Depois daquela trepada violenta com a Cloe, tenho que admitir que tive umas noites de sentimentos confusos. Porque, apesar de tudo ter me pegado de surpresa, a situação era muito excitante e perigosa ao mesmo tempo. De um lado, a Cloe é uma mina tremenda, muito gostosa, bem patricinha, com uma bunda espetacular. Uma bunda bem empinada, bem firme e sempre pelada. Ela carrega dentro dela uma putaria que me deixou louco. Aquele fogo que queima, aquela paixão selvagem pra foder. O famoso "não tô nem aí pra nada". Ela destruiu minha pica, e com prazer, adorando deixar a pica vermelha e acabada de um cara muito mais velho que ela. Tem que somar também, desse lado da moeda, aquele olhar ainda de menina que te apaixona. "Malandragem sem maldade", como dizia o grande Leo Matioli. Já sei, vão me falar: "mas se ela ia pro tráfico toda hora, como pode ter tanta cara de santinha?" Pois é, ela tem, mesmo fazendo coisas não tão santas, ela tem um olhar que ainda mistura a malandragem de uma gatinha safada com atitudes de vila bandida e ousada. Como se tudo isso não bastasse, tem que destacar as roupas dela. Por favor, que jeito puta de se vestir. É tudo que tá certo. Chamativa, ousada, bem raposa. Tudo é minúsculo, pequenininho, mostrando o corpinho dela. Os topzinhos dela me deixam louco. Mal cobrindo as tetinhas pequenas dela e deixando a barriguinha toda de fora. A bunda sempre pelada com fio-dental que transparenta em leggings brilhantes ou saias curtas. Como toda patricinha de verdade, claro, tênis esportivo. E tudo isso parece um sonho, mas do outro lado da moeda estão as complicações. Primeiro de tudo, comecei a me recriminar pela diferença enorme de idade. Não são dois anos, são anos demais. Muitos anos de diferença. Basicamente, quando eu estava perdendo a virgindade depois de uma farra numa casa, a Cloe estava saindo da buceta suja da mãe bandida dela. (O "suja" é de carinho, não levem a mal). O outro problema é que piranhas como a Cloe são muito enganadoras. Fofoqueiras adoram uma confusão, adoram uma treta. Por algum motivo, elas se divertem com isso. E eu, estando junto e com três filhos, é perigoso demais me envolver com uma vilareja encrenqueira. Tudo isso sem contar o pequeno detalhe de que a Cloe é amiga do meu filho mais velho e da namorada dele. Então preferi deixar tudo de lado e pensar que foi só uma foda, um tesão e nada mais. Além disso, a Cloe é muito gostosa e deve ter uma pá de caras atrás dela. Muito mais bonitos e estilosos do que eu. Mais atléticos e com muito mais grana. Com certeza tão querendo pegar ela uns caras que jogam nas categorias de base de algum clube ou uns mini cantores de cumbia. Então eu tava na minha, bem tranquilo depois de algumas noites difíceis, convencido de que não ia ter maiores problemas porque achava que a Cloe tinha ficado excitada com a situação de eu ser o pai do amigo dela e pronto. Ela me comeu, matou a vontade e bola pra frente. Mas no mundo bandido, as surpresas aparecem todo dia. No meio-dia seguinte daquela noite de reflexão, chega uma mensagem no meu Instagram no privado. Era da Cloe e dizia: "cê gosta komo fika em mim?" Quando abro a foto, me deparo com a raba perfeita da Cloe, só com uma fio dental vermelho-fogo. A fio dental se destacava naquela raba bem morena da menina atrevida. Marcava toda a curva da raba por ela estar posando bem putinha e tinha uma meia cinza abaixada na altura do joelho. Dava pra ver um pouco das costas e notava que ela tava com uma regatinha curta. Percebi na hora que ela não tava em casa porque, mesmo nunca tendo entrado, conheço por fora e é de tijolo furado sem reboco e com mais chapa do que outra coisa. E ali ela tava num banheiro com cerâmica e espelho. Dava pra ver que era um banheiro público. Isso me deixava ainda mais excitado. Eu com a pica dura vendo a foto e pensando em quantos dariam tudo pra estar no meu lugar, respondi. Eu: ai bebê, amei, me enlouquece essa raba. Cê é um fogo. Cloe: kkkk eu sabia k cê ia gostar coração. Te cabe essa mina, né? Eu: demais kkkk já me deixou de pau duro só com a foto, imagina. Cloe: ah siiiim? Olha só então. Nesse momento ela me mandou outra foto no mesmo banheiro, mas tirada de frente. Continuava com a cabeça cinza na altura dos joelhos, mas com a mão direita puxava o fiozinho da calcinha fio dental, fazendo marcar toda a buceta e todo o grelo. Eu já tava pegando