Uma manhã, a gente tava na sala de jantar tomando café da manhã com minha esposa, e ela veio se juntar a nós, mas de camisola, nada demais, era uma camisola tipo de vó, hehe... mas o que essa camisola não conseguia esconder era o tamanhão das tetas dela. Tanto ela quanto minha esposa levaram numa boa, mas eu tava numa luta danada pra não ficar olhando pra aquelas tetas. E num cruzamento de olhares, ela percebeu que quando eu falava com ela, não conseguia parar de olhar pras tetas dela. Numa dessas manhãs, cheguei quando minha esposa tava saindo pro trabalho e ela falou: "Mamãe tá te preparando o café, amor". Dei um beijo nela e entrei em casa. Pra minha surpresa, a mesa já tava posta, minha sogra sentada esperando. Tava com a camisola velha dela, mas dessa vez sem o sutiã. "Bom dia, genro. Como foi essa viagem?" "Bem, sogrinha!" Mas eu tava tipo hipnotizado, vendo como aquelas tetas sem sutiã ficavam firmes e, através do pano da camisola, marcavam os bicos. Fui no banheiro lavar as mãos, mas na verdade pra tentar acalmar meu pau que tinha entrado em posição de guerra. Não podia acreditar, tava viajando na maionese com a minha sogra. Saí, sentei pra tomar café e a gente foi conversando sobre vários assuntos. Entre eles, ela contou intimidades da relação com o marido dela. E aí ela se quebrou, tava muito machucada. O cara era um doente, ciumento, agressor, abusador. E ela desabou no choro. Peguei a mão dela, levantei e abracei ela. "Calma, Teresa, calma!" Ela me abraçou, encostando as tetas em mim e me apertando. Exclamou: "Por favor, Marce, não conta isso pra minha filha, deixa ela continuar respeitando a memória do pai. Tá?" "Tá, Tere, fica tranquila." Ela foi pra cozinha, eu sentei pra terminar meu café. Quando ela voltou, apoiou as mãos nos meus ombros, como se tivesse fazendo uma massagem, e disse: "Pobre Marce, vem cansado de viagem e ainda tem que aguentar meus traumas." E me deu um beijo na bochecha, apoiando as tetas nos meus ombros.
Eu lutava com meus pensamentos obscuros. Será que ela tava assim comigo porque tava mal, ou tava dando sinais de que queria alguma coisa? mais fui tomar banho e, enquanto isso, tentava controlar meus pensamentos perversos. quando saí do banho, olhei na direção do quarto dela e pela porta entreaberta pude ver que ela estava se trocando, completamente nua. meu deus…! que corpo…! digno de uma ítalo-espanhola americana, pele clara, peitos bem firmes, uma cintura marcada pelos quadris torneados, uma bunda bem carnuda e empinada, umas pernas que pareciam esculpidas. meu deus…! o que aquela roupa que ela usava escondia! meu pau quase pulou pra fora da toalha. entrei no meu quarto. pelo amor de deus, que tesão que eu tava sentindo pela minha sogra, meu pinto tava duro.
coloquei um short e uma camiseta, e de chinelos saí, peguei uma cadeira de praia e sentei no quintal pra tomar uns mates, quando ouço ela me chamar: "marce, você pode vir? um plugue explodiu!" entrei no quarto dela e, sim, tinha cheiro de queimado. no criado-mudo ao lado da cama, tinha um abajur com parte do fio derretido, mas ainda plugado na tomada. ela estava sentada na beira da cama e eu falei: "cuidado, tere, não toca em nada. sai um pouco pra eu desconectar." mas não dava, tava como que soldado no corte do tomada. "onde tá o quadro de luz, tere?" ela se arrastou de quatro pela cama, tava com uma legging que marcava bem a bunda e, ao rastejar na cama, a legging destacava os grandes lábios da buceta dela, enquanto os peitos balançavam na camiseta. "meu santo deus… que pedaço de bunda ela tem!" meu pau reagiu de novo por instinto.
