Tirando a inocência da minha filha

É assim que começa como minha filha perdeu a inocência comigo. Minha esposa saiu para trabalhar no turno da noite e fiquei sozinho com minha filha Lanie  Me aproximei da cama da minha filha com muito cuidado. Me ajoelhando ao lado dela, acariciei seu cabelo e dei um leve beijo na bochecha. "Boa noite, querida", sussurrei. Embora não tenha aberto os olhos, vi que ela sorriu para mim enquanto dizia: "Boa noite, papai. Te amo". Beijei a jovem de novo, dessa vez nos lábios, e ela me retribuiu o beijo, seus lábios macios e quentes sobre os meus. Foi imaginação minha ou nossas línguas se tocaram? "Vem me abraçar, papai", disse Lanie bem baixinho, quase conspirando. Ou eu estava lendo algo no tom dela que não era verdade? Meu pau ficou duro. Ultimamente, essas "noites de inocência" estavam se transformando cada vez mais em algo a mais, e acho que nós dois reconhecíamos isso, embora nenhum de nós tivéssemos dito ainda. Sem mais convite, me levantei e me deitei ao lado da minha filhinha. Me aconchegando ao lado dela, meu coração acelerou ao envolver com entusiasmo sua nudez com o braço; ela só estava de calcinha de algodão. Para aumentar minha excitação, ela se encolheu contra meu corpo, me inundando com seu calor. Acariciei seu cabelo de novo e a beijei na testa. Ela levantou o olhar e me beijou outra vez, nossos lábios se encontraram e ficaram juntos mais tempo do que deveriam para um beijo de pai e filha. Quando ela interrompeu o beijo, disse suavemente: "Te amo, papai". "Eu também te amo, querida. Você é minha melhor amiga", sussurrei, sabendo que o que eu queria fazer com minha pequena estava muito errado. Seus braços brancos como marfim me envolveram enquanto nos beijávamos de novo. Dessa vez nossas línguas se tocaram, eu sei, porque deslizei a minha entre seus lábios e saboreei sua umidade, seu calor. Após uma fração de segundo, senti que seus lábios se separavam e sua língua se juntava à minha. Embora cada noite eu ficasse mais tempo no quarto dela, isso era mais do que tínhamos feito até então, mas eu tinha certeza de que ela havia desejado... e mais!
Lentamente, para não assustá-la e também para dar tempo de ela me parar se quisesse, deixei minha mão deslizar pela nudez do seu corpo gostoso, até que minha palma tocou sua bunda. Minhas mãos tinham deslizado com ousadia por baixo do elástico da calcinha, deslizando meus dedos sob o algodão macio. Eu estava segurando carne macia, quase quente!
Como se entendesse que o consentimento dela seria todo o estímulo que eu precisava, Lanie murmurou: "Isso é gostoso, papai".
Meu pau se arrepiou com as palavras da minha linda filha. Lanie estava reconhecendo sua cumplicidade no que estava acontecendo.
"Você quer dizer nossas línguas se tocando, ou minha mão na sua bunda?", sussurrei no ouvido dela enquanto começava a acariciar suavemente suas nádegas quentes.
Depois de hesitar um momento, ela sussurrou: "Os dois". Então, moveu seu corpo sensual e, sem aviso, me beijou de novo. Começamos a nos beijar como adultos, com os olhos fechados e a respiração carregada com o que, numa garota mais velha, significaria paixão.
Apesar da pouca idade, minha filha entendia de sexo. Fiz questão de que fosse assim logo depois que minha esposa começou a trabalhar nesse turno das 23h às 7h, permitindo que ela assistisse alguns filmes pornô comigo, depois que prometeu não contar para a mãe. Agora, enquanto nos beijávamos apaixonadamente na cama dela, continuei esfregando a bunda dela e senti que ela se agarrava à minha mão. Tinha certeza de que minha filha me permitia fazer o que eu quisesse com ela. Claro, ela era jovem demais para foder, mas não jovem demais para ser satisfeita, ou, com sorte, para me dar prazer.
