Já era hora de me livrar desse peso morto, e tô falando da causa que me meteram por ter dado uma surra no meu valentão, e o melhor jeito era pela justiça. Me apresentei pra depor com meu advogado e meu pai no tribunal, na frente do promotor. Tudo correu nos trilhos, o promotor arquivou a queixa, embora tenha me dado vários avisos sobre fazer justiça com as próprias mãos. Eu, feito um cordeirinho manso, concordei com tudo. Ele sugeriu que eu chamasse a polícia e, se não tivesse outra saída, me defendesse, mas que sempre deixasse registro do ocorrido pra eu não ter problemas.
Nós saímos pra jantar pra comemorar: meu pai, minha madrasta, o advogado com a esposa dele e eu. Minha irmastra tinha saído com o namorado querido dela. Tudo foi muito agradável, e brindamos por deixar pra trás meu pequeno problema — ou pelo menos era o que eu pensava naquele momento.
Uns dias depois do jantar, apareceu num jornal digital de quinta categoria e menos reputação ainda um artigo acusando meu pai e a empresa dele de serem mafiosos, de terem condutas que beiravam o crime e de terem vínculos com o poder, o que o livrava de ter que prestar contas à justiça. Tudo isso num tom de possibilidade, usando "supostamente" ou "possivelmente" mais de uma vez. Também mencionava, sem nomear, mas dando detalhes pra qualquer um identificar, uma grande empresa pra qual ele trabalhava.
Em algumas coisas, o artigo tava certo, embora eles não imaginassem o quanto. É que muitas vezes a gente anda numa linha entre o legal e o ilegal, e ela é muito fina, fácil de pisar do outro lado. Embora a gente soubesse de quem vinha o golpe, o cara tinha jogado muita merda e sem provas.
Como eu disse no começo, meu pai é ex-membro das Forças Especiais e tem uma empresa de segurança com os ex-companheiros dele. Embora ele diga que é membro pra vida toda, só não tá ativo. Desse trampo, uma grande multinacional é a principal cliente; essa empresa enorme recebe um serviço de segurança. e vigilância, segurança da informação, seguranças e motoristas para seus principais executivos, e uma equipe encarregada de espionagem e contraespionagem industrial — essas duas últimas são as mais sensíveis e polêmicas. Esse artigo, embora passasse despercebido pela maioria, não agradou nessa grande empresa e pediram que fosse resolvido o mais rápido possível.
A primeira coisa que meu pai fez foi processar o jornal digital, e a segunda, que me impressionou muito, foi marcar um encontro com o dono. Na verdade, ele era dono, jornalista, editor e um dos três funcionários. Digo que me impressionou porque pensei que meu pai o destruiria sem pensar duas vezes, e ali ele me mostrou que é mais astuto que uma raposa.
Ele tinha investigado Eliseo, o dono. Era um cara de 29 anos, gay, e sempre se dedicou a expor os poderosos que estão acima da lei. Isso porque ele teve uma vida realmente difícil: foi abusado pelo chefe da mãe dele. Esse filho da puta nunca teve o castigo que merecia e morreu como um homem honrado e pilar da sociedade, embora fosse um monstro.
Eliseo visitou a empresa do meu pai e a academia. Foi ali que realmente fez o clique nele. Lá tinha vários caras, muitos de baixa renda, alguns filhos de funcionários, mas ele começou a falar sobre caras que iam e sofriam abusos, bullying, e mostrou como ensinavam eles a se defender de alguém muito mais forte e poderoso. Eu vi o olhar de Eliseo em tudo isso: era uma mistura de surpresa e admiração pelo que faziam ali. Ele conversou com vários, inclusive comigo, e contamos nossas experiências.
Depois fomos jantar e entendi Eliseo. Era um homem honesto, mas não era jornalista de profissão, não tinha estudado para isso. Por isso também cometia muitos erros, como acusar sem as provas necessárias. No jantar, ele nos contou como chegou a informação sobre meu pai até ele. E no fim das contas, o pai do meu agressor era um dos principais clientes dele em publicidade. do diário, como eu disse, ele tinha uma empresa de manutenção e outra de limpeza. Conversando com Eliseo, contamos sobre nosso pequeno contratempo, ele ficou pensativo, acho que se sentiu usado.
Dito isso, meu pai estendeu uma pasta para ele, na qual detalhava oito abusos sexuais cometidos por esse indivíduo contra suas funcionárias, todas da empresa de limpeza e todas vulneráveis, de famílias humildes. Essas denúncias nunca davam em nada, e havia dois caminhos: ou as ameaçavam, que era o mais provável, ou as compravam com dinheiro.
