Saímos do quarto sem tocar no assunto, andamos na rua quase em silêncio até voltarmos pro meu apartamento, aí conversamos sobre o que tinha rolado, com uma negativa da minha parte. Por mais que eu quisesse que ela transasse com o Fer, também tinha certeza de que queria vê-la e deixá-la ir sozinha, não fazia parte do meu desejo.
A Cami explicou que tava se divertindo, mas que saber que eu tava olhando causava culpa nela, então não se sentiu à vontade pra ir pra algo mais íntimo. Se eu queria que eles transassem, o melhor pra ela seria eu deixar ela ir sozinha com o Fer.
Não conseguimos chegar a um acordo, o assunto foi deixado de lado por um tempo. Mesmo que não parecesse ter problema, a semente já tava plantada e, com o tempo, tinha que germinar. Depois de não tocar na fantasia no quarto, ela voltou a se infiltrar, como era de se esperar, na mente dela. O Fer era o protagonista dos orgasmos dela, que eram intensos, mas depois que o calor do momento passava, não se falava mais no assunto.
No entanto, de novo voltamos a ter alguns desentendimentos no relacionamento. Mesmo não sendo graves, eram suficientes como pretexto pra nos vermos um dia sim e outro não, até um fim de semana inteiro, no qual eu passei tranquilo com uns amigos sem investigar o que a Cami tava fazendo. Dois dias depois, a Cami me ligou pra gente se ver. Sem problema, a gente se encontrou e conseguiu conversar sobre o que tava rolando e como a gente se sentia. Na real, a conversa foi por um bom caminho, parecia tudo resolvido. Mas dava pra notar nervosismo nela, algo muito fácil de ler nela, então pedi diretamente pra ela me falar se alguma coisa tava acontecendo.
Depois de um momento, ela confessou que naquele fim de semana tinha ido na casa de uma amiga. Elas conversaram sobre as desventuras dela, entre o que era bom e o que era ruim na conversa, o papo teve atritos que terminaram em discussão. Ela, pra não continuar o conflito, decidiu sair e ir pra casa dela. Mas, qualquer um podia suspeitar que a história não parecia estar contando o Cem por cento, também não senti necessidade de pressionar ela, se tivesse algo mais, com o tempo teria confiança pra conversar.
O relacionamento continuou por mais alguns meses, mas no sexo, o nome da Fer tinha saído da fantasia, ela não se sentia confortável mencionando ele e a gente tinha combinado de deixar isso pra lá. Por um lado, achei que era o melhor, além disso ela tinha parado de frequentar o lugar, então também não tinha chance de tentar fazer acontecer de novo.
Parecia que não ia rolar mais nada, até que a Cami deixou escapar um detalhe. Um dia ela me perguntou se tinha deixado um cinto na minha casa, e, fazendo memória, fazia tempo que eu não via ele com ela — um detalhe que por si só não dizia nada, no máximo era suspeito e só. Só que, nesses dias, ela me pediu um favor: dar uma olhada no computador dela, já que não era muito boa com essas coisas. Fiz isso, resolvi o problema e, depois de verificar se tava tudo certo, abri o Facebook e, de fato, a conta dela tava logada. Eu já tava com uma pulga atrás da orelha, mas também não era capaz de simplesmente violar a privacidade dela assim.
Mas vocês sabem como é: a curiosidade matou a puta. Então me dei ao luxo de dar uma olhada só numa conversa, a da Fer. Parecia que ultimamente elas tinham tido pouco contato, tudo muito sem graça, até que cheguei naquele fim de semana.
F: Te deram uma bronca naquele dia?
C: Quando?
F: Sábado
C: Não, só não acreditaram que eu tava com a July
F: Sério?
C: Desconfiaram de algo, mas não falaram mais nada
F: E como você chegou em casa?
C: Bem, só que minha cabeça tava doendo pra caralho
F: Bebeu demais
C: Cê acha?
F: Não foi muito, mas você tava mal
C: Ah, nem te conto, fiquei com um roxo na perna
F: Espero não ter te machucado
C: Relaxa, aliás, não deixei nada por aí?
F: Tipo o quê?
