Avó enegrecida (01) Uma avó respeitada da sua comunidade sucumbe ao desejo provocado por dois jovens africanos. Oi, acabei de descobrir essa página e depois de ler alguns contos, decidi compartilhar algumas experiências que tive recentemente. Por questões de privacidade, não vou dar muitos detalhes pessoais, só o necessário pra continuar minha história. Meu nome é Yuriana, sou da Cidade do México, tenho 64 anos, não tenho muitas rugas no rosto porque sempre me cuidei com cremes e bálsamos, mas minha cara mostra o tempo passando. Meu marido é mais velho que eu, tem 70 anos, sou mãe de 3 filhos e avó de 5 netos espetaculares. Sou professora aposentada, mas não me acostumo a ficar em casa sem fazer nada, então dou aulas voluntárias numa escola de ensino médio onde terminei meus últimos anos de trabalho. Já meu marido curte a aposentadoria passando o tempo num sítio que ele tem na entrada de um município vizinho. Na minha comunidade, sou presidente do bairro e meus vizinhos me respeitam, porque consegui, através de negociações, o abastecimento contínuo de água e a entrega de materiais de construção pro meu bairro. Não sou muito alta, meço 1,72m, pele branca. Com o passar dos anos forçando a vista, tenho que usar óculos porque não enxergo muito bem objetos a mais de 11 metros. Hoje uso óculos com correntinha, porque assim evito que caiam. Meu cabelo é praticamente grisalho com branco, chega no ombro, mas meu penteado habitual é o coque. Não me considero uma supermodelo, porque tenho um pouco de gordura na barriga, coisa da idade, mas não sou obesa. Nos termos desse tipo de página, meu corpo seria parecido com o de uma bbw. Tenho seios pequenos, na minha opinião, do tamanho de uma maçã grande, mas o atraente, entre aspas, seria o resto. Na minha idade, ainda tenho um pouco de cintura, apesar da gordura da barriga. Minhas Minhas cadeiras são largas, tenho coxas grossas, herança da minha mãe, e um par de bundão grande que, mesmo sofrendo com flacidez, junto com minhas cadeiras, me faz ter uma raba melhor que muitas novinhas da escola, mesmo não sendo tão durinhas, são grandes e redondas, fruto do sobrepeso que tive na juventude. Mas, sendo realista, uma novinha sempre vai ser mais gostosa que uma coroa. Tudo começou numa segunda-feira, chegando na escola me chamam na direção pra avisar que meu horário de trabalho ia mudar. De manhã com minha turma de alunos normal, mas à tarde eu daria 6 aulas extras no turno da tarde, aceitei porque iam me pagar por dar aula à tarde. Naquele dia terminei meu serviço de manhã e esperei os alunos da tarde. Foram chegando aos poucos até lotar, era uma turma pequena de uns 25 alunos entre homens e mulheres, entre eles tinham dois jovens negros chamados Francis e Kojo, ambos irmãos, vieram do Congo, os pais eram imigrantes mas eles nasceram no México. Os dois eram mais altos que eu, um pouco atléticos, mas Francis tinha o cabelo cheio de tranças pequenas e Kojo tinha o cabelo bem curtinho, parecia careca de verdade. Tudo correu normal até quinta-feira, deixei uma série de exercícios na aula mas mudei o Francis pra uma cadeira na frente da minha mesa porque ele não parava de conversar com um colega. Os minutos passaram e todos estavam concentrados nos exercícios (dou aula de matemática), enquanto eles faziam, fiquei observando a sala pra ver se ninguém colava, foi nesse instante que eu vi. Francis tava meio aberto na cadeira, alheio ao redor, mas na virilha dele notei um volume muito grande. Fiquei olhando disfarçado pra ninguém me pegar, aquele volume só podia significar uma coisa, aquele moleque tinha um pau enorme. Fiquei observando até todo mundo terminar, eles me entregaram os cadernos já que eu ia Levaria para casa para corrigi-las lá e devolvê-las no dia seguinte, eles se despediram e o dia terminou. Já em casa, não conseguia tirar aquela imagem da minha mente, a imagem do Francis na minha frente, mas principalmente daquela coisa que estava escondida debaixo da calça dele. A noite foi pior, não conseguia dormir pensando nele, na minha mente não tinha espaço para mais nada além dele, pensava coisas tipo: será que é de verdade? Se for, quanto será que mede? Qual será a aparência? Essas coisas não me deixavam dormir e despertaram em mim pensamentos muito primitivos que eu tentava esconder, mas era quase impossível. No dia seguinte, rapidamente meu olhar se dirigiu a ele, nesse dia ele chegou vestido com uma calça de moletom muito bonita, por sinal. Com a desculpa de não prestar muita atenção na aula, troquei ele de lugar para ficar na minha frente. Tudo transcorreu normalmente até eu passar novos exercícios de novo, aproveitei para observá-lo e ver novamente aquele volume no meio das pernas dele, sem pensar, meu corpo começou a esquentar, a ponto de eu ter que reagir e olhar para outro lugar que não fosse a virilha daquele garoto. A aula terminou e começou o horário do almoço, eles saíram da sala e eu fiquei sozinha para apagar o quadro. Saí no pátio para comprar algo para comer e pude vê-los, o Kojo estava indo com os outros para um campo de futebol e o Francis estava conversando com algumas colegas de classe. Tudo parecia normal, mas o Francis continuava com elas, não sei em que momento aconteceu, mas me senti estranha ao ver que ele não ia embora. Ficava pensando sobre o que eles estavam falando, o que queriam, por que ele não ia embora. Eu estava com ciúmes sem motivo nenhum. Já em casa, com meu marido dormindo ao meu lado, comecei a pensar que era óbvio, as colegas dele eram da idade dele, muito gostosas por sinal, uma velha como eu não teria chance contra elas, além disso, que diabos eu estava pensando, sou casada, tenho uma família, sou alguém respeitada no trabalho e em casa, não posso permitir ter esses pensamentos absurdos na minha cabeça. Fim. Durante a semana, sem parar de pensar que umas menininhas eram muito melhores do que eu, em casa, sem ninguém me ver, resolvi experimentar umas roupas, vestidos ou blusas, coisas assim. Quando cheguei nuns jeans, custou a vestir, mas o resultado foi inesperado. Como eu disse, herdei as coxas grossas e o quadril largo da família da minha mãe, e com os jeans minha bunda ficou enorme. Me virei na frente do espelho e, com certeza, aquelas menininhas não me ganhavam em tamanho. Eu tinha muita, muita vantagem. Tocaram a campainha, fui ver e era minha filha mais velha com minhas netas. — Mãe, você tá