A fantasia do meu marido.

Me chamo Dayana e tenho vinte e oito anos. Não gosto de parecer metida, mas sei exatamente como sou: peitos grandes e firmes que não precisam de sutiã, bunda redonda e empinada que hipnotiza quando eu ando, cintura fina e uma cara que já me disseram ser de puta pornô. Meu marido, Carlos, tem trinta e dois e é o completo oposto de mim: sério, metódico, um contador chato que veste camisas passadas e nunca fica com o cabelo bagunçado.A fantasia do meu marido.Três anos de casamento e, sinceramente, o sexo com ele é uma merda. Ele entra, me beija na boca como se fosse uma formalidade, me penetra de missionário por cinco minutos, goza e dorme. Ele nem toca no meu clitóris. Nem me pede pra ficar de joelhos. Nada. Zero. Uma rotina de merda que me deixa com a buceta humilhada e sem satisfação. Mas hoje tudo mudou. Eu estava procurando um documento de imposto no laptop dele quando abri sem querer uma pasta escondida chamada "Projetos 2023". Dentro não tinha planilhas nem balanços. Tinha fotos. Vídeos. Contos em Word. E era tudo a mesma coisa: mulheres sendo fodidas por outros homens enquanto os maridos assistiam. Cornos. Cuckolds. Esposas putas sendo usadas por paus grandes e grossos enquanto os maridos punheteiros observavam ou limpavam o esperma derramado. Meu coração bateu tão forte que achei que ia sair pela boca. Eu não estava com raiva. De jeito nenhum. Na verdade, senti minha buceta se contrair na hora, molhando minha calcinha de renda. Carlos, meu Carlos sério e entediante, queria me ver sendo comida por outro. Queria me ver virada numa puta deliciosa enquanto ele assistia como o cachorro submisso que aparentemente era. Sentei na cadeira de escritório dele e continuei fuçando. Tinha uma pasta chamada "Dayana" e quase desmaiei. Dentro tinha fotos minhas: umas que eu tinha mandado no WhatsApp, outras que ele tinha tirado escondido enquanto eu dormia pelada, e montagens onde minha cara aparecia em corpos de atrizes pornô sendo penetradas por negões enormes. "Puta mãe", sussurrei, e sem perceber minha mão já estava dentro da calcinha, esfregando meu clitóris com fúria. Eu me imaginava na cena: Carlos sentado naquela mesma cadeira, com o pau pequeno e murcho na mão, olhando fotos de mim sendo destruída por um desconhecido. Ele batia uma? Ele gozava vendo minha cara de puta satisfeita? A ideia me fez gozar na hora, apertando as coxas e mordendo o lábio pra não gritar. Naquela noite, quando Carlos chegou do trabalho, e eu o recebi diferente. Eu estava vestindo uma lingerie vermelha de renda que tinha comprado há meses e nunca usava porque, pra quê? Ele nem reparava nela.vadia—Oi, love —disse ele, me dando um beijo seco na bochecha como sempre. —Oi, coração —respondi, e minha voz saiu mais aguda, mais puta. —Como foi seu dia? —O de sempre. Contas, números, reuniões chatas. Me aproximei dele, sentindo minhas tetas quase escapando do sutiã. Notei que o olhar dele desceu por um segundo, nervoso, e depois voltou pro meu rosto. Pobre homem. Não sabia que eu já conhecia o segredo dele. Que eu sabia que por baixo daquele terno de escriturário entediante, a mente dele estava cheia de imagens de mim sendo usada como uma puta barata. Jantamos em silêncio, mas eu não conseguia parar de pensar nisso. Cada vez que eu levantava os olhos, via ele diferente. Não como meu marido, mas como meu futuro espectador. Meu cuck pessoal. O cara que me veria gritando de prazer com outra pica dentro de mim. Naquela noite, quando ele se meteu na cama com o pijama de sempre, eu me deitei ao lado dele nua. Ele nem percebeu até eu me colar nas costas dele e sussurrar no ouvido dele: —Carlos... você nunca pensou em fazer algo diferente? Ele se tensou. Literalmente senti o corpo dele ficar rígido. —Como assim? —perguntou, com a voz trêmula. —Sei lá... algo mais... ousado. —Minha mão desceu pelo peito dele até a barriga. —Algo que excite mais nós dois. Ele se virou pra mim, confuso. A luz do abajur iluminava a carinha de menino bonzinho dele. —Eu... eu acho que a gente tá bem, né? —gaguejou. Mentiroso do caralho. Tinha a pasta de cuck dele cheia de material e ali estava se fazendo de inocente. —Tá bom —falei, e me virei, deixando ele com a frustração dele. —Só perguntando. Mas enquanto fingia dormir, sorria no escuro. Porque eu já tinha decidido uma coisa: ia realizar a fantasia dele. Não por ele, mas por mim. Porque se meu marido não sabia me foder como eu merecia, eu ia encontrar alguém