Esse era o teste!
—Tira a calcinha, Lanie —sussurrei—. Papai quer te tocar.
Senti meu pau jorrar porra transbordando no meu short quando ela disse: "Tá bom, papai", sem hesitar um instante. Se arrastando pela cama, ela tirou a calcinha rapidamente.
"Deita, neném, quero te ver", eu disse. Sem hesitar, a pequena se deitou, olhando para o meu rosto quase expectante. Percorri seu corpo com o olhar enquanto sussurrava: "Você é minha linda princesinha, neném. Papai te ama muito". Voltei a percorrer seu corpo com as mãos e coloquei a minha bem sobre seu pequeno montinho nu. "Papai quer te tocar, neném. Posso?", perguntei. "Sim, papai", respondeu ela inocentemente. Acariciei suas coxas macias e separei suas pernas o suficiente para que minha mão pudesse se mover com liberdade. Suavemente, bem suavemente, toquei sua bucetinha. "Mmm... Que gostoso, papai", ouvi ela dizer. "Sério, amor? Que bom. É algo que o papai queria fazer há muito tempo. Você já fez isso alguma vez?" Vi ela ficar vermelha enquanto assentia e sussurrava: "Sim... às vezes à noite, depois do beijo de boa noite". Meu pau pulsava de novo e enquanto continuava a esfregá-la, perguntei: "No que você pensa quando se toca?" Nervosa, ela olhou nos meus olhos e murmurou de novo: "E-em você..." Ela se contorceu de prazer quando a toquei; suas pernas se abriram um pouco mais instintivamente, seu corpo ansiando. "Papai vai te beijar agora, Lanie. Não tenha medo", sussurrei. "Não tenho medo, papai", disse ela. Podia ouvir a emoção na voz dela. Comecei a beijar seu queixo, os ombros e depois mais abaixo, enquanto minha mão entre suas pernas continuava excitando seus sentidos. Enquanto isso, minha mão livre apertava seu peitinho, empurrando-o para cima e fazendo o mamilo inchar e ficar ainda mais carnudo. A jovem gemeu quando abaixei minha boca sobre ele, mordiscando e chupando. Enquanto fazia isso, meu dedo continuava roçando a estreita rachadinha de Lanie. Os primeiros sinais de umidade estavam nela, me convencendo de que não era jovem demais para o sexo, mesmo que fosse só oral por enquanto. "Mmm..." Comecei a beijar entre suas tetinhas enquanto brincava suavemente com seus mamilos e acariciava sua buceta. Lambi a camada doce e salgada da pele quente do peito dela e passei minha língua de cima a baixo pelas costelas e de volta às suas excitantes tetinhas. Lenta mas segura, percorria o corpinho excitado da minha filha. "Oh papai... ahhhh..." Desci com cuidado da cama, e a parte inferior do meu corpo deslizou pela borda ao aproximá-la ainda mais. Acariciei seu corpo com o nariz, deixando minha língua dançar sobre sua barriguinha tensa. Lanie tinha visto cunilíngua na tela, então devia saber o que eu estava prestes a fazer. "É tão gostoso", suspirou. Minha filha agora estava completamente receptiva aos meus desejos. Seu corpo estava esticado, com os braços sobre a cabeça e as pernas abertas, movendo-se ritmicamente. Deslizei minha boca até seu umbigo e enfiei a língua, girando-a. Levantei ambas as mãos e coloquei uma sobre cada tetinha, puxando suavemente os mamilos inchados e quentes. "Mmm. Adoro quando você me lambe, papai", gemeu. Olhei para seu rosto corado e meu pau pulsou ao ver minha filha nas garras da luxúria; tinha os olhos fechados e os lábios levemente entreabertos... tremendo. Beijei e lambi lentamente, descendo por sua barriga apertada e trêmula até a parte superior de seu monte de Vênus lisinho. A jovem gemia alto. Então, meu