Ao terminar o jantar, vimos Eliseo com fogo nos olhos e uma vontade louca de justiça. Poucos dias depois, ele publicou um artigo se desculpando com meu pai e admitindo um erro na sua fonte de informação. Mas o melhor de tudo veio um mês depois: um relatório completo sobre um empresário que abusava de suas funcionárias, pagava salários miseráveis e as submetia a todo tipo de humilhação, inclusive abuso sexual. Ele também conseguiu que várias delas depusessem e confirmassem as denúncias, e até pediu ajuda ao meu pai para arrumar emprego para elas, o que ele fez de bom grado.
O escândalo foi enorme na cidade, e até surgiram denúncias antigas contra ele. Meu pai e Eliseo acabaram amigos, e ele até indicou vários clientes para publicarem no diário digital dele. Eliseo refinou mais suas formas, e o diário se tornou mais sério e com mais sucesso.
Eu não saía muito. Embora fosse verdade que, por causa da minha nova popularidade, eu recebia mais convites para sair, continuava saindo com meus amigos nerds, indo a algum bar, show ou nos reunindo para jogar videogame na casa de algum deles. Com a Flor eu quase não saía, já que o pai dela, muito rígido, a mantinha sob rédea curta. Então era raro eu ter sexo numa noite de fim de semana. E como eu disse, não tinha transado há alguns dias, e adiei a abertura anal da minha submissa.
Mas naquele fim de semana, tudo se alinhou. planetas. Meu pai ia sair da cidade pra uma escapada romântica com a Gabriela, minha querida meia-irmã ia sair com o namoradinho dela, então a casa ia ficar só pra mim. E o pai da Florencia tinha que viajar a negócios. Assim que fiquei sabendo, falei pra Flor falar com a mãe dela porque ela vinha passar a noite comigo.
Ela chegou depois das onze da noite na minha casa. Trouxe tudo, e me confessou quando entrou que a mãe dela tinha mandado fazer um enema, pra limpar tudo. Cada vez eu gostava mais dela, era a parceira perfeita pra tudo. Fomos direto pro meu quarto, eu não queria perder muito tempo, tinha minhas necessidades pra cuidar. Tirei a roupa da Flor, e não consegui parar de admirar o corpo dela, tinha mudado muito, ela praticava ginástica artística, mesmo sendo magra, isso tinha tonificado muito o corpo dela e marcado a bunda, era pequena mas bem definida, redondinha e empinada.
Ela veio com um conjunto de lingerie de renda super sexy, vermelho com detalhes em preto, e lacinhos pequenos nos peitos e na bunda. Parecia mesmo um presente pra mim. O conjunto era perfeito, fazia um contraste bonito entre a pele branca dela, o cabelo preto, tinha partes transparentes e outras semi-transparentes, deixava a gente duro só de olhar.Flor:Vejo que o meu senhor gostou – eu continuava babando – hoje à tarde fui com minha mãe comprar isso, também fomos na estética, onde já estava na hora do meu tratamento a laser, e ainda fizeram banhos de creme pra minha pele cheirar melhor.
A verdade é que eu tava cada vez mais apaixonado por aquela senhora. Sentei na cama e chamei a Flor, pra ela fazer o mesmo nos meus joelhos, peguei o rosto dela e começamos a nos beijar com muita paixão, levei minhas mãos pros peitos dela e percebi que ela também tava excitada, os mamilos dela estavam durinhos como pedra, era o termômetro pessoal dela, algo que entregava tudo na hora. Apertei e amassei os peitos médios dela, até terminar beliscando os mamilos, enquanto nossas línguas continuavam numa luta sem igual. Desci minha mão e passei pela buceta dela, o contato com o tecido e a umidade que tinha foi sensacional, ela deixou escapar um gemido, e eu aproveitei pra atacar o pescoço dela.
Tinha pensado em ir direto pra penetração anal, mas essa apresentação merecia uma atenção especial. Depois de brincar um pouco, deitei ela na cama, até me dava pena de tirar as coisas dela, então afastei a calcinha fio dental dela, deixando à vista a bucetinha pequena dela toda molhada, mal dava pra ver uma linha rosada dos lábios maiores que era percorrida por uma gota.Fernando:Hoje, sua putinha, vou te levar ao céu e ao inferno ao mesmo tempo.
