Há um tempo, postei uns relatos de como, quando eu era namorado da minha atual esposa, tive uma pequena aventura com a irmã dela e a mãe dela (minha cunhada e minha sogra). Bom, não terminei de contar tudo o que rolou entre a gente (se quiserem, talvez eu poste mais relatos depois), mas no fim de uns anos, casei, tivemos duas meninas e fomos morar em outro lugar por causa do trabalho. Ali acabou tudo. Parei de ver elas, e o que aconteceu ficou só entre nós, e ninguém nunca contou nada pra ela.
O ponto é que uns dias atrás, especificamente na sexta-feira passada, minha filha fez aniversário, e pra comemorar, viajamos pra uma cidadezinha muito bonita. Minha menina queria ir há um tempo, mas por causa do trabalho não tinha dado. Saímos na quinta-feira de viagem e, bom, minha esposa levou a família dela. Já fazia uns meses, quase um ano, que eu não via elas. Não me incomoda ficar com elas, mas não curto muito. Sinto uma vibe estranha, haha.
Chegamos na quinta à noite, alugamos quartos, tomamos banho e fomos dormir, porque o dia bom era sexta-feira. Na sexta à tarde, umas 4 horas, fiz a festa numa cabana que alugamos, e só fomos nós da família e uns amigos e colegas de trabalho meus e da minha esposa. A festa passou, as crianças foram dormir, e a gente decidiu ir beber. Minha sogra e outros amigos não quiseram ir, porque diziam que alguém tinha que cuidar das crianças.
Saímos: um casal amigo da minha esposa, duas duplas que são meus amigos, minha cunhada e três dos meus primos. Pra ser sincero, o cara que minha esposa levou, o sujeito não me desce. Era super óbvio que ele tava afim da minha esposa, e olha que ele era casado. Quando saímos, chegamos num bar muito bonito, com vista pro mar e música excelente. Meus primos foram caçar o que conseguir, minha cunhada ficou com a gente, mas numa mesa do lado da minha esposa. Pedimos uns drinks, uma garrafa, umas cervejas, e enquanto a gente bebia, era evidente que o cara tava dando em cima da minha esposa. esposa, tanto que a esposa dele deu uma bronca nele, igual eu falei pra minha esposa que, que tava rolando ali, porque não gostava daquilo, obviamente ela se justificou dizendo que era um amigo e ainda por cima casado. Eu depois do que tinha acontecido com a família dela nunca mais fiz nada parecido, 100% fiel, e tive oportunidades por causa da minha posição no trabalho, recebo essas propostas mais do que vocês podem imaginar, e ela, não sei se é, mas nunca fiquei sabendo de nada. Não sei o que aconteceu, mas acho que devem ter brigado porque a mina só voltou pra pegar a bolsa dela e foi embora. Ele ficou e voltou a fazer a mesma coisa, ele insistia em tirar minha esposa pra dançar, ela não resistia, dizia que sim e um monte de besteira. Num momento, saí na rua pra falar no telefone, vou entrando e no balcão de bebidas vejo minha cunhada sendo encoxada por um cara, ele tava bêbado e não sei o que tava falando, mas dava pra ver que tava tentando pegar ou beijar ela, não entendi direito, mas ela tava se debatendo com ele. Vi os dois e gritei pra ele largar ela, ele virou, começou a falar um monte de merda e quando fui me aproximando, ele vazou. Perguntei se ela tava bem, ela disse que sim. Começamos uma conversa até que agradável, não tão estranha como as que a gente tinha antes. Enquanto tava conversando com ela, fomos andando até nossas mesas e não vi minha esposa nem o babaca daquele cara. Parei de beber e comecei a procurar os dois, eles estavam dançando muito colados, e do nada vejo ela virar e ele dar um beijo nela. Fiquei surpreso porque ela não resistiu, gritei "Laura!", ela não me ouviu, cheguei mais perto e gritei de novo, eles se separaram, ele tentou falar alguma coisa, mas o que eu fiz foi soltar um puta soco nele que nem deixei ele falar nem colocar as mãos, ele só caiu. Comecei a discutir e falei pra ele levantar, já tava na cara dele e a gente ia brigar, chegaram os seguranças e nos expulsaram. Lá fora, minha esposa tentou falar comigo e disse que foi um erro, que ela tava bêbada, que não pensou, o outro ainda não tinha saído. Quando ele saiu, chegou e me empurrou. Por trás, ele me disse que de frente não dava. Minha cunhada falou pra ele que era melhor vazar, que tudo que tava rolando era culpa dele. O que me surpreendeu foi que minha esposa tava defendendo ele e mandou minha cunhada calar a boca. Ela respondeu: "Como é que pode?" e as duas começaram a brigar também. O outro, do nada, já tinha sumido — nem vi pra onde foi. Elas continuaram discutindo, e minha cunhada falou que tudo foi culpa dela. Minha esposa se irritou e respondeu que podia fazer o que quisesse, que foi só um beijo, nada demais.
