Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net:Como sempre, quero agradecer a todo mundo pela boa energia e pelas mensagens que recebo, querendo contar suas histórias do meu jeito.
Dou as boas-vindas a todos os novos seguidores e agradeço por estarem aqui.
Como sabem, essas são histórias das minhas leitoras que me contam no privado.
Eu ajudo elas a contarem com gifs e fotos que elas mesmas escolhem.
Fazemos isso pra vocês se animarem e conhecerem todas as histórias que o sexo tem.
Pra continuar melhorando e dar o melhor pra vocês, só pedimos.
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Sem mais enrolação, deixo vocês com a protagonista.Meu nome é Natália, mas todo mundo me chama de Nati.
Antes de começar, quero agradecer esse espaço ao meu amigo e mentor das minhas taras.
Maury-só-eu.
Sem ele, minha história nunca seria tão gráfica e gostosa de ler como eu gosto — e tenho certeza que vocês também.
Tenho 47 anos, sou casada e mãe de dois filhos. Por isso não mostro meu rosto.
Sou morena, com um corpo bem proporcionado pra minha idade.
Amo minha bunda grande e meus peitos pequenos, redondinhos e sensíveis.
Amo os pervertidos e quem fala putaria na rua.
Se forem mais velhos, melhor ainda.
Pra vocês me conhecerem um pouco mais, aqui vai uma fotinha minha.
Espero os comentários de vocês e que curtam meu relato.
Se você é cheio de preconceito, melhor nem comentar.
Se eu fosse dar um título pra esse post, seria:Recuperando o Papai.
Minha história de muitos anos atrás.
Meus pais se separaram quando eu tinha 10 anos.
Como toda separação, eu perdi meu pai, com quem era muito apegada.
Ficamos 3 anos sem nos ver.
Quando voltei a vê-lo, ele tinha uma namorada que eu odiava.
Finalmente consegui convencer minha mãe a deixar ter um regime de visitas.
Durante a semana, eu morava com a mamãe em casa.
De sexta a domingo e alguns dias alternados na semana, ficava com meu pai.
Meu pai se chama Bruno. Tinha 46 anos, alto, uns 1,80m.
Um homem muito atraente.
Moreno de pele clara e lindos olhos castanhos, com traços bem masculinos.
Com um corpo bonito, costas largas e braços fortes.
Muitas mulheres olhavam pra ele com desejo, ainda mais vendo ele ser tão carinhoso comigo.
Algo que eu odiava era aquelas mulheres babonas se aproximando dele.
Ele era meu pai e eu não queria ninguém se metendo entre a gente.
Ele ria das minhas birras de menina e dizia pra eu não ser ciumenta.
"Tenho namorada e quando tô com você, não dou bola pra ninguém", ele falava.
Mas pra mim, ele era meu e eu não queria ninguém perto dele.
Um dia, conversando com uma amiga, contei meu problema de ciúmes com o pai.
Amiga: "Não seja boba...
Seu pai é muito gostoso e, como todo homem, tem necessidades.
Você sabe como é.
Não dá pra impedir isso.
Quando ele tiver vontade de foder a primeira puta que abrir as pernas,
ele não vai hesitar.
Não é que ele deixe de te amar, mas é foda."
Nati: "Eu sei... e isso me irrita. Sei que, como todo homem, ele quer foder.
Mas não quero que ele fique com ninguém, ainda mais quando eu tô por perto.
Quero ser a única que tá com ele quando a gente tá junto.
Não quero outra mãe."
Amiga: "Vai se acostumando, porque com o teu pai sendo tão gato,
vai ser igual ao meu e você vai ter uma madrasta, que nem eu."
Eu não queria isso pra mim e comecei a pensar num plano pra recuperar meu pai.
Mas não sabia o que fazer.
Ele, sabendo que eu não queria a A namorada dele.
Toda vez que eu tava, eu falava pra ela não vir, e muito menos ficar com a gente, porque eu não queria.
Óbvio que quando eu não tava, ela vinha e ficava o tempo que quisesse.
Ele sempre cuidou de mim e foi muito carinhoso comigo, e eu não queria que isso mudasse por nada nem ninguém.