C: Acho que perdi um cinto
F: Acho que você levou ele na sua bolsa, se não, já te devo um
C: Kkkk vou considerar
Com isso, confirmei o que já desconfiava, embora não tenha me afetado tanto assim. talvez o que realmente me incomodou foi que ela tentasse mentir pra mim, sendo que eu sempre dei espaço pra confiança. Quando entreguei o equipamento pra ela, toquei no assunto daquele fim de semana, não falei que sabia, mas disse que esperava sinceridade da parte dela. incrivelmente, ela topou contar a versão dela, admitiu que foi na casa do Fer, que tinham bebido e que as coisas escaparam do controle, chegaram a se beijar e de repente já estavam tirando a roupa um do outro, Fer tinha desabotoado o cinto da Cami e puxado a calça dela pra baixo, de novo tava passando a boca e as mãos pelo corpo dela, até chegar na buceta dela e enfiar os dedos lá dentro, ele tava estimulando ela e ao mesmo tempo tirava a própria roupa, tirou os dedos de dentro da Cami e desceu até a intimidade dela, passando os lábios pelas pernas dela, beijando e deixando chupões, mas quando tava quase chegando no mais profundo do ser dela, ela afastou ele de novo, falando que não podia fazer aquilo. isso irritou o Fer, por que não? se os dois queriam, ela disse que era verdade que antes até se imaginava com ele, mas agora o que tinha comigo era mais sério, a briga que a gente tinha tido não era pra trair minha confiança, a gente tinha conversado sobre ter uma experiência com ele, mas seria na minha presença e só. ele não gostou nada daquilo e continuou discutindo, mas ela decidiu ir embora sem que mais nada rolasse. quando terminou a história, os olhos dela mostraram que um peso tinha saído das costas, como se o que ela tinha acabado de me contar libertasse ela de algo que tava corroendo por dentro. eu, por outro lado, senti um certo desgosto, não pelo que tinha rolado entre eles, se era verdade o que foi confessado, não tinha sido grande coisa, mas sim porque ela tinha escondido isso de mim todo esse tempo. mas também tive sensações confusas, imaginar o Fer tirando a roupa da minha mina e passando a mão nela me deixava excitado, misturei as imagens com o que tinha acontecido uns meses atrás, lembrar do orgasmo da Cami provocado por As mãos dela, saber que aquilo tinha acontecido de novo, agora na casa dele e sem a minha presença, me deixou a milhão.
A vontade de brigar passou na hora e eu só fui levando ela pra cama. A gente transou com paixão, como dois desesperados, sem trocar uma palavra. Os dois sabiam perfeitamente a quem devíamos aquela intensidade. Quando chegou no clímax, só teve uma troca rápida de palavras.
K: Fala
C: Sério?
K: Fala logo
C: Aaassim! Fernando, mais!
K: Vou gozar
C: Me dá mais! Que delícia! Fernandoooo
Foto referência da aparência da Cami
A Cami explicou que tava se divertindo, mas que saber que eu tava olhando causava culpa nela, então não se sentiu à vontade pra ir pra algo mais íntimo. Se eu queria que eles transassem, o melhor pra ela seria eu deixar ela ir sozinha com o Fer.
Não conseguimos chegar a um acordo, o assunto foi deixado de lado por um tempo. Mesmo que não parecesse ter problema, a semente já tava plantada e, com o tempo, tinha que germinar. Depois de não tocar na fantasia no quarto, ela voltou a se infiltrar, como era de se esperar, na mente dela. O Fer era o protagonista dos orgasmos dela, que eram intensos, mas depois que o calor do momento passava, não se falava mais no assunto.
No entanto, de novo voltamos a ter alguns desentendimentos no relacionamento. Mesmo não sendo graves, eram suficientes como pretexto pra nos vermos um dia sim e outro não, até um fim de semana inteiro, no qual eu passei tranquilo com uns amigos sem investigar o que a Cami tava fazendo. Dois dias depois, a Cami me ligou pra gente se ver. Sem problema, a gente se encontrou e conseguiu conversar sobre o que tava rolando e como a gente se sentia. Na real, a conversa foi por um bom caminho, parecia tudo resolvido. Mas dava pra notar nervosismo nela, algo muito fácil de ler nela, então pedi diretamente pra ela me falar se alguma coisa tava acontecendo.
Depois de um momento, ela confessou que naquele fim de semana tinha ido na casa de uma amiga. Elas conversaram sobre as desventuras dela, entre o que era bom e o que era ruim na conversa, o papo teve atritos que terminaram em discussão. Ela, pra não continuar o conflito, decidiu sair e ir pra casa dela. Mas, qualquer um podia suspeitar que a história não parecia estar contando o Cem por cento, também não senti necessidade de pressionar ela, se tivesse algo mais, com o tempo teria confiança pra conversar.
O relacionamento continuou por mais alguns meses, mas no sexo, o nome da Fer tinha saído da fantasia, ela não se sentia confortável mencionando ele e a gente tinha combinado de deixar isso pra lá. Por um lado, achei que era o melhor, além disso ela tinha parado de frequentar o lugar, então também não tinha chance de tentar fazer acontecer de novo.
