Vou dar uma leve introdução.
Sou gordinho, tenho aproximadamente 1,84m e moro na Espanha há dois anos. Desde que cheguei aqui, pensei em aproveitar que ninguém me conhece pra testar como é ser uma putinha.
Comecei a campanha baixando um dos aplicativos de pegação gay, há cerca de um ano e meio atrás.
Todo dia entrava um pouco pra dar uma olhada, já que deixava as notificações desativadas, mas passaram uns 2 meses sem eu conseguir nada, porque todo mundo falava muito e fazia pouco.
Já estava quase desinstalando o aplicativo quando... Alguém a menos de 150 metros de casa me mandou mensagem.
Comecei a conversar com esse cara que era uruguaio, trocamos ideia por um tempo e ele queria ser passivo, mas adorava que chupassem a rola dele. Então pensei: 'Bom, quero que arrebentem meu cu, mas também quero provar a porra, saber como é chupar bem uma rola, sentir o gosto da porra' (Antes já tinha chupado uma, mas foi meio estranho, apressado, não consegui aproveitar e prestar atenção no momento).
Falei pra ele que, se quisesse, a gente podia se ver e pelo menos eu chupava ele, se ele não quisesse meter (Só de gozar na minha boca, já tava mais que feliz nessa altura). Ele disse que a gente podia tentar, mas não tinha lugar. Só no estacionamento do prédio dele tinha um 'depósito' onde guardava umas coisas (Era 2x1 metro). Muito pequeno, desconfortável e cheio de tralha.
Falei que não tinha problema, então a gente fazia lá.
- Ele: Vem na entrada da garagem, a gente se cumprimenta como se fosse amigos de sempre e, se não tiver ninguém na garagem, a gente entra no depósito.
- Eu: Beleza, vou de camisa polo preta, jeans e tô de óculos.
- Ele: Tá, mas te aviso que o lugar é desconfortável, já chuparam minha rola lá. E também, fica ligado que eu demoro pra gozar, tô te falando porque você vai ter que ficar de joelhos.
- Eu: Sem problema, contanto que você jogue toda a porra na minha boca.
Saio de casa pra ir até o prédio dele e vejo ele parado na entrada da garagem. Ele: Bruno? Como você tá? (Nome falso que usei)
- Eu: Tô suave, e você?
Apertamos as mãos ao mesmo tempo, como amigos de longa data.
- Ele: Vem, vamos pra dentro antes que alguém apareça, agora dá pra entrar. Só não faz barulho, porque aqui escuta tudo.
- Eu: Beleza, sem problemas.
A entrada era tipo uma rampa descendo, ele abriu a porta e entramos na garagem do prédio.
- Ele: Vem por aqui rápido, antes que alguém apareça.
Eu, calado, obedeci, me apressando pra segui-lo, e ele abriu a porta.
Era um lugar bem pequeno, cheio de poeira e desconfortável. Mas mesmo assim, a única coisa que eu queria era engolir a porra toda.
- Ele: Então, tá nervoso? Como quer começar?
- Eu: Sei lá, como te falei, tenho pouca experiência.
Vejo ele levar a mão pra calça, começando a abaixar enquanto me diz:
- Ele: Pode começar se ajoelhando.
Estendi a mão e peguei no pau dele, que já tava meio duro, e com a outra mão me apoiei numa prateleira pra me ajoelhar, porque era bem desconfortável. Bati uma punheta subindo e descendo duas vezes, e depois soltei, olhando por um segundo e pensei: "Caralho, quero meter na boca agora."
Então abri a boca, enfiei na boca e ainda tava mole. Por ser inexperiente, comecei a chupar muito rápido.
- Ele: Mais devagar e cuidado com os dentes.
Aí lembrei como minha ex chupava (minhas parceiras sempre foram mulheres, curto mulheres, só sou curioso). E comecei a chupar devagar até sentir ele mais duro. Chupando suave, dava pra sentir mais o gosto, descobrir como era o sabor.
Lembrei de uma coisa que minha ex fazia: parar de chupar pra ir beijando partes, a virilha também, e descer pras bolas. Beijando e chupando de leve, deixando o pau balançar de um lado pro outro no meu rosto. Depois de um tempo assim, sinto ele mexer as mãos e pensei: "Ele vai marcar o ritmo pra eu chupar."
- Ele: Abre a boca.
Naquele momento, abri a boca e levantei o olhar. Vendo a cara de prazer que ele tava, que gostava. Isso me deixou mais excitada porque eu tinha dúvidas se ia conseguir fazer direito ou não.