Por isso eu amava os gestos dele.
Todas as noites que eu dormia na casa dele, ele passava no meu quarto e me dava o beijo de boa noite,
e ficava comigo se eu não conseguisse dormir.
Mesmo dormindo, eu ouvia eles dizerem:Bruno: Minha doce menina, que descanse...
Como minha princesinha tá grande...
Te amo muito.
O jeito dele se despedir me agradava, e eu sentia falta quando não tava com ele.
As noites de tempestade e mais elétricas me apavoram.
Então um dia, morrendo de medo, fui dormir com ele.
Do jeito que eu costumava fazer quando era pequena.
Ele tirava meu medo e eu dormia abraçada nele, com os beijos dele. Não queria que aquilo mudasse nunca.
Me sentia aquela menina mimada de novo, mesmo não sendo mais.
Sempre fui meio desleixada, distraída e muito inocente. Sem saber, essa era a chave pra recuperar meu pai.
Acostumada com minha casa.
Que morava com a mãe na casa dela, fazia a mesma coisa.
Tomava banho sem fechar a porta.
Onde meu pai muitas vezes me viu tomando banho.
Ele não me dizia nada, só espiada e depois de me ver, fechava a porta. Era como se nada tivesse acontecido.
Coisas que rolavam sem querer, só por descuido.
Um dia, acabei entrando sem prestar atenção e entrei no banheiro sem bater.
Encontrei ele saindo do chuveiro.
Pedir desculpas, mas pude ver o tamanhão do pau do meu pai.
Não perdi nenhum detalhe daquela descoberta descomunal.
Pendia uma pica gorda e comprida. Claro que já vi vários paus em revistas e vídeos com minhas amigas, mas o dele era grande pra caralho.
Pedii desculpas e fui embora.
Ele não me xingou nem disse nada, foi um acidente.
Eu era a princesinha dele e sabia o quanto eu era desligada.
Mil vezes ele me viu estudando.
Eu tava largada na cama escrevendo.
Claro que dava pra ver metade da minha bunda.
Quando olhei pra ele, ele tava me encarando com os olhos grudados na minha raba, sem falar uma palavra.
Quando ele percebeu que eu olhei e falei com ele, falou um monte de besteira e vazou. Foi a primeira vez que vi ele me olhando.
Pensei que era coisa da minha cabeça.
Uma noite tive um pesadelo e saí correndo pra dormir com ele.
Ele, como sempre, me acalmou e me mimou um pouco.
Pedi pra ele me abraçar porque tava com medo.
Ele me abraçou com os braços fortes e, com uns beijos, me disse que me amava e que nada ia me acontecer. Que foi só um pesadelo, e assim eu dormi.
Quando acordei, percebi uma coisa que chamou minha atenção.
Embora não fosse a primeira vez que sentia o volume dele.
Dessa vez, senti ele duro, enfiando minha calcinha quase pra dentro da minha bucetinha.
Foi a primeira vez que senti aquilo e meu corpo reagiu de um jeito estranho. Minha calcinha tava encharcada e fiquei com muita vergonha.
Me troquei e fui fazer o café da manhã.
Na semana seguinte, mamãe não podia ficar comigo porque ia cuidar da vovó, e ele ia ficar comigo a semana toda.
Na primeira noite já me acostumei a dormir com ele.
Mas aqueles roçares noturnos faziam estrago em mim.
Em dois dias de muito roçar, fiquei sem calcinhas limpas.
Tentando que papai não percebesse, só usava calcinha pra dormir.
Na correria pra ir pra escola, perdi meus óculos.
Procurei por todo lado, mas distraída como era.
Não só mostrava a bunda pro meu pai, como também tava sem calcinha.
Não se alterou, como sempre percebeu que eu era uma menina distraída. Depois de rir e zoar por eu ser tão desligada e, claro, ver minha buceta exposta.
Pegou meus óculos, colocou na minha mão e me ajudou a levantar.
Bruno: Ah... Filha, cadê a cabeça?
Você perde tudo e não tá de calcinha, vai se trocar que você vai se atrasar.
