A história não é real. História reeditada e repostada, inspirada em mulheres que sigo no Instagram kkkk, mas com outros nomes. Espero que gostem..... _______________________________________________________ Meu nome é Jéssica, tenho 42 anos, sou divorciada há 4 anos e moro com meus filhos: Marlen, de 21 anos, e Alex, de 18 anos. Vivemos num bairro tranquilo. Tenho um salão de beleza que abri com uma amiga há 4 anos, logo depois do divórcio. Fico lá só de manhã, então depois do meio-dia estou livre. Chego em casa, preparo comida pros meus filhos e depois vou pra academia. Sou uma mulher muito gostosa, sempre tive homens atrás de mim. Tenho 1,60m, pele branca, magra, peitos pequenos, cinturinha fina, mas o que mais gosto em mim — e já me disseram — são minhas pernas torneadas e minha bunda redonda e empinada. Cuido muito do meu corpo, vou 5 dias por semana na academia. Minha filha Marlen faz faculdade de contabilidade. Ela é igual a mim, apesar da minha idade, falam que parecemos irmãs. Ela também se mata na academia. Tem 1,64m, cabelo liso preto, rostinho lindo, magra, peitos pequenos e empinados, cinturinha, pernas tonificadas e um rabo redondo e cheio. Às vezes vamos juntas pra academia quando dá. Meu filho, por outro lado, puxou mais ao pai: é baixinho, tem 1,67m, é gordinho, porque a atividade principal dele é jogar videogame. Ele estuda engenharia, quase não sai de casa, e quando sai é pra ir na casa de um amigo jogar videogame. Ele é o que chamam de nerd ou frikie. Como eu disse, sou dona de um salão de beleza. Minha rotina é ficar de manhã no salão, voltar pra casa, preparar comida pros meus filhos, ir pra academia e esperar eles. Minha filha sai de casa às 7h e meu filho às 8h, e voltam perto das 15h. Aí a gente senta pra comer junto. Essa é nossa rotina diária. Os dias foram passando normal, até que notei que na casa da frente estavam se mudando. Eu olhava descendo umas coisas de uma caminhonete, depois vi dois homens saindo de casa, eram dois negrões de quase 1,90, pareciam muito fortes. Fiquei meio surpresa, porque não é normal ver pessoas de cor por aqui. Não dei muita importância e segui com minhas coisas. Os dias passaram normal, eu notava que os novos vizinhos estavam sempre em casa, me perguntava o que eles faziam da vida. Um dia minha filha chegou cedo, porque só apresentou um projeto e voltou pra casa, a gente tinha combinado de ir pra academia juntas. Saí do salão, a comida a gente faria quando voltasse, então nos preparamos pra treinar. Eu adoro treinar com roupa meio provocante, naquele dia vesti um macacão de yoga preto sem costura, e minha filha colocou uma legging esportiva rosa sem costura e um top preto. A gente tava muito gostosa. Chegando na academia, nossa coach Valéria já estava nos esperando. Ela tem 27 anos, é mãe de uma menina de 3 anos, casada, e é uma jovem muito atraente. Por causa do treino, ela tem um corpo de dar inveja, mede 1,70, cabelo liso castanho, um rostinho lindo, é magra, com abdômen e costas definidos e pernas tonificadas. O que mais me encanta nela é a bunda gostosa, tem um rabo bem redondo e cheio, e parece que o parto da filha ajudou também, porque a cintura dela alargou um pouquinho, deixando a bunda em formato de coração. Ela é psicóloga de formação, mas como o marido ganha muito bem, ela cuida da família e de si mesma. Com o tempo, conseguiu um trabalho de coach na academia, fica só 4 horas à tarde, depois vai buscar a filha na casa da avó. Começamos a treinar, e claro que os olhares não faltaram. Antes de sair da academia, vestimos uns moletons oversized, porque precisávamos comprar umas coisas no supermercado e não queríamos chamar muita atenção, haha. Ao sair do super, encontramos um vizinho e começamos a conversar. Ele disse uma coisa que me deixou intrigada: falou que os novos vizinhos negros Na real, eles são colombianos. Tavam em Chiapas, eram bandidos e viviam de roubo e venda de droga, mas fugiram porque os rivais ameaçaram matar eles. E aí nos falou que não duvida que continuem na mesma. Eu tava apavorada, principalmente pela segurança dos meus filhos. Meu vizinho falou pra eu tomar cuidado, porque eles moram bem na minha frente. A gente se despediu e voltou pra casa, tomou banho e começou a preparar a comida. Depois de duas horas, meu filho chegou e a gente sentou pra comer. Óbvio que avisei pra terem cuidado com eles, o melhor era evitar.
