— Oi, que tal a gente passar a tarde juntas? A Priscila e a Inma vão ver aquele amigo do clube que conhece aqui e não tô a fim de ir. Falei isso pro Ramiro.
— Fala pra ela que sim. Eu vou lá no bar hoje à tarde, não vou desde sexta, aí vejo como é que foi e dou a tarde livre pro menino.
— Tudo bem, Vanessa, mas não tava com intenção de sair. Tô cansada do fim de semana inteiro com o casamento e não parei a manhã toda em casa. Se você quiser, vem pra cá.
— Vale, me passa o endereço.
Bem na hora de almoçar, tocou a campainha. Era a Vanessa. Assim que subiu, cumprimentou o Ramiro, e ele falou que já ia embora e deixava a gente sozinha. Ofereci um café pra ela e a gente tomou na mesa conversando. Ela me disse que tinha terminado com o Ricardo, mas não quis dar mais detalhes do porquê.
— Desculpa, Vanessa, tenho que recolher a mesa e limpar a cozinha. Gosto de deixar tudo arrumado.
Levantei, peguei as coisas da mesa e levei pra cozinha. Ela veio atrás de mim. Voltei pra pegar mais coisas e ela continuava me seguindo, me observando, mas não fez questão de ajudar. Comecei a lavar a louça e ela ficou do meu lado, só olhando.
— Você tá uma verdadeira dona de casa, hein. E eu desperdicei isso.
— O que você tá dizendo?
— Nada, coisa minha.
Levei quase meia hora pra limpar tudo, com ela do meu lado, olhando e em silêncio. Depois fomos pra sala.
— Vocês têm um apartamento muito bonito.
— É, desculpa, não te mostrei ainda. Vamos.
Primeiro mostrei o banheiro e depois o quarto de casal.
— Muito bonito, tudo bem arrumado e limpo.
— É, gosto de deixar sempre assim.
Sem esperar, do nada ela solta:
— Sabe, tô com muita curiosidade de ver como é a sua buceta operada. Me mostra, quero ver.
— O que você tá falando? Não vou te mostrar nada. É igual à sua.
Ela chegou perto e colou a boca no meu ouvido:
— Você vai fazer, sabe por quê? Porque se não fizer, eu posso revelar a verdade sobre você pra família dele.
— Você não seria capaz de fazer isso.
— E como sou capaz. Se não quiser ver na prática, começa a se despir.
— Por que você tá fazendo isso comigo?
— Já te falei, por curiosidade. Curiosidade... começa pela parte de cima, quero ver primeiro seus peitos. Tirei o top que estava usando, mostrando o sutiã preto de renda, que também tirei em seguida, sob o olhar fixo dela em mim, que estava de cabeça baixa, envergonhada. — Hummm, você tem uns peitos muito gostosos. Agora a saia. Tirei a saia, ficando só com a calcinha fio-dental preta, e fiquei parada. Ficar assim na frente dela, apesar da vergonha, me dava tesão e me sentia excitada. — Calcinha bonita, mas quero ela fora agora. Tirei, e ela se aproximou de mim, chegando a boca no meu ouvido. — Não sou tão ruim assim e nunca revelaria seu segredo, mesmo que doa. Você teria obedecido mesmo sem ameaça, porque é submissa e obediente por vocação. Sabe por que deixei o Ricardo? Quando o conheci, gostei que ele fosse dominante. Você era o contrário, submisso, ou melhor, submissa. Peguei seu segredo e doeu muito em mim. E ele me ajudou a te castigar, mas no fim não foi um castigo, foi uma ajuda pra você. Com o tempo, percebi que ainda sentia algo por você, que era feliz sendo a dominante e desperdicei isso. Agora eu teria uma criada e seríamos felizes as duas. Se vim aqui é porque quero virar a página e fechar essa porta. Fico feliz que você seja feliz, e eu um dia talvez encontre alguém como você e seja também. Ou talvez não dê certo e você se separe. Meu apartamento estará aberto pra você voltar. Fez-se um silêncio estranho por um momento. — Não quer dizer nada, Pili? Bom, então vou ver como é sua buceta. Ela ficou na minha frente, a uns dois metros, e me olhou fixamente. — Porra, não esperava por isso. Pensei que veria um buraco, e é uma xota igual à minha. — Já te falei. — Sim, mas não esperava que fosse tão idêntica. Tô curiosa pra tocar. — Não, já chega. Ela não ligou, se aproximou de mim e colocou uma mão abaixo do meu umbigo. Eu não fiz nada pra impedir. Ela desceu lentamente até a virilha, minhas pernas juntas se abriram um pouco, facilitando a mão entrar no meio, acariciando suavemente por cima. — Nunca... Nunca imaginei isso, e ainda tô meio sem acreditar e processando que meu ex-namorado tem uma buceta e eu tô tocando nela. Ele continuou passando os dedos por cima, eu fiquei parada, sentindo o formigamento dos dedos dele. Já fazia mais de um minuto que ele tava me tocando, e achei que em algum momento ele ia parar, mas não. Enfiou um dedo entre os lábios, sem olhar, mexendo pra trás e pra frente. — Você tá excitada, sua buceta tá molhada. — Sim. — Eu também tô. Nunca imaginei que ia ficar excitado tocando uma bucetinha, mas isso é diferente. Me excita porque é você. Ele começou a esfregar com força, enfiando vários dedos na fenda e metendo uns dois na minha ppk. Minha respiração acelerou, e eu soltei um gemido baixinho. — Parece que você gosta. — Sim. — Eu também. Vamos continuar. Enquanto enfiava os dedos, ele desabotoou a saia e deixou cair. Parou de me tocar pra tirar a blusa, ficando de calcinha e sutiã. Me segurou pela cintura, me puxou pra perto. Eu fiquei parada. Ele colou os lábios nos meus e me beijou. — Isso não é certo. — Tem certeza de que quer que eu pare? Acho que não. E sem me deixar responder, colou os lábios nos meus, me beijou com força, e eu me deixei levar, abrindo os lábios pra juntar nossas línguas. Ela levou a outra mão pro meu peito e começou a apalpar. Separou os lábios e sussurrou no meu ouvido: — Você não vai fazer nada. Quero que você tire meu sutiã e minha calcinha. Levei uma mão às costas dela, desabotoei o sutiã, tirei, e desci as mãos até a calcinha. Me abaixando um pouco, tirei. Quando me levantei de novo, ela me agarrou com força pra me beijar. Continuava acariciando meus peitos. Levei uma mão até os dela e comecei a tocar. Ela me empurrou na cama e se jogou do meu lado, procurando minha boca rapidamente pra me beijar. Uma mão amassou meus peitos por um momento e desceu direto pra ppk, enfiando uns dois dedos e me masturbando. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos. — Você gosta, né, bucetinha? — Sim. — Eu também gosto que toquem na minha buceta. Tá esperando o quê? Desci uma mão e... Comecei a esfregar ele com a mão, ele tava todo molhado. — Você tá muito molhada. — Sim, igual você, somos duas bucetinhas quentes. A gente se masturbava uma à outra enquanto se beijava com frenesi por uns longos minutos, até que ela parou de me beijar e me encarou. — Buceta, chupa minha xereca. Ela virou de lado, com a xereca na altura da minha cabeça, e pelo meu nariz entrou aquele cheiro de buceta que eu não sentia há muito tempo. Aproximei a cabeça, senti o cheiro mais forte, chupei com os lábios, enfiando a língua entre os lábios dela, senti o gosto, senti um pouco de repulsa, mas continuei chupando com um pouco de nojo. Não podia ser que eu tivesse nojo, antes eu adorava fazer isso, então continuei. Vanessa começou a soltar gemidos enquanto continuava enfiando os dedos em mim. Parei um momento. — Você gosta, faz em mim também. — Sim, eu gosto, mas não me atrevo, não curto buceta. — Isso você não sabe, ainda não provou, e não tem gosto igual ao de uma mulher. — Sei lá, não consigo, mas continua, você manda muito bem. Enfiei a cabeça de novo entre as pernas dela e continuei chupando a xereca dela. O gosto já não me incomodava tanto, embora eu não trocasse pelo gosto da pica do Ramiro. Ela continuava brincando com os dedos dentro de mim, e um tempo depois, sem eu esperar, ela tirou os dedos. Senti ela enfiar a cabeça entre minhas pernas e passar os lábios na minha buceta de leve, abrindo e fechando, e repetindo isso até a quarta vez, quando começou a chupar sem parar. Ficamos assim uns 10 minutos, até que ela parou, virou e me beijou na boca por alguns segundos, depois parou, olhou nos meus olhos e sorriu. — Valeu, foi uma experiência divina, você me fez aproveitar mais como mulher do que como homem. — De nada, eu também curti. — Desculpa ter te ameaçado pra fazer isso. Se você tivesse recusado, não teria rolado nada, nunca ia revelar seu segredo. Me perdoa. — No começo fiquei chateada, puta, mas não me arrependo do que aconteceu. Te perdoo. — Valeu. — A gente devia... Vamos nos vestir, não seja que o Ramiro chegue e nos pegue assim. — É, claro. Quando começamos a nos vestir e eu colocava a calcinha, ela ficou me olhando com curiosidade. — O que foi? — Desculpa, nada, é que ainda não consegui assimilar que debaixo dessa calcinha agora tem uma buceta. — Pois já faz muito tempo, mas acho que é normal você sentir isso. Terminamos de nos vestir e, antes de sair do quarto, ela me beijou de novo na boca. — Eu adoraria repetir isso nos 10 dias que ainda vou ficar por aqui. Sexta-feira a Priscila e a Inma falaram em alugar um carro pra ir pra Acapulco até domingo, ir pra praia, mas não tô a fim de ir. A gente podia passar o sábado juntas e repetir no meu hotel. — Acho que não é uma boa ideia repetir. — Por que não? Vai, faz por mim. — É que não sei, além disso tenho que pedir permissão pro Ramiro. — Vai, anima. Fala que eu vou estar sozinha e que pedi pra você me levar pra conhecer a cidade e fazer compras. Acho que ele não vai dizer não. — Não é isso. Ele vai deixar eu ir com você, mas não acho legal repetir o que aconteceu. — Tá bom, não insisto. Mas passar o dia comigo, o que acha? Um dia de garotas. — Isso sim, acho legal. Sentamos no sofá tomando um refri e, depois de um tempo, recebi uma mensagem do Ramiro dizendo que chegaria lá pras 10 da noite, que não preparasse janta porque ele ia comer no bar. Então perguntei pra Vanessa se ela queria ficar pra jantar. Nós duas preparamos a janta. Assim que terminamos de limpar a cozinha depois de comer, o Ramiro chegou e se ofereceu pra levar a Vanessa de carro até o hotel pra ela não pegar táxi. Meia hora depois ele já tinha voltado. — Como foi o teu dia, amor? — Foi bom, trabalhei bastante no bar. E vocês? — Bem, passamos a tarde toda aqui conversando. — A Vanessa me disse que no sábado ela te convidou pra passar o dia inteiro com ela, se for possível. — É, ia te falar agora. — Já não precisa. Eu disse que sim, que não tem problema. — Tá bom, obrigada. Ele pediu uma cerveja e a gente conversou um pouco. Tô meio cansada. — Então vai pra cama, já vou. Me despi e coloquei uma camisola preta transparente sobre meus peitos nus, mostrando por baixo a calcinha fio dental que usei o dia inteiro, e me deitei na cama. Ele não demorou a chegar, tirou toda a roupa e se deitou ao meu lado, levando a mão direto pros meus peitos e me beijando. Uns apertões nos peitos já me deixaram de pernas abertas, esperando ter ele entre elas. Ele me comeu com força e não demorou a gozar. Tirou, me deu um beijo — Descansa, que te vejo exausta. — É, um pouco. Boa noite. Alguma noite que eu tava cansada, quase disse que não tava a fim de sexo, ainda mais num dia como hoje, que já tinha tido uma boa sessão com a Vanessa. Mas não tive coragem de pedir, porque sei que, como esposa, minha obrigação é abrir as pernas sempre que ele quiser. Adormeci na hora. A semana passou rápido, entre academia, compras e tarefas de casa. Só na sexta à tarde eu vi ela de novo. Saímos com a Isabela e as amigas pra passear e tomar umas coisas. No sábado, às 9 da manhã, o Ramiro me levou até o hotel onde a Vanessa esperava e nos deixou no shopping antes de ir trabalhar. Eu tava de vestido preto curto e justo, e ela de minissaia preta e blusa branca. Primeiro tomamos um café e depois começamos a andar pelas lojas, olhando roupas. Quando passamos por um centro de estética: — Pili, vamos fazer as unhas. — Acabei de fazer semana passada pro casamento. — Eu também fiz antes de vir, mas quero mudar de cor, e você podia fazer também, se deixar eu escolher. — Tá bom, vale. Entramos. Ela falou com uma moça sem me deixar ouvir o que dizia. A moça me chamou e mandou eu sentar. Minhas unhas estavam pintadas de branco claro. Ela começou tirando o esmalte e depois pintou de rosa choque. Enquanto isso, a Vanessa tava com outra moça fazendo o mesmo. Quando terminou com minhas mãos, me fez tirar os saltos pra pintar as unhas dos pés. Saí de lá ali, exibindo um rosa intenso