Nati: Não tenho nada pra trocar,
Lavei as que trouxe e não tenho outras, não sei por que não duram limpas.
A que usei pra dormir não dá pra usar.
Lavei ela também.
Ele não disse nada, só riu e foi até o quarto, revirou uma gaveta e tirou uma.
Era da namorada dele, e óbvio que recusei usar algo daquela puta.
Bruno: Você não pode ficar sem calcinha, filha.
Vai, veste essa e depois te compro mais.
Mas anda, veste e vamos pra escola.
Não tive escolha e tive que aceitar.
Passei todas as horas na escola me coçando, não sei o que tinha que me fazia coçar.
De tanto me coçar, mais me molhei e no banheiro da escola bati uma punheta.
Isso só piorou meu problema de umidade e coceira. Quando papai chegou, percebeu que eu estava incomodada.
Me leva pra casa, minha buceta tá coçando muito.
Acho que o perfume da calcinha me fez mal.
Bruno: Não se preocupa.
Já chegamos e vemos o que houve.
Tentei não me coçar na frente dele.
Mas ele percebia que eu estava desconfortável.
Quando chegamos, ele me colocou em cima da mesa e disse:
Bruno: Uai, filha, deixa eu ver o que tu tem. Uai......tá super irritada, inchada e vermelha.
Morri de vergonha, mas vi ele tão preocupado olhando pra mim que não pensei em nada.
Preocupado, ele mandou eu ir trocar de roupa.
Enquanto isso, liguei e falei com minha tia.
Que é ginecologista.
Ela disse que era uma reação alérgica ao perfume.
Receitou um creme e falou pra não me preocupar, que era normal.
Papai foi na farmácia e trouxe o creme e duas calcinhas novas.
Bem, a tia disse que isso é o melhor e me falou como eu devo aplicar. "Fica tranquila, deixa comigo que já já passa." Ela disse.
Não soube o que dizer e abri minhas pernas pra ela passar o creme.
Claro, morri de vergonha de novo, mas vendo ela tão decidida, me relaxei.
Com muito cuidado, ela colocou os dedos com creme e daí pra minha buceta.
O alívio foi na hora.
Mas sentir os dedos dele passando o creme me fazia vibrar. Claro que senti o alívio da coceira, mas também, ao sentir a mão dele acariciando minha buceta, me esquentei.
Tive que me segurar e pensar em qualquer coisa.
Pra não gemer.
Então, no resto do dia, não usei calcinha.
Ele estava preocupado e a única pergunta dele era como eu me sentia e se minha xoxota ainda coçava.
Me incomodava um pouco, mas gostava que ele se preocupasse.
Não, papi, respondia, desde que passei o creme, não.
Ele cuidou de mim a tarde toda e se preocupou comigo.
Ele passou a pomada antes de dormir.
Minha buceta estava melhor, mas me esquentei de novo.
Deitamos.
Como eu estava sem calcinha, evitei dormir de conchinha.
Ele colocou um travesseiro no meio de nós dois.
Dormimos assim.
Mas, dormindo, ele começou a acariciar primeiro minhas costas e depois minha raba.
Olhei pra ele e vi que dormia profundamente.
Meu tesão foi maior que suas carícias, já não conseguia mais dormir. Ficava imaginando um monte de cenas eróticas e pornôs.
Ele, dormindo profundamente, virou de barriga pra cima e os lençóis mostravam a grande ereção dele.
Afastei o travesseiro que nos separava e dei uma espiada.
A porra do pauzão dele tava preso dentro da cueca boxer.
Não aguentei a tentação, ainda mais estando excitada como nunca.
Me enfiei debaixo dos lençóis, entre as pernas dele.
Bem devagar, puxei a cueca dele pra baixo, deixando o pau de fora.
Não sabia o que fazer, mesmo tendo mil ideias na cabeça.
O pau dele tava duro, parecia o mastro de um veleiro na minha frente.
Se eu tocasse nele, ele ia acordar, e se eu chupasse, também.
Era um dilema pra mim.
Fazia vários dias que meu pai não ficava com a namorada dele, e talvez por isso aquela ereção descomunal.
Bem na hora, lembrei das palavras da minha amiga.