espetacular! — exclamou ela quando me viu vestida assim. Lembrei que, por sair com pressa, não troquei de roupa. Uma vergonha enorme me invadiu enquanto a gente entrava em casa. Mais tarde, meu marido chegou e fomos jantar. — Olha, pai, será que a mãe não tá gostosa? — disse minha filha enquanto meu marido me olhava dos pés à cabeça. — Quando terminar, troca de roupa, porque isso é ridículo e não vou sair na rua assim, você não é uma menina. Minha filha sorriu, dizendo que ele estava exagerando, e, num tom de brincadeira, falou: — Tá com medo de ela conquistar um gatinho por aí? Ele sorriu, e todos começamos a jantar. No entanto, essas palavras ecoaram na minha cabeça. Gostei da ideia de que alguém da minha idade pudesse conquistar um homem muito mais jovem do que eu, e, se isso acontecesse, daria uma lição em todas aquelas garotas que falam tanto com o Francis. Nos dias seguintes, tentei ir pra escola um pouco mais arrumada (sempre me vesti com calças ou vestidos bem largos, que parecem não ser do meu tamanho). Agora usava calças sociais ou vestidos um pouco mais justos. Minha filha tinha razão: nos dias seguintes, notei que o Francis me olhava mais, e, quando eu olhava pra ele, ele desviava o olhar na hora. Era divertido fazer isso. Mas esse truque não saiu como esperado. Com o passar dos dias, notei o mesmo comportamento em alguém. Mais, no Kojo. Eu não sabia o que fazer, gostava da atenção do Francis, mas agora o Kojo me seguia com o olhar a aula toda. Talvez fosse minha imaginação e os dois só estavam prestando atenção na aula, mas o jeito que tentavam disfarçar era super comprometedor. Um dia, quando a aula terminou, eu tava indo pro estacionamento e os dois me alcançaram. — Podemos ajudar a carregar esses livros, professora? — exclamou o Francis, enquanto o Kojo se posicionava do meu lado esquerdo, e assim nós três fomos até meu carro. Um amigo chamou eles, dizendo pra irem encontrá-lo, aí eles me devolveram os livros e, muito educados, se despediram de mim. Não entrei no carro na hora, fingi que tava conferindo um papel e, pelo reflexo do vidro da porta, percebi que os dois viraram algumas vezes pra me olhar. Pode parecer ridículo, mas meu coração disparou de um jeito que vocês não fazem ideia. Só de pensar em provocar não só o Francis, mas o Kojo também, já era muito excitante. Tanto que dirigi de volta pra casa e, quando cheguei, subi pro meu quarto, me despi até ficar de lingerie e me joguei na cama. Senti uma pressão no peito tão forte que levei as mãos aos meus seios e apertei eles. Fiquei uns minutos assim, massageando eles enquanto lembrava do jeito que me olhavam. Me toquei e me vesti rápido pra meu marido não me pegar daquele jeito. Tentei me concentrar nas minhas coisas pra esquecer o olhar daqueles dois, mas era difícil. Naquela noite, meu marido disse que a gente ia pro sítio no próximo fim de semana pra almoçar com meus filhos e as famílias deles. Achei ótimo, pra poder esquecer aquele par de alunos. Chegou o fim de semana depois de uma semana difícil, e a gente resolveu se divertir. Na reunião, vieram amigos do meu marido, e foi ótimo porque a esposa de um deles, com quem eu me dou super bem, também tava lá. A gente conversou sobre a vida e o trabalho, até que ela me pediu pra acompanhá-la até uma praça perto do centro da cidade pra comprar umas gelatinas. Uma Bom, aí a gente foi pro centro e quando passou por uma loja de roupa feminina com umas obscenidades, minha amiga falou pra eu desviar o olhar, que aquilo era coisa suja e a administração do lugar devia proibir essas merdas. Pra falar a verdade, ela exagerava, mas como é protestante, é bem rígida nisso. Eu sou católica, acho um pouco vulgar, mas fiquei curiosa pra saber o que tinha lá dentro. A gente voltou e tudo seguiu normal. Íamos voltar no dia seguinte, então de manhã cedinho, sem minha amiga, falei pro meu marido que voltava num instante porque ia comprar uns pacotes de folhas brancas pra minha semana de trabalho, e ele respondeu pra eu não demorar. Fui na praça comprar uns pacotes de folha quando lembrei que aquela loja vulgar ficava do outro lado. Aproveitando que era cedo e não tinha muita gente, coloquei meus óculos escuros e decidi entrar pra dar uma olhada. Lá dentro era ainda mais vulgar que lá fora. Tinha umas fantasias muito obscenas de bombeiro, policial e essas coisas, além de DVDs pornôs e brinquedos de todo tipo. Ia vazar dali na hora quando vi: um pau de plástico preto. Automaticamente lembrei do Francis e do Kojo, aquela puta calentura voltou na minha cabeça, pensando que aqueles dois irmãos deviam ter algo parecido com aquilo. Fiquei matutando quando a moça do caixa perguntou se eu queria alguma coisa e que podia me dar um desconto. Respondi que obrigada e procurei algo que não fosse tão nojento quanto o resto. Aí vi: era uma fantasia de colégio, tipo de menina do ensino médio. A moça do caixa falou que se eu levasse, ganhava uns acessórios e saía mais barato. Topei, mas tive que pagar em dinheiro porque não queria que nenhum pagamento aparecesse no meu cartão de crédito. Ela se retirou e logo voltou com duas caixas, uma mais pesada que a outra. Agradeci e praticamente saí correndo de lá, morrendo de medo de alguém me ver. Já no rancho, coloquei elas num saco preto e por cima... todas as folhas brancas pra disfarçar. Funcionou, porque meu marido chegou perto da sacola e, ao ver os pacotes de folhas, foi embora. Fiquei aliviada por ele não ter descoberto. Já no fim da tarde, voltamos pra casa. Chegando lá, no meu quarto que uso como escritório, coloquei as 2 caixas dentro da sacola, escondida num armário cheio de documentos. Ali ninguém procura nada nem chega perto, de jeito nenhum. Os meses passaram, e na escola a situação não tinha mudado. Os olhares daqueles 2 só aumentavam, assim como a aproximação deles pra falar comigo sobre coisas da aula e tal. Era óbvio que queriam criar uma espécie de amizade comigo. Numa quinta-feira, meu marido me disse que no dia seguinte iria pro sítio, porque tinha comprado umas ovelhas e precisava ficar lá pra ver se estavam saudáveis e pagar por elas. Então eu ficaria sozinha na sexta-feira, e ele voltaria no sábado à tarde. Respondi que não tinha problema. Ele insistiu pra eu ir com um dos meus filhos ou chamar alguém pra casa, pra não ficar sozinha, mas eu disse que não era problema, que fosse pro sítio, afinal era só um dia. Ele se acalmou