Capítulo1Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3 Capítulo 4Embora na sexta à noite eu tenha ficado até tarde com meus amigos, meu corpo acordou no sábado no horário de sempre. Então desci até uma chocolateria que ficava não muito longe da minha rua, e comprei chocolate e uns churros pra tomar café com a Dani quando ela chegasse. Esperava que ela não demorasse muito.
Enquanto esperava, comecei a mexer na TV. Lembrei que tinha deixado um HD com vários vídeos conectados. E de repente, me deparei com um filme pornô. Um bem especial… e em questão de dois minutos, a campainha tocou. Era a Daniela, com a clássica camiseta e calça jeans.
“Bom dia”, ela disse, me dando um beijo na boca. “Se divertiu ontem à noite?”
“Foi legal. Mas melhor ainda é com você”, falei, e passei a mão na bunda dela quando ela entrou na minha casa.
“Nossa, quase nem senti. Deixa eu ver…”, ela disse, empinando a bunda pra eu apalpar. Mas quando eu tava curtindo… “Porra, esse é você!”
Eu tinha esquecido de desligar a TV. E naquele momento tinha um close meu, pelado, enquanto eu ia pra cama, onde tinha mais alguém me esperando de pernas abertas.
“Mas é a Valentina! Vocês fizeram um pornô?!”, a Daniela se surpreendeu.
“Foi ideia dela”, expliquei. Tentei desligar a TV, mas a Dani foi mais rápida e tomou o controle de mim, sem tirar os olhos da tela. Decidi servir o chocolate e deixar os churros por perto pra comer. “Tá gostando do que vê?”
“Fico com ciúmes… eu não chupo tão bem assim”, comentou enquanto mostrava um plano de lado gravando o boquete da Valentina. De repente a tela se dividiu em duas, mostrando ao mesmo tempo um plano do teto. “Cara, como vocês gravaram isso?”
“A Valentina trabalha com fotografia e vídeo. E há um tempo ela me disse que queria experimentar”, contei enquanto curtia o chocolate. “Ela propôs e eu topei. Instalou várias câmeras no quarto dela e gravou toda a trepada que a gente deu de todos os ângulos. E depois ela cuidou de tudo.” de escolher os ângulos que mostravam a gente melhor pra cada posição”
“Você deve estar se divertindo pra caralho com ela…”
“Igual com você. E me dá o controle. Não é certo você ver isso sem a permissão dela”, pedi. Ela me entregou fazendo um gesto de tanto faz, inflando as bochechas. “O que você queria, ver ela inteira e dar nota como se fosse Netflix?”, brincou.
Dani balançou a cabeça, e murmurou alguma coisa. Olhei pra ela sem entender. Ela baixou a cabeça e se aproximou um pouco de mim no sofá, sem ousar me olhar.Pois eu quero que a gente grave nosso vídeo juntos.”, ele sussurrou. “Tá falando sério?”, me surpreendi. “Qual é, pode gravar com ela e comigo não?”, perguntou. “Tipo… me dá muito tesão pensar em me ver. E ontem teria sido útil ter aquele vídeo, já que não podia te ter” “Beleza. Mas lembra de uma coisa: é um vídeo pornô pra gente. Não precisa fazer nada do que você viu na internet, ok? Só vamos nos divertir enquanto gravamos”Nós— Você vai me deixar gravar essa carinha linda?", perguntou, animada.
"Claro. Ou você vai ver o vídeo e pensar que tá com outro?", brinquei.
"Claro que não. Eu não quero ninguém além de você", disse, me deixando vermelho. E tirou o celular do bolso. "Só não quero falar muito, que me dá vergonha... Como a gente pode começar?"
"E você queria gravar", brinquei, e ela me deu um tapinha no ombro. "Tenho uma ideia. Por que você não começa dançando pra câmera? Vai tirando a roupa, eu pego uns primeiros planos seus, e depois deixo você fazer o que quiser comigo", sugeri.
"Fazer a gostosa na câmera?", perguntou, envergonhada.SendoGostosa na câmera", respondi. Afastei a mesinha e recuei um pouco o sofá pra dar espaço pra ela. Depois sentei e comecei a gravar.
Meio sem jeito, a Daniela sorriu pra câmera e começou a se mexer. Devagarzinho, uma volta mostrando o corpinho dela pra câmera. Não sabia fazer twerking, mas sabia rebolar a bunda em círculos pra câmera. Depois deu outra volta, e quando tava de costas, tirou a camiseta. Continuou girando, e já de frente pra mim, abaixou a calça, ficando só de calcinha e sutiã. Eu dei um zoom pra ver melhor, e foquei na bunda dela quando ela colocou ela empinada pra câmera e começou a acariciar.
Tirei o zoom e me aproximei dela, pra pegar naquela bundona enquanto gravava com a outra mão. Ela pareceu gostar. Fiquei de pé enquanto ela tirava o sutiã, soltando os peitos. Ela me chamou pra pegar neles e eu peguei, enquanto trocava o celular de mão pra aproveitar com as duas. Enquanto isso, ela tirou a calcinha. Me afastei um pouco, pegando uma visão completa do corpo dela, e ela deu outra volta quando pedi. Ela colocou a bunda de novo e, meio sem graça, abriu as nádegas pra câmera. Eu sentei no chão, pegando um close do cuzinho dela exposto. Chupei um dedo antes de acariciar ele, fazendo ela tremer.
Ela girou de novo pra ficar de frente pra mim, e fez a mesma coisa com a bucetinha dela. Abriu os lábios da buceta pra câmera. Eu gravei ela se acariciando, e depois foquei de baixo o corpo nu dela. Ela parecia satisfeita, e mais relaxada. Fez um sinalzinho pra eu voltar pro sofá, e eu me preparei pra ela. Ela veio de quatro até mim, se colocou entre minhas pernas e começou a acariciar meu volume, por cima da calça. Suspirou. Não sei se olhava pra câmera ou pra mim, mas tava linda.
