Quando um casal cai na rotina sexual, como sair dessa situação. Jorge, 42 anos, e Laura, 34 anos, estavam juntos há uma década entre namoro e casamento.
Pra ser exato, três de namoro e sete de casados. Não se sabe ao certo se foi a famosa coceira do sétimo ano ou o quê, mas a vida sexual entre os dois tinha ficado, sendo generoso, monótona, pra não dizer entediante.
Embora tivessem tido momentos de sexo muito bom e muita adrenalina, isso ficou lá no passado. Eles eram um casal, ambos muito bem conservados, mas ela era uma loira natural baixinha, com um rostinho perfeito, peitos e uma bunda espetacular, que a transformava numa ninfa muito desejada. Ela ainda estava muito apaixonada por Jorge, que foi um dos três homens da vida dela. Jorge sentia que Laura já não curtia mais transar em casa, no convencional, ou seja, na cama, cozinha ou banheiro. Também não curtia mais motel, ele via que essa fase já tinha passado, ou então aquela época em que eram namorados e iam pra algum parque ou praia mais afastada, lá pra Costa do Ouro. Jorge adorava muito, mais do que tudo incentivado pelo pornô que ele consumia, levar pra realidade a fantasia de poder compartilhar a mulher dele com algum estranho. No fundo, ele intuía que Laura queria provar outra rola.
Como sair dessa monotonia e realizar minha fantasia, pensava Jorge, que tinha a premissa de que devia ser um desconhecido. Numa manhã como tantas, Jorge sozinho em casa, já que estava de folga por luto — um parente do dono da padaria onde ele trabalhava tinha morrido —, ele começa a curtir um bom vídeo pornô retrô. Laura estava no trampo, então ele tinha a manhã toda e parte da tarde só pra ele.
Ela era recepcionista num consultório dentário, então até as 20h não aparecia em casa. Óbvio que ele, curtindo um pornô no celular, não resistiu e acabou batendo uma, enquanto via a Roccaforte sendo macetada por dois caras — uma das poucas vezes que essa atriz fez um menage. Naquele momento, como um raio, depois de ter batido uma e gozado pra caralho, acendeu uma lâmpada na cabeça dele: ele pensou que situação melhor do que ir ver um pornô, onde era mais que provável que ia ver algum cara se masturbando. Foi assim que ligou pra Laura naquela sexta pra convidar ela pra sair, sem contar pra onde ia levá-la — isso seria uma surpresa. Laura topou sem imaginar o que a esperava à noite, depois de sair do trampo.
Laura chegou em casa, tomou um banho, perguntou pro Jorge onde iam, pra saber o que vestir. Ele disse: "Vamos comer alguma coisa no centro e, se pintar, a gente sai pra dançar." Então Laura vestiu uma minissaia jeans, com um top de lycra verde maçã, uma jaqueta de couro preta curta e umas botinhas pretas de salto reto. Tudo bem casual, com uma linda calcinha fio dental preta e sem sutiã, deixando à mostra aqueles peitos lindos com os mamilos bem marcados. Jorge também foi casual: jeans, camisa, jaqueta jeans e um tênis bom de marca conhecida.
Foram pro centro, na Pasiva da 18 com Ejido. Pediram umas muçarelas e uma cerveja Patricia. Enquanto isso, curtiram a conversa — ela tava tão gostosa que o garçom, quando trouxe a comida, olhou pra ela com desejo, sem disfarçar nada. Terminaram de comer e andaram duas quadras pela 18 até chegar na Yi — hoje Carlos Quijano. Ela achava que iam pro Chantclaire, que tava na moda na época. Mas a realidade era outra: subiram uma quadra e meia pela Yi até a porta de um cine pornô. Laura, surpresa, reclamou com o Jorge, que naquele instante tava decidido a entrar. Ela foi na marra, depois de uma pequena discussão. Aceita. Já dentro, o ambiente era bizarro, muito lúgubre, tudo iluminado só pela tela. Como era um microcinema, tinha poucas poltronas, mas naquela noite estava bem cheio. O cinema era dividido em várias seções, de acordo com o gosto do que queriam ver. Tinha a sala hétero, a gay, a lésbica e a sala zoofílica, todas com suas temáticas.
