O valentão do meu filho

Tudo começou com uma puta picada de mosquito. Parece ridículo, né? Um inseto minúsculo, um nada, e de repente minha vida deixou de ser minha. Eu era Marcos Reyes, trinta e oito anos, ex-fuzileiro, construtor de casas, pai divorciado de um filho adolescente chamado Daniel. Tinha um metro e oitenta e cinco, pesava noventa quilos de puro músculo, barba por fazer permanente e um olhar que fazia outros homens baixarem a cabeça. Era o tipo de homem que abria potes com os dentes, que trocava pneu sem desmanchar o cabelo, que comia secretárias em viagens de negócios sem remorso nenhum. E agora... agora eu sou isso. Maria. Esse é o nome que escolhi depois que o vírus X-117 terminou o serviço. Um nome que antes me parecia suave, feminino, fraco. Agora é minha realidade. Estou sentada em frente ao espelho do meu quarto, observando essa... essa criatura em que me transformei. Uma juba loira que cai em ondas perfeitas até a cintura, um cabelo que nunca precisei pentear porque sempre usei o meu raspado na máquina. Olhos azuis claros, grandes, com cílios que parecem postiços mas são reais. Um nariz pequeno e empinado. E esse corpo... Deus, esse corpo.O valentão do meu filhoTenho que admitir, mesmo que doa no orgulho que me resta: eu tô uma gostosa. Não, isso é pouco. Eu tô de dar água na boca, de partir ao meio e querer mais. Meus peitos são enormes, naturais, firmes como melões maduros, com bicos rosados do tamanho de moedas que ficam duros por qualquer coisa. Minha cintura é fina, marcada, com aquelas curvas que antes eu só via nas revistas pornô que escondia na garagem. Meu quadril é largo, perfeito pra agarrar, pra montar. E minha bunda... eu tenho uma bunda de puta, redonda, empinada, que quicaria por horas se alguém me comesse com força. Mas o pior, ou o melhor dependendo de como você vê, é a minha buceta. Sim, minha buceta. Porque agora eu tenho uma. Molhada, apertada, sempre quente, sempre carente. Não tenho mais aquela rola que eu usava pra dominar, pra penetrar, pra mostrar quem mandava. Agora eu tenho esse buraquinho que abre e fecha, que escorre quando eu fico excitada, que se contrai quando eu penso em paus grandes e grossos.vadiaE me excito constantemente. Essa é a putaria do universo. Antes, como homem, eu conseguia controlar meu desejo, canalizá-lo, usá-lo como ferramenta. Agora, como mulher, sou um mar de hormônios, um vulcão de necessidade que não sei apagar. Acordo molhada, durmo com as mãos entre as pernas, passo o dia pensando em paus que me encham, que me estiquem, que me façam sentir pequena e dominada. Mas nem tudo é ruim. Daniel, meu filho, tem dezessete anos. A mãe dele nos abandonou quando ele tinha cinco, foi embora com um executivo de Wall Street e nunca mais soubemos dela. Ele cresceu sem figura materna, só com minha versão bruta de pai solteiro, com minhas conversas desconfortáveis sobre sexo, com meu exemplo de "homem de verdade" que agora me envergonha lembrar. Quando me transformei, quando o médico me explicou que o vírus era irreversível, que meu DNA tinha sido reescrito permanentemente, tive uma ideia. Eu me tornaria a mãe que ele nunca teve. Não literalmente, obviamente. Mas eu podia ser aquela figura feminina, aquela presença calorosa, aquela compreensão que ele precisava. E funcionou. No começo foi estranho, desconfortável. Daniel me olhava com desconfiança, com confusão, com aquela mistura de repulsa e curiosidade que só os adolescentes conseguem ter. Mas com o tempo ele me aceitou. Começou a me chamar de "Mari" em vez de "pai", começou a confiar coisas em mim, a pedir conselhos sobre garotas, a buscar minha aprovação de um jeito diferente, mais suave. Eu me