rosto ficou na altura da sua buceta. Era isso que eu estava esperando. O cheiro da buceta excitada da minha filha já chegava ao meu nariz, inflamando minha luxúria. Mergulhei. Senti suas mãozinhas na minha cabeça enquanto beijava sua buceta, minha língua roçando sua vagina. "Ohhhh papai, isso é... ahhhh..." murmurou, seus dedos entrelaçados no meu cabelo. Com entusiasmo, deslizei minhas mãos sob seu traseiro pequeno e, enquanto ela se encolhia para poder ver, levantei sua buceta até meu rosto. Comecei a lamber minha própria filha, explorando sua buceta com minha língua até encontrar seu clitóris inchado e rosado. Lanie se contorcia como louca ao sentir minha língua a lambuzando. Lá em cima, ouvi sua voz emocionada: "Uau, papai, que gostoso!". Então, enquanto seu corpo reagia instintivamente, ela me envolveu o pescoço com suas pernas de marfim enquanto eu me afundava em sua linda e suculenta buceta, saboreando seu sabor delicioso; seu sexo delicioso enchia meu nariz, minha boca, todos os meus sentidos. A carne de suas coxas jovens incendiou meu rosto que as rodeava. Abri a boca bem aberta e, com a língua em movimento e os lábios franzidos, me deliciei devorando minha filha excitada. Minha língua se movia selvagemente sobre seu pequeno e super sensível clitóris. "Oh nossa papai... eu nunca... ahhhhh... OH!" Suas pernas se abriram de repente. Sua buceta se abriu para mim e suas mãos apertaram minha cabeça com mais força, cravando os dedos no meu cabelo. Enquanto isso, continuava gritando meu nome ao mesmo tempo que gemia e se contorcia pelo que estava acontecendo com ela. "Ohh papai ohh papaizinho Ahhh..." Seu pequeno clitóris estava rígido e pulsante. Eu o tinha rodeado com a boca, subindo com os lábios enquanto lhe dava toda a sucção possível. Sentia a excitação de Lanie aumentar enquanto penetrava sua pequena buceta uma e outra vez, provocando-a com a língua, até que finalmente senti seu corpinho endurecer e ela gritou ao ter seu primeiro orgasmo. Senti pequenas gotas de sêmen na minha língua e a ouvi gemer excitada: "Ai, papai, o que tá acontecendo, o que tá acontecendo!". Mas não parou de se contorcer e tremer até que senti um jato de umidade encher minha boca. Meu Deus, minha pequena era uma esguichadora! Enquanto Lanie se retraía do esgotamento sexual, lambi e lambi até deixá-la limpa. Ela estava satisfeita; eu não; meu pênis pulsava e precisava de alívio. "Shhh, querida, shhhh, tá tudo bem, tá tudo bem, eu te amo", sussurrei. Fiquei de pé ao pé da cama da minha filha, observando-a enquanto recuperava o fôlego. Precisando de alívio urgentemente, desabrochei o cinto, desabotoei o botão e abaixei o zíper da minha calça jeans, deixando-a deslizar automaticamente pelas minhas pernas até os tornozelos, enquanto abaixava minha cueca para que se amontoasse com ela. Rapidamente, as afastei com um chute, enquanto tirava minha camisa e jogava também. Agora estava tão nu quanto minha pequena. "Olha o papai, querida. Olha o papai", eu disse enquanto subia na cama até ficar ao lado dela de novo. Estendi a mão e peguei suavemente o pulso dela, puxando a mãozinha dela em direção ao meu pau pulsante, que agora era um músculo inchado, latejante e descontrolado, cheio da necessidade de ser satisfeito pela minha menininha, minha filha que tinha acabado de gozar na minha boca. "Esse é o seu pipi, papai? É enorme!", perguntou enquanto os dedinhos dela envolviam meu pau lenta mas