Eles entraram na sala hétero, onde naquele momento uma loira estava sendo macetada por dois caras na buceta e no cu. Eles se sentaram no fundo, pra ninguém incomodar. Jorge começou a chupar ela e a passar a mão na entreperna dela. Laura já tava voando de tesão, tinha a buceta encharcada. O marido tinha puxado a tanga dela pra o lado e tava dedando a buceta dela — primeiro com um dedo, depois com dois. Ela já tava gemendo. Ele tinha abaixado o zíper da calça dele, e ela tava com a pica dele na mão, subindo e descendo o prepúcio devagar, numa punheta deliciosa.
Nem preciso dizer que o cheiro de sexo tomava conta da sala toda. Quando se beijavam de boca e se punhetavam, os dois estavam fora de si de tesão. Laura já não aguentava mais e disse: "Quero chupar sua pica inteira". Então se inclinou e começou a mamar aquela pica, que tava dura como um ferro, ainda mais com a umidade da cabeça por causa do líquido pré-seminal que brotava. Ela chupava a pica com aquela boquinha gulosa, cheia de saliva. Ele a segurava de lado, enfiando o dedo indicador no cu dela. "Uff, uff, uggg", sussurrava Laura.
Jorge inclinado pra trás, sente a mulher dele subindo e descendo com a boca cada vez mais rápido, percorrendo a rola dele. Ele tá em êxtase, muito tarado. Quem tá vendo o filme nas filas da frente tá na deles, se masturbando, nem percebem, só um cara magro que viu eles entrarem, que num movimento foi pra fila onde eles estavam, uns três assentos pra lá. Ao ver a Laura chupando a rola do marido dela, e ela de lado, apontando a bunda pra onde ele tava, não hesitou em tirar a rola pra fora e começar a bater uma. É num movimento do Jorge pra frente que ele vê esse cara se acariciando a rola, e faz sinal pra ele se aproximar.
O cara hesita, mas se aproxima. É aí que Jorge ordena pra Laura, puxando ela pelos cabelos: "Chupa ele". Ela se abaixa e começa o boquete, sem dizer uma palavra, passando a língua na pica do convidado, da cabeça até as bolas. Uff, uff, mofa que nem um touro o magrelo. Enquanto isso, Jorge faz ela ficar de quatro, chupando a pica do convidado. O marido abre a buceta dela por trás, levantando a minissaia e puxando a tanga, enfia a língua na buceta e vai lambendo pra cima até o cu. Ufg, uff, uff.
Num instante, a Laura tira a pica da boca do convidado, que tá de pau duro com a pica toda babada por ela. Um dos que tava na frente percebe e também avança pra fila. O Jorge tava chupando a bunda da Laura, que tinha a pica do convidado na boca. Aí, rapidinho, o marido manda ela montar. O cara já levanta o top pra chupar os peitos dela.
Ela tá tão tesuda que começa a devorar a boca dela num beijo profundo de língua, enquanto vai montando devagar no começo a pica. A buceta da Laura, toda ensopada, devora a pica, já não liga mais pra nada, só quer foder essa pica. O cara que tava na frente levanta da fila de trás e tira a pica dele, Laura engole inteira, enquanto isso Jorge vai cutucando o cu dela com a pica.
O convidado abre bem a bunda dela com as mãos, enquanto Laura solta um gemido abafado pela pica do novo convidado, um veterano de uns 55 anos com uma barriga proeminente e uma pica bem grossa e gostosa.
Grrt uggh Mmm uffg dfioagh, esses sons guturais saíam da Laura, que com um pau grosso daqueles, não muito comprido, deixavam a boca dela ocupada. Num instante ela tira ele pra respirar, enquanto cavalgava o magrelo, que esse sim tinha uns 30 anos.
Jorge sussurra no ouvido dela: "Cê gosta, putona... de comer três picas?" Ela responde: "Uff, sim, mete tudo no meu cu, por favor." O marido obedece, depois que ela apoia a cabeça no esfíncter. Ele diz: "Fica quieta um instante." Ela para de cavalgar. Ele fala pro magrelo que tá sentado na poltrona: "Mete dois dedos que ela gosta." O cara obedece, abre o cu dela com os dedos, e Jorge enfia bem devagar a cabeça da pica. O outro cara que tava em pé chupava os peitos dela. Ela gritou.
