Lupita e o Negão Uganda capítulo 4

Lupita e o Negão Uganda capítulo 4Lupita e o Negão Uganda, penúltimo capítulo

As mãos grossas e negras do africano tarado acariciavam a pele lisa e macia das costas de Lupita, de apenas 19 anos (reforço em todos os capítulos a idade da Lupita pra não excluírem a publicação, já que os responsáveis pelo site podem achar que a protagonista é menor de idade), causando arrepios nela. Em seguida, ele foi deslizando lentamente para baixo, rumo àquele par de bundões carnudos e redondos. O negão tarado sentia nas mãos, enquanto as descia devagar pelas costas da garota, como iam surgindo deliciosamente ao toque aqueles montes enormes de carne, que eram o sonho de muitos caras. O homem escuro, por ser refugiado e estar em terras estranhas, sem uma mulher nos braços, sentia um tesão como há anos não tinha. Ele se deliciava apertando aqueles bundões perfeitos e enlouquecedores por cima do tecido fino da minissaia da guria. Acariciava, apertava, sentindo deliciosamente nas mãos como a menina tremia com o amasso. Sentia a dureza e a redondeza gostosa daquele par de bundões soberbos. A menina só se contorcia que nem cobra com os apalpões do negão. Nisso, as duas mãos dele se enfiaram por baixo da minissaia da guria, sentindo e tocando a maciez da pele nua. Ele tocava e acariciava aquelas pernões lisas e macias, pra em seguida amassar os bundões. Acariciava, apertava os glúteos abundantes e duros, tão brancos que contrastavam com os dedos de carvão dele.

Lupe observava ele com os olhos semicerrados, sinal inequívoco de como estava excitada. Em outras circunstâncias, só de ver o negão pelado como estava, ela teria saído correndo de susto com a visão impressionante, daquele instrumento tremendo que o africano carregava. Ele se aproximou da guria e, estendendo a mão, chamou ela pra perto. A garota, nua como estava, se aproximou do Uganda. Ele, pegando ela... Dos ombros, ele se posicionou atrás dela, apoiando a pica gigantesca e preta como ébano, completamente dura e pulsante, sobre as nádegas nuas da menina. A visão daquelas bundas redondas era espetacular. O negão acariciava as nádegas dela com o pau, Lupita começou a respirar forte e a gemer. As mãos do negro agarraram os peitos duros da colegial, e os dedos apertaram os mamilos inchados para dar um massagem lenta e suave, fazendo a garota jogar a cabeça para trás enquanto ele cutucava o cu dela com a pica e sussurrava no ouvido: "Você gosta, né, mamacita? Como me excita, sua puta. Essas tetinhas pequenas me deixam louco." A menina tinha a cabeça jogada para trás, apoiada no ombro do africano, e ele cutucava cada vez mais forte com a pica. Ela jogou os braços para trás, agarrando o pescoço do Uganda para não cair.

Naquele momento, todas as mulheres que desprezavam o negro da África por causa da cor da pele se revelavam para ele. Ele estava como um verdadeiro louco, machucando a garota, descarregando todo seu rancor e excitação sobre a menina, que, desesperada, se contorcia com o ataque. Ela sentia que o peso do negão a sufocava; ele, nu, deitado em cima dela, babava e apalpava com avareza e desespero. "Ahhh... ahhhh... não... por favor... não... ahhh, socorro!", gritava a menina. O negro deu dois tapas fortes, fazendo o rosto de Lupita arder. "Cala a boca, puta, que isso é só o começo. Vamos ver se seu chefe consegue superar a foda que vou te dar esta noite." A menina tinha uma cara de pavor total. "Sniff sniff... por favor, seu Uganda, me deixa ir embora", dizia a garotinha, choramingando, com as mãos firmemente seguradas pelo negro, que tinha os olhos esbugalhados, parecendo um louco. Isso assustava ainda mais a menina. Pegando-a pelos cabelos, puxou violentamente e sussurrou no ouvido: "Cala a boca, puta. Aqui se faz o que eu mando, e eu é que sei quando vou te deixar ir. Entendeu?", disse, dando-lhe um... Forte tapa. A menina, já mais assustada, respondeu: "Siiiiiiii, seu Uganda, siiiiiii."

Em seguida, o negro sentou no peito da garota sem fazer muita pressão, pra não sufocar ela, colocando uma perna de cada lado do corpo dela e a bunda preta dele sobre os seios da menina. Passou uma das mãos na parte de trás da cabeça dela e fez a colegial inclinar a cabeça pra frente, na direção do membro gigantesco dele, que segurava com a outra mão, e foi buscar a boca da garota. Ao ver o que o negão queria, ela manteve os lábios fechados. O africano, cheio de malícia, soltou o pau e com essa mão pegou o nariz da menina e apertou, impedindo ela de respirar. Na desesperação da colegial, que abriu a boca pra puxar uma bocada de ar, Uganda enfiou logo parte do pau na boca dela — era imenso demais pra entrar inteiro. Ele sentia aqueles lábios carnudos e molhados no pau. O negro tava louco de prazer com a boquinha daquela menina linda, que mamava e mamava à força o pau preto gordo e gigantesco dele.