O que eu ouvi me deixou chocado. Quando me virei, ela me olhou e só disse: "Bom, se é um erro..." Antes de terminar a frase, virei as costas e fui embora. Minha cunhada me seguiu por umas quadras até gritar pra eu parar. Olhei pra ela e, sem pensar, dei um beijão nela. Depois de uns segundos, ela se afastou e perguntou: "O que cê tá fazendo?" Só respondi a mesma coisa: "Igual a Laura, é só um beijo."
Ela ficou parada, imóvel. Continuava tão gostosa quanto quando a conheci, até mais — já era uma mulher feita, não era mais a garotinha que eu conheci. Só pedi pra ela me acompanhar e não ir embora, que eu não queria ficar sozinho. Ela foi comigo. Comprei outra garrafa e comecei a beber, tentando processar o que tinha acontecido. Ficava pensando em como aquilo pôde rolar.
Minha cunhada começou a beber também. Falei que ela continuava linda, me aproximei. Ela perguntou: "O que cê tá fazendo?" Falei que só queria um beijo. Ela segurou minhas mãos e se jogou pra trás. Tirei as mãos, me aproximei, segurei ela pelas costas e dei um beijo. Ela correspondeu. Aí falei: "Vamos relembrar os velhos tempos." Ela topou na hora e disse algo que me deixou feliz: que sempre esperou que aquilo acontecesse de novo. Respondi que era a hora.
Levei ela num Uber — tinha deixado o carro. A gente foi se beijando e se agarrando. Enfiei a mão e senti ela molhadinha. Ela também passou a mão no meu pau, mas por cima da calça. Ao chegar no hotel que um senhor me recomendou, pedi o quarto e, subindo, fechei a porta. Abaixei a saia dela, me agachei e vi a calcinha que ela tava usando — já tava toda molhada. Puxei pro lado e comecei a chupar ela. Um gosto diferente, misturando o cheiro do perfume dela com um gosto salgado, mas mesmo assim era uma delícia. Me trouxe um monte de lembranças, mas principalmente deixou meu pau durasso. Depois de uns minutos nessa posição, me levantei, baixei minha calça. Ela se mexeu, levantou e, com a mão esquerda, puxou minha cueca pra baixo enquanto com a outra segurava a própria buceta. Começou a me chupar, e aff, uma sensação inimaginável. Algo percorreu meu corpo que até me fez pensar em casar com ela, que eu tava errado, haha. Ela se levantou sozinha, me levou pro quarto e, com os braços, envolveu meu pescoço. Quando chegamos na cama, ela se deixou cair, e fiquei cara a cara com ela. Olhei nos olhos dela, ela me beijou e, sem parar de se beijar, pegou meu pau e colocou na entrada. Comecei a meter devagar e, de uma vez, enfiei tudo. Ela soltou um gemido do caralho, e quando olhei nos olhos dela de novo, comecei a meter mais e mais rápido. Depois de um tempo metendo, ela virou de lado e ficou de quatro. Quando vi a bunda dela toda molhada, falei que isso era o que eu mais sentia falta. Com a ponta do meu pau, comecei a brincar com o cu dela. Ela não falou