Ela desabotoou minha calça e tirou, pra aproveitar minha virilha ainda de cueca. Ela apalpou meu pau enquanto deixava ele duro, e eu aproximei um pouco a câmera dela. Ela sorriu sem graça e me deu uns beijinhos no pau, me olhando, antes de... de tirar a cueca e começou a me masturbar com uma mão enquanto com a outra acariciava um peito. Começou a lamber minha pica, percorrendo ela inteira com os lábios e com a língua, antes de meter na boca e começar a chupar. Deus, como me deixava excitado. A sensação e o som sujo do "chup chup" cada vez que ela engolia.
Para minha surpresa, ela pediu meu celular e se gravou curtindo meu pau. Eu aproveitei que tinha as mãos livres para tirar a camiseta, e nesse momento, Daniela parou para me gravar. Acenei para a câmera com um sorriso e depois ela foi descendo por todo meu torso até pegar um close da minha pica. Colocou a câmera o mais perto que pôde para se gravar chupando de novo, antes de me devolver e eu voltar a gravar ela. Tentei mostrar bem a carinha dela enquanto fazia isso.
Depois começou a brincar também com os peitos na minha pica, como tinha aprendido a fazer. Deus, isso já era demais. Ia gozar a qualquer momento, o boquete dela tinha me deixado a mil. E aquela brincadeira… aguentei com o celular na mão enquanto ela parecia curtir minha reação. Pensei em pausar o vídeo, mas já era tarde demais. Gozei na carinha e nos peitos dela, deixando ela toda melada… e com um sorriso de prazer no rosto.
Daniela correu para tirar o celular da minha mão e pausou a gravação, e foi se lavar.
"Ei… cê tá bem?"
"Claro. Não é a primeira vez que você goza assim… nem a última", completou, piscando um olho. "Agora vamos pra cama, que quero curtir essa rola que você tem…"
"Antes disso eu tenho que fazer outra coisa"
"O quê?"
Já no sofá, a mão de Daniela tremia enquanto me gravava. Ela tinha se deitado na cama, e eu estava com a cabeça entre as pernas dela, provando o gosto da bucetinha dela. Olhei pra carinha envergonhada dela, mas o telefone parecia tampar. Sorri e usei minha língua com mais vontade. Brinquei um pouco com meus dedos enquanto sorria com malícia pra ela. Ela me estendeu o câmera e tentei gravar um close da buceta dela com minha língua lambendo. Não ficou muito bom, mas ela adorava a sensação, e era isso que importava.
E com o celular já na mão, quando terminei de chupar a buceta dela, me posicionei direto entre as pernas dela. Peguei um close da minha pica e da boceta dela, me aproximei um pouco mais, e meti devagar. Comecei a me mover na hora, gravando o ponto onde nossos sexos se encontravam. Fiquei ali um tempão, até que comecei a gravar mais pra cima, capturando o movimento do corpo dela com minhas estocadas, e o balanço dos peitos dela no ritmo que eu metia.
Gravei um close por uns dois minutos e depois filmei a carinha envergonhada da Daniela. Ela tirou o celular da minha mão e nos gravou enquanto me dava um beijo, e depois começou a fazer caretas pra câmera enquanto eu segurava as pernas dela e a fodia com mais gosto. Sorri quando ela me filmou enquanto minhas cadeiras empurravam uma e outra vez contra ela, gemendo e suspirando de prazer. Ela voltou a nos gravar, esticando o braço, de modo que dava pra ver nós dois na cama. Não demorei pra gozar de novo, mas a Dani não quis gravar essa parte.
“Isso a gente corta”, disse ela, enquanto me fazia uma punheta, e depois de ter limpado a boceta. “E agora, a gente continua…”
Voltamos pro meu sofá, onde ela ficou de quatro. Dessa vez, começou a se gravar tipo selfie, mas se certificando de que eu aparecia atrás dela. Dilatei o cu dela com cuidado, e comecei a meter devagar. Que carinha de pervertida ela fez na hora. Se apoiou no encosto do sofá pra aguentar melhor o ritmo, enquanto eu fodava a bunda dela. Que gostosa que era, que apertada. Peguei o celular dela e gravei perfeitamente como o cu dela engolia minha pica com facilidade. Passei a mão, aproveitando a bunda dela. E naquele momento, dei um tapa.
“Ai!”, protestou a Daniela. Pensei que tinha acabado tudo ali. “Isso, papai! Me dá mais!”, pediu. Fiquei surpreso, mas fiz. Afastei um pouco mais a câmera, e enquanto eu via como ele metia uma e outra vez, eu bati nela de novo. Ela gemeu, pedindo mais. Dei umas quatro ou cinco palmadas a mais, e nessa hora, tirei ele da bunda dela e comecei a foder a bucetinha de novo. Eu me sentia umfodedorNaquele momento, a Daniela gozando com minhas enfiadas.
Depois ela pediu pra parar e se deitou de barriga pra cima no sofá de novo, pra eu gozar, enquanto ela gravava com o braço esticado, apoiado no sofá. Meti de novo, e foi questão de uns minutos de foder ela que gozei dentro dela enquanto ela jorrava ao mesmo tempo. Sorri, e quando tirei, ela pegou um close da bucetinha dela toda melada. E de repente, me fez uma punheta rápida. Aquilo me surpreendeu, e um jatinho de leite caiu de novo no rosto dela, nos peitos e no corpo. Ela sorriu, e me deu um beijinho que capturou com a câmera antes de parar de gravar.