e prometeu me levar na escola antes de ir pro sítio. Na sexta-feira, acordei por volta das 5h da manhã. Não conseguia dormir, ficava pensando no que ia fazer de comida, no trabalho, nas compras. Foi aí que pensei que teria que aturar de novo os olhares assediadores daquele par de negões. Aos poucos, comecei a respirar mais rápido. Dei uma olhada no meu marido, que tava profundamente dormindo, e comecei a me tocar. Comecei a dar uma massagenzinha nos meus peitos, que terminou em beliscões leves. Tentei não fazer barulho, e foi aí que lembrei das caixas que tinha comprado naquela loja da perdição. Sem fazer barulho ou movimentos bruscos, levantei da cama, vesti um roupão e fui pro meu escritório. Fechei a porta e procurei a sacola. Peguei as caixas e abri. Na caixa que pesava, tinha um par de tênis esportivos rosa, de uma marca barata, mas Eram muito bonitos, abri o outro e lá estava aquele uniforme de colégio. Fiquei uns minutos pensando se ia olhar com calma ou não, até que decidi experimentar — não à toa tinha comprado aquilo. Tinha umas meias brancas que iam até o joelho, uma tanga e um sutiã cor de vinho, uma camisa bem curta, mesmo com botões só cobria o peito, era de manga curta e branca com uma espécie de logotipo no lado esquerdo do busto. Uma gravatinha tipo colar, vermelha com listras pretas, devia ter uns 12cm. Mas o mais absurdo era a saia, vermelha xadrez, mas o mais ridículo é que era curta pra caralho, não cobria nem os quadris, não escondia nada. Na frente dava pra ver minha virilha, coberta por aquela tanga vinho, só tampava a parte principal da minha buceta, mas dos lados aparecia o meu pelo pubiano, que não é tão exagerado, mas o suficiente pra não se esconder naquela calcinha minúscula. E nem vou falar da minha bunda, ficava totalmente de fora, completamente exposta, dava pra ver minhas nádegas em todo esplendor, sem nenhum pudor. Me olhei por um momento e parecia uma puta, a camisa não cobria nem um pouco da minha barriga, a saia não descia até os quadris, ficava praticamente na cintura, aquelas meias iam só até o joelho, eu tava completamente exposta vestida assim, mas algo dentro de mim dizia: você tá uma gostosa pra sua idade. Tava tão na minha imaginação naquele momento que esqueci completamente do meu marido. Fui pro quarto, e vi a claridade do amanhecer pela janela, mas o que me assustou foi que meu marido não estava na cama. Fiquei imóvel quando ouvi a voz dele subindo as escadas, perguntando se eu já tava pronta. Entrei em pânico, não teria tempo de tirar aquilo e me vestir, então peguei um terno que tava à mão e vesti por cima do uniforme o mais rápido que pude. Quando ele subiu, disse pra irmos agora pra ele chegar rápido no rancho, enquanto eu Ele disse que os tênis eram lindos, e eu respondi que eram um presente de uma amiga da escola. "Pode usar, pra sua amiga ver que você gostou", ele falou, enquanto me dava um beijinho na testa. Sem ter o que fazer, calcei os tênis e subimos no carro rumo à escola. No caminho, não conseguia parar de pensar na vergonha que estava passando. Alguém como eu, dando aula, comendo e passando tempo ali com aquela fantasia de raposa por baixo da roupa. Era humilhante demais pra mim. Naquele momento, queria sumir. Quando cheguei na escola, meu marido se despediu e foi embora. Respirei fundo e decidi levar o dia na naturalidade, sem pensar no que aconteceu de manhã. A aula da manhã terminou e começou a da tarde. Como de costume, me senti assediada pelos dois irmãos. No fim da aula, eles educadamente me acompanharam até a saída. Como meu marido tinha ido no carro dele e o meu eu tinha emprestado pra minha filha, comentei que pegaria um táxi, que não precisavam ficar comigo. Eles recusaram e disseram que me dariam uma carona até em casa. Eu nem sabia que eles tinham um carro, era um Pontier cor areia. Fomos pra minha casa e me despedi deles. Francis comentou se, antes de ir embora, eu podia explicar o assunto do dia anterior, porque na terça teria prova e eles não viriam na segunda. Pensei e acabei aceitando, sabendo que meu marido não estava e não ia me proibir nada ou agir de forma grosseira com eles. Então, entramos na minha casa. — Sentem-se, vou só deixar minha pasta e volto com a apostila do assunto. — Claro, a gente espera aqui — respondeu Kojo. Voltei com a apostila e eles se afastaram no sofá, abrindo espaço pra eu sentar no meio dos dois. Comecei a explicar e eles prestaram atenção. Mas, aos poucos, as perguntas mudaram da escola pra perguntas pessoais, tipo minha idade, quantos filhos eu tinha, meu casamento, essas coisas. Resolvi fazer o mesmo e perguntei a idade deles. Francis tinha 25 e Kojo, 22. Quando perguntei Sobre essas garotas, eles responderam que eram só amigas, não tinham nenhum tipo de relação com elas. — Por que você pergunta? Tá com ciúmes? — respondeu Francis, com um tom debochado. — Nada disso, só não quero que vocês percam o ano por ficarem paquerando novinhas em vez de estudar. — Claro, a gente promete. Além disso, se a gente não se concentra, é culpa da sua beleza, professora — respondeu Kojo. Isso fez meu coração disparar na hora. Eu tinha confirmado que aqueles dois estavam de olho em mim, que aqueles olhares eram mesmo pra mim. Ao mesmo tempo, fiquei com medo, então falei que era só isso, já era tarde (7 da noite) e os pais deles deviam estar esperando. — Não se preocupa, professora, a gente não vai te machucar — respondeu Kojo, enquanto, num descuido meu ao virar a cabeça, Francis se aproximou e me deu um beijo. Tentei afastá-lo, mas ele rapidamente me abraçou, tentando me manter perto dele. Eu sentia os lábios carnudos dele nos meus, a língua dele percorrendo meus lábios fechados, tentando entrar. Naquele instante, Kojo colocou uma mão na minha coxa direita, o que fez eu fechar os olhos. Meu coração batia forte quando Kojo começou a percorrer toda a minha coxa, acariciando sem parar. Mas foi a mão de Francis que me levou ao limite. O idiota colocou a mão na minha buceta, apertando e massageando sem jeito. Isso fez eu soltar um suspiro leve, que Francis aproveitou. Ele conseguiu finalmente me beijar e enfiar a língua dentro da minha boca, que ele movia em círculos, brincando com a minha própria língua. Nossa saliva se misturava, era um beijo nojento, mas meu corpo não se afastava dele; pelo contrário, parecia que eu estava gostando. Ficamos assim uns cinco minutos, até que Kojo começou