sentia útil. Eu me sentia necessária. Pela primeira vez desde a transformação, senti que esse corpo de puta tinha um propósito além de ser desejado. Mas claro, a vida é uma filha da puta que sempre dá um jeito de te foder. Tudo começou com uma foto. Uma foto safada que tirei para o Tinder, porque sim, decidi tentar sair, tentar conhecer homens, tentar entender esse novo mundo de encontros do outro lado. Coloquei um vestido vermelho justo, daqueles que deixam metade dos peitos de fora, me maquiei como aprendi vendo tutoriais de YouTube, e tirei uma selfie no banheiro. Sorriso safado, sobrancelha levemente franzida, aquele olhar de "me come agora" que algumas minas dominam desde os quinze.mae
humilhacaoSubí a foto sem pensar. Sem perceber que meu perfil estava vinculado à minha antiga conta do Facebook, a que eu usava como Marcos. E sem perceber que o algoritmo de merda decidiu mostrá-la para "pessoas que você talvez conheça". Uma dessas pessoas era Bruno. Bruno Fernández. Dezoito anos, o valentão da escola do Daniel, o filho da puta que tornava a vida dele um inferno desde os treze. Um cara grande pra idade dele, um metro e noventa de músculo jovem, pele morena, olhos escuros, aquela barba por fazer que os latinos desenvolvem antes dos outros. Era gostoso, tinha que admitir, com aquele ar de vagabundo que atrai as garotas burras e assusta os fracos. E era inteligente. Mais inteligente do que aparentava. Me mandou uma mensagem direta naquela mesma noite. Eu estava na cozinha, lavando a louça do jantar, quando meu celular vibrou. Olhei e quase deixei cair no chão. *"Oi, Marcos. Ou devo dizer Maria? Que gostosa você tá nesse vestido. Fico me perguntando se o Daniel sabe que a 'nova mãe' dele é na verdade o velho pai dele com peitos de silicone."* Meu coração parou. Literalmente senti o mundo girar, as paredes se fechando. Li a mensagem dez vezes, esperando que fosse uma piada, um erro, qualquer coisa menos o que era. *"Como... como você sabe?"* escrevi, com os dedos trêmulos. *"Kkkkk, não sabia com certeza até agora. Mas sua cara é a mesma, véio. Os olhos não mentem. E aquela cicatriz na sobrancelha... você tem ela desde que caiu do telhado há três anos. O Daniel me contou a história mil vezes. 'Meu pai é um durão, caiu de três metros e nem chorou'."* Merda. Merda, merda, merda. *"O que você quer?"* escrevi, sentindo náusea. *"Amanhã depois da aula. O Daniel tem treino de futebol até às seis. Vem buscá-lo como sempre, mas entra no estacionamento dos fundos. A academia velha abandonada. Quero ver essa transformação pessoalmente. E se você não vier, mostro pra escola inteira as fotos do Marcos Reyes de vestido vermelho."* com aquelas tetas enormes. Imagina a zoação, né? O pai dele é uma travesti gostosa."* Não tive escolha. Aquela noite não dormi, passei horas na frente do espelho vendo esse corpo que agora me condenava. Experimentei cinco conjuntos diferentes, tentando encontrar algo que me fizesse parecer menos... menos foda. No final, usei uma calça jeans folgada e um moletom com capuz, escondendo minhas curvas o melhor que pude. Mas quando cheguei no estacionamento, quando vi o Bruno encostado na parede da academia abandonada, fumando um cigarro com aquele sorriso de predador, soube que não havia nada que eu pudesse usar para me proteger. O olhar dele me devorou de cima a baixo, parando nas minhas tetas mesmo eu tentando escondê-las, descendo para minhas cadeiras que a calça jeans não conseguia disfarçar. "Tira o moletom," ordenou, sem rodeios. "Não," falei, tentando manter a voz firme. Mas saiu trêmula, aguda, feminina. "Tira ou eu chamo cinco caras agora mesmo e mostro pra eles quem é a puta da María." Minhas