“Nossa, como eu tô me sentindo bem!”, exclamou. “Valeu! Valeu!”, me abraçou e me beijou. “Foi bom, né?”
“Muito bom. Mas a gente devia se lavar”, lembrei.
Ela concordou e fomos nos limpar. Por sorte, dessa vez a capa do sofá não tinha sofrido, então voltamos pra ele. Eu de cueca, e ela só de calcinha. Ficamos um tempão dormindo, de tanto cansaço, aninhados juntos. Era incrível. Ela cheirava a mulher. Aquele aroma tão delicado…
Quando acordamos, já era hora do almoço. Decidi convidar ela pra rua da frente, onde se comia muito gostoso e com preço bom. Ela aceitou o convite, e fomos pra lá. Depois da comida e do café, voltamos pro meu apê.
“Quer ver um filme?”, perguntei. “Depois da soneca de antes, não tô a fim de tirar um cochilo.”
“Eu também não”, disse ela. “Na real… a gente só fez metade do filme…”, comentou.
“Como assim?”
“Bom, a gente fez como a Daniela… mas não como o Daniel”, deixou no ar.
“Quer que a gente grave de novo?”
“Te incomoda?”, perguntou.
“Não é por gravar. É que a câmera… curto mais contigo quando só posso focar em dar prazer pra gente”, admiti.
“Entendo. É, sei que é chato. Mas tava a fim.”
“Não falei que não vamos fazer. A gente vai ter nosso filme pornô com você de garoto”, garanti. “Mas depois, quero…” que a gente volte a foder normalmente”
“Claro!”
“E o que você quer? Fazer com as mãos ou igual antes?”, perguntei enquanto estávamos no banheiro. Daniela jogou água fria em si mesma e, num instante, voltava a ser Daniel.
“Nada disso! Na verdade, só queria pedir umas cuecas emprestadas e a gente começar já de cueca. Quero tentar gravar algo diferente”, ele disse. Fomos até meu armário, onde emprestei o que ele pediu. Comecei a tirar a roupa, ficando só de cueca para ele.
“Então você me guia”, falei.
Ele sorriu e me deu um beijo antes de ligar a câmera e me entregar. Então, os dois de pé e de cueca, gravei como Daniel me beijava e acariciava meu corpo, devagar. Passou os lábios por ele todo e depois me fez sentar na borda da cama, enquanto se esticava no colchão. Me deu mais beijos, enquanto a mão dele cuidava de estimular meu pau. Não demorou muito para eu ficar duro. E com aquele sorriso de satisfação que eu já conhecia, ele tirou minha cueca.
Gravei um close do rostinho dele com a boca cheia do meu pau. Ele fechou os olhos enquanto me chupava, acariciando minhas bolas ao mesmo tempo. Sorriu para a câmera enquanto brincava com meu pau, e dava para ver como uma bochecha inchava quando ele o tinha na boca. Eu afastei um pouco a câmera e, com a mão livre, puxei a cueca dele para o lado e comecei a masturbá-lo. Porra, ele mexia a cintura no ritmo da minha mão. Que delícia que era.
Me surpreendi quando, depois de um tempo assim, ele pediu para trocar de posição. Ele começou a gravar, deitado de barriga para cima… e eu montei na cabeça dele, guiando meu pau até a boca dele, que abriu para começar a chupar… e comecei a foder a boca dele. Isso me deixava louco. Segurei a cabeça dele com cuidado e comecei a meter na boca enquanto ele aguentava, com paciência. Tirei para ele respirar, e ele brincou com meu pau esfregando no rosto dele, antes de colocar de novo na boca, e eu fodi ele de novo.
Dani estava descontrolado, e ele pediu pra trocar pela terceira vez. Isso também a gente nunca tinha feito antes, mas eu deixei rolar. Aproveitando a posição dele, me deitei por cima, no sentido contrário. Minha pica tava de novo na boca dele… e eu tinha a dele roçando meus lábios, então começamos um 69. Ele gravou um tempão enquanto me chupava, e brincou com meu cu. Tentei relaxar o rabo pra câmera, que pegou um plano bonito de como eu tava aberto enquanto Daniel me mamava e brincava com meu cu.
Ele deu uns tapinhas de leve e eu percebi que queria passar a câmera, então comecei a gravar enquanto chupava a pica dele. Me vi no reflexo da câmera frontal e fiquei vermelho. Chupei com gosto, deixando bem babada. Um close, tentando meter inteira na boca. Provar as bolas dele, antes de chupar de novo. Estiquei o braço e tentei manter bem afastado enquanto continuávamos a mamada mútua, até que senti ele gozar na minha boca, bem na hora que eu tava gozando. Com cuidado, aproximei a câmera de novo e gravei o leite dele na minha língua… e engoli. Depois, me afastei do corpo do Daniel e gravei ele, que espremia meu esperma e deu uma olhada lasciva pra câmera, com meu leite caindo na língua dele e escorrendo pelo canto da boca. E aí, a gente se beijou antes de pausar a gravação.
“Pronto pro segundo round?”, o Daniel perguntou, depois de nos limpar e voltar pro sofá.
“Pronto”, falei.
A gente tinha apoiado a câmera na mesa, e ela tava gravando a gente. Ele tava sentado no sofá, e eu ia sentar em cima da pica dele, com as pernas bem abertas pra aparecer tudo na câmera. Apertei o record e com meu cu preparado, comecei a descer devagar na pica lubrificada dele. A câmera pegou o momento em que minha cara mudava pra expressão de prazer total. Ah, sim, como ele acertava minha próstata. Com muito cuidado, comecei a subir e descer na pica dele.