a tirar o paletó que eu estava usando, enquanto beijava meu pescoço. Aquilo era quase impossível de resistir. Terminei de beijar Francis e virei para o outro lado para beijar Kojo. Agora era Francis quem apertava meus peitos por cima do meu terno. Era uma coisa muito quente pra mim, pensar que finalmente eu tinha aqueles dois. irmãos pra mim, sem dividir com nenhuma novinha. - cadê seu quarto, professora; disse Francis, e eu respondi que era no andar de cima. Koko parou de me beijar e se levantou. Me pegou pela mão e eu me levantei, os dois me olharam com olhos de safadeza, e eu respondi com um sorriso cúmplice. - vamos pra cima, meninos; falei enquanto subíamos, indo pro meu quarto. Já subindo as escadas, fico na frente pra guiar eles. - tem uma bunda enorme, profe Yuriana; disse Kojo, enquanto Francis passava os dedos de leve no meu quadril. Me virei pra falar que era aqui e poder ver eles atrás de mim. Os dois estavam visivelmente excitados, e não os culpo, eu também tava. O que eu tinha pensado por tanto tempo finalmente era real. - é aqui meu quarto, guris; e assim que terminei de falar, Kojo me abraçou por trás, colocando as mãos nos meus peitos enquanto beijava e lambia meu pescoço, mas não era só isso. O idiota pressionava a virilha na minha bunda, que só servia de travesseiro pro volumezão dele agora visível na calça. Francis não ficou atrás, chegou perto pra me beijar na boca de novo enquanto pegava minhas mãos e as levava pra virilha dele. Dava pra sentir algo grande escondido ali, e com as mãos dele apertando as minhas, me obrigava a sentir aquele volume. Passaram uns minutos e minha respiração ficava cada vez mais forte, eles pareciam não parar, isso me excitava como vocês não têm ideia, aqueles dois negrões estavam me deixando louca. - espera um pouco, vou me trocar, tá; falei, e eles concordaram. Saí do quarto e fechei a porta, andei um pouco pelo corredor pensando em que porra eu tava fazendo. Sou uma mulher casada, muito mais velha que eles e alguém respeitada na minha vizinhança. Não podia estar fazendo esse tipo de coisa com um par de jovens, e ainda por cima negros. Decidi que ia mandar eles irem embora. Minha casa, peguei meu casaco pra abotoar e vi que por baixo ainda tava aquele uniforme de colegial sujo que esqueci de tirar. Pensei qual seria a reação deles se me vissem assim, mas enquanto ninguém souber, não vou ter problema. Além disso, não tava pensando em transar, só umas carícias e uns beijinhos. Tirei a roupa pra ficar de novo naquele uniforme minúsculo, calcei os tênis rosa de novo e entrei no quarto. — E aí, crianças, o que acham dist... — não consegui terminar de falar quando vi o que tinha acontecido. Achei que eles iam se surpreender de me ver assim, mas fui eu que tive que levar as mãos à boca pra tampar o susto. Aquele par de idiotas tava pelado, completamente pelado, só de meia. Dava pra ver os corpos escuros e bem definidos dos dois, peitorais trincados e braços fortes, mas não foi isso que me deixou sem palavras. Era os pau deles, eram enormes, aquelas coisas não pareciam reais. Posso garantir sem erro que cada um media mais de 20cm fácil. O pau do Francis era grosso e reto, de uma cor escura tipo marrom de chocolate amargo, mas o impressionante era a cabeça, muito larga, dava medo mesmo. Mas era o Kojo o verdadeiro monstro. O pau dele não era só tão grande e grosso quanto o do Francis, era muito escuro, preto demais, parecia um pedaço de carvão de verdade, mas o aspecto era aterrorizante. Não era reto, era curvado pra esquerda, e a cabeça tinha um roxo bem escuro, tipo uva, embora a cabeça não fosse tão larga quanto a do irmão. — Olha, irmão, essa coroa sabe como esquentar o ambiente — disse o Francis, me olhando dos pés à cabeça. — Isso mesmo, com essas roupas largas a gente só imaginava, mas agora, porra, essas cadeiras são grossas mesmo — respondeu o Kojo, pegando o próprio pau com uma mão e balançando de um lado pro outro. — Espera, isso não tá certo, vocês vieram aqui porque não conseguem se concentrar na aula, Acho que vocês deviam ir agora — falei, dando uns passos pra trás. Logo em seguida, eles se aproximaram de mim e me seguraram pelos braços. — Tá brincando? Quem vai conseguir se concentrar com essa bunda enorme e gorda balançando pra todo lado? — disse Francis, enquanto passava a mão na gordura da minha barriga de um jeito bem obsceno. — Não se preocupa, profe Yuriana, a gente tem o que uma coroa branquela como você precisa — respondeu Kojo, beijando meu pescoço de novo, e Francis fez o mesmo. Foi muito quente. Eu queria gritar pra eles saírem da minha casa, mas minha boca não dizia nada, só aceitei aquela putaria no quarto onde durmo com meu marido. Baixei o olhar quando senti algo quente nas minhas coxas, só pra perceber que eram os paus enormes deles pressionando ali. Dava pra ver tudo claramente, até a abertura das cabeças, que pareciam se abrir ao máximo. Aquele espetáculo na minha frente era pesado demais pra mim, mas eu tava adorando. Francis começou a massagear minhas nádegas e Kojo a apertar meus peitos. Tentei afastá-los, mas eles eram muito insistentes. Com as mãos, tentei puxar a saia curta pra me cobrir, porque ainda tava com vergonha, mas aquela maldita saia era minúscula. Foi então que a mão de Kojo apertou minha entreperna. Isso me fez olhar pra baixo. O filho da puta afastou a tanga e começou a tocar meus lábios da buceta. Na mesma hora, Francis passou a mão por baixo da minha barriga pra tocar e brincar com meus pelos pubianos. Não consegui me segurar e soltei um gemido. Isso fez os dois ficarem mais brutos. Aqueles desgraçados realmente tavam me deixando louca. Os dois pararam e sentaram na beirada da cama, acariciando os paus enquanto me olhavam. — Vem, coroa, vira de costas e faz um twerk pra gente. Obedece — disse Francis. Pra ser sincera, não fazia ideia do que ele tava pedindo. Ele explicou pra eu me inclinar um pouco e rebolar a bunda. Eu fiz, e eles responderam dizendo: Sim, é isso aí, não fazia ideia se tava fazendo certo ou não, mas resolvi acelerar um pouco, enquanto me sentava reta. Fazendo isso, minhas nádegas batiam uma na outra, soltando um som parecido com um aplauso leve, o que parecia agradar eles. — É, isso tá bonito, viu irmão, essa é uma velha gorda branca — disse Kojo enquanto sacudia o pau dele pra cima e pra baixo sem piedade. — Vira e deita na cama — disse Francis, e eu