Disse isso enquanto me afundava naquela fenda, queria devorar tudo, o aroma era incrível, uma mistura de canela com frutas. Passei minha língua do púbis até o ânus, em certo momento a calcinha fio dental já me incomodava e tive que tirar. Mas nem por isso parei de percorrer cada milímetro daquela zona. Peguei um dedo e o introduzi no ânus dela, e fiz o mesmo com outro na buceta dela, enquanto comecei uma sucção direta no clitóris dela. Adicionei mais um dedo na buceta e no ânus dela e intensifiquei o ataque com minha língua na vulva dela. Flor não aguentou muito e me pediu permissão para gozar.Fernando:Claro, sua putinha, hoje você pode gozar o quanto quiser, não se segura em nada, vou te matar de prazer.
Não demorou nada e ela teve um orgasmo muito forte, tão forte quanto seus gritos. Eu terminei de me despir e subi nela na posição de missionário, não queria que ela esfriasse – ela tem a capacidade de encadear orgasmos, um atrás do outro.
Então penetrei ela de uma vez, ela abriu bem as pernas pra facilitar a penetração, levei dois dedos à boca dela e enfiei, ela começou a chupá-los como se fossem um pau, tirei e enfiei no cu dela, coisa que sei que ela agradeceu porque seus gemidos ficaram mais fortes – ela estava prestes a gozar de novo e não ia ser a única, eu também tava nessa. Não demorou muito e nós dois terminamos ofegantes, eu tive que deitar ao lado dela enquanto pegávamos ar e descansávamos um pouco, pude sentir bem o cheiro da pele dela, muito gostoso. Pra ser sincero, já fazia um tempo que eu sentia algo pela Florencia, ela era apaixonada por mim e acho que eu também, só que ela me adorava e eu era tudo pra ela.
A hora tinha chegado, coloquei a Flor de quatro e comecei a fazer sexo oral nela de novo, pra esquentar ela – precisava que ela estivesse muito excitada, não queria que doesse demais. Fui percorrendo tudo até chegar no cu dela, de novo o cheiro de creme me invadiu, comecei a saborear o cu dela, querendo penetrá-lo com minha língua, enquanto meus dedos invadiam a buceta da minha submissa.
Peguei da bolsinha que a Flor tinha trazido o dilatador anal e o creme, coloquei um pouco e comecei a penetrá-la com ele. Como ela passou semanas brincando com aquele brinquedo no cu, não foi difícil entrar. Quis colocar um pouco mais de creme lubrificante e percebi que não tinha mais, mas eu estava preparado – tinha comprado um e estava na minha mesa de cabeceira. Quando me viro pra ir pegar, vejo uma sombra na minha janela que se afasta. Não podia acreditar, de verdade os planetas tinham se alinhado – com minha meia-irmã a gente já tinha tido várias sessões. de espiã, mas essa era a primeira vez que era involuntária, pelo menos da minha parte.
Saí de casa, não sem antes mandar a Flor não se mexer. A porta que dava pro pátio ficava do lado do meu quarto, e lá estava a Laura, com o vestido todo desarrumado, a maquiagem borrada, vermelha, a calcinha fio dental no chão e um peito quase pra fora, mostrando o mamilo. Era óbvio que ela tava ali há um tempão e tinha se masturbado com a cena.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Muito bom, maninho, arrebenta essa puta, tá indo bem.
Tava completamente bêbada, e eu completamente pelado, os olhos dela iam do meu pau pro meu rosto, ida e volta.Fernando:Vem cá.
Puxei ela pra perto e dei um beijo de campeão, sem deixar ela pensar, me aproveitando dela. Depois do susto inicial, a Laura colaborou completamente comigo, até passou as mãos no meu pescoço. A gente se separou e ficou se olhando nos olhos.
Peguei na mão dela e levei ela pra dentro de casa, até o meu quarto. A Flor continuava na mesma posição que eu deixei, com a bunda empinada, bem pra fora, e o dilatador brilhando no cu dela. A Laura ficou parada no meio do quarto olhando aquilo, e eu aproveitei o momento pra puxar o vestido dela pra baixo, deixando ela nua. Ela tentou falar alguma coisa, mas eu calei ela com um beijo. Minha mão foi na buceta dela, e tava completamente molhada. A boca dela tinha gosto de álcool. Ela não resistiu a nada. Eu masturbava ela sem dó, meti uma mão por trás e penetrava a buceta dela, e quando tirava a mão, esfregava a racha do cu dela.