e ela em vermelho intenso, entramos numa loja de lingerie pra dar uma olhada. - Olha que conjunto vermelho lindo, combina com minhas unhas. - É, muito bonito. - Vou levar. Continuamos olhando. - Olha esse rosa, que lindo, combina com suas unhas. - É, muito bonito. - Vou te dar de presente. - Não precisa. - Presente não se recusa. Saímos de lá, continuamos olhando lojas e depois de percorrer umas quantas. - Vamos naquela outra, vi uns vestidos que gostei. Entro direto num corredor e peguei um vestido vermelho curto. - Esse é um pra usar com o conjunto de baixo e combinar com as unhas, você gosta? Fiquei meio confusa. - É, é bonito. - E esse é o outro, igual ao meu, mas rosa pra você, combinando com seu presente e unhas. - É bonito, mas tenho um parecido e não preciso. - Que diferença faz? Vamos passar um dia de garotas divertido, entra na brincadeira, vamos nos divertir. Vamos experimentar e levar, depois só faltam uns saltos e aí vamos no banheiro trocar de roupa. - O que você tá dizendo? Você é louca? Como a gente vai fazer isso? - Tô falando sério, é divertido, já fiz isso com minhas amigas mais de uma vez. - Mas a gente não é mais criança pra fazer isso. - Isso você perdeu, viu? Não foi criança, por isso precisa fazer. - Você tá me enrolando. - Já te enrolei, sim. Puxou minha mão pro provador, experimentamos. - Em você ficaria melhor um tamanho menor, mais justo. Espera aqui, vou pegar. Experimentei e ficou totalmente colado no corpo e na altura da bunda, e nela também. - Esse ficou perfeito em você. Paguei e fui direto pra uma sapataria, e ela escolheu os sapatos pra mim, rosa aberto na ponta pra mostrar as unhas, e ela vermelho. - Já temos tudo, vamos pro banheiro. Chegando no banheiro. - Olha que bom, um de deficiente, ideal pra gente se vestir, é maior. Vamos pra dentro. Trocamos de roupa e saímos parecendo duas putinhas. - Pili, adoro fazer isso, não acha divertido? - Eu me divirto mais olhando e comprando roupa do que isso. A verdade. — Bom, então vamos dar um passeio pelo centro e ver mais roupas enquanto esperamos a hora do almoço. A comida quem paga é você, tá? — Tá. Olhamos umas lojas e fomos almoçar num restaurante no centro, onde eu já tinha ido várias vezes e se comia muito bem, pra caralho. — Valeu, gostei muito do que comi. Que tal a gente ir pro hotel, deixar as coisas e você me levar pra dar uma volta pela cidade? — Parece boa ideia. Pedimos um Uber pro hotel, subimos pro quarto dela. — Esse hotel é muito bom, e o quarto é bem legal, não acha? — Sim, muito bonito. — Vou no banheiro rapidinho e aí a gente vai. — Tá, eu também preciso ir. — Então entra você primeiro. — Não, tanto faz, não tô com pressa. — Eu também não, vai você. Fui primeiro, saí levando o tempo exato que uma pessoa leva pra subir o vestido, abaixar a calcinha, sentar, fazer xixi, subir a calcinha, ajeitar o vestido e, claro, me olhar no espelho — uns 2 minutos. Saí e ela entrou. Fiquei de pé na frente da cama de casal esperando. Ela demorou quase 10 minutos pra abrir a porta e aparecer, parada na frente da porta com uma minissaia vermelha de látex bem curta, que deixava a calcinha um pouco à mostra, um sutiã, meias vermelhas com liga e um chicote na mão. — Por que você tá vestida assim? O que você quer? — Quero brincar com você um pouco, como no outro dia. — Não, já te falei que não. Então vou embora. Ela se aproximou de mim, levantando o chicote e colocando debaixo do meu queixo. — Você não vai a lugar nenhum, sabe por quê? Porque você é submisso e obediente por vocação. Com um movimento rápido, baixou o chicote e me deu uma porrada forte na lateral da bunda. — Aiiiiii! — Arde, né? Então, se não quiser que eu bata mais forte, vai me obedecer em tudo. Esta tarde você vai ser minha bucetinha, ok? Ela falou sem levantar a voz, mas com um tom autoritário que me deixou com uma certa excitação. — Sim, tá bom. — Assim que eu gosto, obediente, bucetinha. É assim que vou te chamar de agora em diante. Gostou? - Sim. - Abre aquela gaveta e pega a caixa, e coloca o que tem dentro. Eu fiz isso, abri a caixa e dentro tinha uma cinta-liga e umas meias rosas. - São as peças que combinam com sua linda calcinha, comprei ontem na mesma loja, estava tudo preparado. Enquanto isso, eu tirei os sapatos, coloquei as meias e a cinta-liga. - Você está linda, o rosa te cai muito bem, te faz parecer feminina, delicada, cor ideal para uma submissa, não acha, bucetinha? - Sim, Ama Vanessa. Falei, já me colocando no meu lugar. - Não tinha pensado nisso, mas gostei que você me chamou assim. Estávamos de frente, a menos de um metro de distância, ela se aproximou um pouco mais, ficou ao meu lado e me deu com a fusta numa nádega, fazendo eu soltar um gemido. Ela se afastou um pouco e me deu outra na outra, soltei outro gemido. - Você gosta, né, bucetinha? - Sim. Ela se colou em mim por trás, colocou uma mão na minha cintura, levou até minha barriga devagar, com um toque suave, subiu até meus peitos, primeiro acariciou um e depois o outro, eu ouvia a respiração dela sainda da boca, colada no meu ouvido. - Você tem uns peitos lindos, redondos e durinhos. Continuou acariciando eles e, sem esperar, apertou com força um mamilo, mesmo com o vestido e o sutiã, senti uma certa sensibilidade. - Hummm. - Esse é seu ponto fraco, bucetinha. Continuou brincando com eles, passava de um para o outro, minha respiração a cada segundo ficava mais ofegante, eu colava meu corpo no dela, enquanto uma mão continuava nos peitos, a outra começou a me apalpar a bunda, levantando meu vestido até a cintura, desceu a outra mão e, pegando o vestido com as duas, puxou para cima, tirando ele de mim, deixou cair no chão, me abraçou por trás, segurando meus peitos por cima do sutiã com força por alguns segundos, levando os dedos até os mamilos, apertando com força, provocando um gemido forte de prazer, enfiou uma mão por dentro do sutiã e a outra levou às minhas costas, desabotoou o sutiã e tirou ele, enquanto uma mão brincava com os peitos e Apertava os bicos dos peitos, me provocando prazer. A outra mão desceu até a bunda, enfiando entre minhas pernas até tocar minha buceta por cima da calcinha, esfregando por uns segundos. Com os dedos, afastou a calcinha de lado e esfregou entre a racha. — Tá bem molhadinha, bucetuda. Já te tenho totalmente entregue sob meu domínio, toda submissa. Tirei a mão do meu peito e da minha entreperna. Ela deu um passo pra trás enquanto me dava um tapa na bunda. — Vira. Fiquei de frente pra ela, vestida assim, impondo respeito. Ela se aproximou, me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar na boca. Eu fiquei parada, sem fazer nada. Ela parou de me beijar. — Não vai mexer essas mãos? Tira meu sutiã e pega nas minhas tetas. Começou a me beijar de novo. Tirei o sutiã e comecei a apalpar os peitos dela, enquanto ela fazia o mesmo com os meus. Fui me animando e tentei descer uma mão até a entreperna dela, mas ela parou com a mão. — Aonde cê vai? Não te dei permissão pra me tocar aí. Colou os lábios nos meus de novo, dando um beijo de uns dois minutos. Se afastou de mim, dando um passo pra trás, ficando na beira da cama. — Fica de joelhos e tira minha calcinha. Eu fiz. Tirei a calcinha dela. Ela colocou uma mão na minha cabeça, acariciou meu cabelo e empurrou minha cabeça pra entre as pernas dela, colando minha boca na buceta dela. — Chupa minha buceta. Comecei a chupar. Tava bem molhada. Não demorou pra ela começar a gemer. Colocou a mão na minha cabeça de novo e, sem deixar eu me afastar, sentou na cama e se deitou de pernas bem abertas. Os gemidos foram aumentando. — Porra, que gostoso você faz. Se é tão boa assim chupando pau também, o Ramiro deve aproveitar muito. Me deixou mais de quinze minutos chupando. — Para e fica de pé. Você me fez gozar muito. Enquanto eu me levantava, ela se levantou e ficou sentada na cama. Esticou os braços até minhas pernas, acariciando pra cima até chegar na bunda e puxar eu pra perto dela. Passou a mão na minha bunda com as duas mãos, enfiou uma entre as pernas, por dentro da calcinha, até chegar na buceta. — Você Fez molhar a calcinha, você tá bem gostosa e com tesão, né? - Sim. - Vou ter que baixar esse fogo que você tem na buceta. Abaixo a calcinha de uma vez e tiro, ela se levantou, me pegou pelo pescoço e começou a me beijar enquanto levo uma mão na minha buceta e enfia alguns dedos, e foi me virando até ficar de costas pra cama, me soltou e me empurrou na cama. - Deita de comprido. Enquanto eu fazia isso, ela abriu uma gaveta do criado-mudo e tirou um cinto com um dildo preto de borracha, que eu olhei surpresa. - Olha que coisa mais linda que tenho pra você, gostou? - Sim, mas não sei se devíamos fazer o que tô imaginando. - Não pedi sua opinião, aqui quem manda sou eu e vou fazer o que eu quiser. Na outra noite, depois de ficar com você no seu apartamento, aqui sozinha na cama comecei a fantasiar com o que aconteceu e imaginei como seria te foder, e vou fazer. Ela colocou o cinto e se deitou do meu lado, levou uma mão nos peitos e começou a me beijar enquanto apertava um mamilo com força, os lábios dela apertados com força nos meus me impediam de gemer ou reclamar, minhas pernas se tensionaram abrindo um pouco, desceu a mão até a buceta, acariciou por cima um momento pra enfiar os dedos, parou de me beijar e, olhando nos meus olhos, se meteu entre minhas pernas. - Fuck you, escolhe o que prefere que eu foda primeiro, cu ou buceta. - O cu não, Ramiro vai perceber hoje à noite quando transarmos, desde que operei ele não me fodeu mais. - Então nada, só vou foder sua buceta. Pegou o dildo, colocou na entrada da buceta e foi enfiando devagar. - Tá sentindo? - Sim. - Assim hoje à noite você vai transar com seu marido. - Sim, toda noite transamos. Enquanto conversávamos, ela ia me fodendo. - Toda noite? - Sim, desde o primeiro dia que ele veio morar comigo no apartamento da Priscila, ele me fode toda noite. - E você nunca disse que não tava a fim? - Não, ahhhh não posso negar, sou esposa dele e é minha obrigação satisfazer os ahhhh desejos sexuais dele sempre que ele quiser. - Eu não penso igual, mas cada uma sabe o que faz. faço. Entre as palavras, eu soltava uns gemidos.
- Me explica como ele faz, vai direto ao ponto ou vocês brincam?
- Sempre vou primeiro pro quarto, visto uma camisola sexy e vou pro banheiro. Quando volto, ele já tá na cama, pelado. Deito do lado, a gente se beija, eu acaricio o peito dele, descendo até pegar a pica dele na mão e começo a bater uma. Passo meus lábios pelo peito dele até chegar embaixo e dar um boquete.
- Ele não faz nada, não te fala nada?
- Às vezes a gente faz 69, mas normalmente só eu chupo a pica dele enquanto ele acaricia meu cabelo e me chama de puta, vagabunda, gostosa, essas coisas que ele sabe que eu gosto de ouvir.
- Eu também gosto de ouvir essas coisas, mas você nunca me chamou assim.
- Achava que você não ia gostar e você nunca pediu.
- Todas nós gostamos, isso deixa a gente mais tesuda. Explica mais, me deixa com tesão te ouvir. Vocês sempre fazem na cama?
- Não.
- Me conta, bocetinha, onde mais?
- Na sala de jantar, na cozinha.
- Conta como vocês começam na cozinha.
Ele continuava me comendo enquanto a gente conversava, e eu, entre as palavras, soltava gemidos.
- Enquanto preparo a comida ou limpo, ele chega por trás, me agarra, começa a me apalpar, levanta minha saia, abaixa um pouco até a coxa e me come apoiada na bancada. Fico louca quando olho pra trás, entre minhas pernas, e me vejo de pernas abertas com a calcinha esticada no meio da coxa.
- Hahaha, que puta você é. Continua, o que você gosta de fazer com ele?
- Ficar de joelhos e chupar a pica dele, adoro. Assim mostro minha submissão, que estou aos pés dele, como uma esposa obediente.
- Hahaha, que lindo. Quais posições você mais gosta?
- De pé me deixa louca, de quatro adoro, mas do jeito que ele quiser, gosto de todas, hahaha.
- Que putinha você é.
Ficamos em silêncio, só se ouviam meus gemidos por uns dois minutos, até que ele tirou o dildo e parou de me comer.
- Já se divertiu bastante, bocetinha. Agora é minha vez.
Ele tirou o cinto.
- Fica de pé que vou colocar o cinto em você pra me comer.