fogo. Eu: bebê, cê tá me matando kkk olha o que cê tá fazendo!! Cadê você? Kkk Cloe: adoro deixar teu pau bem duro, coração, adoro. Tô na escola kkkkk Eu: cê tá me dando muita vontade, lembro da outra vez e fico mais duro ainda. Não, na escola, que filha da puta, cê não liga pra nada kkkk Cloe: não vai gozar na sua mulher, hein, porque essa gozada é toda minha. Esquece, mó chata, nem tava com vontade de vir. Eu: é mesmo? Toda minha gozada é sua. Que vontade de ser seu colega, bebê, te foder todinha nesse banheiro. Cloe: claro que é minha, te mato se não der pra mim. E vem me detonar, o que cê tá esperando? Por um momento pensei que ela tava brincando, mas rapidinho percebi que não. Ela queria que eu fodesse ela na hora. Eu: olha que vou te buscar, viu. Cloe: vem me esperar na esquina, eu vou dar o fora daqui e cê me detona toda. Combinamos pra daqui uma hora e confesso que a espera foi eterna. Os minutos não passavam. Saí mais cedo e cheguei cedo na esquina. Fiquei com o carro ligado esperando ela com o pau duro. Fiz bem, porque em poucos minutos vi ela saindo. Ela vinha andando em direção ao carro, rebolando aquela raba que é um gosto. Mostrando a bunda bem exagerada, arrumando o cabelo e sem nem um caderno. Nada. Só ela com toda a sua putaria. Assim que entrou no carro, nem falamos oi, já começamos a nos agarrar com uns beijos apaixonados e quentes. Cloe veio pra cima de mim e me beijava na boca enquanto apoiava a mão no meu peito. Deixando a bundinha dela levantada, eu aproveitei pra meter a mão na bunda dela. Apertei com vontade. Duas vezes. Firme e carnuda pra apertar. Pra piorar, ainda aparecia por cima da calça o fiozinho da tanga vermelha. Eu já tava com o pau duro. Não dava nem pra disfarçar. Também não tava afim de fazer isso. Marcava tudo no moletom e a Cloe, sempre ligeira na jogada, subiu no meu colo. Fazendo a bunda nua dela esfregar no meu pau duro e cabeçudo. Naquele momento, depois de me dar uns beijos bem dados com língua, ela me encarou e soltou uma risadinha: "ai, coração, como é que tá isso aí? Detona tudo em mim." Eu, enquanto continuava tocando o fiozinho da tanga e parte da bunda dela, falei que tava daquele jeito por causa dela. "É você que me deixa assim, bebê." A Cloe, se sentindo toda uma rainha por me ter na mão, me beijou no pescoço e respondeu: "vou tirar toda a porra de você, não vou deixar nada pra aquela otária." A gente se deu uns beijos bem apaixonados e quentes, e eu perguntei pra onde a gente ia. Aí a Cloe sorriu pra mim enquanto rebolava um pouco a bundinha no meu pau e falou num tom bem de vilinha: "tô muito afim, amor (depois a gente comenta o 'amor'), bora pra casa da minha prima." O que em português quer dizer que a prima emprestava a casa pra gente transar. Eu tava surpreso, encantado e com muito tesão. A Cloe foi me levando, me guiando pelas ruas até a casa da prima. Isso não é um detalhe qualquer, porque, mesmo sendo umas quatro ou cinco quadras, geralmente as minas, e ainda mais da idade da Cloe, se perdem até pra ir na padaria. A rua da prima era, claro, de terra, com poças de lama, mato alto nas calçadas que nem calçadas eram, e não um, mas dois cavalos pastando como se nada fosse. Pra mim já é algo natural, normal, moro aqui há muitos anos, mas sei que pra vocês isso surpreende um pouco e vocês gostam desses detalhes. Parei o carro num canto da rua de terra, mais perto da casa da prima. Não tinha nem cerca, direto uns pallets de madeira encostados um no outro formando uma espécie de cerca, com um buraco sem pallet que era a entrada. Dava pra ver uma cabine de madeira e um monte de entulho. Detalhe curioso: a pilha de sucata e lixo era mais alta que os paletes na tentativa de cerca. Descemos do carro, os dois muito excitados, Cloe me pegou pela mão e atravessamos o buraco do palete vazio. Pisamos numa poça de lama e contornamos a cabine. Cloe bateu suavemente no vidro da janela duas vezes. "Me abre, foxy". Diante do meu silêncio, ela sorriu e disse: a gente se chama assim. "Já vou, slutty", ouviu-se de dentro, misturado com um pouco de cumbia. Eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda minúscula bem pelada e sem calcinha da minha mina. A prima abriu a janela e, numa decisão inexplicável no mundo normal, mas totalmente lógica no mundo turro, disse: entrem por aqui, me dá masturbação ir até a porta. Uma vez dentro, e vendo as