Como já contei outras vezes, desde pequenx já dava pra ver que eu era viadx e era um final óbvio que eu ia acabar sendo mulher transexual. Isso aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 18 anos, sabe aquele ditado "olho de louca não se engana"? Pois é. Eu tava com uma contratura nas costas e precisei ir num fisioterapeuta. Marquei consulta com um veterano da minha cidade, um cara de uns 60 anos, bem conservado, uma barriguinha, cabelo grisalho. Não é o Leonardo DiCaprio, mas é bonitinho. Eu já me vestia de mulher em casa, inclusive muitas vezes usava calcinha por baixo mesmo vestindo roupa de homem por cima. Mas naquele dia específico, não. Fiquei meio com vergonha. A consulta era umas 4 da tarde, cheguei na hora, ele me mandou entrar e tirar a camiseta (por mais que a gente tente disfarçar e ache que não aparece, quando anda já vai espalhando plumas). Ele colocou aquela lâmpada que esquenta e ficava alternando entre outros pacientes e eu (devia ter uns 3 pacientes a mais). Depois, tirou a lâmpada, passou um creme e começou a fazer massagem com as mãos fortes, duras de homem. Eu, que amo massagem, tava super confortável, aproveitando. Enquanto descontraía minhas costas, a gente conversava sobre bobeiras, papo furado. Até aí tudo normal, mas conforme foi avançando, ele soltou umas piadas e comentários num tom mais baixo, e aí meu gaydar ativou na hora. Pensei comigo: "esse véinho quer me comer". Na sessão seguinte, ele me marcou no mesmo horário. Mas eu já fui com a intenção de confirmar que meu instinto de bicha não falhava. Me preparei diferente: por baixo da roupa de homem, coloquei uma calcinha da minha mãe, uma fio dental sutil, branca de lycra mas com rendinha na cintura, pra quando eu tirasse a camiseta e ele fosse massagear, desse pra notar. Igual no dia anterior, ele me mandou entrar numa sala, tirei a camiseta, ele colocou a lâmpada e eu fiquei deitada esperando minha vez da massagem. Já tinha um pouco mais de intimidade, então a conversa desde o começo já... Foi bem mais gostoso, comecei pela parte alta das costas e quando ele foi descendo, percebeu a surpresinha, começou a gaguejar e enquanto descia as mãos, agarrou com força uma das minhas nádegas (eu empinei mais a bunda como quem diz que tava adorando o que ele tava fazendo), mas como tinha muita gente lá fora, ele se segurou e não falou nada. Terminamos e ele disse: "amanhã não tenho horário cedo, vem às 21h". Aí eu pensei: fisgou, último horário. Nesse dia fiz toda a preparação que a gente passiva faz: depilação da área e enema pra limpar, por via das dúvidas. Além disso, a calcinha já não era mais sutil, um fio dental de renda vermelha e um plug de strass, com bastante vaselina pra ir lubrificando e dilatando. Cheguei, ele me cumprimentou normal, fui pra sala e ele ainda tinha que terminar com os outros pacientes, só mais um pouquinho. Eu já deitada com a lâmpada, um pouco nervosa e excitada, ouço ele se despedindo e o consultório fica vazio, só nós dois. A coisa ficou boa, tirei a calça e fiquei de calcinha deitada, ele veio e começou com as massagens como se nada fosse, mas as massagens já eram mais fortes, como marcando autoridade de macho com a sua mulher. Começou a me tratar no feminino e isso me excitava pra caralho. Começou por cima e foi descendo, enquanto isso eu, fazendo a sonsa, encostava meu braço no volume dele, que já tava durando uma pedra, e eu já imaginava chupando ele. Até que chegou na parte baixa das costas e disse: "me parece que aqui também tem uma contratura que precisa de atenção". Por cima da calcinha, começou a massagear minha bunda até que tocou no buraquinho e encontrou o plug, só falou "ufff". O clima era fantástico, dava pra sentir o tesão no ar. Ele puxou minha calcinha pra baixo, tirou o plug e começou a meter os dedos e a língua, meu Deus, que tesão que eu tava, minha bunda já tava pedindo pênis aos berros. Tirei ele de lá, me levantei e começamos a nos beijar igual loucos, ele tocava minha bunda e eu ia tirando o jaleco dele, todo o peito peludo dele apareceu, lindo. Fui descendo e coloquei a mão dentro da cueca dele, tava duríssimo e eu já tava louca pra sentar. meter na boca, então me ajoelhei e me deliciei, até que ele encheu minha boquinha de porra gostosa, ele tremia enquanto me dava aquele manjar quentinho. Sentou na maca e a safadeza não parou, voltamos a nos beijar como loucos, mas ele também queria mais, enfiou a mão dentro da minha calcinha e começou a me punhetar, eu geralmente não uso, sou mais passiva, mas me deixo levar, ele me fez um boquete delicioso, gozei toda na boca dele e até na barba ficou, demos aquele beijo branco tão quente e gostoso. O pau dele já tinha recuperado, parece que minha porra recarregou a energia dele, me virou de novo, fiquei de pé com as mãos na maca e ele se ajoelhou pra comer minha bunda, chupou com tanta vontade que quase gozei, mas minha bunda de puta precisava de carne, então gemendo como uma gatinha implorei pra ele me penetrar e meu macho atendeu, me deu uma fodida linda, entrava e saía aquele pau da minha bundinha pequena que já estava aberta tipo buceta até ele gozar de novo e não aguentamos mais, nos beijamos como namorados, tomamos uma cerveja enquanto continuávamos tocando nossos corpos, mas a bunda dele também pedia carne, fazia tempo que eu não penetrava, mas tinha que retribuir o favor, então também comecei a comer a bunda peluda dele, passei vaselina e enfiei também, ele gemia e curtia, eu ficava mais excitada vendo ele gozar do que pela penetração em si, masturbei ele enquanto metia e gozamos quase ao mesmo tempo. Nos limpamos, beijamos e nos despedimos. Essa foi a primeira de muuuuitos encontros em lugares diferentes, mas com o mesmo tesão.
4 comentários - Promíscua no kinesiólogo