nada, então enfiei de uma vez. Quando a ponta entrou, não fez força, só se acomodou. Não entrava direito, então comecei a bombar até que, sem esforço nenhum, entrou tudo. Só ouvi um grito e ela disse: "Ai, como eu sentia falta dessa sensação." Meti e tirei umas vezes até começar a meter de verdade. Depois de uns minutos, gozei dentro do cu dela. Só tirei e começou a escorrer tudo. Ela se limpou e começou a me beijar, disse que já tava precisando disso. Foi tomar banho e falou que tinha que ir pra ninguém desconfiar. Perguntei se ela ia repetir, e ela só disse que isso podia ser sempre que eu quisesse. Ela tomou banho. Ele se alistou e foi embora. No outro dia, cheguei no lugar onde a gente ficava, e quando cheguei, os amigos da minha esposa já não estavam mais lá. Minha esposa começou a me pedir desculpas, dizendo que foi um erro. Eu não falei nada, só entrei no quarto, tomei banho, depois de uns 20 minutos saí, comi com minhas filhas e subi de novo. Ela subiu atrás de mim, chorando, me pedindo perdão. Eu só falei que estava tudo bem. Ela me abraçou e continuou pedindo desculpas, enquanto me agradecia. O resto que aconteceu foram umas férias normais. Depois disso, não falei mais com minha cunhada, só na volta, quando a gente se despediu. Ela me deu o número de telefone dela e disse que se eu quisesse alguma coisa, era só pedir.
Não sei o que fazer. É óbvio que minha esposa gosta do colega dela, porque o que ela fez no bar não parecia que ele estava implorando muito. Depois disso, acho que ela me trai. O que eu devo fazer? Deixo ela ficar com ele enquanto eu como a irmã dela? É uma decisão difícil, mas, na real, minha cunhada continua super gostosa, agora acho que até mais. O que eu faço? Preciso de ajuda, o que vocês recomendam? Se vocês acharem legal ou se ainda tiverem interesse, posso postar as outras partes do que rolou com minha sogra e minha cunhada. Ainda tem um monte de histórias.
O ponto é que uns dias atrás, especificamente na sexta-feira passada, minha filha fez aniversário, e pra comemorar, viajamos pra uma cidadezinha muito bonita. Minha menina queria ir há um tempo, mas por causa do trabalho não tinha dado. Saímos na quinta-feira de viagem e, bom, minha esposa levou a família dela. Já fazia uns meses, quase um ano, que eu não via elas. Não me incomoda ficar com elas, mas não curto muito. Sinto uma vibe estranha, haha.
Chegamos na quinta à noite, alugamos quartos, tomamos banho e fomos dormir, porque o dia bom era sexta-feira. Na sexta à tarde, umas 4 horas, fiz a festa numa cabana que alugamos, e só fomos nós da família e uns amigos e colegas de trabalho meus e da minha esposa. A festa passou, as crianças foram dormir, e a gente decidiu ir beber. Minha sogra e outros amigos não quiseram ir, porque diziam que alguém tinha que cuidar das crianças.
