Comi as policiais no pomar

Bom, essa é uma história que aconteceu comigo há um tempo, na época em que eu tinha só 18 anos. Era mais ou menos no final de novembro, eu tava limpando um terreno de laranjeiras. Já tinham fumigado o lugar há um tempo, então não tinha tanto mato, tava fácil. Eu tinha chegado antes das 7 da manhã e, nessa hora, já eram quase 9, só faltavam 6 laranjeiras. Nisso, saí na estrada, que era de terra, uma espécie de atalho pra cortar as estradas asfaltadas. Saí e tirei a máscara que usava pra proteger o rosto da sujeira e dos pedaços de terra e planta que voavam quando eu capinava.

Parei na estrada e, bem na hora, uma caminhonete da polícia tava passando. Dela desceu uma mulher, a carona. Ela começou a falar comigo, perguntando se eu não tinha visto um sujeito numa moto que elas vinham seguindo. Eu disse que não. Tava meio nervoso, não só por ser uma policial, mas também porque, apesar do equipamento que ela usava, dava pra ver uns peitões impressionantes, além de uma bunda gigante. A altura dela era mais ou menos média, cabelo escuro e pele morena.

Eu, já meio nervoso e todo suado, a policial começou a paquerar comigo, e eu deixei. A gente continuou a conversa até que a parceira dela desceu também: uma mulher mais alta, quase 1,80m, cabelo castanho claro e mais branca. Mas, pra minha surpresa, ela tinha os peitos menores que os da parceira, mas uma bunda maior e mais redonda. Logo ela se juntou, e a gente começou a conversar como se fôssemos conhecidos de muito tempo. Uma delas, a motorista, perguntou meu nome, e eu disse que era Javier. Ela sorriu, me deu a mão e disse o nome dela, Alicia. Eu beijei a mão dela, e ela riu mais ainda, me olhando fixamente. A parceira dela, com quem eu tinha começado a conversar, disse: "— Já se acalma, parece que você quer que enfiem a piroca em você... Perdoa ela, Javier, é que ela não dá uma sentada há muito tempo. tempo. Eu só fiquei rindo e aí ela também tirou o boné que tava usando e me disse que o nome dela era Sandra ou Sandi, que eu podia chamar assim. Uns minutos mais de papo e zoeira que me deixava mais tesudo a cada momento, não ajudava o fato de estar encharcado de suor e com a roupa molhada por causa disso. Sandi chegou do meu lado e começou a passar a mão no meu peito e disse que eu tava muito molhado, eu respondi que o trabalho tinha me feito suar. Ela não ficou atrás e falou: "nossa, se você sua assim trabalhando, nem imagino como vai suar com uma mulher em cima". Isso confirmou minhas suspeitas, as duas ou talvez uma já queria uma rola na hora, e eu também não fiquei atrás e falei: "isso a gente tem que descobrir". Rápido, ela me abraçou e me deu um puta beijo, depois ela foi até a caminhonete, pegou uma toalha e entrou no pomar, mas eu falei que o lugar tava muito sujo por causa do lixo. Aí a Alicia disse que era melhor estacionar a caminhonete, já que entre um terreno e o outro tinha um caminho, então ela ligou e meteu a caminhonete. Eu falei pra ela me seguir e elas ajeitaram até mais ou menos o meio do terreno pra que as árvores cobrissem a caminhonete e ninguém visse a gente trepar. Alicia e Sandra desceram e foram pra parte de trás, onde eu tava esperando elas. Pra isso, eu já tava tirando a roupa, então tive que esperar. Elas começaram a tirar o equipamento que tavam usando, já sabe, coletes e um monte de coisa, até ficarem só no uniforme. Sandra, sem pensar, baixou a calça e por baixo uma calcinha fio dental rosa, depois começou a tirar as botas e eu ajudei ela a desabotoar a camisa, enquanto a Alicia tirou as botas rápido e, junto com a camisa e a regata branca, por baixo um sutiã preto com um pouco de renda e uns peitos lindos que apareciam. Alicia ficou completamente nua e por baixo da roupa não tinha nada, nem calcinha, só o sutiã e uma pequena linha de pelos cobrindo uma buceta gostosa. Eu já pelado e com a rola dura igual pedra, me Aproximei a Alicia e ela subiu na parte de trás da