Todo homem tem vontade de foder.
A primeira puta que abrir as pernas, ele come.
Isso era fato, e minha chance de ter ele só pra mim.
Segurei o pau dele decidida, pronta pra aproveitar aquele momento.
Por ser o primeiro pau que eu via ao vivo.
Notei como a pele dele era macia. Aquele calor gostoso que ele soltava.
Aproximei meu nariz. Senti o cheiro dele.
Tava gostando cada vez mais de tudo aquilo.
Já decidida, criei coragem.
Com o pau dele na minha mão, comecei a subir e descer, vendo a cabeça se soltar do prepúcio.
O pau enorme dele enchia minha boca enquanto recebia minha saliva e o calor das minhas mãos.
Fiquei um tempão chupando enquanto ele dormia.
Eu não parava, queria chupar o máximo que pudesse.
De repente, ouvi uns gemidos saindo do sonho dele.
Até que ele acordou, levantou os lençóis e me encontrou chupando o pau dele.
Demorou um pouco pra reagir.
Acho que ele pensou que ainda tava sonhando.
Até que, de repente, me puxou e eu fiquei paralisada.
Bruno: Filha, o que cê tá fazendo, tá louca? O que passou pela sua cabeça, coração?
Você não pode fazer isso.
Nati: Desculpa, papai... não sei...
É que eu não conseguia dormir e te vi assim...
Aí pensei: faz tempo que você não fica com sua namorada e achei que precisava aliviar.
Ela tava tão gostosa que pensei que seria melhor provar.
Desculpa, papai.
Bruno: Quem pediu pra você aliviar assim?
Foi por isso que veio irritada hoje?
Com quem você transa, filha?
Não vou ficar bravo, mas quero a verdade.
Nati: Não, buceta... deixa eu explicar...
Eu só me toquei, nunca transei com ninguém.
O que sei é de revistas e vídeos que vi com minhas amigas.
Minha amiga disse que os homens precisam de sexo e eu quis te ajudar.
Bruno: Meu Deus, filha... Não acredito... Tem certeza que nunca ficou com ninguém?
Ufa... Que susto, neném...
O que vou fazer com você?...
Agradeço sua ajuda, mas não tá certo.
Imagina a confusão que daria se alguém descobrisse isso?
Nati: Não, nunca fiquei com ninguém.
Eu sei, papai... Claro que sei que ninguém pode saber.
Vi filmes de incesto e sei que é bem normal.
Mesmo sendo errado.
Mas tudo bem, você não gostou de como chupei?
Entendo que ama mais sua namorada.
Mais um dos meus chiliques de menina, falei o que não devia.
Saí do quarto dele envergonhada e brava.
Me tranquei no meu quarto.
Ele veio atrás de mim e, do lado de fora da porta, falava comigo.
Abri a porta e deixei ele entrar.
Ele reforçou que era uma situação chata pros dois.
Ele era meu pai e falava comigo com carinho.
Bruno: Filha, eu te amo mais que minha namorada.
Não pode duvidar disso.
Não sei de onde você tira essas coisas.
Vamos, não fica brava, agradeço por querer me ajudar...
Não nego que gostei, mas é uma loucura.
Nati: Se me ama, por que me deixou sozinha tanto tempo?
Passei anos sem te ver e quando voltei você já tinha namorada.
Se gostou, não devia ter me afastado.
Só quis ajudar, mas não sou ela, né?
Bruno: Não seja injusta comigo, você sabe por que não nos viu.
Não foi minha culpa que sua mãe não me deixou chegar perto.
Te tirei de lá porque o que você tava fazendo era errado.
Agora você tá brava e me enchendo o saco?
Tá bom, que caprichosa você é.
Se é isso que você mostra, meu amor, vem cá.
Ela pegou na minha mão e me beijou, me envolvendo com seus braços fortes.
Os beijos dele eram tão ternos quanto ele, fazendo minhas pernas ficarem moles. Meu coração batia muito forte.
Milhares de coisas passavam pela minha mente e pelo meu corpo.
Minha buceta estava quente e foi ficando molhada aos poucos.
Ele acariciava meu corpo enquanto eu passava minhas mãos no tronco enorme dele.
