vulnerável e sensível. Sem perceber, já era rotina estar na cama de pernas abertas enfiando algo no meu cu. Se meus pais descobrissem a putinha viada que era o "filho" deles, kkk.
Comecei a explorar posições na cama para me masturbar e me penetrar no cu, às vezes era o único jeito de me sentir bem para gozar. Fazia de quatro, ou com as perninhas pra cima e aberta, tentava sentar com o pau todo dentro enquanto inventava experiências na minha imaginação. Eu sendo uma puta na rua, que algum homem me agarrava e contra a minha vontade me estuprava, eu toda submissa baixando as calças dele e me deixando humilhar diante da força dele. Definitivamente as sissy captions e a feminização faziam efeito em mim.
E como vocês observam, meus desejos não foram só temporários, mas algo que vou carregar por toda a minha vida, sei que em algum momento vou querer me tornar a mulher que tanto quero ser. Perdi minha virgindade há um tempo e, embora eu já tenha contado isso na época num post antigo, seria legal recontar a história se vocês quiserem.
É isso aí, bebês. Queria postar isso de novo e tava me sentindo empolgada. Se vocês gostaram, podem deixar um +10. Tchauuu 😘❤️.
Um dos meus primeiros lembretes de infância é eu pedindo pra minha irmã mais velha me vestir como ela. Minha irmã costumava gostar e me colocava os vestidos ou camisetas dela enquanto a gente ria. A gente passava muitas tardes assim, brincando de desfilar ou com as bonecas dela. Depois de um tempo, meus pais me pegaram com a roupa da minha irmã vestida, ficaram bravos e deram bronca nela. Desde então, eles passaram a nos vigiar mais e tentaram fazer eu brincar mais com meus brinquedos de menino.
Eu me sentia muito mal por causa disso e comecei a dar um jeito de brincar escondido enquanto eles não viam. Minha irmã também, por um tempo, costumava me ajudar a vestir os sapatos de colégio dela ou qualquer roupa dela enquanto meus pais saíam ou não me viam. Nesse meio tempo, também comecei a ir pro ensino fundamental e fiz amigas na escola, onde eu podia ter um pouco mais de liberdade, embora não totalmente.
Durante minha infância e em boa parte dos anos do ensino fundamental, eu costumava passar mal e às vezes odiava ir pra escola, porque sofria bullying ou zoação de alguns dos meus colegas de classe por eu ser afeminado ou, como eles me chamavam, "viadinho". Além disso, nas aulas de educação física ou nos esportes, eu preferia as atividades das meninas e, quando tinha que fazer grupo com os meninos, eu sofria, era ruim no futebol e sempre cagava com tudo, kkk.
O melhor da escola era às vezes quando eu ia pra casa de alguma das minhas amigas brincar ou passar o tempo. Eu costumava fazer isso depois da aula e, como elas moravam a poucas quadras, minha mãe deixava. Eu podia ser mais "eu mesma" e curtia sem tantas amarras do que eu sentia no dia a dia.
Com o passar do tempo, eu já estava numa idade em que costumava ficar sozinha em casa. Não era sempre nem por muito tempo, mas era a minha chance de aproveitar minha feminilidade e fazer o que eu gostava sem que meus pais vissem. Lembro que um dia fiquei sozinha e vi uns saltos pretos da minha mãe (parecidos com os que uso nas fotos). No começo fiquei com medo e não sabia se devia, mas quase sem pensar muito, coloquei. Era a primeira vez que eu usava saltos e amei tanto que depois queria fazer isso sempre. Eles me deixavam louca, e o melhor é que como minha mãe era baixinha, o número do salto sempre servia perfeito em mim. No começo foi difícil andar com eles na primeira vez, mas depois, estando sozinha, eu andava pela casa toda usando eles. Eu amava.
Esse foi o estopim pra reacender em mim a vontade de me vestir de novo como garota. Não demorou muito pra bater a curiosidade e a tesão de experimentar outras coisas, eu ia no quarto da minha irmã e costumava vestir as camisetas dela, tops ou vestidos, combinava com os saltos e podia me divertir como uma mulherzinha na minha casa.
