Estreando o apê do meu sobrinho

Meu marido é cuckold, eu sou hotwife, já curtimos umas relações bem morbidinhas. O tesão, turbado pelos gostos pessoais, nos levou a uma experiência fora do comum. A gente sempre concordou em iniciar o Matías, e quando chegou a hora, propus pro meu marido, e ele topou não participar do núcleo da relação, mas pediu pra eu contar pra ele, como já tinha rolado em outras situações no passado. E claro que aceitei, porque a gente respeita as necessidades um do outro. Quando o nervosismo do Matías começou a passar, e o jeito dele de curtir foi mudando, eu também fui relaxando e comecei a deixar ele fazer e ser. Quando ele começou a trabalhar, a gente ajudou ele a se virar sozinho e ele alugou um apê perto de casa (óbvio). Começamos a mobiliar, comprando uma cama box: ele pagou a estrutura, e a gente, o colchão. Fiquei de plantão a tarde inteira pra receber. A recompensa ia ser estrear ela!!! Quando ele chegou às 19h, encontrou a cama montada e a tia toda banhadinha. Ele tomou banho com a porta aberta, como me excita ver um homem se ensaboando a pica!!! — Se seca e vamos estrear a cama —, enquanto ele se secava, eu fiquei de fio dental, avisei o tio que em duas horas trouxesse pizza. — Que puta gostosa você é —. Isso me surpreendeu e ao mesmo tempo me excitou, me joguei nele, me pendurei no pescoço dele e comecei a beijar a boca dele. Ele se contagiou com a minha intensidade e as mãos dele na minha bunda me apertavam contra o corpo dele, encostando a pica dura, os lábios dele beijavam meu pescoço, minhas orelhinhas, e minha buceta ficava molhada. Ele me arrastou pra cama, me colocou de quatro e enfiou a cara entre minha racha, chupando meu cu, minha buceta escorria, nervosa porque não tinha trazido o gel, falei: devagar, usa os dedinhos primeiro. Ele não deu bola, senti a saliva dele e o dedo tarado abrindo caminho pra pica dele. Me arrepiei, aguentando a passagem da pica dele vencendo meus esfíncteres, e a cabeça entrou toda. Coloquei minha mão pra marcar que ainda não tinha dilatado tudo. — Tá doendo? — ele perguntou. — Um pouquinho, mas já foi. E começou a me serrar, as sacudidas dele venceram a resistência dos meus braços, eu levantava a raba apoiada nos cotovelos e gozava mais porque sentia ele gozar. Ele me enche e tira fora, eu rapidamente juntei forças e lavei a pica dele enquanto ele aguentava minha língua percorrer a cabecinha ainda sensível. Fui pro banheiro escorrendo porra e meus fluidos. Descansamos deitados, olhamos pra cama, eu fiz cara de quero te foder e ele fez cara de me fode, filha da puta. Com movimentos de gata, subi em cima dele, peguei a pica dele e coloquei na minha buceta ainda molhada e montei nele até gozar duas vezes. Fiquei destruída do lado dele, que me segurou no peito por uns minutos e de repente falou: "Vou tomar banho antes que meu tio chegue." Não tive coragem de pedir pra ele ficar, porque o tio quer nos ver e nos cheirar assim!!!

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