Apoiem a história e as outras também, salve!🔥 Depois de voltar a consciência e sentir um pouco da ressaca, já era hora de levantar. Oscar não estava mais, era quase meio-dia. A única coisa que eu lembrava do dia anterior era o beijo no meu filho. Era algo que eu ainda não sabia como ia processar daqui pra frente. Eu precisava lidar com isso com maturidade, mas, porra, tô falando que a pessoa que eu beijei é meu filho. Mesmo assim, só de pensar nisso eu já começava a ficar molhada. A segunda coisa que lembro é do sexo fracassado que tive com Oscar, mas o que mais me marcou foi a cara do meu filho ao me ver de quatro, feita uma puta, sendo penetrada pelo pai dele. Mas a excitação volta quando lembro que, enquanto Oscar me comia, eu imaginava o pau do Alejandro na minha bucetinha apertada. Mas já era hora de levantar. Por sorte, hoje eu não tinha trabalho, porque, sinceramente, não ia conseguir nem dar aula pra um grupo de jardim de infância.
Tava doendo um pouco minhas costas, a festa de ontem foi muito boa, não lembro direito, só por pedaços, só sentia como eu mexia minha bunda bem gostosa com o pau do meu filho, de novo comecei a me molhar, mas não podia fazer nada, nem me masturbar dava, tava muito tonta, meu corpo todo tremia e sei que não é por causa da foda do Óscar, aquele imbecil não sabe nem penetrar uma mulher simples, mas de simples eu não tenho nada. Depois de dar uma levantada no meu ego, coloco uma camisa do Óscar que achei perto da cama e desço, acho que não tem ninguém. Enquanto me arrumava pra descer, ficava pensando no beijo que meu filho me deu.
Desço e vou descalça até a geladeira procurar algo pra beber, a sede que eu tava era enorme, dava pra ver que tinha bebido demais ontem.
Tava bem tranquila, sentindo o frio da geladeira e arrepiando a pele, parecia uma manhã bem calma, só que não sabia onde todo mundo estava. Mas assim que pensei nisso, ouvi a voz mais familiar que podia reconhecer. Alejandro: "Oi, mãe." Karen: "AHHHH!! uau hehehe que bom dia, não precisa se assustar, pensei que você não estava. Até duvidei por um momento quando vi como você bebeu ontem." Karen: "Ah, oi, querido, desculpa, não te ouvi, pensei que estava sozinha." Assim que me viro, olho pro filho da puta que estava sem camisa, parecia suado, como se tivesse malhando.
Karen— Ah, querido, será que você pode vestir uma camisa? Hehehe
Alejandro— Do que você tá falando, se você tá só de fio dental? Kkkkk
Merda, tinha esquecido que desci só de camisa, sinceramente achei que estava sozinha
Karen— Desculpa, querido, é que pensei que tava sozinha
Alejandro— Não me incomoda, hehehehe
E lá estava eu de novo, alucinando com a paquera do meu filho, minhas hormonas tavam a mil, queria sair dali rápido, mas não conseguia parar de olhar pro corpo dele, acho que ele também percebeu
Alejandro— Kkkkk mãe, cê tá bem? Tá me olhando meio estranho
Karen— Ah, desculpa, é que tô tentando lembrar que coisas vergonhosas eu fiz ontem, tô morrendo de vergonha por você
Alejandro— Ah, não se preocupa, não rolou nada fora do normal, só que você me beijou bem intensamente quando a gente chegou
Karen— QUÊ!!!!!!! Lembrava muito bem daquele momento, mas ele não precisa saber que eu descaradamente curti, sentir os lábios jovens e macios dele me enlouqueceu ontem, não sabia o que tava fazendo, mas se pudesse repetiria de novo, mas não podia deixar Alejandro saber que eu pensava tudo aquilo, sei que minha parte de mulher carente tava falando, mas tinha que puxar a parte de mãe responsável
Karen— Que merda a gente fez? E por que você deixou?
Alejandro— Tentei, te afastei, mas você só me puxava
Sabia que ele tava mentindo, ele agarrou minha bunda enquanto a gente se beijava, só que me viu brava e tentou me fazer acreditar que fez o certo, mas a verdade é que não queria repreendê-lo, ele fez o mesmo que eu, a gente se deixou levar pelo momento, só restava virar a página, mas ver ele sem camisa não ajudava e muito menos eu só de fio dental, só podia assumir a culpa
Karen— Ah, merda, desculpa, devia estar muito bêbada, não pensei no que tava fazendo, com certeza pensei que era seu pai, me perdoa, filho
Alejandro— Não tem problema, mãe, pode ter sido isso
Dava pra ver no rosto dele que ele tava curtindo minha "inocência"
Alejandro— Bom, mãe, vou deixar você porque tenho que terminar meus exercícios pra depois ir treinar, te deixo, Karen - tá bem, amor, vou tomar um banho, já é meio-dia, tô me sentindo suada *Pensamento da Karen* - e bem molhada também, Alejandro - tá bem, a gente se vê depois Enquanto caminhava em direção à porta, inesperadamente sinto uma palmada na bunda, nem muito forte nem muito suave, era muito gostosa, o filho da puta tava me provocando
Alejandro foi embora, eu só conseguia sentir culpa, mas também tesão. Saber que eu beijei ele, que senti o pau dele, que ele me viu fodendo com o pai dele e ainda me deu um tapa na bunda — isso me dava motivos demais pra ficar toda molhada por ele. Mas eu precisava baixar essa quentura no chuveiro. Fui, peguei minhas coisas e entrei no banheiro. Tava me olhando quando, de repente, batem na porta. Achei que era o Alejandro, não tinha mais ninguém em casa. Karen — PASSA!