que soubesse. E Carlos, querendo ou não, ia estar ali pra ver. No dia seguinte, enquanto ele tomava banho, peguei o celular dele e procurei nos contatos. Tinha um chamado "Marco - Academia". Um cara que Treinava com ele nos fins de semana. Alto, moreno, tatuado. Tinha visto fotos dele no perfil do Carlos nas redes sociais. Dava pra ver que ele puxava peso e tinha mãos grandes. Mãos de homem que saberiam agarrar minhas tetas com força. Mandei uma mensagem do celular do Carlos: "E aí, irmão. Topa vir jantar amanhã aqui em casa? A Dayana quer te conhecer melhor. Traz um vinho." Guardei o celular bem na hora que o Carlos saía do banheiro com aquela toalha ridícula enrolada na cintura. O corpo pálido e sem músculo dele contrastava com o que eu imaginava do Marco. Já estava me excitando só de pensar na comparação. — Tudo bem, love? — perguntou o Carlos, secando o cabelo. — Perfeito, querido — respondi, e dessa vez meu sorriso foi genuíno. — Tá tudo perfeito. Porque amanhã, meu marido corno vai ter a primeira lição dele. E eu, finalmente, vou sentir uma rola que preste. Passei o dia seguinte inteiro me preparando como se fosse um encontro, não um simples jantar com um amigo do meu marido. Depilei a buceta por completo, deixando lisinha e rosada, do jeito que homem gosta. Vestido preto curto, tão justo que minhas tetas pareciam prestes a explodir, e tão curto que mal cobria minha bunda. Sem calcinha. Queria sentir o ar fresco na minha buceta molhada o tempo todo.esposa
cornudo
cornudoCarlos me olhou estranho quando desci as escadas. —É assim que você vai receber o Marco? — perguntou, franzindo a testa como um pai castrador. —O que tem? — respondi inocente, me virando pra ele ver como o vestido colava na minha bunda. —Está frio lá fora. Além disso, Marco é seu amigo. Ou você tá com ciúme? A cara do Carlos ficou vermelha. Pobre idiota. Não sabia que o próprio ciúme dele seria a sentença. Que cada olhada do Marco pras minhas tetas faria ele se sentir menor, mais inútil, mais cuck do que já era. Marco chegou às oito. Quando abri a porta, quase tive um infarto. Nas fotos ele até parecia bem, mas pessoalmente era uma fera. Um metro e noventa de puro músculo, pele morena, barba por fazer e uns olhos escuros que me percorreram de cima a baixo como se já estivessem me despindo. Vestia uma camiseta preta justa que marcava cada abdômen e uma calça jeans que deixava bastante pra imaginação... mas não tanto a ponto de não dar pra notar o volume considerável entre as pernas. —Dayana, suponho — disse, e a voz dele era grossa, máscula, nada a ver com o tom fininho do Carlos. —Entra, Marco — respondi, e notei minha voz saindo mais rouca que o normal. —O Carlos tá na cozinha, fazendo as sobremesas. Mentira. O Carlos tava na cozinha tirando gelo porque era um inútil pra tudo mais. Mas eu queria um segundo a sós com o Marco. Quando ele se inclinou pra beijar minha bochecha, eu virei o rosto levemente e os lábios dele roçaram o canto da minha boca. Senti o hálito dele, cheirava a menta e tabaco. Minha buceta pulsou na hora. Durante o jantar, me comportei como a puta que o Carlos queria que eu fosse. Me inclinava sobre a mesa deixando o Marco ver meu decote profundo. Cruzava e descruzava as pernas deixando ver flashes da minha buceta pelada. Cada vez que o Marco falava comigo, eu mordia o lábio inferior e olhava pra ele de baixo, com aqueles olhos de raposa faminta que eu sei que enlouquecem os homens. O Carlos tava desconfortável. Dava pra notar em como ele se remexia na cadeira, em como a risada dele saía forçada, em como suas mãos tremiam ao servir o vinho. Mas não dizia nada. Era seu amigo, afinal. O que ia dizer? Que sua esposa estava provocando? Ele mesmo já tinha fantasiado com isso no computador. Agora era a vez dele ver a realidade. —E você, Dayana? —perguntou Marco, dando um gole no seu vinho tinto. Seus lábios ficaram tingidos de cor e eu imaginei esses lábios nos meus mamilos, no meu clitóris, no meu pescoço. —O que você faz o dia inteiro enquanto esse cara trabalha? —Eu fico entediada —respondi, suspirando exageradamente para fazer meus peitos subirem e descerem. —Carlos chega cansado e dorme cedo. Me deixa sozinha muitas noites. Marco sorriu. Um sorriso de predador que me fez sentir pequena e vulnerável. E excitada. —Que pena —disse, e o pé dele roçou o meu debaixo da mesa. Não foi acidental. Ficou ali, pressionando, e eu não me afastei. Carlos tossiu. —Mais vinho? —perguntou, com a