Fabiano a contatou naquela mesma noite. A mensagem foi direta: «Quero te ver de novo. Amanhã. Mesma hora. Dessa vez não vem de máscara. Quero ver sua cara.» Katia respondeu quase na hora, a voz escrita mais dura do que pretendia: «Não. A máscara fica. Sem máscara não tem encontro.» Ele insistiu um pouco, mas no fim cedeu com um sorriso que ela não pôde ver: «Tá bom. Eu levo a roupa pra você. Quero que use exatamente o que eu mandar.» No dia seguinte, na hora combinada, a porta se abriu. Katia entrou com a mesma máscara de puta preta que cobria os olhos e a ponte do nariz. Só dava pra ver os lábios carnudos, pintados de vermelho escuro, e o cabelo castanho caindo nos ombros. Fabiano esperava ela de pé na sala, segurando uma bolsa de tecido preto. Quando a viu, o sorriso dele se alargou. —Fecha a porta —disse—. E tira o que você tá vestindo. Agora. Ela obedeceu em silêncio. Tirou o casaco comprido e o body preto que usava por baixo, ficando só com as meias de rede e a cinta-liga. Fabiano abriu a bolsa e tirou a peça com cuidado. Katia sentiu o ar sair dos pulmões. Era o vestido dela. O favorito. O preto de seda que assentava justo na cintura e abria numa saia curta que mal cobria a bunda. O que ela usava só em ocasiões especiais. O que guardava no fundo do armário da casa dela, a duas ruas de distância. O mesmo com que Fabiano sempre dizia que ela ficava linda! —Veste —ordenou ele, sem explicar de onde tinha tirado. Ela hesitou um segundo. Depois estendeu a mão e vestiu. A seda acariciou a pele dela como uma traição. O decote profundo deixava quase à mostra as tetas pesadas; a saia subia demais quando ela se mexia. Fabiano olhou ela de cima a baixo e soltou um assobio baixo. —Porra… fica perfeito em você. Agora dança pra mim. Katia ficou parada. —Dança —repetiu ele, mais firme—. Devagar. Como se estivesse me seduzindo de verdade. A música que ele colocou era lenta, pesada, quase obscura. Ela começou a se mover. Primeiro os ombros, depois os quadris. A saia de seda subia e descia a cada balanço, deixando à mostra a borda das meias e a liga. Fabiano sentou no sofá e desabotoou a calça, tirando pra fora a pica já dura. Ele olhava pra ela sem piscar enquanto se masturbava devagar. — Chega mais perto — falou depois de um tempo —. De joelhos. Katia se ajoelhou entre as pernas dele. Ele agarrou o cabelo dela por trás da máscara e empurrou a cabeça dela pra baixo. Ela abriu a boca e enfiou inteira, chupando com a mesma habilidade profissional da primeira vez. Fabiano gemeu, empurrando o quadril pra cima, comendo a boca dela num ritmo constante. Depois de um tempo, ele a levantou, virou ela e a empurrou contra o encosto do sofá.