A Flor via tudo de lado, não queria que o momento dela passasse. Ela era a importante agora, mas também não queria perder a minha irmastra. Então eu me separei e a gente se aproximou da Flor. A Laura esticou a mão pra tocar o dilatador, e eu continuei masturbando ela. Num dado momento, ela quis tirar o dilatador e custou um pouco. Ela ficou surpresa quando conseguiu, e aí colocou de novo, e repetiu a ação. Tava igual uma criança, mas muito tesuda. Os olhos dela soltavam fogo.Fernando:Come ele.
Falei isso enquanto empurrava a cabeça dela na direção da bunda da Flor. Ela ficou a centímetros do cu dela, e tirou o dilatador de novo pra observar bem, também viu o buraquinho que deixou no ânus, enfiou de novo e levou a mão até a buceta da minha submissa. Enquanto eu ia pegar o creme lubrificante, não podia acreditar, um sonho realizado, mas não podia cagar com tudo.
Quando me aproximei, a Laura já tinha a língua enfiada no cu da Flor e dois dedos na buceta dela. Peguei o dilatador e passei lubrificante, enquanto olhava pra raba da minha meia-irmã, verdade seja dita, tinha duas bundas impressionantes à minha disposição naquela noite.
Enquanto minha meia-irmã continuava no trabalho dela, passei o dilatador pra ela, que pegou e, com um brilho nos olhos, enfiou naquele cu. Não foi delicada, começou a masturbar o ânus da Flor com mais intensidade. A cena era muito excitante: Florencia na cama de quatro, Laura de joelhos atrás dela, chupando a buceta e penetrando com um brinquedo, enquanto eu comecei a meter dois dedos na buceta da Laura, que era uma lagoa de molhada. Os gemidos das duas ficaram mais intensos e fortes, e eu não parava de masturbar a Laura. Tentei enfiar um dedo no cu dela e não consegui, tava fechadíssimo. Ela tirou minha mão e me olhou desafiadora.Fernando:Isso um dia vai ser meu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nem nos seus sonhos.
Continuamos com o jogo por mais alguns segundos, mas a Flor estava prestes a gozar e aquele era o momento mais oportuno para penetrá-la. Me posicionei atrás dela enquanto a Laura não tinha se mexido, queria observar tudo o mais de perto possível. Tentei penetrar aquele cu, mas o lubrificante e o quão apertado estava fez com que escorregasse de repente. Uma mão segurou meu pau, uma mão apontou minha flecha para o alvo. Dessa vez não errei e entrei com ¼ do meu pau. A Flor ficou tensa, com certeza doeu, ela estava dura. Naquele momento, a Laura começou a masturbá-la e esfregar o clitóris dela. Eu fiquei parado até perceber que tudo estava cedendo, meu pau foi penetrando aos poucos aquele cu precioso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Faz agora, mas devagar — Ela disse me olhando direto nos olhos, aquilo foi a coisa mais excitante que já vivi na vida.
Levantei uma perna em cima da cama, isso deu espaço pra Laura se aproximar e chupar a buceta dela. Meu pau encostou, e Flor pareceu sentir só a dor inicial. Depois de alguns segundos parado, comecei a me mover e penetrar aquele cu. Tava no auge quando senti uma língua nas minhas bolas. Verdade seja dita, minha meia-irmã tava dando tudo de si. Quando olhei pra ela, tava de quatro embaixo da gente, se masturbando furiosamente. Eu já não aguentava mais, aquilo era estímulo demais pra mim, e já tava bombando aquele cu com toda minha força, uma vez e outra.
Mas tudo tem um fim, mesmo quando você tá no paraíso. Dois jatos potentes de porra dentro das tripas da Flor. Meu sêmen saiu quente como nunca, mas também tirei e outros dois foram parar na Laura. Ela, sem pensar, pegou meu pau e levou pra boca, prolongando meu orgasmo. Não chegou a enfiar nem metade, mas a sensação da boca e língua dela enquanto eu gozava era puro prazer. Enquanto isso, ela teve um orgasmo tão forte que acabou soltando um jorro de fluxo da buceta dela no chão inteiro.
Ficamos largados na cama, os três de boca aberta procurando ar. Nossos corações não batiam, eles socavam o peito. Eu dava beijinhos na Flor, enquanto, depois de alguns segundos, Laura se levantou, pegou a roupa e foi embora sem dizer nada. Vi que as pernas dela ainda tremiam. Antes de sair, nos lançou um olhar, quase indecifrável.Flor:Eu amo o senhor, meu senhor, esse presente foi maravilhoso, o sexo anal foi impressionante.Fernando:Eu também te amo, sua putinha - o olhar de Flor ficou vidrado, e ela se aninhou no meu peito, pude sentir as lágrimas de alegria ao receber minha confissão.