Jorge tapou a boca dela, abafando o grito, é mmmm, mmmm, e enfiou tudo no cu dela.
Ela sente uma mistura de dor e prazer, o marido vai aumentando o ritmo, ela cavalga o novinho e tem a pica do coroa na boca.
É uma tripla penetração perfeita, ela tá curtindo muito, sendo sodomizada pelo marido, garchada na pussy e na boca por dois estranhos, ela tá em êxtase, uggh ugg Uggg uggh, o veterão já tá garchando a boca dela, o marido, muito tarado, penetra ela com fúria, plop plop plop plop, ela cavalga e sente a boca do estranho nos peitos, o resto que tá na sala, que são mais três pessoas, se viram, ficam de pé e se punhetam em volta deles que tão fodendo freneticamente.
Finalmente, depois de um bom tempo, Laura pede a gozada. "Mete no meu cu, Jorge!", ela grita. "Na minha buceta, não!" E o velhote, nem precisei falar nada, já começou a tremer, sentindo a porra do tesão que ele ia despejar na boca dela. "Uffg, uffg", Jorge, com o plop plop da batida da pélvis dele na bunda dela. "Agghh", esvazia o pau e as bolas no cu da Laura, que no final ainda dá uns tapas violentos no cara que tava cavalgando na poltrona. "Ufffg, ahh", ela explode num orgasmo intenso, sentindo toda a porra quente do convidado, que, afogado entre os peitos na boca dela, só soltou um "ogghh" abafado.
.Laura, ao ver os outros caras se masturbando, pede: "gozem nas minhas tetas". Então os três estranhos, um de cada lado da Laura e o último no meio, recebem um rápido e alternado boquete dela e, uff, apontam pros mamilos e pra boca, enchendo ela de porra.
Ela passa o dedo indicador nos mamilos de tão gostosa que tá e chupa um pouco de porra de cada mamilo. Essa noite tão quente é o pontapé inicial pro fim da rotina e a entrada de Laura e Jorge no mundo da luxúria desenfreada. Vão vir muitas noites de prazer que vão durar por anos.
FIN
Pra ser exato, três de namoro e sete de casados. Não se sabe ao certo se foi a famosa coceira do sétimo ano ou o quê, mas a vida sexual entre os dois tinha ficado, sendo generoso, monótona, pra não dizer entediante.
Embora tivessem tido momentos de sexo muito bom e muita adrenalina, isso ficou lá no passado. Eles eram um casal, ambos muito bem conservados, mas ela era uma loira natural baixinha, com um rostinho perfeito, peitos e uma bunda espetacular, que a transformava numa ninfa muito desejada. Ela ainda estava muito apaixonada por Jorge, que foi um dos três homens da vida dela. Jorge sentia que Laura já não curtia mais transar em casa, no convencional, ou seja, na cama, cozinha ou banheiro. Também não curtia mais motel, ele via que essa fase já tinha passado, ou então aquela época em que eram namorados e iam pra algum parque ou praia mais afastada, lá pra Costa do Ouro. Jorge adorava muito, mais do que tudo incentivado pelo pornô que ele consumia, levar pra realidade a fantasia de poder compartilhar a mulher dele com algum estranho. No fundo, ele intuía que Laura queria provar outra rola.
Como sair dessa monotonia e realizar minha fantasia, pensava Jorge, que tinha a premissa de que devia ser um desconhecido. Numa manhã como tantas, Jorge sozinho em casa, já que estava de folga por luto — um parente do dono da padaria onde ele trabalhava tinha morrido —, ele começa a curtir um bom vídeo pornô retrô. Laura estava no trampo, então ele tinha a manhã toda e parte da tarde só pra ele.