Ele colocou o cinto em mim e se deitou na Cama aberta de pernas, me coloquei no meio e fui enfiando e comecei a foder ela. - mmmm sim assim bucetinha siiiim que gostoso. Ali metida entre as pernas dela fodendo minha ex com um arnês depois de muito tempo sem me sentir humilhada me fez sentir mal mas ao mesmo tempo excitada. - você gosta, puta? - sim, não para, fala mais coisas, bucetinha. Chamei ela de slutty, slut, vadiazinha etc... Fiquei fodendo ela uns 15 minutos, no gozo ficamos deitadas na cama um tempo em silêncio até que ela virou, me deu um beijo na boca. - obrigada, me diverti muito. - eu também, acho que já tenho que ir, tenho coisas pra fazer em casa, são quase 7 da noite, mas se você deixar, gostaria de tomar um banho. - claro. - vou mandar uma mensagem pro Ramiro pra ver se ele tá em casa e falar que vou pra lá. Mandei e ele respondeu na hora que ainda tava no bar e que tinha pensado que como a Vanessa tava sozinha, convidar ela pra jantar e sair pra tomar uns drinks nós três, a Vanessa aceitou e eu falei que a gente tava no hotel dela, que ele passasse pra nos pegar, ele disse que passaria às 8:30. - vamos tomar banho, bucetinha. - sim, vou. Fui pro banheiro e a Vanessa me seguiu e entrou atrás de mim. - você toma banho primeiro, Vanessa, ou eu? - por que não juntas? - juntas não sei se é boa ideia. - por quê? - não confio em você. - é só um banho. - tá bom. Primeiro prendemos o cabelo pra não molhar, nos despimos e entramos no chuveiro, cada uma começou a se ensaboar. - ensaboa minhas costas, bucetinha. - viu como não posso confiar em você? - só te pedi isso, não vai rolar nada. Ensaboei as costas dela e depois ela as minhas e não rolou nada, saímos, nos secamos e vestimos a mesma calcinha e sutiã que a gente tava usando sem as meias e a cinta-liga, retocamos a maquiagem e saímos pra nos vestir, eu ia pegar o vestido preto da bolsa que usei pra sair de casa. - deixa esse vestido e veste o que eu te dei pra comprar pro Ramiro ver. Nos vestimos as duas com os vestidos comprados e esperamos ele avisar que já tinha chegado. Tava na porta esperando, a gente desceu, ele tava esperando em pé do lado do carro e do lado dele o José, o melhor amigo dele. Ele me deu um beijo na boca, dois beijos nela, a gente cumprimentou o José. — Como vocês tão gostosas. — Obrigada, gostou? Foi a Vanessa que me deu, tudo incluindo a roupa íntima. — É, é bonito. Convidei o José pra Vanessa não se sentir desconfortável sozinha com a gente dois. — Boa ideia. A gente subiu no carro, eles na frente e a gente atrás. Os vestidos tão curtos, sentadas no banco com as pernas bem juntas, ainda dava pra ver um pouco as calcinhas, então eu coloquei a bolsa em cima das pernas. A gente jantou num restaurante muito bom e passou um tempo agradável, depois fomos tomar uns drinks e dançar. A gente tava dançando de casal quando o Ramiro falou: — Olha esses dois. Olhei e eles estavam se beijando. Lá pras 3 da madrugada o Ramiro disse que era hora de ir. Dessa vez eu sentei na frente e o José com a Vanessa atrás. O José tinha o carro estacionado do lado do nosso apartamento, então a gente foi pra lá e ele depois levaria a Vanessa pro hotel. Ele estacionou o carro e na hora de sair: — Que tal a gente fazer a última em casa? — disse o Ramiro. — Pra mim tá de boa, o que você acha, Vanessa? — disse o José. — Por mim tudo bem. A gente subiu pro apartamento, eles sentaram no sofá, a gente preparou uns cubas e sentou junto com eles. Automaticamente cada um colocou uma mão nas nossas pernas, acariciando, e em poucos segundos a gente já tava se beijando com eles. Quando acabou os cubas: — José, você não devia dirigir agora, bebeu muito. Vocês podem ficar pra dormir aqui. — Cê tem razão, Ramiro. — Então vocês ficam. Pili, vai arrumar a cama pra eles. A Vanessa veio comigo. A cama só tinha uma colcha, eu peguei lençóis e a gente arrumou junto. — Cê pode me emprestar uma camisola, gostosa? — Claro que sim. A gente foi pro meu quarto procurar uma. Peguei uma vermelha lisa: — Qual você prefere, essa? E um babydoll de renda vermelha transparente: — Ou essa? Ela escolheu o babydoll enquanto me dizia: — Essa noite no final vão meter na gente duas. Chuchinha. - Isso parece kkkk. Deixo o babydoll em cima da cama que eu ia dormir e voltamos com eles pra sala. - A cama já tá pronta. - A gente toma um último gole e vaza, Pili traz uns copinhos e a gente faz um shot de uísque pra fechar a noite. - Vou sim, mas eu não vou beber mais, tô cansada, louca pra meter na cama. - Eu também não quero, também tô cansada. - Tá bom, serve os shots e vocês podem ir pra cama, a gente já vai. Peguei só dois copinhos pra eles e a garrafa de uísque, servi e nós duas fomos. - Vou no banheiro primeiro. - Eu também vou. Entro atrás de mim, parei na frente do espelho pra pentear o cabelo, mesmo ela já tendo me visto, ainda dava uma vergonhinha ela me ver fazer xixi sentada. Ela fez primeiro enquanto a gente conversava sobre como o dia tinha sido bom, levantou, ficou do meu lado e pediu a escova. Fiz meu xixi, saímos do banheiro, demos boa noite e cada uma entrou no quarto. Peguei um babydoll rosa no armário e me enfiei na cama esperando o Ramiro. Depois da tarde de sexo com a Vanessa, o álcool que tinha tomado e a noite de festa, não tava nem um pouco a fim de sexo, mas como toda noite, tinha que abrir as pernas. Uns minutos depois, Ramiro entrou, se pelou inteiro e se meteu na cama, me agarrou pela cintura, me virou pra ele e me deu um beijo. - Cê tá muito gostosa e sexy, putinha minha. - Obrigada. Ele me beijou de novo, enchendo minha boca com a língua por um tempo, tirou a boca da minha e me olhou nos olhos, levando uma mão até meus lábios, acariciando eles com os dedos. - Eu também tô cansado, mas minha putinha sabe como me relaxar com essa boquinha gulosa que tem, né? - Sim. Dei um beijo nos lábios dele enquanto segurava a piroca ainda mole com uma mão e desci beijando o corpo dele até chegar nela, comecei chupando a ponta e rapidamente enfiei ela inteira na boca, sentindo ela crescer dentro. Amo sentir ela crescer na minha boca até ocupar ela toda, enquanto chupo. Ela mamava, ele me dizia coisas. — Que gostosa, chupa, puta, não para. Demorei um tempão pra fazer ele gozar, continuei até deixar bem limpinha e me deitei do lado dele. Levei a mão nos peitos, ele me beijou os lábios e desceu beijando meu pescoço até chegar e começar a chupar meus peitos e morder os bicos. A mão que tava naquele lugar já tava tocando minha buceta por cima da calcinha. Ele enfiou os dedos de lado, afastando a calcinha, enquanto eu facilitava o trabalho abrindo as pernas. Começou a meter os dedos enquanto continuava mordendo meus bicos, fazendo minha excitação aumentar. Não demorou nem dois minutos, ele se meteu entre minhas pernas, sem nem tirar minha calcinha, só afastou pra um lado e me penetrou de uma vez, começou a me foder forte, me fazendo gritar e gemer. Foi tão intenso que ele não demorou pra gozar. Aí me beijou, saiu de cima. — Boa noite, descansa. — Boa noite. Caí no sono na hora, de tão cansada do dia inteiro, e acordei com o Ramiro depois das 10. — Neném, acorda, já é tarde. Daqui a uma hora temos que estar na casa dos meus pais, hoje tem futebol. Levantei rápido, preparei o café da manhã enquanto ele batia na porta onde o José e a Vanessa dormiam pra acordá-los. Expliquei pra Vanessa, enquanto arrumávamos e eu lavava o que usei no café, os planos do dia. — E todo domingo você tem que ir à missa? Que saco. — É, e eu não gosto nada. — Então não vai, você não é obrigada. — Por mim, eu não iria, mas não quero decepcionar a mãe dele. — Conversa com o Ramiro, deixa ele falar com a mãe. — Já conversamos, e ele disse pra eu fazer o esforço pela família dele. Nessa hora, o Ramiro entrou. — Liguei pra minha mãe e falei que vocês, José e você, vão almoçar lá. — Ahhh, obrigada, mas não precisava, não quero incomodar. — Que incomodar nada, minha mãe tá encantada. — Tá bom, então. Tomamos um banho rápido e tive que emprestar roupa pra Vanessa, o vestido vermelho não era muito adequado. Deixei um vestido preto que batia no meio da coxa. de coxa e calcinha. - isso é surreal, antes você vestia minha calcinha e agora eu visto a sua, kkkk. - é surreal sim kkkk. Eu com uma saia preta acima do joelho e uma blusa, quando terminamos de nos arrumar, eles já estavam prontos pra sair. Chegamos na casa dos pais dela, cumprimentamos todo mundo e eles foram embora na hora, e a gente poucos minutos depois. Depois de passar pelo trauma da missa, voltamos pra casa pra terminar a comida e arrumar a mesa. Depois de comer e guardar tudo, Ramiro e José foram pro bar, e Isabela chamou as amigas e saímos pra passar uma tarde de garotas, um passeio tomando sorvete, conversando e dando umas risadas. Lá pelas 8 da noite, estávamos voltando só eu e a Vanessa pro meu apartamento, e de lá ela pegaria um taxi pro hotel. Faltavam umas 4 quadras pra chegar quando recebi uma ligação do Ramiro perguntando onde a gente tava pra ir nos buscar, e que ele tinha pensado em comprar algo pra jantar já pronto e a gente jantar os 4 em casa. Como já estávamos chegando, ele disse que já iam pegar algo pra jantar e que a gente preparava a mesa. Eles chegaram depois das 9, vinham bem felizes os dois de terem bebido. Trouxeram umas pizzas, uns tacos, uma garrafa de uísque e outra de Baileys. Depois de jantar, eles começaram com o uísque e a gente com o Baileys, sentados no sofá conversando, mas não demorou pra coisa esquentar. Uma mão do Ramiro numa das minhas coxas começou a acariciar subindo pra cima. Eles já se beijavam e o José tava apalpando os peitos dela. Ramiro começou a me beijar, levando a outra mão pros meus peitos enquanto a outra se enfiava pelo lado da minha calcinha em busca da minha bucetinha, algo que eu facilitei abrindo as pernas. Uma das minhas mãos desceu, percorrendo o peito dele até o botão da calça, desabotoou, baixou o zíper e enfiou a mão por baixo da cueca, pegou a pica, puxou pra fora e comecei a masturbar. Ela cresceu rapidinho. De relance, vi que a Vanessa também tava agarrada na do José, o que fez com que nem A excitação aumentou, me veio à mente a tarde com ela e suas perguntas. Parei de beijá-lo e aproximei os lábios da orelha dele, quase num sussurro:
— Sua esposa submissa e obediente deseja que você mande ela se ajoelhar, que diga qual é o lugar que ela deve ocupar, e que eles ouçam.
Voltei aos lábios dele, dei um beijo rápido e afastei um pouco o rosto, fixando o olhar nos olhos dele.
— Fica de pé, puta.
Obedeci, olhando de canto pra Vanessa, que não parava de se beijar. Ramiro se levantou, ficando de frente pra mim, me encarando.
— Fica de joelhos, puta.
Olhando de canto pra Vanessa, comecei a me ajoelhar. Eles pararam de se beijar, viraram a cabeça e me olharam. Sorri, fixando o olhar em Vanessa, já de joelhos. Ramiro começou a passar a mão no meu cabelo enquanto eu tirava os sapatos dele, e depois a calça junto com a cueca, com o olhar fixo nele e meu nariz sentindo o cheiro do pau dele na altura do meu rosto. Ele parou de me tocar pra tirar a camisa, ficou completamente nu, e colocou a mão na minha cabeça de novo.
— Muito bem, puta, obediente e submissa, sabendo bem qual é o seu lugar.