Meu cu foi se abrindo enquanto ele me comia. Subi e desci. por um tempinho, como a gente tinha combinado, e aí me estiquei pra pegar o telefone de volta e gravar a gente de cima. Nessa hora, apoiei os pés no sofá, e debaixo de mim, o Dani segurou minha cintura e começou a me foder. Sentia as bolas dele batendo nas minhas a cada estocada e me dava muito prazer. Eu me deixei levar, curtindo como o pau do meu amigo deslizava pra dentro e pra fora do meu cu.
Comecei a bater uma rápida enquanto continuava gravando. E nesse momento, tomei um susto. O Dani levantou minhas pernas pro alto, afundando um pouco mais dentro do meu cu. Aquilo começava a me enlouquecer. O pau dele atacava sem piedade minha próstata. Gemi, derrotado pelo prazer, e comecei a gozar no ar, sem parar de bater punheta, enquanto sentia o pau do Dani dentro de mim gozando também. Com o pau ainda enfiado no meu cu, ele esticou minhas pernas com cuidado no sofá e começou a bater uma pra mim enquanto a gente se beijava. Pegou a câmera e gravou um close do pau dele enfiado no meu cu, e depois tirou, com meu cu lambuzado de porra dele.
Com meu cu sujo (e me excitando por causa disso), voltamos pra cama, onde gravei do meu ponto de vista enquanto me aproximava dele, que esperava com as pernas dobradas e abertas pra mim. Vi ele lubrificando o cu pra câmera, enfiando dois dedos com bastante facilidade, e aí ele me fez deitar na cama, subindo pra ficar por cima de mim. Separou as nádegas, e consegui gravar o momento em que meu pau afundava dentro dele.
Ele começou a subir e descer num ritmo bom, enquanto se acariciava os mamilos. Peguei um plano da minha barriga pra cima, vendo ele quicar no meu pau uma e outra vez, com o pau dele gotejando porra. Ele fazia maravilhosamente bem, e até sorriu pra câmera enquanto se mexia pro cu dele engolir meu pau. Me pediu a câmera e se gravou, antes de começar a me gravar, enquanto começava a bater uma por cima do meu corpo. Afastou a câmera o máximo que Que pôde, tentando se gravar, mas no final eu recuperei a câmera e gravei ele.
Depois estiquei bem o braço, pegando um plano dos dois com ele quicando sem parar na minha pica. Comecei a masturbar ele, enquanto ele gemia. E naquele momento, com minha pica ainda dentro, Daniel começou a se virar e a me montar de costas. Que sensação gostosa na minha pica. Aproximei a câmera e comecei a gravar a bunda dele enquanto dava uns tapas, fazendo ele gritar de prazer. Depois ele pediu a câmera e começou a se gravar. Eu segurei os quadris dele pra foder enquanto ele continuava quicando no meu pau e se punhetando.
E naquele momento me levantei e coloquei ele de quatro pra foder. Dani se adaptou perfeitamente ao meu movimento e gravou a gente enquanto eu finalizava o serviço. Ele gozou nos meus lençóis, e eu não demorei muito pra gozar dentro da bunda deliciosa dele.
Pensei que tinha acabado, mas Dani pediu um último plano. Voltamos pro sofá, e com a câmera apoiada, nos gravamos enquanto nos beijávamos e fazíamos uma punheta mútua. Nos acariciamos, até nos abaixamos pra chupar o pau um do outro algumas vezes. Senti a mão dele nos meus mamilos, estimulando eles. E gozamos, juntos, no peito um do outro, enquanto nossas línguas continuavam dançando.
"Foi muito intenso", admiti quando finalmente desligamos a câmera do celular.
"Você gostou?"
"Sim, muito... não esperava que você me fodesse assim", admiti, enquanto íamos pro banheiro.
"Não... não consegui evitar. Você gostou?"
"Muito. E você gostou dos tapas?"
"Me deixaram louco. É uma sensação incrível", ele disse. "Mas prometo não fazer isso com você se não quiser."
"Vou ter que deixar você fazer em algum momento, pra ver como é", brinquei. Entramos na água quente e nos limpamos. Senti as mãos de Dani me ajudando a limpar minha bunda e fiz o mesmo com ele. Nos demos um beijo debaixo d'água, e então percebi que a água começava a sair mais fria. Dani tinha virado a torneira, e se... Ela se transformou em Daniela nos meus braços. "E isso aqui?"
"Hoje eu tinha vindo pra ser sua garota", ela me contou. "Mas não dava pra ficar sem levar uma lembrança boa como o Daniel. Tudo bem pra você se eu ficar assim até amanhã?"
"Do jeito que você preferir. Mas... agora tô meio cansado pra foder mais"
"Eu também. Você topa dar uma volta? E te convido pra jantar fora, que hoje a gente comeu do seu bolso"
Ela falou isso com um pouco de vergonha, como tudo que fugia da foda.
"Aceito de bom grado. E hoje à noite", me aproximei dela e sussurrei no ouvido, "vou fazer você gozar até perder o sentido"
"... E eu quero que você faça isso", ela murmurou.
Então nos vestimos e nos preparamos pra sair.
"Ei, Dani. Posso te fazer uma pergunta sobre... seu corpo original?"
"Claro, pode falar"
"Você já comeu alguma mina desde que terminou com sua ex?", perguntei. Já estávamos vestidos e prontos pra ir.
"Bom... não", ela admitiu.
"E você gostaria?"
"Não me importaria. Quer dizer, não tô reclamando de você!", ela se assustou.
"Calma. Quer que eu tente arranjar uma oportunidade pra você?", sugeri.