Ela era recepcionista num consultório dentário, então até as 20h não aparecia em casa. Óbvio que ele, curtindo um pornô no celular, não resistiu e acabou batendo uma, enquanto via a Roccaforte sendo macetada por dois caras — uma das poucas vezes que essa atriz fez um menage. Naquele momento, como um raio, depois de ter batido uma e gozado pra caralho, acendeu uma lâmpada na cabeça dele: ele pensou que situação melhor do que ir ver um pornô, onde era mais que provável que ia ver algum cara se masturbando. Foi assim que ligou pra Laura naquela sexta pra convidar ela pra sair, sem contar pra onde ia levá-la — isso seria uma surpresa. Laura topou sem imaginar o que a esperava à noite, depois de sair do trampo.Laura chegou em casa, tomou um banho, perguntou pro Jorge onde iam, pra saber o que vestir. Ele disse: "Vamos comer alguma coisa no centro e, se pintar, a gente sai pra dançar." Então Laura vestiu uma minissaia jeans, com um top de lycra verde maçã, uma jaqueta de couro preta curta e umas botinhas pretas de salto reto. Tudo bem casual, com uma linda calcinha fio dental preta e sem sutiã, deixando à mostra aqueles peitos lindos com os mamilos bem marcados. Jorge também foi casual: jeans, camisa, jaqueta jeans e um tênis bom de marca conhecida.
Foram pro centro, na Pasiva da 18 com Ejido. Pediram umas muçarelas e uma cerveja Patricia. Enquanto isso, curtiram a conversa — ela tava tão gostosa que o garçom, quando trouxe a comida, olhou pra ela com desejo, sem disfarçar nada. Terminaram de comer e andaram duas quadras pela 18 até chegar na Yi — hoje Carlos Quijano. Ela achava que iam pro Chantclaire, que tava na moda na época. Mas a realidade era outra: subiram uma quadra e meia pela Yi até a porta de um cine pornô. Laura, surpresa, reclamou com o Jorge, que naquele instante tava decidido a entrar. Ela foi na marra, depois de uma pequena discussão. Aceita. Já dentro, o ambiente era bizarro, muito lúgubre, tudo iluminado só pela tela. Como era um microcinema, tinha poucas poltronas, mas naquela noite estava bem cheio. O cinema era dividido em várias seções, de acordo com o gosto do que queriam ver. Tinha a sala hétero, a gay, a lésbica e a sala zoofílica, todas com suas temáticas.
Eles entraram na sala hétero, onde naquele momento uma loira estava sendo macetada por dois caras na buceta e no cu. Eles se sentaram no fundo, pra ninguém incomodar. Jorge começou a chupar ela e a passar a mão na entreperna dela. Laura já tava voando de tesão, tinha a buceta encharcada. O marido tinha puxado a tanga dela pra o lado e tava dedando a buceta dela — primeiro com um dedo, depois com dois. Ela já tava gemendo. Ele tinha abaixado o zíper da calça dele, e ela tava com a pica dele na mão, subindo e descendo o prepúcio devagar, numa punheta deliciosa.
Nem preciso dizer que o cheiro de sexo tomava conta da sala toda. Quando se beijavam de boca e se punhetavam, os dois estavam fora de si de tesão. Laura já não aguentava mais e disse: "Quero chupar sua pica inteira". Então se inclinou e começou a mamar aquela pica, que tava dura como um ferro, ainda mais com a umidade da cabeça por causa do líquido pré-seminal que brotava. Ela chupava a pica com aquela boquinha gulosa, cheia de saliva. Ele a segurava de lado, enfiando o dedo indicador no cu dela. "Uff, uff, uggg", sussurrava Laura.
Jorge inclinado pra trás, sente a mulher dele subindo e descendo com a boca cada vez mais rápido, percorrendo a rola dele. Ele tá em êxtase, muito tarado. Quem tá vendo o filme nas filas da frente tá na deles, se masturbando, nem percebem, só um cara magro que viu eles entrarem, que num movimento foi pra fila onde eles estavam, uns três assentos pra lá. Ao ver a Laura chupando a rola do marido dela, e ela de lado, apontando a bunda pra onde ele tava, não hesitou em tirar a rola pra fora e começar a bater uma. É num movimento do Jorge pra frente que ele vê esse cara se acariciando a rola, e faz sinal pra ele se aproximar.
O cara hesita, mas se aproxima. É aí que Jorge ordena pra Laura, puxando ela pelos cabelos: "Chupa ele". Ela se abaixa e começa o boquete, sem dizer uma palavra, passando a língua na pica do convidado, da cabeça até as bolas. Uff, uff, mofa que nem um touro o magrelo. Enquanto isso, Jorge faz ela ficar de quatro, chupando a pica do convidado. O marido abre a buceta dela por trás, levantando a minissaia e puxando a tanga, enfia a língua na buceta e vai lambendo pra cima até o cu. Ufg, uff, uff.