deliberadamente. Eu gemi e soltei um suspiro, depois consegui me recompor o suficiente para dizer: "Não fala pipi, neném. Fala 'pau'. Esse é o pau do papai. Toca nele, segura ele, neném". Obviamente, Lanie já tinha ouvido essas palavras nos vídeos, mas até agora, nunca tinha usado elas... pelo menos na minha presença. Era como se ela estivesse esperando eu dizer que tava tudo bem usar. "Eu gosto do seu pau, papai. É tão macio, tão gostoso. É tããão grande!", disse enquanto me esfregava de cima a baixo, ao longo do meu pau completamente inchado. Dava pra sentir que ela tava excitada de novo. Os olhos dela estavam fixos no meu pau enquanto ele se movia na mão dela. "É isso que você pensa quando se toca?" "Mmm hmm, sim. Desde que você me deixou ver os filmes com você". Você sabe que a mamãe nunca vai saber que a gente fez isso, né, querida? Igualzinho aos filmes. "Eu sei, papai." O coração batia forte. O que eu já tinha feito com ela já era bem ruim, mas o que eu tava prestes a pedir era absolutamente malvado. Mesmo assim, distinguir o certo do errado nem sempre é fazer o certo. "Você gostaria de beijar ele, Lanie? Você gostaria de beijar o pau do papai?", perguntei, com a mente divagando. "Você quer que eu faça, papai? Eu faço se você quiser", respondeu ela. Meu Deus! Toquei o cabelo dela e disse: "Isso seria bom, querida. Beija o pau do papai, abraça ele forte e beija de leve, bem na cabecinha". Eu juro que eu realmente queria que ela me pedisse isso! Ela reagiu na hora. "Tá bom, papai", disse, baixando a cabeça para tocar meu pau pulsante. Nunca tinha ficado tão excitado. Minha pequena beijou a ponta do meu pau com muita suavidade, depois beijou a lateral do membro grosso e pareceu parar, me olhando fixamente. "Querida, você não precisa fazer isso se não quiser". Eu só podia esperar que ela quisesse imitar o que deixei ela ver naqueles vídeos. "Quero, de verdade que sim", confessou nervosa. Parece que quanto mais jovem é uma garota, mais inocente ela é. —Faz então, querida. Lambe meu pau, neném. Lambe o pau do papai —sussurrei. Ouvi ela murmurar enquanto movia a língua pra cima e pra baixo, com uma mãozinha agarrando minha grossura, com a outra acariciando minhas bolas grandes e peludas. "Mmm, que gostoso, papai. Você gosta?", perguntou, levantando o olhar pra encontrar o meu, e depois seus lábios voltaram a beijar meu membro. —Sim, querida, que gostoso. Mas leva ele pra boca, querida. Chupa como se fosse um pirulito. Mas cuidado com os dentes, que podem me machucar —respondi. Depois de uma breve hesitação, minha filha se levantou um pouco, com o rosto sobre meu pau pulsando, depois abriu a boca e colocou meu pau ereto com cautela, segurando com a língua enquanto chupava com delicadeza. De repente, caiu a ficha de que, apesar de ver vídeos de sexo, Lanie não tinha ideia de como chupar um pau. Estendi as mãos, agarrei um punhado da juba loira dela com uma, e com a outra segurei meu membro e tirei o pau da boca dela, sem dúvida confundindo a jovem, pois ela me olhou com cara de perplexidade. Com o pau na mão, segurei bem na frente dos lábios dela. "Beija ele e lambe até ficar todo escorregadio e brilhante", sussurrei com voz rouca. "Depois chupa e começa a mover de um lado pro outro, dentro e fora da boca". Beijos suaves começaram a cobrir a ponta do meu pau, uma língua rosada serpenteou e rodeou a ponta e a glande, depois ao longo do eixo duro. Ela até lambeu e lambeu os testículos, depois