obedeci sem pensar. Na sequência, ele também se deitou. — Vamos, velha, sobe em cima de mim, vamos fazer um 69. Eu não sabia o que Francis queria, mas decidi me colocar em cima dele. — Agora vira — ele respondeu, e eu perguntei que porra ele tava falando. — Se deixa cair, agora. Com cuidado, coloquei minhas coxas de cada lado da cabeça dele, ficando ele no meio das minhas pernas, e me deixei cair. Um arrepio forte percorreu meu corpo ao sentir a respiração pesada dele passando pelo tecido da minha calcinha fio dental direto na minha buceta. — Agora chupa meu pau — nessa posição, minha cara tava bem na frente daquele membro enorme e ereto dele, não sabia o que fazer, mas uma lambida forte me fez reagir. Francis conseguiu puxar minha calcinha de lado e começou a devorar minha buceta. Não consegui me segurar e comecei a gemer. Francis não só lambeu meus lábios vaginais gordos, mas também tentou separá-los pra chupar o interior da minha velha buceta. Vi o pau enorme dele com aquela cabeçona e, sem hesitar, abri minha boca e enfiei a glande dele pra dentro. Eu ouvi Francis gemer quando fiz isso, mas não parei. Minha cabeça se mexia sozinha, bem devagar, e logo tirei ele da boca pra pegar com a mão e lamber de cima a baixo e vice-versa. Francis se mexia um pouco, curtindo, e eu peguei ele com as duas mãos e, usando minha língua, brincava com a abertura da glande dele. Isso fez com que, daquela abertura, começasse a sair um pouco de líquido pré-seminal. O idiota tava adorando. Achei que já tinha ganhei quando um calafrio forte percorreu meu corpo. Francis conseguiu separar meus lábios da buceta e chupar por dentro. Isso era um ato de resistência. Nós dois tentávamos não gemer por causa da boca do outro, mas era quase impossível de aguentar. — agora é minha vez; disse Kojo, enquanto me empurrava de lado pra Francis poder se levantar. — vem aqui, velha, vou te ensinar outro 69; me aproximei de Kojo e ele rapidamente me pegou pela cintura e me levantou no ar. Em seguida, me virou sem avisar, pensei que ia cair de cabeça no chão, então me segurei nas coxas dele. Fiquei de cabeça pra baixo com o pênis grotesco dele dobrado na minha cara, mas mesmo assim, minha buceta ficou na frente do rosto dele. Ele também conseguiu afastar aquela calcinha fio-dental pra começar a devorar minha intimidade. Meus óculos caíram, mas graças à correntinha, não bateram no chão, isso ia doer porque são óculos caros. Kojo, diferente do Francis, não chupava minha intimidade, pelo contrário, ele sugava e lambia como um louco. Essa posição, por causa da gravidade, fez minhas pernas se abrirem e meus joelhos dobrarem, era impossível manter as pernas retas. Eu podia ouvir Kojo cuspir e lamber minha buceta, e decidi retribuir o favor. O pênis dele, por ser curvado, era impossível de colocar reto, então tive que me mexer um pouco pra conseguir pegar e colocar a glande na minha boca. Pode ser que era o tesão, mas o gosto era incrível, um verdadeiro manjar pra mim. Aí comecei a chupar ele com a mesma intensidade que tinha feito com o Francis. Minutos depois, Kojo se aproximou da cama e lentamente me deixou cair nela. Nós dois nos olhamos com a respiração ofegante depois daquele 69 no ar. Me deitei tentando descansar quando Francis se aproximou de mim, colocou as mãos atrás das minhas coxas e me puxou pra ele, ficando praticamente aos pés da cama. De forma sutil, pegou minha calcinha fio-dental e puxou pra baixo. tirando ela completamente, seguido por Kojo, que desabotoou a camiseta pequena e a tirou, depois tirou meu sutiã, deixando meus peitos à mostra. Francis se ajoelhou e se aproximou de mim, e voltou a devorar minha pussy sem parar. Kojo, por sua vez, se abaixou para chupar meus peitos e sugar meus mamilos, eu não conseguia parar de gemer, estava realmente adorando o tratamento que recebia desses dois negões. Francis parou e então enfiou um dedo da mão direita dentro da minha buceta. Soltei um gemido forte, o que parecia motivá-lo, pois ele enfiou mais um e começou a movê-los lá dentro, eu estava no paraíso. Naquele instante, Francis se levantou e, colocando a mão esquerda na minha barriga como apoio, começou a mover a mão direita rapidamente, masturbando minha buceta com uma intensidade que eu nunca imaginei. — Você gosta que masturbem sua pussy velluda, sua velha slut? — disse Francis enquanto agitava os dois dedos rapidamente dentro da minha buceta. Eu estava excitada demais, a ponto de olhar para ele e balançar a cabeça que sim. E até mesmo abri minhas próprias pernas, colocando as mãos debaixo das coxas e esticando os joelhos para que minhas pernas ficassem retas, estava realmente adorando o que Francis fazia. Algum tempo depois, eles trocaram de papéis, agora era Francis quem beijava e chupava meus peitos enquanto Kojo masturbava minha buceta com dois dedos também. Diferente de Francis, Kojo não só me masturbava, mas também lambia e chupava a parte de cima da minha pussy, eu sabia o que ele queria, o desgraçado estava tentando encontrar meu clitóris entre meus lábios gordos. Não demorou muito para ele encontrar e começar a sugar com uma fome incrível. Não demorou muito para que eu tivesse um forte arrepio, o que me fez fechar as pernas. Kojo se afastou de mim, limpando a umidade que tinha na boca. Ao mesmo tempo, Francis se levantou e foi até o irmão. Tá pronta pra levar uma surra de verdade? — disse Francis enquanto se dirigia pra minha buceta, balançando o pau dele pra cima e pra baixo. — Olha, foi incrível, mas cê não acha que dá pra deixar pra depois? Além disso, cês tão sem camisinha, nenhum dos dois. Respondi num tom sério, mas exausta da sessão de boquete que a gente tinha acabado de ter. — Cê tá com medo, sua velha gostosa? Acha que não aguenta um negócio desse tamanho? — respondeu Francis enquanto, com uma mão, batia na minha buceta com o pau pesado dele. Aquilo me fez duvidar do que eu realmente queria. Amo meu marido e respeito minha família, mas sendo sincera, não transava há mais de 20 anos, e esses jovens estavam me dando o prazer que meu marido me negou por tanto tempo. Além disso, enquanto ninguém soubesse, não teria problema nenhum. Concordei com o olhar, e na sequência Francis me lançou um olhar cúmplice pra se aproximar ainda mais de mim. Passou a coxa esquerda dele por baixo da minha coxa direita pra levantar minha perna e colocar no ombro esquerdo dele. Segurou minha perna com a mão