voz estrangulada. —Sim, amor —respondi, sem tirar os olhos de Marco. —Enche minha taça. E a do Marco também. Quero que a gente fique... relaxado. Quando Carlos se levantou para ir à cozinha, aproveitei. Me inclinei para Marco, tão perto que meu hálito bateu na orelha dele. —Você tá gostando do que vê? —sussurrei. Marco não hesitou. A mão grande e calejada subiu pela minha coxa debaixo da mesa e encontrou minha buceta sem calcinha. Os dedos grossos deslizaram entre meus lábios molhados e eu segurei um gemido. —Vadia sem calcinha —murmurou, e os dedos entraram em mim sem piedade, fundos, curvando-se para me tocar onde Carlos nunca chegava. —Seu marido é um otário por te deixar sozinha.esposa safada—Eu sei —ofeguei, apertando minhas coxas ao redor da mão dele. —E sei que você tem o que eu preciso. Carlos voltou com a garrafa e Marco tirou a mão, levando meus fluidos aos lábios e chupando-os na frente dele. Meu marido não percebeu. Estava ocupado demais enchendo as taças, cego demais para ver que o amigo dele acabara de meter os dedos na esposa dele a dois metros de distância. O jantar terminou e Carlos, o imbecil, sugeriu ver um filme na sala. Queria aliviar a tensão, suponho. Mas eu tinha outros planos. —Eu prefiro tomar um ar na varanda —falei, me levantando e me espreguiçando de um jeito que meu vestido subiu quase até mostrar minha bunda. —Marco, me acompanha? Carlos odeia frio e você parece mais... resistente. Carlos quis protestar, mas o que ele podia dizer? Que não confiava na própria esposa? Que não queria me deixar a sós com o amigo? Isso seria admitir que era um corno ciumento, e o orgulho masculino frágil dele não permitia isso. —Tá bom —disse ele, com a voz travada. —Eu lavo a louça. A varanda dava para o jardim privado da nossa casa. Era escura, iluminada só por uma luz fraca. Mal saímos, Marco me empurrou contra o corrimão, o corpo grande dele pressionando o meu por trás. Senti a pica dura e grossa dele contra minha bunda e gemi sem me segurar. —Seu marido é um idiota —rosnou, agarrando meus peitos com força, beliscando meus bicos durinhos através do vestido. —Você passou a noite toda me provocando e ele não faz nada. —Ele é um corno —sussurrei, arqueando o corpo pra oferecer mais. —Ele fica excitado quando outros me comem. Tem fotos no computador dele... fotos minhas com outros homens. Marco soltou uma gargalhada rouca. —Sério? —apertou meu pescoço com uma mão enquanto a outra descia pra levantar meu vestido, deixando minha bunda à mostra. —Então ele não vai se importar com isso. A pica dele saiu da calça. Era enorme, grossa, cheia de veias, o dobro do tamanho da do Carlos. Ele a guiou até minha entrada molhada e empurrou sem preparação, sem delicadeza, como um animal. Eu gritei, mas a mão dele na minha boca abafou o som. —Cala a boca, puta —ordenou, e começou a se mover, me empurrando contra o corrimão, cada estocada profunda e brutal. —Se o seu marido corno quer ver, que veja. Mas primeiro vou te encher de porra como a rabuda que você é. Da sala de jantar, dava pra ver a silhueta do Carlos na janela, lavando os pratos, alheio ao fato de que a cinco metros a esposa dele estava sendo destruída pelo amigo, com uma rola grossa entrando e saindo da buceta molhada, com os peitos quicando e gemidos abafados. Marco me comeu por dez minutos sem piedade. Me fez gozar três vezes, algo que o Carlos nunca tinha conseguido. Quando finalmente gozou dentro de mim, quente e grosso, senti o esperma escorrendo pelas minhas coxas. —Amanhã eu volto —disse ele, ajustando as calças e me deixando escancarada contra o corrimão, com a buceta escorrendo. —E o seu marido vai nos ver. É isso que ele quer, não é? Assenti, ofegante, com o vestido levantado e a dignidade em pedaços. Quando entrei em casa, o Carlos estava secando as mãos. —Tudo bem, amor? —perguntou, inocente. —Você ficou muito tempo lá fora. —Tava... pegando um ar —respondi, sentindo o esperma do Marco escorrendo pelas minhas pernas, me marcando como território conquistado. —O Marco foi embora. Disse que volta amanhã. Pra... terminar de consertar uma coisa. Carlos assentiu, satisfeito. —Que bom amigo —disse ele, e quase ri na cara dele. Sim, um ótimo amigo. Um amigo que acabou de encher a esposa dele de porra enquanto ele lavava os pratos como um otário. Não dormi a noite inteira. Carlos roncava do meu lado, alheio ao fato de que o "amigo" dele tinha deixado o esperma quente dentro de mim, que eu ainda sentia a umidade