Num instante, a Laura tira a pica da boca do convidado, que tá de pau duro com a pica toda babada por ela. Um dos que tava na frente percebe e também avança pra fila. O Jorge tava chupando a bunda da Laura, que tinha a pica do convidado na boca. Aí, rapidinho, o marido manda ela montar. O cara já levanta o top pra chupar os peitos dela.
Ela tá tão tesuda que começa a devorar a boca dela num beijo profundo de língua, enquanto vai montando devagar no começo a pica. A buceta da Laura, toda ensopada, devora a pica, já não liga mais pra nada, só quer foder essa pica. O cara que tava na frente levanta da fila de trás e tira a pica dele, Laura engole inteira, enquanto isso Jorge vai cutucando o cu dela com a pica.
O convidado abre bem a bunda dela com as mãos, enquanto Laura solta um gemido abafado pela pica do novo convidado, um veterano de uns 55 anos com uma barriga proeminente e uma pica bem grossa e gostosa.
Grrt uggh Mmm uffg dfioagh, esses sons guturais saíam da Laura, que com um pau grosso daqueles, não muito comprido, deixavam a boca dela ocupada. Num instante ela tira ele pra respirar, enquanto cavalgava o magrelo, que esse sim tinha uns 30 anos.
Jorge sussurra no ouvido dela: "Cê gosta, putona... de comer três picas?" Ela responde: "Uff, sim, mete tudo no meu cu, por favor." O marido obedece, depois que ela apoia a cabeça no esfíncter. Ele diz: "Fica quieta um instante." Ela para de cavalgar. Ele fala pro magrelo que tá sentado na poltrona: "Mete dois dedos que ela gosta." O cara obedece, abre o cu dela com os dedos, e Jorge enfia bem devagar a cabeça da pica. O outro cara que tava em pé chupava os peitos dela. Ela gritou.
Jorge tapou a boca dela, abafando o grito, é mmmm, mmmm, e enfiou tudo no cu dela.
Ela sente uma mistura de dor e prazer, o marido vai aumentando o ritmo, ela cavalga o novinho e tem a pica do coroa na boca.
É uma tripla penetração perfeita, ela tá curtindo muito, sendo sodomizada pelo marido, garchada na pussy e na boca por dois estranhos, ela tá em êxtase, uggh ugg Uggg uggh, o veterão já tá garchando a boca dela, o marido, muito tarado, penetra ela com fúria, plop plop plop plop, ela cavalga e sente a boca do estranho nos peitos, o resto que tá na sala, que são mais três pessoas, se viram, ficam de pé e se punhetam em volta deles que tão fodendo freneticamente.
Finalmente, depois de um bom tempo, Laura pede a gozada. "Mete no meu cu, Jorge!", ela grita. "Na minha buceta, não!" E o velhote, nem precisei falar nada, já começou a tremer, sentindo a porra do tesão que ele ia despejar na boca dela. "Uffg, uffg", Jorge, com o plop plop da batida da pélvis dele na bunda dela. "Agghh", esvazia o pau e as bolas no cu da Laura, que no final ainda dá uns tapas violentos no cara que tava cavalgando na poltrona. "Ufffg, ahh", ela explode num orgasmo intenso, sentindo toda a porra quente do convidado, que, afogado entre os peitos na boca dela, só soltou um "ogghh" abafado.
.Laura, ao ver os outros caras se masturbando, pede: "gozem nas minhas tetas". Então os três estranhos, um de cada lado da Laura e o último no meio, recebem um rápido e alternado boquete dela e, uff, apontam pros mamilos e pra boca, enchendo ela de porra.
Ela passa o dedo indicador nos mamilos de tão gostosa que tá e chupa um pouco de porra de cada mamilo. Essa noite tão quente é o pontapé inicial pro fim da rotina e a entrada de Laura e Jorge no mundo da luxúria desenfreada. Vão vir muitas noites de prazer que vão durar por anos.
FIN
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