Já faz uns 5 anos que eu e meu pai trabalhamos numa empresa. Quando terminei o ensino médio e ia continuar meus estudos, meu pai pediu um favor pro chefe dele pra eu entrar como meio período. Meu pai é um filho da puta que adora apostar e tem uma dívida enorme com nosso chefe, então pra cobrir todos os gastos, tive que largar a faculdade e começar a trabalhar em tempo integral com ele. A dívida era tão grande que, por causa dos juros que o chefe filho da puta cobrava, só aumentava. Minha mãe até falou pro meu pai que ela podia entrar pra trabalhar, mas ele não deixou. Meu pai é muito ciumento com minha mãe, e com razão: ela é uma gostosa, tem uma bunda boa, peitos grandes, rosto lindo, e entendo a preocupação dele. Tinham rumores de que o chefe tava comendo ou já tinha comido algumas esposas dos funcionários. Meu pai nunca deixaria o chefe ver ela... ou será que sim?
A dívida tava alta demais, então minha mãe conseguiu convencer meu pai a ir falar com o chefe, pra pelo menos tentar achar uma solução ou chegar num acordo, já que não dava pra continuar daquele jeito. Meu pai, de má vontade, topou, e eles iam no dia seguinte antes do início do turno... De manhã, fui com eles; pra ser sincero, também tava interessado que conseguissem algum acordo, porque queria continuar meus estudos. Olhei pra minha mãe vestindo um vestido vermelho justo no corpo, ela tava muito gostosa, e entendi que ela tinha alguma estratégia pra aquele tarado do chefe.
Já na reunião, eu percebi o chefe quando ele viu minha mãe — a expressão de desejo dele, ele olhou ela dos pés à cabeça, e ela era uma gostosa de respeito pra ele.
P — Bom dia, chefe. Na verdade, viemos buscar alguma solução ou acordo. A gente sabe que eu te devo dinheiro demais.
O chefe interrompeu:
J — Eu sei, mas não fui eu que te obriguei a me dever.
Minha mãe completou:
M — A gente entende, senhor, e estamos dispostos a pagar tudo.
J — É? E como?
M — É por isso que viemos. Tem que ter algum jeito, outro horário, a gente poderia te dar algum pertence, até eu poderia me incluir na empresa.
Rapidamente, meu pai falou:
P — Não, você não vai trabalhar.
Essa atitude despertou o instinto de caça e superioridade do chefe.
J — Acho que você não tá em posição de decidir o que pode ser feito, já que é praticamente impossível quitar sua dívida.
Meu pai completou:
P — Mas dá uma chance, senhor. A gente pode fazer o que o senhor quiser.
Isso o chefe adorava — ser implorado, ainda mais por aquela mulherão.
J — Bom, deixa eu pensar no que eu poderia fazer...
Ficou tudo em silêncio por um minuto, e eu vi como o chefe não tirava os olhos da minha mãe, e minha mãe também olhava pra ele com uma expressão safada...
