12📑Km 69

Chovia forte. A rodovia estava vazia, escura e gelada. Hugo, caminhoneiro de longa distância, tava há oito horas sem parar, café frio na garrafa térmica e música velha de rock nacional no rádio. Foi quando ele viu ela. Uma figura feminina debaixo da chuva, molhada, com uma mochila. Fez sinal com as mãos. Parecia assustada. Ou desesperada. Ele freou o caminhão com um chiado.

— Tá bem? — perguntou ao abaixar um pouco a janela.

— Meu carro morreu… e não tem sinal. Dá pra me dar uma carona?

Ele olhou melhor: jovem, uns vinte e dois anos, cabelo molhado, peitos firmes marcados no tecido, lábios entreabertos de frio.

— Sobe — disse.

Ela subiu na cabine. Tirou a jaqueta molhada, ficando só com uma regata branca completamente transparente. Não tava de sutiã.

— Quer um café? — perguntou ele, nervoso.

— Só se você esquentar outra coisa também — disse ela, sorrindo com malícia.

Hugo engoliu seco. Ela se inclinou e colocou a mão na virilha dele. Sentiu ele duro. Muito duro.

— Sabe? Sempre tive fantasia com caminhoneiro.

E sem esperar resposta, abaixou o zíper, puxou o pau dele ereto e enfiou na boca. Chupava com vontade, como se tivesse morrendo de fome. Molhada, escorregadia, engolindo até o fundo enquanto ele apertava o volante.

— Para — disse ele —, vou gozar…

— Quero que goze na minha boca. E depois me coma como um animal.

Ele não aguentou a chupada. Gozou entre gemidos, segurando o cabelo dela. Ela engoliu tudo, lambendo até deixar limpinho.

Minutos depois, pararam numa área de descanso vazia. Ela subiu no banco do carona, abriu as pernas, tirou a calcinha fio dental, mostrando a buceta molhada… e sentou em cima dele.

Pulava no pau dele com força, gemendo, molhando tudo, enquanto os vidros embaçavam. O trailer balançava a cada enfiada.12📑Km 69Depois ele a virou de bruços sobre a mesa… e meteu por trás. No cu. Ela gritava de prazer.
—Mais forte! Me dá tudo!
E foi o que ele fez. Até os dois terminarem ofegantes, suados, envoltos pelo som da chuva.
Ele perguntou o nome dela.
—Camila —respondeu—. Mas isso não importa. O que a gente fez, sim.

Viajaram em silêncio por um tempo, a chuva diminuindo. Hugo olhava de soslaio pra ela, ainda incrédulo. Tinha o gosto da boca dela na pele e o cheiro da buceta nos dedos.
—Onde te levo, Cami?
—No próximo povoado… o camping do rio.

Uns trinta minutos depois, chegaram na entrada de terra. Ele parou o caminhão bem na entrada do terreno.
—Valeu por tudo, Hugo.
—De nada —respondeu, sem saber se beijava ela ou deixava ir.

Mas ela não deu escolha. Desabotoou a calça, se inclinou pra ele e sussurrou:
—Não vou embora sem mais uma foda.

Desceu do banco, empurrou ele pra trás, montou na pica já dura de novo e começou a cavalgar como se fosse a despedida da vida dela. Os peitos dela balançavam, molhados de suor, enquanto ele segurava a cintura dela e mordia os bicos dos peitos.
—Me dá mais, caminhoneiro! Quero que goze dentro de mim!

Ele gozou, como se o motor do caminhão explodisse. Ela tremeu em cima dele, deixando a pele marcada de unhas.

Vestiu a roupa sem pressa, desceu do caminhão… e, antes de fechar a porta, pendurou a calcinha fio dental preta no retrovisor.
—Pra você não esquecer de mim —disse, piscando o olho.

Hugo ligou o motor com um sorriso na boca, a calcinha balançando no vidro. E na cabeça dele, a promessa silenciosa: se cruzasse com ela de novo, não ia deixar ela descer tão fácil.

Hugo passou semanas com a calcinha pendurada no retrovisor. Cada vez que via ela ondular no ritmo do vento, o volume endurecia dentro da calça jeans. Camila era tipo um fantasma gostoso que ele não conseguia tirar da cabeça. Não sabia o sobrenome dela. Nem se ia vê-la de novo.

Mas uma tarde, entrando num posto de gasolina… À beira da estrada, ele a viu. Lá estava ela. Camila. Jaqueta jeans, shortinho, tomando um sorvete perto da bomba. E aquele sorriso torto… — Hugo? — disse ela, erguendo as sobrancelhas. Ele freou de repente. Desceu do caminhão sem hesitar e foi até ela. — De novo na mão? — perguntou ele, sem tirar os olhos dela. — Não, dessa vez tô esperando algo melhor… tipo sua carreta — disse ela, mordendo o lábio. Minutos depois, estavam na cabine, estacionados atrás do posto. Ninguém via eles. Motor desligado. Mas os corpos, acesos que nem chama. Ela subiu em cima dele, só tirou o short e a calcinha fio dental. — Ainda pendura minha calcinha? — perguntou, enquanto deslizava devagar no pau duro dele, já molhada de antecipação. — Todo dia olho pra ela e lembro como você deixou ela pingando. — Então hoje vou deixar você tremendo. Ela pulava no pau, os bancos rangiam, a carreta balançava. Se pelou toda e esfregou os peitos na cara dele enquanto cavalgava com gemidos fundos, ferozes. — Toma! Toma toda minha buceta, caminhoneiro! Vai! Ele segurou a cintura dela, se levantou com ela em cima e encostou ela na porta. Comeu ela de pé, forte, até fazer ela gritar. Depois virou ela, apoiou ela de bruços no volante e meteu o pau no cu dela sem aviso. Ela soltou um berro de prazer. — Isso, aí! Adoro quando você me come assim! Ele meteu que nem um touro. Ela gozava uma atrás da outra, molhando o banco, a pele, os vidros. Quando Hugo gozou, foi dentro do cu dela, forte, longo, até ficar sem fôlego. Camila vestiu a roupa, abaixou o vidro… e pendurou outra calcinha fio dental, dessa vez vermelha, junto com a preta. — Te devo a terceira. E desceu do caminhão, andando com as pernas bambas. Hugo voltou pra estrada… com mais uma calcinha pendurada e um sorriso de filho da puta.vadia

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