cortei a luz, desmontei o plugue e resolvi o problema. "ainda bem que você tava em casa, marce! senão podia ter pegado fogo, né, marce?" "sim, tere, são acidentes imprevisíveis. a gente tem que controlar os aparelhos, tere." "é, tô precisando de um homem!" não sei se era pela minha mente podre, mas soou como uma indireta picante, e como não quis ficar pra trás: "é, tere, você é jovem, tem muita vida pela frente!" "é, você acha? marce?" "sim, e se me permite a ousadia, você tá muito, mas muito gostosa, tere!" "epa Genro! Tô te parecendo atraente? Marce, siiim… e desculpa falar isso, muito mas muito apetitosa, Tere! Cê tem uma raba que levanta até defunto! E a gente riu junto, e ela ficou toda vermelha e nervosa, mas o que vão dizer? Marce, se for pra um relacionamento sério, que os outros vão tomar no cu! Desculpa pelo meu vocabulário. E se for só pra aliviar a vontade, eles não precisam saber se cê fizer com a pessoa certa, desculpa pela minha sinceridade, mas cê já sofreu demais e não viveu nem curtiu nada, só os seus filhos. É, Marce, cê tem razão, mas não me atrevo, vivi tanto tempo debaixo do sapato do meu marido que nem sei como fazer uma amizade nova. Vamos, Tere, cê é uma égua, sua sogra! Até eu te daria! Epa! O que cê tá dizendo, Marce? Cê trairia minha filha? Por uma mulher como você, Tere, sim! Sem machucar, sem ela saber, e não pra largar ela, mas pra passar um momento gostoso. Marce… cê me deixa mal! Por que, Tere? Porque eu também faria com você, cê me ouviu, me apoiou e me entendeu como ninguém, mas me sentiria mal pela minha filha. Mas Tere, se ela não souber, cê não machuca ela. Ela veio na minha direção, andando devagar, olhando pro chão meio com vergonha. Eu levantei, fui ao encontro dela, com a mão peguei seu queixo, levantei a cara dela e, olhando nos olhos dela, falei: cê é linda e gostosa, cê tem o controle. E meti um beijo daqueles, que ela respondeu me beijando com desespero, tinha muita paixão guardada. Tirei a regata dela, contemplando aquelas tetas enormes, tirei o sutiã dela sem soltar, chupando aquelas tetas exuberantes que eu tanto queria. A respiração dela acelerou, ela beijava meu pescoço, me apertava, tava muito excitada, gemia. Sim… tô muito excitada! Sim… Marce! Deitei ela na cama e tirei a legging dela, e a calcinha. Meu deus… que corpo! Abri as pernas dela e mergulhei na buceta dela que escorria fluidos. Sim… Marce…! Nunca chuparam minha buceta! Meu deus… que gostosa, Marce, vou gozar…! E jorraram jatos dos fluidos dela que quase me afogaram. Sim… Chupa! Porra! Que gostosa…!
Tirei meu short, deixei meu pau livre, ele tava duro, babado, e a Tere sentou, pegou ele com a mão e meteu na boca dela. A língua dela rodeava minha cabeça, alternando com chupões só na cabecinha, e de vez em quando ela engolia fundo, com os lábios segurando a pele do meu pau, engolindo ele inteiro, no pelo, até a entrada da garganta dela. Meu deus… como ela mamava! Isso… Tere chupa! Meu deus… que boquete gostoso! Isso…!
Virei ela, coloquei de quatro, pelas pernas escorrendo os fluidos dela, abrindo a bunda firme, lambendo o cu dela, que se contraiu. Peguei meu pau e meti naquela buceta inundada, bombeando, saindo do fundo da Tere. Isso, Marce… Me come! Isso… que pau gostoso! Porra… que transa boa! Em algumas enfiadas, eu tirava e batia no cu dela, e voltava pra buceta, lambuzava, e tentava de novo no cu dela. Isso arrancou outro orgasmo da Tere. Vou… gozar de novo! Ah… vou gozar, Marce! Aproveitando o tesão dela, encaixei no cu dela, minha cabeça passou pelo anel, e com a lubrificação toda, abriu caminho até o fundo.