mãos se moveram sozinhas. Abri o zíper, tirei o moletom pela cabeça. O ar frio da tarde bateu na minha pele, fazendo meus bicos endurecerem sob a camiseta justa que eu vestia por baixo. Bruno deu uma longa tragada no cigarro, soltando a fumaça devagar, nunca desviando aqueles olhos escuros do meu corpo. "A camiseta também. Quero ver essas tetas que você tem." "Por favor," supliquei, e odiei como soou, fraca, implorando, "não faz isso. Te dou dinheiro, o que você quiser..." "Dinheiro eu não quero, puta. Quero ver se é verdade o que falam do vírus X-117. Que transforma homens em mulheres perfeitas, em vadias insaciáveis, em brinquedos sexuais ambulantes. Quero ver se o Marcos Reyes, o macho que me expulsou do time de futebol há dois anos por bater no filhinho chorão dele, agora é uma gostosa que eu posso fazer o que eu bem entender." Fiquei paralisada. Ele sabia. Sabia de tudo. E o pior era que ele tinha razão em parte. O vírus não mudava só o corpo. Deixava algo dentro, um rastro da transformação, uma necessidade constante que crescia a cada dia. "Última vez," disse ele, se aproximando. Estava tão perto que eu podia sentir o cheiro da colônia barata dele, do suor juvenil, da testosterona impaciente. "Tira essa camiseta de puta ou isso vai ficar feio." Fechei os olhos. Tirei ela pela cabeça. Senti o ar nas minhas tetas nuas, senti elas balançando levemente com minha respiração ofegante. Quando abri os olhos, a expressão do Bruno me aterrorizou e me excitou ao mesmo tempo. Era fome pura, desejo cru, o olhar de um garoto jovem vendo algo que queria possuir por completo. "Porra," ele sussurrou, dando um passo pra trás pra me ver melhor. "Porra, porra, porra. São reais. São putamente reais." Ele estendeu a mão. Eu recuei, mas a parede da academia me parou. Os dedos dele tocaram minha teta esquerda, apertando de leve, depois com mais força. A mão dele era grande, quente, calejada. Mão de trabalhador, de atleta, não de garoto. Eu gemi. Não consegui evitar. O som saiu da minha garganta antes que eu pudesse segurar, um gemido feminino, submisso, de prazer. Bruno riu. Uma risada baixa, gutural, vitoriosa. "Já entendi," disse ele, se aproximando mais, até o corpo dele pressionar contra o meu. Eu podia sentir a ereção dele através da calça, dura, grossa, insistente contra minha barriga. "Já entendi que o vírus faz mais do que mudar tetas e buceta. Te deixa com tesão, né, Marcos? Ou já devo te chamar de Maria? Você gosta que toquem nessas tetas enormes? Gosta de se sentir pequena, dominada, virada no que sempre devia ter sido?" "Não," menti, com voz fraca. "Puta mentirosa," ele rosnou, e a outra mão dele deslizou entre minhas pernas, pressionando contra o volume da minha calça jeans. "Você tá molhada. Dá pra sentir através do tecido. Tá encharcada, vadia. Sua buceta tá gotejando por um cara que faz bullying com seu filho. Isso é doentio pra caralho, sabia?" Ele tinha razão. Eu tava encharcada. A vergonha, o medo, a humilhação... tudo se misturava com um excitação que não podia negar. Meu novo corpo traía minha antiga mente, respondendo à dominação, à força, à ameaça. "Por favor," supliquei de novo, mas dessa vez não sabia se pedia para parar ou para continuar. Bruno me agarrou pelo cabelo, puxando para trás, expondo meu pescoço. Os lábios dele pousaram na minha garganta, mordendo, chupando, marcando. A outra mão dele continuava trabalhando entre minhas pernas, esfregando com força, fazendo meus quadris se moverem sozinhos, buscando mais fricção. "Amanhã," disse contra minha pele, "você vem pra minha casa. O Daniel tem treino de beisebol até as oito. Seu filhinho não sabe que eu também jogo beisebol, né? Que eu tenho