entre as pernas misturada com os meus próprios fluidos. Me masturbei em silêncio três vezes lembrando como o Marco tinha me pegado contra o corrimão, sem pedir permissão, sem delicadeza, como um dono reivindicando a propriedade dele. De manhã, enquanto o Carlos comia o cereal dele como um meninão, soltei a bomba. —O Marco vem hoje às três —falei, me recostando na mesa de um jeito que a minha A camisola de dormir deixava meus mamilos duros à mostra. — Disse que precisa de ajuda com umas coisas... no quarto. Carlos largou a colher no prato. A mão dele tremia. — No quarto? — repetiu, como se não entendesse o idioma. — Sim, love — me aproximei e acariciei a bochecha dele, sentindo pena e desprezo misturados. — Você ofereceu ajuda ontem, lembra? Disse que ele podia vir quando quisesse. Carlos engoliu seco. A mente lenta dele estava ligando os pontos, mas não queria ver a imagem completa. A própria covardia cegava ele. — Dayana, eu... — começou, mas interrompi colocando um dedo nos lábios dele. — Shhh — sussurrei. — Confia em mim, tá? Só... fica em casa hoje. Trabalha daqui. E quando o Marco chegar... fica por perto. Bem perto. Passei o dia me preparando como uma noiva, mas para outra coisa. Vestí um conjunto de lingerie branca, pura e inocente, mas tão transparente que deixava tudo à mostra. Meus mamilos rosados contra o tecido, minha buceta depilada marcando a calcinha fio dental. Por cima, um roupão de seda vermelho que se abria a cada movimento.namorada vadia
marido cornoÀs três em ponto, a campainha tocou. Carlos estava no sofá da sala, com o laptop aberto mas sem ver nada. Estava pálido, suando, com as mãos trêmulas sobre o teclado. Pobre cuck. Ele já sabia, no fundo sabia o que vinha, mas a mente dele se recusava a aceitar. Eu abri a porta. Marco não veio sozinho. Trouxe outro homem. Alto, loiro, musculoso, com tatuagens nos braços e um olhar frio que me percorreu como se eu fosse mercadoria em exibição. —Este é o Erik —apresentou Marco, entrando sem esperar convite. —Meu primo. Também queria te conhecer. Meu coração disparou. Dois. Dois paus pra mim. Dois homens que me usariam enquanto meu marido assistia do canto dele, um cachorro derrotado. —Podem entrar —falei, abrindo a porta de par em par. —Meu esposo está na sala. Está... esperando. Marco sorriu e Erik soltou uma risada seca. Entraram como donos da casa, e eu os segui, sentindo os olhos deles cravados na minha bunda marcada sob o robe. Carlos levantou a vista quando entramos na sala. A cara dele se desfez ao ver dois homens, não um. —Marco? —disse ele, com voz de criança assustada. —Quem é...? —Erik, seu cunhado do caralho —respondeu o loiro, e os dois riram. Eu me sentei no sofá principal, cruzando as pernas de um jeito que o robe abriu completamente, mostrando minha lingerie transparente. Os olhos do Erik brilharam. —Porra, Marco —disse ele, ajustando a virilha. —Você não exagerou. Essa gostosa é uma delícia. —E é toda sua, primo —respondeu Marco, sentando ao meu lado e agarrando uma das minhas tetas sem cerimônia. —O maridinho não tem problema, né, Carlos? Carlos estava paralisado. O rosto dele passou da palidez pra um vermelho violento. Ele queria se levantar, queria gritar, queria socar o Marco. Mas não fez nada. Só ficou ali, com o laptop nas pernas, escondendo provavelmente o pau pequeno dele que já devia estar duro só de ver outro homem tocando na esposa. —Eu... eu acho que vocês deviam ir embora —gaguejou ele, mas sem convicção. Marco riu e me empurrou para Erik. O loiro me agarrou pela cintura e me sentou no colo dele. Senti o pau dele duro, enorme, pressionando contra minha bunda. A mão grande dele subiu direto pra minha teta, beliscando o mamilo cruelmente. —Olha, corno —disse Marco, apontando pra Carlos. —Olha como sua esposa fica molhada com um pau de verdade. E ele tinha razão. Eu estava encharcada. A buceta pulsava só de sentir a mão do Erik no meu corpo, só de ver a cara de humilhação e excitação misturadas no meu marido. Ele era um corno nato, e eu era a puta esposa insaciável dele. Erik me virou de uma vez, me colocando de joelhos no sofá. A mão dele puxou minha calcinha fio dental de uma vez e ali estava eu, exposta, com a buceta rosada e molhada brilhando sob a luz da sala, à vista do meu marido que gemia no canto dele como um animal ferido. —Olha pra ele, puta —ordenou Erik, agarrando meu cabelo e virando minha cara pra Carlos. —Olha pro seu maridinho enquanto eu te como. Carlos tinha lágrimas