Começava uma nova fase da minha vida e eu tava muito feliz e animado. Tinha conseguido entrar no curso que queria e finalmente tava me independentizando dos meus pais e me preparando pra viver minha vida no campus. Ao mesmo tempo, minha namorada também tinha entrado em outro curso na mesma universidade que eu, então pensamos em morar juntos. Infelizmente, por questões de grana e as regras dos dormitórios, não conseguimos, e ela foi morar nuns dormitórios a 20 minutos da universidade, enquanto eu ia ficar a 5 minutos. Muita gente pensaria que nessa altura eu ia querer começar a experimentar coisas novas e conhecer outras minas, mas nada mais longe da verdade. Eu e minha namorada távamos juntos há 4 anos, desde os 14, e a gente se amava pra caralho. Nossa vida sexual era boa e eu tava satisfeito. Do lado dela, acho que minha namorada pensava o mesmo. É verdade que de vez em quando rolavam umas brincadeiras sobre ménage, troca de casais e fantasias mútuas, tipo ela falar que queria dar pra vários caras ao mesmo tempo ou pra alguém com um pau enorme, igual nos filmes pornô, só pra experimentar, mas com meu consentimento e que com o meu membro ela já tava feliz. Finalmente chegou o dia tão esperado e me mudei pro dormitório. Ao chegar, não pude deixar de reparar que meu colega de quarto era um cara muito gostoso e musculoso, daqueles que as minas viram disfarçadamente pra olhar, que nunca tiveram problema pra pegar ninguém e que roubam as minas do resto de nós. Embora minha primeira impressão visual tenha me deixado um gosto amargo na boca, quando conheci ele minha opinião mudou completamente, porque ele acabou sendo um cara muito gente boa e tranquilo, além de educado. A gente ficou se contando sobre nossas vidas e percebemos que tínhamos várias coisas em comum, tipo os dois gostarem pra caralho de videogame ou que távamos quase o mesmo tempo namorando com nossas respectivas parceiras, embora a gente um pouco mais que eles. vi que a namorada dele morava a umas quadras do nosso prédio. Chegou a hora de dividir as camas e, como já sabíamos, seriam dois beliches. Brincando, mas meio sério, falei “Eu fico com o de cima!” e corremos pro quarto. Levei um susto ao ver que os beliches não eram iguais, como eu esperava, mas que o de cima era de solteiro, enquanto o de baixo era bem mais largo, de casal.
- Hahahaha Pô, pra mim tá de boa você ficar com o de cima. Disse meu colega de apê. Pensei que você tinha lido que o beliche era de casal.
- Hahaha É, foi brincadeira, óbvio, a gente tira na sorte e pronto. Falei.
- Bom, não quero pressionar, mas eu gostaria de ficar com a cama de baixo, já que minha namorada mora do lado e é de se esperar que ela venha mais vezes que a sua. Não tô dizendo que vamos fazer nada, hein? Mas dá pra dormir mais à vontade.
- Bom… — Gaguejei — Na real, não é um motivo ruim… Mas eu também quero dormir bem com a minha namorada. Falei.
A gente discutiu um tempão e, no fim, decidimos resolver tudo num mano a mano num videogame que os dois conheciam. Pra deixar mais emocionante e evitar tretas futuras, quem ganhasse ficava com a parte de baixo pra sempre, sem o outro ter direito de reclamar. Tava rolando o jogo e eu tava ganhando, mas tava bem equilibrado. Sinceramente, tava me divertindo pra caralho. Por algum motivo, no último segundo, fiquei com pena e pensei que, realmente, era verdade o que ele tinha falado sobre ele aproveitar muito mais e, no fim, deixei ele ganhar de leve. Meu colega soltou um grito de alegria e eu fingi tristeza por um tempo, parabenizei ele e assim começou o semestre.
Os meses passaram e, infelizmente, nossa relação foi azedando. Não que a gente se odiasse nem nada, mas tínhamos jeitos muito diferentes de lidar com o apê e isso gerava discussões e mal-entendidos, mas Apesar disso, também não nos dávamos tão mal a ponto de querer sair do apartamento. Também não ajudava a reação que minha namorada teve ao conhecê-lo, fixando os olhos por tempo demais no corpo dele e demorando demais pra responder quando falavam algo com ela, como se a mente estivesse em outro lugar. Por outro lado, minha namorada realmente tinha problemas na república de estudantes. As colegas dela eram insuportáveis e viviam se pegando. A situação chegou a tal ponto que um dia ela apareceu na nossa porta chorando e pediu se podia ficar dormindo por um tempo, enquanto procurava outro lugar. Eu disse pra ela entrar e fui falar com meu colega de quarto, que encontrei bem abatido. Depois de explicar a situação, ele concordou em deixar minha namorada dormir comigo por um tempo, na cama de cima, desde que não fizéssemos nada estranho. Aceitamos sem hesitar e minha namorada começou a dormir na minha cama. Sem saber bem como, o tempo foi passando e, sem percebermos, ela começou a morar com a gente. No começo, passou uma semana sem nenhum problema e também sem reclamação da administração do prédio, o que me deixou feliz. Além disso, minha namorada e meu colega de quarto se davam muito bem, e ele até disse que ela podia ficar o tempo que quisesse, que ela tinha mostrado ser uma garota de confiança e que mantinha eu na linha pra não sujar o apartamento mais do que o necessário.
— Muito obrigada, isso me tranquiliza — disse minha namorada. — Tava preocupada se você se cansasse e dedurasse pra direção desse prédio e me expulsassem. A verdade é que andei procurando apartamento e não acho nada decente.
— Não se preocupa, gostosa — ele disse. — Não pretendo fazer nada disso. — Ele falou rindo.
**Noite 1**
Uns dois dias depois dessa conversa, no meio da noite, não consegui evitar acordar ao notar um barulho estranho vindo de algum lugar do quarto. Era um som bem leve, mas repetitivo, tipo um estalo. Além disso, senti um leve balanço na cama. Depois de ficar um tempo... ouvindo aquele som familiar, não pude deixar de perceber o que estava rolando. Meu colega de quarto estava se masturbando! Olhei pra minha namorada, mas ela estava completamente dormindo, não parecia reagir nada ao que tava acontecendo. Pensei em dar uma olhada, mas como eu dormia do lado da parede e minha namorada do lado com vista privilegiada, resolvi não me mexer muito pra não causar uma situação constrangedora pra todo mundo. Decidi esquecer e seguir em frente sem falar nada… Noite 2, 3 e 4 Isso continuou acontecendo todas as noites seguintes, o que me deixava puto da vida, mas não o suficiente pra superar a vergonha de comentar o que tava rolando com meu colega. Além disso, também não queria bagunçar o equilíbrio da situação da minha namorada no apê. Noite 5 Na quinta noite, acordei não só pelo som, que tava mais intenso que o normal, mas também sentia um vai e vem bem mais forte do que eu tava acostumado nas noites anteriores. Parecia que hoje ele tava se masturbando com muita vontade. Lutei pra dormir, mas não consegui e no fim, depois de aguentar, cedi à minha própria curiosidade. Devagar, me movi por cima da minha namorada, que há um tempo tinha virado pro lado de fora, de costas pra mim. Aproveitei que me inclinei pra olhar o rosto dela, e fiquei feliz ao ver que ela tava de olhos fechados e não precisava aguentar essa merda. Também não tinha me falado nada esses dias, então não devia ter percebido ainda o que nosso colega de quarto fazia de noite. Muito lentamente, me estiquei pela fresta e o que vi me surpreendeu pra caralho. Meu colega tava deitado, sem camiseta e com a calça arriada, se masturbando furiosamente com o braço musculoso dele. Dava pra ver como ele se contraía e se mexia de olhos fechados, imaginando sei lá o quê, e como a mão enorme dele massageava o pau igualmente enorme. Devia ser no mínimo o dobro do comprimento do meu, ou até um pouco mais, e era difícil determinar o quanto era grosso, mas considerando que a mão dele era maior que a minha, com certeza o pau dele era bem mais grosso. Fiquei hipnotizado, vendo como um homem com um corpo tão perfeito, daqueles que eu sempre sonhei em ter, ficava cada vez mais excitado até que, de repente, soltou um gemido silencioso e gozou. E como gozou! Saiu porra a jatos, três jorros principais que foram parar no peito e mais uns tantos nos abdominais, o resto não consegui ver por causa do ângulo em que eu estava. Pasmo, ao me retirar, olhei de novo pra minha namorada e me pareceu que a expressão dela tinha mudado pra uma mais tensa, como se estivesse fingindo que dormia, mas, depois de pensar um pouco, me convenci de que tinha imaginado. No dia seguinte, resolvi falar com ele de uma vez por todas. Fui direto pra cozinha e o encontrei conversando com minha namorada. Ele sorriu pra mim e disse pra eu ir até lá, que minha namorada tinha sugerido comparar o tamanho das mãos e queriam fazer uma comparação entre nós três. Fui até lá surpreso e fiz o que me mandaram. Ao comparar minha mão, meu colega pôde ver que a dele era consideravelmente maior. Ela era maior na parte de cima de cada dedo e a palma também um pouco mais. "Com certeza" — pensei — "o pau dele é bem mais grosso que o meu". Continuamos comparando entre nós, brincando por um tempo. Quando minha namorada saiu da cozinha, aproveitei pra puxar o assunto com meu colega. — Ei, escuta, não pude deixar de notar que ultimamente… à noite… você sabe… Não sei o que tá rolando, mas não consigo dormir, sem contar que minha namorada tá bem em cima e poderia te ver perfeitamente. — falei. — Poxa — ele me olhou com cara de preocupado — Desculpa mesmo, não quis te incomodar nem nada. — Baixou o olhar — É que não te contei, mas faz uma semana que eu e minha namorada terminamos e desde então não consegui… você sabe… me aliviar. Achava que tava sendo Completamente silencioso, mas é óbvio que não. Não vai acontecer de novo, fica tranquilo.
- Ele sente muito… não fazia ideia. – Falei – Bom, tenta desabafar no banheiro da próxima vez e a gente fica quites. – Falei pra ele.
Ficamos mais um tempinho conversando sobre o término dele e seguimos com a vida. Passaram umas duas semanas e minha namorada já tinha se acostumado completamente a morar com a gente. Até já não se importava mais de andar sem calcinha pela casa quando meu colega estava por perto, o que me incomodava um pouco, mas eu não falei nada pra não parecer careta.
A situação parecia estável, já que meu colega nunca mais tinha se masturbado na cama, e eu e minha namorada, mesmo apertados, dormíamos bem na nossa cama. Ou pelo menos era o que eu pensava.
Uma noite, enquanto eu tava vendo uma série com meu colega, minha namorada chegou perto de mim e falou que tinha uma coisa séria pra me contar. Preocupado, larguei o que tava fazendo e fui com ela pro quarto pra ouvir o que ela queria dizer.
- Sabe que daqui a pouco tenho as provas. – Ela disse.
- Sim – Concordei.
- E que dependo da bolsa pra continuar nesse curso. – Ela falou.
- Sim, claro – respondi.
- A questão é, e não sei como dizer… é que não tô dormindo nada bem nessa cama tão apertada. Queria que a gente mudasse pra cama de baixo, pelo menos por um tempo, enquanto durarem as provas.
- Você tá louca! – Exclamei – Não podemos fazer isso! – Me arrependi de ter deixado ele ganhar naquele videogame idiota – A gente apostou o beliche de baixo e colocou a condição de que não podia negociar.
- Mas eu preciso! – Ela disse.
Exasperado, olhei pra ela e falei:
- Não dá, sinto muito.
Ela me olhou, e vi os olhos dela encherem de lágrimas e ela começar a hiperventilar.
- Se eu reprovar nas provas, a gente vai ter que parar de se ver! – Ela disse.
Quando ela falou isso, senti como se um balde de água fria tivesse caído em mim. Comecei a pensar em soluções, mas não achava que… que meu colega fosse trocar a cama que ele tinha ganhado. Fiquei pensando um pouco enquanto ela chorava do meu lado e, finalmente, falei:
- Bom, tá bem, vou tentar falar com meu colega pra ver o que ele acha.
Vi como o olhar da minha namorada se iluminou com aquela centelha de esperança e não pude evitar pensar em como ela era gostosa.
Minha conversa com meu colega de quarto não foi tão bem quanto eu queria. Não consegui convencê-lo a trocar os beliches com a gente. A gente discutiu um pouco sobre o acordo que fizemos e, no fim, eu disse que tinha deixado ele ganhar.