Abriu a porta, pelo menos na minha cabeça eu não tava nada mal vestida, mas era o meu ponto de vista, mas acho que ele foi bem filho da puta por não pensar por ele. Assim que abriu a porra da porta e virei a cabeça pra ver o que ele queria, ele tava de legging sem CUECA!!! sem deixar nada pra imaginação.
O filho das três mil putas fez isso pra me provocar, ele sabe que posso cair na rede dele, mas não pensei que fosse fazer tão descaradamente, além disso não dava pra negar que o pau dele era algo fantástico, não conseguia tirar os olhos daquilo, era algo muito gostoso e muito desejável.
Alejandro — Mãe, você me ouviu ou se distraiu com alguma coisa?
Karen — O quê? Ah, desculpa, querido.
Maldito filho da puta.
Karen — O que você tava dizendo?
Alejandro — Vou treinar agora, tava te avisando.
Karen — Ah, tá bem, filho, desculpa, se cuida.
Ele sai e eu fico com a ideia de que tô me tornando uma completa puta, já nem disfarço mais quando vejo o pau do meu filho.
Enfim, já era hora de um bom banho pra me tirar um pouco do que tá rolando ao redor.
Mas quando tô me despindo, ouço barulhos na porta, e o que eu pensei que era hora de esquecer o que tava acontecendo no mundo era um erro. O filho da puta não tinha ido embora de vez, sentia os olhos dele me observando enquanto tirava a roupa, sabia que não era a única que tava com uma parada estranha com o outro.
Então decidi, por que não, dar um pequeno show pra provocar ele, assim como ele fazia comigo.
Queria guerra de tarados, vai ter. Sabia que ele tava do lado de fora da porta, meu corpo todo brilhando. Fiz de sonsa e me abaixei pra ele poder me espiar pelo buraquinho onde ele tava.
Eu me levantava e me agachava sem parar pra água passar em cada pedaço da minha bunda linda e gostosa, sem contar que quando roçava de leve na minha buceta, dava um choque elétrico. Ficava pensando em mais ideias de poses pra ele me ver e ficar excitado. Não queria me masturbar, isso seria dar a entender que, por causa do que rolou na cozinha, eu tava toda molhada. Além disso, era pra ele saber que eu não tinha notado nada.
Comecei a ensaboar meu corpo, começando pelas minhas tetas.
Depois de um bom tempo me massageando e tocando cada parte do meu corpo sensualmente enquanto me ensaboava, já tava na hora de tornar isso mais real, eu tava demorando demais no banho, já era hora de sair, mas antes, como ato final, passo um pouco de água quente por uns pedaços sendo bem gostosa.
Quando terminei, demorei um pouco pra me secar, só pra dar tempo daquele pervertido fugir. Pervertido que tá me deixando louca, não sei por que sinto esse fogo por aquele filho da puta, mas é uma sensação gostosa depois de tantos anos. Não tô me desculpando, sei que é errado, mas meu marido não me esquenta. Se um moleque com um pau de deus não faz, quem vai fazer?
Depois de me secar, fui ver se ele tinha ido embora. Olhei pra todos os lados da casa e ele não estava. Era um bom sinal. Sabia que o que tava fazendo era errado, por isso ele fugiu. Me aliviou um pouco a culpa.
Quando tô indo pro quarto me vestir, ouço a campainha. Achei que era o Alejandro que tinha esquecido alguma coisa ou algo assim. Fui de toalha mesmo, afinal ele já tinha me visto toda há pouco tempo.
Quando chego na porta e abro, pra minha surpresa não era o Alejandro, era o Samuel. Ele vinha com uns produtos de limpeza, como se tivesse procurando um lugar pra tomar banho.
Samuel — Uau, que recepção boa, hehehehe.
Karen — Ah, oi Mateo, desculpa me ver assim, acabei de sair do banho.
Samuel — Sem problema, dona Karen, do mesmo jeito não me incomoda, hehehehe.
Eu dei uma risadinha e dei um tapinha no ombro dele, mas como a idiota que sou, esqueci que tô de toalha. O movimento brusco fez a toalha cair toda.
A verdade é que o Mateu já tinha me visto pelada, mas o que me preocupava era que algum vizinho me visse com o amigo do meu filho, pelada na porta de casa. Então fechei rapidão e gritei enquanto ia pro meu quarto:
Karen – DESCULPA! JÁ VOLTO NUM INSTANTE
De longe, enquanto me afastava da porta, só consegui ouvir um "ok".