No dia seguinte, quando voltei do salão e desci da minha caminhonete, um dos colombianos tava do lado de fora da casa dele. Quando me viu, deu um assobio seguido de um elogio. Eu tava usando um vestido branco meio justo, que batia um pouco acima do joelho, e umas sapatilhas da mesma cor. Me senti desconfortável, então só ignorei e entrei em casa. No fundo, adoro me vestir com roupas bem gostosas, tipo jeans apertados, mini shorts, blusas, tops e vestidos, mas agora me sentia incomodada com eles me olhando. Só ignorei mesmo.
Preparei a comida e depois me arrumei pra ir pra academia. O negão já não tava mais lá, então consegui sair tranquila. Os dias foram passando normal. Às vezes a Valéria vinha aqui em casa tomar um café e a gente colocava a conversa em dia sobre a vida. Numa dessas visitas, ela me disse que o marido tava passando mais tempo no trabalho e fazendo viagens que duravam semanas, então ela se sentia sozinha com a filha. Eu entendi ela. Depois, ela falou que quando chegou na minha casa, um vizinho da frente ficou olhando pra ela com muito tesão. Eu me surpreendi. Ela disse que era um negão de uns dois metros, um cara nojento pelo jeito que olhou pra ela. Contei o que se comentava sobre eles. Valéria se assustou e falou que não é de se espantar que a polícia proteja esses criminosos. "Só se cuida e cuida dos teus filhos, eles podem ser perigosos."
Na semana seguinte, meu filho tinha ido pra casa de um amigo. Terminar um projeto e minha filha na academia, então comecei a lavar roupa. Minha filha lava a própria roupa, então só entrei no quarto do meu filho, procurei roupa suja e comecei a juntar, mas no chão tinha algo que chamou minha atenção: eram manchas de algum líquido branco. A única coisa que veio na minha cabeça foi que meu filho estava se masturbando. Eu só ri, hahaha. Não duvido que ele também veja pornô, haja. Dois anos atrás, encontrei vários filmes e calcinhas minhas com ele, óbvio que nunca falei nada, só ri quando lembrei, hahaha.
No dia seguinte, decidi não ir à academia, precisava descansar. Nessa hora, a Valéria chegou com a filha dela pra visitar. Eu, toda feliz, recebi elas e já preparei um café. Tomando o café, ela me contou que o marido não ia ficar em casa a semana toda, então ela ia passar a semana em casa com a filha e queria descansar essa semana da academia e voltar pros exercícios de ioga. Eu falei que iria na casa dela fazer exercícios com ela. Nós duas gostamos da ideia de fazer ioga juntas. Depois, ela me perguntou algo bem pessoal: me perguntou como eu me satisfazia sexualmente sozinha, já que ela tava passando mais tempo sozinha. Eu só ri, falei que às vezes brinco com meus dedos. A gente só riu. Ela tava pensando em comprar um brinquedo, mas não tinha certeza, e eu não sabia o que responder. Ela também disse que seria um brinquedo do tamanho do pau do marido dela. Eu recomendei um vibrador, e ela falou que ia pensar, hahaha.