—A quatro. Agora. Ela obedeceu. A saia de seda ficou levantada até a cintura, o rabo enorme e redondo exposto, a buceta já brilhando de umidade. Fabiano se posicionou atrás, abriu as nádegas dela com as duas mãos e entrou de uma só vez, até o fundo. Katia mordeu a almofada para não gritar. Ele comeu ela com força, segurando-a pelos quadris, vendo o rabo maduro dela quicar contra a pélvis dele. O som de carne batendo em carne enchia o apartamento. Cada estocada era mais funda, mais violenta. —Porra… que gostosa você tá —rosnou, acelerando—. Esse rabo… essa buceta… merda… No meio do ritmo, perdido no prazer, as palavras escaparam sem controle: —Katia… porra, Katia… Ela se tensou por completo. O coração dela deu um salto tão forte que ela pensou que ia vomitar. Ele não percebeu. Continuou metendo, mais rápido, mais fundo, repetindo o nome entre gemidos: —Katia… é… assim… Katia… Quando sentiu que ia gozar, soltou os quadris dela, virou-a bruscamente e empurrou a cabeça dela para o pau dele. Ela abriu a boca por instinto. Fabiano gozou com um gemido longo e gutural, enchendo a língua e a garganta dela de porra quente enquanto apertava o cabelo dela e dizia, quase com raiva: —Toma, Katia. Ela engoliu tudo. Não teve outra escolha. Quando ele se afastou, ofegante, ela ficou de joelhos, a boca inchada, a maquiagem borrada sob a máscara, o esperma ainda grosso na língua. Ela limpou os lábios com as costas da mão e levantou o rosto para ele. A voz saiu rouca, controlada, ainda disfarçada: —Quem é Katia? Fabiano se jogou no sofá, ainda com o pau meio duro e brilhante. Sorriu, quase com ternura, e passou a mão no cabelo. —A pessoa que eu te falei outro dia. A mulher com quem eu fantasio há anos. A que eu nunca vou poder ter de verdade. Minha… —ele se interrompeu, riu baixo—. Não importa. Você é melhor. Você se deixa foder como uma puta. Katia se levantou devagar. Baixou a saia de seda, pegou o casaco e a bolsa. As pernas tremiam. O vestido cheirava a ele, a sexo, a culpa. Na porta, parou um segundo, sem olhar para ele. —Se quiser repetir… você já sabe onde me encontrar. Saiu. Fechou a porta com cuidado. No elevador, tirou a máscara com mãos que não paravam de tremer e se olhou no espelho: lábios inchados, maquiagem destruída, o vestido favorito ainda vestido e manchado. Ela sabia que ele ligaria de novo. E sabia, com uma certeza que gelava o sangue, que ela voltaria a ir.

—A quatro. Agora. Ela obedeceu. A saia de seda ficou levantada até a cintura, o rabo enorme e redondo exposto, a buceta já brilhando de umidade. Fabiano se posicionou atrás, abriu as nádegas dela com as duas mãos e entrou de uma só vez, até o fundo. Katia mordeu a almofada para não gritar. Ele comeu ela com força, segurando-a pelos quadris, vendo o rabo maduro dela quicar contra a pélvis dele. O som de carne batendo em carne enchia o apartamento. Cada estocada era mais funda, mais violenta. —Porra… que gostosa você tá —rosnou, acelerando—. Esse rabo… essa buceta… merda… No meio do ritmo, perdido no prazer, as palavras escaparam sem controle: —Katia… porra, Katia… Ela se tensou por completo. O coração dela deu um salto tão forte que ela pensou que ia vomitar. Ele não percebeu. Continuou metendo, mais rápido, mais fundo, repetindo o nome entre gemidos: —Katia… é… assim… Katia… Quando sentiu que ia gozar, soltou os quadris dela, virou-a bruscamente e empurrou a cabeça dela para o pau dele. Ela abriu a boca por instinto. Fabiano gozou com um gemido longo e gutural, enchendo a língua e a garganta dela de porra quente enquanto apertava o cabelo dela e dizia, quase com raiva: —Toma, Katia. Ela engoliu tudo. Não teve outra escolha. Quando ele se afastou, ofegante, ela ficou de joelhos, a boca inchada, a maquiagem borrada sob a máscara, o esperma ainda grosso na língua. Ela limpou os lábios com as costas da mão e levantou o rosto para ele. A voz saiu rouca, controlada, ainda disfarçada: —Quem é Katia? Fabiano se jogou no sofá, ainda com o pau meio duro e brilhante. Sorriu, quase com ternura, e passou a mão no cabelo. —A pessoa que eu te falei outro dia. A mulher com quem eu fantasio há anos. A que eu nunca vou poder ter de verdade. Minha… —ele se interrompeu, riu baixo—. Não importa. Você é melhor. Você se deixa foder como uma puta. Katia se levantou devagar. Baixou a saia de seda, pegou o casaco e a bolsa. As pernas tremiam. O vestido cheirava a ele, a sexo, a culpa. Na porta, parou um segundo, sem olhar para ele. —Se quiser repetir… você já sabe onde me encontrar. Saiu. Fechou a porta com cuidado. No elevador, tirou a máscara com mãos que não paravam de tremer e se olhou no espelho: lábios inchados, maquiagem destruída, o vestido favorito ainda vestido e manchado. Ela sabia que ele ligaria de novo. E sabia, com uma certeza que gelava o sangue, que ela voltaria a ir.
1 comentários - Contrata prostituta e chega a mãe dela. Pt. 2