Acariciando minha cabeça, foi aproximando do pau até tocar meus lábios, que foram se abrindo, deixando entrar só a pontinha, me convidando a chupar — coisa que comecei a fazer, encantada, esquecendo deles até ouvir um par de batidas de salto no chão. Virei a cabeça sem parar de chupar pra ver o que tava rolando. Vanessa tinha se levantado, vi ela pegar as duas mãos de José, colocá-lo de pé e se ajoelhar do meu lado. Sem perder tempo, tirou os sapatos dele, e depois baixou a calça e a cueca, deixando o pau dele à mostra. À primeira vista, parecia um pouco menor, mas mais grosso que o do Ramiro. Ela agarrou com uma mão e, me olhando, levou à boca, começando a chupar. Ver a gente ali, as duas, me deixou com muito tesão, e comecei a chupar com ansiedade, fazendo Ramiro começar a soltar gemidos. Ouvir como eu faço meu macho gozar... faz minha excitação aumentar e continuei assim, e em menos de 10 minutos ele gozava, perdeu um pouco a ereção, continuei até deixar ela dura de novo, pela primeira vez eu queria tomar a iniciativa, o controle, então fiquei de pé, beijei ele na boca enquanto segurava a mão dele puxando. - vamos pra cama. - falei. Ele nem se mexeu do lugar, puxou eu pra perto dele, me virou e me colocou contra a mesa, empurrando minha cabeça, deixando minha parte superior em cima dela. - não queria que eles vissem qual é o seu lugar? então que vejam até o fim. Me deu um tapa sonoro na bunda. - Aiiii. Ele acariciou minha bunda dando apertões fortes, eu quis mandar, mas ficou claro quem mandava, como deve ser e como eu gosto que seja, levantou minha saia, outro tapa na bunda. - aiii. - você gosta que eu bata, vagabunda. - sim. Com um pé entre os meus, me fez abrir as pernas, enfiou a mão por baixo da calcinha até meter os dedos na buceta, olhei pro lado pra tentar ver o que eles estavam fazendo, mas não via eles do jeito que eu estava deitada, ele baixou minha calcinha até a coxa e continuou me fodendo com os dedos, vi a Vanessa passar do lado da mesa me olhando com um sorriso, os lábios manchados de esperma, puxando o braço do José até o outro lado da mesa, ela se apoiou nela na minha frente e se deitou, nossas cabeças ficaram uma do lado da outra, o José se colocou atrás dela e começou a dar o mesmo tratamento que eu estava recebendo, as duas com a cabeça virada a uma distância de um palmo nos olhávamos, o olhar dela, o sorriso dela refletia prazer, o meu macho ia alternando, tapas na bunda, apertões na bunda e metendo os dedos na buceta da sua putinha submissa que gemia prazerosamente vendo na frente a Vanessa na mesma situação. - essas duas vadias estão ansiosas pra gente foder elas logo, o que você acha, José? - penso o mesmo que você. - então o que estamos esperando pra dar o que elas querem? Me deu um tapa na bunda enquanto senti a pica entrar até o fundo e começou a me foder, assim como o José fez com a Vanessa, que não parávamos de nos olhar, vendo as caras de prazer uma da outra e, sem esperar, a Vanessa aproximou a cabeça de mim e me beijou na boca. Eu virei o rosto rápido, não esperava por aquilo naquele momento, com o Ramiro na frente. — que beijo gostoso — disse o Ramiro — dá um beijo você também na Vanessa, sua putinha. Me aproximei e dei um selinho, e me afastei de novo. — não se afasta, continua, come a boca dela. Juntamos as bocas, trocando um beijão longo, brincando com as línguas. Os restos de porra que tinham nos cantos dos nossos lábios se misturaram nas nossas bocas. — essas duas são umas putonas danadas, hein, José. — sim, duas vadias boas. Com as batidas, nossas bocas se separavam, mas se procuravam de novo e se uniam, embora cada vez fosse mais difícil manter o beijo por causa dos gemidos e da excitação. O José foi o primeiro a gozar e se separar da Vanessa, que se afastou e parou de me beijar, e pouco depois o Ramiro fez o mesmo. A Vanessa continuava deitada sobre a mesa, com a respiração ainda ofegante, e eu também não me mexia, tentando recuperar o fôlego. Assim, talvez tenham se passado uns dois minutos em silêncio, até que o Ramiro quebrou o silêncio. — gata, vai buscar gelo na cozinha pro uísque. — vou sim. Me levantei, ainda com as pernas bambas, subi a calcinha e ajustei a saia enquanto ia e voltava com uma tigela de gelo. Servi um para eles e Baileys para nós. Os dois estavam sentados no sofá, pelados. A Vanessa e eu, de pé, preferimos sentar nas cadeiras. O Ramiro pegou o controle da TV e colocou música. Depois de algumas músicas: — José, seria legal se elas fizessem um striptease pra gente, já que estamos todos nus. — seria bom. — vou escolher uma música e vocês nos presenteiam com um striptease. Nós duas nos olhamos e, só no olhar, nos levantamos no meio da sala e começamos a dançar de forma sensual. Comecei a desabotoar a blusa até tirá-la. A Vanessa foi levantando o vestido aos poucos até tirá-lo, enquanto eu abaixava o zíper da saia e deixava ela cair no chão. Eles aplaudiram. e eles gritavam, as duas de calcinha e sutiã continuamos dançando, Vanessa me segurou pela cintura e se colou em mim por trás, acariciando minha barriga por um momento. Me virei, ela colocou uma perna entre as minhas, seguindo a dança, foi subindo as duas mãos pelas minhas costas, uma parou no meio, a outra continuou até rodear meu pescoço. Ela aproximou minha cabeça e começou a me beijar. Meu primeiro pensamento foi me afastar, mas ouvir eles gritando e o tesão que eu tava fez eu entrar na brincadeira e segurar ela pela cintura, continuando a dançar sem parar de nos beijar. Sentia o calor da perna dela entre as minhas, colada com força por cima da calcinha. A mão nas minhas costas desabotoou meu sutiã, deslizou primeiro por um braço e depois pelo outro, e jogou pros caras que estavam se divertindo pra caralho. Sem parar de nos beijar, ela levou uma mão a uma das minhas tetas e começou a apalpar. Eu levei uma mão às costas dela, procurando o fecho do sutiã dela, desabotoei, tirei e joguei também pra eles. Ela tirou a perna de entre as minhas, parou de me beijar, desceu pro meu pescoço me dando beijos e chupadas enquanto com as duas mãos acariciava meu corpo. Foi descendo devagar, beijando meus peitos, a barriga, as mãos dela desciam no mesmo ritmo. Ela agarrou minhas duas nádegas, acariciou, apertou. Me deu um beijo na borda da calcinha e começou a baixar devagar enquanto me dava beijos por cima da buceta. Tirou a calcinha e jogou pra eles, e foi se levantando devagar, beijando meu corpo até chegar nos meus lábios. Colocou a perna de novo entre as minhas, levantando e esfregando a coxa na minha buceta. Uma mão no meu ombro me empurrou pra baixo. Fui descendo, percorrendo o corpo dela com a boca e as mãos até tirar a calcinha dela e ficarmos as duas só de salto alto. Continuamos a dança com os corpos colados enquanto eles continuavam gritando, se tocando no pau já bem duro. Vanessa pegou minha mão, puxando pro sofá, e ofereceu a outra pro José, puxando ele. Eu fiz o mesmo com o Ramiro e os Levamos para o centro do salão dançando na frente deles, acariciando seus corpos. Me virei de costas e esfreguei a bunda no pau duro dele, que se enfiou entre minhas pernas. Me virei de novo, acariciei o peito dele com uma mão enquanto levava a outra pro pau e comecei a masturbá-lo enquanto descia beijando o corpo dele até me ajoelhar, levando a pontinha à minha boca e começando a chupar. De relance, vi a Vanessa de joelhos na minha frente e o José atrás de mim, na frente do Ramiro. Continuei no boquete e, sem esperar, a Vanessa beijou minha bochecha e chupou a base do pau do Ramiro. Tirei ele da boca, surpresa, e vi o Ramiro colocar uma mão na cabeça dela e a outra na minha, empurrando a gente pro pau dele. Começamos a chupar a ponta, cada uma de um lado, e nossos lábios se tocavam enquanto fazíamos isso. A Vanessa enfiou o pau inteiro na boca, e o Ramiro virou minha cabeça e empurrou, colando meus lábios no pau do José. Comecei a chupar — era um pouco menor que o do Ramiro. Eles ficaram de pé, de frente um pro outro, e a gente de joelhos, uma de frente pra outra no meio deles, chupando o pau do outro e trocando de pau alguns minutos depois, cada uma agora dedicada ao seu macho até que o meu gozou primeiro. — José, vou com minha putinha pra cama. Se vocês ficarem, já sabem onde fica o quarto. — Tá, vale. Ele me pegou pelo braço, me puxando até o quarto. Na frente da cama, me deu um tapa forte na bunda nua. Me virou e vi que ele tava com o pau todo duro. Me jogou na cama de barriga pra cima, agindo como o macho dominante que eu gosto, e eu, como uma boa mulher submissa, abri as pernas. Ele se meteu entre elas e me deu uma fodida gostosa enquanto, entre meus gemidos, dava pra ouvir os da Vanessa também. Acabei dormindo sem perceber e acordei com o som da porta do outro quarto. Olhei pra porta aberta e vi a Vanessa passar nua e a porta do banheiro fechar. Levantei e bati na porta. — Bom dia, posso entrar? — Pode, entra. Entrei. Ela tava sentada. Fazendo xixi. — Que noite, hein, Pili. — É, não esperava que fosse assim. — Nem eu. Depois de eu mijar. — Vamos tomar um café. — Vamos. Fomos as duas peladas, a sala estava com a roupa no chão, eu juntei pra levar pra lavar e a Vanessa pegou a do José e deixou na mesa bem arrumada, aí a gente tomou um café. — Vou tomar um banho antes do Ramiro acordar. — Eu também vou tomar um, mas vai ter que me emprestar umas roupas. — Toma banho você primeiro enquanto eu acho algo, tem toalhas limpas no lavabo. Separei roupa pra nós duas e entrei no banheiro, ela já estava se secando, entreguei a roupa e tomei meu banho. Quando saí, eles ainda estavam dormindo. Preparamos um almoço pra todo mundo e, quase na hora de servir, o José entrou na cozinha ainda pelado e, enquanto punha a mesa, o Ramiro apareceu também sem nada. Sentaram pra almoçar, e depois, enquanto a gente arrumava a cozinha, eles foram tomar banho. Coloquei uma máquina de lavar, falei pra Vanessa que ia arrumar a cama e ela se ofereceu pra ajudar, foi arrumar a cama que ela tinha dormido. Ramiro e José estavam terminando de se vestir. — Nós vamos trabalhar um pouco, se divertam aí. Eles foram embora e ficamos nós duas sozinhas. Ela me ajudou com todas as tarefas de casa e depois saímos pra fazer umas compras e passar no hotel pra ela trocar de roupa e me devolver as minhas, exceto um presentinho que eu dei pra ela. — A calcinha e o sutiã pode ficar, assim você vai ter uma lembrancinha minha. — Valeu. Era um conjunto vermelho de renda. Depois saímos de novo pra fazer compras e levamos tudo pro meu apartamento. Mandei uma mensagem pro Ramiro pra ver se ele vinha almoçar em casa, mas ele ia ficar no restaurante, então a Vanessa me convidou pra comer fora. A Priscila e a Inma voltaram naquela tarde e, depois de passar um tempo com elas, eu voltei pra casa e a Vanessa foi com elas pro hotel. Faltavam três dias pra elas irem embora, a gente se via todo dia e na última noite jantamos as quatro junto com o José e meu marido. Depois fomos tomar uns drinks num lugar, dançando. O José levou a As garotas foram pro hotel e ele ficou pra passar a noite com a Vanessa, enquanto eu voltei com meu homem pra casa, direto pra cama. No dia seguinte, levamos elas pro aeroporto, foi uma despedida difícil, tinha me divertido muito com a Vanessa. E assim voltei pra minha rotina diária: serviços de casa, academia com as garotas, missa aos domingos. Eu falava todo dia com a Vanessa por mensagem. Os dias, os meses passaram rápido, e 18 meses depois do casamento, o Ramiro começou a sentir dor na barriga e nas costas. Ele não deu importância, achando que era cansaço do trabalho, mas começou a perder peso, foi ao médico, e veio a pior notícia: ele tinha câncer de pâncreas bem avançado e morreu um mês e meio depois. Do dia pra noite, me vi sozinha num apartamento, tendo que cuidar de um restaurante sem saber como tocar, num país que não era o meu. Tava difícil pra mim ficar ali, a Isabela também tava passando mal. As amigas sempre estavam lá pra nos animar, o José também, mas tudo era muito difícil pra mim: a rotina diária, a solidão, a missa de domingo como obrigação, eu não aguentava mais. Uns dois meses depois, conversando com a Vanessa, ela me perguntou por que eu não voltava. Isso já tinha passado pela minha cabeça, e naquela mesma noite, depois de pensar muito, decidi que era o melhor. No dia seguinte, liguei pro José e à tarde a gente se encontrou pra explicar e saber se ele teria algum problema comigo voltando por causa dos documentos falsificados, da venda do apartamento e do restaurante. — Me dá uns dias que eu resolvo tudo no cartório, tenho contatos e podemos fazer os documentos sumirem, não vai ser difícil. Duas semanas depois, ele me ligou pra dizer que já estava resolvido. O apartamento, em menos de um mês, na quarta visita já tinha vendido, fiz um acordo com o comprador pra entregar em 30 dias pra eu me organizar, pegar tudo. A roupa do Ramiro eu levei pra igreja, junto com roupas minhas que eu não ia levar. Faltava o bar, ninguém tinha se interessado, e em 6 dias eu já tinha que entregar o Piso e passagem aérea pra 3 dias depois, que eu ia ficar na casa dos sogros e da Isabella. Com o José já tinha um acordo de que ele cuidaria do bar depois que eu fosse embora, até achar um novo dono. Chegou o dia da minha partida e, mesmo querendo ir, não consegui segurar as lágrimas na despedida. Lá do alto, no avião, me despedi do México de volta pra casa. Continua.