nos olhos, mas a mão dele estava embaixo do notebook. Ele tava batendo uma. O pervertido do caralho tava se masturbando vendo a própria esposa prestes a ser penetrada por outro. Erik não esperou mais. Enfiou o pau grosso e comprido dele de uma só vez, me preenchendo por completo. Eu gritei, um grito de puta que ecoou pela casa inteira. Era maior que o do Marco, se é que isso era possível. Eu me sentia partida, cheia, usada como nunca antes. —Porra, que buceta apertada —rosnou Erik, começando a meter com estocadas fortes, profundas, sem piedade. —Seu marido nunca te comeu assim, né, gostosa? —Nunca —eu gemi, olhando direto nos olhos do Carlos. —Nunca. Ele é pequeno. Você é... você é um homem de verdade. Carlos gemeu e acelerou o ritmo da mão embaixo do notebook. O doente do caralho tava curtindo aquilo. A fantasia dele tinha virado realidade, e mesmo doendo a alma, o pau dele traía ele. Marco não ficou atrás. Ele se posicionou na minha frente, tirou o pau —já duro e escorrendo— e enfiou na minha boca. Eu estava cheia dos dois lados, sendo usada como um simples objeto de prazer, uma boneca de carne para dois homens de verdade enquanto meu marido batia uma punheta assistindo da cadeira dele. —Toma, putinha —rosnou Marco, agarrando minha cabeça e fodendo minha boca com força. —Chupa bem. Quero que seu marido veja você engolindo minha porra. Eles me fizeram trocar de posição várias vezes. Erik me pegou contra o encosto do sofá, depois no chão, de quatro, com minha cara esmagada no carpete enquanto ele me destruía por trás. Marco sentou no sofá e me montou em cima, fazendo eu cavalgar enquanto ele beliscava meus peitos até deixar roxos.esposa gostosa
A fantasia do meu marido.
vadiaCarlos se aproximou. Não sei quando nem como, mas de repente ele estava de joelhos ao lado do sofá, com o pauzinho minúsculo na mão, olhando como outro pau, grande e grosso, entrava e saía da sua esposa. —Por favor... —suplicou Carlos, e ele não sabia se pedia para parar ou para continuar. —Toca nas bolas dele, cuck —ordenou Erik, sem parar. —Toca como elas batem na buceta da sua esposa puta. Carlos obedeceu. Estendeu a mão trêmula e tocou onde Erik e eu nos uníamos. O dedo dele roçou meu clitóris inchado e eu gemi. Isso foi demais para ele. Ele gozou na própria mão com um gemido lastimoso, derramando seu esperma pobre e escasso no tapete, enquanto eu continuava sendo comida por um homem que nem tinha me beijado na boca, só me usava como um buraco. —Patético —zombou Marco, e os dois riram. Quando Erik finalmente gozou dentro de mim, quente e abundante, senti que ia desmaiar. Depois Marco fez o mesmo, enchendo minha boca de esperma grosso que ele me obrigou a engolir enquanto Carlos assistia, com o próprio esperma secando na mão e lágrimas de humilhação escorrendo pelo rosto. —Obrigado pela hospitalidade, Carlos —disse Marco, ajustando as calças. —Sua esposa é uma foda incrível. Voltamos no fim de semana. Quando eles foram embora, fiquei no chão, de pernas abertas, com a buceta escorrendo esperma de dois homens diferentes, com o corpo marcado de hematomas e mordidas. Carlos se arrastou até mim, ainda com o pau mole na mão. —Dayana... —sussurrou, e eu não soube se ele ia chorar ou implorar. —Limpa isso —ordenei, apontando para minha buceta sangrando de tanto uso. —Limpa com a língua, cuck. É a única coisa para a qual você serve. E o doente foi lá e fez. Ele se inclinou e começou a lamber, a limpar o esperma de outros homens da sua esposa, enquanto eu fechava os olhos e sorria, porque finalmente tinha encontrado meu lugar no mundo: sendo a puta de todo mundo, com um marido cuck que limpava a bagunça. Passaram-se três dias e Carlos não tinha me tocado. Não que eu me importasse; o pau dele me dava exatamente na mesma. Mas a atitude dele tinha mudado. Ele me olhava com uma mistura de reverência e vergonha que me excitava mais do que eu queria admitir. Ele tinha virado meu escravo sem que eu precisasse pedir. Na sexta de manhã, enquanto eu tomava café da manhã pelada na cozinha — só de fio dental que se enfiava entre minhas nádegas —, o Carlos entrou com o tablet dele. Tinha cara de menino que vai confessar um crime. — O Marco me escreveu — ele disse, sem ousar me olhar nos olhos. — Ele diz que... que quer vir hoje à noite. Com o Erik. E talvez outro amigo. Mastiguei minha torrada devagar, sentindo a buceta ficar molhada só com a notícia. — E o que você disse pra ele, cuck? — perguntei, usando a palavra