treinos em dias diferentes. Amanhã minha casa vai estar vazia. E você vai vir, e vai ficar, e eu vou te comer até você não aguentar mais andar. E se você não vier, se tentar fugir, se contar pra alguém... a escola inteira vai saber que o pai do Daniel é uma puta travesti que eu como nos fins de semana." Ele me soltou de repente. Eu escorreguei pela parede até o chão, ofegante, confusa, com as tetas expostas e a buceta pulsando. Bruno ajustou as calças, sorrindo satisfeito. "E amanhã veste algo melhor," acrescentou, andando de costas. "Essa roupa de senhora não me agrada. Quero ver saia. Quero ver meia-calça. Quero ver você aceitando o que é agora. Uma puta. Minha puta." Ele desapareceu na esquina, me deixando tremendo no chão sujo do estacionamento. Eu não fui. Claro que não fui. Passei o dia seguinte como zumbi, tentando agir normal na frente do Daniel, preparando o café da manhã dele com mãos trêmulas, sorrindo pra ele como se meu mundo não estivesse desmoronando. Quando ele saiu pra escola, me tranquei no banheiro e chorei por uma hora. Mas Bruno cumpriu a ameaça dele. Às três da tarde, meu celular explodiu. Mensagens de números desconhecidos. Comentários no meu perfil do Facebook. E então, a ligação do Daniel, histérico, perguntando o que estava acontecendo, por que todo mundo dizia que o pai dele era uma mulher, por que tinham fotos minhas circulando. Não tive escolha. Com mãos trêmulas, escrevi para o Bruno. *"Você vai apagar tudo. Vou aonde você disser. Vou fazer o que você quiser."* A resposta dele foi imediata. *"Boa vadia. 5 da tarde. Meu endereço está no perfil. Se arruma pra mim."* Me vesti como nunca tinha me vestido antes. Peguei a lingerie que tinha comprado em segredo, aquela que me fazia sentir barata e desejada. Um conjunto de renda preta, liga, meia arrastão. Um vestido azul elétrico que mostrava mais pele do que tecido, que mal cobria minha bunda e deixava metade dos meus peitos de fora. Salto agulha que me fazia andar cambaleando, me sentindo vulnerável.valentaoMe maquiei como uma prostituta de avenida. Lábios vermelhos brilhantes, olhos escurecidos com sombra preta, bochechas coradas. Coloquei meu cabelo loiro em cachos perfeitos, aquele perfume caro que tinha comprado num ataque de vaidade feminina. Quando me vi no espelho, não reconheci Marcos. Vi Maria. Vi uma puta de alto padrão, uma mulher que vendia o corpo por dinheiro ou por poder, uma gostosa que excitava qualquer homem com olhos na cara. E excitei o Bruno. Isso ficou claro quando ele abriu a porta da casa dele, uma residência modesta num bairro de classe trabalhadora, e os olhos dele se arregalaram. A mãe dele trabalhava em turno duplo, me explicou com um sorriso perverso. Ficaríamos sozinhos até meia-noite. "Entra, puta," disse, agarrando meu pulso e me puxando pra dentro. A porta se fechou e eu fui dele. Não teve preâmbulo. Não teve conversa desconfortável. Ele me empurrou contra a parede do hall, as mãos dele estavam em todo lugar, rasgando meu vestido, procurando minha pele. Os lábios dele se chocaram contra os meus, uma invasão violenta, a língua dele se forçando pra dentro da minha boca, me provando, me dominando. "Puta do caralho," grunhiu contra meu pescoço, enquanto as mãos dele encontravam meus peitos, amassando com força brutal, beliscando meus mamilos até eu gritar. "Nunca pensei que terminaria fodendo o pai do Daniel. O filho da puta que me humilhou na frente do time inteiro. Sabe quantas flexões ele me fez fazer? Quantas voltas no campo?" "Me desculpa," ofeguei, embora não soubesse por que pedia perdão. Pelo meu eu antigo, talvez. Pelo homem que fui. "Você ainda não sente," riu, e me girou bruscamente, me empurrando