Sentindo a língua da garota tentando inutilmente empurrar aquele intruso pra fora da boca, o que fazia o africano sentir um delicioso formigamento no pau: "Aaaahhhhh, aaaahhhhh, assim, putinha, mama o pau do teu negro. Vocês, meninas brancas, chupam melhor que as vadias pretas." Ela, já resignada, entre soluços, mamava o Uganda. Era um pau comprido e grosso como uma mangueira. O negão soltou todo tipo de gemidos e sons de satisfação, insultando a adolescente que tava fazendo um boquete por demais prodigioso. O africano segurou os cabelos dela com as duas mãos, marcando o ritmo da mamada — tava literalmente fodendo a boca dela, enfiando uma e outra vez aquela verga longa e monstruosa que cheirava a negro, com aquele cheiro peculiar. A garota sentia ele pegando a cabeça dela e movendo do jeito que queria: pra frente, pra trás, pros lados. círculos, gozava aquela boca como nunca tinha gozado boca nenhuma, o pau dela era tão grande e grosso, que ela tinha muita dificuldade pra engolir, mas mesmo assim tinha que lamber, chupar e mamar na marra. A novinha nunca tinha tido algo tão grande na boca dela.Videos da LupezinhaA garota sentia que o tamanho do que tinha na boca não ia caber inteiro, mas não podia fazer nada, estava à mercê daquele depravado sexual. O negão quase a sufocava com aquela pica enorme na boca, e com o corpo preto e brilhante sentado sobre o peito dela, perfurava a boca dela sem parar, e ela sem conseguir se defender. A cara do homem era digna de ser emoldurada, porque ao contrário da Lupita, que parecia prestes a desmaiar, ele se sentia no sétimo céu, a julgar pelos seus gestos e gemidos: "Aaah, puta, que gostosa você está, finalmente consegui te foder, sua menininha branca; ah, ah, ah aaaaahhhhhh". Ele agarrava a cabeça dela e a fazia engolir bem aquela pica gigante quando a garota sentiu que o tamanho já era insuportável, veio mais ainda. Ele a segurou firmemente pela cabeça e acelerou o ritmo das estocadas, quando de repente parou, segurou a cabeça da jovem com força, com a ponta do falo na boca dela e disparou a primeira descarga de sêmen. O negão quente descarregou o gozo naquela boquinha de princesa de tal jeito que ela quase se engasgou. A boca da Lupita se encheu de porra branca e morna por completo, tanto que pelo canto dos lábios dela escorreu um pouco daquele líquido. Ela sentiu toda a boca quente com aquele líquido viril, ao mesmo tempo que aquele sabor agridoce: "Aaahhh assim, assim, mamãe, engole toda a porra do seu Negão", dizia Uganda, ao mesmo tempo que tapava o nariz dela, obrigando a garota a engolir tudo. A colegial engolia sêmen africano desesperada, porque quase não conseguia respirar já que o negão tapou o nariz dela com a mão para forçá-la a engolir todo o líquido seminal. Uganda gozava na boca da garota tanta porra que ela se engasgava e escapavam pelo canto dos lábios fios daquele líquido viril de sêmen africano. Uganda continuava sentado sobre o peito da garota e com a pica dura dentro da boca da escultural jovenzinha, aproveitando os gemidos desesperados da moça, que esperneava com as pernas. pernas no colchão, desesperada pela falta de ar. O preto sádico, como sempre, curtia toda a desesperação da mina e falava:
"Aaahhh, que boquinha gostosa você tem, slutty. Você tirou bastante porra de mim, mas ainda tenho mais pra você, mamita. Ainda falta o melhor."
Em seguida, o preto desceu da mina e tirou aquele negão enorme da boca dela. A mina respirava desesperada, puxando ar pros pulmões castigados. O refugiado africano sentou na beira da cama e enxugou o suor. Depois, começou a acariciar as pernas da mina enquanto dava mais uns goles na cerveja. A mina continuava na cabeceira da cama, completamente pelada.
A vozinha rouca dela tava no limite do choro, com o rosto desfigurado e restos de porra escorrendo pelo canto da boca. A boca aberta, as pupilas enormemente dilatadas, olhando pro preto com uma expressão desesperada de terror, sabendo que tava ali, pelada, trancada naquele quarto com aquele negão maníaco sexual. Ela falou:
"Cof, cof, por favor, seu Uganda, me solta. Já deixa eu ir, olha tudo que você fez comigo, cof, cof, eu imploro."
"Je je je", ria o preto, sem parar de passar as mãos devagar pelas pernonas da mina, sentindo a maciez lisa da pele dela, e dizendo: "Por que você quer ir embora, mamita? Se ainda falta o melhor. Você vai ver que daqui a pouco vai gritar de tão gostoso que a gente vai estar se divertindo." Sorrindo com aquela cara de sádico, o preto se levantou, deu um último arroto e falou: "Vamos continuar com nosso assunto, mamita, que isso ainda vai render por muito tempo, hahahahaha!Desculpe nao posso traduzir isO Uganda negro então se levantou, apoiando-se nas bundas duronas da mina e disse: "se prepara, gata, porque vou meter a pica, você vai saber o que é um macho de verdade". Abrindo as bundas da mina com as mãos, colocou a cabeça da pica pulsante na entrada daquele cuzinho apertado. Ela respirava fundo e rápido, como se tentando se preparar para uma dor inevitável, sentindo o calor do corpo do macho negro gostoso. Uganda começou a cutucar com a vara, que parecia um tronco gigante e roxo feito uma ameixa grande, apoiada na beirada do cu da colegial escultural, e Lupita soube que estava ferrada.

CONTINUA… NO PRÓXIMO CAPÍTULO, O CU JÁ NÃO MAIS VIRGEM DE LUPITA TERÁ QUE SE ADAPTAR AO TAMANHO IMENSO DA PIROCA DO NEGRO UGANDA.

2 comentários - Lupita e o Negão Uganda capítulo 4

Un hombre asi es la fantasía que todas tenemos...