No sábado, meu filho tava em casa e minha filha tinha saído com umas amigas. Sábado e domingo não vou à academia, então saí pra correr. Coloquei um short de treino e um top, tudo preto. No caminho, passei na casa da Valéria, então decidi visitar ela. Quando entrei na casa dela, vi que ela tava usando um vestido de alcinha justo, que moldava o corpo dela, junto com um tênis preto. Ela tava muito gostosa. Eu só pensei: sortudo é o marido dela. Ela me disse que só tava ela e a filha, porque o marido tava no trabalho. A última parte ela falou meio... Incomodada, começamos a conversar e ela me contou uma coisa que me deixou preocupada: disse que tava rolando um boato de que os colombianos estavam se aliando com o crime organizado. Fiquei assustada. Além disso, ela falou que tava meio preocupada porque um dos colombianos passou de caminhonete na frente da casa dela e viu onde ela mora, e ela tava com medo de fazerem alguma coisa com ela. Eu disse que até agora não aconteceu nada com eles, pelo menos na nossa área, mas que a polícia não faz nada, parece até que protege eles. E eles não passam daqueles idiotas dos elogios e assobios. Ela só falou que eram uns vagabundos, uns inúteis.
Voltei pra casa meio preocupada com o que a Valéria me contou. Preparei a comida e, depois de duas horas, minha filha chegou muito irritada. Perguntei o que tinha acontecido. O que ela me disse me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou furiosa. Ela falou que um daqueles negros tinha dado um tapa na bunda dela. Não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Queria sair pra reclamar, mas minha filha me segurou porque viu que um deles tava armado. Me senti impotente, então liguei pra polícia, mas eles nunca apareceram. Meu filho chegou depois e eu avisei ele sobre eles, mas ele disse que às vezes gritam "viadinho" pra ele. Não podia acreditar. Perguntei por que ele não tinha me contado antes, ele só disse que não queria me preocupar.
No dia seguinte, contei pra Valéria. Ela disse que eu deveria denunciar, mas sabendo que a polícia não veio quando eu liguei, ia ser inútil denunciar. Tentamos esquecer fazendo nossos exercícios. Naquele mesmo dia, à tarde, antes dos meus filhos chegarem, fiz uma limpeza, especialmente no quarto do meu filho. Quando entrei no quarto dele, tava uma bagunça: roupa amontoada, cama desfeita, escrivaninha bagunçada, um caos completo. Arrumei tudo. Quando organizei a escrivaninha, o tablet dele ligou. Notei que não tinha senha, então decidi entrar. Primeiro, olhei a galeria. O que encontrei foram fotos das colegas de classe dele, que por sinal são muito gostosas. Pensei: "Com certeza ele bate uma punheta vendo isso" kkkk. Depois, entrei no navegador e o que Me deixou em choque, tinha umas dez abas abertas no tablet. A primeira que carreguei era um site chamado "Blacked.com", e na outra aba dizia "Meu bully negro come minha mãe". As outras páginas eram sobre gifs de homens negros fodendo com garotas brancas. O que me surpreendeu foi o tamanho daquelas pirocas. Só fechei o tablet e fui embora, me perguntando: por que meu filho vê isso? Será que ele gosta de homens? Tentei esquecer. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava meio sem energia por causa do marido — ele só chega em casa pra jantar e dormir, não dá atenção pra ela. Ela me contou que ia voltar a ser coach e se dedicar a si mesma e à filha. Também disse que um dos colombianos, que a gente sabe que se chama Ismael, começou a seguir ela no Instagram, mas não comenta nem manda nada. Falei pra ela excluir ele e deixar a conta no privado. Ela respondeu que usa a conta pras meninas que treina, posta rotinas e looks, e queria descobrir mais sobre eles. Eu, por outro lado, já deixei minha conta pessoal no privado. Depois da academia, fui visitar minha mãe e voltei pra casa. Quando entrei, vi meu filho chorando na sala. Perguntei o que tinha acontecido, e ele disse que um dos negros roubou o celular dele e deu uns socos nele. Eu tava puta da vida, queria sair, mas lembrei que eles podiam estar armados. Chamei