- Pô, então... é assim que a gente vai jogar, é? – ele falou. – Te ofereço uma revanche: se você ganhar, fica com a cama de baixo, mas se eu ganhar, não tem mais conversa.
- Fechado. – aceitei, jogando tudo numa carta só. Pensei que era minha única chance de conseguir o que queria.
Ligamos o jogo e jogamos de novo no mesmo nível e com os mesmos personagens. Dessa vez, parecia que ele tava levando muito a sério. A partida foi uma das mais equilibradas da minha vida, era impressionante como a gente tava empatado. No final, minha namorada me abraçou por trás pra me dar força, mas sem querer, só conseguiu me fazer perder a concentração e eu acabei perdendo a partida de vez.
- Bom, parece que isso resolve tudo. Desculpa. – falou meu colega de quarto.
- Não! Espera! – gaguejei.
- Nada de "mas"! A gente conversou um tempão, mas eu já tinha perdido todo meu poder de barganha.
Minha namorada tava triste, até que o rosto dela se iluminou e ela disse:
- E se eu me mudar sozinha pra baixo? Você se importaria?
- O quê? – olhei pra ela, surpreso.
- Pensa bem, vai ser só por um tempo e depois a gente volta a dormir como sempre.
- Você tá louca? – falei.
A gente discutiu e a conversa esquentou até que minha namorada começou a chorar. No fim, eu deixei eles ganharem, com a condição de que dormissem completamente separados. E os dois aceitaram. Eles aceitaram. Embora eu preferisse que não, pra não ser o vilão da história. Noite 31. Naquela noite fomos dormir e, pela primeira vez, minha namorada não subiu comigo. Ela ficou lá embaixo, junto com meu colega de quarto. A gente ficou um tempão conversando os três e, no fim, eles pegaram no sono. Digo que pegaram no sono porque eu não consegui pregar o olho a noite inteira. Tava consumido pelo ciúme, embora tivesse que admitir que eles não se aproximaram um do outro em momento nenhum. Foram passando umas noites e eu fui relaxando. Até consegui dormir. Noite 36. Já tinha passado quase uma semana e eu dormia tranquilo, tinha me acostumado com a nova situação e, sinceramente, o espaço livre na cama fazia uma falta danada. Mas naquela noite eu acordaria com um barulho já conhecido… No meio da noite acordei e na hora soube o que tava rolando. Meu colega tava se masturbando de novo. E minha namorada? O que ela tava fazendo? Apressado, mas com cuidado, me inclinei na cama pra ver o que tava acontecendo. Por sorte, a situação foi melhor do que eu esperava. Meu colega se masturbava de frente pra parede, de costas com a minha namorada. Fiquei vigiando ele enquanto prestava atenção em qualquer movimento que indicasse se minha namorada ia acordar, mas ela parecia dormindo. ------- Nos dias seguintes, isso foi se repetindo, já até quase esperava, mas nunca achava o momento ou a força de vontade pra comentar com ninguém. Noite 41. Naquela noite, tudo foi como de costume. Em algum momento da noite, meu colega começou a se masturbar. Como nas outras vezes, ele levava um ritmo que ia acelerando e segurava a respiração quando ia gozar. Aquele dia teria sido igual aos outros, mas, enquanto eu olhava vidrado praquele cara se masturbando do lado da minha namorada, e vigiava pra ele não tentar nada estranho, minha namorada, dormindo, foi se virar e, sem querer, deixou a mão cair em cima do pau do meu colega. Não dava pra acreditar! A mão da minha namorada tava pousada ali. da pica enorme do meu colega de quarto. A pica era tão grande e tão dura que conseguiu aguentar o peso da mão adormecida da minha namorada. Olhei com os olhos arregalados pro meu colega e vi como ele, surpreso, ficou paralisado olhando pra aquela mão que, por reflexo, tava pegando no pau dele. De repente, pareceu reagir e rapidamente se virou e parou de se masturbar. Acho que o susto cortou o tesão dele. Noite 42 Naquela noite demorei mais pra dormir sabendo o que tinha rolado na noite anterior, não conseguia tirar da cabeça a imagem da mão da minha namorada em cima da pica do meu colega de quarto, e quem sabe o que ele tava pensando! Quando a noite chegou, o susto já tinha passado bastante, foi um acidente e assim ele com certeza ia parar de se masturbar de uma vez sem eu precisar fazer nada. Quando apagamos a luz, eles ficaram cochichando entre si mais do que o normal, com umas risadinhas abafadas entre os sussurros, o que achei estranho, mas atribuí ao constrangimento que meu colega devia estar sentindo com a minha namorada por causa da noite anterior. Aos poucos fui dormindo, entre sussurros e risadas. Naquela noite acordei e ouvi umas respirações aceleradas, escutava o som de masturbação que já tava acostumado, mas o ritmo não era o de sempre, era menos rápido e com movimentos mais suaves. Pô, parecia que no final eu ia ter que falar com ele de novo. Naquela noite ele demorou muito menos pra gozar, o que me surpreendeu. Quando me inclinei pra ver, vi os dois deitados olhando pra cima, mas separados por uns 50 centímetros, e fiquei mais tranquilo. Noite 48 As noites foram passando e eu já tinha me acostumado com o novo ritmo. Agora todo dia ele se masturbava desse jeito. Parecia que ele gostava mais, já que gemia mais alto, mas fora isso eu depois dormia e ficava de boa. Mas naquela noite algo foi diferente. Quando ele tava no meio da sessão, ouvi de repente uma risadinha que reconheci muito bem… Minha namorada. Alterado, me inclinei pra olhar no beliche de baixo, mas quando me apressei, não consegui evitar fazer barulho. Quando olhei, os dois estavam deitados de barriga pra cima, com o lençol cobrindo o corpo inteiro da minha namorada e até a metade do peito do meu colega de quarto. Na virilha dele dava pra ver claramente uma barraca enorme.
- Aconteceu alguma coisa, amor? - disse minha namorada.
- Como? Ah... Não, não! Que nada. - falei. É que achei que ouvi um barulho e fiquei me perguntando se tinha algo errado. Me pareceu que você estava rindo.
- Então, verdade é que acordei por um momento e, como você pode ver, achei graça do cenário que nosso amigo aqui tem entre as pernas e não consegui evitar rir. Desculpa ter te acordado, amor.
Depois a gente conversou mais um pouco enquanto meu colega fingia que tava dormindo e a gente voltou a dormir. Fiquei um tempão virando na cama, por algum motivo o que eu tinha visto me deixou inquieto e não consegui pegar no sono. Depois de um tempo, a curiosidade falou mais alto e não resisti a olhar de novo. Os dois continuavam na mesma posição, ela tava completamente coberta, mas ele já tava descoberto e com o pau pra fora, completamente duro, e minha namorada de olhos arregalados, olhando fixamente pra ele. Parecia que o tempo tinha parado. Fiquei uns segundos vendo como minha namorada ia reagir, com o coração na mão. Ela tava completamente imóvel, mas sem tirar os olhos daquele pau enorme a poucos centímetros da mão dela. Finalmente, ela olhou pro meu colega, vendo que ele tava dormindo, e depois olhou pra mim, e eu fingi que tava dormindo. Ela pareceu relaxar e tirou de debaixo do lençol uma mão trêmula, que se aproximou bem devagar do pau ereto e, suavemente, agarrou ele inteiro por baixo da cabeça. Eu tava paralisado olhando a cena. Ela deixou a mão descansando ali por uns segundos e depois começou a subir e descer bem devagar... até que meu colega fez um movimento pequeno e ela se assustou, largou o que tava fazendo e voltou a dormir… No dia seguinte, fiquei o dia todo puto e bolado com ela. Finalmente, percebendo meu comportamento estranho, ela perguntou:
- Amor, o que que cê tem hoje? Tá muito esquisito.
- Nada. – Falei.
- Qual é, não me engana. – Ela respondeu, que me conhecia bem. Depois de um tempo, ela conseguiu arrancar a verdade de mim e eu expliquei o que tinha visto.
- Ai, amor, desculpa, sinto muito. Cê sabe que eu sempre tive curiosidade de saber como é a sensação de outro pau e ontem, vendo ele tão perto e tão fácil, não consegui evitar de tocar. Mas relaxa, não consegui nem rodear ele todo com a mão! Com certeza ia me machucar pra caralho! Hahahaha – ela riu.
Depois de conversar mais um pouco, fomos dormir.
**Noite 49**
De noite, acordei com o som que já conhecia bem. Meu colega de quarto tava se masturbando. Dessa vez, tava nervoso por causa do que tinha visto na noite anterior e me inclinei pra olhar, como já era costume. Hoje tava meio estranho porque os dois estavam cobertos até o pescoço, coisa rara pro meu colega. Dava pra ver um volume subindo e descendo na virilha dele. De primeira, uma coisa me chamou muito a atenção: ele tava se masturbando com a mão esquerda, o que era estranho já que ele é destro. Além disso, a mão tava enrolada nos lençóis, o que me pareceu suspeito. Depois de olhar um tempo, reparei melhor na posição da minha namorada e notei que não dava pra ver o braço direito dela… Um pensamento invadiu minha mente: e se era a minha mina que tava masturbando ele debaixo dos lençóis? Com a pouca visibilidade que eu tinha, não conseguia confirmar. O ciúme tava me corroendo por dentro, mas não podia fazer nada além de olhar sem chamar atenção. Nessa hora, meu colega se mexeu e descobriu o cobertor até a virilha, o que me deixou ver o pauzão dele rodeado por uma mão que eu não conseguia distinguir direito… Continuei vendo aquela mão coberta subia e descia, cada vez mais rápido, era da minha parceira ou da minha namorada? Subia e descia… Tanto minha namorada quanto meu parceiro ficavam imóveis de barriga pra cima e de olhos fechados. Subia e descia cada vez mais rápido… O corpo da minha namorada começou a tremer, ou era por causa do movimento da cama? Não dava pra saber. Sem eu esperar, chegou o momento ápice e, junto com a respiração ofegante do meu parceiro, começaram a sair jatos de porra com uma pressão incrível, alguns deles foram no corpo do meu parceiro e alguns em cima do lençol que cobria minha namorada… Eu tava besta olhando o espetáculo quando, de repente, a mão deu umas sacudidas a mais, o que fez meu parceiro soltar um gemido, como se estivesse surpreso, e saírem mais dois jatos de porra com muita força. Azar o meu, dessa vez foram direto na cara da minha namorada, que tava dormindo e não reagiu. O primeiro foi direto no cabelo e nos olhos, o segundo, um pouco menos forte, acertou a bochecha inteira, boca e queixo. Não acreditei. Meu parceiro, que parecia não ter percebido o que tinha acabado de acontecer, virou de lado e foi dormir, eu não sabia o que fazer, vendo a cara da minha namorada coberta de porra de outro homem… Minha namorada, dormindo, virou de um jeito que eu não conseguia ver o rosto dela e continuou dormindo. Eu tentei dormir, mas percebi que tava completamente duro, fiquei puto que meu corpo reagiu desse jeito, não entendia o que tava acontecendo com meu corpo nem por que ele reagia assim. Depois de tentar dormir um pouco e não conseguir, tive que apelar pra uma punheta, tentando tirar essas imagens da cabeça, mas não consegui. A verdade é que fazia muito tempo que eu não gozava tão forte. Noite 50 Como de costume, começou a se ouvir o som da punheta que meu parceiro tava batendo. Hoje o clima tava mais silencioso que o normal, silencioso demais. Percebi que ele tava de novo completamente duro pensando no que podia estar rolando. Não aguentei nem cinco minutos até que finalmente me aproximei bem silenciosamente na beira da cama e me preparei pra olhar. Os dois estavam de barriga pra cima, olhos fechados e cobertos com o lençol até a cabeça. Fiquei um tempão olhando, mas não parecia que tava rolando nada, não tinha nenhum movimento suspeito. Fiquei dez minutos segurando a respiração, com um nó no estômago, observando. Finalmente, comecei a me acalmar e decidi ir dormir, mas bem na hora que ia me afastar, percebi um leve movimento debaixo dos lençóis. Será que a mão da minha namorada tinha se movido pro pau do meu colega? Não tinha como saber. De novo com um nó no estômago, dessa vez muito mais forte, fiquei paralisado olhando. Aos poucos, consegui ver como, debaixo do lençol, na área onde tava o pau do meu colega de quarto, começaram a aparecer movimentos leves, tipo carícias ou brincadeiras. Devagar, ele começou a ficar duro e formar aquela pirâmide de pano que eu já conhecia muito bem. O ritmo foi aumentando e, acho que por causa da luz da lua que entrava pela janela, hoje eu tinha uma visão mais clara do que nunca da situação. De repente, ele parou de se masturbar, eu fiquei congelado e segurei a respiração pra não chamar atenção. O que aconteceu depois acabou confirmando meus medos mais profundos. Minha namorada, sussurrando, se mexeu no lugar e falou alguma sobre o calor. Tirou o lençol e, com um movimento rápido, tirou a parte de cima e ficou com os peitos completamente nus. Olhei pra eles, chocado e excitado, mas o que veio depois já foi a gota d'água. Com outro movimento, minha namorada puxou o lençol do meu colega até os joelhos, deixando completamente à mostra o pau enorme dele, apontando direto pra cima, pra minha cama e, sem perder um segundo, a mão pequena da minha namorada envolveu aquele pinto que tava do lado dela. Ela começou a masturbar ele. Dava pra ver perfeitamente como a mão direita da minha namorada, que nem conseguia rodear por completo a circunferência da pica que ela segurava, batia uma punheta suave pro parceiro de cama dela. Vi sem dúvida como ela massageava a pica dele num ritmo que eu já conhecia muito bem, vi como aumentava o ritmo com o passar do tempo e como meu colega se contorcia de prazer. Vi o balanço dos peitos da minha namorada na luz da lua e percebi como a cama balançava a cada movimento que ela fazia. Chegou o momento que eu mais temia. A respiração do cara debaixo dela começou a ficar mais ofegante, os movimentos da minha namorada cada vez mais rápidos, minha pica cada vez mais dura, os peitos da minha namorada subiam e desciam de um jeito hipnotizante com os bicos completamente duros, vi como meu colega de quarto tinha o rosto virado pra eles, mas não dava pra ver se ele tava de olhos abertos. Fez-se silêncio. Minha namorada apontou aquela pica enorme pra si mesma e, então, meu colega começou a gozar. Os jatos de porra foram direto na cara da minha namorada, acertaram a testa, a boca, o nariz e as bochechas… depois os próximos tiros, com menos força, banharam os peitos e a barriga dela. O corpo da minha namorada tava completamente coberto pela porra de outro homem, e isso aconteceu na minha frente. Não aguentei e gozei sem nem me tocar, depois acho que entrei em choque e não lembro direito o que rolou. Na manhã seguinte acordei e ela já tinha ido embora. Não consegui me concentrar na aula e fiquei o dia todo pensando na bronca que ia dar nela quando a gente se visse. Como ela pôde me trair assim? Por sorte era o último dia de aula antes das férias de Natal e não tinha muita matéria importante. Quando cheguei em casa, aproveitei que estávamos só eu e minha namorada e fui pra cima. — Ei, precisamos conversar sobre o que aconteceu ontem à noite. — O que foi? Por quê? — Por que você está tão sério? — ela disse.