Fui pro meu quarto e fiquei meio sem graça, mas me molhei de novo. Tava muito tesuda, não tive chance de aliviar todo esse calor no banho porque tinha uns olhos me encarando, mas fazer o quê, tinha que ir ver o que o Mateu queria. Também não queria ser mal-educada. Então vesti um shortinho gostoso sem nada por baixo.
E aí eu caminhei um pouco mais tranquila até a porta, com a certeza de que foi só um "acidente". Pra mim, foi sim, mas já tinha que parar de pensar nisso e ir ver o que o Mateo queria. Chego na porta, abro de novo e vejo ele, e por um passe de mágica minha cabeça confunde ele com o Alejandro. Tava tão perturbada, num tom de pervertida com meu filho, que o único que quase chega no tamanho do pau do meu filho é o Mateo. Talvez minha mente queira substituir a fantasia que tenho do meu filho pelo melhor amigo dele, mas não era hora de pensar nessas coisas. Já me senti muito idiota olhando pro Mateo sem falar nada.
Karen — Desculpa, Mateo. Agora sim tô em condições de falar contigo.
Mateo passou os olhos de baixo pra cima em mim, e eu percebi um pequeno sorrisinho nos lábios dele sobre como eu tava vestida. Não fiz aquilo pra provocar ele, foi só por "conforto".
Mateo — Como vai, dona Karen? Queria fazer uma perguntinha.
Karen — Claro, fala aí.
Mateo — É que meu chuveiro não tá funcionando. Não sei o que aconteceu, foram ver e parece que tem um problema nos canos, não deixa a água circular direito, mas já tão consertando.
Karen — Tá bom, e o que você precisa que eu ajude?
Mateo — Era pra ver se você me emprestava seu banheiro pra tomar um banho. Daqui a umas horas tenho uma reunião com a equipe e não posso chegar todo suado. Perguntei pro Alejandro quando ele tava saindo e ele disse que não tinha problema. Você concorda?
Ter ele na minha frente já era um problema. Não no geral, mas sim na minha buceta. Mas não queria ser mal-educada.
Karen — Claro, claro, sem problema, Mateo. Você sabe que é como se fosse da família. Pode entrar, pode entrar.
Mateo entra e dá pra sentir um clima estranho no ar, mas não da parte dele, era meu. Saber que uns dias atrás ele me penetrou... uff, me enche de tesão de novo, aquele fogo que não consegui apagar no banho. Mas fazer o quê, né?
Karen — Ali tá o chuveiro, querido.
Mateo — Muito obrigado, dona Karen.
Assim que ele chega na porta, quero acreditar que foi sem querer, mas ele fez um movimentozinho com... as mãos pra que "acidentalmente" a toalha caísse e deixasse à mostra o pau suculento dele em todo seu esplendor.
Mateo—PORRA! Acho que aconteceu a mesma coisa com a gente, foi mal. Sem me deixar responder ou reagir, ele pega a toalha dele e entra no banheiro, me olhando com uma cara cúmplice.
Entra e fecha a porta, a imagem dele sendo o Alejandro começa a crescer. Mateo é especial, mas meu filho é outro nível. Enquanto a porta está fechada, fico uns minutos parada imaginando que quem deixou a toalha cair era meu filho, ou que, sem a toalha cair, eu pudesse tocar no pau dele de novo como na noite anterior. Só de imaginar tocando o pau dele marcado por cima da toalha, ufff.
Fiquei um tempão parada ouvindo o chuveiro, até que me toquei quando escutei um gemidinho bem masculino, um "ohh" baixinho com um fôlego pesado. Sabia que ele tava fazendo alguma coisa no banheiro, afinal é um adolescente, o que mais esperar? Deve estar se masturbando, mas não perto de uma mulher com delírios de putinha novinha. Os gemidos foram aumentando, ficando mais profundos e másculos, me dando uns choques elétricos. Só de pensar que ele tá sacudindo o pau dele com tanta força com a mão de homem, me encheu de um fogo danado.
Não dava pra esperar pra ver se ia acabar ou não, eu tinha que agir. Meu primeiro pensamento foi bater uma pensando no que ele tava fazendo, mas já tava cansada disso. Com o Mateo, a gente já tinha passado dos limites fazia tempo, não teria problema se rolasse uma segunda vez. Não acreditava no que ia fazer, tava prestes a entrar na marra e foder com toda a vontade do mundo o melhor amigo do meu filho, e pra ser sincera, não tava nem aí. Abri a porta um pouquinho, e enquanto abria, os gemidos ficavam mais fortes. Fui me aproximando e, quando vejo o garanhão metendo o pau com tudo...
Eu estava adorando até o exato momento em que ouvi o filho da puta dizer: Mateo — você estava demorando demais. Eu, em completo choque, não sabia como agir, o que dizer. Eu estava me sentindo uma puta pervertida por estar espiando o amigo do meu filho tomando banho.
