Fazia um bom tempo que eu não tinha encontros com gente nova, muitas conversas, mas mais punheteiros do que outra coisa, bom, com os punheteiros tudo bem, adoro quando eles batem uma enquanto eu como a mulher deles, o que me irrita são os virtuais e mentirosos, mas enfim, de tantas conversas apareceu o Sebastián, namorando a Mili, já tinham feito um encontro cuckold com uma ex muito gostosa e queriam mais.
A gente conversou, se entrosou, ele disse que tinha tendências curiosas, papeamos bastante e tentávamos fazer algo mais pesado que saísse do comum, e surgiu o assunto de que eles não moravam juntos e que a Mili no fim do mês ia largar o apê dela e eles iam morar juntos.
Ele curtiu a ideia de eu ir desinstalar um split e tirar uns apliques de luz, eu mandado por ele, mas ele não ia estar presente dessa vez por causa de trampo.
Na sexta-feira, dia 25, fui, fiz tudo que era previsto, a Mili foi bem agradável, ah, ela não sabia do que eu tinha falado com ele. Quando tô quase terminando, mando mensagem pro Sebas e ele liga pra Mili, diz pra ela que quer que ela faça tudo que ele mandar, que não desligue e que mude pra videochamada.
Ela se aproxima do quarto onde eu tava tirando a luz do teto, ela com o telefone na mão e no viva-voz.
E ouço o Sebas: "Nico, a Mili vai te pagar de um jeito muito especial", ele diz, "Mili, chupa a pica do Nico", me dá o telefone pra ele ver, e ela tira meu pau da calça e começa a chupar bem quietinha, obediente e colocando muita vontade, enquanto ele me dizia: "Tá vendo como ela chupa bem? Engasga ela!!, dá uns tapas na cara que ela gosta, cospe na boca dela."
Depois de um tempo, ele mandou ela abaixar o moletom e me mostrar a raba, eu acariciei e ela já tava com a buceta toda molhada, tirou a roupa, terminou de tirar minha calça, já tinha a camisinha pronta, coloquei e falei pra ela sentar em cima. Coloquei o telefone numa posição que ele visse e a mina gozou em cima de mim, enfiou de uma vez, fez um som gutural, ficou um segundo parada e começou devagarinho a se mexer até terminar. pulando no meu pau com as bochechas vermelhas das palmadas que eu dei, nessa posição eu demoro pra gozar então aguentei um bom tempo, já estávamos suados, nisso o Sebas ia pra segunda punheta e eu comecei a brincar com a bunda dela, ela não falou nada, tava entregue. Ela já tinha gozado e eu queria comer o cu dela, então tirei ela de cima e coloquei de quatro na cama, eu fiquei em pé atrás, peguei o celular de novo. Sebas já não falava mais, eu falei: "vou comer seu cu agora, mas quero que você peça". Ela não demorou e disse: "por favor, Nico, quero ver esse cu destruído!!". "Se é isso que você quer, corno, vai ter."
Mandei a Mili apoiar a cabeça na cama e levantar bem a raba. Quando ela se ajeitou, comecei a meter de leve, entrava um pouquinho e saía, fiz isso várias vezes e depois enfiei devagar até o fundo. Ela fazia cara de sofrimento mas não soltava nenhum som. Tirei, cuspi no cu dela e entrei de novo, repeti isso umas vezes até que quando tava mais dilatado comecei a bombar rápido, puxava os braços dela pra trás e sacudia ela. Aquele cuzinho apertado me deixou louco, não aguentava mais. Perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela disse pra encher o cu dela de porra. Sinceramente, não conhecia eles o suficiente pra comer no pelo, então quando tava quase gozando, tirei, joguei umas porradas no cu dela pro Sebas ver, e o resto fiz a Mili tomar, ela engoliu sem reclamar.
Desligamos a chamada e conversando mais de boa com a Mili, ela me disse que tinham começado há pouco tempo, que o Sebas tava pirado com isso, cada dia mais tarado, que ela tinha gostado mas tava com medo dele se perder nas fantasias dele. Falei pra ela ir devagar, aproveitar cada encontro e ir até onde ela se sentisse confortável.
Fiquei de combinar com o Sebas que na próxima a gente se encontrava os três. Falei: "faz uma coisa, dessa vez dirige você, pensa no que quer fazer, o que quer que ele faça com você, o que o Sebas faz e o que a gente faz com o Sebas. Assim você se sente mais segura e já coloca um limite no Sebas também."