— Ontem à noite, ouvi uns barulhos estranhos e vi o que você fez com meu colega de quarto enquanto eu estava em cima, no beliche. Ela ficou séria.
— Ah, aquilo? Só estava dando uma massagem nele. Ele precisava relaxar… — disse ela, pouco convincente.
— Como assim massagem? Vi você batendo uma pra ele! — falei, perdendo a paciência. As lágrimas começaram a escorrer, e ela também começou a soluçar. A gente conversou por um bom tempo, e ela me explicou que há uns dias não conseguia dormir porque ele se masturbava do lado dela e que, uma hora, cansou e interrompeu ele pra pedir que parasse. Parece que meu colega disse que nunca se masturbava sozinho e que era a ex-namorada dele que cuidava das “necessidades” dele. Depois, ela me contou que chegaram num acordo: ela cuidaria disso com a condição de que ele não contasse nada e deixasse ela dormir depois, assim ela podia continuar dormindo naquela cama até o fim das provas. Fiquei paralisado de raiva. O filho da puta tinha se aproveitado da boa fé da minha namorada… Como assim não sabia se masturbar? Ah, vai tomar no cu! Infelizmente, descobrimos que meu colega já tinha ido embora do apartamento durante as férias todas e não íamos vê-lo nas próximas semanas, então não dava pra falar com ele na hora.
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O Natal passou, e voltamos à rotina. Não consegui tocar no assunto diretamente quando vi meu colega, mas, por sorte, minha namorada já tinha feito as provas e voltou a dormir comigo… Ou pelo menos foi assim na primeira semana. Depois de passar uma semana dormindo mal por causa do pouco espaço e dos exercícios noturnos do meu colega, encontrei minha namorada chorando sozinha na cozinha numa sexta, quando voltei da aula.
— O que foi? — perguntei. Ela me olhou, sem conseguir formar as palavras. Fiquei um tempinho acalmando ela.
— Tenho que fazer recuperação em três matérias. — conseguiu dizer finalmente, não sem dificuldade. Eu Fiquei petrificado. — Preciso voltar a dormir no beliche de baixo. Desculpa. Noite 66 Era a primeira vez que voltavam a dormir juntos depois do que aconteceu da última vez e eu estava nervoso pra caralho. Sentia um nó no estômago que não me deixava dormir. A noite inteira fiquei olhando direto, ansioso pra ver se algo rolava, mas no fim não rolou nada. No dia seguinte, passei mal de tanto sono, mas fiquei mais tranquilo. Noite 67 Quando a noite chegou, a ansiedade voltou e eu não preguei o olho de novo. Passei a noite toda olhando de vez em quando, vigiando pra não acontecer nada. Por sorte, também não aconteceu nada, só se aproximaram um pouco mais que na noite anterior, mas acho que era normal, já que na primeira noite deviam estar nervosos. Noite 68 Essa noite fui dormindo aos pedaços. O sono me vencia, mas de vez em quando eu acordava de repente e ficava olhando pra eles. Uma vez que acordei, ela tinha se aninhado nele sem perceber, fazendo colherinha, mas só isso… e eu dormi de novo. Consegui dormir um pouco, mas não foi nada reparador; no dia seguinte tava morto de cansaço e sentia nos ossos todo o cansaço acumulado. Noite 69 Finalmente essa noite o sono me venceu. Dormi profundamente por horas, pelo que pareceu. Tive um monte de sonhos, muitos deles eróticos, e no meio da noite acordei. Olhei pra baixo e estranhei não ver minha namorada. Confuso, procurei ela pelo quarto e não achei. Um pouco mais calmo, me preparei pra dormir… mas ouvi um barulho estranho. Me inclinei pra confirmar minhas suspeitas e vi. Meu colega tinha aproveitado que minha namorada não tava pra começar a se masturbar, como sempre. Pensei que, no mínimo, ele devia ter a cortesia de esperar ela sair antes de começar. Depois de pensar nisso, não consegui parar de reparar num detalhe. O som que eu ouvia era muito diferente do que eu tava acostumado… era quase… molhado? O volume dos lençóis na A entreperna do meu colega também era muito diferente, era bem maior. Grande como uma cabeça, pensei. Será que era possível? O medo me tomou e pensei em me mexer pra ter um ângulo melhor e confirmar minhas maiores ansiedades. Será que minha namorada tava dando um boquete nele? A dúvida me corroía, mas não soube como reagir nem como me posicionar pra ver melhor o espetáculo sem ser notado. Meu colega de quarto parecia estar curtindo como nunca. Até tinha as duas mãos debaixo do lençol. O volume debaixo dos lençóis subia e descia devagar, como se estivesse brincando, e meu colega parecia bem interessado em olhar pro próprio pau debaixo do lençol. Na minha cabeça, não tinha mais dúvida. Minha namorada tinha sucumbido à tentação e tava chupando aquela pica enorme que dormia do lado dela. Escutei aqueles sons molhados ficando cada vez mais intensos, a respiração do meu colega ficando rápida e ofegante, o volume se movendo cada vez mais rápido e com mais força, e, finalmente, meu colega começou a gozar, tentando segurar um gemido sem sucesso. Meu colega começou a se contorcer na cama, imaginei as mãos fortes dele apertando a cabeça da minha namorada contra a pélvis, enfiando a cabeça do pau até a garganta e soltando jorros poderosos de porra como os que eu já tinha visto nas noites anteriores. No final, até me pareceu ouvir alguém engolindo… E engolindo de novo… E de novo, e finalmente mais uma vez. Meu colega relaxou e me olhou, eu rapidamente fingi que tava dormindo e, de tão cansado que tava, acabei dormindo de verdade. Quando acordei de manhã, todas as minhas lembranças estavam borradas. Será que foi um sonho? Não, pensei. Tava quase certo do que tinha acontecido e precisava falar com minha namorada. Depois do café da manhã, puxei o assunto com ela e ela riu. — O que você tá dizendo? Se eu ontem tive uma noite ruim e fiquei no banheiro o tempo todo. — Disse ela — Ah, é? — Falei, não muito convencido — Sim, Sim. Não faço a menor ideia do que você tá falando.
— E como é que tava tão diferente?
— Ué, sei lá, devia estar batendo uma com lubrificante ou algo assim. Não sabia que você era tão ciumento, para de ser tão controlador. – Ela disse, puta.
— Vendo pra onde a conversa tava indo, resolvi largar o assunto e fui falar com meu colega de quarto. A conversa com ele foi um pouco diferente. Primeiro, xinguei ele por ter batido uma de novo, coisa que ele negou. Depois falei que tinha ouvido ele e como é que agora o som tava diferente, e aí notei uma mudança brusca na atitude dele.
— Cê tá usando lubrificante pra bater punheta? – Falei. Aí ele arregalou os olhos, meio surpreso.
— Pô, sim, me pegou. Como fazia tempo que não fazia, pensei em usar lubrificante pra ir mais rápido e incomodar menos. Desculpa aí.
— Beleza, mas não deixa acontecer de novo. Pelo menos você fez quando minha mina não tava no quarto. – Falei.
— Kkkkk é, é. – Ele disse. A gente continuou conversando mais um pouco, mas eu já não aguentava ele e arranjei uma desculpa pra vazar rápido.
Noite 70
Meu cansaço ainda tava forte e nessa noite dormi pra caralho. De vez em quando ouvia uns cochichos e dava uma espiada, mas não tavam fazendo nada. Olhei um pouco mais e vi que meu colega tentava fazer conchinha, mas ela afastava ele de leve, embora eu, pela linguagem corporal dela, desse pra perceber que ela também queria. Nos dias seguintes, ele continuou insistindo. Eu ficava puto com o comportamento do meu colega de quarto, mas o que mais me irritava era que minha mina, a cada noite, cedia um pouco mais.