Meu corpo agiu sozinho, só olhei diretamente pra ele e falei: Karen — espero que dessa vez ninguém nos interrompa, e espero muito empenho da sua parte.
Ele me olhou ainda mais pervertido enquanto me despia e disse: Mateo — você não faz ideia do que eu tenho guardado pra você.
Ao ouvir essas palavras, entrei direto no chuveiro e comecei a tocar ele enquanto trocávamos o beijo mais safado que eu podia esperar.
Karen - seu maldito filho da puta, não sabe quando eu preciso disso, me dá logo, por favor
Mateo - vou te ensinar modos, sua puta maldita, não precisa ficar espiando um garoto de 17 anos
Karen - com esse pau, não acho que você tenha essa idade, agora cala a boca e senta no chão, enfia esse maldito pau dentro de mim, é o que você tanto queria
Mateo - vai me dizer que você não queria? Sua puta maldita, senta agora no meu pau, puta
Do jeito que ele estava falando comigo, estava me deixando ainda mais excitada
Ele senta e eu enfio o pau dele inteiro dentro de mim e começo a rebolar como uma puta desesperada atrás de um bom pau
Enquanto ele enfiava tão gostoso, nossos olhos se cruzaram de um jeito bem íntimo, mas não quero acreditar que sou uma puta, porque enquanto olhava pra ele, já começava a imaginar o rosto do Alejandro, acreditar que era ele quem estava me penetrando brutalmente e me fazendo gritar era o que eu mais queria. Por sorte, eu tinha o Mateo pra não cometer o erro com meu filho. Karen - Vai, filho da puta, você tá me enchendo! Dá mais forte, o que tá esperando, tem que me fazer gozar!!! AHHHH! QUE GOSTOSO! Mateo - Cala a boca, puta, se os vizinhos te ouvirem e seu marido patético aparecer, vou te colocar de quatro na frente dele e enfiar bem fundo, te fazendo gritar pra ele não nos atrapalhar mais. Karen - Ah, merda!!!! Faz o que quiser comigo, ele não chega nem perto de você, vai, me dá mais!! Karen - Humm! Assim! Me fode bem! Adoro seu pau! Você vai me matar de prazer! Karen - Me fode, me fode, me fode! Que pau você tem, seu safado! Hmmmm! Eu tava muito desesperada e carente, fazia tempo que não me fodiam do jeito certo. Ele me tirou do chuveiro, toda molhada de todos os lados, literalmente, e me colocou na frente da pia, continuando a me penetrar com força.
Karen - Olha como eu me abro pra você! Me dá bem forte com seu pau! Me arrebenta toda! Falava isso, mas quem eu realmente queria que estivesse me abrindo era meu filho. Via no espelho a silhueta do Mateo, mas a excitação me fazia alucinar pensando que era o Alejandro, e isso me excitava ainda mais. Karen - Me dá maaaais filho! Escapou!! Não podia acreditar. Mas sabia que desde pequeno eu chamava ele de filho também, então nenhuma palavra, nenhuma mudança, ele continuou me furando bem forte.
Me agarra firme no balcão frio, e continua me penetrando gostoso, já sentia que ia gozar, meu sorriso de tanto tempo sem sentir um orgasmo causado por um pau
Karen- Vou gozar! Ah! Vou gozar! Bate com força nessa sua piroca!
Mateo- ahhh! Goza pra mim, sua puta
Karen- AHHHHHH!!!!! O grito da minha gozada foi enorme
Gozo e tiro o pau da minha buceta cheio da minha própria gozada. Tá tão quente quanto meu interior. Meto ele na boca pensando que é a rola do meu filho. Engulo com vontade e começo a chupar com muito tesão enquanto falo
Karen- é hora de você gozar também, querido
Mateo - ah, porra, que delícia que você chupa, putinha
Karen - Adoro chupar seu pau! Vai, filho da puta, goza na minha boca! Assim que falo isso, o filho da puta joga os três anos de porra na minha cara, o pau dele era tão gostoso que até o leite tinha um sabor bem bom, fiquei exausta pra caralho
Depois de ficarmos jogados no chão do banheiro, recuperando o fôlego, eu olho pra ele e, com uma cara de preocupação, Mateo me pergunta: "Que horas são?" Karen: "Não sei, só sei que não consigo me mexer. Valeu por ter feito isso comigo." Mateo: "Eu também agradeço, mas não quero estragar o momento, só que já tá meio tarde. Que tal a gente se encontrar depois em algum lugar, ou na minha casa? O que você acha?" A verdade é que quebrou a magia, aquele momento tão gostoso que eu tava vivendo, mas ele tinha que ir. Eu queria mais uma rodada, mas não dava tempo. Karen: "Tá bom, fica na sua. Vai lá, depois a gente vê se dá pra se encontrar pra você me fazer mulher de novo." Dou um beijo nele, carinhoso e gostoso, cheio de calor, e ele vai embora. Eu fico um tempão no chuveiro descansando antes de me lavar de novo, me vestir e servir o jantar.