É isso que vamos fazer... Eu ultimamente tenho estado muito atarefado, cheio de papelada e agenda lotada, acho que me cairia bem uma secretária, assim agilizaria toda a minha programação. Rapidamente meu pai se levantou e disse: P- Impossível, nunca J- É uma pena, já que esse salário extra e ainda daria a chance de pagarem só 65%. Minha mãe rapidamente disse: M- Você tá louco, não vê nossa oportunidade, não tem como pagar, faremos o que o senhor mandar J- Bom, nesse caso você vai ser minha nova secretária e seu marido vou transferir pro turno da noite como supervisor, cobrindo esses dois novos cargos eu poderia agilizar mais minha produção. Todos aceitaram, assinaram o acordo e o contrato. Minha mãe começava o novo trabalho em dois dias e meu pai no dia seguinte. Antes de sair, o chefe disse: J- Andrea, vou precisar do seu número de celular Minha mãe deu e saímos do escritório. No dia seguinte, quando cheguei em casa depois do trabalho, já que meu horário é matutino-vespertino, meus pais estavam comendo, minha mãe usando o celular, o que não era estranho, e meu pai meio nervoso e pensativo, além de já estar pronto pra ir pro turno dele, já que o supervisor entra duas horas antes. Ele se despediu da mamãe e eu disse que sairia à noite com meus amigos, e ele só falou: P- toma cuidado Durante a tarde, minha mãe ficou muito grudada no celular e trocando mensagens, eu me fiz de desligado e passei atrás dela bem rápido pra ver o que era que a tinha tão entretida. Minha surpresa foi que o chat dizia: Chefe Minha mãe tava conversando com o chefe, bom, agora também era chefe dela. Fui pro meu quarto e de certa forma me dava um tesão, e até ia bater uma punheta quando bateram no meu quarto. Era minha mãe... M- filho, hoje você vai sair? Que horas? Eu respondi: Umas 7, mãe, por quê? M- Só pra saber, vou tirar um cochilo, fecha a porta ao sair, por favor Sim, mãe, eu respondi. Rapidamente minhas suspeitas entraram. Fingi sair de casa e passei por O quarto da minha mãe e dava pra ouvir ela se arrumando, cheirando a perfume. Fechei a porta e tranquei. Voltei pelos fundos e entrei pela janela do meu quarto, corri pra me esconder nas escadas que vão pro porão, que é um depósito, e minha mãe quase nunca entra lá, além de ficar atrás da sala de estar. Passaram uns 30 minutos e ouvi a campainha tocar. Rapidamente escutei uns saltos altos andando em direção à porta. Desci pelas escadas acima de mim e vi a silhueta da minha mãe num vestido branco. Ela abriu a porta. M—Oi, senhor, pode entrar. O cara respondeu: Oi, como você tá gostosa. Reconheci a voz na hora, era do meu chefe. Ouvi eles se beijarem e passarem pro sofá da sala. Eu conseguia ver eles, tava literalmente atrás deles. Era meu chefe, meu chefe na minha casa com a minha mãe. Minha mãe se levantou rápido e foi pra cozinha, eu vi ela. Tava usando um vestido branco curto pra caralho e uns saltos altos, só isso, sem sutiã nem calcinha. Meu chefe ficou olhando pra bunda dela enquanto ela se afastava com uma caminhada gostosa. Minha mãe trouxe uma taça de vinho pra ele e sentou do lado.
J- E me diga, gostosa, isso é parte pra pagar a dívida do seu marido?
M- Bom, a gente podia adicionar um extra no acordo.
J- É? E o que você me oferece?
M- Eu poderia ser sua putinha pessoal e secretária, só se você me garantir que a dívida não vai aumentar e que seja 50% pra cada.
J- É uma oferta muito tentadora, gostosa.
M- Pensa bem, senhor, você já humilhou meu marido me fazendo de sua secretária, agora não ia gostar que a esposa do seu funcionário fosse sua putinha e você pudesse comer ela enquanto ele tá trabalhando? Essas palavras eram dinamite pro chefe, despertavam todo o tesão dele e o meu, porque ao ouvir eu fiquei de pau duro.
J-Muito bem, vamos ver o quanto você é boa na sua atividade diária... Chupar minha pica. Minha mãe se ajoelhou e o chefe tirou a pica dele, era enorme! Minha mãe começou a fazer um boquete, do meu ângulo era incrível, minha mãe de joelhos na frente daquele filho da puta, dava pra ouvir os barulhos do boquete, com aquela pica enorme minha mãe rapidamente ficou toda babada, o que deixava o som do boquete ainda mais evidente.
J-Isso mesmo, puta, mama bem a pica do chefe do seu marido. Aquele filho da puta do meu chefe não só tinha nos humilhado, agora se proclamava o macho alfa por ter minha mãe de joelhos chupando a pica dele. M-Sim, senhor, foi o que minha mãe respondeu pra continuar mamando.