Em uns anos, era super comum eu fazer isso sempre que podia, e até brincava de modelar as roupas. Assim, passava muito tempo, e quando comecei o ensino médio, meu desejo de ser mulher, longe de se apagar, acendeu ainda mais. Era complicado porque na escola, assim como no fundamental, eu não costumava me dar bem. Eu era tímida e tinha dificuldade de fazer amigos, além de que, como sempre fui afeminada e baixinha, e também não tinha muita força ou virilidade, costumava me sentir intimidada nos esportes com meus colegas, e na minha escola dividiam as aulas de ginástica entre homens e mulheres. Foi nessa fase da puberdade e no começo da minha adolescência que também começou a aumentar em mim uma atração por homens; era algo que já tinha sinais no fundamental, mas que começava a sentir mais "presente".
Como era de esperar, comecei a sentir desejos sexuais, me masturbava com meu pau pensando em homens e sonhava em ser mulher recebendo prazer. Comecei a sentir uma atração forte por paus e comecei a procurar pornô na internet. Foi aí que descobri os vídeos de feminização e as sissy captions, além de pornô transsexual e gay, que eu costumava assistir com frequência.
Lembro que às vezes meus colegas, meio brincando e meio zoando, me chamavam de "promíscuo", "bicha" ou me diziam frases tipo "chupa minha pica" ou "cê é muito viado", que mesmo me machucando um pouco, no fundo eu adorava que me tratassem assim, me excitava e só evidenciava mais minha condição de bicha. Eu costumava ficar com tesão e pra mim era uma gratidão (eu era meio doida kkk). Eu via a masculinidade deles, o jeito viril e as brincadeiras pesadas, como me tratavam e me faziam sentir como uma garota, submissa, delicada, frágil e pronta pra ser aquela bicha da sala. Comecei a explorar uma parte nova de mim.
Um dia depois de voltar um pouco excitada da escola e estando sozinha em casa, com a roupa da minha irmã vestida e vendo vídeos sissy, me deu a curiosidade de enfiar meus dedos no meu cu. No começo senti dor e custava pra conseguir que meu cu abrisse, era uma sensação estranha. Entre prazer e sofrimento. Quando meus dedos conseguiam entrar, a dor sumia e o prazer aumentava. Eu me sentia realmente no auge sendo tão puta, queria ser uma sissy e foi algo que eu amei, então comecei a fazer isso sempre. Não só com meus dedos, mas também com outros objetos como canetas, ou desodorantes pequenos, pra depois partir pros pepinos. É lindo. Aquele prazer de sentir algo entrando dentro de você, algo invadindo seu corpo, te deixando arrepiada e cheia de tesão.
Já não era só com a piroca que eu me masturbava, mas também curtia muito mais com a minha bunda, sentia que era meu jeito de sentir prazer, era uma excitação que percorria meu corpo inteiro. Me fazia sentir vulnerável e sensível. Sem perceber, já era rotina estar na cama de pernas abertas enfiando algo no meu cu. Se meus pais descobrissem a putinha viada que era o "filho" deles, kkk.
Comecei a explorar posições na cama para me masturbar e me penetrar no cu, às vezes era o único jeito de me sentir bem para gozar. Fazia de quatro, ou com as perninhas pra cima e aberta, tentava sentar com o pau todo dentro enquanto inventava experiências na minha imaginação. Eu sendo uma puta na rua, que algum homem me agarrava e contra a minha vontade me estuprava, eu toda submissa baixando as calças dele e me deixando humilhar diante da força dele. Definitivamente as sissy captions e a feminização faziam efeito em mim.
E como vocês observam, meus desejos não foram só temporários, mas algo que vou carregar por toda a minha vida, sei que em algum momento vou querer me tornar a mulher que tanto quero ser. Perdi minha virgindade há um tempo e, embora eu já tenha contado isso na época num post antigo, seria legal recontar a história se vocês quiserem.
É isso aí, bebês. Queria postar isso de novo e tava me sentindo empolgada. Se vocês gostaram, podem deixar um +10. Tchauuu 😘❤️.
3 comentários - Minha apresentação como sissy.