Noite 73
Essa noite resolvi mudar de estratégia. Ia pegar eles no flagra. Comprei duas câmeras espiãs pela internet e coloquei em pontos estratégicos pra poder ver a cama de dois ângulos que eu não conseguia enxergar do meu lugar de sempre. Além disso, também resolvi fingir que tava muito doente. Tomei, na frente de todo mundo, uns comprimidos de Aquela gominola que imita remédio, comentei que parecia ter um efeito sonífero fortão. Fui dormir me preparando pro que vinha. Como nos outros dias, meu colega continuou insistindo. Agora, aproveitando que achavam que eu tava dormindo, tavam de conchinha bem coladinhos, mas sem fazer nada muito suspeito. Eu via eles pelas câmeras usando meu celular. Ouvi uns cochichos, parecia a voz do meu colega zoando e fazendo cócegas na minha mina. Ouvi risadas e vi como iam se roçando disfarçadamente, como quem não quer nada. Na câmera que tinha embaixo da cama, vi o calhamaço enorme do meu colega coladinho na bunda da minha mina, ela devia sentir claramente nas nádegas dela. Também vi que minha mina só tava de fio dental, mas tampava a entrada da buceta com a mão. Continuaram brincando um tempinho, vi ele enfiar a mão por baixo da blusa de pijama dela e subir até os peitos, vi a cara da minha mina, como fechava os olhos e mordia os lábios, segurando a safadeza como podia. Quando me dei conta, vi que meu colega tinha tirado a calça e tava com o pau todo duro na entrada da minha mina, mas ela mantinha ele fora com a mão, acariciando de leve a cabeça. Teve um momento de silêncio e vi a expressão da minha mina mudar. Ela tinha se decidido. Fez vários gestos pra mim e me deu uns tapinhas suaves pra ver se eu tava dormindo, e eu continuei fingindo. Olhei pras câmeras e vi. Ela pegou o pauzão que tava entre as pernas dele e levou até a entrada dela. Ele começou a empurrar devagar, entrando centímetro por centímetro. Vi minha mina revirar os olhos e morder o lábio de baixo. Devagar, o pau foi abrindo caminho até não dar mais, e aí começou o vai e vem. Sentia a cama balançando no ritmo que tavam comendo ela bem ali embaixo. de mim e eu só ficava olhando as câmeras, vendo as caras de êxtase deles. Por uns minutos, o vai e vem foi ficando cada vez mais intenso, e os barulhos mais altos, dava pra ouvir os dois tentando esconder os gemidos do jeito que dava. Vi minha mina começar a tremer de um jeito que eu já conhecia bem, ela tava gozando. Nunca tinha visto ela gozar daquele jeito. Parecia outra mulher, as pernas tremendo como se tivesse possuída, mas ele não parava com as estocadas. Quando ela caiu exausta, ele começou a acelerar o ritmo e ela virou o rosto pra olhar nos olhos dele. Atento, eu escutei: — Cê não tem camisinha, não goza dentro. Fica tranquilo que vou te compensar. Como assim? Pensei. O que ela queria dizer com isso? Não demorei muito pra descobrir, porque ele já tava no limite, abafando um gemido, tirou rapidinho o pau da buceta da minha mina e ela desceu da cama, se ajoelhando. Ele se levantou e começou a bater uma na cara dela. Eu não acreditava no que meus olhos viam, minha mina nunca tinha feito isso comigo. Não levaram nem dez segundos de pé, com minha mina ajoelhada e sorrindo de boca aberta, e ele começou a gozar. Senti meu parceiro gemer e saiu o primeiro jato de porra, que voou rápido e bateu na língua da minha mina, o impacto desviou o jato pra garganta dela e ela engoliu na hora. O segundo e o terceiro jato foram pra testa e bochechas dela e cobriram a cara toda de leite. O resto eu não consegui ver porque minha mina, enquanto olhava fixo nos olhos dele, enfiou o pau do meu parceiro até o fundo da garganta, praticamente deslocando a mandíbula, e eu só via as bolas dele subindo e descendo a cada jato que saía do pau e, ao mesmo tempo, a garganta da minha mina engolindo a porra sem hesitar nem um segundo. Eu continuei fingindo que tava dormindo pra manter a desculpa, no dia seguinte mostraria os vídeos e me vingaria… Infelizmente, como pude ver Naquele momento, o app que eu tava usando era uma versão de teste e só tinha gravado os dois primeiros minutos, onde nem tinham deitado ainda, então não servia pra nada. Noite 74 Essa noite ia ser a boa. Eu já não aguentava mais o jeito que os dois se comportavam durante o dia, quase sem disfarçar e sem se importar que eu tava naquela casa. Fingi que ainda tava doente e eles não demoraram pra começar. Ele passou a mão na virilha da minha namorada, que já tava molhada e ansiosa. Começou a masturbar ela e eu ouvi os gemidos abafados da minha mina por uns minutos. Depois foram pra posição de conchinha e eu vi pelas câmeras como o pau enorme dele entrava rápido em lugares onde eu nunca tinha chegado. Eles ficaram transando em silêncio por um tempo, eu só escutava o rangido da cama e um vai e vem leve. Finalmente, minha namorada gozou e eu vi ele tirar a rola e mandar meu colega deitar em cima dela. Meu colega começou a se masturbar na cara dela enquanto ela ficava de boca aberta, ela olhava fixo nos olhos dele com tesão e ele não parava de bater uma com força, apontando pra garganta dela. Parecia que não tava funcionando, ele parecia ter uma resistência infinita na minha opinião. Finalmente minha namorada tomou as rédeas e colocou a rola entre os peitos dela e começou a masturbar ele com eles, enquanto a ponta ficava dentro da boca. O pau dele era tão comprido que ela conseguia masturbar a base com os peitos enquanto lambia a cabeça com a boca. Não pude evitar admirar aquela piroca, já que o que eles tavam fazendo era completamente impossível com a minha. A técnica pareceu funcionar, porque meu colega de quarto não demorou a começar a ofegar e gozar jorrando na boca da minha namorada, que engoliu o esperma dele com vontade, embora muito escorresse pelos cantos dos lábios entre um gole e outro. Me senti muito triste ao ver minha mina curtindo tanto o sexo assim, mas ao mesmo tempo fiquei fascinado com as habilidades dela. Quando fui ver No vídeo, percebi que com a empolgação esqueci de apertar o record… Noite 75 Naquela mesma tarde, me certifiquei de que as câmeras estavam gravando e salvando o vídeo direitinho. Tudo pronto pra vez definitiva. Começou como de costume, fingi que tava doente e fui dormir. Meia hora depois, os dois entraram pela porta. Dessa vez nem disfarçavam mais, minha mina entrou sem a parte de cima, com os peitos de fora, e beijando ele de boca aberta. Se jogaram rapidinho na cama de baixo e ficaram bem no foco das minhas câmeras. Se despentiram às pressas e ela começou a fazer um boquete intenso, enquanto ele terminava de tirar a roupa. Depois foram pro 69, e eu pude ver dos dois ângulos. Os dois gozaram sincronizados naquela posição, e eu vi a buceta da minha mina se contraindo e soltando os fluidos na cara do meu colega, enquanto o pau dele pulsava e jorrava porra na garganta dela. Nem disfarçavam mais os gemidos. Pensei que tinham terminado, mas ela continuou chupando até ele ficar duro de novo. Aí ela ficou de quatro e ele começou a meter com força por trás, balançando a cama toda, que pensei que fosse quebrar, fazendo um barulhão. Agora os dois gritavam de prazer e cada vez que ele enfiava até o fundo, dava pra ouvir o estalo forte dos corpos se chocando. Depois de um tempo assim, resolveram mudar de posição e foram pro papai-e-mamãe. Ele tava de bruços, metendo rápido e gemendo cada vez mais alto. Ela tava olhando pra cima, gritando de tesão. Por algum motivo, não consegui evitar de querer ver aquela cena pessoalmente e me inclinei, olhando com meus próprios olhos. Nessa hora, nossos olhos se encontraram. Minha mina me encarou, sem piscar, enquanto ele continuava comendo ela, me sorriu e na sequência, sem parar de me olhar, começou a tremer e a gozar.
— Tô gozando. — Disse meu colega de quarto.
Ele fez menção de começar a sair, mas ela fechou com força as pernas em volta da cintura dele e impediu. Então ele começou a gozar selvagemente dentro dela. Nós ainda nos olhávamos fixamente enquanto a enchiam de porra. Pude ver como as bolas do meu colega de quarto subiam e desciam a cada jato de sêmen que ele despejava na minha namorada, e ela finalmente fechou os olhos para aproveitar aquela sensação.
Noite 76
Derrotado depois da noite anterior, encarei minha namorada pela manhã, quando meu colega de quarto já tinha saído de casa.
— Como você pôde fazer isso comigo? — Falei chorando.
Ela me olhou e, sem muita pena nos olhos, disse:
— Não sei. Uma coisa levou à outra e, como você já viu. Nosso colega de quarto é um garanhão. Eu tenho direito de saber o que é um orgasmo bom antes de passar o resto da vida ao seu lado, não é?
Eu a encarei, surpreso por ela falar do nosso futuro. Mas ela continuou:
— De agora em diante, a gente vai dormir no beliche de cima e nosso colega no de baixo. Espero que isso seja satisfatório pra você.
Fiquei calado e concordei levemente, feliz que minha namorada finalmente tinha caído na real.
Chegou a noite e, finalmente, eu e minha namorada fomos dormir no beliche de baixo, enquanto meu colega foi pro de cima. Ele me olhou com uns olhos desafiadores antes de subir e se virar. Eu odiava ele profundamente. Finalmente tudo voltava ao normal.
— Mas vou me vingar. — Pensei.
Quando apagamos as luzes, e antes que alguém tivesse tempo de dormir, comecei a tocar minha namorada e a me esfregar nela, pra deixá-la com tesão. Ia fazê-la sofrer o que ele me fez sofrer esses meses. Pra minha surpresa, minha namorada reagiu positivamente. Começou a se esfregar e mexer o corpo de um jeito sugestivo. Fazia tanto tempo que a gente não fazia nada que... Tava muito tarado, mas não conseguia perceber que algo tava errado. Fui deixando a situação escalar até que me toquei do problema. Não tava nem duro. Como é que eu não tinha percebido isso antes? – Pensei. Todo confuso e assustado. Minha mina pareceu perceber na mesma hora que eu e me olhou de olhos arregalados e cara de brava. - Sério? Falou alto. Depois de tanta palhaçada você não consegue nem ficar duro? Queria estar em qualquer outro lugar. Aí ouvi uma risadinha no beliche de cima e senti movimento lá em cima. Meu colega tinha se descoberto e acendido a luz. Daí pude ouvir aquele som horrível que eu já conhecia bem começando de novo. Ele tava se masturbando. Minha mina levantou, ainda de pijama, e falou. - Você tem algo a oferecer? Ele, sem falar nada, se virou e eu vi o pau dele duro, reto no ar, a poucos centímetros da boca da minha mina. Ela sorriu, baixou a calça um pouco e levantou o pijama até o pescoço, mostrando o corpo todo pelado, e meteu na boca dele e começou a chupar. Eu de baixo tinha uma vista perfeita da minha mina de joelhos na cama, chupando aquela piroca enorme, 3 vezes maior que a minha, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo do boquete e a mão dela se masturbava a poucos centímetros de mim. - Vem, tô com vontade de gozar. Falou minha mina.
Olhei pra ela confuso, mas meu colega de quarto não hesitou nem um segundo. Eu tava paralisado na cama enquanto ele descia do beliche de cima. Minha namorada aproveitou pra tirar a parte de cima e ficar de quatro em cima de mim, segurando meus pulsos e me encarando. Meu colega colocou o corpo musculoso atrás da bunda da minha namorada e se ajoelhou, pronto pra meter de quatro direto comigo debaixo. Ela me olhou com um sorriso e arqueou as costas, como se tivesse convidando ele. Ele não esperou nem mais um minuto e encostou o pauzão na entrada da buceta dela, deixando ali por um instante, como se quisesse provocar. — Vai logo! — falou minha namorada, apressada. Não aguento mais esper— Ele cortou ela, metendo fundo de uma vez. Vi os olhos dela arregalarem numa careta de prazer. Daí começaram a se mover no mesmo ritmo. Eu tava com uma vista privilegiada da cara de êxtase da minha namorada enquanto aquele homem comia ela. Ela começou a gemer alto a centímetros dos meus ouvidos, sem disfarçar nada. Gozou gostoso e acho que até acordou os vizinhos.
Eu continuava paralisado, mas parecia que meu parceiro ainda tinha aquela stamina infinita. Ele apertou a cabeça da minha namorada contra o travesseiro e esticou ela completamente por cima de mim. Depois, se esticou por cima dela e continuou fodendo ela daquele jeito. Eu tava me afogando com o peso de duas pessoas em cima de mim. Meu parceiro não parava, e eu tava no meio de tudo aquilo, ainda sem saber por quê, ouvindo todos os barulhos, sentindo o calor dos dois corpos e vendo eles gozarem enquanto me ignoravam. Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, minha namorada se virou em cima de mim, apoiando as costas no meu peito e abrindo as pernas pra ele foder ela de missionário, o que meu parceiro não hesitou em fazer. Os dois estavam abraçados em cima de mim, gritando de prazer cada vez mais alto. Eu sentia que iam gozar a qualquer momento. Aquele momento que eu tanto temia chegou. — Vou gozar. — Disse meu parceiro. Minha namorada prendeu ele com as pernas pra ele não tirar, e ele começou a gozar dentro dela. Por sua vez, minha namorada, ao sentir os jatos de porra entrando nela, começou a gozar também. Eles ficaram gozando por um bom tempo, eu sentia a cama balançar a cada estocada que ele dava pra enterrar a semente o mais fundo possível, até que finalmente os dois relaxaram. Pensei que o pesadelo tinha acabado. — Fode meu cu. — Ela disse. Nós dois olhamos incrédulos. Ele ficou duro na hora. — O quê? — Ele disse. — Sempre quis fazer isso e agora acho que é uma boa hora. Ainda tô muito tesuda. Ela se colocou de quatro em cima de mim de novo, e meu colega de quarto voltou pra posição original. Mas dessa vez ele ia explorar lugares onde nem eu tinha estado. Ela me olhou fixo nos olhos e enfiou a cara no travesseiro. Ele começou a penetrar ela devagar. Virei a cabeça e vi minha namorada de olhos fechados, mordendo o travesseiro com força enquanto meu parceiro ia dilatando ela aos poucos.