O chefe pegou ela pela cabeça e começou a foder a boca e a garganta dela, agh agh dava pra ouvir, o filho da puta tava afogando minha mãe com a pica enorme dele.
J- Você vai se acostumar, puta, meu pau é maior que o do seu marido. Tava literalmente destruindo a garganta da minha mãe. Aí ele parou... Me leva pro quarto do corno, tá na hora de eu foder a puta da esposa dele. Minha mãe se levantou e disse: M- O que o chefe mandar. Foram pro quarto, passaram bem perto de mim e eu esperei pra seguir eles... Quando subi, pensei que a porta ia estar fechada, mas não, tava meio aberta e dava pra ver, de certo jeito, porque eu não ia arriscar ser descoberto. O chefe tava sentado na beirada da cama e minha mãe de joelhos entre as pernas dele, fazendo uma punheta com os peitos e chupando o pau dele ao mesmo tempo. M- Assim que o senhor gosta? Todo dia vai aproveitar minha boca e garganta. J- Assim, puta, assim mesmo, e não tira esse anel, pra lembrar o inútil do seu marido e que eu tô comendo a mulher dele.
Rapidamente peguei ela pelo cabelo e subi na cama, coloquei ela de quatro, a bunda da minha mãe no ar, só pra disposição do chefe. Com certeza aquela vista deve ser incrível. Tavam comendo a minha mãe, o chefe tinha ela de quatro como uma das suas várias putas.
Eu tava de pau duro me masturbando.
(Coloco essa imagem porque era exatamente a situação) Só escutava os gritos da minha mãe e as batidas da bunda dela contra a barriga do chefe. Quando me arrisquei a olhar de novo, o chefe estava com o pé na cabeça dela enquanto comia ela com força. C- Gosta assim, sua puta? M- Ai, sim, ai, sim. C- Diz pra mim: o que vocês são pra mim? M- Meu marido e meu filho são uns perdedores, seus funcionários, e eu sou sua puta boazinha. Essas palavras me fizeram gozar... C- Já vou gozar, puta. Abre a boca, puta. O chefe, num gemido de prazer, despejou todo o sêmen na boca da minha mãe.
Minha mãe engoliu o sêmen dele e se levantou pra pegar uma toalha e tomar banho. Eu corri e me escondi no porão. Continua...
A dívida tava alta demais, então minha mãe conseguiu convencer meu pai a ir falar com o chefe, pra pelo menos tentar achar uma solução ou chegar num acordo, já que não dava pra continuar daquele jeito. Meu pai, de má vontade, topou, e eles iam no dia seguinte antes do início do turno... De manhã, fui com eles; pra ser sincero, também tava interessado que conseguissem algum acordo, porque queria continuar meus estudos. Olhei pra minha mãe vestindo um vestido vermelho justo no corpo, ela tava muito gostosa, e entendi que ela tinha alguma estratégia pra aquele tarado do chefe.
Já na reunião, eu percebi o chefe quando ele viu minha mãe — a expressão de desejo dele, ele olhou ela dos pés à cabeça, e ela era uma gostosa de respeito pra ele. P — Bom dia, chefe. Na verdade, viemos buscar alguma solução ou acordo. A gente sabe que eu te devo dinheiro demais.
O chefe interrompeu:
J — Eu sei, mas não fui eu que te obriguei a me dever.
Minha mãe completou:
M — A gente entende, senhor, e estamos dispostos a pagar tudo.
J — É? E como?
M — É por isso que viemos. Tem que ter algum jeito, outro horário, a gente poderia te dar algum pertence, até eu poderia me incluir na empresa.
Rapidamente, meu pai falou:
P — Não, você não vai trabalhar.
Essa atitude despertou o instinto de caça e superioridade do chefe.
