Duas listras

Depois de confirmar minha gravidez do meu filho, eu tinha que contar pra ele. Naquela época eu só transava com ele. Liguei e a gente se encontrou. Ele chegou, pedi pra ele sentar. Enquanto eu servia mate na cozinha, comecei a contar. Falei: viu, só transo com você, né? Ele: é, mãe. Não gosta? Sim, sim. Gosto. Mas é que tenho que te falar uma coisa. Ele levantou e me disse: já sei. Me pegou pela cintura, me jogou na mesa, abriu minhas pernas e me comeu na cozinha. Não sei por que foi diferente. Mas foi. Sentia ele bem lá no fundo e me fez sentir como nunca. Na mesa tinha o pote de geleia, passei no pau dele e comecei a chupar. Que delícia. Com o pau cheio de doce de morango ele enfiou no meu cu, que macio que foi. Depois começou a lamber, enfiando a língua no meu ânus. Durou meia hora. Desci da mesa pelada. Escorrendo geleia com porra pelo cu. E ele, ao me ver em pé, percebeu. Mãe, você tá grávida? Sim, filho. Era isso que eu queria te contar. Ele ficou pálido e caiu no chão. Cheguei perto e levantei ele. Sentou na cadeira. O que você vai fazer, ele me disse. Vou ter, mas ninguém vai saber que é filho seu. Ele se recuperou. E levantou. Tenho tempo pra mais uma transa. E me comeu acariciando a barriga.

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