Ela começou a se mexer com força e os dois começaram a gemer. A cama tremia e eu podia sentir cada estocada que batia na bunda da minha mina ecoando na minha pele. O ritmo foi aumentando e chegou a hora em que minha namorada parou de morder o travesseiro pra poder gritar à vontade. Parecia que os dois corpos se entendiam perfeitamente. As caras deles se aceleravam, se aproximando do orgasmo mútuo. Foi aí que eu entendi. Eu nunca poderia dar a ela o que ela precisava. Meu colega de quarto começou a gozar e a encher de porra a bunda da minha namorada, e ela, por sua vez, começou a gozar como eu nunca tinha visto, as pernas dela tremiam e os braços falharam, a cabeça dela caindo no meu peito, derrotada. Finalmente, no dia seguinte, decidi terminar com ela, mas ela ficou em casa e continuou trepando todo dia com meu colega de quarto, e até fazendo surubas com os amigos dele, tudo isso enquanto eu procurava outro apê durante as 4 ou 5 semanas que levei pra encontrar.
- Hahahaha Pô, pra mim tá de boa você ficar com o de cima. Disse meu colega de apê. Pensei que você tinha lido que o beliche era de casal.
- Hahaha É, foi brincadeira, óbvio, a gente tira na sorte e pronto. Falei.
- Bom, não quero pressionar, mas eu gostaria de ficar com a cama de baixo, já que minha namorada mora do lado e é de se esperar que ela venha mais vezes que a sua. Não tô dizendo que vamos fazer nada, hein? Mas dá pra dormir mais à vontade.
- Bom… — Gaguejei — Na real, não é um motivo ruim… Mas eu também quero dormir bem com a minha namorada. Falei.
A gente discutiu um tempão e, no fim, decidimos resolver tudo num mano a mano num videogame que os dois conheciam. Pra deixar mais emocionante e evitar tretas futuras, quem ganhasse ficava com a parte de baixo pra sempre, sem o outro ter direito de reclamar. Tava rolando o jogo e eu tava ganhando, mas tava bem equilibrado. Sinceramente, tava me divertindo pra caralho. Por algum motivo, no último segundo, fiquei com pena e pensei que, realmente, era verdade o que ele tinha falado sobre ele aproveitar muito mais e, no fim, deixei ele ganhar de leve. Meu colega soltou um grito de alegria e eu fingi tristeza por um tempo, parabenizei ele e assim começou o semestre.
Os meses passaram e, infelizmente, nossa relação foi azedando. Não que a gente se odiasse nem nada, mas tínhamos jeitos muito diferentes de lidar com o apê e isso gerava discussões e mal-entendidos, mas Apesar disso, também não nos dávamos tão mal a ponto de querer sair do apartamento. Também não ajudava a reação que minha namorada teve ao conhecê-lo, fixando os olhos por tempo demais no corpo dele e demorando demais pra responder quando falavam algo com ela, como se a mente estivesse em outro lugar. Por outro lado, minha namorada realmente tinha problemas na república de estudantes. As colegas dela eram insuportáveis e viviam se pegando. A situação chegou a tal ponto que um dia ela apareceu na nossa porta chorando e pediu se podia ficar dormindo por um tempo, enquanto procurava outro lugar. Eu disse pra ela entrar e fui falar com meu colega de quarto, que encontrei bem abatido. Depois de explicar a situação, ele concordou em deixar minha namorada dormir comigo por um tempo, na cama de cima, desde que não fizéssemos nada estranho. Aceitamos sem hesitar e minha namorada começou a dormir na minha cama. Sem saber bem como, o tempo foi passando e, sem percebermos, ela começou a morar com a gente. No começo, passou uma semana sem nenhum problema e também sem reclamação da administração do prédio, o que me deixou feliz. Além disso, minha namorada e meu colega de quarto se davam muito bem, e ele até disse que ela podia ficar o tempo que quisesse, que ela tinha mostrado ser uma garota de confiança e que mantinha eu na linha pra não sujar o apartamento mais do que o necessário.
— Muito obrigada, isso me tranquiliza — disse minha namorada. — Tava preocupada se você se cansasse e dedurasse pra direção desse prédio e me expulsassem. A verdade é que andei procurando apartamento e não acho nada decente.
— Não se preocupa, gostosa — ele disse. — Não pretendo fazer nada disso. — Ele falou rindo.
**Noite 1**
Uns dois dias depois dessa conversa, no meio da noite, não consegui evitar acordar ao notar um barulho estranho vindo de algum lugar do quarto. Era um som bem leve, mas repetitivo, tipo um estalo. Além disso, senti um leve balanço na cama. Depois de ficar um tempo... ouvindo aquele som familiar, não pude deixar de perceber o que estava rolando. Meu colega de quarto estava se masturbando! Olhei pra minha namorada, mas ela estava completamente dormindo, não parecia reagir nada ao que tava acontecendo. Pensei em dar uma olhada, mas como eu dormia do lado da parede e minha namorada do lado com vista privilegiada, resolvi não me mexer muito pra não causar uma situação constrangedora pra todo mundo. Decidi esquecer e seguir em frente sem falar nada… Noite 2, 3 e 4 Isso continuou acontecendo todas as noites seguintes, o que me deixava puto da vida, mas não o suficiente pra superar a vergonha de comentar o que tava rolando com meu colega. Além disso, também não queria bagunçar o equilíbrio da situação da minha namorada no apê. Noite 5 Na quinta noite, acordei não só pelo som, que tava mais intenso que o normal, mas também sentia um vai e vem bem mais forte do que eu tava acostumado nas noites anteriores. Parecia que hoje ele tava se masturbando com muita vontade. Lutei pra dormir, mas não consegui e no fim, depois de aguentar, cedi à minha própria curiosidade. Devagar, me movi por cima da minha namorada, que há um tempo tinha virado pro lado de fora, de costas pra mim. Aproveitei que me inclinei pra olhar o rosto dela, e fiquei feliz ao ver que ela tava de olhos fechados e não precisava aguentar essa merda. Também não tinha me falado nada esses dias, então não devia ter percebido ainda o que nosso colega de quarto fazia de noite. Muito lentamente, me estiquei pela fresta e o que vi me surpreendeu pra caralho. Meu colega tava deitado, sem camiseta e com a calça arriada, se masturbando furiosamente com o braço musculoso dele. Dava pra ver como ele se contraía e se mexia de olhos fechados, imaginando sei lá o quê, e como a mão enorme dele massageava o pau igualmente enorme. Devia ser no mínimo o dobro do comprimento do meu, ou até um pouco mais, e era difícil determinar o quanto era grosso, mas considerando que a mão dele era maior que a minha, com certeza o pau dele era bem mais grosso. Fiquei hipnotizado, vendo como um homem com um corpo tão perfeito, daqueles que eu sempre sonhei em ter, ficava cada vez mais excitado até que, de repente, soltou um gemido silencioso e gozou. E como gozou! Saiu porra a jatos, três jorros principais que foram parar no peito e mais uns tantos nos abdominais, o resto não consegui ver por causa do ângulo em que eu estava. Pasmo, ao me retirar, olhei de novo pra minha namorada e me pareceu que a expressão dela tinha mudado pra uma mais tensa, como se estivesse fingindo que dormia, mas, depois de pensar um pouco, me convenci de que tinha imaginado. No dia seguinte, resolvi falar com ele de uma vez por todas. Fui direto pra cozinha e o encontrei conversando com minha namorada. Ele sorriu pra mim e disse pra eu ir até lá, que minha namorada tinha sugerido comparar o tamanho das mãos e queriam fazer uma comparação entre nós três. Fui até lá surpreso e fiz o que me mandaram. Ao comparar minha mão, meu colega pôde ver que a dele era consideravelmente maior. Ela era maior na parte de cima de cada dedo e a palma também um pouco mais. "Com certeza" — pensei — "o pau dele é bem mais grosso que o meu". Continuamos comparando entre nós, brincando por um tempo. Quando minha namorada saiu da cozinha, aproveitei pra puxar o assunto com meu colega. — Ei, escuta, não pude deixar de notar que ultimamente… à noite… você sabe… Não sei o que tá rolando, mas não consigo dormir, sem contar que minha namorada tá bem em cima e poderia te ver perfeitamente. — falei. — Poxa — ele me olhou com cara de preocupado — Desculpa mesmo, não quis te incomodar nem nada. — Baixou o olhar — É que não te contei, mas faz uma semana que eu e minha namorada terminamos e desde então não consegui… você sabe… me aliviar. Achava que tava sendo Completamente silencioso, mas é óbvio que não. Não vai acontecer de novo, fica tranquilo.
- Ele sente muito… não fazia ideia. – Falei – Bom, tenta desabafar no banheiro da próxima vez e a gente fica quites. – Falei pra ele.
Ficamos mais um tempinho conversando sobre o término dele e seguimos com a vida. Passaram umas duas semanas e minha namorada já tinha se acostumado completamente a morar com a gente. Até já não se importava mais de andar sem calcinha pela casa quando meu colega estava por perto, o que me incomodava um pouco, mas eu não falei nada pra não parecer careta.
A situação parecia estável, já que meu colega nunca mais tinha se masturbado na cama, e eu e minha namorada, mesmo apertados, dormíamos bem na nossa cama. Ou pelo menos era o que eu pensava.
Uma noite, enquanto eu tava vendo uma série com meu colega, minha namorada chegou perto de mim e falou que tinha uma coisa séria pra me contar. Preocupado, larguei o que tava fazendo e fui com ela pro quarto pra ouvir o que ela queria dizer.
- Sabe que daqui a pouco tenho as provas. – Ela disse.
- Sim – Concordei.
- E que dependo da bolsa pra continuar nesse curso. – Ela falou.
- Sim, claro – respondi.
- A questão é, e não sei como dizer… é que não tô dormindo nada bem nessa cama tão apertada. Queria que a gente mudasse pra cama de baixo, pelo menos por um tempo, enquanto durarem as provas.
- Você tá louca! – Exclamei – Não podemos fazer isso! – Me arrependi de ter deixado ele ganhar naquele videogame idiota – A gente apostou o beliche de baixo e colocou a condição de que não podia negociar.
- Mas eu preciso! – Ela disse.
Exasperado, olhei pra ela e falei:
- Não dá, sinto muito.
Ela me olhou, e vi os olhos dela encherem de lágrimas e ela começar a hiperventilar.
- Se eu reprovar nas provas, a gente vai ter que parar de se ver! – Ela disse.
Quando ela falou isso, senti como se um balde de água fria tivesse caído em mim. Comecei a pensar em soluções, mas não achava que… que meu colega fosse trocar a cama que ele tinha ganhado. Fiquei pensando um pouco enquanto ela chorava do meu lado e, finalmente, falei:
- Bom, tá bem, vou tentar falar com meu colega pra ver o que ele acha.
Vi como o olhar da minha namorada se iluminou com aquela centelha de esperança e não pude evitar pensar em como ela era gostosa.
Minha conversa com meu colega de quarto não foi tão bem quanto eu queria. Não consegui convencê-lo a trocar os beliches com a gente. A gente discutiu um pouco sobre o acordo que fizemos e, no fim, eu disse que tinha deixado ele ganhar.
- Pô, então... é assim que a gente vai jogar, é? – ele falou. – Te ofereço uma revanche: se você ganhar, fica com a cama de baixo, mas se eu ganhar, não tem mais conversa.
- Fechado. – aceitei, jogando tudo numa carta só. Pensei que era minha única chance de conseguir o que queria.
Ligamos o jogo e jogamos de novo no mesmo nível e com os mesmos personagens. Dessa vez, parecia que ele tava levando muito a sério. A partida foi uma das mais equilibradas da minha vida, era impressionante como a gente tava empatado. No final, minha namorada me abraçou por trás pra me dar força, mas sem querer, só conseguiu me fazer perder a concentração e eu acabei perdendo a partida de vez.
- Bom, parece que isso resolve tudo. Desculpa. – falou meu colega de quarto.
- Não! Espera! – gaguejei.
- Nada de "mas"! A gente conversou um tempão, mas eu já tinha perdido todo meu poder de barganha.
Minha namorada tava triste, até que o rosto dela se iluminou e ela disse:
- E se eu me mudar sozinha pra baixo? Você se importaria?
- O quê? – olhei pra ela, surpreso.
- Pensa bem, vai ser só por um tempo e depois a gente volta a dormir como sempre.