contra a parede com meu rosto no gesso. "Mas vai sentir. Vou te foder até você esquecer que um dia foi homem. Até sua única lembrança ser minha pica dentro de você." Ouvi o som do zíper dele descendo. Senti a mão dele na minha cintura, levantando meu vestido, expondo minha calcinha de renda. Um dedo empurrou minha fio dental pro lado, encontrando minha buceta molhada, encontrando a prova da minha traição. "Merda, você está encharcada," ele riu. "Me diz, Maria. Me diz que você quer isso. Me diz que você quer que eu te transforme na minha putinha pessoal." "Por favor," eu gemi, pressionando minha testa contra a parede. "Por favor, o quê?" "Por favor... me fode. Me transforma na sua putinha. Me faz sentir mulher." Era o que ele queria ouvir. Ele precisava ouvir. E quando ele empurrou pra dentro de mim, quando senti a pica grossa, comprida, dura como aço, me penetrando pela primeira vez, eu soube que minha transformação estava completa. Eu gritei. Não consegui evitar. A dor inicial foi intensa, um estiramento brutal, uma invasão total. Mas depois... depois veio o prazer. Um prazer diferente de tudo que eu conheci como homem. Não era o prazer da ponta da pica, do orgasmo explosivo e rápido. Era um prazer profundo, espalhado, que irradiava do meu ventre até meus membros, que fazia minhas pernas tremerem, minha visão embaçar. Bruno começou a se mover. Estocadas duras, selvagens, sem ritmo nem técnica, só pura necessidade juvenil. Cada golpe me levantava na ponta dos pés, fazia meus peitos quicarem violentamente, minha bunda bater contra a pélvis dele com sons obscenos.mudanca de genero
De homem para mulherPorra, que apertadinha você está," ele ofegava, agarrando meus quadris com força suficiente para deixar roxos. "Feito uma virgem. Feito uma puta virgem que nunca deu a buceta pra ninguém." "Nunca... nunca tive... assim," eu gaguejei, e era verdade. Nunca tinha sido penetrada. Nunca tinha sentido aquilo. Era minha primeira vez como mulher, e era brutal, e era perfeita, e estava me enlouquecendo. As mãos dele percorreram meu corpo, explorando cada centímetro, possuindo cada curva. Encontraram meus peitos balançando, apertaram, beliscaram, usaram como alças pra me foder mais forte. Uma mão desceu até minha barriga, encontrou meu clitóris inchado, e começou a esfregar com dedos experientes, brutais, insistentes. "Vou te fazer gozar," ele prometeu, o hálito quente no meu ouvido. "Você vai gozar na minha pica como a puta que você é. E depois vou te encher de porra. E você vai pedir mais." Eu não consegui resistir. O prazer era intenso demais, novo demais, avassalador demais. Senti a onda crescendo na minha barriga, aquela tensão elétrica que eu tinha lido em revistas femininas mas nunca entendido. E quando explodiu, quando meu primeiro orgasmo feminino me atravessou como um raio, eu gritei o nome dele. Gritei "Bruno", como uma puta no cio, como uma viciada na sua droga, como a gostosa que ele tinha me transformado. Minha buceta se contraiu violentamente ao redor da pica dele, massageando, chupando, pedindo a semente dele. Bruno grunhiu, as estocadas ficaram erráticas, profundas, desesperadas. E quando ele gozou, quando senti o esperma quente inundando, preenchendo, marcando por dentro, eu soube que nada seria igual de novo. Ele ficou dentro de mim por um momento, ofegando, suando, o peso dele me pressionando contra a parede. Depois se retirou, e senti a porra escorrendo pelas minhas coxas, humilhante e excitante ao mesmo tempo. "Isso foi só o aquecimento," ele disse, dando um tapa na minha bunda que ecoou pela casa vazia. "Agora vamos pro quarto. Vou te ensinar o que significa ser uma verdadeira puta." Não lembro quantas vezes ele me comeu. Aquela primeira noite. Perdi a conta depois da terceira. No quarto, na cozinha, no banheiro, contra a janela onde qualquer vizinho podia nos ver. Cada posição imaginável, cada buraco disponível. Ele me ensinou coisas que eu não sabia que meu corpo podia fazer, que eu não sabia que podia sentir.O valentão do meu filho