Nós saímos pra jantar pra comemorar: meu pai, minha madrasta, o advogado com a esposa dele e eu. Minha irmastra tinha saído com o namorado querido dela. Tudo foi muito agradável, e brindamos por deixar pra trás meu pequeno problema — ou pelo menos era o que eu pensava naquele momento.
Uns dias depois do jantar, apareceu num jornal digital de quinta categoria e menos reputação ainda um artigo acusando meu pai e a empresa dele de serem mafiosos, de terem condutas que beiravam o crime e de terem vínculos com o poder, o que o livrava de ter que prestar contas à justiça. Tudo isso num tom de possibilidade, usando "supostamente" ou "possivelmente" mais de uma vez. Também mencionava, sem nomear, mas dando detalhes pra qualquer um identificar, uma grande empresa pra qual ele trabalhava.
Em algumas coisas, o artigo tava certo, embora eles não imaginassem o quanto. É que muitas vezes a gente anda numa linha entre o legal e o ilegal, e ela é muito fina, fácil de pisar do outro lado. Embora a gente soubesse de quem vinha o golpe, o cara tinha jogado muita merda e sem provas.
Como eu disse no começo, meu pai é ex-membro das Forças Especiais e tem uma empresa de segurança com os ex-companheiros dele. Embora ele diga que é membro pra vida toda, só não tá ativo. Desse trampo, uma grande multinacional é a principal cliente; essa empresa enorme recebe um serviço de segurança. e vigilância, segurança da informação, seguranças e motoristas para seus principais executivos, e uma equipe encarregada de espionagem e contraespionagem industrial — essas duas últimas são as mais sensíveis e polêmicas. Esse artigo, embora passasse despercebido pela maioria, não agradou nessa grande empresa e pediram que fosse resolvido o mais rápido possível.
A primeira coisa que meu pai fez foi processar o jornal digital, e a segunda, que me impressionou muito, foi marcar um encontro com o dono. Na verdade, ele era dono, jornalista, editor e um dos três funcionários. Digo que me impressionou porque pensei que meu pai o destruiria sem pensar duas vezes, e ali ele me mostrou que é mais astuto que uma raposa.
Ele tinha investigado Eliseo, o dono. Era um cara de 29 anos, gay, e sempre se dedicou a expor os poderosos que estão acima da lei. Isso porque ele teve uma vida realmente difícil: foi abusado pelo chefe da mãe dele. Esse filho da puta nunca teve o castigo que merecia e morreu como um homem honrado e pilar da sociedade, embora fosse um monstro.
Eliseo visitou a empresa do meu pai e a academia. Foi ali que realmente fez o clique nele. Lá tinha vários caras, muitos de baixa renda, alguns filhos de funcionários, mas ele começou a falar sobre caras que iam e sofriam abusos, bullying, e mostrou como ensinavam eles a se defender de alguém muito mais forte e poderoso. Eu vi o olhar de Eliseo em tudo isso: era uma mistura de surpresa e admiração pelo que faziam ali. Ele conversou com vários, inclusive comigo, e contamos nossas experiências.
Depois fomos jantar e entendi Eliseo. Era um homem honesto, mas não era jornalista de profissão, não tinha estudado para isso. Por isso também cometia muitos erros, como acusar sem as provas necessárias. No jantar, ele nos contou como chegou a informação sobre meu pai até ele. E no fim das contas, o pai do meu agressor era um dos principais clientes dele em publicidade. do diário, como eu disse, ele tinha uma empresa de manutenção e outra de limpeza. Conversando com Eliseo, contamos sobre nosso pequeno contratempo, ele ficou pensativo, acho que se sentiu usado.
Dito isso, meu pai estendeu uma pasta para ele, na qual detalhava oito abusos sexuais cometidos por esse indivíduo contra suas funcionárias, todas da empresa de limpeza e todas vulneráveis, de famílias humildes. Essas denúncias nunca davam em nada, e havia dois caminhos: ou as ameaçavam, que era o mais provável, ou as compravam com dinheiro.