"O que você bolou?CONTINUANo próximo capítulo vai estrear, finalmente, a Valentina 😉 E enquanto isso, te convido a dar uma olhada nas minhas outras histórias.enlaçados neste post
Enquanto esperava, comecei a mexer na TV. Lembrei que tinha deixado um HD com vários vídeos conectados. E de repente, me deparei com um filme pornô. Um bem especial… e em questão de dois minutos, a campainha tocou. Era a Daniela, com a clássica camiseta e calça jeans.
“Bom dia”, ela disse, me dando um beijo na boca. “Se divertiu ontem à noite?”
“Foi legal. Mas melhor ainda é com você”, falei, e passei a mão na bunda dela quando ela entrou na minha casa.
“Nossa, quase nem senti. Deixa eu ver…”, ela disse, empinando a bunda pra eu apalpar. Mas quando eu tava curtindo… “Porra, esse é você!”
Eu tinha esquecido de desligar a TV. E naquele momento tinha um close meu, pelado, enquanto eu ia pra cama, onde tinha mais alguém me esperando de pernas abertas.
“Mas é a Valentina! Vocês fizeram um pornô?!”, a Daniela se surpreendeu.
“Foi ideia dela”, expliquei. Tentei desligar a TV, mas a Dani foi mais rápida e tomou o controle de mim, sem tirar os olhos da tela. Decidi servir o chocolate e deixar os churros por perto pra comer. “Tá gostando do que vê?”
“Fico com ciúmes… eu não chupo tão bem assim”, comentou enquanto mostrava um plano de lado gravando o boquete da Valentina. De repente a tela se dividiu em duas, mostrando ao mesmo tempo um plano do teto. “Cara, como vocês gravaram isso?”
“A Valentina trabalha com fotografia e vídeo. E há um tempo ela me disse que queria experimentar”, contei enquanto curtia o chocolate. “Ela propôs e eu topei. Instalou várias câmeras no quarto dela e gravou toda a trepada que a gente deu de todos os ângulos. E depois ela cuidou de tudo.” de escolher os ângulos que mostravam a gente melhor pra cada posição”
“Você deve estar se divertindo pra caralho com ela…”
“Igual com você. E me dá o controle. Não é certo você ver isso sem a permissão dela”, pedi. Ela me entregou fazendo um gesto de tanto faz, inflando as bochechas. “O que você queria, ver ela inteira e dar nota como se fosse Netflix?”, brincou.
Dani balançou a cabeça, e murmurou alguma coisa. Olhei pra ela sem entender. Ela baixou a cabeça e se aproximou um pouco de mim no sofá, sem ousar me olhar.Pois eu quero que a gente grave nosso vídeo juntos.”, ele sussurrou. “Tá falando sério?”, me surpreendi. “Qual é, pode gravar com ela e comigo não?”, perguntou. “Tipo… me dá muito tesão pensar em me ver. E ontem teria sido útil ter aquele vídeo, já que não podia te ter” “Beleza. Mas lembra de uma coisa: é um vídeo pornô pra gente. Não precisa fazer nada do que você viu na internet, ok? Só vamos nos divertir enquanto gravamos”Nós— Você vai me deixar gravar essa carinha linda?", perguntou, animada.
"Claro. Ou você vai ver o vídeo e pensar que tá com outro?", brinquei.
"Claro que não. Eu não quero ninguém além de você", disse, me deixando vermelho. E tirou o celular do bolso. "Só não quero falar muito, que me dá vergonha... Como a gente pode começar?"
"E você queria gravar", brinquei, e ela me deu um tapinha no ombro. "Tenho uma ideia. Por que você não começa dançando pra câmera? Vai tirando a roupa, eu pego uns primeiros planos seus, e depois deixo você fazer o que quiser comigo", sugeri.
"Fazer a gostosa na câmera?", perguntou, envergonhada.SendoGostosa na câmera", respondi. Afastei a mesinha e recuei um pouco o sofá pra dar espaço pra ela. Depois sentei e comecei a gravar.
Meio sem jeito, a Daniela sorriu pra câmera e começou a se mexer. Devagarzinho, uma volta mostrando o corpinho dela pra câmera. Não sabia fazer twerking, mas sabia rebolar a bunda em círculos pra câmera. Depois deu outra volta, e quando tava de costas, tirou a camiseta. Continuou girando, e já de frente pra mim, abaixou a calça, ficando só de calcinha e sutiã. Eu dei um zoom pra ver melhor, e foquei na bunda dela quando ela colocou ela empinada pra câmera e começou a acariciar.
Tirei o zoom e me aproximei dela, pra pegar naquela bundona enquanto gravava com a outra mão. Ela pareceu gostar. Fiquei de pé enquanto ela tirava o sutiã, soltando os peitos. Ela me chamou pra pegar neles e eu peguei, enquanto trocava o celular de mão pra aproveitar com as duas. Enquanto isso, ela tirou a calcinha. Me afastei um pouco, pegando uma visão completa do corpo dela, e ela deu outra volta quando pedi. Ela colocou a bunda de novo e, meio sem graça, abriu as nádegas pra câmera. Eu sentei no chão, pegando um close do cuzinho dela exposto. Chupei um dedo antes de acariciar ele, fazendo ela tremer.
Ela girou de novo pra ficar de frente pra mim, e fez a mesma coisa com a bucetinha dela. Abriu os lábios da buceta pra câmera. Eu gravei ela se acariciando, e depois foquei de baixo o corpo nu dela. Ela parecia satisfeita, e mais relaxada. Fez um sinalzinho pra eu voltar pro sofá, e eu me preparei pra ela. Ela veio de quatro até mim, se colocou entre minhas pernas e começou a acariciar meu volume, por cima da calça. Suspirou. Não sei se olhava pra câmera ou pra mim, mas tava linda.