Ele enfiou até a metade, mais ou menos, e marcava o ritmo com a mão dele. De vez em quando, eu fazia resistência com o pescoço pra chupar mais devagar e mexer a língua em círculos com o pau dele dentro.
Naquele momento, vi ele jogar a cabeça pra trás e soltar um suspiro.
Depois, ele começou a mover minha cabeça com a mão dele um pouco mais rápido, e eu segui o ritmo por uns segundos, uns 20-30 segundos, acho, e voltei a fazer força pra usar a língua, mas ele empurrou minha cabeça e me fez enfiar tudo na boca.
Meu nariz bateu na virilha dele, sentia minha testa encostando no umbigo dele. Literalmente, eu tava "cabeceando o umbigo", como se diz às vezes.
Não esperava por isso, e era a primeira vez que ele me fazia enfiar assim, então eu engasguei umas duas vezes.
Ele soltou minha cabeça, e eu entendi que tinha que continuar daquele jeito. Eu enfiava tudo como podia e já dava pra sentir muito mais líquido pré-seminal. Um gostinho novo na boca, meio grosso. Eu já tinha começado a desejar a porra. Por dentro, pensava: "Vai gozar na minha garganta? Vai tirar e bater uma punheta pra esporrar tudo na minha boca? No meu rosto? Boca e rosto?"
Naquele momento, a gente tava tão excitado que ouviu gente falando.
Acontece que alguém tinha entrado na garagem, e no meio da putaria, prazer, sons de engasgo e o típico "glu glu glu" de quando você tá chupando um pau, a gente não ouviu a pessoa entrar.
Ele ficou nervoso, com cara de assustado, e fez o sinal de "shhh" sem fazer barulho.
Aí eu fiquei parada uns 5 segundos com o pau INTEIRO dele na boca e pensei: "Agora o que eu faço? Tiro? Fico assim? Vou fazer barulho?" Mas, com a excitação, pensei: "O risco de ser descoberta me excita, tenho que fazer alguma coisa."
Então comecei a mexer a língua com o pau dele inteiro na minha boca, ouvia pessoas conversando (dois homens, uma mulher e parecia que uma criança).
Fiz isso por uns 30 segundos, e a pessoa não ia embora, então fui tirando ele devagar. A Tirei tudo e vi a cara dela entre medo e prazer, e não me segurei.
Enfiei de novo, mas bem devagar, milímetro por milímetro, e fiquei balançando a cabeça por um tempinho até tirar, e comecei a dar beijos na cabeça dela, tronco, descendo até as bolas. Eram aqueles beijos que fazem um "muack" molhado, mas quase sem som.
Ficamos assim uns 5 minutos, entre beijos na rola, bolas e chupada.
Até que ouvimos a galera ir embora e senti que ele se aliviou. Aí voltei pro meu foco, chupar ela como antes. Fiz isso uns 5 minutos ou talvez menos até perceber que, aos poucos, ele foi amolecendo um pouco.
- Ele: Desculpa, entre eu ter dificuldade pra gozar e a gente que entrou, deu uma broxada. Tô preocupado se ouviram algo. Que tal a gente parar por aqui?
- Eu: Beleza, tudo bem. Sem problema, a gente marca de novo e, no pior dos casos, acha um lugar por aí pra ficar mais à vontade.
Eu queria morrer por dentro. Tava muito tesuda, já com aquele gostinho de porra (do pré-gozo), e ele cortou assim. Mas também me coloquei no lugar dele e entendi que aconteceu.
Tristemente, ficamos por isso. Terminei com os olhos lacrimejando de tanto boquete profundo, meleca e o rosto todo molhado de baba e pré-gozo de quando chupava as bolas dele e a rola balançava na minha cara.
Não tinha nada pra limpar, então comecei a me limpar com a mão, panos e porcarias que tinham por lá, pelo menos.
Fomos até a saída da garagem, tinha gente lá fora e eu falei:
- Eu: Bom, a gente se vê depois. Abraço (apertando a mão dele).
- Ele: Valeu, que tudo dê certo. A gente se fala.
Fui embora assim, aqueles 150 metros até em casa, com medo de que as pessoas que eu cruzava percebessem algo ou que tivesse ficado alguma marca. Tomei um banho e uma punheta braba no chuveiro.
Depois disso, a gente conversou mais algumas vezes, mas sempre o problema de não ter lugar, e eu me cansei de ficar enrolando até que parei de falar.
Se vocês curtiram essa primeira experiência, posso contar a segunda, na qual... literalmente eu Comeu na boca de outro cara.