que eu sabia que destruía o ego dele. O Carlos ficou vermelho até as orelhas. — Que sim — ele sussurrou. — Que minha esposa vai estar disponível. Larguei o garfo e me levantei. Caminhei até ele devagar, deixando ele ver como meus peitos balançavam, como meu corpo nu o tentava e humilhava ao mesmo tempo. Parei a centímetros do rosto dele. — Você é um puto pervertido — falei, e cuspi na bochecha dele. — Isso te excita, né? Que sua esposa seja uma gostosa pública. O Carlos fechou os olhos e assentiu, com a respiração ofegante. — Sim — confessou, com a voz quebrada. — Me deixa duro pensar que outros homens te usam. Que eu não sou suficiente. Que eu sou... só um espectador. Sorri e dei um tapa na cara dele, não muito forte, mas suficiente pra ele sentir quem mandava agora. — Essa é a sua realidade de corno — sussurrei. — E hoje à noite você vai ver bem. Mas tem regras novas. O Carlos levantou o olhar, ansioso. — Primeiro: você vai ficar pelado o tempo todo. Quero que eles vejam o quão pequeno você é. Segundo: você só vai se masturbar quando eu mandar. E terceiro: quando eles forem embora, você vai limpar tudo. Com a língua. Incluindo a bagunça que fizerem no chão, nos móveis, onde for. O Carlos engoliu seco, mas a mão dele desceu instintivamente pra entreperna. Já estava duro. O doente estava no céu. — Sim, Dayana —disse ele, submisso. —O que você mandar. --- Chegaram às nove. Marco, Erik e um terceiro homem que apresentaram como "O Negro" — um cara de quase dois metros, pele escura brilhante, músculos que pareciam prestes a rasgar a camiseta, e um sorriso que prometia destruição. Carlos abriu a porta de cueca, como tinha sido ordenado. Os três homens riram ao vê-lo. —Porra, Marco —disse O Negro, com voz profunda como um trovão. —Você não disse que o corno era tão patético. Olha esse verme. Apontou para a virilha de Carlos, onde o pau pequeno dele fazia um volume ridículo na cueca. Todos riram, inclusive eu, que desci as escadas de lingerie preta de puta barata, com meia-calça de rede e salto agulha.esposa
cornudo—Bem-vindos, cavalheiros —disse eu, me sentando no encosto do sofá de um jeito que minha bunda ficava empinada. —Meu marido preparou bebidas pra vocês. Não é, love? Carlos assentiu rapidamente e correu pra cozinha como o criado que agora era. Os três homens me cercaram. Marco me beijou com força, enfiando a língua até minha garganta. Erik baixou meu sutiã e começou a chupar meus peitos com avidez. E o Negro... o Negro simplesmente puxou minha calcinha fio dental de uma vez e enfiou dois dedos grossos na minha buceta sem pedir. —Ensopada —rosnou. —Essa foxy tava esperando por isso o dia inteiro. —O dia inteiro, porra —gemi, arqueando o corpo pra oferecer mais. Carlos voltou com as cervejas e ficou congelado ao ver a cena. A esposa dele sendo apalpada por três homens na própria sala, com os peitos de fora e a buceta exposta. —Fica aí, corno —ordenou Marco, sem parar de beijar meu pescoço. —E tira essa cueca. Quero ver o que você não tem. Carlos obedeceu, tremendo. Quando baixou a cueca, a piroquinha dele saltou pra cima, ereta e patética, não mais que dez centímetros. Os três homens caíram na gargalhada. —Pelo amor de Deus! —exclamou Erik. —É com isso que ele te come? Isso nem é uma piroca! É um clitóris com complexo de pinto. —Vem cá, anão —disse o Negro, fazendo sinal pra Carlos. —Vem ver como é uma piroca de verdade. Carlos se arrastou até lá, literalmente de joelhos, enquanto o Negro tirava o pau pra fora. Era monstruoso. Preta, grossa, cheia de veias, tão comprida que quase chegava no umbigo dele. Carlos ficou de boca aberta, com os olhos cheios de lágrimas e admiração. —Toca —ordenou o Negro. —Sente o que sua esposa precisa. Carlos estendeu a mão trêmula e tocou a piroca preta. Era mais grossa que o pulso dele. A própria ereção parecia uma piada perto daquilo. —Agora chupa, corno —disse Marco, empurrando a cabeça de Carlos pra baixo. —Ensina sua esposa como se faz. Ele quis protestar, vi nos olhos dele, mas não teve coragem. Abriu a boca e o Negro empurrou a enorme... glande entre seus lábios. Carlos engasgou, tossiu, as lágrimas escorreram pelas suas bochechas, mas continuou chupando como um puto cachorro obediente, movendo a cabeça com o desespero de quem sabe que é inferior. — Olha, Dayana — disse Erik, virando meu rosto para que eu visse o espetáculo. — Teu marido é um puto viado. Chupa cock melhor que você. — Ele é um cuck natural — gemi, sentindo a buceta