No balneário com a mamãe

O ar do balneário saturava os sentidos com um cheiro penetrante de enxofre e pedra molhada. O vapor dançava sobre as piscinas termais, envolvendo o lugar numa névoa branca.No balneário com a mamãeElena observou seu filho, Leo, e seus dois amigos, Marcos e Javi, se afastarem para um canto afastado dos jardins, onde os salgueiros-chorões criavam uma cortina de privacidade. Curiosa, Elena caminhou sorrateiramente sobre a grama molhada. Os três adolescentes estavam amontoados, com as cabeças coladas na tela de um celular. Os garotos estavam assistindo um bom vídeo pornô.peitos—Então, vocês estão estudando anatomia? — sussurrou Elena atrás deles. Os meninos pularam como se tivessem levado um choque. Leo quase deixou o celular cair, enquanto Marcos e Javi ficaram vermelhos como tomates.mamae—Mamãe! Eu... nós... só estávamos... — gaguejou Leo, tentando bloquear a tela. Elena soltou uma gargalhada cristalina que ressoou no jardim. Em vez de brigar com eles, seus olhos brilharam com uma centelha travessa. — Calma. É algo natural — disse ela com voz sugestiva. Sem aviso prévio, Elena desfez os nós do seu roupão de banho. O tecido escorregou pelos seus ombros, revelando seios generosos e pálidos, coroados por mamilos escuros e eretos devido ao frio do ambiente. Elena moveu os ombros com ritmo, fazendo seus peitos quicarem e balançarem pesadamente diante dos olhos atônitos dos jovens.milf
mae e filho—É melhor que a tela, né? —perguntou ela com um sorriso safado. Marcos e Javi ficaram petrificados, com as bocas abertas e o olhar fixo no movimento da carne. —Continuem —acrescentou Elena, voltando a se cobrir—. Terminem de ver o filme de vocês. Mais tarde, enquanto caminhavam para o estacionamento, Elena pegou Leo pelo braço e o levou para a sombra de um pinheiro. —Escuta, querido. Se alguma vez você tiver dúvidas sobre a vida, sexo ou como o corpo funciona, quero que saiba que pode vir falar comigo. Vou te ajudar em tudo. Leo olhou para ela com intensidade, sua respiração ficou irregular. —Posso... posso te ver? Completamente nua? —sussurrou o garoto. Elena sorriu com doçura e assentiu. —Claro que sim. Ela tirou toda a roupa, ficando exposta sob a luz filtrada pelas folhas. Seu corpo era uma curva perfeita de pele cremosa. Leo, impulsionado por um desejo elétrico, deslizou a mão dentro do short de banho e libertou o pau. O membro saltou para fora, rígido e pulsante, com uma veia grossa percorrendo o eixo até a cabeça brilhante de pre-cum. —Meu Deus, Leo... —exalou Elena, arregalando os olhos—. Você cresceu demais. O resto do dia passou numa normalidade fingida. De volta em casa, Leo adormeceu rapidamente. Elena, no entanto, desabou no sofá da sala, incapaz de tirar a imagem daquele pau ereto da cabeça. Com a respiração ofegante, deslizou a mão por baixo da calcinha. Seus dedos afundaram na sua buceta, que já estava encharcada de um fluxo grosso e quente. O som molhado e o barulho do seu clitóris sendo esfregado preencheram o silêncio do ambiente. —Mmm, Leo... —gemeu ela, imaginando aquele comprimento a preenchendo. Apertou as coxas e acelerou o ritmo, sentindo como o tecido molhado da sua buceta squelchava sob seus dedos enquanto se contorcia num orgasmo violento, pensando no tamanho do seu filho.

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