Depois ele se afastou, abaixou a cueca e deixou o pau dele livre, me pegou pelo braço e me fez ajoelhar.
Eu não perdi a oportunidade.
Peguei ele nas minhas mãos e comecei a chupar.
Enquanto eu mamava nele do jeito que dava.
Ele foi me guiando pra eu fazer melhor.
Não dava pra acreditar, mas ele fazia eu engolir quase tudo.
Ela relaxou e começou a curtir. Enquanto eu chupava ela, ele passava a mão na minha bunda e segurava minha boca.
Minha buceta tava toda molhada recebendo os carinhos do meu pai.
Levantei e ele me perguntou se eu tava de boa.
Não entendi a pergunta e dei um beijo nele.
Ele me levou pra cama e me deitei nela.
Onde ele falou:
Bruno: Tem certeza que quer fazer isso?
Tô muito tesudo e quero te comer, cê nunca fez isso antes?
Nati: Sim, pai, nunca fiz...
Tenho certeza que quero que você me ame mais que sua namorada...
Bruno: Tá bom, tinha que perguntar.
Só que não vou parar até terminar, ok?
Você concorda?
Eu hesitei em responder, mas assenti com a cabeça.
Ele abriu minhas pernas e se ajoelhou, pegando o pau dele com a mão e levando até minha buceta.
Perguntou de novo se eu tinha certeza enquanto passava o pau pelos meus lábios vaginais.
Que ao sentir ela, minha buceta ficava desesperada e se molhava mais e mais. Nati: Tô pronta, papai, e você?
Juro que não vou me arrepender...
Não sei se tava pronta ou só com tesão.
Meu papai colocou bem na minha buceta e bem devagar começou a pressionar.
A cabeça enorme dele pressionava e entrava bem devagar.
Senti uma dor que me fez reclamar.
Mas como ele disse, não parou.
Deixou eu aguentar.
Nati: Ai... buceta dói... Ai...
Uai... meu deus, arde, papai...
Tá me machucando... Ai...
Parando sem tirar ela de dentro. Ele se mexia e me fazia sentir.
Assim, aos poucos, enfiou tudo.
Começou a me foder suavemente e eu tive meu primeiro orgasmo.
Quando terminei de gozar, ele me beijou e chupou meus peitos.
Me fazendo vibrar de prazer.
Ele confirmou se eu tinha mentido.
Viu que minha virgindade tava na porra da pica dele, manchada de sangue da filhinha dele.
Quando percebi, aproveitei pra falar:
Nati: Viu? Não te menti.
Sou virgem... bom, era...
Infelizmente já não sou mais...
Tá feliz, papai?
Bruno: Mais valia, pensei que não era.
Mas fico feliz que fui eu quem te desvirginou e que você é minha.
Isso sim me faz feliz.
Nati: Me ama mais que sua namorada, papai?
Bruno: Claro que te amo mais que ela.
Antes disso, ciumenta...
Mas vou continuar te comendo mais um pouco.
Ele enfiou de novo.
A dor era cada vez menor.
Enquanto minha buceta apertada devorava ele. Ele me comendo devagar, mas com força.
Comecei a ter orgasmos mais seguidos.
Um mar de gemidos saindo da minha boca.
Minha buceta dolorida engolia toda a pica do papai e se movia no ritmo dele.
Já não doía mais, eu curtia aquela pica que me deu a vida agora me dando muito prazer.
Só de pensar já me dava aquela sensação morbosa e pervertida ao mesmo tempo.
Ele me beijava e acariciava enquanto me dizia.
Bruno: Ai minha filha, que gostoso isso...
Te vejo curtindo e adoro, te vejo tão feliz por estar assim comigo.
Agora acredita que eu te amo?
Nati: Ah... sim, buceta, acredito em você...
Ufs... Mmm... Deus...
Sou feliz, sou sua filhinha e te amo...
Quero fazer isso sempre que estivermos juntos...
Trocamos de posição, eu montei em cima dele.
Como quando era criança e brincava de cavalinho, mas dessa vez eu cavalgava a pica dele, sentindo muito mais.