- Você tá louca? – falei.
A gente discutiu e a conversa esquentou até que minha namorada começou a chorar. No fim, eu deixei eles ganharem, com a condição de que dormissem completamente separados. E os dois aceitaram. Eles aceitaram. Embora eu preferisse que não, pra não ser o vilão da história. Noite 31. Naquela noite fomos dormir e, pela primeira vez, minha namorada não subiu comigo. Ela ficou lá embaixo, junto com meu colega de quarto. A gente ficou um tempão conversando os três e, no fim, eles pegaram no sono. Digo que pegaram no sono porque eu não consegui pregar o olho a noite inteira. Tava consumido pelo ciúme, embora tivesse que admitir que eles não se aproximaram um do outro em momento nenhum. Foram passando umas noites e eu fui relaxando. Até consegui dormir. Noite 36. Já tinha passado quase uma semana e eu dormia tranquilo, tinha me acostumado com a nova situação e, sinceramente, o espaço livre na cama fazia uma falta danada. Mas naquela noite eu acordaria com um barulho já conhecido… No meio da noite acordei e na hora soube o que tava rolando. Meu colega tava se masturbando de novo. E minha namorada? O que ela tava fazendo? Apressado, mas com cuidado, me inclinei na cama pra ver o que tava acontecendo. Por sorte, a situação foi melhor do que eu esperava. Meu colega se masturbava de frente pra parede, de costas com a minha namorada. Fiquei vigiando ele enquanto prestava atenção em qualquer movimento que indicasse se minha namorada ia acordar, mas ela parecia dormindo. ------- Nos dias seguintes, isso foi se repetindo, já até quase esperava, mas nunca achava o momento ou a força de vontade pra comentar com ninguém. Noite 41. Naquela noite, tudo foi como de costume. Em algum momento da noite, meu colega começou a se masturbar. Como nas outras vezes, ele levava um ritmo que ia acelerando e segurava a respiração quando ia gozar. Aquele dia teria sido igual aos outros, mas, enquanto eu olhava vidrado praquele cara se masturbando do lado da minha namorada, e vigiava pra ele não tentar nada estranho, minha namorada, dormindo, foi se virar e, sem querer, deixou a mão cair em cima do pau do meu colega. Não dava pra acreditar! A mão da minha namorada tava pousada ali. da pica enorme do meu colega de quarto. A pica era tão grande e tão dura que conseguiu aguentar o peso da mão adormecida da minha namorada. Olhei com os olhos arregalados pro meu colega e vi como ele, surpreso, ficou paralisado olhando pra aquela mão que, por reflexo, tava pegando no pau dele. De repente, pareceu reagir e rapidamente se virou e parou de se masturbar. Acho que o susto cortou o tesão dele. Noite 42 Naquela noite demorei mais pra dormir sabendo o que tinha rolado na noite anterior, não conseguia tirar da cabeça a imagem da mão da minha namorada em cima da pica do meu colega de quarto, e quem sabe o que ele tava pensando! Quando a noite chegou, o susto já tinha passado bastante, foi um acidente e assim ele com certeza ia parar de se masturbar de uma vez sem eu precisar fazer nada. Quando apagamos a luz, eles ficaram cochichando entre si mais do que o normal, com umas risadinhas abafadas entre os sussurros, o que achei estranho, mas atribuí ao constrangimento que meu colega devia estar sentindo com a minha namorada por causa da noite anterior. Aos poucos fui dormindo, entre sussurros e risadas. Naquela noite acordei e ouvi umas respirações aceleradas, escutava o som de masturbação que já tava acostumado, mas o ritmo não era o de sempre, era menos rápido e com movimentos mais suaves. Pô, parecia que no final eu ia ter que falar com ele de novo. Naquela noite ele demorou muito menos pra gozar, o que me surpreendeu. Quando me inclinei pra ver, vi os dois deitados olhando pra cima, mas separados por uns 50 centímetros, e fiquei mais tranquilo. Noite 48 As noites foram passando e eu já tinha me acostumado com o novo ritmo. Agora todo dia ele se masturbava desse jeito. Parecia que ele gostava mais, já que gemia mais alto, mas fora isso eu depois dormia e ficava de boa. Mas naquela noite algo foi diferente. Quando ele tava no meio da sessão, ouvi de repente uma risadinha que reconheci muito bem… Minha namorada. Alterado, me inclinei pra olhar no beliche de baixo, mas quando me apressei, não consegui evitar fazer barulho. Quando olhei, os dois estavam deitados de barriga pra cima, com o lençol cobrindo o corpo inteiro da minha namorada e até a metade do peito do meu colega de quarto. Na virilha dele dava pra ver claramente uma barraca enorme.
- Aconteceu alguma coisa, amor? - disse minha namorada.
- Como? Ah... Não, não! Que nada. - falei. É que achei que ouvi um barulho e fiquei me perguntando se tinha algo errado. Me pareceu que você estava rindo.
- Então, verdade é que acordei por um momento e, como você pode ver, achei graça do cenário que nosso amigo aqui tem entre as pernas e não consegui evitar rir. Desculpa ter te acordado, amor.
Depois a gente conversou mais um pouco enquanto meu colega fingia que tava dormindo e a gente voltou a dormir. Fiquei um tempão virando na cama, por algum motivo o que eu tinha visto me deixou inquieto e não consegui pegar no sono. Depois de um tempo, a curiosidade falou mais alto e não resisti a olhar de novo. Os dois continuavam na mesma posição, ela tava completamente coberta, mas ele já tava descoberto e com o pau pra fora, completamente duro, e minha namorada de olhos arregalados, olhando fixamente pra ele. Parecia que o tempo tinha parado. Fiquei uns segundos vendo como minha namorada ia reagir, com o coração na mão. Ela tava completamente imóvel, mas sem tirar os olhos daquele pau enorme a poucos centímetros da mão dela. Finalmente, ela olhou pro meu colega, vendo que ele tava dormindo, e depois olhou pra mim, e eu fingi que tava dormindo. Ela pareceu relaxar e tirou de debaixo do lençol uma mão trêmula, que se aproximou bem devagar do pau ereto e, suavemente, agarrou ele inteiro por baixo da cabeça. Eu tava paralisado olhando a cena. Ela deixou a mão descansando ali por uns segundos e depois começou a subir e descer bem devagar... até que meu colega fez um movimento pequeno e ela se assustou, largou o que tava fazendo e voltou a dormir… No dia seguinte, fiquei o dia todo puto e bolado com ela. Finalmente, percebendo meu comportamento estranho, ela perguntou:
- Amor, o que que cê tem hoje? Tá muito esquisito.
- Nada. – Falei.
- Qual é, não me engana. – Ela respondeu, que me conhecia bem. Depois de um tempo, ela conseguiu arrancar a verdade de mim e eu expliquei o que tinha visto.
- Ai, amor, desculpa, sinto muito. Cê sabe que eu sempre tive curiosidade de saber como é a sensação de outro pau e ontem, vendo ele tão perto e tão fácil, não consegui evitar de tocar. Mas relaxa, não consegui nem rodear ele todo com a mão! Com certeza ia me machucar pra caralho! Hahahaha – ela riu.
Depois de conversar mais um pouco, fomos dormir.
**Noite 49**
De noite, acordei com o som que já conhecia bem. Meu colega de quarto tava se masturbando. Dessa vez, tava nervoso por causa do que tinha visto na noite anterior e me inclinei pra olhar, como já era costume. Hoje tava meio estranho porque os dois estavam cobertos até o pescoço, coisa rara pro meu colega. Dava pra ver um volume subindo e descendo na virilha dele. De primeira, uma coisa me chamou muito a atenção: ele tava se masturbando com a mão esquerda, o que era estranho já que ele é destro. Além disso, a mão tava enrolada nos lençóis, o que me pareceu suspeito. Depois de olhar um tempo, reparei melhor na posição da minha namorada e notei que não dava pra ver o braço direito dela… Um pensamento invadiu minha mente: e se era a minha mina que tava masturbando ele debaixo dos lençóis? Com a pouca visibilidade que eu tinha, não conseguia confirmar. O ciúme tava me corroendo por dentro, mas não podia fazer nada além de olhar sem chamar atenção. Nessa hora, meu colega se mexeu e descobriu o cobertor até a virilha, o que me deixou ver o pauzão dele rodeado por uma mão que eu não conseguia distinguir direito… Continuei vendo aquela mão coberta subia e descia, cada vez mais rápido, era da minha parceira ou da minha namorada? Subia e descia… Tanto minha namorada quanto meu parceiro ficavam imóveis de barriga pra cima e de olhos fechados. Subia e descia cada vez mais rápido… O corpo da minha namorada começou a tremer, ou era por causa do movimento da cama? Não dava pra saber. Sem eu esperar, chegou o momento ápice e, junto com a respiração ofegante do meu parceiro, começaram a sair jatos de porra com uma pressão incrível, alguns deles foram no corpo do meu parceiro e alguns em cima do lençol que cobria minha namorada… Eu tava besta olhando o espetáculo quando, de repente, a mão deu umas sacudidas a mais, o que fez meu parceiro soltar um gemido, como se estivesse surpreso, e saírem mais dois jatos de porra com muita força. Azar o meu, dessa vez foram direto na cara da minha namorada, que tava dormindo e não reagiu. O primeiro foi direto no cabelo e nos olhos, o segundo, um pouco menos forte, acertou a bochecha inteira, boca e queixo. Não acreditei. Meu parceiro, que parecia não ter percebido o que tinha acabado de acontecer, virou de lado e foi dormir, eu não sabia o que fazer, vendo a cara da minha namorada coberta de porra de outro homem… Minha namorada, dormindo, virou de um jeito que eu não conseguia ver o rosto dela e continuou dormindo. Eu tentei dormir, mas percebi que tava completamente duro, fiquei puto que meu corpo reagiu desse jeito, não entendia o que tava acontecendo com meu corpo nem por que ele reagia assim. Depois de tentar dormir um pouco e não conseguir, tive que apelar pra uma punheta, tentando tirar essas imagens da cabeça, mas não consegui. A verdade é que fazia muito tempo que eu não gozava tão forte. Noite 50 Como de costume, começou a se ouvir o som da punheta que meu parceiro tava batendo. Hoje o clima tava mais silencioso que o normal, silencioso demais. Percebi que ele tava de novo completamente duro pensando no que podia estar rolando. Não aguentei nem cinco minutos até que finalmente me aproximei bem silenciosamente na beira da cama e me preparei pra olhar. Os dois estavam de barriga pra cima, olhos fechados e cobertos com o lençol até a cabeça. Fiquei um tempão olhando, mas não parecia que tava rolando nada, não tinha nenhum movimento suspeito. Fiquei dez minutos segurando a respiração, com um nó no estômago, observando. Finalmente, comecei a me acalmar e decidi ir dormir, mas bem na hora que ia me afastar, percebi um leve movimento debaixo dos lençóis. Será que a mão da minha namorada tinha se movido pro pau do meu colega? Não tinha como saber. De novo com um nó no estômago, dessa vez muito mais forte, fiquei paralisado olhando. Aos poucos, consegui ver como, debaixo do lençol, na área onde tava o pau do meu colega de quarto, começaram a aparecer movimentos leves, tipo carícias ou brincadeiras. Devagar, ele começou a ficar duro e formar aquela pirâmide de pano que eu já conhecia muito bem. O ritmo foi aumentando e, acho que por causa da luz da lua que entrava pela janela, hoje eu tinha uma visão mais clara do que nunca da situação. De repente, ele parou de se masturbar, eu fiquei congelado e segurei a respiração pra não chamar atenção. O que aconteceu depois acabou confirmando meus medos mais profundos. Minha namorada, sussurrando, se mexeu no lugar e falou alguma sobre o calor. Tirou o lençol e, com um movimento rápido, tirou a parte de cima e ficou com os peitos completamente nus. Olhei pra eles, chocado e excitado, mas o que veio depois já foi a gota d'água. Com outro movimento, minha namorada puxou o lençol do meu colega até os joelhos, deixando completamente à mostra o pau enorme dele, apontando direto pra cima, pra minha cama e, sem perder um segundo, a mão pequena da minha namorada envolveu aquele pinto que tava do lado dela. Ela começou a masturbar ele. Dava pra ver perfeitamente como a mão direita da minha namorada, que nem conseguia rodear por completo a circunferência da pica que ela segurava, batia uma punheta suave pro parceiro de cama dela. Vi sem dúvida como ela massageava a pica dele num ritmo que eu já conhecia muito bem, vi como aumentava o ritmo com o passar do tempo e como meu colega se contorcia de prazer. Vi o balanço dos peitos da minha namorada na luz da lua e percebi como a cama balançava a cada movimento que ela fazia. Chegou o momento que eu mais temia. A respiração do cara debaixo dela começou a ficar mais ofegante, os movimentos da minha namorada cada vez mais rápidos, minha pica cada vez mais dura, os peitos da minha namorada subiam e desciam de um jeito hipnotizante com os bicos completamente duros, vi como meu colega de quarto tinha o rosto virado pra eles, mas não dava pra ver se ele tava de olhos abertos. Fez-se silêncio. Minha namorada apontou aquela pica enorme pra si mesma e, então, meu colega começou a gozar. Os jatos de porra foram direto na cara da minha namorada, acertaram a testa, a boca, o nariz e as bochechas… depois os próximos tiros, com menos força, banharam os peitos e a barriga dela. O corpo da minha namorada tava completamente coberto pela porra de outro homem, e isso aconteceu na minha frente. Não aguentei e gozei sem nem me tocar, depois acho que entrei em choque e não lembro direito o que rolou. Na manhã seguinte acordei e ela já tinha ido embora. Não consegui me concentrar na aula e fiquei o dia todo pensando na bronca que ia dar nela quando a gente se visse. Como ela pôde me trair assim? Por sorte era o último dia de aula antes das férias de Natal e não tinha muita matéria importante. Quando cheguei em casa, aproveitei que estávamos só eu e minha namorada e fui pra cima. — Ei, precisamos conversar sobre o que aconteceu ontem à noite. — O que foi? Por quê? — Por que você está tão sério? — ela disse.