Sou gordinho, tenho aproximadamente 1,84m e moro na Espanha há dois anos. Desde que cheguei aqui, pensei em aproveitar que ninguém me conhece pra testar como é ser uma putinha.
Comecei a campanha baixando um dos aplicativos de pegação gay, há cerca de um ano e meio atrás.
Todo dia entrava um pouco pra dar uma olhada, já que deixava as notificações desativadas, mas passaram uns 2 meses sem eu conseguir nada, porque todo mundo falava muito e fazia pouco.
Já estava quase desinstalando o aplicativo quando... Alguém a menos de 150 metros de casa me mandou mensagem.
Comecei a conversar com esse cara que era uruguaio, trocamos ideia por um tempo e ele queria ser passivo, mas adorava que chupassem a rola dele. Então pensei: 'Bom, quero que arrebentem meu cu, mas também quero provar a porra, saber como é chupar bem uma rola, sentir o gosto da porra' (Antes já tinha chupado uma, mas foi meio estranho, apressado, não consegui aproveitar e prestar atenção no momento).
Falei pra ele que, se quisesse, a gente podia se ver e pelo menos eu chupava ele, se ele não quisesse meter (Só de gozar na minha boca, já tava mais que feliz nessa altura). Ele disse que a gente podia tentar, mas não tinha lugar. Só no estacionamento do prédio dele tinha um 'depósito' onde guardava umas coisas (Era 2x1 metro). Muito pequeno, desconfortável e cheio de tralha.
Falei que não tinha problema, então a gente fazia lá.
- Ele: Vem na entrada da garagem, a gente se cumprimenta como se fosse amigos de sempre e, se não tiver ninguém na garagem, a gente entra no depósito.
- Eu: Beleza, vou de camisa polo preta, jeans e tô de óculos.
- Ele: Tá, mas te aviso que o lugar é desconfortável, já chuparam minha rola lá. E também, fica ligado que eu demoro pra gozar, tô te falando porque você vai ter que ficar de joelhos.
- Eu: Sem problema, contanto que você jogue toda a porra na minha boca.
Saio de casa pra ir até o prédio dele e vejo ele parado na entrada da garagem. Ele: Bruno? Como você tá? (Nome falso que usei)
- Eu: Tô suave, e você?
Apertamos as mãos ao mesmo tempo, como amigos de longa data.
- Ele: Vem, vamos pra dentro antes que alguém apareça, agora dá pra entrar. Só não faz barulho, porque aqui escuta tudo.
- Eu: Beleza, sem problemas.
A entrada era tipo uma rampa descendo, ele abriu a porta e entramos na garagem do prédio.
- Ele: Vem por aqui rápido, antes que alguém apareça.
Eu, calado, obedeci, me apressando pra segui-lo, e ele abriu a porta.
Era um lugar bem pequeno, cheio de poeira e desconfortável. Mas mesmo assim, a única coisa que eu queria era engolir a porra toda.
- Ele: Então, tá nervoso? Como quer começar?
- Eu: Sei lá, como te falei, tenho pouca experiência.
Vejo ele levar a mão pra calça, começando a abaixar enquanto me diz:
- Ele: Pode começar se ajoelhando.
Estendi a mão e peguei no pau dele, que já tava meio duro, e com a outra mão me apoiei numa prateleira pra me ajoelhar, porque era bem desconfortável. Bati uma punheta subindo e descendo duas vezes, e depois soltei, olhando por um segundo e pensei: "Caralho, quero meter na boca agora."
Então abri a boca, enfiei na boca e ainda tava mole. Por ser inexperiente, comecei a chupar muito rápido.
- Ele: Mais devagar e cuidado com os dentes.
Aí lembrei como minha ex chupava (minhas parceiras sempre foram mulheres, curto mulheres, só sou curioso). E comecei a chupar devagar até sentir ele mais duro. Chupando suave, dava pra sentir mais o gosto, descobrir como era o sabor.
Lembrei de uma coisa que minha ex fazia: parar de chupar pra ir beijando partes, a virilha também, e descer pras bolas. Beijando e chupando de leve, deixando o pau balançar de um lado pro outro no meu rosto. Depois de um tempo assim, sinto ele mexer as mãos e pensei: "Ele vai marcar o ritmo pra eu chupar."
- Ele: Abre a boca.
Naquele momento, abri a boca e levantei o olhar. Vendo a cara de prazer que ele tava, que gostava. Isso me deixou mais excitada porque eu tinha dúvidas se ia conseguir fazer direito ou não.