esquerda e com a direita pegou o pau dele e aproximou da entrada da minha buceta. Sem dizer uma palavra, começou a separar meus lábios grossos com a cabeçona do pau dele, pra enfiar devagarzinho. Soltei um gemido ao sentir aquele pedaço de carne entrando cada vez mais, tive que apertar os dentes quando o idiota do Francis enfiou mais ou menos a metade. Ficou parado assim por um instante e começou a se mover devagar, e com cada movimento, meus gemidos aumentavam, o que excitou ele, porque os movimentos dele, de lentos, começaram a ficar cada vez mais rápidos e fortes. — Porra, cê tem uma buceta muito apertada pra ser uma velha gostosa, isso significa que seu marido tem o pau pequeno, não é? — disse Francis enquanto empurrava cada vez mais forte. — Para com essa brincadeira, meu marido não é um animal — tentei responder enquanto aguentava a sensação de profundidade que aquele idiota tava me dando. Francis mudou de personalidade de Imediatamente, ele largou minha perna direita pra colocar as coxas dele debaixo das minhas, apoiou as mãos na minha cintura, segurando firme, e começou a me penetrar selvagemente. Soltei um grito quando senti ele enfiar o resto do pau dele dentro da minha buceta. — Cê gosta da posição do missionário, véia? — disse Francis enquanto me fodia igual a uma besta. Meus gemidos se misturavam com gritos, minha buceta velha tava apanhando de verdade da pica preta enorme do Francis. Ele ficou assim por uns minutos, depois colocou a perna direita dele por cima da minha perna esquerda, enquanto se jogava pra baixo, e eu soltei um grito que, por sorte, espero que ninguém tenha ouvido. Quando aquele infeliz se jogou, senti a cabeçona do pau dele pressionando a entrada do meu útero, aquele preto maldito realmente foi fundo demais. Com as mãos, tentei empurrar ele pra longe, mas ele levantou um pouco o quadril e se jogou de novo. Soltei outro grito, e Francis começou a levantar e cair, me fodendo naquela posição, garantindo que eu recebesse o membro inteiro dentro de mim. Depois de uns minutos, Francis se levantou, me libertando daquele castigo enorme, só pra ver Kojo tomar o lugar dele. Tentei me levantar, mas Francis me impediu. Kojo, sem dizer uma palavra, enfiou o pau dele de uma vez e começou a martelar minha buceta pobre sem piedade. Comecei a gritar porque o infeliz do Kojo não só tinha uma pica tão grande quanto a do irmão dele, mas também, por ser curvada, não conseguia ficar reta dentro da minha buceta, fazendo a cabeça roçar nas paredes. Não aguentei aquele castigo e os gritos viraram gemidos fortes. — Vai, preto maldito, não para, continua batendo na minha buceta velha com essa pica — não acreditei que tava falando aquilo, mas a sensação era realmente deliciosa, nunca me senti tão cheia, eu realmente precisava daquilo. — Cala a boca, puta, você é só uma... velha branca que precisa de pica preta; respondeu Kojo enquanto me fodia violentamente, ficou assim por uns minutos até parar e se afastar. Isso só significava uma coisa, era hora da troca. Francis se deitou na cama com uma mão na base do pau, só aí pude ver o quão grande ele realmente era. - Vai, puta, sobe e começa a cavalgar; disse Francis. Sem hesitar, subi em cima dele, me abaixei e com uma mão peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta. A sensação de ter aquela cabeçona enorme de novo nos meus lábios vaginais, pronta pra entrar, era deliciosa demais. Me deixei cair e aquela pica enorme entrou na minha buceta de novo. Me acomodei, coloquei minhas coxas de cada lado da cintura dele, minhas mãos firmes no peito musculoso dele e comecei a mexer meus quadris pra cima e pra baixo bem devagar. Ele colocou as mãos nos meus quadris e fechou os olhos. Isso foi um sinal pra eu acelerar, sem avisar, comecei a me mover mais rápido e a jogar minha bunda com força. Ele rangeu os dentes enquanto soltava umas coisas que nem eram palavras, eram sons sem sentido algum. Deixei meu peito cair pra frente pra abraçar ele, porque a sensação de antes voltou a acontecer. Podia sentir de novo a cabeçona dele batendo na entrada do meu útero, como se fosse um beijo entre a glande dele e meu oviduto. Ele soltou meus quadris e colocou as duas mãos em cada uma das minhas nádegas moles, abrindo elas ao máximo, enquanto mexia os quadris dele pra cima e pra baixo de forma violenta. Meus gemidos viraram gritos de novo ao sentir aquele impacto no fundo do meu órgão sexual contra o dele. - Vai, irmão, dá o que essa puta merece; disse Kojo enquanto se colocava atrás de mim pra ver o espetáculo na frente dele. Francis continuou com as estocadas violentas, eu abracei ele com força porque sentia uma série de arrepios percorrendo meu corpo. Não estava enganada, a sensação da pica enorme do Francis Percorrer todo o caminho da minha buceta e ter Kojo atrás, observando como eu era castigada por Francis, me dava um tesão enorme. A ponto de eu não aguentar mais. Soltei um grito ao mesmo tempo que minha buceta se contraiu, dando um jorro forte que saiu de dentro de mim, e com o Francis ainda martelando minha buceta, todo aquele jorro espirrou pra todo lado. Desabei em cima dele, meu corpo tremia, eu tinha tido um orgasmo muito forte e aquele preto idiota ainda continuava martelando minha buceta. Ele me deu um beijo e me empurrou de lado pra poder se retirar, lugar que Kojo ocupou rapidamente. Ele queria que eu cavalgasse ele e eu tava louca pra fazer isso, montei em cima dele e, sem pensar duas vezes, enfiei a grande piroca torta do Kojo. Me virei e vi Francis limpando o suor da testa com um lençol do quarto, aquilo me deu prazer porque ele tinha curtido tanto quanto eu. Então decidi me concentrar no Kojo, mas dessa vez, em vez de mexer minha cintura pra cima e pra baixo, eu mexia minha cintura de trás pra frente. — Mais devagar, sua velha maldita, você vai arrancar minha piroca — disse Kojo, mostrando os dentes e segurando minha cintura. — Não aguenta comigo, uma velha branca é demais pra você? — falei num tom de deboche. Aquilo pareceu motivá-lo, porque, igual ao irmão, ele colocou as mãos na minha bunda tentando separar minhas nádegas, coisa que conseguiu, assim como Francis. Só que agora era eu quem apertava os dentes, não ele. Minha cintura parecia ter vida própria, porque não parava de se mexer de trás pra frente. Não demorou muito pra eu sentir aquele arrepio forte de novo, acompanhado de outro jorro potente saindo da minha