— Ontem à noite, ouvi uns barulhos estranhos e vi o que você fez com meu colega de quarto enquanto eu estava em cima, no beliche. Ela ficou séria.
— Ah, aquilo? Só estava dando uma massagem nele. Ele precisava relaxar… — disse ela, pouco convincente.
— Como assim massagem? Vi você batendo uma pra ele! — falei, perdendo a paciência. As lágrimas começaram a escorrer, e ela também começou a soluçar. A gente conversou por um bom tempo, e ela me explicou que há uns dias não conseguia dormir porque ele se masturbava do lado dela e que, uma hora, cansou e interrompeu ele pra pedir que parasse. Parece que meu colega disse que nunca se masturbava sozinho e que era a ex-namorada dele que cuidava das “necessidades” dele. Depois, ela me contou que chegaram num acordo: ela cuidaria disso com a condição de que ele não contasse nada e deixasse ela dormir depois, assim ela podia continuar dormindo naquela cama até o fim das provas. Fiquei paralisado de raiva. O filho da puta tinha se aproveitado da boa fé da minha namorada… Como assim não sabia se masturbar? Ah, vai tomar no cu! Infelizmente, descobrimos que meu colega já tinha ido embora do apartamento durante as férias todas e não íamos vê-lo nas próximas semanas, então não dava pra falar com ele na hora.
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O Natal passou, e voltamos à rotina. Não consegui tocar no assunto diretamente quando vi meu colega, mas, por sorte, minha namorada já tinha feito as provas e voltou a dormir comigo… Ou pelo menos foi assim na primeira semana. Depois de passar uma semana dormindo mal por causa do pouco espaço e dos exercícios noturnos do meu colega, encontrei minha namorada chorando sozinha na cozinha numa sexta, quando voltei da aula.
— O que foi? — perguntei. Ela me olhou, sem conseguir formar as palavras. Fiquei um tempinho acalmando ela.
— Tenho que fazer recuperação em três matérias. — conseguiu dizer finalmente, não sem dificuldade. Eu Fiquei petrificado. — Preciso voltar a dormir no beliche de baixo. Desculpa. Noite 66 Era a primeira vez que voltavam a dormir juntos depois do que aconteceu da última vez e eu estava nervoso pra caralho. Sentia um nó no estômago que não me deixava dormir. A noite inteira fiquei olhando direto, ansioso pra ver se algo rolava, mas no fim não rolou nada. No dia seguinte, passei mal de tanto sono, mas fiquei mais tranquilo. Noite 67 Quando a noite chegou, a ansiedade voltou e eu não preguei o olho de novo. Passei a noite toda olhando de vez em quando, vigiando pra não acontecer nada. Por sorte, também não aconteceu nada, só se aproximaram um pouco mais que na noite anterior, mas acho que era normal, já que na primeira noite deviam estar nervosos. Noite 68 Essa noite fui dormindo aos pedaços. O sono me vencia, mas de vez em quando eu acordava de repente e ficava olhando pra eles. Uma vez que acordei, ela tinha se aninhado nele sem perceber, fazendo colherinha, mas só isso… e eu dormi de novo. Consegui dormir um pouco, mas não foi nada reparador; no dia seguinte tava morto de cansaço e sentia nos ossos todo o cansaço acumulado. Noite 69 Finalmente essa noite o sono me venceu. Dormi profundamente por horas, pelo que pareceu. Tive um monte de sonhos, muitos deles eróticos, e no meio da noite acordei. Olhei pra baixo e estranhei não ver minha namorada. Confuso, procurei ela pelo quarto e não achei. Um pouco mais calmo, me preparei pra dormir… mas ouvi um barulho estranho. Me inclinei pra confirmar minhas suspeitas e vi. Meu colega tinha aproveitado que minha namorada não tava pra começar a se masturbar, como sempre. Pensei que, no mínimo, ele devia ter a cortesia de esperar ela sair antes de começar. Depois de pensar nisso, não consegui parar de reparar num detalhe. O som que eu ouvia era muito diferente do que eu tava acostumado… era quase… molhado? O volume dos lençóis na A entreperna do meu colega também era muito diferente, era bem maior. Grande como uma cabeça, pensei. Será que era possível? O medo me tomou e pensei em me mexer pra ter um ângulo melhor e confirmar minhas maiores ansiedades. Será que minha namorada tava dando um boquete nele? A dúvida me corroía, mas não soube como reagir nem como me posicionar pra ver melhor o espetáculo sem ser notado. Meu colega de quarto parecia estar curtindo como nunca. Até tinha as duas mãos debaixo do lençol. O volume debaixo dos lençóis subia e descia devagar, como se estivesse brincando, e meu colega parecia bem interessado em olhar pro próprio pau debaixo do lençol. Na minha cabeça, não tinha mais dúvida. Minha namorada tinha sucumbido à tentação e tava chupando aquela pica enorme que dormia do lado dela. Escutei aqueles sons molhados ficando cada vez mais intensos, a respiração do meu colega ficando rápida e ofegante, o volume se movendo cada vez mais rápido e com mais força, e, finalmente, meu colega começou a gozar, tentando segurar um gemido sem sucesso. Meu colega começou a se contorcer na cama, imaginei as mãos fortes dele apertando a cabeça da minha namorada contra a pélvis, enfiando a cabeça do pau até a garganta e soltando jorros poderosos de porra como os que eu já tinha visto nas noites anteriores. No final, até me pareceu ouvir alguém engolindo… E engolindo de novo… E de novo, e finalmente mais uma vez. Meu colega relaxou e me olhou, eu rapidamente fingi que tava dormindo e, de tão cansado que tava, acabei dormindo de verdade. Quando acordei de manhã, todas as minhas lembranças estavam borradas. Será que foi um sonho? Não, pensei. Tava quase certo do que tinha acontecido e precisava falar com minha namorada. Depois do café da manhã, puxei o assunto com ela e ela riu. — O que você tá dizendo? Se eu ontem tive uma noite ruim e fiquei no banheiro o tempo todo. — Disse ela — Ah, é? — Falei, não muito convencido — Sim, Sim. Não faço a menor ideia do que você tá falando.
— E como é que tava tão diferente?
— Ué, sei lá, devia estar batendo uma com lubrificante ou algo assim. Não sabia que você era tão ciumento, para de ser tão controlador. – Ela disse, puta.
— Vendo pra onde a conversa tava indo, resolvi largar o assunto e fui falar com meu colega de quarto. A conversa com ele foi um pouco diferente. Primeiro, xinguei ele por ter batido uma de novo, coisa que ele negou. Depois falei que tinha ouvido ele e como é que agora o som tava diferente, e aí notei uma mudança brusca na atitude dele.
— Cê tá usando lubrificante pra bater punheta? – Falei. Aí ele arregalou os olhos, meio surpreso.
— Pô, sim, me pegou. Como fazia tempo que não fazia, pensei em usar lubrificante pra ir mais rápido e incomodar menos. Desculpa aí.
— Beleza, mas não deixa acontecer de novo. Pelo menos você fez quando minha mina não tava no quarto. – Falei.
— Kkkkk é, é. – Ele disse. A gente continuou conversando mais um pouco, mas eu já não aguentava ele e arranjei uma desculpa pra vazar rápido.
Noite 70
Meu cansaço ainda tava forte e nessa noite dormi pra caralho. De vez em quando ouvia uns cochichos e dava uma espiada, mas não tavam fazendo nada. Olhei um pouco mais e vi que meu colega tentava fazer conchinha, mas ela afastava ele de leve, embora eu, pela linguagem corporal dela, desse pra perceber que ela também queria. Nos dias seguintes, ele continuou insistindo. Eu ficava puto com o comportamento do meu colega de quarto, mas o que mais me irritava era que minha mina, a cada noite, cedia um pouco mais.