a polícia, e quando chegaram, só conversaram com eles por 15 minutos e foram embora. Só pensei: "Esses malditos compraram a polícia". Falei pro meu filho não se preocupar, que no dia seguinte compraria um celular novo. Minha filha chegou depois, contei o que aconteceu, ela obviamente ficou brava e quis enfrentar eles. Eu segurei ela, porque era perigoso. Ela só disse que isso não ia ficar assim. Na mesma tarde, enquanto meu filho tava no quarto e minha filha na academia, subi pro quarto de lavar pra lavar umas roupas. No quarto tem uma janela que dá pra... Na direção da rua, onde tenho vista para as casas da frente, quase terminando de lavar, parei perto da janela e notei que os negões estavam levantando peso no quintal deles. Fiquei olhando como eles levantavam pesos pesados sem muito esforço, também me surpreendi com os músculos enormes deles, eram totalmente carecas e tatuados. Fiquei uns 10 minutos olhando e depois terminei de lavar. No dia seguinte, meu filho, quando voltou da faculdade, me disse que um dos negões estava enchendo o saco dele, zoando o conteúdo do celular dele. Eu pensei: "talvez viram o conteúdo pornô dele" kkkk. Eles gritavam coisas como "viadinho" e "sissy". Ele estava meio deprimido por causa disso. Os dias seguintes foram iguais para meu filho, minha filha e eu começamos a nos preocupar, porque Alex só saía para ir pra faculdade e saía quando os valentões não estavam por perto. Minha filha disse que ia denunciar, mas isso era inútil. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava treinando e, quando terminou, meio brincalhona, me disse que tinha comprado um brinquedo, era um vibrador, e também me convidou pra ir na casa dela comer alguma coisa, o que eu aceitei. Entrei na casa dela e notei que tinha mudanças, por exemplo, o quarto da filhinha dela tinha pintado de um rosinha muito lindo, e a cozinha ela tinha reformado, e também aproveitou pra me mostrar o novo parceiro dela. Era um vibrador roxo. A gente riu, brincando com ele, e a Valéria me disse que satisfazia ela mais que o marido dela e que eu deveria comprar um pra mim. Eu só falei que estava considerando kkkk. Valéria, como boa amiga, me disse que eu podia ir na casa dela quando quisesse, porque o marido dela só chega à noite. Quando cheguei em casa, meu filho já tinha chegado. Perguntei o que os valentões tinham falado pra ele agora, ele respondeu que não tinham atacado ele, só ignoraram. Fiquei confusa, por que deixaram ele em paz do nada? Bom, se deixaram ele em paz, pra mim tá de boa. Marlen chegou meio tarde, também não foi pra academia. Perguntei por que tão tarde, ela só disse que ficou pra terminar um projeto. Passaram os Dias, meu filho já não era mais intimidado. Eu conversava muito com a Valéria e, quase sempre depois da academia, ia na casa dela tomar um café. Um dia à tarde, enquanto lavava roupa, passei pelo quarto da minha filha e decidi lavar algumas peças dela. Juntei umas roupas, abri a primeira gaveta onde ela guardava a lingerie. Entre as calcinhas fio dental, vi uma coisa que me surpreendeu no fundo da gaveta: tinha um brinquedo sexual, mas não era qualquer um — era um pau preto enorme, tipo uns 30 centímetros, bem grosso, com uma ventosa na base pra grudar em algum lugar. Junto tinha um potinho de lubrificante. Pensei: "Isso entra na Marlen?" Guardei tudo no lugar, saí do quarto e terminei de lavar.
No dia seguinte, saindo da academia, sem avisar, entrei na casa da minha amiga. Ela se surpreendeu, mas disse que não tinha problema. Ela tava fazendo exercícios de ioga, então terminou e a gente sentou pra conversar. Ela parecia mais feliz e cheia de energia. Eu só pensava: "Preciso comprar um vibrador, haha." Fui no banheiro dela e, enquanto lavava as mãos, notei que tinha uma embalagem de camisinha aberta e, dentro dela, o preservativo usado no lixo do banheiro. Pensei comigo: "O marido dela não sai muito cedo?" Bom, talvez tenham transado antes dele ir embora, porque ela é incapaz de ser infiel. Voltei pra sala onde ela estava, não comentei nada, só esqueci...