Ao terminar o jantar, vimos Eliseo com fogo nos olhos e uma vontade louca de justiça. Poucos dias depois, ele publicou um artigo se desculpando com meu pai e admitindo um erro na sua fonte de informação. Mas o melhor de tudo veio um mês depois: um relatório completo sobre um empresário que abusava de suas funcionárias, pagava salários miseráveis e as submetia a todo tipo de humilhação, inclusive abuso sexual. Ele também conseguiu que várias delas depusessem e confirmassem as denúncias, e até pediu ajuda ao meu pai para arrumar emprego para elas, o que ele fez de bom grado.
O escândalo foi enorme na cidade, e até surgiram denúncias antigas contra ele. Meu pai e Eliseo acabaram amigos, e ele até indicou vários clientes para publicarem no diário digital dele. Eliseo refinou mais suas formas, e o diário se tornou mais sério e com mais sucesso.
Eu não saía muito. Embora fosse verdade que, por causa da minha nova popularidade, eu recebia mais convites para sair, continuava saindo com meus amigos nerds, indo a algum bar, show ou nos reunindo para jogar videogame na casa de algum deles. Com a Flor eu quase não saía, já que o pai dela, muito rígido, a mantinha sob rédea curta. Então era raro eu ter sexo numa noite de fim de semana. E como eu disse, não tinha transado há alguns dias, e adiei a abertura anal da minha submissa.
Mas naquele fim de semana, tudo se alinhou. planetas. Meu pai ia sair da cidade pra uma escapada romântica com a Gabriela, minha querida meia-irmã ia sair com o namoradinho dela, então a casa ia ficar só pra mim. E o pai da Florencia tinha que viajar a negócios. Assim que fiquei sabendo, falei pra Flor falar com a mãe dela porque ela vinha passar a noite comigo.
Ela chegou depois das onze da noite na minha casa. Trouxe tudo, e me confessou quando entrou que a mãe dela tinha mandado fazer um enema, pra limpar tudo. Cada vez eu gostava mais dela, era a parceira perfeita pra tudo. Fomos direto pro meu quarto, eu não queria perder muito tempo, tinha minhas necessidades pra cuidar. Tirei a roupa da Flor, e não consegui parar de admirar o corpo dela, tinha mudado muito, ela praticava ginástica artística, mesmo sendo magra, isso tinha tonificado muito o corpo dela e marcado a bunda, era pequena mas bem definida, redondinha e empinada.
Ela veio com um conjunto de lingerie de renda super sexy, vermelho com detalhes em preto, e lacinhos pequenos nos peitos e na bunda. Parecia mesmo um presente pra mim. O conjunto era perfeito, fazia um contraste bonito entre a pele branca dela, o cabelo preto, tinha partes transparentes e outras semi-transparentes, deixava a gente duro só de olhar.Flor:Vejo que o meu senhor gostou – eu continuava babando – hoje à tarde fui com minha mãe comprar isso, também fomos na estética, onde já estava na hora do meu tratamento a laser, e ainda fizeram banhos de creme pra minha pele cheirar melhor.
A verdade é que eu tava cada vez mais apaixonado por aquela senhora. Sentei na cama e chamei a Flor, pra ela fazer o mesmo nos meus joelhos, peguei o rosto dela e começamos a nos beijar com muita paixão, levei minhas mãos pros peitos dela e percebi que ela também tava excitada, os mamilos dela estavam durinhos como pedra, era o termômetro pessoal dela, algo que entregava tudo na hora. Apertei e amassei os peitos médios dela, até terminar beliscando os mamilos, enquanto nossas línguas continuavam numa luta sem igual. Desci minha mão e passei pela buceta dela, o contato com o tecido e a umidade que tinha foi sensacional, ela deixou escapar um gemido, e eu aproveitei pra atacar o pescoço dela.
Tinha pensado em ir direto pra penetração anal, mas essa apresentação merecia uma atenção especial. Depois de brincar um pouco, deitei ela na cama, até me dava pena de tirar as coisas dela, então afastei a calcinha fio dental dela, deixando à vista a bucetinha pequena dela toda molhada, mal dava pra ver uma linha rosada dos lábios maiores que era percorrida por uma gota.Fernando:Hoje, sua putinha, vou te levar ao céu e ao inferno ao mesmo tempo.