J — Acho que você não tá em posição de decidir o que pode ser feito, já que é praticamente impossível quitar sua dívida.
Meu pai completou:
P — Mas dá uma chance, senhor. A gente pode fazer o que o senhor quiser.
Isso o chefe adorava — ser implorado, ainda mais por aquela mulherão.
J — Bom, deixa eu pensar no que eu poderia fazer...
Ficou tudo em silêncio por um minuto, e eu vi como o chefe não tirava os olhos da minha mãe, e minha mãe também olhava pra ele com uma expressão safada...
É isso que vamos fazer... Eu ultimamente tenho estado muito atarefado, cheio de papelada e agenda lotada, acho que me cairia bem uma secretária, assim agilizaria toda a minha programação. Rapidamente meu pai se levantou e disse: P- Impossível, nunca J- É uma pena, já que esse salário extra e ainda daria a chance de pagarem só 65%. Minha mãe rapidamente disse: M- Você tá louco, não vê nossa oportunidade, não tem como pagar, faremos o que o senhor mandar J- Bom, nesse caso você vai ser minha nova secretária e seu marido vou transferir pro turno da noite como supervisor, cobrindo esses dois novos cargos eu poderia agilizar mais minha produção. Todos aceitaram, assinaram o acordo e o contrato. Minha mãe começava o novo trabalho em dois dias e meu pai no dia seguinte. Antes de sair, o chefe disse: J- Andrea, vou precisar do seu número de celular Minha mãe deu e saímos do escritório. No dia seguinte, quando cheguei em casa depois do trabalho, já que meu horário é matutino-vespertino, meus pais estavam comendo, minha mãe usando o celular, o que não era estranho, e meu pai meio nervoso e pensativo, além de já estar pronto pra ir pro turno dele, já que o supervisor entra duas horas antes. Ele se despediu da mamãe e eu disse que sairia à noite com meus amigos, e ele só falou: P- toma cuidado Durante a tarde, minha mãe ficou muito grudada no celular e trocando mensagens, eu me fiz de desligado e passei atrás dela bem rápido pra ver o que era que a tinha tão entretida. Minha surpresa foi que o chat dizia: Chefe Minha mãe tava conversando com o chefe, bom, agora também era chefe dela. Fui pro meu quarto e de certa forma me dava um tesão, e até ia bater uma punheta quando bateram no meu quarto. Era minha mãe... M- filho, hoje você vai sair? Que horas? Eu respondi: Umas 7, mãe, por quê? M- Só pra saber, vou tirar um cochilo, fecha a porta ao sair, por favor Sim, mãe, eu respondi. Rapidamente minhas suspeitas entraram. Fingi sair de casa e passei por O quarto da minha mãe e dava pra ouvir ela se arrumando, cheirando a perfume. Fechei a porta e tranquei. Voltei pelos fundos e entrei pela janela do meu quarto, corri pra me esconder nas escadas que vão pro porão, que é um depósito, e minha mãe quase nunca entra lá, além de ficar atrás da sala de estar. Passaram uns 30 minutos e ouvi a campainha tocar. Rapidamente escutei uns saltos altos andando em direção à porta. Desci pelas escadas acima de mim e vi a silhueta da minha mãe num vestido branco. Ela abriu a porta. M—Oi, senhor, pode entrar. O cara respondeu: Oi, como você tá gostosa. Reconheci a voz na hora, era do meu chefe. Ouvi eles se beijarem e passarem pro sofá da sala. Eu conseguia ver eles, tava literalmente atrás deles. Era meu chefe, meu chefe na minha casa com a minha mãe. Minha mãe se levantou rápido e foi pra cozinha, eu vi ela. Tava usando um vestido branco curto pra caralho e uns saltos altos, só isso, sem sutiã nem calcinha. Meu chefe ficou olhando pra bunda dela enquanto ela se afastava com uma caminhada gostosa. Minha mãe trouxe uma taça de vinho pra ele e sentou do lado.