No dia seguinte, quando voltei do salão e desci da minha caminhonete, um dos colombianos tava do lado de fora da casa dele. Quando me viu, deu um assobio seguido de um elogio. Eu tava usando um vestido branco meio justo, que batia um pouco acima do joelho, e umas sapatilhas da mesma cor. Me senti desconfortável, então só ignorei e entrei em casa. No fundo, adoro me vestir com roupas bem gostosas, tipo jeans apertados, mini shorts, blusas, tops e vestidos, mas agora me sentia incomodada com eles me olhando. Só ignorei mesmo.
Preparei a comida e depois me arrumei pra ir pra academia. O negão já não tava mais lá, então consegui sair tranquila. Os dias foram passando normal. Às vezes a Valéria vinha aqui em casa tomar um café e a gente colocava a conversa em dia sobre a vida. Numa dessas visitas, ela me disse que o marido tava passando mais tempo no trabalho e fazendo viagens que duravam semanas, então ela se sentia sozinha com a filha. Eu entendi ela. Depois, ela falou que quando chegou na minha casa, um vizinho da frente ficou olhando pra ela com muito tesão. Eu me surpreendi. Ela disse que era um negão de uns dois metros, um cara nojento pelo jeito que olhou pra ela. Contei o que se comentava sobre eles. Valéria se assustou e falou que não é de se espantar que a polícia proteja esses criminosos. "Só se cuida e cuida dos teus filhos, eles podem ser perigosos."
Na semana seguinte, meu filho tinha ido pra casa de um amigo. Terminar um projeto e minha filha na academia, então comecei a lavar roupa. Minha filha lava a própria roupa, então só entrei no quarto do meu filho, procurei roupa suja e comecei a juntar, mas no chão tinha algo que chamou minha atenção: eram manchas de algum líquido branco. A única coisa que veio na minha cabeça foi que meu filho estava se masturbando. Eu só ri, hahaha. Não duvido que ele também veja pornô, haja. Dois anos atrás, encontrei vários filmes e calcinhas minhas com ele, óbvio que nunca falei nada, só ri quando lembrei, hahaha.
No dia seguinte, decidi não ir à academia, precisava descansar. Nessa hora, a Valéria chegou com a filha dela pra visitar. Eu, toda feliz, recebi elas e já preparei um café. Tomando o café, ela me contou que o marido não ia ficar em casa a semana toda, então ela ia passar a semana em casa com a filha e queria descansar essa semana da academia e voltar pros exercícios de ioga. Eu falei que iria na casa dela fazer exercícios com ela. Nós duas gostamos da ideia de fazer ioga juntas. Depois, ela me perguntou algo bem pessoal: me perguntou como eu me satisfazia sexualmente sozinha, já que ela tava passando mais tempo sozinha. Eu só ri, falei que às vezes brinco com meus dedos. A gente só riu. Ela tava pensando em comprar um brinquedo, mas não tinha certeza, e eu não sabia o que responder. Ela também disse que seria um brinquedo do tamanho do pau do marido dela. Eu recomendei um vibrador, e ela falou que ia pensar, hahaha.