E ao mesmo tempo recebia todo o amor dele.
Me sentia tão gostoso e eu gostava tanto que não conseguia parar.Depois papai me colocou na cama e de quatro me fez sentir a língua e os dedos dele.
Era a sensação mais gostosa que eu já tinha sentido.
Ele chupava minha buceta e meu cu ao mesmo tempo.
Foi uma infinidade de sensações de prazer como nunca tinha sentido antes. Nem mesmo quando eu me masturbava.
Meu corpo se mexia, rendida àquela estimulação intensa.
Bruno: Sua buceta é uma delícia, mas essa bunda é demais.
Mas calma, não vou te foder agora... Mmm...
Mas vou te aproveitar, sim. Você é minha bebê e minha puta a partir de agora...
Nati: Sim, sou o que você quiser, Mmm...
Contanto que me dê todo o seu amor.
Quero ser tudo pra você... Gosto de tudo, buceta... Minha bunda, papai?...
Bruno: Sim, a bunda também come, mas ainda não.
Agora a gente fode mais um pouco?
Ele enfiou a rola e eu não conseguia parar de gozar.
A rola dele entrava e saía.
Me fazia ter orgasmos e isso me cansava, já quase não tinha forças.
Se não queria me foder, não dava pra notar. Quase me comeu a noite toda e eu já não aguentava mais.
Aguentei o máximo que pude.
Bruno: Minha vida, você não aguenta mais, vem chupar minha pica pra eu gozar. Mmm... Pra falar a verdade, nunca curti tanto uma foda...
Vem, chupa ela igual o papai te ensinou...
Chupei ela do jeito que ele mandou, enquanto ouvia os gemidos dele.
A cabeça dela tava inchada e muito quente.
Eu saboreava o gosto dele e o meu.
Logo ele tirou ela e mandou eu abrir a boca.
Sua porra branca e grossa entrava na minha boca. Seu gosto forte e meio azedo entrava e escorria da minha língua pra minha garganta.
Bruno: Mmm... é... ufs, tava precisando disso... Mmm...
Ah... ufs... Mmm... é, bebê...
Engole tudo, vai te dar a energia que perdeu dando... Mmm...
É a mesma porra que te fez... Mmm... que tesão...
Nati: ui... papai, era muita porra...
Sim, engoli meus irmãozinhos kkkk.
Te amo, papai, e você?
Bruno: Kkkk, que putinha que você é... Mmm...
Engoliu seus irmãos, é uma loucura...
Claro que te amo, minha vida...
Desde que você nasceu.
Exausta, dormi nos braços dele, nós dois pelados, e acordamos tarde pra caralho e felizes.
O amor e cuidado dele não mudaram em nada.
Continuei sendo a filhinha amada dele.
Virei a amante do meu pai.
Todo fim de semana a gente curtia nosso amor.
Ninguém imaginava o quanto éramos unidos, eu e papai.
Lá fora, éramos a típica filhinha e papai,
mas lá dentro...
éramos algo totalmente diferente do que a maioria pensava.
Dormíamos juntos e nos beijávamos o tempo todo,
tão amorosos e gostosos ao mesmo tempo.
A gente tomava banho junto e até via TV junto. Mas em vez de desenhos da Disney, a gente via pornô e recriava várias cenas.
Sempre buscando curtir e nos mimar do jeito que a gente mais gosta.
Mas ao mesmo tempo, a gente curtia um amor mais íntimo e bem profundo.
Minha buceta amava minha bunda e era o maior desejo dela. Eu não fazia ideia do que seria, embora soubesse que muitas mulheres que eu via curtiam.
Pra não ficar atrás da puta da namorada dele, eu dizia que gostava quando ele me chupava.
Ele sempre me comia e falava "ainda não".
Mas me comia com a pontinha da língua.
Era gostoso e prazeroso.
Ao ver os pornôs juntos na hora do anal, ele me dizia: "Olha o que te espera.""Mas você ainda é pequenininha, meu amor."
Aos poucos, ele me preparava.
Ele brincava com meus desejos e minha cabeça.
Até que uma tarde eu não aguentei mais e ele decidiu arrebentar minha bunda.