se contrair de excitação. — Feito para servir. O Negro empurrou Carlos para longe, cuspindo, e me agarrou pela cintura. Me levantou como se eu não pesasse nada e me sentou no colo dele, no sofá. O cock dele, enorme e duro, se posicionou na minha entrada. Carlos ficou de joelhos no chão, olhando, com o próprio cock gotejando na mão, sem ousar se tocar sem permissão. — Por favor... — suplicou Carlos, e eu não sabia se ele pedia para parar ou para continuar. O Negro me penetrou de uma só estocada. Gritei, um grito animal que ecoou pela casa. Era demais, me sentia partida, cheia, completamente cheia de cock preta grossa que chegava até o fundo do útero.cornudo— Olha, cuck —rosnou o Negão, jogando a bunda com força, fazendo minhas tetas quicarem violentamente. — Olha como sua esposa goza com uma pica de verdade. E eu gozei. Na hora, com violência, jorrando líquido claro pra todo lado, encharcando o colo do Negão enquanto Carlos olhava de boca aberta, humilhado e excitado além do imaginável. Marco e Erik não esperaram a vez. Chegaram e me colocaram de joelhos no sofá, o Negão ainda dentro de mim por trás, enquanto eles enfiavam as picas na minha boca em turnos. Era um trem de homens, uma fila de picas usando cada um dos meus buracos, e Carlos de joelhos, vendo a esposa dele virar uma puta de três cabeças. — Fode-te, cuck — rosnou Marco, chegando perto do ouvido do Carlos enquanto me comia a boca. — Sua esposa é nossa agora. Você é só o limpador de porra. Quando o Negão gozou dentro de mim, senti a inundação quente me preenchendo. Depois o Marco na minha boca, grosso e salgado, me obrigando a engolir até a última gota. O Erik gozou nas minhas tetas, me cobrindo de porra branca que escorria pelos meus bicos. Fiquei escancarada no sofá, ofegante, com a buceta escorrendo porra preta, a boca inchada, as tetas cobertas de fluidos. Os três homens se vestiram, satisfeitos, e foram embora sem se despedir, me deixando como lixo usado na minha própria casa. Carlos se arrastou até mim. Tinha a pica na mão, dura como pedra, prestes a explodir. — Limpa isso — ordenei, apontando pro meu corpo destruído. — Tudo. Com a língua. E meu cuck de marido, meu patético marido, se inclinou e começou a lamber. Primeiro minhas tetas, chupando a porra do Erik. Depois minha boca, me beijando com a língua pra provar o que eu tinha engolido do Marco. E finalmente, o rosto dele entre minhas pernas, lambendo a porra do Negão que saía da minha buceta usada, enfiando a língua fundo pra limpar cada gota, gemendo de prazer enquanto fazia. Quando terminou, gozou sozinho, sem se tocar, jorrando a própria porra no chão. chão, enquanto eu ria dele, da fraqueza dele, da natureza de cuck que ele já não conseguia negar. — Amanhã vou chamar mais amigos — falei, acariciando a cabeça dele como se fosse um cachorro. — Você tem muito o que limpar, meu amor. E o Carlos, com o rosto brilhando dos fluidos de outros homens, só assentiu, submisso e feliz na humilhação dele. Passou uma semana. O Carlos já não era meu marido no sentido tradicional. Era meu servo, meu cuck oficial, meu cachorro domesticado. Tinha parado de dormir na nossa cama; agora dormia num colchão no chão do nosso quarto, amarrado com uma coleira como o animal em que tinha se tornado. Mas hoje era especial. Hoje completávamos quatro anos de casamento, e eu tinha preparado algo que selaria nossa nova realidade para sempre. Tirei do armário meu vestido de noiva. Aquele vestido branco, puro, inocente, que eu tinha usado no dia em que prometi ser fiel ao Carlos até que a morte nos separasse. Agora eu o usava de outra forma. Cortei ele ao meio, deixando a saia ultra curta, o decote até o umbigo, as costas completamente nuas. Por baixo, nada. Minha buceta nua roçava a seda branca a cada movimento meu.esposa safadaVesti as ligas brancas, os saltos brancos, o véu curto que deixava à mostra minha cara de puta satisfeita. Me maquiei como noiva, mas com os lábios vermelhos obscenos, o rímel borrado de antecipação. Tava pronta pro meu novo casamento. Meu casamento com a putaria. O Carlos tava na sala, pelado como sempre, com o pau pequeno preso numa jaula de castidade que ele tinha comprado online. Não podia se tocar, não podia gozar sem minha permissão. Tava há uma semana sem bater uma, e as bolas dele tavam inchadas, doloridas, desesperadas. — Hoje você renova nossos votos, cuck — falei, entrando na sala com meu vestido de noiva modificado. — Mas não vão ser votos de