No sábado, meu filho tava em casa e minha filha tinha saído com umas amigas. Sábado e domingo não vou à academia, então saí pra correr. Coloquei um short de treino e um top, tudo preto. No caminho, passei na casa da Valéria, então decidi visitar ela. Quando entrei na casa dela, vi que ela tava usando um vestido de alcinha justo, que moldava o corpo dela, junto com um tênis preto. Ela tava muito gostosa. Eu só pensei: sortudo é o marido dela. Ela me disse que só tava ela e a filha, porque o marido tava no trabalho. A última parte ela falou meio... Incomodada, começamos a conversar e ela me contou uma coisa que me deixou preocupada: disse que tava rolando um boato de que os colombianos estavam se aliando com o crime organizado. Fiquei assustada. Além disso, ela falou que tava meio preocupada porque um dos colombianos passou de caminhonete na frente da casa dela e viu onde ela mora, e ela tava com medo de fazerem alguma coisa com ela. Eu disse que até agora não aconteceu nada com eles, pelo menos na nossa área, mas que a polícia não faz nada, parece até que protege eles. E eles não passam daqueles idiotas dos elogios e assobios. Ela só falou que eram uns vagabundos, uns inúteis.
Voltei pra casa meio preocupada com o que a Valéria me contou. Preparei a comida e, depois de duas horas, minha filha chegou muito irritada. Perguntei o que tinha acontecido. O que ela me disse me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou furiosa. Ela falou que um daqueles negros tinha dado um tapa na bunda dela. Não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Queria sair pra reclamar, mas minha filha me segurou porque viu que um deles tava armado. Me senti impotente, então liguei pra polícia, mas eles nunca apareceram. Meu filho chegou depois e eu avisei ele sobre eles, mas ele disse que às vezes gritam "viadinho" pra ele. Não podia acreditar. Perguntei por que ele não tinha me contado antes, ele só disse que não queria me preocupar.
No dia seguinte, contei pra Valéria. Ela disse que eu deveria denunciar, mas sabendo que a polícia não veio quando eu liguei, ia ser inútil denunciar. Tentamos esquecer fazendo nossos exercícios. Naquele mesmo dia, à tarde, antes dos meus filhos chegarem, fiz uma limpeza, especialmente no quarto do meu filho. Quando entrei no quarto dele, tava uma bagunça: roupa amontoada, cama desfeita, escrivaninha bagunçada, um caos completo. Arrumei tudo. Quando organizei a escrivaninha, o tablet dele ligou. Notei que não tinha senha, então decidi entrar. Primeiro, olhei a galeria. O que encontrei foram fotos das colegas de classe dele, que por sinal são muito gostosas. Pensei: "Com certeza ele bate uma punheta vendo isso" kkkk. Depois, entrei no navegador e o que Me deixou em choque, tinha umas dez abas abertas no tablet. A primeira que carreguei era um site chamado "Blacked.com", e na outra aba dizia "Meu bully negro come minha mãe". As outras páginas eram sobre gifs de homens negros fodendo com garotas brancas. O que me surpreendeu foi o tamanho daquelas pirocas. Só fechei o tablet e fui embora, me perguntando: por que meu filho vê isso? Será que ele gosta de homens? Tentei esquecer. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava meio sem energia por causa do marido — ele só chega em casa pra jantar e dormir, não dá atenção pra ela. Ela me contou que ia voltar a ser coach e se dedicar a si mesma e à filha. Também disse que um dos colombianos, que a gente sabe que se chama Ismael, começou a seguir ela no Instagram, mas não comenta nem manda nada. Falei pra ela excluir ele e deixar a conta no privado. Ela respondeu que usa a conta pras meninas que treina, posta rotinas e looks, e queria descobrir mais sobre eles. Eu, por outro lado, já deixei minha conta pessoal no privado. Depois da academia, fui visitar minha mãe e voltei pra casa. Quando entrei, vi meu filho chorando na sala. Perguntei o que tinha acontecido, e ele disse que um dos negros roubou o celular dele e deu uns socos nele. Eu tava puta da vida, queria sair, mas lembrei que eles podiam estar armados. Chamei a polícia, e quando