Ela desabotoou minha calça e tirou, pra aproveitar minha virilha ainda de cueca. Ela apalpou meu pau enquanto deixava ele duro, e eu aproximei um pouco a câmera dela. Ela sorriu sem graça e me deu uns beijinhos no pau, me olhando, antes de... de tirar a cueca e começou a me masturbar com uma mão enquanto com a outra acariciava um peito. Começou a lamber minha pica, percorrendo ela inteira com os lábios e com a língua, antes de meter na boca e começar a chupar. Deus, como me deixava excitado. A sensação e o som sujo do "chup chup" cada vez que ela engolia.
Para minha surpresa, ela pediu meu celular e se gravou curtindo meu pau. Eu aproveitei que tinha as mãos livres para tirar a camiseta, e nesse momento, Daniela parou para me gravar. Acenei para a câmera com um sorriso e depois ela foi descendo por todo meu torso até pegar um close da minha pica. Colocou a câmera o mais perto que pôde para se gravar chupando de novo, antes de me devolver e eu voltar a gravar ela. Tentei mostrar bem a carinha dela enquanto fazia isso.
Depois começou a brincar também com os peitos na minha pica, como tinha aprendido a fazer. Deus, isso já era demais. Ia gozar a qualquer momento, o boquete dela tinha me deixado a mil. E aquela brincadeira… aguentei com o celular na mão enquanto ela parecia curtir minha reação. Pensei em pausar o vídeo, mas já era tarde demais. Gozei na carinha e nos peitos dela, deixando ela toda melada… e com um sorriso de prazer no rosto.
Daniela correu para tirar o celular da minha mão e pausou a gravação, e foi se lavar.
"Ei… cê tá bem?"
"Claro. Não é a primeira vez que você goza assim… nem a última", completou, piscando um olho. "Agora vamos pra cama, que quero curtir essa rola que você tem…"
"Antes disso eu tenho que fazer outra coisa"
"O quê?"
Já no sofá, a mão de Daniela tremia enquanto me gravava. Ela tinha se deitado na cama, e eu estava com a cabeça entre as pernas dela, provando o gosto da bucetinha dela. Olhei pra carinha envergonhada dela, mas o telefone parecia tampar. Sorri e usei minha língua com mais vontade. Brinquei um pouco com meus dedos enquanto sorria com malícia pra ela. Ela me estendeu o câmera e tentei gravar um close da buceta dela com minha língua lambendo. Não ficou muito bom, mas ela adorava a sensação, e era isso que importava.
E com o celular já na mão, quando terminei de chupar a buceta dela, me posicionei direto entre as pernas dela. Peguei um close da minha pica e da boceta dela, me aproximei um pouco mais, e meti devagar. Comecei a me mover na hora, gravando o ponto onde nossos sexos se encontravam. Fiquei ali um tempão, até que comecei a gravar mais pra cima, capturando o movimento do corpo dela com minhas estocadas, e o balanço dos peitos dela no ritmo que eu metia.
Gravei um close por uns dois minutos e depois filmei a carinha envergonhada da Daniela. Ela tirou o celular da minha mão e nos gravou enquanto me dava um beijo, e depois começou a fazer caretas pra câmera enquanto eu segurava as pernas dela e a fodia com mais gosto. Sorri quando ela me filmou enquanto minhas cadeiras empurravam uma e outra vez contra ela, gemendo e suspirando de prazer. Ela voltou a nos gravar, esticando o braço, de modo que dava pra ver nós dois na cama. Não demorei pra gozar de novo, mas a Dani não quis gravar essa parte.
“Isso a gente corta”, disse ela, enquanto me fazia uma punheta, e depois de ter limpado a boceta. “E agora, a gente continua…”
Voltamos pro meu sofá, onde ela ficou de quatro. Dessa vez, começou a se gravar tipo selfie, mas se certificando de que eu aparecia atrás dela. Dilatei o cu dela com cuidado, e comecei a meter devagar. Que carinha de pervertida ela fez na hora. Se apoiou no encosto do sofá pra aguentar melhor o ritmo, enquanto eu fodava a bunda dela. Que gostosa que era, que apertada. Peguei o celular dela e gravei perfeitamente como o cu dela engolia minha pica com facilidade. Passei a mão, aproveitando a bunda dela. E naquele momento, dei um tapa.
“Ai!”, protestou a Daniela. Pensei que tinha acabado tudo ali. “Isso, papai! Me dá mais!”, pediu. Fiquei surpreso, mas fiz. Afastei um pouco mais a câmera, e enquanto eu via como ele metia uma e outra vez, eu bati nela de novo. Ela gemeu, pedindo mais. Dei umas quatro ou cinco palmadas a mais, e nessa hora, tirei ele da bunda dela e comecei a foder a bucetinha de novo. Eu me sentia umfodedorNaquele momento, a Daniela gozando com minhas enfiadas.
Depois ela pediu pra parar e se deitou de barriga pra cima no sofá de novo, pra eu gozar, enquanto ela gravava com o braço esticado, apoiado no sofá. Meti de novo, e foi questão de uns minutos de foder ela que gozei dentro dela enquanto ela jorrava ao mesmo tempo. Sorri, e quando tirei, ela pegou um close da bucetinha dela toda melada. E de repente, me fez uma punheta rápida. Aquilo me surpreendeu, e um jatinho de leite caiu de novo no rosto dela, nos peitos e no corpo. Ela sorriu, e me deu um beijinho que capturou com a câmera antes de parar de gravar.
“Nossa, como eu tô me sentindo bem!”, exclamou. “Valeu! Valeu!”, me abraçou e me beijou. “Foi bom, né?”