Depois de me foder como sempre.
Dedicou um bom tempo chupando meu cu.
Tanto que eu sentia ele fervendo.
De repente, ele me disse assim:
Bruno: "Bebê... que vontade de foder teu cu..."
"Mas você é tão pequenininha... Mmm..."
Nati: "Igual nos pornôs?"
"Você sempre fala isso, quer, e depois se arrepende."
"Você chupa ele com gosto, por que não faz?"
Bruno: "Porque você é pequenininha, amor..."
"E é muito doloroso..."
"Mas ao mesmo tempo é a melhor coisa..."
Nati: "Tá, mas se fizer devagar, dói?"
"Nunca senti nada aí, só sua língua."
"Quer tentar?..."
Sem saber o que me esperava, ele não hesitou: pegou um pote de gel e passou na pica dele e na minha bunda.
Muito devagar, ele encaixou na entrada do meu buraquinho.
Senti a pressão e o gel derretendo no calor do meu cuzinho e da rola dele.
Meu cu bem dilatado sentiu uma dor horrível ao entrar.
Meu corpo inteiro quis fugir dali.
Apertei o cu pra evitar que entrasse.
Nati: Ai meu deus... papai... Não... não... dói... Ai...
Você vai rasgar minha buceta... Ai...
Bruno: Eu sei que dói, meu bem.
Ufs... você é bem apertadinha...
Relaxa, deixa entrar que aos poucos a dor passa.
Só relaxa, assim entra melhor.
Isso, amor... Assim...
Só preciso te foder e a dor vai embora...
Meus gritos de dor ecoaram por todo o apartamento. Mas não aguentei mais de meia rola.
Até que ele encheu minha buceta de porra...
O que me fez arder ainda mais do que já ardia.
Pronto, com mais prática, aos poucos comi ela toda e peguei o gosto pelo sexo anal. Foi algo que nós dois curtíamos.
Assim me tornei uma puta completa do papai.
Meu tesão por foder fascinava ele, assim como a mim.
Foi assim que o recuperei e fiz ele só pra mim, e eu só pra ele.
Claro, tomávamos todas as precauções.
Já que nunca nos cuidávamos.
Na buceta, sempre gozava fora.
Quase brincando com os limites, mas como ainda não sangrava, não tinha tanto perigo. Um dia, por acidente, não gozei a tempo e papai, pela primeira vez, gozou dentro de mim.
Foi um susto danado, mas não só eu gostei daquela sensação, ele também.
Por sorte minha tia deu um comprimido pra evitar acidente e outro pra começar a me cuidar. Foi assim que provei a porra do papai por todo lado.
Assim a gente se divertia sem se preocupar.
E minha buceta acabava assim,
cheia de porra do papai e dos irmãozinhos que não vinham, como eu dizia.
O nosso era tão proibido quanto safado, e a gente amava. Nós dois curtíamos pra caramba juntos.
Logo, papai passava mais tempo comigo do que com a namorada dele.
Até que um dia ela começou a desconfiar da falta de vontade dele e de como ele sempre preferia ficar comigo.
Um dia, sem avisar, ela entrou em casa e viu mais do que gostaria.
Ao entrar no banheiro, nos descobriu.
Ela viu uma cena linda de sexo ao vivo debaixo do chuveiro.
Gritei e fiz um escândalo. Por sorte, o vapor do banho não me descobriu.
Só pensou que eu tava com outra.
A reação rápida do papai me cobriu.
Não sei se ele queria explicar algo ou só me afastar dela.
O escândalo e a prova da traição dela acabaram com o relacionamento.
Ficou só pra mim.
Com o tempo, papai e eu fomos amantes, vivendo mil histórias.
Que até hoje compartilhamos.
Mas isso eu deixo pra outra história.
Deixa um comentário bem gostoso e a gente continua, beijos......------------Continua?-----------
Pd: espero que vocês curtam essa história tanto quanto eu.
Valeu, amiga Nati-@.
Aguardamos seus comentários pra seguir com as histórias mais quentes dessa página.
Abraços: Maury-solo-yo.

5 comentários - Confissões das Minhas Leitoras 10 Nati