alças como o fio da tanga da minha mina aparecia enquanto ela passava pela janela, a prima nos cumprimentou entre risadas. "Você é uma tremenda", dizia a prima pra Cloe. A prima tinha quase a minha idade e, claro, como toda boa mina lutadora, dois filhos. Me cumprimentou com um beijo no rosto, trocaram algumas palavras no ouvido com Cloe que eu não consegui ouvir. Tomamos uns mates com ela enquanto os filhos corriam e gritavam pela casa. Não passou muito tempo até Cloe fazer um sinal pra prima, que se levantou e foi pra sala da cabine. Ficamos sozinhos no quarto, sentados na cama. Cloe veio pra cima de mim e começou a me beijar na boca. Sentou no meu colo e aproveitava cada beijo com língua bem passional e quente pra rebolinar um pouco a bunda no meu volume, fazendo meu pau todo duro e ereto bater na bunda minúscula e sem calcinha dela. A mina, em dois movimentos rápidos, tirou minha camisa e cravou as mãos no meu peito. Dava pequenos pulinhos no meu pau. Eu sabia que a garota doce queria que eu a dominasse, então empurrei ela suavemente na cama, abaixei a legging e, enquanto comia a boca dela, com a mão direita tocava a buceta. buceta por cima da tanga. Tava toda molhada. Depois de uns beijos, meti a mão por baixo da tanga. Encontrei a buceta dela bem molhada e mais peludinha do que da última vez. Tirei a tanga e coloquei meus lábios na buceta. Aí comecei a chupar e lamber ela. Igual da última vez, tinha um cheiro muito forte, bem característico de mina do mundão. Quanto mais eu passava a língua, mais beijava a buceta e mais ela ficava molhada. Escorria rápido e eu curtia todo aquele mel na minha boca. Cloe não tinha vergonha nenhuma e, se deixando levar por aquelas lambidas na buceta, soltava gemidos de prazer. Gemidos que ecoariam pela casa toda. Gemidos que a prima com certeza ouvia. Quanto mais eu chupava, mais escorria e mais ela gemia. "Ai, meu amor, detona toda". Foram as palavras dela enquanto eu já tava com a boca cheia do mel dela. Abaixei o moletom e, assim, pele com pele, sem camisinha, meti a pica até o fundo da buceta dela. Nada de suave. De uma vez e bem selvagem. Cloe soltou dois gritos de prazer bem fortes. Comecei a foder ela naquela posição. Ela deitada na cama e eu metendo pele com pele. Sentia minha pica se encharcando naquele mel. Os gemidos e gritos dela ecoavam pela casa toda. Eu continuava metendo bem selvagem, não aliviava em nenhum momento. Suponho que depois de tantos anos no mundão, você faz as coisas sem pensar e tem a sensação de que nunca vai gozar, de que controla a situação, ainda mais com uma guria que tem tantos anos a menos. Eu tava ali no meu mundo, curtindo, aproveitando, enquanto a mina gemia como uma louca. "Arrebenta minha xereca em quatro, meu amor", ela disse enquanto virava de quatro. Eu deixei todo meu lado turro selvagem sair. Comecei a meter a pica de quatro, pele com pele, sem me importar com nada. Cloe parecia que ia se partir ao meio. Eu continuava metendo. Ela gritava e gemia mais alto. Aproveitando a posição, dei umas palmadas bem gostosas na raba dela. Ela continuava recebendo minha pica. Pau bem no fundo. Nem sei quanto tempo a gente ficou, mas deve ter sido bastante porque a cama tinha afundado e molhado toda, e ficaram as marcas das minhas mãos na bunda dela e de cada palmada. Além disso, ela tava com a buceta vermelha de tanto picaço. Eu já tava com o pau bem vermelho, duro, cabeçudo. Cloe mudou de posição e subiu em cima de mim. Deixou meu pau cravar até o fundo da buceta dela e, enquanto cavalgava, repetia sem parar: "cabe a nenita, né?" Eu respondia: "te adoro, bebê, te adoro". Cloe cravou bem forte as unhas nas minhas costas, deixando uma marca, enquanto num tom bem alto falou: "me dá todo o leite, coração, não deixa nada pra aquela otária". Eu, que não aguentei mais me segurar, me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de leite. Foi uma gozada violenta, jorros e jorros de leite dentro dela. Como toda boa garota safada, atrevida e danada, sem nem deixar eu tirar o pau, me comeu de novo. Cavalgou bem puta até me fazer gozar de novo tudo dentro dela. Quando eu desabei na cama molhada, e a safada colocou a calcinha fio dental e a calça, ela disse: "nem vai subir essa noite (deu uma risadinha), te fodi toda a nenita" e terminou fechando: "te cabe a nenita, hein".



6 comentários - Segundo foda com a amiga do meu filho