Tava tão feliz que não sentia culpa, acho que é isso que acontece quando você não satisfaz uma mulher tão safada quanto eu e que é gostosa igual a mim, a culpa é sua, seu idiota maldito, Óscar. Mas enfim, foi só terminar de me vestir quando recebo uma mensagem do meu filho.
Jejejejeje gosto de ser uma putinha agora, mas quero ser a putinha dele e ele vai ser só meu. Espero que tenham curtido a história, a página tá enchendo o saco ultimamente, espero chegar nos 600 pontos pra postar rápido a parte 6 🔥🔥
Tava doendo um pouco minhas costas, a festa de ontem foi muito boa, não lembro direito, só por pedaços, só sentia como eu mexia minha bunda bem gostosa com o pau do meu filho, de novo comecei a me molhar, mas não podia fazer nada, nem me masturbar dava, tava muito tonta, meu corpo todo tremia e sei que não é por causa da foda do Óscar, aquele imbecil não sabe nem penetrar uma mulher simples, mas de simples eu não tenho nada. Depois de dar uma levantada no meu ego, coloco uma camisa do Óscar que achei perto da cama e desço, acho que não tem ninguém. Enquanto me arrumava pra descer, ficava pensando no beijo que meu filho me deu.
Desço e vou descalça até a geladeira procurar algo pra beber, a sede que eu tava era enorme, dava pra ver que tinha bebido demais ontem.
Tava bem tranquila, sentindo o frio da geladeira e arrepiando a pele, parecia uma manhã bem calma, só que não sabia onde todo mundo estava. Mas assim que pensei nisso, ouvi a voz mais familiar que podia reconhecer. Alejandro: "Oi, mãe." Karen: "AHHHH!! uau hehehe que bom dia, não precisa se assustar, pensei que você não estava. Até duvidei por um momento quando vi como você bebeu ontem." Karen: "Ah, oi, querido, desculpa, não te ouvi, pensei que estava sozinha." Assim que me viro, olho pro filho da puta que estava sem camisa, parecia suado, como se tivesse malhando.
Karen— Ah, querido, será que você pode vestir uma camisa? Hehehe Alejandro— Do que você tá falando, se você tá só de fio dental? Kkkkk
Merda, tinha esquecido que desci só de camisa, sinceramente achei que estava sozinha
Karen— Desculpa, querido, é que pensei que tava sozinha
Alejandro— Não me incomoda, hehehehe
E lá estava eu de novo, alucinando com a paquera do meu filho, minhas hormonas tavam a mil, queria sair dali rápido, mas não conseguia parar de olhar pro corpo dele, acho que ele também percebeu
Alejandro— Kkkkk mãe, cê tá bem? Tá me olhando meio estranho
Karen— Ah, desculpa, é que tô tentando lembrar que coisas vergonhosas eu fiz ontem, tô morrendo de vergonha por você
Alejandro— Ah, não se preocupa, não rolou nada fora do normal, só que você me beijou bem intensamente quando a gente chegou
Karen— QUÊ!!!!!!! Lembrava muito bem daquele momento, mas ele não precisa saber que eu descaradamente curti, sentir os lábios jovens e macios dele me enlouqueceu ontem, não sabia o que tava fazendo, mas se pudesse repetiria de novo, mas não podia deixar Alejandro saber que eu pensava tudo aquilo, sei que minha parte de mulher carente tava falando, mas tinha que puxar a parte de mãe responsável
Karen— Que merda a gente fez? E por que você deixou?
Alejandro— Tentei, te afastei, mas você só me puxava
Sabia que ele tava mentindo, ele agarrou minha bunda enquanto a gente se beijava, só que me viu brava e tentou me fazer acreditar que fez o certo, mas a verdade é que não queria repreendê-lo, ele fez o mesmo que eu, a gente se deixou levar pelo momento, só restava virar a página, mas ver ele sem camisa não ajudava e muito menos eu só de fio dental, só podia assumir a culpa
Karen— Ah, merda, desculpa, devia estar muito bêbada, não pensei no que tava fazendo, com certeza pensei que era seu pai, me perdoa, filho
Alejandro— Não tem problema, mãe, pode ter sido isso
Dava pra ver no rosto dele que ele tava curtindo minha "inocência"
Alejandro— Bom, mãe, vou deixar você porque tenho que terminar meus exercícios pra depois ir treinar, te deixo, Karen - tá bem, amor, vou tomar um banho, já é meio-dia, tô me sentindo suada *Pensamento da Karen* - e bem molhada também, Alejandro - tá bem, a gente se vê depois Enquanto caminhava em direção à porta, inesperadamente sinto uma palmada na bunda, nem muito forte nem muito suave, era muito gostosa, o filho da puta tava me provocando
Alejandro foi embora, eu só conseguia sentir culpa, mas também tesão. Saber que eu beijei ele, que senti o pau dele, que ele me viu fodendo com o pai dele e ainda me deu um tapa na bunda — isso me dava motivos demais pra ficar toda molhada por ele. Mas eu precisava baixar essa quentura no chuveiro. Fui, peguei minhas coisas e entrei no banheiro. Tava me olhando quando, de repente, batem na porta. Achei que era o Alejandro, não tinha mais ninguém em casa. Karen — PASSA!