“Muito bom. Mas a gente devia se lavar”, lembrei.
Ela concordou e fomos nos limpar. Por sorte, dessa vez a capa do sofá não tinha sofrido, então voltamos pra ele. Eu de cueca, e ela só de calcinha. Ficamos um tempão dormindo, de tanto cansaço, aninhados juntos. Era incrível. Ela cheirava a mulher. Aquele aroma tão delicado…
Quando acordamos, já era hora do almoço. Decidi convidar ela pra rua da frente, onde se comia muito gostoso e com preço bom. Ela aceitou o convite, e fomos pra lá. Depois da comida e do café, voltamos pro meu apê.
“Quer ver um filme?”, perguntei. “Depois da soneca de antes, não tô a fim de tirar um cochilo.”
“Eu também não”, disse ela. “Na real… a gente só fez metade do filme…”, comentou.
“Como assim?”
“Bom, a gente fez como a Daniela… mas não como o Daniel”, deixou no ar.
“Quer que a gente grave de novo?”
“Te incomoda?”, perguntou.
“Não é por gravar. É que a câmera… curto mais contigo quando só posso focar em dar prazer pra gente”, admiti.
“Entendo. É, sei que é chato. Mas tava a fim.”
“Não falei que não vamos fazer. A gente vai ter nosso filme pornô com você de garoto”, garanti. “Mas depois, quero…” que a gente volte a foder normalmente”
“Claro!”
“E o que você quer? Fazer com as mãos ou igual antes?”, perguntei enquanto estávamos no banheiro. Daniela jogou água fria em si mesma e, num instante, voltava a ser Daniel.
“Nada disso! Na verdade, só queria pedir umas cuecas emprestadas e a gente começar já de cueca. Quero tentar gravar algo diferente”, ele disse. Fomos até meu armário, onde emprestei o que ele pediu. Comecei a tirar a roupa, ficando só de cueca para ele.
“Então você me guia”, falei.
Ele sorriu e me deu um beijo antes de ligar a câmera e me entregar. Então, os dois de pé e de cueca, gravei como Daniel me beijava e acariciava meu corpo, devagar. Passou os lábios por ele todo e depois me fez sentar na borda da cama, enquanto se esticava no colchão. Me deu mais beijos, enquanto a mão dele cuidava de estimular meu pau. Não demorou muito para eu ficar duro. E com aquele sorriso de satisfação que eu já conhecia, ele tirou minha cueca.
Gravei um close do rostinho dele com a boca cheia do meu pau. Ele fechou os olhos enquanto me chupava, acariciando minhas bolas ao mesmo tempo. Sorriu para a câmera enquanto brincava com meu pau, e dava para ver como uma bochecha inchava quando ele o tinha na boca. Eu afastei um pouco a câmera e, com a mão livre, puxei a cueca dele para o lado e comecei a masturbá-lo. Porra, ele mexia a cintura no ritmo da minha mão. Que delícia que era.
Me surpreendi quando, depois de um tempo assim, ele pediu para trocar de posição. Ele começou a gravar, deitado de barriga para cima… e eu montei na cabeça dele, guiando meu pau até a boca dele, que abriu para começar a chupar… e comecei a foder a boca dele. Isso me deixava louco. Segurei a cabeça dele com cuidado e comecei a meter na boca enquanto ele aguentava, com paciência. Tirei para ele respirar, e ele brincou com meu pau esfregando no rosto dele, antes de colocar de novo na boca, e eu fodi ele de novo.
Dani estava descontrolado, e ele pediu pra trocar pela terceira vez. Isso também a gente nunca tinha feito antes, mas eu deixei rolar. Aproveitando a posição dele, me deitei por cima, no sentido contrário. Minha pica tava de novo na boca dele… e eu tinha a dele roçando meus lábios, então começamos um 69. Ele gravou um tempão enquanto me chupava, e brincou com meu cu. Tentei relaxar o rabo pra câmera, que pegou um plano bonito de como eu tava aberto enquanto Daniel me mamava e brincava com meu cu.
Ele deu uns tapinhas de leve e eu percebi que queria passar a câmera, então comecei a gravar enquanto chupava a pica dele. Me vi no reflexo da câmera frontal e fiquei vermelho. Chupei com gosto, deixando bem babada. Um close, tentando meter inteira na boca. Provar as bolas dele, antes de chupar de novo. Estiquei o braço e tentei manter bem afastado enquanto continuávamos a mamada mútua, até que senti ele gozar na minha boca, bem na hora que eu tava gozando. Com cuidado, aproximei a câmera de novo e gravei o leite dele na minha língua… e engoli. Depois, me afastei do corpo do Daniel e gravei ele, que espremia meu esperma e deu uma olhada lasciva pra câmera, com meu leite caindo na língua dele e escorrendo pelo canto da boca. E aí, a gente se beijou antes de pausar a gravação.
“Pronto pro segundo round?”, o Daniel perguntou, depois de nos limpar e voltar pro sofá.
“Pronto”, falei.
A gente tinha apoiado a câmera na mesa, e ela tava gravando a gente. Ele tava sentado no sofá, e eu ia sentar em cima da pica dele, com as pernas bem abertas pra aparecer tudo na câmera. Apertei o record e com meu cu preparado, comecei a descer devagar na pica lubrificada dele. A câmera pegou o momento em que minha cara mudava pra expressão de prazer total. Ah, sim, como ele acertava minha próstata. Com muito cuidado, comecei a subir e descer na pica dele.