fidelidade. Vão ser votos de submissão. O Carlos me olhou com os olhos cheios de lágrima. O vestido que ele tinha visto no altar, agora transformado num trapo de vadia. — Por favor, Dayana... — implorou. — Cala a boca — cuspi na cara dele. — Hoje você vira o que sempre foi: nada. A campainha tocou. Não era um. Eram cinco. Marco, Erik, o Negão, e mais dois caras que eu não conhecia. Um loiro, atlético, com tatuagem no pescoço. Outro moreno, baixinho mas musculoso, com cara de mau. — Essa é a noiva? — perguntou o loiro, me olhando de cima a baixo. — A noiva puta — corrigiu o Marco, e todos entraram como donos da casa. Me colocaram de joelhos no centro da sala, em cima do véu que tinha usado na cabeça, agora estendido no chão como um altar profano. Os cinco homens me cercaram, tirando os paus pra fora, todos duros, todos enormes, todos prontos pra usar a noiva que se oferecia como sacrifício. O Carlos tava no canto dele, amarrado numa cadeira com enforca-gato, com a jaula no pau à mostra, com uma câmera na mão que eu tinha mandado ele segurar. Tinha que filmar tudo. O aniversário de casamento dele, a esposa dele sendo comida por cinco desconhecidos no vestido de noiva. — Podem começar — ordenei, abrindo a boca. O que veio depois foi um estupro consensual, uma orgia de uso total. Me comeram em todos os buracos ao mesmo tempo. Um pau na boca, outra na buceta, outra no cu, enquanto as outras duas me masturbavam os peitos, me açoitavam, me cuspiam, me chamavam de puta, rabuda, namorada de merda, esposa barata.namorada vadia
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esposa gostosaO vestido branco rasgou, ficou manchado de sêmen, de saliva, de suor. Fiquei em pedaços de seda branca enquanto cinco homens me destruíam, me enchiam de porra por todos os lados, me faziam gritar até ficar sem voz. Carlos filmava tudo, chorando, com o pau dele tentando se erguer contra a jaula impossível, sentindo a dor da negação enquanto a esposa dele era usada como um objeto sem valor. Quando todos gozaram dentro de mim, quando meu corpo era um receptáculo de porra de cinco homens diferentes, quando o vestido de noiva estava em farrapos manchados, ordenei que Carlos se aproximasse.A fantasia do meu marido.
vadia— É hora do seu presente de aniversário — eu disse, ofegante, esparramada no chão coberta de fluidos. Marco trouxe o que eu tinha pedido. Uma camisinha usada, cheia até a borda de esperma grosso, quente, de todos eles misturados. E minha aliança de casamento. Aquela aliança de ouro que Carlos tinha colocado no meu dedo no dia do nosso casamento, prometendo amor eterno. — Tira a aliança — ordenei. Carlos, tremendo, obedeceu. A mão dele tremia tanto que quase não conseguia deslizar a aliança do dedo. — Agora enfia na camisinha — instruí. — Dentro da porra do esperma dos homens que me comeram. Carlos fez isso. Enfiou a aliança de casamento naquela camisinha cheia de porra alheia, vendo como ela afundava no fluido branco, como ficava suspensa ali, presa na evidência do fracasso dele como homem, como marido. — Agora enfia no seu cu — ordenei, apontando para o próprio traseiro dele. — Amarrado com um fio. Quero que você ande com a aliança do nosso casamento, cheia de esperma de outros homens, dentro do seu cu de corno, pelo resto da sua vida. Carlos queria chorar, queria implorar, mas a pica traidora dele tentava romper a gaiola. Era a coisa mais humilhante que ele já tinha sentido, e a mais excitante. Ele se ajoelhou, se inclinou, e com a ajuda do Erik, que caiu na gargalhada, inseriu a camisinha cheia de esperma com a aliança dentro, no próprio cu. O fio ficou pendurado, visível, uma prova permanente da degradação dele. — Agora você é meu — eu disse, me levantando com dificuldade, a buceta escorrendo esperma de estranhos. — Meu corno oficial. Meu escravo. Meu cachorro. E cada vez que você sentir essa aliança no seu cu, cada vez que sentir o esperma quente dentro de você, vai lembrar quem eu sou. Sua esposa. Sua puta. Sua dona. Carlos ficou ali, de joelhos, com a aliança de casamento no cu cheio de esperma alheio, filmando a esposa nua e usada, sabendo que nunca mais me tocaria, que nunca mais seria meu, que era só o limpador, o espectador, o corno eterno. — Feliz aniversário, amor — sussurrei, e cuspi no chão aos pés dele. **Fim** me disseram que com mais imagens, outros que mais gifs, espero ter agradado todos os meus amores.esposa
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