Abriu a porta, pelo menos na minha cabeça eu não tava nada mal vestida, mas era o meu ponto de vista, mas acho que ele foi bem filho da puta por não pensar por ele. Assim que abriu a porra da porta e virei a cabeça pra ver o que ele queria, ele tava de legging sem CUECA!!! sem deixar nada pra imaginação.
O filho das três mil putas fez isso pra me provocar, ele sabe que posso cair na rede dele, mas não pensei que fosse fazer tão descaradamente, além disso não dava pra negar que o pau dele era algo fantástico, não conseguia tirar os olhos daquilo, era algo muito gostoso e muito desejável. Alejandro — Mãe, você me ouviu ou se distraiu com alguma coisa?
Karen — O quê? Ah, desculpa, querido.
Maldito filho da puta.
Karen — O que você tava dizendo?
Alejandro — Vou treinar agora, tava te avisando.
Karen — Ah, tá bem, filho, desculpa, se cuida.
Ele sai e eu fico com a ideia de que tô me tornando uma completa puta, já nem disfarço mais quando vejo o pau do meu filho.
Enfim, já era hora de um bom banho pra me tirar um pouco do que tá rolando ao redor.
Mas quando tô me despindo, ouço barulhos na porta, e o que eu pensei que era hora de esquecer o que tava acontecendo no mundo era um erro. O filho da puta não tinha ido embora de vez, sentia os olhos dele me observando enquanto tirava a roupa, sabia que não era a única que tava com uma parada estranha com o outro.
Então decidi, por que não, dar um pequeno show pra provocar ele, assim como ele fazia comigo.
Queria guerra de tarados, vai ter. Sabia que ele tava do lado de fora da porta, meu corpo todo brilhando. Fiz de sonsa e me abaixei pra ele poder me espiar pelo buraquinho onde ele tava.
Eu me levantava e me agachava sem parar pra água passar em cada pedaço da minha bunda linda e gostosa, sem contar que quando roçava de leve na minha buceta, dava um choque elétrico. Ficava pensando em mais ideias de poses pra ele me ver e ficar excitado. Não queria me masturbar, isso seria dar a entender que, por causa do que rolou na cozinha, eu tava toda molhada. Além disso, era pra ele saber que eu não tinha notado nada.
Comecei a ensaboar meu corpo, começando pelas minhas tetas.
Depois de um bom tempo me massageando e tocando cada parte do meu corpo sensualmente enquanto me ensaboava, já tava na hora de tornar isso mais real, eu tava demorando demais no banho, já era hora de sair, mas antes, como ato final, passo um pouco de água quente por uns pedaços sendo bem gostosa.
Quando terminei, demorei um pouco pra me secar, só pra dar tempo daquele pervertido fugir. Pervertido que tá me deixando louca, não sei por que sinto esse fogo por aquele filho da puta, mas é uma sensação gostosa depois de tantos anos. Não tô me desculpando, sei que é errado, mas meu marido não me esquenta. Se um moleque com um pau de deus não faz, quem vai fazer?Depois de me secar, fui ver se ele tinha ido embora. Olhei pra todos os lados da casa e ele não estava. Era um bom sinal. Sabia que o que tava fazendo era errado, por isso ele fugiu. Me aliviou um pouco a culpa.
Quando tô indo pro quarto me vestir, ouço a campainha. Achei que era o Alejandro que tinha esquecido alguma coisa ou algo assim. Fui de toalha mesmo, afinal ele já tinha me visto toda há pouco tempo.
Quando chego na porta e abro, pra minha surpresa não era o Alejandro, era o Samuel. Ele vinha com uns produtos de limpeza, como se tivesse procurando um lugar pra tomar banho.
Samuel — Uau, que recepção boa, hehehehe.
Karen — Ah, oi Mateo, desculpa me ver assim, acabei de sair do banho.
Samuel — Sem problema, dona Karen, do mesmo jeito não me incomoda, hehehehe.
Eu dei uma risadinha e dei um tapinha no ombro dele, mas como a idiota que sou, esqueci que tô de toalha. O movimento brusco fez a toalha cair toda.
A verdade é que o Mateu já tinha me visto pelada, mas o que me preocupava era que algum vizinho me visse com o amigo do meu filho, pelada na porta de casa. Então fechei rapidão e gritei enquanto ia pro meu quarto: Karen – DESCULPA! JÁ VOLTO NUM INSTANTE
De longe, enquanto me afastava da porta, só consegui ouvir um "ok".
Fui pro meu quarto e fiquei meio sem graça, mas me molhei de novo. Tava muito tesuda, não tive chance de aliviar todo esse calor no banho porque tinha uns olhos me encarando, mas fazer o quê, tinha que ir ver o que o Mateu queria. Também não queria ser mal-educada. Então vesti um shortinho gostoso sem nada por baixo.