Saímos: um casal amigo da minha esposa, duas duplas que são meus amigos, minha cunhada e três dos meus primos. Pra ser sincero, o cara que minha esposa levou, o sujeito não me desce. Era super óbvio que ele tava afim da minha esposa, e olha que ele era casado. Quando saímos, chegamos num bar muito bonito, com vista pro mar e música excelente. Meus primos foram caçar o que conseguir, minha cunhada ficou com a gente, mas numa mesa do lado da minha esposa. Pedimos uns drinks, uma garrafa, umas cervejas, e enquanto a gente bebia, era evidente que o cara tava dando em cima da minha esposa. esposa, tanto que a esposa dele deu uma bronca nele, igual eu falei pra minha esposa que, que tava rolando ali, porque não gostava daquilo, obviamente ela se justificou dizendo que era um amigo e ainda por cima casado. Eu depois do que tinha acontecido com a família dela nunca mais fiz nada parecido, 100% fiel, e tive oportunidades por causa da minha posição no trabalho, recebo essas propostas mais do que vocês podem imaginar, e ela, não sei se é, mas nunca fiquei sabendo de nada. Não sei o que aconteceu, mas acho que devem ter brigado porque a mina só voltou pra pegar a bolsa dela e foi embora. Ele ficou e voltou a fazer a mesma coisa, ele insistia em tirar minha esposa pra dançar, ela não resistia, dizia que sim e um monte de besteira. Num momento, saí na rua pra falar no telefone, vou entrando e no balcão de bebidas vejo minha cunhada sendo encoxada por um cara, ele tava bêbado e não sei o que tava falando, mas dava pra ver que tava tentando pegar ou beijar ela, não entendi direito, mas ela tava se debatendo com ele. Vi os dois e gritei pra ele largar ela, ele virou, começou a falar um monte de merda e quando fui me aproximando, ele vazou. Perguntei se ela tava bem, ela disse que sim. Começamos uma conversa até que agradável, não tão estranha como as que a gente tinha antes. Enquanto tava conversando com ela, fomos andando até nossas mesas e não vi minha esposa nem o babaca daquele cara. Parei de beber e comecei a procurar os dois, eles estavam dançando muito colados, e do nada vejo ela virar e ele dar um beijo nela. Fiquei surpreso porque ela não resistiu, gritei "Laura!", ela não me ouviu, cheguei mais perto e gritei de novo, eles se separaram, ele tentou falar alguma coisa, mas o que eu fiz foi soltar um puta soco nele que nem deixei ele falar nem colocar as mãos, ele só caiu. Comecei a discutir e falei pra ele levantar, já tava na cara dele e a gente ia brigar, chegaram os seguranças e nos expulsaram. Lá fora, minha esposa tentou falar comigo e disse que foi um erro, que ela tava bêbada, que não pensou, o outro ainda não tinha saído. Quando ele saiu, chegou e me empurrou. Por trás, ele me disse que de frente não dava. Minha cunhada falou pra ele que era melhor vazar, que tudo que tava rolando era culpa dele. O que me surpreendeu foi que minha esposa tava defendendo ele e mandou minha cunhada calar a boca. Ela respondeu: "Como é que pode?" e as duas começaram a brigar também. O outro, do nada, já tinha sumido — nem vi pra onde foi. Elas continuaram discutindo, e minha cunhada falou que tudo foi culpa dela. Minha esposa se irritou e respondeu que podia fazer o que quisesse, que foi só um beijo, nada demais.
O que eu ouvi me deixou chocado. Quando me virei, ela me olhou e só disse: "Bom, se é um erro..." Antes de terminar a frase, virei as costas e fui embora. Minha cunhada me seguiu por umas quadras até gritar pra eu parar. Olhei pra ela e, sem pensar, dei um beijão nela. Depois de uns segundos, ela se afastou e perguntou: "O que cê tá fazendo?" Só respondi a mesma coisa: "Igual a Laura, é só um beijo."
Ela ficou parada, imóvel. Continuava tão gostosa quanto quando a conheci, até mais — já era uma mulher feita, não era mais a garotinha que eu conheci. Só pedi pra ela me acompanhar e não ir embora, que eu não queria ficar sozinho. Ela foi comigo. Comprei outra garrafa e comecei a beber, tentando processar o que tinha acontecido. Ficava pensando em como aquilo pôde rolar.
Minha cunhada começou a beber também. Falei que ela continuava linda, me aproximei. Ela perguntou: "O que cê tá fazendo?" Falei que só queria um beijo. Ela segurou minhas mãos e se jogou pra trás. Tirei as mãos, me aproximei, segurei ela pelas costas e dei um beijo. Ela correspondeu. Aí falei: "Vamos relembrar os velhos tempos." Ela topou na hora e disse algo que me deixou feliz: que sempre esperou que aquilo acontecesse de novo. Respondi que era a hora.