vadiaMe colocou de quatro na cama dele e me comeu por trás, segurando minha cintura, fazendo minha bunda quicar contra ele a cada estocada. Me fez montar nele, sentar no pau dele e cavalgar enquanto ele chupava meus peitos até deixá-los doloridos e sensíveis. Ele fodeu minha boca, agarrando meu cabelo loiro como rédeas, usando minha garganta até eu chorar e babar e implorar por mais. E eu pedia mais. Sempre pedia mais. Toda vez que ele parava, toda vez que o pau dele amolecia por um momento, eu pegava na minha mão, acariciava, chupava, deixava duro de novo. Meu antigo orgulho masculino tinha desaparecido, substituído por essa necessidade insaciável de ser usada, de ser preenchida, de ser dominada. "Você é viciada no meu pau," ele zombava, me vendo desesperada debaixo dele. "O grande Marcos Reyes, o fuzileiro, o construtor, agora é uma gostosa que não consegue viver sem pau." "Por favor," eu suplicava, arqueando minhas costas, oferecendo minha buceta molhada. "Por favor, me dá de novo. Eu preciso sentir ele dentro." "Onde?" "Na minha buceta. Na minha puta buceta. Me fode, Bruno. Me transforma na sua putinha. Me destrói." E ele me destruía. Toda vez. Ele me fodía até eu não conseguir andar, até minha voz falhar de tanto gritar, até minha buceta ficar inchada e vermelha e ainda assim pedir mais. Naquela primeira noite, quando ele finalmente terminou, quando a juventude insaciável dele se esgotou por um momento, eu me deitei no peito dele, ouvindo seu coração batendo. O esperma dele secava na minha pele, no meu rosto, no meu cabelo. Cheirava a sexo, a suor, a dominação. E eu me senti... completa. "Amanhã você vem de novo," ele disse, acariciando meu cabelo com uma ternura que contrastava com a brutalidade de momentos antes. "E depois de amanhã. E todos os dias. Você é minha agora, Maria. Meu brinquedo pessoal. Minha putinha secreta." "Daniel..." eu sussurrei, o único pensamento coerente que me restava. "Daniel não vai saber de nada enquanto você me obedecer. E se você parar de me obedecer... bem, imagina a cara dele quando descobrir que a 'nova mãe' dele passa as tardes de joelhos me chupando. a pica. Que dorme na minha cama. Que goza gritando meu nome." Fechei os olhos. A ameaça era clara. E o pior, o mais perverso, era que parte de mim queria aquilo. Queria ser descoberta. Queria que o mundo soubesse que Marcos Reyes não existia mais, que tinha sido substituído por essa criatura submissa, sexual, insaciável. "Eu pertenço a você," sussurrei, e era a verdade mais pura que já tinha dito. Assim começou minha nova vida. Minha vida dupla. De dia, a mãe perfeita para o Daniel. Cafés da manhã nutritivos, conversas sobre a escola, preocupação com as notas, apoio emocional. A figura materna que ele sempre precisou, finalmente presente, finalmente acolhedora. De tarde, quando o Daniel ia para os treinos esportivos ou saía com os amigos, eu me transformava. Vestia a lingerie que o Bruno tinha me comprado, conjuntos de puta barata que me faziam sentir barata e desejada. Vestidos que mostravam tudo, saltos que me obrigavam a andar com a bunda empinada, maquiagem de vadia. E me apresentava na casa do Bruno. Às vezes ele me esperava na porta, impaciente, com a pica já dura na calça. Outras vezes me fazia esperar, me humilhando, me fazendo ajoelhar na varanda até ele decidir abrir. Uma vez me fez esperar uma hora, e quando finalmente entrei, estava tão desesperada que gozei só com ele enfiando um dedo dentro de mim.mae