Noite 73
Essa noite resolvi mudar de estratégia. Ia pegar eles no flagra. Comprei duas câmeras espiãs pela internet e coloquei em pontos estratégicos pra poder ver a cama de dois ângulos que eu não conseguia enxergar do meu lugar de sempre. Além disso, também resolvi fingir que tava muito doente. Tomei, na frente de todo mundo, uns comprimidos de Aquela gominola que imita remédio, comentei que parecia ter um efeito sonífero fortão. Fui dormir me preparando pro que vinha. Como nos outros dias, meu colega continuou insistindo. Agora, aproveitando que achavam que eu tava dormindo, tavam de conchinha bem coladinhos, mas sem fazer nada muito suspeito. Eu via eles pelas câmeras usando meu celular. Ouvi uns cochichos, parecia a voz do meu colega zoando e fazendo cócegas na minha mina. Ouvi risadas e vi como iam se roçando disfarçadamente, como quem não quer nada. Na câmera que tinha embaixo da cama, vi o calhamaço enorme do meu colega coladinho na bunda da minha mina, ela devia sentir claramente nas nádegas dela. Também vi que minha mina só tava de fio dental, mas tampava a entrada da buceta com a mão. Continuaram brincando um tempinho, vi ele enfiar a mão por baixo da blusa de pijama dela e subir até os peitos, vi a cara da minha mina, como fechava os olhos e mordia os lábios, segurando a safadeza como podia. Quando me dei conta, vi que meu colega tinha tirado a calça e tava com o pau todo duro na entrada da minha mina, mas ela mantinha ele fora com a mão, acariciando de leve a cabeça. Teve um momento de silêncio e vi a expressão da minha mina mudar. Ela tinha se decidido. Fez vários gestos pra mim e me deu uns tapinhas suaves pra ver se eu tava dormindo, e eu continuei fingindo. Olhei pras câmeras e vi. Ela pegou o pauzão que tava entre as pernas dele e levou até a entrada dela. Ele começou a empurrar devagar, entrando centímetro por centímetro. Vi minha mina revirar os olhos e morder o lábio de baixo. Devagar, o pau foi abrindo caminho até não dar mais, e aí começou o vai e vem. Sentia a cama balançando no ritmo que tavam comendo ela bem ali embaixo. de mim e eu só ficava olhando as câmeras, vendo as caras de êxtase deles. Por uns minutos, o vai e vem foi ficando cada vez mais intenso, e os barulhos mais altos, dava pra ouvir os dois tentando esconder os gemidos do jeito que dava. Vi minha mina começar a tremer de um jeito que eu já conhecia bem, ela tava gozando. Nunca tinha visto ela gozar daquele jeito. Parecia outra mulher, as pernas tremendo como se tivesse possuída, mas ele não parava com as estocadas. Quando ela caiu exausta, ele começou a acelerar o ritmo e ela virou o rosto pra olhar nos olhos dele. Atento, eu escutei: — Cê não tem camisinha, não goza dentro. Fica tranquilo que vou te compensar. Como assim? Pensei. O que ela queria dizer com isso? Não demorei muito pra descobrir, porque ele já tava no limite, abafando um gemido, tirou rapidinho o pau da buceta da minha mina e ela desceu da cama, se ajoelhando. Ele se levantou e começou a bater uma na cara dela. Eu não acreditava no que meus olhos viam, minha mina nunca tinha feito isso comigo. Não levaram nem dez segundos de pé, com minha mina ajoelhada e sorrindo de boca aberta, e ele começou a gozar. Senti meu parceiro gemer e saiu o primeiro jato de porra, que voou rápido e bateu na língua da minha mina, o impacto desviou o jato pra garganta dela e ela engoliu na hora. O segundo e o terceiro jato foram pra testa e bochechas dela e cobriram a cara toda de leite. O resto eu não consegui ver porque minha mina, enquanto olhava fixo nos olhos dele, enfiou o pau do meu parceiro até o fundo da garganta, praticamente deslocando a mandíbula, e eu só via as bolas dele subindo e descendo a cada jato que saía do pau e, ao mesmo tempo, a garganta da minha mina engolindo a porra sem hesitar nem um segundo. Eu continuei fingindo que tava dormindo pra manter a desculpa, no dia seguinte mostraria os vídeos e me vingaria… Infelizmente, como pude ver Naquele momento, o app que eu tava usando era uma versão de teste e só tinha gravado os dois primeiros minutos, onde nem tinham deitado ainda, então não servia pra nada. Noite 74 Essa noite ia ser a boa. Eu já não aguentava mais o jeito que os dois se comportavam durante o dia, quase sem disfarçar e sem se importar que eu tava naquela casa. Fingi que ainda tava doente e eles não demoraram pra começar. Ele passou a mão na virilha da minha namorada, que já tava molhada e ansiosa. Começou a masturbar ela e eu ouvi os gemidos abafados da minha mina por uns minutos. Depois foram pra posição de conchinha e eu vi pelas câmeras como o pau enorme dele entrava rápido em lugares onde eu nunca tinha chegado. Eles ficaram transando em silêncio por um tempo, eu só escutava o rangido da cama e um vai e vem leve. Finalmente, minha namorada gozou e eu vi ele tirar a rola e mandar meu colega deitar em cima dela. Meu colega começou a se masturbar na cara dela enquanto ela ficava de boca aberta, ela olhava fixo nos olhos dele com tesão e ele não parava de bater uma com força, apontando pra garganta dela. Parecia que não tava funcionando, ele parecia ter uma resistência infinita na minha opinião. Finalmente minha namorada tomou as rédeas e colocou a rola entre os peitos dela e começou a masturbar ele com eles, enquanto a ponta ficava dentro da boca. O pau dele era tão comprido que ela conseguia masturbar a base com os peitos enquanto lambia a cabeça com a boca. Não pude evitar admirar aquela piroca, já que o que eles tavam fazendo era completamente impossível com a minha. A técnica pareceu funcionar, porque meu colega de quarto não demorou a começar a ofegar e gozar jorrando na boca da minha namorada, que engoliu o esperma dele com vontade, embora muito escorresse pelos cantos dos lábios entre um gole e outro. Me senti muito triste ao ver minha mina curtindo tanto o sexo assim, mas ao mesmo tempo fiquei fascinado com as habilidades dela. Quando fui ver No vídeo, percebi que com a empolgação esqueci de apertar o record… Noite 75 Naquela mesma tarde, me certifiquei de que as câmeras estavam gravando e salvando o vídeo direitinho. Tudo pronto pra vez definitiva. Começou como de costume, fingi que tava doente e fui dormir. Meia hora depois, os dois entraram pela porta. Dessa vez nem disfarçavam mais, minha mina entrou sem a parte de cima, com os peitos de fora, e beijando ele de boca aberta. Se jogaram rapidinho na cama de baixo e ficaram bem no foco das minhas câmeras. Se despentiram às pressas e ela começou a fazer um boquete intenso, enquanto ele terminava de tirar a roupa. Depois foram pro 69, e eu pude ver dos dois ângulos. Os dois gozaram sincronizados naquela posição, e eu vi a buceta da minha mina se contraindo e soltando os fluidos na cara do meu colega, enquanto o pau dele pulsava e jorrava porra na garganta dela. Nem disfarçavam mais os gemidos. Pensei que tinham terminado, mas ela continuou chupando até ele ficar duro de novo. Aí ela ficou de quatro e ele começou a meter com força por trás, balançando a cama toda, que pensei que fosse quebrar, fazendo um barulhão. Agora os dois gritavam de prazer e cada vez que ele enfiava até o fundo, dava pra ouvir o estalo forte dos corpos se chocando. Depois de um tempo assim, resolveram mudar de posição e foram pro papai-e-mamãe. Ele tava de bruços, metendo rápido e gemendo cada vez mais alto. Ela tava olhando pra cima, gritando de tesão. Por algum motivo, não consegui evitar de querer ver aquela cena pessoalmente e me inclinei, olhando com meus próprios olhos. Nessa hora, nossos olhos se encontraram. Minha mina me encarou, sem piscar, enquanto ele continuava comendo ela, me sorriu e na sequência, sem parar de me olhar, começou a tremer e a gozar.
— Tô gozando. — Disse meu colega de quarto.
Ele fez menção de começar a sair, mas ela fechou com força as pernas em volta da cintura dele e impediu. Então ele começou a gozar selvagemente dentro dela. Nós ainda nos olhávamos fixamente enquanto a enchiam de porra. Pude ver como as bolas do meu colega de quarto subiam e desciam a cada jato de sêmen que ele despejava na minha namorada, e ela finalmente fechou os olhos para aproveitar aquela sensação.
Noite 76
Derrotado depois da noite anterior, encarei minha namorada pela manhã, quando meu colega de quarto já tinha saído de casa.
— Como você pôde fazer isso comigo? — Falei chorando.
Ela me olhou e, sem muita pena nos olhos, disse:
— Não sei. Uma coisa levou à outra e, como você já viu. Nosso colega de quarto é um garanhão. Eu tenho direito de saber o que é um orgasmo bom antes de passar o resto da vida ao seu lado, não é?
Eu a encarei, surpreso por ela falar do nosso futuro. Mas ela continuou:
— De agora em diante, a gente vai dormir no beliche de cima e nosso colega no de baixo. Espero que isso seja satisfatório pra você.
Fiquei calado e concordei levemente, feliz que minha namorada finalmente tinha caído na real.
Chegou a noite e, finalmente, eu e minha namorada fomos dormir no beliche de baixo, enquanto meu colega foi pro de cima. Ele me olhou com uns olhos desafiadores antes de subir e se virar. Eu odiava ele profundamente. Finalmente tudo voltava ao normal.
— Mas vou me vingar. — Pensei.
Quando apagamos as luzes, e antes que alguém tivesse tempo de dormir, comecei a tocar minha namorada e a me esfregar nela, pra deixá-la com tesão. Ia fazê-la sofrer o que ele me fez sofrer esses meses. Pra minha surpresa, minha namorada reagiu positivamente. Começou a se esfregar e mexer o corpo de um jeito sugestivo. Fazia tanto tempo que a gente não fazia nada que... Tava muito tarado, mas não conseguia perceber que algo tava errado. Fui deixando a situação escalar até que me toquei do problema. Não tava nem duro. Como é que eu não tinha percebido isso antes? – Pensei. Todo confuso e assustado. Minha mina pareceu perceber na mesma hora que eu e me olhou de olhos arregalados e cara de brava. - Sério? Falou alto. Depois de tanta palhaçada você não consegue nem ficar duro? Queria estar em qualquer outro lugar. Aí ouvi uma risadinha no beliche de cima e senti movimento lá em cima. Meu colega tinha se descoberto e acendido a luz. Daí pude ouvir aquele som horrível que eu já conhecia bem começando de novo. Ele tava se masturbando. Minha mina levantou, ainda de pijama, e falou. - Você tem algo a oferecer? Ele, sem falar nada, se virou e eu vi o pau dele duro, reto no ar, a poucos centímetros da boca da minha mina. Ela sorriu, baixou a calça um pouco e levantou o pijama até o pescoço, mostrando o corpo todo pelado, e meteu na boca dele e começou a chupar. Eu de baixo tinha uma vista perfeita da minha mina de joelhos na cama, chupando aquela piroca enorme, 3 vezes maior que a minha, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo do boquete e a mão dela se masturbava a poucos centímetros de mim. - Vem, tô com vontade de gozar. Falou minha mina.
Olhei pra ela confuso, mas meu colega de quarto não hesitou nem um segundo. Eu tava paralisado na cama enquanto ele descia do beliche de cima. Minha namorada aproveitou pra tirar a parte de cima e ficar de quatro em cima de mim, segurando meus pulsos e me encarando. Meu colega colocou o corpo musculoso atrás da bunda da minha namorada e se ajoelhou, pronto pra meter de quatro direto comigo debaixo. Ela me olhou com um sorriso e arqueou as costas, como se tivesse convidando ele. Ele não esperou nem mais um minuto e encostou o pauzão na entrada da buceta dela, deixando ali por um instante, como se quisesse provocar. — Vai logo! — falou minha namorada, apressada. Não aguento mais esper— Ele cortou ela, metendo fundo de uma vez. Vi os olhos dela arregalarem numa careta de prazer. Daí começaram a se mover no mesmo ritmo. Eu tava com uma vista privilegiada da cara de êxtase da minha namorada enquanto aquele homem comia ela. Ela começou a gemer alto a centímetros dos meus ouvidos, sem disfarçar nada. Gozou gostoso e acho que até acordou os vizinhos.
Eu continuava paralisado, mas parecia que meu parceiro ainda tinha aquela stamina infinita. Ele apertou a cabeça da minha namorada contra o travesseiro e esticou ela completamente por cima de mim. Depois, se esticou por cima dela e continuou fodendo ela daquele jeito. Eu tava me afogando com o peso de duas pessoas em cima de mim. Meu parceiro não parava, e eu tava no meio de tudo aquilo, ainda sem saber por quê, ouvindo todos os barulhos, sentindo o calor dos dois corpos e vendo eles gozarem enquanto me ignoravam. Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, minha namorada se virou em cima de mim, apoiando as costas no meu peito e abrindo as pernas pra ele foder ela de missionário, o que meu parceiro não hesitou em fazer. Os dois estavam abraçados em cima de mim, gritando de prazer cada vez mais alto. Eu sentia que iam gozar a qualquer momento. Aquele momento que eu tanto temia chegou. — Vou gozar. — Disse meu parceiro. Minha namorada prendeu ele com as pernas pra ele não tirar, e ele começou a gozar dentro dela. Por sua vez, minha namorada, ao sentir os jatos de porra entrando nela, começou a gozar também. Eles ficaram gozando por um bom tempo, eu sentia a cama balançar a cada estocada que ele dava pra enterrar a semente o mais fundo possível, até que finalmente os dois relaxaram. Pensei que o pesadelo tinha acabado. — Fode meu cu. — Ela disse. Nós dois olhamos incrédulos. Ele ficou duro na hora. — O quê? — Ele disse. — Sempre quis fazer isso e agora acho que é uma boa hora. Ainda tô muito tesuda. Ela se colocou de quatro em cima de mim de novo, e meu colega de quarto voltou pra posição original. Mas dessa vez ele ia explorar lugares onde nem eu tinha estado. Ela me olhou fixo nos olhos e enfiou a cara no travesseiro. Ele começou a penetrar ela devagar. Virei a cabeça e vi minha namorada de olhos fechados, mordendo o travesseiro com força enquanto meu parceiro ia dilatando ela aos poucos.
Ela começou a se mexer com força e os dois começaram a gemer. A cama tremia e eu podia sentir cada estocada que batia na bunda da minha mina ecoando na minha pele. O ritmo foi aumentando e chegou a hora em que minha namorada parou de morder o travesseiro pra poder gritar à vontade. Parecia que os dois corpos se entendiam perfeitamente. As caras deles se aceleravam, se aproximando do orgasmo mútuo. Foi aí que eu entendi. Eu nunca poderia dar a ela o que ela precisava. Meu colega de quarto começou a gozar e a encher de porra a bunda da minha namorada, e ela, por sua vez, começou a gozar como eu nunca tinha visto, as pernas dela tremiam e os braços falharam, a cabeça dela caindo no meu peito, derrotada. Finalmente, no dia seguinte, decidi terminar com ela, mas ela ficou em casa e continuou trepando todo dia com meu colega de quarto, e até fazendo surubas com os amigos dele, tudo isso enquanto eu procurava outro apê durante as 4 ou 5 semanas que levei pra encontrar.
3 comentários - Fodem minha namorada no beliche de baixo