buceta. Dessa vez, a grande piroca do Kojo servia como um tampão, então, em vez de espirrar, simplesmente escorreu por baixo, molhando a barriga inteira do Kojo, que soltou um longo suspiro enquanto caía exausto na cama. Agora fui eu quem se levantou, libertando minha buceta daquela Grande pedaço de carne. Percebi que o pau dele brilhava como se estivesse encharcado de óleo, mas não era, estava molhado com meus sucos misturados com os dele. Caí rendida na cama ao lado dele, ele se aproximou, me abraçou e começou a me beijar, correspondi ao beijo, enfiando minha língua na boca dele, estava realmente exausta. No entanto, ainda não tínhamos terminado. — É minha vez, puta, fica de quatro — disse Francis enquanto Kojo se afastava um pouco pra descansar. Me levantei e fiquei de quatro, nessa posição a saia curta era praticamente um acessório, já que não cobria absolutamente nada. (Como vocês lembram, eu ainda estava com os tênis esportivos rosa, as meias brancas, a gravatinha e a saia). — Parece uma puta no cio esperando o macho dela pra acasalar — disse Francis enquanto se ajeitava atrás de mim. Colocou as mãos novamente nas minhas nádegas e as separou mais uma vez. — Você não só tem uma buceta cheia de pelos, como também tem pelo anal, é uma puta velha muito safada — disse Francis enquanto colocava a ponta do pau dele novamente na fenda da minha buceta. Em seguida, sem pensar, enfiou o máximo que pôde e começou a me empurrar de forma bestial. — Já que você quer, puta, eu sou sua putinha se você quiser, uma puta branca com um rabo grande e gordo, não importa que sua puta seja muito velha — falei, o que rendeu uma resposta imediata. — Você me encanta, puta, eu gosto da buceta peluda da minha puta — disse Francis enquanto me dava tapas fortes na bunda que faziam minhas nádegas gordas tremerem como se fossem gelatina. — Siimm, assim, papai, que delícia você me fode, sua putinha adora seu pauzão preto, mais forte, meu macho, pra acabar com o cio da sua putinha — falei enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas. Meu rabo grande ondulava por causa das pancadas fortes que ele me dava, abri a boca e deixei a língua pra fora. Eu estava ofegando como uma verdadeira puta no cio, aproveitando o acasalamento com meu macho. Naquele instante, Francis se Ele deixou cair sobre minhas costas, com a mão esquerda apertou a gordura da minha barriga enquanto com a direita segurou meus pelos pubianos, não soube o que fazer quando ele soltou um grito, o desgraçado puxou a mão direita arrancando uma quantidade enorme dos meus pelos pubianos enquanto seu pauzão soltava uma quantidade incrível de porra quente que se espalhou dentro da minha buceta velha. Gritei como nunca e soltei um novo jato que molhou a parte de baixo da cama. - maldito preto, por que você arrancou meus pelos da minha pussy? reclamei enquanto ele sorria. Aquele infeliz tinha me dado um novo orgasmo e não só isso, seu pau preto sujo tinha soltado o esperma dentro de mim. Francis se levantou, me deu umas palmadas e saiu da cama, procurando algo pra limpar o suor, saindo do quarto. Kojo se aproximou de mim pra me beijar e pedir que eu ficasse de pé. - ainda faltou eu ou você já teve o suficiente com meu irmão? disse Kojo sorrindo. - você é o prato principal, e então, o que você vai fazer, garoto? respondi de forma brincalhona. Kojo ficou de pé na minha frente e passou as mãos por dentro das minhas coxas pra terminar atrás delas, me levantou no ar, em seguida coloquei meus braços atrás do pescoço dele me segurando assim como minhas pernas abraçando a cintura dele, desse jeito me agarrei bem nele. Ele avançou um pouco me carregando e nos movendo juntos, conseguiu enfiar de novo seu pauzão na minha pussy já castigada. - mmmm sim, adoro seu pau preto Kojo, você tem ele muito grande e grosso, eu amo seu pauzão entortado; não podia mentir, eu realmente adorava ter ele dentro. Ele grunhia como um bicho enquanto me levantava e me deixava cair usando os braços, com a intenção de me dar prazer com seu membro enorme. - quer testar se meu instinto procriador supera a baixa fertilidade de uma velha? disse Kojo enquanto nos dirigíamos de novo pra cama. - pode tentar, mas pode ser tarde demais pra esse corpo desgastado engravidar de novo; respondi com um sorriso desafiador. - isso significa que você me dá seu consentimento pra te engravidar; disse Kojo enquanto me jogava na cama. - então tenta; respondi enquanto me colocava de quatro de novo. Kojo se posicionou atrás de mim e colocou o pau por cima da minha bunda. Mexi devagar minha bunda de um lado pro outro, convidando ele a entrar em mim de novo. - espero que suas trompas de falópio estejam prontas, então começa a ovular, coroa; as palavras de Kojo eram realmente pervertidas e sujas, mas de algum jeito me excitavam. - vai continuar falando ou vai meter essa yummy cock na minha pussy ansiosa?; respondi pra Kojo enquanto ele se ajeitava atrás de mim pra depois enfiar o pau de novo em mim. Soltei um longo suspiro enquanto ele se segurava na minha saia minúscula e começava a me foder com força. As estocadas dele eram duras e rápidas, com minha mão, peguei um travesseiro e coloquei debaixo dos meus peitos. Abri o máximo que pude minhas pernas e dobrei os joelhos, levantando minha bunda na direção dele. Kojo ficou louco, me batia com força, meus gemidos ficavam cada vez mais altos enquanto o quarto se afogava num som forte. Plap plap plap, era o que se ouvia, minhas nádegas gordas batendo na cintura dele, fodendo como se fôssemos umas bestas. Kojo, depois de alguns minutos, se deixou cair nas minhas costas me abraçando, colocando as mãos na gordura da minha barriga, parecíamos mesmo dois cachorros cruzando. Podia sentir a respiração ofegante de Kojo na minha nuca enquanto ele arfava perto do meu ouvido direito. - ovula, coroa, ovula, não vou deixar meu irmão te ter, você é minha, foxy, só minha; disse Kojo enquanto me comia com fúria. As palavras de Kojo me excitaram, ele estava com ciúmes do irmão mas não demonstrava. Depois de muitos anos, finalmente alguém me desejava, eles dois pareciam uns cachorros de verdade brigando pra ganhar o direito de ficar com a mulher. - mmmm sim, papai, sou sua, só sua, essa slut blanca pertence ao Kojo, minha velha, usa a palavra: buceta pertence à sua nojenta piroca torta, que gostosa, me dá mais, maldito preto; respondi enquanto gemia do jeito mais