J- E me diga, gostosa, isso é parte pra pagar a dívida do seu marido? M- Bom, a gente podia adicionar um extra no acordo.
J- É? E o que você me oferece?
M- Eu poderia ser sua putinha pessoal e secretária, só se você me garantir que a dívida não vai aumentar e que seja 50% pra cada.
J- É uma oferta muito tentadora, gostosa.
M- Pensa bem, senhor, você já humilhou meu marido me fazendo de sua secretária, agora não ia gostar que a esposa do seu funcionário fosse sua putinha e você pudesse comer ela enquanto ele tá trabalhando? Essas palavras eram dinamite pro chefe, despertavam todo o tesão dele e o meu, porque ao ouvir eu fiquei de pau duro.
J-Muito bem, vamos ver o quanto você é boa na sua atividade diária... Chupar minha pica. Minha mãe se ajoelhou e o chefe tirou a pica dele, era enorme! Minha mãe começou a fazer um boquete, do meu ângulo era incrível, minha mãe de joelhos na frente daquele filho da puta, dava pra ouvir os barulhos do boquete, com aquela pica enorme minha mãe rapidamente ficou toda babada, o que deixava o som do boquete ainda mais evidente.
J-Isso mesmo, puta, mama bem a pica do chefe do seu marido. Aquele filho da puta do meu chefe não só tinha nos humilhado, agora se proclamava o macho alfa por ter minha mãe de joelhos chupando a pica dele. M-Sim, senhor, foi o que minha mãe respondeu pra continuar mamando.
O chefe pegou ela pela cabeça e começou a foder a boca e a garganta dela, agh agh dava pra ouvir, o filho da puta tava afogando minha mãe com a pica enorme dele.
J- Você vai se acostumar, puta, meu pau é maior que o do seu marido. Tava literalmente destruindo a garganta da minha mãe. Aí ele parou... Me leva pro quarto do corno, tá na hora de eu foder a puta da esposa dele. Minha mãe se levantou e disse: M- O que o chefe mandar. Foram pro quarto, passaram bem perto de mim e eu esperei pra seguir eles... Quando subi, pensei que a porta ia estar fechada, mas não, tava meio aberta e dava pra ver, de certo jeito, porque eu não ia arriscar ser descoberto. O chefe tava sentado na beirada da cama e minha mãe de joelhos entre as pernas dele, fazendo uma punheta com os peitos e chupando o pau dele ao mesmo tempo. M- Assim que o senhor gosta? Todo dia vai aproveitar minha boca e garganta. J- Assim, puta, assim mesmo, e não tira esse anel, pra lembrar o inútil do seu marido e que eu tô comendo a mulher dele.
Rapidamente peguei ela pelo cabelo e subi na cama, coloquei ela de quatro, a bunda da minha mãe no ar, só pra disposição do chefe. Com certeza aquela vista deve ser incrível. Tavam comendo a minha mãe, o chefe tinha ela de quatro como uma das suas várias putas.
Eu tava de pau duro me masturbando.
(Coloco essa imagem porque era exatamente a situação) Só escutava os gritos da minha mãe e as batidas da bunda dela contra a barriga do chefe. Quando me arrisquei a olhar de novo, o chefe estava com o pé na cabeça dela enquanto comia ela com força. C- Gosta assim, sua puta? M- Ai, sim, ai, sim. C- Diz pra mim: o que vocês são pra mim? M- Meu marido e meu filho são uns perdedores, seus funcionários, e eu sou sua puta boazinha. Essas palavras me fizeram gozar... C- Já vou gozar, puta. Abre a boca, puta. O chefe, num gemido de prazer, despejou todo o sêmen na boca da minha mãe.
Minha mãe engoliu o sêmen dele e se levantou pra pegar uma toalha e tomar banho. Eu corri e me escondi no porão. Continua...
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