humilhacaoEle me comia em todos os cantos da casa. Na cama da mãe dele (isso me excitava especialmente, a perversão de ser usada onde uma mulher respeitável dormia). No chuveiro, com a água quente caindo sobre a gente enquanto ele me pegava por trás, a gente se olhando no espelho embaçado. No porão, amarrada numa cadeira de madeira velha, de olhos vendados, sentindo as mãos dele, a língua dele, o pau dele explorando meu corpo sem eu poder ver quando vinha. Ele me ensinou a chupar como uma profissional. A relaxar a garganta, a usar a língua, a olhar nos olhos dele enquanto ele comia minha boca. Me ensinou a tocar meu clitóris enquanto ele me penetrava, a controlar meus orgasmos pra eu gozar quando ele quisesse, a implorar no momento exato pra deixar ele mais louco.valentao
mudanca de generoVocê é a melhor puta que já tive," ele me dizia às vezes, depois, quando estávamos suados e ofegantes. "Nenhuma garota da minha idade entende o próprio corpo como você. Nenhuma sabe pedir o que quer. Você é perfeita, Maria. Minha criação perfeita." E era verdade. Cada dia eu me tornava mais o que ele queria. Parei de usar calcinha comum; sempre usava cinta-liga por baixo da minha roupa de "mãe respeitável", sempre estava com a buceta depilada e molhada, sempre pronta para ser usada.De homem para mulherUma tarde, Bruno decidiu que queria algo mais. Queria me humilhar completamente. "Vamos fazer um vídeo," anunciou, tirando o celular. "Quero gravar a mãe do Daniel sendo minha puta. Pra você nunca poder negar. Pra você sempre lembrar quem manda." Tentei recusar. Tentei implorar. Mas sabia que não tinha escolha. E quando ele começou a gravar, quando vi aquela luz vermelha indicando que tudo ficaria pra sempre, algo em mim mudou. Me entreguei completamente. Fiquei de quatro no chão, arqueando minhas costas, rebolando minha bunda pra câmera. Olhei direto pra lente com olhos de safada, com olhos de viciada, e disse as palavras que ele queria ouvir. "Sou a Maria, a mãe puta do Daniel. Sou uma safada insaciável que vive pela rola do Bruno. Por favor, me fode. Usa meu corpo. Me transforma no seu brinquedo." E ele me comeu. Nos gravou de todos os ângulos. Minha cara enquanto eu gemia, meus peitos quicando, minha buceta sendo penetrada, o esperma dele cobrindo meu rosto enquanto eu sorria pra câmera como uma prostituta satisfeita. Aquele vídeo virou o seguro dele. A garantia de que eu nunca poderia escapar. E também virou meu material favorito pra me masturbar quando não estava com ele. Tudo desmoronou numa tarde de novembro. O Daniel esqueceu algo em casa e voltou cedo da escola. Eu estava no banheiro, recém-comida pelo Bruno, com o esperma dele ainda escorrendo da minha buceta, com o vestido levantado e a maquiagem borrada. Meu filho abriu a porta do banheiro. O silêncio que se seguiu foi o pior da minha vida. O Daniel me olhou, me viu naquele estado, viu a verdade na minha cara de safada satisfeita, no meu corpo exposto, na evidência do que eu vinha fazendo. "Pai?" disse, com a voz quebrada, usando o nome antigo, o nome que já não cabia mais. Não consegui falar. Não consegui explicar. Só consegui me cobrir, envergonhada pela primeira vez em meses, humilhada de verdade. O Daniel saiu correndo. Não voltou pra casa naquela noite. Quando finalmente voltou, no dia seguinte, os olhos dele estavam vazios. Não queria conversar. Não queria ouvir. Ele se trancou no quarto e eu fiquei no corredor, chorando, sentindo que tinha perdido tudo. Bruno me ligou naquela noite. Contei o que aconteceu. Esperava que ele