Levei ela num Uber — tinha deixado o carro. A gente foi se beijando e se agarrando. Enfiei a mão e senti ela molhadinha. Ela também passou a mão no meu pau, mas por cima da calça. Ao chegar no hotel que um senhor me recomendou, pedi o quarto e, subindo, fechei a porta. Abaixei a saia dela, me agachei e vi a calcinha que ela tava usando — já tava toda molhada. Puxei pro lado e comecei a chupar ela. Um gosto diferente, misturando o cheiro do perfume dela com um gosto salgado, mas mesmo assim era uma delícia. Me trouxe um monte de lembranças, mas principalmente deixou meu pau durasso. Depois de uns minutos nessa posição, me levantei, baixei minha calça. Ela se mexeu, levantou e, com a mão esquerda, puxou minha cueca pra baixo enquanto com a outra segurava a própria buceta. Começou a me chupar, e aff, uma sensação inimaginável. Algo percorreu meu corpo que até me fez pensar em casar com ela, que eu tava errado, haha. Ela se levantou sozinha, me levou pro quarto e, com os braços, envolveu meu pescoço. Quando chegamos na cama, ela se deixou cair, e fiquei cara a cara com ela. Olhei nos olhos dela, ela me beijou e, sem parar de se beijar, pegou meu pau e colocou na entrada. Comecei a meter devagar e, de uma vez, enfiei tudo. Ela soltou um gemido do caralho, e quando olhei nos olhos dela de novo, comecei a meter mais e mais rápido. Depois de um tempo metendo, ela virou de lado e ficou de quatro. Quando vi a bunda dela toda molhada, falei que isso era o que eu mais sentia falta. Com a ponta do meu pau, comecei a brincar com o cu dela. Ela não falou nada, então enfiei de uma vez. Quando a ponta entrou, não fez força, só se acomodou. Não entrava direito, então comecei a bombar até que, sem esforço nenhum, entrou tudo. Só ouvi um grito e ela disse: "Ai, como eu sentia falta dessa sensação." Meti e tirei umas vezes até começar a meter de verdade. Depois de uns minutos, gozei dentro do cu dela. Só tirei e começou a escorrer tudo. Ela se limpou e começou a me beijar, disse que já tava precisando disso. Foi tomar banho e falou que tinha que ir pra ninguém desconfiar. Perguntei se ela ia repetir, e ela só disse que isso podia ser sempre que eu quisesse. Ela tomou banho. Ele se alistou e foi embora. No outro dia, cheguei no lugar onde a gente ficava, e quando cheguei, os amigos da minha esposa já não estavam mais lá. Minha esposa começou a me pedir desculpas, dizendo que foi um erro. Eu não falei nada, só entrei no quarto, tomei banho, depois de uns 20 minutos saí, comi com minhas filhas e subi de novo. Ela subiu atrás de mim, chorando, me pedindo perdão. Eu só falei que estava tudo bem. Ela me abraçou e continuou pedindo desculpas, enquanto me agradecia. O resto que aconteceu foram umas férias normais. Depois disso, não falei mais com minha cunhada, só na volta, quando a gente se despediu. Ela me deu o número de telefone dela e disse que se eu quisesse alguma coisa, era só pedir.
Não sei o que fazer. É óbvio que minha esposa gosta do colega dela, porque o que ela fez no bar não parecia que ele estava implorando muito. Depois disso, acho que ela me trai. O que eu devo fazer? Deixo ela ficar com ele enquanto eu como a irmã dela? É uma decisão difícil, mas, na real, minha cunhada continua super gostosa, agora acho que até mais. O que eu faço? Preciso de ajuda, o que vocês recomendam? Se vocês acharem legal ou se ainda tiverem interesse, posso postar as outras partes do que rolou com minha sogra e minha cunhada. Ainda tem um monte de histórias.
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