— Fala pra ela que sim. Eu vou lá no bar hoje à tarde, não vou desde sexta, aí vejo como é que foi e dou a tarde livre pro menino.
— Tudo bem, Vanessa, mas não tava com intenção de sair. Tô cansada do fim de semana inteiro com o casamento e não parei a manhã toda em casa. Se você quiser, vem pra cá.
— Vale, me passa o endereço.
Bem na hora de almoçar, tocou a campainha. Era a Vanessa. Assim que subiu, cumprimentou o Ramiro, e ele falou que já ia embora e deixava a gente sozinha. Ofereci um café pra ela e a gente tomou na mesa conversando. Ela me disse que tinha terminado com o Ricardo, mas não quis dar mais detalhes do porquê.
— Desculpa, Vanessa, tenho que recolher a mesa e limpar a cozinha. Gosto de deixar tudo arrumado.
Levantei, peguei as coisas da mesa e levei pra cozinha. Ela veio atrás de mim. Voltei pra pegar mais coisas e ela continuava me seguindo, me observando, mas não fez questão de ajudar. Comecei a lavar a louça e ela ficou do meu lado, só olhando.
— Você tá uma verdadeira dona de casa, hein. E eu desperdicei isso.
— O que você tá dizendo?
— Nada, coisa minha.
Levei quase meia hora pra limpar tudo, com ela do meu lado, olhando e em silêncio. Depois fomos pra sala.
— Vocês têm um apartamento muito bonito.
— É, desculpa, não te mostrei ainda. Vamos.
Primeiro mostrei o banheiro e depois o quarto de casal.
— Muito bonito, tudo bem arrumado e limpo.
— É, gosto de deixar sempre assim.
Sem esperar, do nada ela solta:
— Sabe, tô com muita curiosidade de ver como é a sua buceta operada. Me mostra, quero ver.
— O que você tá falando? Não vou te mostrar nada. É igual à sua.
Ela chegou perto e colou a boca no meu ouvido:
— Você vai fazer, sabe por quê? Porque se não fizer, eu posso revelar a verdade sobre você pra família dele.
— Você não seria capaz de fazer isso.
— E como sou capaz. Se não quiser ver na prática, começa a se despir.
— Por que você tá fazendo isso comigo?
— Já te falei, por curiosidade. Curiosidade... começa pela parte de cima, quero ver primeiro seus peitos. Tirei o top que estava usando, mostrando o sutiã preto de renda, que também tirei em seguida, sob o olhar fixo dela em mim, que estava de cabeça baixa, envergonhada. — Hummm, você tem uns peitos muito gostosos. Agora a saia. Tirei a saia, ficando só com a calcinha fio-dental preta, e fiquei parada. Ficar assim na frente dela, apesar da vergonha, me dava tesão e me sentia excitada. — Calcinha bonita, mas quero ela fora agora. Tirei, e ela se aproximou de mim, chegando a boca no meu ouvido. — Não sou tão ruim assim e nunca revelaria seu segredo, mesmo que doa. Você teria obedecido mesmo sem ameaça, porque é submissa e obediente por vocação. Sabe por que deixei o Ricardo? Quando o conheci, gostei que ele fosse dominante. Você era o contrário, submisso, ou melhor, submissa. Peguei seu segredo e doeu muito em mim. E ele me ajudou a te castigar, mas no fim não foi um castigo, foi uma ajuda pra você. Com o tempo, percebi que ainda sentia algo por você, que era feliz sendo a dominante e desperdicei isso. Agora eu teria uma criada e seríamos felizes as duas. Se vim aqui é porque quero virar a página e fechar essa porta. Fico feliz que você seja feliz, e eu um dia talvez encontre alguém como você e seja também. Ou talvez não dê certo e você se separe. Meu apartamento estará aberto pra você voltar. Fez-se um silêncio estranho por um momento. — Não quer dizer nada, Pili? Bom, então vou ver como é sua buceta. Ela ficou na minha frente, a uns dois metros, e me olhou fixamente. — Porra, não esperava por isso. Pensei que veria um buraco, e é uma xota igual à minha. — Já te falei. — Sim, mas não esperava que fosse tão idêntica. Tô curiosa pra tocar. — Não, já chega. Ela não ligou, se aproximou de mim e colocou uma mão abaixo do meu umbigo. Eu não fiz nada pra impedir. Ela desceu lentamente até a virilha, minhas pernas juntas se abriram um pouco, facilitando a mão entrar no meio, acariciando suavemente por cima. — Nunca... Nunca imaginei isso, e ainda tô meio sem acreditar e processando que meu ex-namorado tem uma buceta e eu tô tocando nela. Ele continuou passando os dedos por cima, eu fiquei parada, sentindo o formigamento dos dedos dele. Já fazia mais de um minuto que ele tava me tocando, e achei que em algum momento ele ia parar, mas não. Enfiou um dedo entre os lábios, sem olhar, mexendo pra trás e pra frente. — Você tá excitada, sua buceta tá molhada. — Sim. — Eu também tô. Nunca imaginei que ia ficar excitado tocando uma bucetinha, mas isso é diferente. Me excita porque é você. Ele começou a esfregar com força, enfiando vários dedos na fenda e metendo uns dois na minha ppk. Minha respiração acelerou, e eu soltei um gemido baixinho. — Parece que você gosta. — Sim. — Eu também. Vamos continuar. Enquanto enfiava os dedos, ele desabotoou a saia e deixou cair. Parou de me tocar pra tirar a blusa, ficando de calcinha e sutiã. Me segurou pela cintura, me puxou pra perto. Eu fiquei parada. Ele colou os lábios nos meus e me beijou. — Isso não é certo. — Tem certeza de que quer que eu pare? Acho que não. E sem me deixar responder, colou os lábios nos meus, me beijou com força, e eu me deixei levar, abrindo os lábios pra juntar nossas línguas. Ela levou a outra mão pro meu peito e começou a apalpar. Separou os lábios e sussurrou no meu ouvido: — Você não vai fazer nada. Quero que você tire meu sutiã e minha calcinha. Levei uma mão às costas dela, desabotoei o sutiã, tirei, e desci as mãos até a calcinha. Me abaixando um pouco, tirei. Quando me levantei de novo, ela me agarrou com força pra me beijar. Continuava acariciando meus peitos. Levei uma mão até os dela e comecei a tocar. Ela me empurrou na cama e se jogou do meu lado, procurando minha boca rapidamente pra me beijar. Uma mão amassou meus peitos por um momento e desceu direto pra ppk, enfiando uns dois dedos e me masturbando. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos. — Você gosta, né, bucetinha? — Sim. — Eu também gosto que toquem na minha buceta. Tá esperando o quê? Desci uma mão e... Comecei a esfregar ele com a mão, ele tava todo molhado. — Você tá muito molhada. — Sim, igual você, somos duas bucetinhas quentes. A gente se masturbava uma à outra enquanto se beijava com frenesi por uns longos minutos, até que ela parou de me beijar e me encarou. — Buceta, chupa minha xereca. Ela virou de lado, com a xereca na altura da minha cabeça, e pelo meu nariz entrou aquele cheiro de buceta que eu não sentia há muito tempo. Aproximei a cabeça, senti o cheiro mais forte, chupei com os lábios, enfiando a língua entre os lábios dela, senti o gosto, senti um pouco de repulsa, mas continuei chupando com um pouco de nojo. Não podia ser que eu tivesse nojo, antes eu adorava fazer isso, então continuei. Vanessa começou a soltar gemidos enquanto continuava enfiando os dedos em mim. Parei um momento. — Você gosta, faz em mim também. — Sim, eu gosto, mas não me atrevo, não curto buceta. — Isso você não sabe, ainda não provou, e não tem gosto igual ao de uma mulher. — Sei lá, não consigo, mas continua, você manda muito bem. Enfiei a cabeça de novo entre as pernas dela e continuei chupando a xereca dela. O gosto já não me incomodava tanto, embora eu não trocasse pelo gosto da pica do Ramiro. Ela continuava brincando com os dedos dentro de mim, e um tempo depois, sem eu esperar, ela tirou os dedos. Senti ela enfiar a cabeça entre minhas pernas e passar os lábios na minha buceta de leve, abrindo e fechando, e repetindo isso até a quarta vez, quando começou a chupar sem parar. Ficamos assim uns 10 minutos, até que ela parou, virou e me beijou na boca por alguns segundos, depois parou, olhou nos meus olhos e sorriu. — Valeu, foi uma experiência divina, você me fez aproveitar mais como mulher do que como homem. — De nada, eu também curti. — Desculpa ter te ameaçado pra fazer isso. Se você tivesse recusado, não teria rolado nada, nunca ia revelar seu segredo. Me perdoa. — No começo fiquei chateada, puta, mas não me arrependo do que aconteceu. Te perdoo. — Valeu. — A gente devia... Vamos nos vestir, não seja que o Ramiro chegue e nos pegue assim. — É, claro. Quando começamos a nos vestir e eu colocava a calcinha, ela ficou me olhando com curiosidade. — O que foi? — Desculpa, nada, é que ainda não consegui assimilar que debaixo dessa calcinha agora tem uma buceta. — Pois já faz muito tempo, mas acho que é normal você sentir isso. Terminamos de nos vestir e, antes de sair do quarto, ela me beijou de novo na boca. — Eu adoraria repetir isso nos 10 dias que ainda vou ficar por aqui. Sexta-feira a Priscila e a Inma falaram em alugar um carro pra ir pra Acapulco até domingo, ir pra praia, mas não tô a fim de ir. A gente podia passar o sábado juntas e repetir no meu hotel. — Acho que não é uma boa ideia repetir. — Por que não? Vai, faz por mim. — É que não sei, além disso tenho que pedir permissão pro Ramiro. — Vai, anima. Fala que eu vou estar sozinha e que pedi pra você me levar pra conhecer a cidade e fazer compras. Acho que ele não vai dizer não. — Não é isso. Ele vai deixar eu ir com você, mas não acho legal repetir o que aconteceu. — Tá bom, não insisto. Mas passar o dia comigo, o que acha? Um dia de garotas. — Isso sim, acho legal. Sentamos no sofá tomando um refri e, depois de um tempo, recebi uma mensagem do Ramiro dizendo que chegaria lá pras 10 da noite, que não preparasse janta porque ele ia comer no bar. Então perguntei pra Vanessa se ela queria ficar pra jantar. Nós duas preparamos a janta. Assim que terminamos de limpar a cozinha depois de comer, o Ramiro chegou e se ofereceu pra levar a Vanessa de carro até o hotel pra ela não pegar táxi. Meia hora depois ele já tinha voltado. — Como foi o teu dia, amor? — Foi bom, trabalhei bastante no bar. E vocês? — Bem, passamos a tarde toda aqui conversando. — A Vanessa me disse que no sábado ela te convidou pra passar o dia inteiro com ela, se for possível. — É, ia te falar agora. — Já não precisa. Eu disse que sim, que não tem problema. — Tá bom, obrigada. Ele pediu uma cerveja e a gente conversou um pouco. Tô meio cansada. — Então vai pra cama, já vou. Me despi e coloquei uma camisola preta transparente sobre meus peitos nus, mostrando por baixo a calcinha fio dental que usei o dia inteiro, e me deitei na cama. Ele não demorou a chegar, tirou toda a roupa e se deitou ao meu lado, levando a mão direto pros meus peitos e me beijando. Uns apertões nos peitos já me deixaram de pernas abertas, esperando ter ele entre elas. Ele me comeu com força e não demorou a gozar. Tirou, me deu um beijo — Descansa, que te vejo exausta. — É, um pouco. Boa noite. Alguma noite que eu tava cansada, quase disse que não tava a fim de sexo, ainda mais num dia como hoje, que já tinha tido uma boa sessão com a Vanessa. Mas não tive coragem de pedir, porque sei que, como esposa, minha obrigação é abrir as pernas sempre que ele quiser. Adormeci na hora. A semana passou rápido, entre academia, compras e tarefas de casa. Só na sexta à tarde eu vi ela de novo. Saímos com a Isabela e as amigas pra passear e tomar umas coisas. No sábado, às 9 da manhã, o Ramiro me levou até o hotel onde a Vanessa esperava e nos deixou no shopping antes de ir trabalhar. Eu tava de vestido preto curto e justo, e ela de minissaia preta e blusa branca. Primeiro tomamos um café e depois começamos a andar pelas lojas, olhando roupas. Quando passamos por um centro de estética: — Pili, vamos fazer as unhas. — Acabei de fazer semana passada pro casamento. — Eu também fiz antes de vir, mas quero mudar de cor, e você podia fazer também, se deixar eu escolher. — Tá bom, vale. Entramos. Ela falou com uma moça sem me deixar ouvir o que dizia. A moça me chamou e mandou eu sentar. Minhas unhas estavam pintadas de branco claro. Ela começou tirando o esmalte e depois pintou de rosa choque. Enquanto isso, a Vanessa tava com outra moça fazendo o mesmo. Quando terminou com minhas mãos, me fez tirar os saltos pra pintar as unhas dos pés. Saí de lá ali, exibindo um rosa intenso e ela em vermelho intenso, entramos numa loja de lingerie pra dar uma