Disse isso enquanto me afundava naquela fenda, queria devorar tudo, o aroma era incrível, uma mistura de canela com frutas. Passei minha língua do púbis até o ânus, em certo momento a calcinha fio dental já me incomodava e tive que tirar. Mas nem por isso parei de percorrer cada milímetro daquela zona. Peguei um dedo e o introduzi no ânus dela, e fiz o mesmo com outro na buceta dela, enquanto comecei uma sucção direta no clitóris dela. Adicionei mais um dedo na buceta e no ânus dela e intensifiquei o ataque com minha língua na vulva dela. Flor não aguentou muito e me pediu permissão para gozar.Fernando:Claro, sua putinha, hoje você pode gozar o quanto quiser, não se segura em nada, vou te matar de prazer.
Não demorou nada e ela teve um orgasmo muito forte, tão forte quanto seus gritos. Eu terminei de me despir e subi nela na posição de missionário, não queria que ela esfriasse – ela tem a capacidade de encadear orgasmos, um atrás do outro.
Então penetrei ela de uma vez, ela abriu bem as pernas pra facilitar a penetração, levei dois dedos à boca dela e enfiei, ela começou a chupá-los como se fossem um pau, tirei e enfiei no cu dela, coisa que sei que ela agradeceu porque seus gemidos ficaram mais fortes – ela estava prestes a gozar de novo e não ia ser a única, eu também tava nessa. Não demorou muito e nós dois terminamos ofegantes, eu tive que deitar ao lado dela enquanto pegávamos ar e descansávamos um pouco, pude sentir bem o cheiro da pele dela, muito gostoso. Pra ser sincero, já fazia um tempo que eu sentia algo pela Florencia, ela era apaixonada por mim e acho que eu também, só que ela me adorava e eu era tudo pra ela.
A hora tinha chegado, coloquei a Flor de quatro e comecei a fazer sexo oral nela de novo, pra esquentar ela – precisava que ela estivesse muito excitada, não queria que doesse demais. Fui percorrendo tudo até chegar no cu dela, de novo o cheiro de creme me invadiu, comecei a saborear o cu dela, querendo penetrá-lo com minha língua, enquanto meus dedos invadiam a buceta da minha submissa.
Peguei da bolsinha que a Flor tinha trazido o dilatador anal e o creme, coloquei um pouco e comecei a penetrá-la com ele. Como ela passou semanas brincando com aquele brinquedo no cu, não foi difícil entrar. Quis colocar um pouco mais de creme lubrificante e percebi que não tinha mais, mas eu estava preparado – tinha comprado um e estava na minha mesa de cabeceira. Quando me viro pra ir pegar, vejo uma sombra na minha janela que se afasta. Não podia acreditar, de verdade os planetas tinham se alinhado – com minha meia-irmã a gente já tinha tido várias sessões. de espiã, mas essa era a primeira vez que era involuntária, pelo menos da minha parte.
Saí de casa, não sem antes mandar a Flor não se mexer. A porta que dava pro pátio ficava do lado do meu quarto, e lá estava a Laura, com o vestido todo desarrumado, a maquiagem borrada, vermelha, a calcinha fio dental no chão e um peito quase pra fora, mostrando o mamilo. Era óbvio que ela tava ali há um tempão e tinha se masturbado com a cena.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Muito bom, maninho, arrebenta essa puta, tá indo bem.
Tava completamente bêbada, e eu completamente pelado, os olhos dela iam do meu pau pro meu rosto, ida e volta.Fernando:Vem cá.
Puxei ela pra perto e dei um beijo de campeão, sem deixar ela pensar, me aproveitando dela. Depois do susto inicial, a Laura colaborou completamente comigo, até passou as mãos no meu pescoço. A gente se separou e ficou se olhando nos olhos.
Peguei na mão dela e levei ela pra dentro de casa, até o meu quarto. A Flor continuava na mesma posição que eu deixei, com a bunda empinada, bem pra fora, e o dilatador brilhando no cu dela. A Laura ficou parada no meio do quarto olhando aquilo, e eu aproveitei o momento pra puxar o vestido dela pra baixo, deixando ela nua. Ela tentou falar alguma coisa, mas eu calei ela com um beijo. Minha mão foi na buceta dela, e tava completamente molhada. A boca dela tinha gosto de álcool. Ela não resistiu a nada. Eu masturbava ela sem dó, meti uma mão por trás e penetrava a buceta dela, e quando tirava a mão, esfregava a racha do cu dela.
A Flor via tudo de lado, não queria que o momento dela passasse. Ela era a importante agora, mas também não queria perder a minha irmastra. Então eu me separei e a gente se aproximou da Flor. A Laura esticou a mão pra tocar o dilatador, e eu continuei masturbando ela. Num dado momento, ela quis tirar o dilatador e custou um pouco. Ela ficou surpresa quando conseguiu, e aí colocou de novo, e repetiu a ação. Tava igual uma criança, mas muito tesuda. Os olhos dela soltavam fogo.Fernando:Come ele.