caminhonete. Lá, eu me deitei e ela começou a chupar meu pau como uma louca.Comi as policiais no pomarEla começou não só a chupar, mas também a morder, chupar e apertar com as mãos minhas bolas e a base do meu pau, porra, essa tava com muita fome de pau. Sandra me viu e sorriu, só pra começar a subir e colocar a bunda e a buceta na minha cara, o prazer era gigantesco: uma mulher chupando meu pau quase arrancando ele fora e outra querendo receber uma boa chupada de pussy. Alicia parou e me disse: "Arrebenta meu cu como uma puta." Essas palavras foram o suficiente. Sandra sentou e esperou enquanto eu me posicionava atrás de Alicia, e ela se deitou de quatro. Sem mais, meti o pau nela e ela começou a gemer e gritar de prazer. — Se continuar assim... por favor, papai, arrebenta meu cu... arrebenta o cu dessa puta.peitoesSuas nádegas batendo e minhas bolas estampando contra a pele macia dela, a buceta dela estava tão apertada que não consegui evitar, sentia que ela estava me chupando. Falei que ia gozar e ela implorou pra eu não tirar, disse: "deixa tudo dentro, não me importo". Dei empurrões mais fortes e selvagens, o som das nádegas enormes da Alicia me hipnotizava, sentia meu pau muito quente, então segurei os ombros dela e puxei ela mais pra perto de mim, derramando cada gota do meu esperma dentro. Alicia ficou exausta, era verdade que não tinha recebido pau há muito, muito tempo. Virei e vi a Sandra já pronta, de pé, segurando a cabine da caminhonete. "Vamos, papai, faltou eu." "Você não precisa pedir." Cheguei perto e enfiei o pau nela de uma vez, empurrei com muita força e comecei a segurar pelo pescoço enquanto ela gemia como uma puta. Depois de alguns minutos, tirei o pau e me ajoelhei pra abaixar e abrir as nádegas dela e começar a lamber o cu dela. "Ai, assim... assim, chupa... chupa meu cu." Comecei a meter a língua no cu dela enquanto dava tapas na bunda, acho que ela se excitou demais, até que se mijou e começou a escorrer pela buceta. Sandra respirava muito ofegante, mas não ficou assim, só riu e se deitou, me disse: "agora mete no meu cu". Eu obedeci e comecei a comer ela assim.Sexo analOs gemidos dela eram a melhor parte, meu pau se sentia incrível entrando e saindo da bunda molhada dela, a cara dela dizia tudo, caretas de dor que só pediam mais. Cada estocada enfiava mais meu pau naquela bunda gostosa até que decidi meter minhas bolas também. Ela começou a gritar e xingar sem parar, mas não queria parar, pelo contrário, me disse: "Goza dentro do meu cu, pelo amor de Deus".sexo oralMe acomodo em cima dela e, segurando o pescoço dela, meto mais forte até gozar dentro dela. Já sem forças, me sentei na caixa que tinha atrás. Passaram alguns minutos e, mais tarde, já nós três mais relaxados, começaram a se levantar. Tanto a Sandra quanto a Alicia estavam cheias de suor e com meu gozo ainda escorrendo dos buracos delas. Falei pra elas me seguirem e fomos para o outro terreno, onde tinha um riacho pequeno. Nós três nos lavamos rápido e depois voltamos pra caminhonete. Sem mais, nos trocamos e nos arrumamos. Elas começaram a falar comigo enquanto se trocavam, e nisso a Alicia viu as horas — já era quase meio-dia. Parece que o tempo tinha passado muito bem. As duas se apressaram pra se trocar, e como eu já tinha quase terminado meu serviço, me deram uma carona até a parte onde elas foram por outro caminho. Sem mais, nos despedimos, e eu segui andando pro lado contrário de onde a Sandra e a Alicia tinham ido. Bom, Poringa Boys, essa é uma história que já aconteceu comigo há um tempo. Tem algumas coisas que não coloquei porque não lembro direito, tipo a conversa ou o que eu falei com elas. Mas espero que vocês gostem, e também espero que o Poringa não apague essa história como fez com as outras que eu já publiquei e que foram deletadas um tempo depois.

1 comentários - Comi as policiais no pomar

Que suerte tienes
Solo un poco ya tiene un buen rato que no me cojo un buen culo