chegaram, só conversaram com eles por 15 minutos e foram embora. Só pensei: "Esses malditos compraram a polícia". Falei pro meu filho não se preocupar, que no dia seguinte compraria um celular novo. Minha filha chegou depois, contei o que aconteceu, ela obviamente ficou brava e quis enfrentar eles. Eu segurei ela, porque era perigoso. Ela só disse que isso não ia ficar assim. Na mesma tarde, enquanto meu filho tava no quarto e minha filha na academia, subi pro quarto de lavar pra lavar umas roupas. No quarto tem uma janela que dá pra... Na direção da rua, onde tenho vista para as casas da frente, quase terminando de lavar, parei perto da janela e notei que os negões estavam levantando peso no quintal deles. Fiquei olhando como eles levantavam pesos pesados sem muito esforço, também me surpreendi com os músculos enormes deles, eram totalmente carecas e tatuados. Fiquei uns 10 minutos olhando e depois terminei de lavar. No dia seguinte, meu filho, quando voltou da faculdade, me disse que um dos negões estava enchendo o saco dele, zoando o conteúdo do celular dele. Eu pensei: "talvez viram o conteúdo pornô dele" kkkk. Eles gritavam coisas como "viadinho" e "sissy". Ele estava meio deprimido por causa disso. Os dias seguintes foram iguais para meu filho, minha filha e eu começamos a nos preocupar, porque Alex só saía para ir pra faculdade e saía quando os valentões não estavam por perto. Minha filha disse que ia denunciar, mas isso era inútil. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava treinando e, quando terminou, meio brincalhona, me disse que tinha comprado um brinquedo, era um vibrador, e também me convidou pra ir na casa dela comer alguma coisa, o que eu aceitei. Entrei na casa dela e notei que tinha mudanças, por exemplo, o quarto da filhinha dela tinha pintado de um rosinha muito lindo, e a cozinha ela tinha reformado, e também aproveitou pra me mostrar o novo parceiro dela. Era um vibrador roxo. A gente riu, brincando com ele, e a Valéria me disse que satisfazia ela mais que o marido dela e que eu deveria comprar um pra mim. Eu só falei que estava considerando kkkk. Valéria, como boa amiga, me disse que eu podia ir na casa dela quando quisesse, porque o marido dela só chega à noite. Quando cheguei em casa, meu filho já tinha chegado. Perguntei o que os valentões tinham falado pra ele agora, ele respondeu que não tinham atacado ele, só ignoraram. Fiquei confusa, por que deixaram ele em paz do nada? Bom, se deixaram ele em paz, pra mim tá de boa. Marlen chegou meio tarde, também não foi pra academia. Perguntei por que tão tarde, ela só disse que ficou pra terminar um projeto. Passaram os Dias, meu filho já não era mais intimidado. Eu conversava muito com a Valéria e, quase sempre depois da academia, ia na casa dela tomar um café. Um dia à tarde, enquanto lavava roupa, passei pelo quarto da minha filha e decidi lavar algumas peças dela. Juntei umas roupas, abri a primeira gaveta onde ela guardava a lingerie. Entre as calcinhas fio dental, vi uma coisa que me surpreendeu no fundo da gaveta: tinha um brinquedo sexual, mas não era qualquer um — era um pau preto enorme, tipo uns 30 centímetros, bem grosso, com uma ventosa na base pra grudar em algum lugar. Junto tinha um potinho de lubrificante. Pensei: "Isso entra na Marlen?" Guardei tudo no lugar, saí do quarto e terminei de lavar.
No dia seguinte, saindo da academia, sem avisar, entrei na casa da minha amiga. Ela se surpreendeu, mas disse que não tinha problema. Ela tava fazendo exercícios de ioga, então terminou e a gente sentou pra conversar. Ela parecia mais feliz e cheia de energia. Eu só pensava: "Preciso comprar um vibrador, haha." Fui no banheiro dela e, enquanto lavava as mãos, notei que tinha uma embalagem de camisinha aberta e, dentro dela, o preservativo usado no lixo do banheiro. Pensei comigo: "O marido dela não sai muito cedo?" Bom, talvez tenham transado antes dele ir embora, porque ela é incapaz de ser infiel. Voltei pra sala onde ela estava, não comentei nada, só esqueci...
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