voltou pra ponta do meu pau. Quando minha filha apertou os lábios sobre a ponta do meu pau, quase me perdi naquele instante. Rapidamente, ela chupou com sua boca quente e a sensação foi fantástica. Minha docinha filhinha pegou a cabeça do meu pau com delicadeza e chupou suavemente, roçando a glande com a língua enquanto sua cabecinha balançava. Apoiei as mãos de leve sobre a cabeça dela enquanto me reclinava. Sem que eu pedisse, a língua da minha filha lambeu e acariciou o eixo e embaixo da cabeça do cogumelo, levando meu pau mais e mais fundo dentro da sua boca cheia de saliva. "Mmm. Que gostoso, neném. Não para, chupa o pau do papai, que boa menina, minha princesinha", suspirei enquanto ela chupava e chupava. E era delicioso: sua boquinha preciosa chupando meu pau como um pirulito quente e doce, enchendo-a, seus dentinhos roçando suavemente as laterais do meu membro enquanto suas nádegas se inchavam com o tamanho do meu pau enorme enterrado na sua cara. Minha filha ia ser uma chupadora de pau e tanto! "Sobe aqui, neném, quero te saborear de novo", sussurrei, me abaixando para segurá-la pela cintura. Levantei-a com cuidado, girando o corpo dela sobre o meu, e ela se moveu com entusiasmo, sabendo o que eu queria fazer e desejando que eu fizesse. Então, mais uma vez, sua boca estava no meu pau, mas sua bucetinha estava na minha cara, suas coxas abertas sobre meu rosto, e comecei a comer sua bucetinha virgem excitada, com todo o meu ser, enquanto ela chupava meu pau com todas as forças, com as duas mãos agarrando forte o eixo grande enquanto meus quadris subiam e desciam para encontrar sua boquinha faminta. Ambos murmurávamos sons prazerosos nos genitais um do outro enquanto dávamos e recebíamos ardorosamente ao mesmo tempo. Sua bucetinha estava molhada agora, seu pequeno clitóris se sobressaía para encontrar minha língua, e o mordi suavemente enquanto ela apertava as pernas sobre minha cara. Afastei as bochechas macias da bundinha dela e a atraí profundamente para minha boca. Rosnei enquanto engolia o suco vaginal dela e sentia sua boca molhada sobre meu grosso pau ao mesmo tempo. Sabia que logo chegaria ao clímax, mas antes, queria saborear o pequeno orgasmo dela mais uma vez. Ansioso, lambi a buceta dela com a língua enquanto empurrava meu pau pra cima pra encontrar a boca ativa dela. "MMMMM...MMMMM...MMMNNNGGGHHH..." Os gemidos dela se intensificaram ao alcançar o clímax e ela começou a tremer. De repente, o corpo dela ficou rígido de novo, as coxas se fecharam sobre meu rosto e saboreei o mel escorrendo enquanto ela tinha o orgasmo. Podia sentir o tremor do corpo dela enquanto a boca e a língua continuavam a satisfazer minha pele sensível. Ao mesmo tempo, dei um último e poderoso empurrão pra cima, fundo na garganta pequena dela, sentindo as mãos dela me segurando com força, e meu pau explodiu o esperma reprimido, batizando ela com porra, enchendo a boca até transbordar, escorrendo pelo queixo e correndo pelo meu pau, sobre as mãos dela e sobre minha barriga. "Engole tudo, gostosa, engole meu esperma, isso, minha bebê, engole o leite do papai", eu urgí, enquanto engolia os sucos doces dela. E ela fez. Engoliu todo o meu esperma e depois lambeu meu pau, as bolas, a barriga, até deixar tudo limpo com a língua macia, repetindo sem parar: "Te amo, papai, te amo, te amo". A aconcheguei nos meus braços pelo resto da noite.

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