Ele enfiou até a metade, mais ou menos, e marcava o ritmo com a mão dele. De vez em quando, eu fazia resistência com o pescoço pra chupar mais devagar e mexer a língua em círculos com o pau dele dentro.
Naquele momento, vi ele jogar a cabeça pra trás e soltar um suspiro.
Depois, ele começou a mover minha cabeça com a mão dele um pouco mais rápido, e eu segui o ritmo por uns segundos, uns 20-30 segundos, acho, e voltei a fazer força pra usar a língua, mas ele empurrou minha cabeça e me fez enfiar tudo na boca.
Meu nariz bateu na virilha dele, sentia minha testa encostando no umbigo dele. Literalmente, eu tava "cabeceando o umbigo", como se diz às vezes.
Não esperava por isso, e era a primeira vez que ele me fazia enfiar assim, então eu engasguei umas duas vezes.
Ele soltou minha cabeça, e eu entendi que tinha que continuar daquele jeito. Eu enfiava tudo como podia e já dava pra sentir muito mais líquido pré-seminal. Um gostinho novo na boca, meio grosso. Eu já tinha começado a desejar a porra. Por dentro, pensava: "Vai gozar na minha garganta? Vai tirar e bater uma punheta pra esporrar tudo na minha boca? No meu rosto? Boca e rosto?"
Naquele momento, a gente tava tão excitado que ouviu gente falando.
Acontece que alguém tinha entrado na garagem, e no meio da putaria, prazer, sons de engasgo e o típico "glu glu glu" de quando você tá chupando um pau, a gente não ouviu a pessoa entrar.
Ele ficou nervoso, com cara de assustado, e fez o sinal de "shhh" sem fazer barulho.
Aí eu fiquei parada uns 5 segundos com o pau INTEIRO dele na boca e pensei: "Agora o que eu faço? Tiro? Fico assim? Vou fazer barulho?" Mas, com a excitação, pensei: "O risco de ser descoberta me excita, tenho que fazer alguma coisa."
Então comecei a mexer a língua com o pau dele inteiro na minha boca, ouvia pessoas conversando (dois homens, uma mulher e parecia que uma criança).
Fiz isso por uns 30 segundos, e a pessoa não ia embora, então fui tirando ele devagar. A Tirei tudo e vi a cara dela entre medo e prazer, e não me segurei.
Enfiei de novo, mas bem devagar, milímetro por milímetro, e fiquei balançando a cabeça por um tempinho até tirar, e comecei a dar beijos na cabeça dela, tronco, descendo até as bolas. Eram aqueles beijos que fazem um "muack" molhado, mas quase sem som.
Ficamos assim uns 5 minutos, entre beijos na rola, bolas e chupada.
Até que ouvimos a galera ir embora e senti que ele se aliviou. Aí voltei pro meu foco, chupar ela como antes. Fiz isso uns 5 minutos ou talvez menos até perceber que, aos poucos, ele foi amolecendo um pouco.
- Ele: Desculpa, entre eu ter dificuldade pra gozar e a gente que entrou, deu uma broxada. Tô preocupado se ouviram algo. Que tal a gente parar por aqui?
- Eu: Beleza, tudo bem. Sem problema, a gente marca de novo e, no pior dos casos, acha um lugar por aí pra ficar mais à vontade.
Eu queria morrer por dentro. Tava muito tesuda, já com aquele gostinho de porra (do pré-gozo), e ele cortou assim. Mas também me coloquei no lugar dele e entendi que aconteceu.
Tristemente, ficamos por isso. Terminei com os olhos lacrimejando de tanto boquete profundo, meleca e o rosto todo molhado de baba e pré-gozo de quando chupava as bolas dele e a rola balançava na minha cara.
Não tinha nada pra limpar, então comecei a me limpar com a mão, panos e porcarias que tinham por lá, pelo menos.
Fomos até a saída da garagem, tinha gente lá fora e eu falei:
- Eu: Bom, a gente se vê depois. Abraço (apertando a mão dele).
- Ele: Valeu, que tudo dê certo. A gente se fala.
Fui embora assim, aqueles 150 metros até em casa, com medo de que as pessoas que eu cruzava percebessem algo ou que tivesse ficado alguma marca. Tomei um banho e uma punheta braba no chuveiro.
Depois disso, a gente conversou mais algumas vezes, mas sempre o problema de não ter lugar, e eu me cansei de ficar enrolando até que parei de falar.
Se vocês curtiram essa primeira experiência, posso contar a segunda, na qual... literalmente eu Comeu na boca de outro cara.
2 comentários - Peteando na garagem
lastima que no te la pudiste tomar toda ...