olhada. - Olha que conjunto vermelho lindo, combina com minhas unhas. - É, muito bonito. - Vou levar. Continuamos olhando. - Olha esse rosa, que lindo, combina com suas unhas. - É, muito bonito. - Vou te dar de presente. - Não precisa. - Presente não se recusa. Saímos de lá, continuamos olhando lojas e depois de percorrer umas quantas. - Vamos naquela outra, vi uns vestidos que gostei. Entro direto num corredor e peguei um vestido vermelho curto. - Esse é um pra usar com o conjunto de baixo e combinar com as unhas, você gosta? Fiquei meio confusa. - É, é bonito. - E esse é o outro, igual ao meu, mas rosa pra você, combinando com seu presente e unhas. - É bonito, mas tenho um parecido e não preciso. - Que diferença faz? Vamos passar um dia de garotas divertido, entra na brincadeira, vamos nos divertir. Vamos experimentar e levar, depois só faltam uns saltos e aí vamos no banheiro trocar de roupa. - O que você tá dizendo? Você é louca? Como a gente vai fazer isso? - Tô falando sério, é divertido, já fiz isso com minhas amigas mais de uma vez. - Mas a gente não é mais criança pra fazer isso. - Isso você perdeu, viu? Não foi criança, por isso precisa fazer. - Você tá me enrolando. - Já te enrolei, sim. Puxou minha mão pro provador, experimentamos. - Em você ficaria melhor um tamanho menor, mais justo. Espera aqui, vou pegar. Experimentei e ficou totalmente colado no corpo e na altura da bunda, e nela também. - Esse ficou perfeito em você. Paguei e fui direto pra uma sapataria, e ela escolheu os sapatos pra mim, rosa aberto na ponta pra mostrar as unhas, e ela vermelho. - Já temos tudo, vamos pro banheiro. Chegando no banheiro. - Olha que bom, um de deficiente, ideal pra gente se vestir, é maior. Vamos pra dentro. Trocamos de roupa e saímos parecendo duas putinhas. - Pili, adoro fazer isso, não acha divertido? - Eu me divirto mais olhando e comprando roupa do que isso. A verdade. — Bom, então vamos dar um passeio pelo centro e ver mais roupas enquanto esperamos a hora do almoço. A comida quem paga é você, tá? — Tá. Olhamos umas lojas e fomos almoçar num restaurante no centro, onde eu já tinha ido várias vezes e se comia muito bem, pra caralho. — Valeu, gostei muito do que comi. Que tal a gente ir pro hotel, deixar as coisas e você me levar pra dar uma volta pela cidade? — Parece boa ideia. Pedimos um Uber pro hotel, subimos pro quarto dela. — Esse hotel é muito bom, e o quarto é bem legal, não acha? — Sim, muito bonito. — Vou no banheiro rapidinho e aí a gente vai. — Tá, eu também preciso ir. — Então entra você primeiro. — Não, tanto faz, não tô com pressa. — Eu também não, vai você. Fui primeiro, saí levando o tempo exato que uma pessoa leva pra subir o vestido, abaixar a calcinha, sentar, fazer xixi, subir a calcinha, ajeitar o vestido e, claro, me olhar no espelho — uns 2 minutos. Saí e ela entrou. Fiquei de pé na frente da cama de casal esperando. Ela demorou quase 10 minutos pra abrir a porta e aparecer, parada na frente da porta com uma minissaia vermelha de látex bem curta, que deixava a calcinha um pouco à mostra, um sutiã, meias vermelhas com liga e um chicote na mão. — Por que você tá vestida assim? O que você quer? — Quero brincar com você um pouco, como no outro dia. — Não, já te falei que não. Então vou embora. Ela se aproximou de mim, levantando o chicote e colocando debaixo do meu queixo. — Você não vai a lugar nenhum, sabe por quê? Porque você é submisso e obediente por vocação. Com um movimento rápido, baixou o chicote e me deu uma porrada forte na lateral da bunda. — Aiiiiii! — Arde, né? Então, se não quiser que eu bata mais forte, vai me obedecer em tudo. Esta tarde você vai ser minha bucetinha, ok? Ela falou sem levantar a voz, mas com um tom autoritário que me deixou com uma certa excitação. — Sim, tá bom. — Assim que eu gosto, obediente, bucetinha. É assim que vou te chamar de agora em diante. Gostou? - Sim. - Abre aquela gaveta e pega a caixa, e coloca o que tem dentro. Eu fiz isso, abri a caixa e dentro tinha uma cinta-liga e umas meias rosas. - São as peças que combinam com sua linda calcinha, comprei ontem na mesma loja, estava tudo preparado. Enquanto isso, eu tirei os sapatos, coloquei as meias e a cinta-liga. - Você está linda, o rosa te cai muito bem, te faz parecer feminina, delicada, cor ideal para uma submissa, não acha, bucetinha? - Sim, Ama Vanessa. Falei, já me colocando no meu lugar. - Não tinha pensado nisso, mas gostei que você me chamou assim. Estávamos de frente, a menos de um metro de distância, ela se aproximou um pouco mais, ficou ao meu lado e me deu com a fusta numa nádega, fazendo eu soltar um gemido. Ela se afastou um pouco e me deu outra na outra, soltei outro gemido. - Você gosta, né, bucetinha? - Sim. Ela se colou em mim por trás, colocou uma mão na minha cintura, levou até minha barriga devagar, com um toque suave, subiu até meus peitos, primeiro acariciou um e depois o outro, eu ouvia a respiração dela sainda da boca, colada no meu ouvido. - Você tem uns peitos lindos, redondos e durinhos. Continuou acariciando eles e, sem esperar, apertou com força um mamilo, mesmo com o vestido e o sutiã, senti uma certa sensibilidade. - Hummm. - Esse é seu ponto fraco, bucetinha. Continuou brincando com eles, passava de um para o outro, minha respiração a cada segundo ficava mais ofegante, eu colava meu corpo no dela, enquanto uma mão continuava nos peitos, a outra começou a me apalpar a bunda, levantando meu vestido até a cintura, desceu a outra mão e, pegando o vestido com as duas, puxou para cima, tirando ele de mim, deixou cair no chão, me abraçou por trás, segurando meus peitos por cima do sutiã com força por alguns segundos, levando os dedos até os mamilos, apertando com força, provocando um gemido forte de prazer, enfiou uma mão por dentro do sutiã e a outra levou às minhas costas, desabotoou o sutiã e tirou ele, enquanto uma mão brincava com os peitos e Apertava os bicos dos peitos, me provocando prazer. A outra mão desceu até a bunda, enfiando entre minhas pernas até tocar minha buceta por cima da calcinha, esfregando por uns segundos. Com os dedos, afastou a calcinha de lado e esfregou entre a racha. — Tá bem molhadinha, bucetuda. Já te tenho totalmente entregue sob meu domínio, toda submissa. Tirei a mão do meu peito e da minha entreperna. Ela deu um passo pra trás enquanto me dava um tapa na bunda. — Vira. Fiquei de frente pra ela, vestida assim, impondo respeito. Ela se aproximou, me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar na boca. Eu fiquei parada, sem fazer nada. Ela parou de me beijar. — Não vai mexer essas mãos? Tira meu sutiã e pega nas minhas tetas. Começou a me beijar de novo. Tirei o sutiã e comecei a apalpar os peitos dela, enquanto ela fazia o mesmo com os meus. Fui me animando e tentei descer uma mão até a entreperna dela, mas ela parou com a mão. — Aonde cê vai? Não te dei permissão pra me tocar aí. Colou os lábios nos meus de novo, dando um beijo de uns dois minutos. Se afastou de mim, dando um passo pra trás, ficando na beira da cama. — Fica de joelhos e tira minha calcinha. Eu fiz. Tirei a calcinha dela. Ela colocou uma mão na minha cabeça, acariciou meu cabelo e empurrou minha cabeça pra entre as pernas dela, colando minha boca na buceta dela. — Chupa minha buceta. Comecei a chupar. Tava bem molhada. Não demorou pra ela começar a gemer. Colocou a mão na minha cabeça de novo e, sem deixar eu me afastar, sentou na cama e se deitou de pernas bem abertas. Os gemidos foram aumentando. — Porra, que gostoso você faz. Se é tão boa assim chupando pau também, o Ramiro deve aproveitar muito. Me deixou mais de quinze minutos chupando. — Para e fica de pé. Você me fez gozar muito. Enquanto eu me levantava, ela se levantou e ficou sentada na cama. Esticou os braços até minhas pernas, acariciando pra cima até chegar na bunda e puxar eu pra perto dela. Passou a mão na minha bunda com as duas mãos, enfiou uma entre as pernas, por dentro da calcinha, até chegar na buceta. — Você Fez molhar a calcinha, você tá bem gostosa e com tesão, né? - Sim. - Vou ter que baixar esse fogo que você tem na buceta. Abaixo a calcinha de uma vez e tiro, ela se levantou, me pegou pelo pescoço e começou a me beijar enquanto levo uma mão na minha buceta e enfia alguns dedos, e foi me virando até ficar de costas pra cama, me soltou e me empurrou na cama. - Deita de comprido. Enquanto eu fazia isso, ela abriu uma gaveta do criado-mudo e tirou um cinto com um dildo preto de borracha, que eu olhei surpresa. - Olha que coisa mais linda que tenho pra você, gostou? - Sim, mas não sei se devíamos fazer o que tô imaginando. - Não pedi sua opinião, aqui quem manda sou eu e vou fazer o que eu quiser. Na outra noite, depois de ficar com você no seu apartamento, aqui sozinha na cama comecei a fantasiar com o que aconteceu e imaginei como seria te foder, e vou fazer. Ela colocou o cinto e se deitou do meu lado, levou uma mão nos peitos e começou a me beijar enquanto apertava um mamilo com força, os lábios dela apertados com força nos meus me impediam de gemer ou reclamar, minhas pernas se tensionaram abrindo um pouco, desceu a mão até a buceta, acariciou por cima um momento pra enfiar os dedos, parou de me beijar e, olhando nos meus olhos, se meteu entre minhas pernas. - Fuck you, escolhe o que prefere que eu foda primeiro, cu ou buceta. - O cu não, Ramiro vai perceber hoje à noite quando transarmos, desde que operei ele não me fodeu mais. - Então nada, só vou foder sua buceta. Pegou o dildo, colocou na entrada da buceta e foi enfiando devagar. - Tá sentindo? - Sim. - Assim hoje à noite você vai transar com seu marido. - Sim, toda noite transamos. Enquanto conversávamos, ela ia me fodendo. - Toda noite? - Sim, desde o primeiro dia que ele veio morar comigo no apartamento da Priscila, ele me fode toda noite. - E você nunca disse que não tava a fim? - Não, ahhhh não posso negar, sou esposa dele e é minha obrigação satisfazer os ahhhh desejos sexuais dele sempre que ele quiser. - Eu não penso igual, mas cada uma sabe o que faz. faço. Entre as palavras, eu soltava uns gemidos.
- Me explica como ele faz, vai direto ao ponto ou vocês brincam?
- Sempre vou primeiro pro quarto, visto uma camisola sexy e vou pro banheiro. Quando volto, ele já tá na cama, pelado. Deito do lado, a gente se beija, eu acaricio o peito dele, descendo até pegar a pica dele na mão e começo a bater uma. Passo meus lábios pelo peito dele até chegar embaixo e dar um boquete.
- Ele não faz nada, não te fala nada?
- Às vezes a gente faz 69, mas normalmente só eu chupo a pica dele enquanto ele acaricia meu cabelo e me chama de puta, vagabunda, gostosa, essas coisas que ele sabe que eu gosto de ouvir.
- Eu também gosto de ouvir essas coisas, mas você nunca me chamou assim.
- Achava que você não ia gostar e você nunca pediu.
- Todas nós gostamos, isso deixa a gente mais tesuda. Explica mais, me deixa com tesão te ouvir. Vocês sempre fazem na cama?
- Não.
- Me conta, bocetinha, onde mais?
- Na sala de jantar, na cozinha.
- Conta como vocês começam na cozinha.
Ele continuava me comendo enquanto a gente conversava, e eu, entre as palavras, soltava gemidos.
- Enquanto preparo a comida ou limpo, ele chega por trás, me agarra, começa a me apalpar, levanta minha saia, abaixa um pouco até a coxa e me come apoiada na bancada. Fico louca quando olho pra trás, entre minhas pernas, e me vejo de pernas abertas com a calcinha esticada no meio da coxa.
- Hahaha, que puta você é. Continua, o que você gosta de fazer com ele?
- Ficar de joelhos e chupar a pica dele, adoro. Assim mostro minha submissão, que estou aos pés dele, como uma esposa obediente.
- Hahaha, que lindo. Quais posições você mais gosta?
- De pé me deixa louca, de quatro adoro, mas do jeito que ele quiser, gosto de todas, hahaha.
- Que putinha você é.
Ficamos em silêncio, só se ouviam meus gemidos por uns dois minutos, até que ele tirou o dildo e parou de me comer.
- Já se divertiu bastante, bocetinha. Agora é minha vez.
Ele tirou o cinto.
- Fica de pé que vou colocar o cinto em você pra me comer.