safado que já fiz. Kojo se inclinou um pouco pra trás enquanto eu subia meus quadris e me deixava cair sobre ele. Grave erro, pude sentir que a piroca dele entrou quase por completo dentro da minha buceta. Soltei um grito que foi abafado na hora pelo som da minha bunda batendo nos quadris do Kojo, me inclinei ainda mais pra ele e com a mão esquerda ele me puxou pro rosto dele pra poder beijar meu pescoço enquanto metia com força. - Essa sua bunda gorda é minha, velha, vou fertilizar seus velhos óvulos brancos com meus espermatozoides pretos, sou seu macho, só eu; disse Kojo enquanto curtia meu corpo. Minutos depois, ele pegou a gordura da minha barriga de novo com as duas mãos enquanto eu me inclinava pra trás, ele metia com força enquanto grunhia igual um possesso. Eu tava no limite, era questão de tempo até ter um orgasmo forte. Ele se segurou firme enquanto sentia os testículos dele pressionando contra meus lábios vaginais, soltou um grito junto com o meu, pude sentir o interior da minha buceta se contraindo violentamente ao mesmo tempo que a piroca suja dele cuspia uma porrada de semen quente dentro de mim. Meu corpo tremia, mas aquele filho da puta só acelerou as metidas. - Para, idiota, tô muito sensível aí embaixo, soltou muito semen dentro, se continuar assim, vai fazer escorrer; falei enquanto ele ignorava minhas palavras. Kojo se deixou cair de novo sobre minhas costas enquanto eu voltava a ficar de quatro, com o braço e a perna direita dele se apoiando do meu lado. Com o braço esquerdo, ele se segurou no meu ombro esquerdo enquanto levantava a perna esquerda por cima da minha bunda, nessa posição ele conseguia enfiar o máximo que podia a piroca grande dele. - Fica grávida com meu esperma preto, puta velha branca; disse Kojo enquanto soltava meu ombro e com a mão esquerda pressionou minha bunda esquerda separando o máximo que pôde enquanto enfiava o pau até o fundo. Senti o pau dele tremer dentro da minha buceta ao mesmo tempo que ele não parava de jorrar uma quantidade enorme de porra, um calafrio forte percorreu meu corpo e sem poder fazer nada, minha buceta soltou 4 jatos potentes, era um orgasmo forte enquanto Kojo ainda estava dentro de mim. Ficamos juntos por alguns segundos antes de nos levantarmos e nos separarmos. Ele ficou de pé na minha frente, enquanto eu me sentei na beira da cama, ficando um de frente pro outro. Levei minha mão até a fenda da minha buceta e com meus dedos peguei um pouco de porra que tinha escapado do fundo da vagina. Levei os dedos à boca e lambi a porra que tinha neles, tinha um gosto delicioso. Foi então que eu vi, pude ver o pau do Kojo depois de transar comigo, era enorme, grosso, torto e muito preto, simplesmente delicioso. Naquele momento, Francis entrou no quarto com o pau agora murcho e balançando entre as pernas. — Antes da gente ir, dá um showzinho pra gente, sua puta velha; disse Francis, enquanto se aproximava de nós. Fiquei de quatro e comecei a rebolar de um lado pro outro, virei pra olhar eles enquanto balançava minha bunda gorda mexendo minhas nádegas grandes. Eles rapidamente se aproximaram e começaram a beijar e lamber toda minha bunda. Francis me pegou pelo meu coque e guiou minha cabeça até o pau murcho dele, que comecei a chupar como se fosse um pirulito, enquanto Kojo separava minhas nádegas pra chupar e sugar meu cu. Tava no paraíso, não conseguia fazer outra coisa a não ser aproveitar meus dois negões. Depois de alguns minutos, algo nos interrompeu, era meu celular tocando. Me afastei deles na hora, era meu marido. Fiz sinal pra eles ficarem quietos e saí do quarto. Ele perguntou se tava tudo bem e que voltaria no dia seguinte de manhã, respondi que tava tudo bem, que dormisse. Tranquilo, eu amava ele e esperava o retorno dele. Espiei pela porta entreaberta do quarto, Kojo e Francis já estavam se vestindo, o que significava que tudo tinha acabado por enquanto. Quando entrei no quarto, começaram a me beijar enquanto me fizeram prometer que a gente repetiria em algum momento, e eu disse que era mais que óbvio. Acompanhei eles até a porta de casa e, vendo que não tinha ninguém lá fora, saíram rapidinho da minha casa pra entrar no carro e vazar do lugar. Subi totalmente confusa, tomei um banho, fiz algo pra jantar e vi um pouco de TV. Na hora de ir pra cama, fiquei lembrando do que tinha rolado e uma imensa tesão invadiu meu corpo, a ponto de jogar o lençol de lado, tirar o roupão e começar a me masturbar. Tava morrendo de vontade de ter Francis e Kojo na minha cama de novo, lembrei que prometeram repetir, sabia que iam cumprir a palavra. Agora eles eram meus, os paus enormes deles eram meus e não daquelas menininhas da escola. Depois de me satisfazer, decidi que era hora de dormir. No dia seguinte, meu marido chegou ao meio-dia, meus filhos chegaram com meus netos e a gente teve uma comidinha onde meu marido e a história da viagem dele de um dia pro sítio eram o centro das atenções. Todo mundo tava feliz, mas na minha mente eu morria de vergonha, não conseguia olhar nos olhos deles sem sentir culpa. Ninguém sabia que naquele exato momento, minha buceta ardia de desejo por dois alunos meus, minha família não desconfiava que eu, uma avó de 64 anos aposentada, professora rígida, mulher respeitada no bairro e esposa dedicada ao lar, tinha transado com 2 homens negros na mesma cama onde durmo com meu marido. Já de noite, aproveitando que meu marido tava dormindo, fiquei vendo vídeos pornô no meu celular e foi aí que descobri que o que a gente tinha feito se chama sexo interracial. Ver esses vídeos fez minha buceta ficar molhada e minha ppk arder de vontade de repetir. Sentir essas duas grandes picas pretas destruindo meu interior. Mas sem dúvida, o Kojo era meu favorito. Tudo começou com o Francis, mas era o Kojo, ele e sua grande e grossa pica preta torta que me deu os melhores orgasmos. Sabia que pela minha idade não podia engravidar, mas comprei a pílula do dia seguinte só por precaução. Na segunda-feira, de volta às aulas, tanto eles quanto eu agimos normalmente, sem levantar a menor suspeita do que aconteceu. Eles dois me olhavam com certa cumplicidade, e eu fazia o mesmo, era nosso segredo. Nós três agora não podíamos esperar pelo nosso próximo encontro, especialmente eu, que tinha decidido manter minha pequena infidelidade em segredo, ansiosa pelo nosso próximo encontro interracial.
2 comentários - Vovó gostosa