E aí eu caminhei um pouco mais tranquila até a porta, com a certeza de que foi só um "acidente". Pra mim, foi sim, mas já tinha que parar de pensar nisso e ir ver o que o Mateo queria. Chego na porta, abro de novo e vejo ele, e por um passe de mágica minha cabeça confunde ele com o Alejandro. Tava tão perturbada, num tom de pervertida com meu filho, que o único que quase chega no tamanho do pau do meu filho é o Mateo. Talvez minha mente queira substituir a fantasia que tenho do meu filho pelo melhor amigo dele, mas não era hora de pensar nessas coisas. Já me senti muito idiota olhando pro Mateo sem falar nada.Karen — Desculpa, Mateo. Agora sim tô em condições de falar contigo.
Mateo passou os olhos de baixo pra cima em mim, e eu percebi um pequeno sorrisinho nos lábios dele sobre como eu tava vestida. Não fiz aquilo pra provocar ele, foi só por "conforto".
Mateo — Como vai, dona Karen? Queria fazer uma perguntinha.
Karen — Claro, fala aí.
Mateo — É que meu chuveiro não tá funcionando. Não sei o que aconteceu, foram ver e parece que tem um problema nos canos, não deixa a água circular direito, mas já tão consertando.
Karen — Tá bom, e o que você precisa que eu ajude?
Mateo — Era pra ver se você me emprestava seu banheiro pra tomar um banho. Daqui a umas horas tenho uma reunião com a equipe e não posso chegar todo suado. Perguntei pro Alejandro quando ele tava saindo e ele disse que não tinha problema. Você concorda?
Ter ele na minha frente já era um problema. Não no geral, mas sim na minha buceta. Mas não queria ser mal-educada.
Karen — Claro, claro, sem problema, Mateo. Você sabe que é como se fosse da família. Pode entrar, pode entrar.
Mateo entra e dá pra sentir um clima estranho no ar, mas não da parte dele, era meu. Saber que uns dias atrás ele me penetrou... uff, me enche de tesão de novo, aquele fogo que não consegui apagar no banho. Mas fazer o quê, né?
Karen — Ali tá o chuveiro, querido.
Mateo — Muito obrigado, dona Karen.
Assim que ele chega na porta, quero acreditar que foi sem querer, mas ele fez um movimentozinho com... as mãos pra que "acidentalmente" a toalha caísse e deixasse à mostra o pau suculento dele em todo seu esplendor.
Mateo—PORRA! Acho que aconteceu a mesma coisa com a gente, foi mal. Sem me deixar responder ou reagir, ele pega a toalha dele e entra no banheiro, me olhando com uma cara cúmplice.
Entra e fecha a porta, a imagem dele sendo o Alejandro começa a crescer. Mateo é especial, mas meu filho é outro nível. Enquanto a porta está fechada, fico uns minutos parada imaginando que quem deixou a toalha cair era meu filho, ou que, sem a toalha cair, eu pudesse tocar no pau dele de novo como na noite anterior. Só de imaginar tocando o pau dele marcado por cima da toalha, ufff.
Fiquei um tempão parada ouvindo o chuveiro, até que me toquei quando escutei um gemidinho bem masculino, um "ohh" baixinho com um fôlego pesado. Sabia que ele tava fazendo alguma coisa no banheiro, afinal é um adolescente, o que mais esperar? Deve estar se masturbando, mas não perto de uma mulher com delírios de putinha novinha. Os gemidos foram aumentando, ficando mais profundos e másculos, me dando uns choques elétricos. Só de pensar que ele tá sacudindo o pau dele com tanta força com a mão de homem, me encheu de um fogo danado.
Não dava pra esperar pra ver se ia acabar ou não, eu tinha que agir. Meu primeiro pensamento foi bater uma pensando no que ele tava fazendo, mas já tava cansada disso. Com o Mateo, a gente já tinha passado dos limites fazia tempo, não teria problema se rolasse uma segunda vez. Não acreditava no que ia fazer, tava prestes a entrar na marra e foder com toda a vontade do mundo o melhor amigo do meu filho, e pra ser sincera, não tava nem aí. Abri a porta um pouquinho, e enquanto abria, os gemidos ficavam mais fortes. Fui me aproximando e, quando vejo o garanhão metendo o pau com tudo...
Eu estava adorando até o exato momento em que ouvi o filho da puta dizer: Mateo — você estava demorando demais. Eu, em completo choque, não sabia como agir, o que dizer. Eu estava me sentindo uma puta pervertida por estar espiando o amigo do meu filho tomando banho.Meu corpo agiu sozinho, só olhei diretamente pra ele e falei: Karen — espero que dessa vez ninguém nos interrompa, e espero muito empenho da sua parte.
Ele me olhou ainda mais pervertido enquanto me despia e disse: Mateo — você não faz ideia do que eu tenho guardado pra você.
Ao ouvir essas palavras, entrei direto no chuveiro e comecei a tocar ele enquanto trocávamos o beijo mais safado que eu podia esperar.