Parecia que não ia rolar mais nada, até que a Cami deixou escapar um detalhe. Um dia ela me perguntou se tinha deixado um cinto na minha casa, e, fazendo memória, fazia tempo que eu não via ele com ela — um detalhe que por si só não dizia nada, no máximo era suspeito e só. Só que, nesses dias, ela me pediu um favor: dar uma olhada no computador dela, já que não era muito boa com essas coisas. Fiz isso, resolvi o problema e, depois de verificar se tava tudo certo, abri o Facebook e, de fato, a conta dela tava logada. Eu já tava com uma pulga atrás da orelha, mas também não era capaz de simplesmente violar a privacidade dela assim.
Mas vocês sabem como é: a curiosidade matou a puta. Então me dei ao luxo de dar uma olhada só numa conversa, a da Fer. Parecia que ultimamente elas tinham tido pouco contato, tudo muito sem graça, até que cheguei naquele fim de semana.
F: Te deram uma bronca naquele dia?
C: Quando?
F: Sábado
C: Não, só não acreditaram que eu tava com a July
F: Sério?
C: Desconfiaram de algo, mas não falaram mais nada
F: E como você chegou em casa?
C: Bem, só que minha cabeça tava doendo pra caralho
F: Bebeu demais
C: Cê acha?
F: Não foi muito, mas você tava mal
C: Ah, nem te conto, fiquei com um roxo na perna
F: Espero não ter te machucado
C: Relaxa, aliás, não deixei nada por aí?
F: Tipo o quê?
C: Acho que perdi um cinto
F: Acho que você levou ele na sua bolsa, se não, já te devo um
C: Kkkk vou considerar
Com isso, confirmei o que já desconfiava, embora não tenha me afetado tanto assim. talvez o que realmente me incomodou foi que ela tentasse mentir pra mim, sendo que eu sempre dei espaço pra confiança. Quando entreguei o equipamento pra ela, toquei no assunto daquele fim de semana, não falei que sabia, mas disse que esperava sinceridade da parte dela. incrivelmente, ela topou contar a versão dela, admitiu que foi na casa do Fer, que tinham bebido e que as coisas escaparam do controle, chegaram a se beijar e de repente já estavam tirando a roupa um do outro, Fer tinha desabotoado o cinto da Cami e puxado a calça dela pra baixo, de novo tava passando a boca e as mãos pelo corpo dela, até chegar na buceta dela e enfiar os dedos lá dentro, ele tava estimulando ela e ao mesmo tempo tirava a própria roupa, tirou os dedos de dentro da Cami e desceu até a intimidade dela, passando os lábios pelas pernas dela, beijando e deixando chupões, mas quando tava quase chegando no mais profundo do ser dela, ela afastou ele de novo, falando que não podia fazer aquilo. isso irritou o Fer, por que não? se os dois queriam, ela disse que era verdade que antes até se imaginava com ele, mas agora o que tinha comigo era mais sério, a briga que a gente tinha tido não era pra trair minha confiança, a gente tinha conversado sobre ter uma experiência com ele, mas seria na minha presença e só. ele não gostou nada daquilo e continuou discutindo, mas ela decidiu ir embora sem que mais nada rolasse. quando terminou a história, os olhos dela mostraram que um peso tinha saído das costas, como se o que ela tinha acabado de me contar libertasse ela de algo que tava corroendo por dentro. eu, por outro lado, senti um certo desgosto, não pelo que tinha rolado entre eles, se era verdade o que foi confessado, não tinha sido grande coisa, mas sim porque ela tinha escondido isso de mim todo esse tempo. mas também tive sensações confusas, imaginar o Fer tirando a roupa da minha mina e passando a mão nela me deixava excitado, misturei as imagens com o que tinha acontecido uns meses atrás, lembrar do orgasmo da Cami provocado por As mãos dela, saber que aquilo tinha acontecido de novo, agora na casa dele e sem a minha presença, me deixou a milhão.
A vontade de brigar passou na hora e eu só fui levando ela pra cama. A gente transou com paixão, como dois desesperados, sem trocar uma palavra. Os dois sabiam perfeitamente a quem devíamos aquela intensidade. Quando chegou no clímax, só teve uma troca rápida de palavras.
K: Fala
C: Sério?
K: Fala logo
C: Aaassim! Fernando, mais!
K: Vou gozar
C: Me dá mais! Que delícia! Fernandoooo
Foto referência da aparência da Cami
0 comentários - Cornuda por destino Capítulo II