Ela gostou da ideia. É isso aí, tomamos um café falando de besteiras que não vêm ao caso da história, nos despedimos com o primeiro beijo de língua e eu vazei.
A gente conversou, se entrosou, ele disse que tinha tendências curiosas, papeamos bastante e tentávamos fazer algo mais pesado que saísse do comum, e surgiu o assunto de que eles não moravam juntos e que a Mili no fim do mês ia largar o apê dela e eles iam morar juntos.
Ele curtiu a ideia de eu ir desinstalar um split e tirar uns apliques de luz, eu mandado por ele, mas ele não ia estar presente dessa vez por causa de trampo.
Na sexta-feira, dia 25, fui, fiz tudo que era previsto, a Mili foi bem agradável, ah, ela não sabia do que eu tinha falado com ele. Quando tô quase terminando, mando mensagem pro Sebas e ele liga pra Mili, diz pra ela que quer que ela faça tudo que ele mandar, que não desligue e que mude pra videochamada.
Ela se aproxima do quarto onde eu tava tirando a luz do teto, ela com o telefone na mão e no viva-voz.
E ouço o Sebas: "Nico, a Mili vai te pagar de um jeito muito especial", ele diz, "Mili, chupa a pica do Nico", me dá o telefone pra ele ver, e ela tira meu pau da calça e começa a chupar bem quietinha, obediente e colocando muita vontade, enquanto ele me dizia: "Tá vendo como ela chupa bem? Engasga ela!!, dá uns tapas na cara que ela gosta, cospe na boca dela."
Depois de um tempo, ele mandou ela abaixar o moletom e me mostrar a raba, eu acariciei e ela já tava com a buceta toda molhada, tirou a roupa, terminou de tirar minha calça, já tinha a camisinha pronta, coloquei e falei pra ela sentar em cima. Coloquei o telefone numa posição que ele visse e a mina gozou em cima de mim, enfiou de uma vez, fez um som gutural, ficou um segundo parada e começou devagarinho a se mexer até terminar. pulando no meu pau com as bochechas vermelhas das palmadas que eu dei, nessa posição eu demoro pra gozar então aguentei um bom tempo, já estávamos suados, nisso o Sebas ia pra segunda punheta e eu comecei a brincar com a bunda dela, ela não falou nada, tava entregue. Ela já tinha gozado e eu queria comer o cu dela, então tirei ela de cima e coloquei de quatro na cama, eu fiquei em pé atrás, peguei o celular de novo. Sebas já não falava mais, eu falei: "vou comer seu cu agora, mas quero que você peça". Ela não demorou e disse: "por favor, Nico, quero ver esse cu destruído!!". "Se é isso que você quer, corno, vai ter."
Mandei a Mili apoiar a cabeça na cama e levantar bem a raba. Quando ela se ajeitou, comecei a meter de leve, entrava um pouquinho e saía, fiz isso várias vezes e depois enfiei devagar até o fundo. Ela fazia cara de sofrimento mas não soltava nenhum som. Tirei, cuspi no cu dela e entrei de novo, repeti isso umas vezes até que quando tava mais dilatado comecei a bombar rápido, puxava os braços dela pra trás e sacudia ela. Aquele cuzinho apertado me deixou louco, não aguentava mais. Perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela disse pra encher o cu dela de porra. Sinceramente, não conhecia eles o suficiente pra comer no pelo, então quando tava quase gozando, tirei, joguei umas porradas no cu dela pro Sebas ver, e o resto fiz a Mili tomar, ela engoliu sem reclamar.
Desligamos a chamada e conversando mais de boa com a Mili, ela me disse que tinham começado há pouco tempo, que o Sebas tava pirado com isso, cada dia mais tarado, que ela tinha gostado mas tava com medo dele se perder nas fantasias dele. Falei pra ela ir devagar, aproveitar cada encontro e ir até onde ela se sentisse confortável.
Fiquei de combinar com o Sebas que na próxima a gente se encontrava os três. Falei: "faz uma coisa, dessa vez dirige você, pensa no que quer fazer, o que quer que ele faça com você, o que o Sebas faz e o que a gente faz com o Sebas. Assim você se sente mais segura e já coloca um limite no Sebas também."
Ela gostou da ideia. É isso aí, tomamos um café falando de besteiras que não vêm ao caso da história, nos despedimos com o primeiro beijo de língua e eu vazei.
2 comentários - De novo trabalho em casa
Y lo mejor es que encontraron a alguien que la tiene clara
Eso suma un monton
Y lo cuentes obvio aajaja