Karen - seu maldito filho da puta, não sabe quando eu preciso disso, me dá logo, por favor Mateo - vou te ensinar modos, sua puta maldita, não precisa ficar espiando um garoto de 17 anos
Karen - com esse pau, não acho que você tenha essa idade, agora cala a boca e senta no chão, enfia esse maldito pau dentro de mim, é o que você tanto queria
Mateo - vai me dizer que você não queria? Sua puta maldita, senta agora no meu pau, puta
Do jeito que ele estava falando comigo, estava me deixando ainda mais excitada
Ele senta e eu enfio o pau dele inteiro dentro de mim e começo a rebolar como uma puta desesperada atrás de um bom pau
Enquanto ele enfiava tão gostoso, nossos olhos se cruzaram de um jeito bem íntimo, mas não quero acreditar que sou uma puta, porque enquanto olhava pra ele, já começava a imaginar o rosto do Alejandro, acreditar que era ele quem estava me penetrando brutalmente e me fazendo gritar era o que eu mais queria. Por sorte, eu tinha o Mateo pra não cometer o erro com meu filho. Karen - Vai, filho da puta, você tá me enchendo! Dá mais forte, o que tá esperando, tem que me fazer gozar!!! AHHHH! QUE GOSTOSO! Mateo - Cala a boca, puta, se os vizinhos te ouvirem e seu marido patético aparecer, vou te colocar de quatro na frente dele e enfiar bem fundo, te fazendo gritar pra ele não nos atrapalhar mais. Karen - Ah, merda!!!! Faz o que quiser comigo, ele não chega nem perto de você, vai, me dá mais!! Karen - Humm! Assim! Me fode bem! Adoro seu pau! Você vai me matar de prazer! Karen - Me fode, me fode, me fode! Que pau você tem, seu safado! Hmmmm! Eu tava muito desesperada e carente, fazia tempo que não me fodiam do jeito certo. Ele me tirou do chuveiro, toda molhada de todos os lados, literalmente, e me colocou na frente da pia, continuando a me penetrar com força.
Karen - Olha como eu me abro pra você! Me dá bem forte com seu pau! Me arrebenta toda! Falava isso, mas quem eu realmente queria que estivesse me abrindo era meu filho. Via no espelho a silhueta do Mateo, mas a excitação me fazia alucinar pensando que era o Alejandro, e isso me excitava ainda mais. Karen - Me dá maaaais filho! Escapou!! Não podia acreditar. Mas sabia que desde pequeno eu chamava ele de filho também, então nenhuma palavra, nenhuma mudança, ele continuou me furando bem forte.
Me agarra firme no balcão frio, e continua me penetrando gostoso, já sentia que ia gozar, meu sorriso de tanto tempo sem sentir um orgasmo causado por um pau Karen- Vou gozar! Ah! Vou gozar! Bate com força nessa sua piroca!
Mateo- ahhh! Goza pra mim, sua puta
Karen- AHHHHHH!!!!! O grito da minha gozada foi enorme
Gozo e tiro o pau da minha buceta cheio da minha própria gozada. Tá tão quente quanto meu interior. Meto ele na boca pensando que é a rola do meu filho. Engulo com vontade e começo a chupar com muito tesão enquanto falo
Karen- é hora de você gozar também, querido
Mateo - ah, porra, que delícia que você chupa, putinha Karen - Adoro chupar seu pau! Vai, filho da puta, goza na minha boca! Assim que falo isso, o filho da puta joga os três anos de porra na minha cara, o pau dele era tão gostoso que até o leite tinha um sabor bem bom, fiquei exausta pra caralho
Depois de ficarmos jogados no chão do banheiro, recuperando o fôlego, eu olho pra ele e, com uma cara de preocupação, Mateo me pergunta: "Que horas são?" Karen: "Não sei, só sei que não consigo me mexer. Valeu por ter feito isso comigo." Mateo: "Eu também agradeço, mas não quero estragar o momento, só que já tá meio tarde. Que tal a gente se encontrar depois em algum lugar, ou na minha casa? O que você acha?" A verdade é que quebrou a magia, aquele momento tão gostoso que eu tava vivendo, mas ele tinha que ir. Eu queria mais uma rodada, mas não dava tempo. Karen: "Tá bom, fica na sua. Vai lá, depois a gente vê se dá pra se encontrar pra você me fazer mulher de novo." Dou um beijo nele, carinhoso e gostoso, cheio de calor, e ele vai embora. Eu fico um tempão no chuveiro descansando antes de me lavar de novo, me vestir e servir o jantar.
Tava tão feliz que não sentia culpa, acho que é isso que acontece quando você não satisfaz uma mulher tão safada quanto eu e que é gostosa igual a mim, a culpa é sua, seu idiota maldito, Óscar. Mas enfim, foi só terminar de me vestir quando recebo uma mensagem do meu filho.
Jejejejeje gosto de ser uma putinha agora, mas quero ser a putinha dele e ele vai ser só meu. Espero que tenham curtido a história, a página tá enchendo o saco ultimamente, espero chegar nos 600 pontos pra postar rápido a parte 6 🔥🔥
4 comentários - Sou mãe, mas também sou gostosa C5