Meu cu foi se abrindo enquanto ele me comia. Subi e desci. por um tempinho, como a gente tinha combinado, e aí me estiquei pra pegar o telefone de volta e gravar a gente de cima. Nessa hora, apoiei os pés no sofá, e debaixo de mim, o Dani segurou minha cintura e começou a me foder. Sentia as bolas dele batendo nas minhas a cada estocada e me dava muito prazer. Eu me deixei levar, curtindo como o pau do meu amigo deslizava pra dentro e pra fora do meu cu.
Comecei a bater uma rápida enquanto continuava gravando. E nesse momento, tomei um susto. O Dani levantou minhas pernas pro alto, afundando um pouco mais dentro do meu cu. Aquilo começava a me enlouquecer. O pau dele atacava sem piedade minha próstata. Gemi, derrotado pelo prazer, e comecei a gozar no ar, sem parar de bater punheta, enquanto sentia o pau do Dani dentro de mim gozando também. Com o pau ainda enfiado no meu cu, ele esticou minhas pernas com cuidado no sofá e começou a bater uma pra mim enquanto a gente se beijava. Pegou a câmera e gravou um close do pau dele enfiado no meu cu, e depois tirou, com meu cu lambuzado de porra dele.
Com meu cu sujo (e me excitando por causa disso), voltamos pra cama, onde gravei do meu ponto de vista enquanto me aproximava dele, que esperava com as pernas dobradas e abertas pra mim. Vi ele lubrificando o cu pra câmera, enfiando dois dedos com bastante facilidade, e aí ele me fez deitar na cama, subindo pra ficar por cima de mim. Separou as nádegas, e consegui gravar o momento em que meu pau afundava dentro dele.
Ele começou a subir e descer num ritmo bom, enquanto se acariciava os mamilos. Peguei um plano da minha barriga pra cima, vendo ele quicar no meu pau uma e outra vez, com o pau dele gotejando porra. Ele fazia maravilhosamente bem, e até sorriu pra câmera enquanto se mexia pro cu dele engolir meu pau. Me pediu a câmera e se gravou, antes de começar a me gravar, enquanto começava a bater uma por cima do meu corpo. Afastou a câmera o máximo que Que pôde, tentando se gravar, mas no final eu recuperei a câmera e gravei ele.
Depois estiquei bem o braço, pegando um plano dos dois com ele quicando sem parar na minha pica. Comecei a masturbar ele, enquanto ele gemia. E naquele momento, com minha pica ainda dentro, Daniel começou a se virar e a me montar de costas. Que sensação gostosa na minha pica. Aproximei a câmera e comecei a gravar a bunda dele enquanto dava uns tapas, fazendo ele gritar de prazer. Depois ele pediu a câmera e começou a se gravar. Eu segurei os quadris dele pra foder enquanto ele continuava quicando no meu pau e se punhetando.
E naquele momento me levantei e coloquei ele de quatro pra foder. Dani se adaptou perfeitamente ao meu movimento e gravou a gente enquanto eu finalizava o serviço. Ele gozou nos meus lençóis, e eu não demorei muito pra gozar dentro da bunda deliciosa dele.
Pensei que tinha acabado, mas Dani pediu um último plano. Voltamos pro sofá, e com a câmera apoiada, nos gravamos enquanto nos beijávamos e fazíamos uma punheta mútua. Nos acariciamos, até nos abaixamos pra chupar o pau um do outro algumas vezes. Senti a mão dele nos meus mamilos, estimulando eles. E gozamos, juntos, no peito um do outro, enquanto nossas línguas continuavam dançando.
"Foi muito intenso", admiti quando finalmente desligamos a câmera do celular.
"Você gostou?"
"Sim, muito... não esperava que você me fodesse assim", admiti, enquanto íamos pro banheiro.
"Não... não consegui evitar. Você gostou?"
"Muito. E você gostou dos tapas?"
"Me deixaram louco. É uma sensação incrível", ele disse. "Mas prometo não fazer isso com você se não quiser."
"Vou ter que deixar você fazer em algum momento, pra ver como é", brinquei. Entramos na água quente e nos limpamos. Senti as mãos de Dani me ajudando a limpar minha bunda e fiz o mesmo com ele. Nos demos um beijo debaixo d'água, e então percebi que a água começava a sair mais fria. Dani tinha virado a torneira, e se... Ela se transformou em Daniela nos meus braços. "E isso aqui?"
"Hoje eu tinha vindo pra ser sua garota", ela me contou. "Mas não dava pra ficar sem levar uma lembrança boa como o Daniel. Tudo bem pra você se eu ficar assim até amanhã?"
"Do jeito que você preferir. Mas... agora tô meio cansado pra foder mais"
"Eu também. Você topa dar uma volta? E te convido pra jantar fora, que hoje a gente comeu do seu bolso"
Ela falou isso com um pouco de vergonha, como tudo que fugia da foda.
"Aceito de bom grado. E hoje à noite", me aproximei dela e sussurrei no ouvido, "vou fazer você gozar até perder o sentido"
"... E eu quero que você faça isso", ela murmurou.
Então nos vestimos e nos preparamos pra sair.
"Ei, Dani. Posso te fazer uma pergunta sobre... seu corpo original?"
"Claro, pode falar"
"Você já comeu alguma mina desde que terminou com sua ex?", perguntei. Já estávamos vestidos e prontos pra ir.
"Bom... não", ela admitiu.
"E você gostaria?"
"Não me importaria. Quer dizer, não tô reclamando de você!", ela se assustou.
"Calma. Quer que eu tente arranjar uma oportunidade pra você?", sugeri.
"O que você bolou?CONTINUANo próximo capítulo vai estrear, finalmente, a Valentina 😉 E enquanto isso, te convido a dar uma olhada nas minhas outras histórias.enlaçados neste post
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