Ele colocou o cinto em mim e se deitou na Cama aberta de pernas, me coloquei no meio e fui enfiando e comecei a foder ela. - mmmm sim assim bucetinha siiiim que gostoso. Ali metida entre as pernas dela fodendo minha ex com um arnês depois de muito tempo sem me sentir humilhada me fez sentir mal mas ao mesmo tempo excitada. - você gosta, puta? - sim, não para, fala mais coisas, bucetinha. Chamei ela de slutty, slut, vadiazinha etc... Fiquei fodendo ela uns 15 minutos, no gozo ficamos deitadas na cama um tempo em silêncio até que ela virou, me deu um beijo na boca. - obrigada, me diverti muito. - eu também, acho que já tenho que ir, tenho coisas pra fazer em casa, são quase 7 da noite, mas se você deixar, gostaria de tomar um banho. - claro. - vou mandar uma mensagem pro Ramiro pra ver se ele tá em casa e falar que vou pra lá. Mandei e ele respondeu na hora que ainda tava no bar e que tinha pensado que como a Vanessa tava sozinha, convidar ela pra jantar e sair pra tomar uns drinks nós três, a Vanessa aceitou e eu falei que a gente tava no hotel dela, que ele passasse pra nos pegar, ele disse que passaria às 8:30. - vamos tomar banho, bucetinha. - sim, vou. Fui pro banheiro e a Vanessa me seguiu e entrou atrás de mim. - você toma banho primeiro, Vanessa, ou eu? - por que não juntas? - juntas não sei se é boa ideia. - por quê? - não confio em você. - é só um banho. - tá bom. Primeiro prendemos o cabelo pra não molhar, nos despimos e entramos no chuveiro, cada uma começou a se ensaboar. - ensaboa minhas costas, bucetinha. - viu como não posso confiar em você? - só te pedi isso, não vai rolar nada. Ensaboei as costas dela e depois ela as minhas e não rolou nada, saímos, nos secamos e vestimos a mesma calcinha e sutiã que a gente tava usando sem as meias e a cinta-liga, retocamos a maquiagem e saímos pra nos vestir, eu ia pegar o vestido preto da bolsa que usei pra sair de casa. - deixa esse vestido e veste o que eu te dei pra comprar pro Ramiro ver. Nos vestimos as duas com os vestidos comprados e esperamos ele avisar que já tinha chegado. Tava na porta esperando, a gente desceu, ele tava esperando em pé do lado do carro e do lado dele o José, o melhor amigo dele. Ele me deu um beijo na boca, dois beijos nela, a gente cumprimentou o José. — Como vocês tão gostosas. — Obrigada, gostou? Foi a Vanessa que me deu, tudo incluindo a roupa íntima. — É, é bonito. Convidei o José pra Vanessa não se sentir desconfortável sozinha com a gente dois. — Boa ideia. A gente subiu no carro, eles na frente e a gente atrás. Os vestidos tão curtos, sentadas no banco com as pernas bem juntas, ainda dava pra ver um pouco as calcinhas, então eu coloquei a bolsa em cima das pernas. A gente jantou num restaurante muito bom e passou um tempo agradável, depois fomos tomar uns drinks e dançar. A gente tava dançando de casal quando o Ramiro falou: — Olha esses dois. Olhei e eles estavam se beijando. Lá pras 3 da madrugada o Ramiro disse que era hora de ir. Dessa vez eu sentei na frente e o José com a Vanessa atrás. O José tinha o carro estacionado do lado do nosso apartamento, então a gente foi pra lá e ele depois levaria a Vanessa pro hotel. Ele estacionou o carro e na hora de sair: — Que tal a gente fazer a última em casa? — disse o Ramiro. — Pra mim tá de boa, o que você acha, Vanessa? — disse o José. — Por mim tudo bem. A gente subiu pro apartamento, eles sentaram no sofá, a gente preparou uns cubas e sentou junto com eles. Automaticamente cada um colocou uma mão nas nossas pernas, acariciando, e em poucos segundos a gente já tava se beijando com eles. Quando acabou os cubas: — José, você não devia dirigir agora, bebeu muito. Vocês podem ficar pra dormir aqui. — Cê tem razão, Ramiro. — Então vocês ficam. Pili, vai arrumar a cama pra eles. A Vanessa veio comigo. A cama só tinha uma colcha, eu peguei lençóis e a gente arrumou junto. — Cê pode me emprestar uma camisola, gostosa? — Claro que sim. A gente foi pro meu quarto procurar uma. Peguei uma vermelha lisa: — Qual você prefere, essa? E um babydoll de renda vermelha transparente: — Ou essa? Ela escolheu o babydoll enquanto me dizia: — Essa noite no final vão meter na gente duas. Chuchinha. - Isso parece kkkk. Deixo o babydoll em cima da cama que eu ia dormir e voltamos com eles pra sala. - A cama já tá pronta. - A gente toma um último gole e vaza, Pili traz uns copinhos e a gente faz um shot de uísque pra fechar a noite. - Vou sim, mas eu não vou beber mais, tô cansada, louca pra meter na cama. - Eu também não quero, também tô cansada. - Tá bom, serve os shots e vocês podem ir pra cama, a gente já vai. Peguei só dois copinhos pra eles e a garrafa de uísque, servi e nós duas fomos. - Vou no banheiro primeiro. - Eu também vou. Entro atrás de mim, parei na frente do espelho pra pentear o cabelo, mesmo ela já tendo me visto, ainda dava uma vergonhinha ela me ver fazer xixi sentada. Ela fez primeiro enquanto a gente conversava sobre como o dia tinha sido bom, levantou, ficou do meu lado e pediu a escova. Fiz meu xixi, saímos do banheiro, demos boa noite e cada uma entrou no quarto. Peguei um babydoll rosa no armário e me enfiei na cama esperando o Ramiro. Depois da tarde de sexo com a Vanessa, o álcool que tinha tomado e a noite de festa, não tava nem um pouco a fim de sexo, mas como toda noite, tinha que abrir as pernas. Uns minutos depois, Ramiro entrou, se pelou inteiro e se meteu na cama, me agarrou pela cintura, me virou pra ele e me deu um beijo. - Cê tá muito gostosa e sexy, putinha minha. - Obrigada. Ele me beijou de novo, enchendo minha boca com a língua por um tempo, tirou a boca da minha e me olhou nos olhos, levando uma mão até meus lábios, acariciando eles com os dedos. - Eu também tô cansado, mas minha putinha sabe como me relaxar com essa boquinha gulosa que tem, né? - Sim. Dei um beijo nos lábios dele enquanto segurava a piroca ainda mole com uma mão e desci beijando o corpo dele até chegar nela, comecei chupando a ponta e rapidamente enfiei ela inteira na boca, sentindo ela crescer dentro. Amo sentir ela crescer na minha boca até ocupar ela toda, enquanto chupo. Ela mamava, ele me dizia coisas. — Que gostosa, chupa, puta, não para. Demorei um tempão pra fazer ele gozar, continuei até deixar bem limpinha e me deitei do lado dele. Levei a mão nos peitos, ele me beijou os lábios e desceu beijando meu pescoço até chegar e começar a chupar meus peitos e morder os bicos. A mão que tava naquele lugar já tava tocando minha buceta por cima da calcinha. Ele enfiou os dedos de lado, afastando a calcinha, enquanto eu facilitava o trabalho abrindo as pernas. Começou a meter os dedos enquanto continuava mordendo meus bicos, fazendo minha excitação aumentar. Não demorou nem dois minutos, ele se meteu entre minhas pernas, sem nem tirar minha calcinha, só afastou pra um lado e me penetrou de uma vez, começou a me foder forte, me fazendo gritar e gemer. Foi tão intenso que ele não demorou pra gozar. Aí me beijou, saiu de cima. — Boa noite, descansa. — Boa noite. Caí no sono na hora, de tão cansada do dia inteiro, e acordei com o Ramiro depois das 10. — Neném, acorda, já é tarde. Daqui a uma hora temos que estar na casa dos meus pais, hoje tem futebol. Levantei rápido, preparei o café da manhã enquanto ele batia na porta onde o José e a Vanessa dormiam pra acordá-los. Expliquei pra Vanessa, enquanto arrumávamos e eu lavava o que usei no café, os planos do dia. — E todo domingo você tem que ir à missa? Que saco. — É, e eu não gosto nada. — Então não vai, você não é obrigada. — Por mim, eu não iria, mas não quero decepcionar a mãe dele. — Conversa com o Ramiro, deixa ele falar com a mãe. — Já conversamos, e ele disse pra eu fazer o esforço pela família dele. Nessa hora, o Ramiro entrou. — Liguei pra minha mãe e falei que vocês, José e você, vão almoçar lá. — Ahhh, obrigada, mas não precisava, não quero incomodar. — Que incomodar nada, minha mãe tá encantada. — Tá bom, então. Tomamos um banho rápido e tive que emprestar roupa pra Vanessa, o vestido vermelho não era muito adequado. Deixei um vestido preto que batia no meio da coxa. de coxa e calcinha. - isso é surreal, antes você vestia minha calcinha e agora eu visto a sua, kkkk. - é surreal sim kkkk. Eu com uma saia preta acima do joelho e uma blusa, quando terminamos de nos arrumar, eles já estavam prontos pra sair. Chegamos na casa dos pais dela, cumprimentamos todo mundo e eles foram embora na hora, e a gente poucos minutos depois. Depois de passar pelo trauma da missa, voltamos pra casa pra terminar a comida e arrumar a mesa. Depois de comer e guardar tudo, Ramiro e José foram pro bar, e Isabela chamou as amigas e saímos pra passar uma tarde de garotas, um passeio tomando sorvete, conversando e dando umas risadas. Lá pelas 8 da noite, estávamos voltando só eu e a Vanessa pro meu apartamento, e de lá ela pegaria um taxi pro hotel. Faltavam umas 4 quadras pra chegar quando recebi uma ligação do Ramiro perguntando onde a gente tava pra ir nos buscar, e que ele tinha pensado em comprar algo pra jantar já pronto e a gente jantar os 4 em casa. Como já estávamos chegando, ele disse que já iam pegar algo pra jantar e que a gente preparava a mesa. Eles chegaram depois das 9, vinham bem felizes os dois de terem bebido. Trouxeram umas pizzas, uns tacos, uma garrafa de uísque e outra de Baileys. Depois de jantar, eles começaram com o uísque e a gente com o Baileys, sentados no sofá conversando, mas não demorou pra coisa esquentar. Uma mão do Ramiro numa das minhas coxas começou a acariciar subindo pra cima. Eles já se beijavam e o José tava apalpando os peitos dela. Ramiro começou a me beijar, levando a outra mão pros meus peitos enquanto a outra se enfiava pelo lado da minha calcinha em busca da minha bucetinha, algo que eu facilitei abrindo as pernas. Uma das minhas mãos desceu, percorrendo o peito dele até o botão da calça, desabotoou, baixou o zíper e enfiou a mão por baixo da cueca, pegou a pica, puxou pra fora e comecei a masturbar. Ela cresceu rapidinho. De relance, vi que a Vanessa também tava agarrada na do José, o que fez com que nem A excitação aumentou, me veio à mente a tarde com ela e suas perguntas. Parei de beijá-lo e aproximei os lábios da orelha dele, quase num sussurro:
— Sua esposa submissa e obediente deseja que você mande ela se ajoelhar, que diga qual é o lugar que ela deve ocupar, e que eles ouçam.
Voltei aos lábios dele, dei um beijo rápido e afastei um pouco o rosto, fixando o olhar nos olhos dele.
— Fica de pé, puta.
Obedeci, olhando de canto pra Vanessa, que não parava de se beijar. Ramiro se levantou, ficando de frente pra mim, me encarando.
— Fica de joelhos, puta.
Olhando de canto pra Vanessa, comecei a me ajoelhar. Eles pararam de se beijar, viraram a cabeça e me olharam. Sorri, fixando o olhar em Vanessa, já de joelhos. Ramiro começou a passar a mão no meu cabelo enquanto eu tirava os sapatos dele, e depois a calça junto com a cueca, com o olhar fixo nele e meu nariz sentindo o cheiro do pau dele na altura do meu rosto. Ele parou de me tocar pra tirar a camisa, ficou completamente nu, e colocou a mão na minha cabeça de novo.
— Muito bem, puta, obediente e submissa, sabendo bem qual é o seu lugar.