Isso… fode meu cu! Bem fundo… como eu gosto do teu pau no meu cu! Quando ela apertava, ordenhava meu pau, me fazendo gozar dentro do cu dela. Pareciam litros de porra que jorrava, enchendo aquele cu. Ela empurrava, fazendo minhas bolas baterem na bunda dela. Você me encheu… isso… que gostoso! Isso… que pau gostoso, Marce!
Tirei meu pau do cu dela, escorrendo porra, e o cu dela parecia cuspir o excesso. Ela caiu na cama, virou, me abraçou, me afundando nos peitos dela, me beijando e falando: O que a gente fez? Marce, você se arrepende, Tere? Não! De jeito nenhum! Mas como a gente disfarça isso?
Levantamos e fomos tomar banho juntos, nos vestimos, fomos preparar o almoço. Em uma hora, minha esposa chegaria pra almoçar e depois voltaria pro trabalho. A gente tinha que enfrentar, disfarçando, o que a gente viveu de bom…
Eu lutava com meus pensamentos obscuros. Será que ela tava assim comigo porque tava mal, ou tava dando sinais de que queria alguma coisa? mais fui tomar banho e, enquanto isso, tentava controlar meus pensamentos perversos. quando saí do banho, olhei na direção do quarto dela e pela porta entreaberta pude ver que ela estava se trocando, completamente nua. meu deus…! que corpo…! digno de uma ítalo-espanhola americana, pele clara, peitos bem firmes, uma cintura marcada pelos quadris torneados, uma bunda bem carnuda e empinada, umas pernas que pareciam esculpidas. meu deus…! o que aquela roupa que ela usava escondia! meu pau quase pulou pra fora da toalha. entrei no meu quarto. pelo amor de deus, que tesão que eu tava sentindo pela minha sogra, meu pinto tava duro.
coloquei um short e uma camiseta, e de chinelos saí, peguei uma cadeira de praia e sentei no quintal pra tomar uns mates, quando ouço ela me chamar: "marce, você pode vir? um plugue explodiu!" entrei no quarto dela e, sim, tinha cheiro de queimado. no criado-mudo ao lado da cama, tinha um abajur com parte do fio derretido, mas ainda plugado na tomada. ela estava sentada na beira da cama e eu falei: "cuidado, tere, não toca em nada. sai um pouco pra eu desconectar." mas não dava, tava como que soldado no corte do tomada. "onde tá o quadro de luz, tere?" ela se arrastou de quatro pela cama, tava com uma legging que marcava bem a bunda e, ao rastejar na cama, a legging destacava os grandes lábios da buceta dela, enquanto os peitos balançavam na camiseta. "meu santo deus… que pedaço de bunda ela tem!" meu pau reagiu de novo por instinto.