zombasse, que me abandonasse agora que o segredo estava exposto. Em vez disso, ele veio até minha casa. Entrou pela janela do meu quarto, como um ladrão. Me encontrou num mar de lágrimas, despedaçada, quebrada. "Shhh," ele disse, deitando atrás de mim, me abraçando. "Shhh, minha putinha. Tudo vai ficar bem." "Perdi meu filho," soluçei. "Perdi tudo." "Não," ele murmurou contra meu pescoço, as mãos já deslizando pelo meu corpo, me consolando do único jeito que a gente sabia. "Você ainda me tem. Sempre vai me ter." E ele me comeu naquela noite com ternura. Pela primeira vez, foi devagar. Ele olhou nos meus olhos enquanto entrava em mim, beijou minhas lágrimas, acariciou meu rosto. Me fez sentir amada, mesmo sabendo que era ilusão, mesmo sabendo que era só mais uma forma de posse. Quando gozamos juntos, quando senti o esperma dele me enchendo enquanto minha buceta pulsava ao redor, eu soube que era verdade. Eu tinha Bruno. Tinha essa conexão perversa, proibida, viciante. Era tudo o que me restava. Daniel e eu nunca recuperamos o que tínhamos. Ele foi morar com a mãe no mês seguinte, aceitando finalmente a oferta que tinha recusado por anos. Me deixou uma carta. Nela dizia que me amava, que sempre me amaria, mas que não podia me ver daquele jeito, que precisava de tempo, que talvez um dia... Não li até o fim. Não queria ler "talvez um dia" sabendo que esse dia nunca chegaria. Bruno se formou seis meses depois. Conseguiu uma bolsa para jogar beisebol na faculdade, a duas horas de distância. Pensei que ele fosse me largar. Pensei que minha utilidade tinha acabado. Em vez disso, ele me pediu para ir com ele. "Preciso de uma putinha na faculdade," disse com aquele sorriso arrogante. "Preciso de alguém que me espere nua depois dos jogos, que chupe minha pica depois de estudar, que seja meu segredo, minha... posse." E eu aceitei. Claro que aceitei. Vendi a casa, usei as economias de toda a minha vida anterior, me tornei sua "tia" na história que ele contou no campus. Alugamos um apartamento pequeno perto da universidade. Eu passava os dias esperando por ele, me preparando, mantendo esse corpo perfeito para o prazer dele. E quando ele voltava... Quando ele voltava, eu me tornava o que sempre deveria ter sido. Sua puta. Seu brinquedo. Sua criação. A mulher que nasceu do vírus, que foi forjada pela dominação dele, que encontrou seu propósito na submissão. Às vezes, quando ele está dormindo, olho para o rosto jovem dele e penso no Marcos. Penso no homem que fui, no pai, no fuzileiro, no construtor. Parece um sonho distante, um filme que assisti há muito tempo. Agora sou a Maria. Tenho aparência de vinte anos, um corpo que não envelhece, uma buceta que nunca se sacia, um coração que bate pela aprovação de um homem mais novo que meu antigo eu. Sou uma puta. Sou a puta dele. E quando ele me acorda toda manhã com o pau duro contra minhas costas, quando me penetra antes que eu possa abrir os olhos, quando sinto o esperma quente dele inundando meu corpo enquanto o sol nasce, sei que encontrei meu lugar no mundo. Não é o lugar que eu teria escolhido como Marcos. Mas Marcos morreu no dia em que aquele mosquito picou. E Maria... Maria está mais viva do que nunca. Sou a puta do Bruno. Sou o brinquedo sexual dele. Sou a mulher que deu uma mãe ao filho dele e depois perdeu tudo pela própria perversão. E não mudaria nada. Porque quando ele está dentro de mim, quando me olha com aqueles olhos escuros cheios de posse, quando me chama de "minha puta" com voz rouca de satisfação... sou completa. Sou a Maria. E isso é só o começo.O valentão do meu filho
vadia--- **FIM**mae
humilhacao
valentao

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