Acariciando minha cabeça, foi aproximando do pau até tocar meus lábios, que foram se abrindo, deixando entrar só a pontinha, me convidando a chupar — coisa que comecei a fazer, encantada, esquecendo deles até ouvir um par de batidas de salto no chão. Virei a cabeça sem parar de chupar pra ver o que tava rolando. Vanessa tinha se levantado, vi ela pegar as duas mãos de José, colocá-lo de pé e se ajoelhar do meu lado. Sem perder tempo, tirou os sapatos dele, e depois baixou a calça e a cueca, deixando o pau dele à mostra. À primeira vista, parecia um pouco menor, mas mais grosso que o do Ramiro. Ela agarrou com uma mão e, me olhando, levou à boca, começando a chupar. Ver a gente ali, as duas, me deixou com muito tesão, e comecei a chupar com ansiedade, fazendo Ramiro começar a soltar gemidos. Ouvir como eu faço meu macho gozar... faz minha excitação aumentar e continuei assim, e em menos de 10 minutos ele gozava, perdeu um pouco a ereção, continuei até deixar ela dura de novo, pela primeira vez eu queria tomar a iniciativa, o controle, então fiquei de pé, beijei ele na boca enquanto segurava a mão dele puxando. - vamos pra cama. - falei. Ele nem se mexeu do lugar, puxou eu pra perto dele, me virou e me colocou contra a mesa, empurrando minha cabeça, deixando minha parte superior em cima dela. - não queria que eles vissem qual é o seu lugar? então que vejam até o fim. Me deu um tapa sonoro na bunda. - Aiiii. Ele acariciou minha bunda dando apertões fortes, eu quis mandar, mas ficou claro quem mandava, como deve ser e como eu gosto que seja, levantou minha saia, outro tapa na bunda. - aiii. - você gosta que eu bata, vagabunda. - sim. Com um pé entre os meus, me fez abrir as pernas, enfiou a mão por baixo da calcinha até meter os dedos na buceta, olhei pro lado pra tentar ver o que eles estavam fazendo, mas não via eles do jeito que eu estava deitada, ele baixou minha calcinha até a coxa e continuou me fodendo com os dedos, vi a Vanessa passar do lado da mesa me olhando com um sorriso, os lábios manchados de esperma, puxando o braço do José até o outro lado da mesa, ela se apoiou nela na minha frente e se deitou, nossas cabeças ficaram uma do lado da outra, o José se colocou atrás dela e começou a dar o mesmo tratamento que eu estava recebendo, as duas com a cabeça virada a uma distância de um palmo nos olhávamos, o olhar dela, o sorriso dela refletia prazer, o meu macho ia alternando, tapas na bunda, apertões na bunda e metendo os dedos na buceta da sua putinha submissa que gemia prazerosamente vendo na frente a Vanessa na mesma situação. - essas duas vadias estão ansiosas pra gente foder elas logo, o que você acha, José? - penso o mesmo que você. - então o que estamos esperando pra dar o que elas querem? Me deu um tapa na bunda enquanto senti a pica entrar até o fundo e começou a me foder, assim como o José fez com a Vanessa, que não parávamos de nos olhar, vendo as caras de prazer uma da outra e, sem esperar, a Vanessa aproximou a cabeça de mim e me beijou na boca. Eu virei o rosto rápido, não esperava por aquilo naquele momento, com o Ramiro na frente. — que beijo gostoso — disse o Ramiro — dá um beijo você também na Vanessa, sua putinha. Me aproximei e dei um selinho, e me afastei de novo. — não se afasta, continua, come a boca dela. Juntamos as bocas, trocando um beijão longo, brincando com as línguas. Os restos de porra que tinham nos cantos dos nossos lábios se misturaram nas nossas bocas. — essas duas são umas putonas danadas, hein, José. — sim, duas vadias boas. Com as batidas, nossas bocas se separavam, mas se procuravam de novo e se uniam, embora cada vez fosse mais difícil manter o beijo por causa dos gemidos e da excitação. O José foi o primeiro a gozar e se separar da Vanessa, que se afastou e parou de me beijar, e pouco depois o Ramiro fez o mesmo. A Vanessa continuava deitada sobre a mesa, com a respiração ainda ofegante, e eu também não me mexia, tentando recuperar o fôlego. Assim, talvez tenham se passado uns dois minutos em silêncio, até que o Ramiro quebrou o silêncio. — gata, vai buscar gelo na cozinha pro uísque. — vou sim. Me levantei, ainda com as pernas bambas, subi a calcinha e ajustei a saia enquanto ia e voltava com uma tigela de gelo. Servi um para eles e Baileys para nós. Os dois estavam sentados no sofá, pelados. A Vanessa e eu, de pé, preferimos sentar nas cadeiras. O Ramiro pegou o controle da TV e colocou música. Depois de algumas músicas: — José, seria legal se elas fizessem um striptease pra gente, já que estamos todos nus. — seria bom. — vou escolher uma música e vocês nos presenteiam com um striptease. Nós duas nos olhamos e, só no olhar, nos levantamos no meio da sala e começamos a dançar de forma sensual. Comecei a desabotoar a blusa até tirá-la. A Vanessa foi levantando o vestido aos poucos até tirá-lo, enquanto eu abaixava o zíper da saia e deixava ela cair no chão. Eles aplaudiram. e eles gritavam, as duas de calcinha e sutiã continuamos dançando, Vanessa me segurou pela cintura e se colou em mim por trás, acariciando minha barriga por um momento. Me virei, ela colocou uma perna entre as minhas, seguindo a dança, foi subindo as duas mãos pelas minhas costas, uma parou no meio, a outra continuou até rodear meu pescoço. Ela aproximou minha cabeça e começou a me beijar. Meu primeiro pensamento foi me afastar, mas ouvir eles gritando e o tesão que eu tava fez eu entrar na brincadeira e segurar ela pela cintura, continuando a dançar sem parar de nos beijar. Sentia o calor da perna dela entre as minhas, colada com força por cima da calcinha. A mão nas minhas costas desabotoou meu sutiã, deslizou primeiro por um braço e depois pelo outro, e jogou pros caras que estavam se divertindo pra caralho. Sem parar de nos beijar, ela levou uma mão a uma das minhas tetas e começou a apalpar. Eu levei uma mão às costas dela, procurando o fecho do sutiã dela, desabotoei, tirei e joguei também pra eles. Ela tirou a perna de entre as minhas, parou de me beijar, desceu pro meu pescoço me dando beijos e chupadas enquanto com as duas mãos acariciava meu corpo. Foi descendo devagar, beijando meus peitos, a barriga, as mãos dela desciam no mesmo ritmo. Ela agarrou minhas duas nádegas, acariciou, apertou. Me deu um beijo na borda da calcinha e começou a baixar devagar enquanto me dava beijos por cima da buceta. Tirou a calcinha e jogou pra eles, e foi se levantando devagar, beijando meu corpo até chegar nos meus lábios. Colocou a perna de novo entre as minhas, levantando e esfregando a coxa na minha buceta. Uma mão no meu ombro me empurrou pra baixo. Fui descendo, percorrendo o corpo dela com a boca e as mãos até tirar a calcinha dela e ficarmos as duas só de salto alto. Continuamos a dança com os corpos colados enquanto eles continuavam gritando, se tocando no pau já bem duro. Vanessa pegou minha mão, puxando pro sofá, e ofereceu a outra pro José, puxando ele. Eu fiz o mesmo com o Ramiro e os Levamos para o centro do salão dançando na frente deles, acariciando seus corpos. Me virei de costas e esfreguei a bunda no pau duro dele, que se enfiou entre minhas pernas. Me virei de novo, acariciei o peito dele com uma mão enquanto levava a outra pro pau e comecei a masturbá-lo enquanto descia beijando o corpo dele até me ajoelhar, levando a pontinha à minha boca e começando a chupar. De relance, vi a Vanessa de joelhos na minha frente e o José atrás de mim, na frente do Ramiro. Continuei no boquete e, sem esperar, a Vanessa beijou minha bochecha e chupou a base do pau do Ramiro. Tirei ele da boca, surpresa, e vi o Ramiro colocar uma mão na cabeça dela e a outra na minha, empurrando a gente pro pau dele. Começamos a chupar a ponta, cada uma de um lado, e nossos lábios se tocavam enquanto fazíamos isso. A Vanessa enfiou o pau inteiro na boca, e o Ramiro virou minha cabeça e empurrou, colando meus lábios no pau do José. Comecei a chupar — era um pouco menor que o do Ramiro. Eles ficaram de pé, de frente um pro outro, e a gente de joelhos, uma de frente pra outra no meio deles, chupando o pau do outro e trocando de pau alguns minutos depois, cada uma agora dedicada ao seu macho até que o meu gozou primeiro. — José, vou com minha putinha pra cama. Se vocês ficarem, já sabem onde fica o quarto. — Tá, vale. Ele me pegou pelo braço, me puxando até o quarto. Na frente da cama, me deu um tapa forte na bunda nua. Me virou e vi que ele tava com o pau todo duro. Me jogou na cama de barriga pra cima, agindo como o macho dominante que eu gosto, e eu, como uma boa mulher submissa, abri as pernas. Ele se meteu entre elas e me deu uma fodida gostosa enquanto, entre meus gemidos, dava pra ouvir os da Vanessa também. Acabei dormindo sem perceber e acordei com o som da porta do outro quarto. Olhei pra porta aberta e vi a Vanessa passar nua e a porta do banheiro fechar. Levantei e bati na porta. — Bom dia, posso entrar? — Pode, entra. Entrei. Ela tava sentada. Fazendo xixi. — Que noite, hein, Pili. — É, não esperava que fosse assim. — Nem eu. Depois de eu mijar. — Vamos tomar um café. — Vamos. Fomos as duas peladas, a sala estava com a roupa no chão, eu juntei pra levar pra lavar e a Vanessa pegou a do José e deixou na mesa bem arrumada, aí a gente tomou um café. — Vou tomar um banho antes do Ramiro acordar. — Eu também vou tomar um, mas vai ter que me emprestar umas roupas. — Toma banho você primeiro enquanto eu acho algo, tem toalhas limpas no lavabo. Separei roupa pra nós duas e entrei no banheiro, ela já estava se secando, entreguei a roupa e tomei meu banho. Quando saí, eles ainda estavam dormindo. Preparamos um almoço pra todo mundo e, quase na hora de servir, o José entrou na cozinha ainda pelado e, enquanto punha a mesa, o Ramiro apareceu também sem nada. Sentaram pra almoçar, e depois, enquanto a gente arrumava a cozinha, eles foram tomar banho. Coloquei uma máquina de lavar, falei pra Vanessa que ia arrumar a cama e ela se ofereceu pra ajudar, foi arrumar a cama que ela tinha dormido. Ramiro e José estavam terminando de se vestir. — Nós vamos trabalhar um pouco, se divertam aí. Eles foram embora e ficamos nós duas sozinhas. Ela me ajudou com todas as tarefas de casa e depois saímos pra fazer umas compras e passar no hotel pra ela trocar de roupa e me devolver as minhas, exceto um presentinho que eu dei pra ela. — A calcinha e o sutiã pode ficar, assim você vai ter uma lembrancinha minha. — Valeu. Era um conjunto vermelho de renda. Depois saímos de novo pra fazer compras e levamos tudo pro meu apartamento. Mandei uma mensagem pro Ramiro pra ver se ele vinha almoçar em casa, mas ele ia ficar no restaurante, então a Vanessa me convidou pra comer fora. A Priscila e a Inma voltaram naquela tarde e, depois de passar um tempo com elas, eu voltei pra casa e a Vanessa foi com elas pro hotel. Faltavam três dias pra elas irem embora, a gente se via todo dia e na última noite jantamos as quatro junto com o José e meu marido. Depois fomos tomar uns drinks num lugar, dançando. O José levou a As garotas foram pro hotel e ele ficou pra passar a noite com a Vanessa, enquanto eu voltei com meu homem pra casa, direto pra cama. No dia seguinte, levamos elas pro aeroporto, foi uma despedida difícil, tinha me divertido muito com a Vanessa. E assim voltei pra minha rotina diária: serviços de casa, academia com as garotas, missa aos domingos. Eu falava todo dia com a Vanessa por mensagem. Os dias, os meses passaram rápido, e 18 meses depois do casamento, o Ramiro começou a sentir dor na barriga e nas costas. Ele não deu importância, achando que era cansaço do trabalho, mas começou a perder peso, foi ao médico, e veio a pior notícia: ele tinha câncer de pâncreas bem avançado e morreu um mês e meio depois. Do dia pra noite, me vi sozinha num apartamento, tendo que cuidar de um restaurante sem saber como tocar, num país que não era o meu. Tava difícil pra mim ficar ali, a Isabela também tava passando mal. As amigas sempre estavam lá pra nos animar, o José também, mas tudo era muito difícil pra mim: a rotina diária, a solidão, a missa de domingo como obrigação, eu não aguentava mais. Uns dois meses depois, conversando com a Vanessa, ela me perguntou por que eu não voltava. Isso já tinha passado pela minha cabeça, e naquela mesma noite, depois de pensar muito, decidi que era o melhor. No dia seguinte, liguei pro José e à tarde a gente se encontrou pra explicar e saber se ele teria algum problema comigo voltando por causa dos documentos falsificados, da venda do apartamento e do restaurante. — Me dá uns dias que eu resolvo tudo no cartório, tenho contatos e podemos fazer os documentos sumirem, não vai ser difícil. Duas semanas depois, ele me ligou pra dizer que já estava resolvido. O apartamento, em menos de um mês, na quarta visita já tinha vendido, fiz um acordo com o comprador pra entregar em 30 dias pra eu me organizar, pegar tudo. A roupa do Ramiro eu levei pra igreja, junto com roupas minhas que eu não ia levar. Faltava o bar, ninguém tinha se interessado, e em 6 dias eu já tinha que entregar o Piso e passagem aérea pra 3 dias depois, que eu ia ficar na casa dos sogros e da Isabella. Com o José já tinha um acordo de que ele cuidaria do bar depois que eu fosse embora, até achar um novo dono. Chegou o dia da minha partida e, mesmo querendo ir, não consegui segurar as lágrimas na despedida. Lá do alto, no avião, me despedi do México de volta pra casa. Continua.
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