Falei isso enquanto empurrava a cabeça dela na direção da bunda da Flor. Ela ficou a centímetros do cu dela, e tirou o dilatador de novo pra observar bem, também viu o buraquinho que deixou no ânus, enfiou de novo e levou a mão até a buceta da minha submissa. Enquanto eu ia pegar o creme lubrificante, não podia acreditar, um sonho realizado, mas não podia cagar com tudo.
Quando me aproximei, a Laura já tinha a língua enfiada no cu da Flor e dois dedos na buceta dela. Peguei o dilatador e passei lubrificante, enquanto olhava pra raba da minha meia-irmã, verdade seja dita, tinha duas bundas impressionantes à minha disposição naquela noite.
Enquanto minha meia-irmã continuava no trabalho dela, passei o dilatador pra ela, que pegou e, com um brilho nos olhos, enfiou naquele cu. Não foi delicada, começou a masturbar o ânus da Flor com mais intensidade. A cena era muito excitante: Florencia na cama de quatro, Laura de joelhos atrás dela, chupando a buceta e penetrando com um brinquedo, enquanto eu comecei a meter dois dedos na buceta da Laura, que era uma lagoa de molhada. Os gemidos das duas ficaram mais intensos e fortes, e eu não parava de masturbar a Laura. Tentei enfiar um dedo no cu dela e não consegui, tava fechadíssimo. Ela tirou minha mão e me olhou desafiadora.Fernando:Isso um dia vai ser meu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nem nos seus sonhos.
Continuamos com o jogo por mais alguns segundos, mas a Flor estava prestes a gozar e aquele era o momento mais oportuno para penetrá-la. Me posicionei atrás dela enquanto a Laura não tinha se mexido, queria observar tudo o mais de perto possível. Tentei penetrar aquele cu, mas o lubrificante e o quão apertado estava fez com que escorregasse de repente. Uma mão segurou meu pau, uma mão apontou minha flecha para o alvo. Dessa vez não errei e entrei com ¼ do meu pau. A Flor ficou tensa, com certeza doeu, ela estava dura. Naquele momento, a Laura começou a masturbá-la e esfregar o clitóris dela. Eu fiquei parado até perceber que tudo estava cedendo, meu pau foi penetrando aos poucos aquele cu precioso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Faz agora, mas devagar — Ela disse me olhando direto nos olhos, aquilo foi a coisa mais excitante que já vivi na vida.
Levantei uma perna em cima da cama, isso deu espaço pra Laura se aproximar e chupar a buceta dela. Meu pau encostou, e Flor pareceu sentir só a dor inicial. Depois de alguns segundos parado, comecei a me mover e penetrar aquele cu. Tava no auge quando senti uma língua nas minhas bolas. Verdade seja dita, minha meia-irmã tava dando tudo de si. Quando olhei pra ela, tava de quatro embaixo da gente, se masturbando furiosamente. Eu já não aguentava mais, aquilo era estímulo demais pra mim, e já tava bombando aquele cu com toda minha força, uma vez e outra.
Mas tudo tem um fim, mesmo quando você tá no paraíso. Dois jatos potentes de porra dentro das tripas da Flor. Meu sêmen saiu quente como nunca, mas também tirei e outros dois foram parar na Laura. Ela, sem pensar, pegou meu pau e levou pra boca, prolongando meu orgasmo. Não chegou a enfiar nem metade, mas a sensação da boca e língua dela enquanto eu gozava era puro prazer. Enquanto isso, ela teve um orgasmo tão forte que acabou soltando um jorro de fluxo da buceta dela no chão inteiro.
Ficamos largados na cama, os três de boca aberta procurando ar. Nossos corações não batiam, eles socavam o peito. Eu dava beijinhos na Flor, enquanto, depois de alguns segundos, Laura se levantou, pegou a roupa e foi embora sem dizer nada. Vi que as pernas dela ainda tremiam. Antes de sair, nos lançou um olhar, quase indecifrável.Flor:Eu amo o senhor, meu senhor, esse presente foi maravilhoso, o sexo anal foi impressionante.Fernando:Eu também te amo, sua putinha - o olhar de Flor ficou vidrado, e ela se aninhou no meu peito, pude sentir as lágrimas de alegria ao receber minha confissão.
3 comentários - Flor: Abertura Anal na Família Complicada
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