cortei a luz, desmontei o plugue e resolvi o problema. "ainda bem que você tava em casa, marce! senão podia ter pegado fogo, né, marce?" "sim, tere, são acidentes imprevisíveis. a gente tem que controlar os aparelhos, tere." "é, tô precisando de um homem!" não sei se era pela minha mente podre, mas soou como uma indireta picante, e como não quis ficar pra trás: "é, tere, você é jovem, tem muita vida pela frente!" "é, você acha? marce?" "sim, e se me permite a ousadia, você tá muito, mas muito gostosa, tere!" "epa Genro! Tô te parecendo atraente? Marce, siiim… e desculpa falar isso, muito mas muito apetitosa, Tere! Cê tem uma raba que levanta até defunto! E a gente riu junto, e ela ficou toda vermelha e nervosa, mas o que vão dizer? Marce, se for pra um relacionamento sério, que os outros vão tomar no cu! Desculpa pelo meu vocabulário. E se for só pra aliviar a vontade, eles não precisam saber se cê fizer com a pessoa certa, desculpa pela minha sinceridade, mas cê já sofreu demais e não viveu nem curtiu nada, só os seus filhos. É, Marce, cê tem razão, mas não me atrevo, vivi tanto tempo debaixo do sapato do meu marido que nem sei como fazer uma amizade nova. Vamos, Tere, cê é uma égua, sua sogra! Até eu te daria! Epa! O que cê tá dizendo, Marce? Cê trairia minha filha? Por uma mulher como você, Tere, sim! Sem machucar, sem ela saber, e não pra largar ela, mas pra passar um momento gostoso. Marce… cê me deixa mal! Por que, Tere? Porque eu também faria com você, cê me ouviu, me apoiou e me entendeu como ninguém, mas me sentiria mal pela minha filha. Mas Tere, se ela não souber, cê não machuca ela. Ela veio na minha direção, andando devagar, olhando pro chão meio com vergonha. Eu levantei, fui ao encontro dela, com a mão peguei seu queixo, levantei a cara dela e, olhando nos olhos dela, falei: cê é linda e gostosa, cê tem o controle. E meti um beijo daqueles, que ela respondeu me beijando com desespero, tinha muita paixão guardada. Tirei a regata dela, contemplando aquelas tetas enormes, tirei o sutiã dela sem soltar, chupando aquelas tetas exuberantes que eu tanto queria. A respiração dela acelerou, ela beijava meu pescoço, me apertava, tava muito excitada, gemia. Sim… tô muito excitada! Sim… Marce! Deitei ela na cama e tirei a legging dela, e a calcinha. Meu deus… que corpo! Abri as pernas dela e mergulhei na buceta dela que escorria fluidos. Sim… Marce…! Nunca chuparam minha buceta! Meu deus… que gostosa, Marce, vou gozar…! E jorraram jatos dos fluidos dela que quase me afogaram. Sim… Chupa! Porra! Que gostosa…!
Tirei meu short, deixei meu pau livre, ele tava duro, babado, e a Tere sentou, pegou ele com a mão e meteu na boca dela. A língua dela rodeava minha cabeça, alternando com chupões só na cabecinha, e de vez em quando ela engolia fundo, com os lábios segurando a pele do meu pau, engolindo ele inteiro, no pelo, até a entrada da garganta dela. Meu deus… como ela mamava! Isso… Tere chupa! Meu deus… que boquete gostoso! Isso…!
Virei ela, coloquei de quatro, pelas pernas escorrendo os fluidos dela, abrindo a bunda firme, lambendo o cu dela, que se contraiu. Peguei meu pau e meti naquela buceta inundada, bombeando, saindo do fundo da Tere. Isso, Marce… Me come! Isso… que pau gostoso! Porra… que transa boa! Em algumas enfiadas, eu tirava e batia no cu dela, e voltava pra buceta, lambuzava, e tentava de novo no cu dela. Isso arrancou outro orgasmo da Tere. Vou… gozar de novo! Ah… vou gozar, Marce! Aproveitando o tesão dela, encaixei no cu dela, minha cabeça passou pelo anel, e com a lubrificação toda, abriu caminho até o fundo.
Isso… fode meu cu! Bem fundo… como eu gosto do teu pau no meu cu! Quando ela apertava, ordenhava meu pau, me fazendo gozar dentro do cu dela. Pareciam litros de porra que jorrava, enchendo aquele cu. Ela empurrava, fazendo minhas bolas baterem na bunda dela. Você me encheu… isso… que gostoso! Isso… que pau gostoso, Marce!
Tirei meu pau do cu dela, escorrendo porra, e o cu dela parecia cuspir o excesso. Ela caiu na cama, virou, me abraçou, me afundando nos peitos dela, me beijando e falando: O que a gente fez? Marce, você se arrepende, Tere? Não! De jeito nenhum! Mas como a gente disfarça isso?
Levantamos e fomos tomar banho juntos, nos vestimos, fomos preparar o almoço. Em uma hora, minha esposa chegaria pra almoçar e depois voltaria pro trabalho. A gente tinha que enfrentar, disfarçando, o que a gente viveu de bom…
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